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Arquivos para maio, 2012

Charles Manson: “Lei e ordem”

manson leis Charles Manson: Lei e ordem

“As leis se tornaram tão velhas, e tão fora de contexto com a realidade, porque foram escritas na época dos cavalos. As pessoas nunca haviam viajado a mais de 80 km/h – elas teriam que estar cavalgando a toda velocidade em uma descida para chegar a algo parecido com isso. Em outras palavras, levava um ano para sair de Nova Iorque e chegar à Califórnia. Levava dois ou três anos para navegar ao redor do mundo. Agora eles fazem isso em algumas horas. Eu quero dizer: pensando assim você sabe que a lei não pode funcionar. A sua Lei Internacional não está realmente cobrindo nada porque você não tem uma base de operação de leis. Você precisa de Um Governo Mundial se você quer correr atrás de lei e ordem. Hoje, lei e ordem não passam de um filme – e o custo de produção são as suas crianças. Você tem que trancar as suas crianças em creches e instituições para dar aos investigadores alguma importância, para assim eles poderem brincar com seus jogos de ego sobre ‘crimes’ que eles já institucionalizaram. Você vai ao México e outros países, e se você quebrar o que eles chamam de ‘lei’ eles simplesmente te matam. Então você tem que se lembrar disso: ‘os bandidos tinham-nos encurralados no forte’”.

- Charles Manson

 Charles Manson: Lei e ordem

© 2012 ATWA Brasil


Charles Manson: “Liberdade total é insanidade”

manson lei Charles Manson: Liberdade total é insanidade

“Existe uma consciência universal que sempre foi estabelecida por um bando de idiotas instruídos que se intitulam de professores e escolas. Você sabe o que significa ter a sua própria mente em um mundo de robôs padronizados e programados? Ter a sua própria mente é liberdade total – é insanidade! Você vai até um médico, e você diz para ele que você é Deus. Ele olha para você como se você fosse louco. Mas ele nem acredita em Deus, por isso ele é um psiquiatra”.

- Charles Milles Manson

 Charles Manson: Liberdade total é insanidade

© 2012 ATWA Brasil


Confirmado: Matthew Roberts não é filho de Charles Manson

manson matthewroberts Confirmado: Matthew Roberts não é filho de Charles Manson

Vocês devem se lembrar da história sobre um suposto filho de Charles Manson, um tal de Matthew Roberts, que saiu dando entrevistas a revistas e tabloides buscando reconhecimento de ser filho do “homem mais perigoso vivo hoje”. No início de 2010, matérias sobre esse caso inundaram as publicações da mídia sensacionalista, inclusive no Brasil. A dúvida sobre a real paternidade desse artista de segunda categoria tornava o assunto interessante.

Mas finalmente, como prometido pela ATWA Brasil em fevereiro de 2010, mais essa mentira sobre Charles Manson foi desmascarada, de uma vez por todas. Não, Matthew Roberts não é filho de Charles Manson – nem biológico, nem de ego.

Durante os últimos dois anos Matthew Roberts tentou, de todas as maneiras, provar que ele era realmente um filho biológico de Charles Manson – fato curioso, uma vez que ao mesmo tempo ele se dizia “muito incomodado” com essa possibilidade. Matthew Roberts chegou a comprar cartas assinadas por Manson na Internet, e apresentá-las como se fossem cartas enviadas de Manson para ele.

Mas de uma vez por todas, esse assunto está encerrado: Matthew Roberts não é filho de Charles Manson.

Jason Freeman, um verdadeiro neto de Charles Manson, filho de Charles Manson Jr (que foi morto em 1993), concordou em ceder um teste de DNA para tirar a prova da busca de Matthew Roberts. Se os testes de DNA de Jason Freeman e Matthew Roberts mostrassem evidências de um parentesco comum, eles teriam cópias exatas do cromossomo Y. Isso poderia provar que ambos são descendentes de Charles Manson. O teste foi acompanhado de perto pela rede de notícias americana CNN, que depois veio a publicar um artigo sobre essa história. Foram 48 horas de espera para o resultado dos testes de DNA. Resultado: “Os dois homens não compartilham uma ascendência biológica comum”. Por fim, o drama de Matthew Roberts foi esclarecido: tratava-se apenas de mais uma pessoa oportunista, tentando se tornar famosa à custa da imagem de Charles Manson construída pela mídia americana.

