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Arquivos para julho, 2010

Seria Charles Manson vítima de uma armação?

manson armacao Seria Charles Manson vítima de uma armação?

Não é necessário procurar muito para encontrar desinformação sobre Charles Manson e o seu caso – as informações, hora fraudulentas, hora simplesmente ignorantes, chegam aos curiosos com muita facilidade. A verdadeira dificuldade está em encontrar fatos e informações legítimas, e essa guerra contra as mentiras é um dos comprometimentos da ATWA Brasil.

Nesse contexto, qualquer artigo jornalístico que apresente discussões reais ao invés de simplesmente reproduzir a “história oficial” que foi vendida ao público, resultando na criação de um monstro chamado Charles Manson (o “homem vivo mais perigoso” do planeta, como colocou a revista americana Rolling Stone em sua edição número 61), é um trabalho a ser considerado.

Um desses artigos é o publicado por Jon C. Hopwood em 16 de julho de 2008, intitulado “Seria Charles Manson vítima de uma armação?” (o título original, em inglês, é “Was Charles Manson Framed?”) Apesar das confusões do autor, que tende a encarar os fatos da “história oficial” com alguns questionamentos ao invés de esquecê-la por inteiro e evidenciar os fatos concretos que a derrubam, o artigo serve para ilustrar a ilegitimidade do julgamento que condenou Charles Manson – os acordos a portas fechadas que contornaram a lei e determinaram a sentença final.

O artigo completo escrito por Jon C. Hopwood tem 13 páginas. Abaixo, algumas passagens traduzidas que resumem o espírito do texto, e devem ser consideradas ao pensar em Charles Manson:

“Embora Charles Manson realmente não tenha participado diretamente nos assassinatos, e de fato nunca ter sido provado em um tribunal que ele tenha matado alguém, o promotor de Los Angeles, Vincent Bugliosi, conseguiu lhe acusar como o líder dos assassinos e indiciá-lo sob o conceito de culpabilidade contingente, segundo o qual ele era tão culpado pelos assassinatos quanto os próprios agressores. Ele também foi condenado por conspiração para cometer assassinatos – conspiração sendo uma manta popularizada na repressão a sindicatos e comunistas na época. Quando todo o resto falha, pegue-os em uma conspiração. Charlie negou ter ordenado os assassinatos, e muitos aficionados pensam que há boas razões para acreditar que ele foi vítima de uma armação.”

“[Charles] Tex Watson, que em um sentido tático era o verdadeiro chefe dos assassinatos, havia fugido para o Texas, e foi julgado separadamente devido às exigências de extraditá-lo de lá – pelo menos isso é o que o gabinete do Procurador de Los Angeles disse. Em vez de esperar para que o Texas devolvesse o seu belo exemplo de um filho nativo para a ensolarada Califórnia, o Ministério Público decidiu avançar com o julgamento de [Susan] Atkins, [Charles] Manson, [Patricia] Krenwinkel e [Leslie] Van Houten, com Linda Kasabian como sua principal testemunha, e não se preocupou com as enormes despesas de ter que julgar Tex Watson separadamente. Para você ver, se Tex Watson tivesse sido julgado juntamente com Charles Manson, o defensor público de Manson, Irving Kanarek, poderia ter sido capaz de transferir a culpa para Tex Watson, o homem que realmente liderou ambos os assassinatos.”

“Quando se considera a moralidade de Vincent Bugliosi [o promotor que condenou Charles Manson], considere isso: quando Linda Kasabian, que teria fugido da “Família” após o assassinato da família LaBianca, rendeu-se em Concord, em New Hampshire, e foi extraditada de volta para a Califórnia, seu advogado tentou fazer um acordo com Bugliosi. Ele recusou firmemente. Isso porque ele tinha Susan Atkins, mais conhecida como Sadie Mae Glutz, para testemunhar ao Ministério Público – ela agora como testemunha do estado perante o júri que proferiu as acusações de assassinato. Quando Atkins empacou e retirou seu testemunho do júri de inquérito, Bugliosi retornou ao advogado de Kasabian para negociar. Em seu resumo no julgamento, Bugliosi – que originalmente não queria nada com Linda Kasabian porque tinha Susan Atkins como sua “testemunha especial” – passou a elogiá-la.”

“Quando se lê o que aconteceu em Cielo Drive [a casa alugada pelo casal Polanski em que os assassinatos aconteceram] naquela noite, deixando de lado o cenário de “Helter Skelter” proposto por Vincent Bugliosi, não é provável considerar se o que Tex Watson e as meninas estavam realmente empenhados era um caso de roubo com invasão de domicílio? Que quando Jay Sebring [amigo de Sharon Tate] estendeu as mãos para roubar a arma de Tex, sendo então baleado na axila e levando um chute no rosto, somente nesse momento o crime se transformou em um frenesi de assassinatos?”

“Quando se analisa as transcrições do julgamento, surge a pergunta: foi a morte de Sharon Tate, de seu filho ainda não nascido, e de seus três amigos realmente planejada, como alegou Bugliosi, ou foi uma questão de mais uma vez Tex ter perdido a cabeça, como aconteceu nos casos com Gary Hinman e Lotsapoppa? Nós nunca saberemos, uma vez que a exclusão de Tex Watson do julgamento impossibilitou que o advogado de Manson, Kanarek, fosse capaz de levantar essa questão, embora ele tenha requerido isso durante o julgamento dos demais envolvidos no caso e alegado que as garotas estavam apaixonadas por Tex Watson.”

“Em teoria, o réu é inocente até provado culpado num caso criminal além de uma dúvida razoável. Ao manter Tex Watson fora do julgamento, não teria Bugliosi planejado tal coisa de modo a minimizar as dúvidas que os advogados dos réus poderiam produzir nas mentes dos jurados?”

