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Arquivos para junho 13th, 2012

Mais gente é mais estresse ambiental

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Há muito tempo que cientistas suspeitam que atividades humanas tenham contribuído para o atual desequilíbrio ambiental. Isso não diz muito, uma vez que para as pessoas que vivem de acordo com as leis da natureza e juntas a terra, não é necessário pesquisar nada para sentir e saber que o homem moderno tem em suas mãos as escolhas de vida ou morte da espécie humana. Para os irmãos e irmãs de ATWA, o papel degenerativo do homem é evidente. Mas foi apenas recentemente que a ciência passou a mostrar o quão significativas são as ações humanas no atual cenário de desequilíbrio ambiental.

O papel do crescimento populacional humano para esse desequilíbrio é geralmente minimizado porque as soluções para esse problema muitas vezes parecem ser politicamente incorretas. Os medos e inseguranças do homem, devido à seu distanciamento das leis da natureza, o impedem de agir de acordo com a lei da sobrevivência. O resultado disso não poderá ser outro: não agir de acordo com a lei da sobrevivência é aceitar a própria destruição. Em outras palavras, as ações e faltas de ações humanas da atualidade levam a um suicídio coletivo, e isso em troca dos medos de ir além do que é politicamente correto. Não há dúvidas de que o crescimento da população é um problema: para cada 1% de crescimento populacional, as emissões de gases poluidores aumentam em mais de 1%. Então para sanar esse problema, o caminho mais prático seria realmente impedir o aumento da população humana.

Mas os medos e inseguranças, que são construções da alienação humana e nada tem de lógico ou de harmonioso com as leis da natureza, geram debates infundados com a intenção de empurrar o problema para o futuro, em vez de encara-lo imediatamente. Entra nesse debate a questão do consumo: os efeitos do tamanho da população dependem do quanto essas pessoas consomem dos recursos do planeta. Em outras palavras, é certo que uma família de favelados composta por seis pessoas irá contribuir menos para o estresse ambiental do que um casal de classe média e todos os seus produtos de consumo. A questão, portanto, é desviada da equação numérica. Mas apesar de ser um argumento lógico, ele não é usado por ser lógico, e sim porque ele empurra o problema para frente. Ao usa-lo, a classe média pode continuar consumindo, e suas ambições de consumir mais podem continuar a existir.

Sabendo que essa é a forma humana de agir, não há outra alternativa visando a sobrevivência da espécie senão uma revolução dolorosa destruindo tudo o que pode contribuir ativamente com esse estresse ambiental. É uma questão de cortar o mal pela raiz. O ser humano precisa de medo e dor para retornar às suas origens, de acordo com a natureza. Esse medo e essa dor conduzirão o homem à paz e à harmonia com todas as vidas.

Essa é a missão de ATWA. Os interesses de todas as vidas devem vir antes dos interesses da espécie humana. Ou o homem se adequa a isso, ou em breve não haverá mais homens para se adequar a nada.

 Mais gente é mais estresse ambiental

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