Logo após a divulgação do resultado, Matthew Roberts disse: “Agora não tenho mais como saber quem meu verdadeiro pai é. Essa era a única pista que eu tinha, então agora não tenho mais como descobrir ou conhecer o meu pai biológico”.

Caso encerrado.

 Confirmado: Matthew Roberts não é filho de Charles Manson

© 2012 ATWA Brasil


ATWA: O sagrado na teoria e na prática (1)

atwa osagrado ATWA: O sagrado na teoria e na prática (1)

ATWA: O sagrado na teoria e na prática

Parte 1: Aceitação ou negação do que chamamos de “Deus”

ATWA é o meio de comunicação entre o que chamamos de “Deus” e o homem; é a fonte de entendimento entre essa inteligência que rege as leis da Vida neste planeta e a humanidade. Preservar ATWA significa estabelecer uma comunicação sadia e efetiva com Deus, enquanto destruir ATWA constitui um ruído de comunicação com relação ao que é sagrado. Dessa forma, ATWA deve ser reconhecido e honrado como sagrado. O contrário representa uma negação do que nos referimos como “Deus”.

O sábio mártir Charles Manson diz: “A lei é a vontade de Deus, e deve ser respeitada e compreendida como a vontade de Deus”.

E o sábio mártir diz: “O Sol se levanta – uma testemunha de Deus para ele mesmo”.

ATWA é um acrônimo que eleva o Ar, as Árvores, a Água, e os Animais ao divino. Esses elementos, que denominam o sistema interconectado que possibilita a existência da Vida neste planeta, devem ser reverenciados em uma mesma proporção, todos como um só – uma única vida, que representa todas as existências na Terra.

O sábio mártir Charles Manson diz: “Todas as gotas de chuva, rios, lagos, toda a água da Terra, são apenas uma única água. Todas as vidas na Terra são apenas uma única vida”.

O homem, como ator que interage com o quarteto de elementos que denominam ATWA, possui uma função dupla nesta equação: enquanto ele faz parte do que constitui ATWA, e tem ATWA como intermediário entre ele mesmo e Deus, ao mesmo tempo possui o livre arbítrio que o permite preservar ou destruir este sistema sagrado. Entende-se que o Ar, as Árvores, a Água e os Animais selvagens vivem em harmonia com as leis que regem a Vida, mas o homem não necessariamente.

O sábio mártir Charles Manson diz: “A vinda de Deus não é para a glória das pessoas, mas sim para o Reino da Vida – insetos, pássaros, abelhas, vida selvagem, árvores, peixes…”.

E o sábio mártir diz: “ATWA não são pessoas. ATWA é o Ar, as Árvores, a Água, e os Animais trancados em zoológicos pelo mundo”.

O livre arbítrio, nesse caso, determina duas alternativas: uma vida como parte de ATWA, ou uma separada de ATWA; uma existência em harmonia com ATWA, ou uma existência em desacordo com ATWA. Quanto a isso, não existe outra saída – ou a vida é uma vida de guerra por ATWA, ou se torna uma vida de guerra contra ATWA.

O sábio mártir Charles Manson diz: “Guerra contra a poluição. Guerra contra este problema, e não guerra contra a vida”.