“A teoria de “Helter Skelter” de Vincent Bugliosi, com [Charles] Manson como um “guru do amor” pregando um Armagedom racial no deserto, parece tão inacreditável quanto as teorias de conspiração sobre John F. Kennedy que Bugliosi ilustra em seu tomo de mais de 1600 páginas, chamado “Reclaiming History”, escrito como parte de sua participação no show business. Ele tinha começado originalmente investigando o assassinato como parte de um programa especial da rede de televisão BBC, que seria palco de uma simulação de julgamento de Lee Harvey Oswald, o homem acusado pela Comissão Warren de ter sido o único assassino no caso. O livro sobre o assassinato de JFK, em que Bugliosi faz a estranha afirmação que Lee Harvey Oswald foi provado ser um assassino solitário para além de qualquer dúvida razoável, foi adquirido por Tom Hanks para ser feito em uma minissérie da HBO. Nem mesmo Arlen Specter, o autor da teoria da “bala mágica”, afirmaria tal coisa. [...]Isso teve de ser escrito para mostrar que Vincent Bugliosi, autor do cenário de “Helter Skelter”, é um admirador de outros fantasistas da lei.”

“O trabalho de Bugliosi foi enviar Charles Manson e sua suposta “Família” para a câmara de gás, e ele fez isso com grande entusiasmo. Isso o fez, como ele sabia que seria, um homem de sucesso em termos de reputação e finanças. Ele ofereceu ao mundo a sua versão da “bala mágica” – nesse caso, chamada de “Helter Skelter” – e sem Tex Watson no julgamento, não houve argumento de compensação para refutá-lo. Combinando isso com o advogado ruim de Charles Manson e a sua própria aceitação fatalista de que seria “condenado pelo sistema”, a estratégia se provou um sucesso.”

“No entanto, os “massacres de Manson” se tornaram tão infames em parte devido ao manuseio hábil de Vincent Bugliosi durante o caso e através dos meios de comunicação como promotor de justiça – e devido ao seu livro “Helter Skelter”, o maior best-seller de literatura de crime na história. Todos os membros condenados da suposta “Família Manson” (um termo que Charles Manson nunca utilizou, mas que Bugliosi popularizou) têm tido seus pedidos de liberdade condicional repetidamente negados desde que suas sentenças de morte foram comutadas.”

“O que abriu meus olhos sobre o fato de “Helter Skelter” ser um saco de mentiras elaborado por Vincent Bugliosi é o fato de Virginia Graham, a mulher que misteriosamente ouviu a confissão de Sadie Mae [antes do caso se tornar popular] e alertou as autoridades, ter realmente visitado 10050 Cielo Drive [a casa alugada pelo casal Polanski]. Graham era uma prostituta de carreira, presa por um cheque sem fundo. Quais são as chances de um prisioneiro que tenha visitado a cena de morte se encontrar na mesma cela de um suspeito da chacina? A polícia de Los Angeles e a promotoria do caso, obviamente, sabiam mais – e num momento muito anterior – do que Bugliosi nos fez saber. Virginia Graham foi obviamente plantada naquela cela para obter uma confissão de Susan Atkins.”

“No outono de 1969, Virginia Graham conheceu Susan Atkins no Instituto Sybil Brand para Mulheres. Graham era uma prostituta de 36 anos presa por ter passado um cheque sem fundo. Ambas, Graham e Atkins, serviram como “mensageiras” para os guardas da prisão, o que lhes deu a oportunidade de se conhecerem nos corredores. O fato de um prisioneiro ser mensageiro indica um nível de fidelidade, o que sugere que Graham estava em conluio com as autoridades da prisão, e que a recém-chegada Atkins – dificilmente o tipo de pessoa que receberia um cargo de confiança na prisão – tinha sido armada para uma confissão. Atkins havia sido detida sob suspeita de ter participado no assassinato de Gary Hinman, a primeira morte atribuída à suposta Família Manson. [...]Junto com o testemunho de Linda Kasabian, que muitos acreditam ter realmente participado dos assassinatos, foi o testemunho de Graham que deu a Vincent Bugliosi os elementos necessários para conseguir uma condenação por homicídio.”

“O problema de confissões de dentro da prisão para informantes da polícia é que é fácil para um informante obter informações sobre um criminoso e o crime e simplesmente fabricar uma confissão. Além disso, há ainda um incentivo para o informante para fazer isso: eles recebem tratamento especial das autoridades, e talvez até sua libertação.”

“O cenário de “Helter Skelter” de Vincent Bugliosi e sua descrição da “Família Manson” como vítimas de Charles Manson foi parcialmente motivada pelo seu desejo de reduzir a culpabilidade da sua testemunha especial, Linda Kasabian, aos olhos do júri. Como Bugliosi admitiu em seu somatório final, Kasabian foi igualmente culpada pelos assassinatos, de acordo com a lei da Califórnia. (Ela tinha sido concedida imunidade total por Bugliosi após Susan Atkins, a quem ele chamou de “pequena vagabunda” durante o julgamento, ter descumprido um acordo para fornecer provas ao estado em troca de uma promessa de não ter a pena de morte requerida contra ela.)”

“Vincent Bugliosi explicou anomalias no caráter de Linda Kasabian, dizendo, por exemplo, que ela havia roubado 5 mil dólares sob as ordens de Charlie [Manson]. Apesar do fato de que ela havia conhecido Charles Manson a pouco mais de um mês antes de estar envolvida nos assassinatos, e apenas a uma semana e meia antes de ter roubado o dinheiro, isso foi o suficiente: em apenas 10 dias, o campo de força da personalidade do carismático Charles Manson deixou Kasabian pronta para roubar para ele. Um mês depois, ela estava disposta a matar por ele. Agora, ela era testemunha especial do estado contra ele.”

“Charles Manson, Susan Atkins e os outros membros da “Família Manson” não receberam sentença de prisão perpétua, mas isso é o que as sentenças se tornaram. Quando suas sentenças de morte foram revogadas, eles foram re-sentenciados a prisão perpétua com a possibilidade de liberdade condicional. O fato é que Vincent Bugliosi fez o seu trabalho tão bem em sua tentativa de colocar Charles Manson na câmara de gás que ele criou um mito que perdura quase 40 anos após o crime. Ele criou um mito de Charles Manson como esse monstro manipulador hippie, transformando assim Tex Watson, Susan Atkins e os outros envolvidos em robôs sem alma, que teriam matado a seu comando.”

“Legalmente, para provar a culpa de Charles Manson e seus companheiros Vincent Bugliosi não era obrigado a revelar um motivo para os assassinatos. Os assassinatos poderiam ter sido conseqüência de uma invasão de domicílio para assalto: Linda Kasabian testemunhou que acreditava que eles estavam apenas saindo para invadir casas, como o grupo havia feito antes. (Depois ela se contradisse, afirmando que Manson havia declarado “o amanhecer de Helter Skelter” antes de ela ter saído para cometer os assassinatos, adotando então o cenário proposto por Bugliosi. Há motivos para acreditar que ela foi orientada [por Bugliosi].)”

“O que eu acredito é que o cenário de “Helter Skelter” de Vincent Bugliosi foi fabricado a fim de vender uma convicção de Charles Manson aos jurados, e assim vender Vincent Bugliosi para as editoras de livros – e também para o público, que continua a acreditar nesse mito.”

As passagens acima ilustram uma parte da abundância de contradições que cercam o caso de Charles Manson. Trata-se de uma história que se tornou tão famosa em função dos mitos que foram criados a portas fechadas nos bastidores do julgamento. Infelizmente, essas fabricações permanecem vivas nas mentes das pessoas ainda hoje, mais de 40 anos depois. Essa triste realidade, porém, não torna a ficção mais verdadeira. É importante reconhecer isso.

Para ler o artigo original de Jon C. Hopwood, clique aqui

 Seria Charles Manson vítima de uma armação?

© 2010 ATWA Brasil


Igualitarismo: Politicamente correto, cientificamente errado

atwa igualitarismo Igualitarismo: Politicamente correto, cientificamente errado

Claramente, a fertilidade disgênica é uma enorme ameaça para a espécie humana. Sendo assim, por que absolutamente nada é feito sobre isso? Resumindo em uma palavra: igualitarismo. Igualitarismo é simplesmente a crença de que todas as pessoas nascem iguais em inteligência, caráter, talentos, e todas as outras coisas, exceto por algumas diferenças triviais na cor do cabelo, cor dos olhos, e assim por diante. Se toda a gente nasce exatamente igual, que diferença faria a fertilidade disgênica?

Igualitarismo é a ideologia que o mundo ocidental tem adotado desde o final da Segunda Guerra Mundial. Imediatamente surge a pergunta: “Se nós todos nascemos iguais em tudo, como é que acabamos de modos diferentes?” É dito que as diferenças são causadas por vários fatores ambientais, e que qualquer tipo de problema social ou patologia é resultado de “privação cultural”, “experiências traumáticas”, “habitação subnormal”, ou aquele vilão onipresente, “a sociedade”.

O igualitarismo é tão implausível que fundamentalmente é difícil acreditar que milhões de pessoas realmente acreditem nisso. Quem já teve mais de uma criança compreende que elas têm personalidades diferentes a partir do dia em que nascem. No entanto, uma recente pesquisa revelou que menos de 1 em cada 5 pessoas acredita que os genes desempenham um papel importante no comportamento humano. Ironicamente, como mostra a pesquisa, a maioria das pessoas pensa que dependência química, doenças mentais, e a homossexualidade são influenciadas pela hereditariedade em um pequeno grau, mas cerca de 40% acredita que os genes não desempenham papel algum nisso. (U.S. News and World Report, 21 de abril de 1997, p. 72-80)

Não há um pingo de evidência científica para suportar o igualitarismo, e há uma montanha de evidências que refutam tal conceito, mas isso não impede igualitários na mídia e nas universidades, que dão a aparência de legitimidade científica para a idéia apontando para estudos que fazem associações entre uma patologia social e outra. Por exemplo: “Crianças que crescem nos bairros pobres tendem a se tornar criminosos”. Considerando isso, esforços são feitos para construir projetos de habitações mais agradáveis para substituir as favelas, com nenhum impacto sobre a criminalidade no local (que grande surpresa). É óbvio para qualquer observador casual que correlações existentes entre os ambientes pobres e vários tipos de patologia. Mas a correlação não prova a causalidade! Galos cantam ao nascer do sol. Será que isso significa são os galos que fazem o sol nascer? Se realmente a pobreza gera o crime, não deveria a taxa de criminalidade aumentar astronomicamente durante a Grande Depressão? Bom, isso não aconteceu.

Programas destinados a resolver problemas sociais com base nessas propagandas igualitárias disfarçadas de ciência são universalmente falsos de início. Apesar das grandes esperanças, da retórica sublime, e dos gastos realmente enormes, os benefícios foram comprovados como minúsculos, transitórios, ou mesmo inexistentes. Nos Estados Unidos, o programa nacional de ajuda às famílias com crianças dependentes, o principal projeto de bem-estar no país, foi destinado a eliminar a pobreza e melhorar o acolhimento dos problemas sociais associados a isso. Um grande estudo de seus efeitos informou que o programa, na realidade, fez os problemas que se pretendia resolver se tornarem ainda piores, enquanto custando bilhões aos contribuintes. (Murray, 1986) Outro programa do governo, chamado Head Start, foi iniciado a fim de elevar o QI das crianças desfavorecidas dos guetos, proporcionando-lhes um “ambiente enriquecido” logo cedo, mas desde 1965 ainda não houve nenhum ganho duradouro de QI. De alguma maneira, o seu objetivo original foi esquecido, e o projeto permanece louvado como um “grande sucesso”, e se tornando mais e mais caro a cada ano.