Sendo assim, o livre arbítrio não existe sem consequências para ATWA e, mais importante, para o próprio homem. Trata-se de uma verdadeira Guerra Santa na qual o homem possui total autonomia de decisão sobre qual lado do conflito deseja estar. É uma questão de decisão. O livre arbítrio garante direitos e deveres ao homem. O principal dos deveres é a consciência de que homem não é passivo nesta decisão. É uma questão de participação ativa. Em outras palavras: estar em guerra por ATWA ou estar em guerra contra ATWA é resultado da decisão do homem com relação a como ele viverá a sua vida.

O sábio mártir Charles Manson diz: “Existem algumas pessoas nesta Terra que estão realmente de acordo com a Terra. Elas trabalham com flores e comida, plantam seus alimentos, não usam carros. Em outras palavras, elas estão onde a sua mente está chegando agora, porque você é uma forma de vida inteligente. Você percebe que você não precisa de todo esse lixo. Tudo o que você precisa é algo para comer, e um lugar para esconder…”.

Considerando isso, não ter a consciência sobre as decorrências do seu livre arbítrio não tornam o homem inocente com relação às consequências da sua decisão – sabendo ele que fez tal decisão ou não. Não saber não o torna inocente, e tomar partido de um lado ou outro em uma Guerra Santa não é brincadeira; não é um jogo, e não é uma decisão insignificante como todas as que dizem respeito às vaidades e confortos do homem moderno. O livre arbítrio determina uma existência marcada para a vida ou para a morte.

O sábio mártir Charles Manson diz: “Um crime é qualquer coisa que seja feita contra a sua sobrevivência. Qualquer pecado que seja contra a sua vida é um crime. O problema é: o ar está morrendo. Qualquer coisa que seja um pecado contra o ar é também um pecado contra a sua vida. Qualquer pessoa que cometa um pecado contra o ar deve ser considerando um criminoso, e qualquer ato que seja cometido contra o ar em qualquer maneira deve ser considerado um crime. Uma guerra contra qualquer coisa, qualquer um, em qualquer forma, que seja uma ameaça à sua sobrevivência. A Ordem Mundial nos tribunais do crime e das punições é: o ar é Deus. Sem o ar, não somos capazes de sobreviver. Tudo o que é feito nas leis deve ser contra os criminosos que estão destruindo o seu ar. O ar é tudo o que você tem”.

Para Deus, e com relação ao seu sistema sagrado denominado ATWA, o resultado do livre arbítrio do homem é a separação da humanidade em dois campos distintos. Não há espaço para diálogo entre esses dois campos – é tudo preto ou branco, não existem zonas cinzas. Chamamos um campo de Forças da Vida – o coletivo da humanidade que preserva o sagrado e que vive em harmonia com ATWA. Chamamos de Forças da Morte o campo daqueles que desprezam o sagrado em todas as suas manifestações, e que escolhem por viver em desacordo com ATWA. São os dois campos que definem a Guerra Santa que é ininterrupta e necessária para a continuação da vida neste planeta.

O sábio mártir Charles Manson diz: “O centro de todas as leis é a vida, e deve ser a sobrevivência. As leis e a ordem começam a partir da vida. Uma vida para se viver, ou todas as vidas terão o seu fim na Terra”.

 ATWA: O sagrado na teoria e na prática (1)

© 2012 ATWA Brasil


Novo cartão postal enviado por Charles Manson

manson ensinardeus Novo cartão postal enviado por Charles Manson

Abaixo, um novo cartão postal enviado por Charles Manson da cela solitária onde ele atualmente se encontra. Ele diz:

cartao16 frente Novo cartão postal enviado por Charles Manson

“Você não ensina Deus. Você não diz a Deus o que fazer. O saber é Deus. O amor é tudo, e tudo o que eu tenho de mim. A única maneira que eu poderia saber é quando eu me tornei isso para as pessoas que me mostraram isso, e deram isso para mim – o ‘meu eu’. E tudo o que eu fiz foi refletir isso de volta, porque Deus é amor. Mas você não pode duvidar disso. Ame-me o tanto quanto você puder – é apenas para o ‘meu eu’ em você saber”.