Obviamente, a fertilidade disgênica explica muito mais sobre essas questões sociais do que qualquer projeto enorme desenvolvido pelos governos, e certamente mais do que a moralidade do igualitarismo, que de ciência não tem nada. Enfim, o igualitarismo: politicamente correto, cientificamente errado.

 Igualitarismo: Politicamente correto, cientificamente errado

© 2010 ATWA Brasil


Por trás dos pingüins mortos no Brasil

atwa pinguins Por trás dos pingüins mortos no Brasil

As centenas de pingüins que aparentemente morreram de fome e apareceram nas praias do Brasil, na Baixada Santista, têm preocupado os cientistas que investigam o que exatamente os mataram. Cerca de 500 pingüins foram encontrados nos últimos dez dias em Peruíbe, Praia Grande e Itanhaém, praias no estado de São Paulo. A maioria eram pinguim-de-magalhães (Spheniscus magellanicus), um pinguim sul-americano característico de águas temperadas.

Aparentemente, os animais estavam migrando em direção norte a partir da Argentina, Chile e das Ilhas Malvinas, a procura de comida em águas mais quentes. Mas muitos não estão encontrando alimento: autópsias de várias aves têm revelado que os seus estômagos estavam inteiramente vazios – indicando que provavelmente morreram de fome.

Cientistas estão investigando se as correntes fortes e águas mais frias do que o normal podem ter ferido as populações das espécies que compõem a dieta dos pingüins, e se a atividade humana pode ter um papel significativo nesse desastre. A sobrepesca na região pode ter feito com que o peixe e a lula se tornassem mais escassos nessa época do ano, resultando assim em falta de alimento para os pingüins e outros animais.

É comum para os pingüins nadar em direção norte nessa época do ano. Inevitavelmente, alguns se perdem pelo caminho ou morrem de fome ou exaustão, e acabam na costa brasileira, longe de casa. Esse é um fenômeno natural. Mas não é natural o que tem acontecido nos últimos dias – existe algo fora do balanço comum.

Cientistas locais afirmam que é comum encontrar entre 100 e 150 pingüins vivos nessas praias do Brasil nessa época do ano, e somente cerca de 10 mortos. Dessa vez, o susto foi encontrar um número absurdamente alto de pingüins mortos, e em curto período de tempo.

Alguns veículos de comunicação têm passado a diante a história de que a morte desses animais “está dentro da normalidade para essa época”. Trata-se de pura desinformação. Como explicado antes, a morte de pingüins nessa época é sim um fenômeno “dentro da normalidade”, mas o número de mortos nesse ano supera qualquer índice de normalidade.

O número de animais que apareceram mortos na Baixada Santista – 535 pingüins, 28 tartarugas, 6 golfinhos e algumas aves oceânicas, como atobás – é surpreendente. No caso das tartarugas, foi encontrado plástico no estômago dos animais, outro indício de que os animais estavam famintos, a procura de qualquer tipo de alimento.

A sobrepesca para alimentar os desejos carnívoros dos homens pode tido um papel fundamental na morte de todos esses animais – e dezenas de outros, que nem sequer chegaram às praias brasileiras. É o que está por trás dos pingüins mortos no Brasil. Mas é conveniente para o ser humano esconder atrás do argumento que essas mortes estão “dentro da normalidade”. Ironicamente, nenhuma morte por fome de seres humanos é considerada “dentro da normalidade”. Quem sabe, deveria ser.

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 Por trás dos pingüins mortos no Brasil

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Charles Manson: “Levante um dedo…”

atwa umdedo Charles Manson: Levante um dedo…

“Levante um dedo…

Você está com um dedo levantado? Isso é o Aiatolá. Isso é Bin Laden. Isso é Vietcong Charlie. Isso é Adolf Hitler. Isso é Sócrates. Isso é o imperador da China. É o imperador do Japão. É a vossa majestade. É Deus. É o Sol. É tudo.

Existe apenas um. Tudo é um só. É tudo um.

Então, se você odeia alguém você está odiando você mesmo. Não existe tal coisa como o ódio. Ódio? De onde você tira o ódio? Que porra é essa? Quer dizer, é apenas uma palavra.

É isso o que eu aprendi com os bebês, cara. Eu passei 22 anos na prisão, correndo atrás dos homens mais velhos, procurando pelo meu pai. Eu saí da prisão e fui até esse pequeno berço, e dentro dele tinha esse carinha com uns poucos anos de idade, um ano e meio mais ou menos. Ele olhou pra mim e disse: “Ga ga nu nu”. E eu olhei para ele e disse: “Ga ga nu nu”. E ele disse: “Ga ga gun dun ding”. E eu disse a ele: “Ga ga gunu gu gu gundump”. E ele respondeu: “Gunna gu gu gundup”. E eu disse: “Homens e mulheres, venham aqui, dêem uma olhada nisso”. Você entende o que eu estou dizendo? Isso aqui é Deus.

Então, não existem raças? Não, cara. Qualquer pessoa que esteja brincando com cores já perdeu a cabeça. Não existe tal coisa, existe apenas um único homem. O lobo vê isso. O pássaro vê isso.

Se você sair e ver um pássaro, e você mexer o seu braço, você verá o pássaro mexer a asa dele. Isso é porque ele lhe daria o céu. Eu tenho o céu aqui. Quando eu saio no pátio, todos os pássaros me conhecem. Eles me conhecem como eles mesmos.

-Charles Manson”

 Charles Manson: Levante um dedo…

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O mistério entre sapos e terremotos

atwa saposterremotos O mistério entre sapos e terremotos

Sapos podem ser capazes de detectar terremotos iminentes, de acordo com cientistas. Essa descoberta confirma as centenas de contos ao longo dos séculos em que animais, desde cães a ratos, cobras e aves, acabam por agir estranhamente momentos antes de terremotos. São mistérios daqueles que andam em harmonia com a vida.

Um estudo recentemente publicado apontou que uma colônia de sapos desertou o seu local de acasalamento três dias antes de o terremoto devastador atingir L’Aquila, na Itália, no ano passado – o epicentro aconteceu a 74 km da área em que os animais normalmente se encontravam. Nenhum dos sapos retornou ao local até 10 dias depois do terremoto, assim que o último dos abalos havia terminado. Todos eles se salvaram, enquanto cerca de 400 pessoas perderam suas vidas e mais de 2 mil ficaram feridas.

A descoberta foi feita através de estudos dos efeitos dos ciclos lunares sobre o comportamento dos sapos e sua reprodução. “Eu saía todas as noites ao entardecer e contava os sapos que estavam ativos e quantos pares ali estavam. Normalmente, eles chegam para a reprodução no início de março, e você percebe um grande número de machos no local de reprodução”, explica a cientista Rachel Grant, da Open University. Um dia ela percebeu que não havia sapos no local. “Às vezes, durante a época de reprodução, se percebe uma queda nos números se houve uma noite muito fria, mas geralmente, no dia seguinte, eles voltam novamente. Era muito incomum que, de repente, não havia mais nenhum”, ela diz. Os sapos sabiam do que estavam fugindo: pouco depois, o terremoto aconteceu com força total.

Pode haver vários mecanismos para que os animais sintam o início de um terremoto. Eles podem detectar ondas sísmicas diretas, ou inclinação do solo (que pode ocorrer nos minutos antes de um terremoto). Além disso, pode haver anomalias no campo magnético da Terra.

Procurando pistas para explicar o comportamento dos sapos, os cientistas descobriram perturbações na ionosfera, a camada mais externa da atmosfera eletromagnética da Terra, no momento do sismo de L’Aquila. É isso que os sapos podem ter detectado. Terremotos anteriores já tinham semelhantes perturbações ionosféricas associadas a eles. “Eu falei para os sismólogos que havia uma grande quantidade de gases liberados antes do terremoto, uma grande quantidade de partículas carregadas. Sapos e anfíbios são muito sensíveis a alterações na química ambiental, e acho que esses gases e partículas carregadas poderiam ter sido detectados pelos sapos”, explica Grant.

Anteriormente, peixes, roedores e serpentes foram associados com um comportamento incomum mais de uma semana antes de terremotos de distâncias superiores a 50 km. O fenômeno também é comum entre cães.

Em 2003, o médico japonês Kiyoshi Shimamura constatou que houve um salto de mordidas de cães e outras queixas relacionadas a cachorros antes e depois de terremotos. Antes do terremoto de 1995 em Kobe, um desastre que matou mais de 6 mil pessoas, ele descobriu que o número de cães latindo “excessivamente” subiu 18% em média com relação aos meses antes do terremoto. Na região do epicentro na Ilha Awaji, houve um aumento de 60% nas queixas contra cães em relação ao ano anterior.

Mas não é a primeira vez que os sapos têm sido associados com detecção dos precursores de terremotos. Em 2008, houve um grande terremoto na província de Sichuan, na China, e foi constatada uma migração anormal de sapos naquela ocasião. Os estudos com esses animais são recentes, e comprovam que o homem tem um longo caminho a percorrer.

Ao que tudo indica, as mais complexas tecnologias desenvolvidas pelo ser humano até o presente momento não foram capazes de igualar algumas das habilidades mais básicas de alguns animais. Mistérios fascinantes como esse entre os sapos e os terremotos ilustram a unicidade do todo da vida, a perfeição de ATWA. O homem tem mais a aprender com os animais do que com ele mesmo, e estar desconectado dessa realidade é uma verdadeira ameaça para a própria espécie humana.

Em Sichuan em 2008, 70 mil homens, mulheres e crianças morreram sob os escombros das suas próprias construções. Em L’Aquila no ano passado, mais de 400 pessoas também perderam suas vidas. E esse ano no Haiti, quantos animais se salvaram? Do alto das suas fortificações, os homens caíram. Alguns se levantaram, mas ainda cegos. Para os que vêem e compreendem, um sinal sobre a vida, uma lição de ATWA.

Para ler o artigo original, clique aqui

 O mistério entre sapos e terremotos

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Projeto “Liberte Charles Manson Já”

atwa libertemanson Projeto “Liberte Charles Manson Já”

A ATWA Brasil tem o prazer de comunicar aos irmãos e irmãs do sul do continente americano o projeto internacional “Liberte Charles Manson Já” (originalmente, “Release Charles Manson Now”). Trata-se de uma missão mundial de ATWA, agindo em todas as frentes possíveis para conquistar os direitos que foram negados a Charles Manson durante o seu julgamento.

Esse é um projeto que cada pessoa pode se envolver e fazer a sua parte. O objetivo é obter um número surpreendentemente grande de cartas de apoio a Charles Manson e à sua libertação da Prisão Estadual de Corcoran. Vamos apresentar abertamente essa coleção de cartas para o estado da Califórnia e para o mundo.