– Charles Manson

 Novo cartão postal enviado por Charles Manson

© 2012 ATWA Brasil


Lição de ATWA: Contra-ataque aos Cordyceps

atwa cordyceps Lição de ATWA: Contra ataque aos Cordyceps

Aqui, um breve esboço de uma Guerra Santa de ATWA, que ilustra o verdadeiro amor pela Vida na Terra: o respeito pela inteligência que rege as leis deste planeta, e a incansável luta pela sobrevivência. Uma lição para a humanidade, para que acordem para urgência de se aliar a ATWA.


O ataque dos Cordyceps

Cordyceps é um gênero de fungo que inclui cerca de 400 espécies descritas. Todas as espécies são endoparasitóides, principalmente de insetos e outros artrópodes (são, portanto, fungos entomopatogênicos).

Uma vez que parte do micélio vegetativo do Cordyceps invade e substitui os tecidos vivos de sua vítima (geralmente formigas), estromas começam a crescer a partir do corpo do inseto atacado (uma frutificação alongada que pode ser cilíndrica ou ramificada). Depois de algumas semanas, o estroma começa a liberação de esporos, e muitos outros insetos também se tornam infectados.

Algumas espécies de Cordyceps são capazes de afetar o comportamento de seus insetos hospedeiros – por isso o termo “formigas zumbis”. O Cordyceps unilateralis, por exemplo, obriga as formigas a subirem para locais mais altos e anexarem-se em uma planta antes de morrerem. Isso garante o ambiente, temperatura, e umidade ideal ao parasita para a distribuição máxima dos esporos que brotam para fora do corpo do inseto morto.

Este fungo é capaz de causar o desaparecimento de uma colônia inteira de formigas. Por isso, normalmente ao sofrer os primeiros sintomas, a formiga infectada é imediatamente expulsa da colônia por outras que estão saudáveis.

Foram encontradas folhas fossilizadas que sugerem que esta capacidade do fungo Cordyceps de modificar o comportamento dos insetos evoluiu há mais de 48 milhões de anos.


O contra-ataque aos Cordyceps

Ao que tudo indica, a perseverança das formigas venceu, e os Cordyceps estão sendo contra-atacados por uma nova espécie de fungo. Cientistas americanos passaram a encontrar um grande número de formigas que foram capazes de sobreviver, apesar de machucadas, o ataque do fungo Cordyceps. Sabe-se que colônias atacadas geralmente instituem uma lei de escovação em todas as formigas, para identificar possíveis vítimas e potencialmente remover fungos e micróbios em estados iniciais de desenvolvimento. Mas as crescentes taxas de sobrevivência não podiam ser explicadas apenas por essa lei de emergência das colônias.

Foi então que os cientistas descobriram um novo tipo de fungo que passou a crescer dentro e ao redor de colônias atacadas pelo Cordyceps. Esse fungo é atraído pelas “formigas zumbis”, quando estão sob o efeito zumbificador do Cordyceps, e é capaz de neutralizar esse efeito, sabotando os órgãos que produzem esporos e impedindo-os de frutificação. Algumas formigas continuavam infectadas, mas o efeito zumbificador era neutralizado, possibilitando o prolongamento da vida.

Cada espécie de fungo Cordyceps atinge apenas uma única espécie. Essa espécie que ataca formigas, transformando-as em zumbis, é somente a mais conhecida. Existem casos de outros Cordyceps atacando lagartas e aranhas. Cientistas estão cientes que de possa existir outras variedades do Cordyceps, e a possibilidade de um fungo do gênero atacar seres humanos não é descartada.

Em todo caso, a existência de um fungo parasita capaz de atacar com tamanha complexidade e determinação uma única espécie é um fato fascinante o suficiente. Mas o surgimento de outro fungo, capaz de se especializar em atacar especificamente o Cordyceps, é um verdadeiro exemplo da densidade e da biodiversidade que se encontra nos domínios de ATWA.

 Lição de ATWA: Contra ataque aos Cordyceps

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