Seria benéfico incluir em sua carta um pouco de informações pessoais (como faixa etária, ocupação ou hobby), a fim de mostrar a diversidade de apoiadores que Charles Manson tem pelo mundo a fora. Esse projeto é para todas as idades, todas as línguas, todas as pessoas.

As cartas funcionarão semelhantemente a uma petição, no sentido de que você precisa incluir um nome e endereço válidos. Suas informações, é claro, serão mantidas em sigilo.

Essas cartas serão imprescindíveis no apoio à audiência de liberdade condicional de Charles Manson marcada para o ano 2012.

Quando você escrever a sua carta de apoio à libertação de Charles Manson, sinta-se à vontade para usar o exemplo abaixo como modelo:

“Oficiais e militares das Forças Armadas dos Estados, funcionários federais dos Estados Unidos da América, oficiais do estado da Califórnia,

A quem possa interessar:

Nós sabemos que Charles Manson não recebeu os seus direitos no tribunal, e que ele tem sido ilegalmente detido pelo Departamento de Correções da Califórnia pelos últimos 40 anos. Esse flagrante da injustiça não será mais tolerado. Milhares de pessoas em todo o mundo compreendem que Manson foi julgado ilegalmente e pela mídia. Ele é obviamente um prisioneiro político.

Estamos preparados para prosseguir com as ações necessárias a fim de obter justiça para Manson e para o nosso planeta Terra. Manson é um homem de honra, com muita perspicácia e sabedoria, reconhecido por um grande número de pessoas de todas as idades e culturas. Nós, as pessoas, exigimos que Charles Manson seja libertado já. Eu apoio a libertação imediata e incondicional de Charles Manson.

Assinado,

(Nome completo e endereço do remetente).”

Se você precisa de motivação para escrever e enviar a sua carta de apoio, pense nisso dessa maneira: quem não mostrar o seu apoio a Charles Manson nesse momento será parte do problema que é mantê-lo preso ilegalmente.

Temos de mostrar nossos números agora. Podemos provar o apoio do povo a Manson. A sua vida foi tocada e inspirada pelas palavras de Manson, a sua música e arte? Então vamos todos nos unir e fazer algo sobre a injustiça que está acobertando esse ser belo e sábio.

Não permita que aqueles que trocaram a vida de Charles Manson por dinheiro e fama usem as suas idéias e julgamentos para perpetuar uma história de ficção que não fez nada para o mundo além de gerar violência, desinformação e dor.

Precisamos que cada pessoa faça a sua parte, e isso significa VOCÊ!

Entre em contato com a ATWA Brasil para mais informações ou em caso de dúvidas.

Para visitar o website internacional do projeto “Liberte Charles Manson Já”, clique aqui.

 Projeto “Liberte Charles Manson Já”

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O precioso jardim de ATWA

atwa jardim O precioso jardim de ATWA

Com a ampliação sem precedentes do conhecimento humano que temos visto nos últimos cem anos, obteve-se um crescimento proporcional da consciência sobre o mundo que nos rodeia. Uma consciência sobre o dever humano de voltar a fazer parte de ATWA, afinal nós fomos criados como parte de um todo, e não à parte desse todo, como costuma dizer o sábio mártir Charles Manson.

Nós controlamos e ditamos as regras sobre coisas complexas como o vapor, a eletricidade e a energia atômica. Tornamos-nos conscientes do nosso ambiente natural de doze quilômetros de profundidade nos oceanos a trilhões de quilômetros de distância em direção ao universo. Nossa compreensão de processos biológicos tem florescido em novas curas, novas prevenções, a substituição de órgãos vitais, e agora estamos começando a penetrar os mistérios da mecânica genética. Esses são marcos que ilustram uma competência.

E com esse aumento de consciência, temos desenvolvido uma maior compreensão de nosso papel na vida natural do nosso planeta e da nossa responsabilidade com relação às nossas decisões. Isso é essencial não apenas para preservar a nossa própria existência frágil nesse imenso tesouro de seres vivos, mas também para preservar o nosso sistema de suporte de vida, em que dependemos para as necessidades da vida: ATWA – ar, árvores, água e animais.

A Bíblia nos diz que Noé foi ordenado a levar com ele em sua arca dois animais de cada espécie, um macho e uma fêmea, para que eles também pudessem ser salvos do dilúvio. O espírito que ajudou Noé a sobreviver sabia que ele e sua família não seriam capazes de sustentar as suas vidas depois que as águas recuassem se estivessem sozinhos. Toda criatura e todas as gerações de seus descendentes seriam necessários para manter a vida na Terra e para o cumprimento de qualquer futuro planejado para as sucessivas gerações de Noé. Se a menor das criaturas fosse perdida, a própria humanidade estaria ameaçada.

O sábio mártir Charles Manson diz: “Todas as interpretações tem vindo e voltado por milhares de anos e falam a mesma coisa a cada vez: a atmosfera está morrendo! Não tem nada a ver com o que aconteceu há milhares de anos atrás, mas algo que simplesmente acontece, e acontecerá para sempre, está acontecendo agora, nesse momento. Esse momento é onde nós estamos vivendo!”

E agora, no século XXI, podemos ver a sabedoria desse comando. Mesmo com a nossa compreensão ainda imatura, a necessidade absoluta de um sistema de apoio à diversidade biológica da vida pode ser medida e comprovada para os céticos mais devotos. A cadeia da vida não pode ser quebrada ou resistida.

No entanto, sabemos também que muitas espécies estão à beira da extinção. Muitas estão morrendo agora e muitas outras se foram para sempre. Não apenas para nosso próprio bem-estar, mas para que a imensa rede da vida possa continuar, que a humanidade possa se beneficiar não só fisicamente, mas espiritualmente de segurar a continuidade da vida no planeta, devemos ver que é necessário resgatar a vida toda em todos os lugares. Temos um único mundo, apesar das fronteiras que os homens construíram.

Nós criamos desastres trágicos e, literalmente, causamos milhões de mortes em situações que já não podemos nos dar o luxo de fazê-lo. Eliminamos dos grandes oceanos os peixes em regiões que eram marcadas por comunidades quase inesgotáveis desses animais. O bacalhau selvagem, por exemplo, está quase desaparecido. O salmão está ameaçado. Os oceanos, uma vez cheios de vida, agora são comparados a um deserto – não no sentido de ser menos vivo, mas da transformação causada pelo homem. Muitas outras espécies estão penduradas nas bordas do poço sem fundo da extinção.

Os seres humanos, com suas armas e seus castelos, são muito eficientes como caçadores e pescadores para o nosso próprio bem-estar. Mas nós perturbamos o equilíbrio da natureza entre presas e predadores. Nós matamos os últimos animais de muitas espécies. Nossa pesca tem massacrado os oceanos, e a nossa caça fez a terra estéril.

Não apenas poluímos nossas águas além de potabilidade, mas também temos envenenado a água com substâncias provenientes de fazendas industriais, fábricas de produtos farmacêuticos e produtos químicos, pesticidas, petróleo e plástico. Nossas indústrias liberam centenas de toneladas de metais pesados em nosso ar a cada ano. Milhões de pessoas morrem pela natureza estar fora de equilíbrio, pelo ar estar poluído, as árvores ameaçadas, a água envenenada e os animais caindo no abismo da extinção. Os seres humanos têm dominado o nosso sistema de suporte de vida de uma maneira destrutiva, ao ponto que nós mesmos estamos agora ameaçados. E não é apenas a nossa vida física que está ameaçada.

Nossa vida espiritual deve ser tida em conta. Se queremos ser os protetores e não os destruidores da vida, o mundo natural de abundância quase infinita não deve sofrer sob a nossa supervisão. Para sobreviver é preciso ser previdente, e não parasitário. Se estamos a nos vestir para o jardim de acordo com Gênesis, temos de superar as atividades que nos permitiram chegar onde estamos e somente agora ver que precisamos da natureza mais do que ela precisa de nós. Ataques indiscriminados e sem inteligência contra os nossos oceanos lhes trouxe para um mundo abandonado por tudo o que uma vez vivia. A criação de animais para serem mortos, a fim de alimentar um luxo humano, não somente desequilibra a vida animal como também os subprodutos dessa prática têm feito a nossa terra e água inabitáveis.

A dispersão habitual de milhões de toneladas de chumbo por ano, que poluem os animais que nós matamos e comemos, bem como aqueles que são alimento dos que matamos, ameaça o desenvolvimento saudável das nossas crianças, além de envenenar o nosso sistema de suporte de vida.

Mas, em última análise, o fim dessa guerra declarada pelo homem contra ATWA é a única cura para a morte da nossa ecologia. Pode-se dizer que nos tornamos bons demais em matar para que a natureza nos permita chegar a uma vida adulta. Nós agora temos dentes, que estão mordendo os mamilos da natureza.

Nós vivemos pelo espírito eterno dentro de nós, e não há outra opção, não há vida duradoura sem esse espírito. Ou a nossa espécie vai voltar para a lama e poeira de onde veio, porque perdemos o nosso sustento e o nosso destino, ou nós vamos subir para as estrelas como verdadeiros sábios conscientes, criados para ser parte desse planeta e salvar esse precioso jardim para sempre.

 O precioso jardim de ATWA

© 2010 ATWA Brasil


Mais um cartão postal enviado por Charles Manson

Frente do Cartão Postal

Frente do Cartão Postal

cartao8 verso Mais um cartão postal enviado por Charles Manson

Verso do Cartão Postal

Ele diz:

“All is Holy Land. Even the water and sky is holy – in fact, to holy all is holy. Yes, all is holy to the holy – that’s you, isn’t it?

Holy,

-Charles Manson”

 

“Tudo é a Terra Santa. Até mesmo a água e o céu são santos – na verdade, para o santo tudo é santo. Sim, tudo é santo para o santo – isso é você, não é?

Santo,

-Charles Manson”

 Mais um cartão postal enviado por Charles Manson

© 2010 ATWA Brasil


Antropoceno: O karma da humanidade em ação

atwa antropoceno Antropoceno: O karma da humanidade em ação

A humanidade pode estar no alvorecer de uma nova era: os seres humanos têm feito enormes mudanças sem precedentes no planeta, e com isso podem ter inaugurado um novo período da história geológica. A chegada do período Antropoceno pode incluir a sexta extinção em massa da história da Terra.

Através da poluição, crescimento populacional, urbanização, viagens, mineração e utilização de combustíveis fósseis os seres humanos alteraram o planeta de maneiras que serão sentidas pelos próximos milhões de anos. Cientistas temem que a humanidade tenha causado danos que levarão à sexta extinção em massa da história da Terra, com milhares de plantas e animais sendo exterminados nos próximos anos.

A nova época, apelidada de Antropoceno – significando “novo homem” – seria o primeiro período do tempo geológico da Terra moldado pela ação de uma única espécie. Embora o termo tenha sido usado informalmente entre os cientistas há mais de uma década, ele passou agora a ser considerado como um termo oficial.

Um novo grupo de trabalho de peritos já foi estabelecido para reunir todas as provas que corroborassem a reconhecer o Antropoceno como o período sucessor do Holoceno, em que vivemos atualmente. Os cientistas irão considerar as mudanças que as atividades humanas trouxeram para a biodiversidade terrestre e para a estrutura das rochas, bem como o impacto de fatores como a poluição e a extração mineral.

Eles concluem: “O Antropoceno representa uma nova fase na história tanto da humanidade como da Terra, quando as forças naturais e as forças humanas se tornaram interligadas, de modo que o destino de um determina o destino do outro. Geologicamente, este é um episódio marcante na história deste planeta”.

Dr. Jan Zalasiewicz, co-autor do relatório, acrescentou: “Sugere-se que estamos na linha de produção de uma extinção em massa catastrófica para rivalizar com as cinco grandes perdas de espécies e organismos no passado da Terra”.

Não há dúvidas: o karma da humanidade está em ação. O ciclo contínuo do todo da vida está retornando, e foram as ações humanas que aceleraram os ponteiros dos relógios.

O sábio mártir Charles Manson diz: “ATWA não são pessoas. ATWA é ar, árvores, água e animais trancados em zoológicos”.

Em outras palavras, a ordem não é o homem, mas o sistema de suporte de vida do nosso planeta. É o todo da vida, do qual nós fazemos parte. Nós somos parte do todo, e não gerenciadores do todo. É o resultado do coletivo das nossas ações que está nos destruindo, porque as nossas ações vão além dos limites que o mundo nos reservou. Pensar como ATWA é pensar em todas as vidas como uma única vida – é abandonar a ética antropocêntrica que está enraizada em nós. Esse é o caminho para resgatar do caos o que é perfeito!

Para ler o artigo original, clique aqui

 Antropoceno: O karma da humanidade em ação

© 2010 ATWA Brasil


Comunicado oficial da ATWA Brasil

logo novaversao497x497 Comunicado oficial da ATWA Brasil

Temos recebido nos últimos dias alguns e-mails interessados em ATWA e levantando questões curiosas sobre esse conceito.

Apesar disso ser mesmo esperado, alguns casos citaram a suposta participação da ATWA Brasil em lugares como o Orkut ou o MySpace. Sendo assim, a ATWA Brasil sentiu a necessidade de se pronunciar oficialmente sobre isso.

A ATWA Brasil está presente somente nos seguintes canais de comunicação:

ATWA Brasil

ATWA Brasil no YouTube

ATWA Brasil no Twitter

Esses são os únicos veículos de comunicação da ATWA Brasil no presente momento. Qualquer outra presença em nome de ATWA no Brasil, seja no ambiente online ou não, não é verdadeira e não é associada à ATWA Brasil.

Para entrar em contato com a ATWA Brasil, escreva para: contato@atwabrasil.com

Com essa questão esclarecida, encerramos esse comunicado oficial.

 Comunicado oficial da ATWA Brasil

© 2010 ATWA Brasil


Imagens expõem destruição de ATWA

atwa aral Imagens expõem destruição de ATWA

Foram finalmente divulgadas imagens feitas por satélites durante os últimos 40 anos que expõem a destruição de ATWA através de dramáticas mudanças no meio ambiente causadas pela ação do ser humano. Os registros mostram a seca de muitos corpos de água vitais para a vida no planeta, enquanto paralelamente aumenta a demanda da humanidade pelos recursos hídricos: uma equação com resultado alarmante.

O desaparecimento do mar de Aral

Imagens registradas entre 1973 e 2009, por exemplo, registram o desaparecimento quase total do mar de Aral – que na verdade era um gigantesco lago de água salgada – na Ásia Central, que tinha o tamanho da Irlanda. O desaparecimento do Aral pode significar um dos maiores desastres ambientais do planeta, mas pouco se ouve falar sobre a extensão do dano que esteve sendo causado nas últimas décadas.

O Aral, que fica entre o Uzbequistão e o Cazaquistão, já foi o quarto maior lago do planeta. Contudo, desde os anos 60, ele perdeu mais da metade de seu volume. Os rios que alimentam o mar foram sobrecarregados por irrigações nas plantações de campos de algodão, ainda na época da União Soviética. Além da falta de água, o Aral sofre intensamente com a poluição, que chegou a níveis perigosos, arruinando a pouca água que sobrou.

O berço da civilização vira um deserto

No Iraque, a histórica região entre os rios Tigre e Eufrates também sofre com a exploração do homem. Na metade do século XX os pântanos da Mesopotâmia começaram a ser drenados para a agricultura e para atingir a região onde viviam contrários ao partido que dominava o país. Imagens registradas da região em 1990 e 2000 mostram em um pequeno espaço de tempo drásticas mudanças na região.

Os desastres vistos no mar de Aral e nos pântanos são uma combinação dos efeitos do homem e do aumento da temperatura nessas regiões. Não há uma grande mudança no volume de chuva nessas áreas, mas desde os anos 70 a temperatura subiu 1°C, o que aumenta as perdas devido à evaporação. A poluição na área está ficando pior porque, enquanto a água evapora, poluentes na água ficam mais concentrados, menos diluídos.

Abaixo, algumas imagens de satélite que ilustram a destruição de ATWA no mar de Aral e nos pântanos do Iraque:

 Imagens expõem destruição de ATWA

© 2010 ATWA Brasil


ATWA Brasil: “A Mente de Manson (Parte 1)”

Abaixo, mais uma produção oficial da ATWA Brasil: “A Mente de Manson (Parte 1)”.

Todos falam de Charles Manson e por Charles Manson o tempo todo. São livros e mais livros, centenas de programas de televisão, matérias de jornais e revistas, etc. Por que não deixar o próprio homem falar por si mesmo?

Portanto aqui está: Charles Manson fala sobre tudo o que as pessoas amam falar por ele.

O video conta com legendas em português.

 ATWA Brasil: “A Mente de Manson (Parte 1)”

© 2010 ATWA Brasil