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Monsanto: Ameaça a ATWA no Brasil

monsanto Monsanto: Ameaça a ATWA no Brasil

A Monsanto é a empresa que produz o herbicida chamado “Roundup”, que segundo eles mesmos se tornou uma “ferramenta fundamental no dia-a-dia dos agricultores”. A corporação também é responsável pela produção de mais de 90% das sementes geneticamente modificadas (OGM) disponíveis no mundo hoje. Com mais de 110 anos de história (desde 1901), a Monsanto deixou de representar apenas uma ousadia químico-industrial e se tornou com o passar do tempo uma poderosa e ameaçadora empresa de produtos químicos e agrícolas – ameaçando a sua vida, diretamente, todos os dias!

A Monsanto teve um lucro declarado em dois bilhões de dólares em 2009, mas graças aos esforços de alguns irmãos e irmãs de ATWA durante o ano de 2010, expondo as atrocidades e a ameaça representada pela empresa, esse lucro caiu pela metade, principalmente nos Estados Unidos, seu maior mercado.

Mas a Monsanto não é simplesmente mais uma gigante empresa americana: contam com escritórios de vendas, indústrias de produção, e laboratórios de pesquisa em mais de 100 países, incluindo o Brasil. Como resultado da queda nos lucros no mercado americano, a Monsanto tem investido em novos mercados potenciais – e o Brasil tem um papel central nesse novo foco.

Sendo assim, chegou a hora de os irmãos e irmãs de ATWA no Brasil cumprirem com o seu papel de amor e respeito a todas as vidas. Uma grande oportunidade de honrar ATWA, expondo o inimigo, armando as mentes dos aliados, e transformando ideias em ações.

Faça suas próprias pesquisas sobre a Monsanto. Entenda a magnitude do problema. E entre em contato com a ATWA Brasil para saber mais sobre como você pode agir contra essa ameaça – agora!

 Monsanto: Ameaça a ATWA no Brasil

© 2012 ATWA Brasil


Charles Manson: “A Nova Ordem Mundial vem de dentro”

manson rancho Charles Manson: A Nova Ordem Mundial vem de dentro

“A Nova Ordem Mundial vem de dentro. Não existem ditadores ou líderes, nós já fizemos tudo isso. Você percebe isso? Nós já fomos Hitler, Mussolini e Stalin, já fizemos tudo isso. Então se não voltarmos para trás, estaremos apenas de cabeça para baixo, pegando o que já foi feito antes e usando de novo. Usando tudo! Cada gota do sangue que já foi derramado pelos mártires. Nós temos o rancho porque tudo o que os mártires estão fazendo agora é se explodindo para tentar chegar ao rancho”.

- Charles Manson

 Charles Manson: A Nova Ordem Mundial vem de dentro

© 2011 ATWA Brasil


A família de ATWA

atwa familia A família de ATWA

 A família de ATWA

© 2011 ATWA Brasil


As 10 espécies mais ameaçadas de extinção no Brasil

atwa extincoes As 10 espécies mais ameaçadas de extinção no Brasil

O Brasil abriga 13% de todas as espécies já descritas pela ciência. Aproximadamente 40% das florestas tropicais do mundo estão aqui. E mais de 600 animais estão ameaçados de extinção no país.

A Lista Vermelha brasileira registra 627 espécies que podem deixar de existir nos próximos anos. São 394 animais terrestres e 233 aquáticos. Todas as informações estão reunidas no Livro Vermelho, elaborado pelo Instituto Chico Mendes (ICMBio), segundo o qual, 64% dos animais em extinção estão na Mata Atlântica – resultado de desmatamentos, ocupação territorial pela população humana, e poluição de rios e oceanos.

E o que é ruim sempre pode ficar pior: algumas espécies ainda ganham o carimbo “CR” ao lado de seus nomes, sigla em inglês para criticamente em perigo, ou criticamente ameaçado de extinção. No total, são 125 nessa situação.

Abaixo, os 10 animais brasileiros que estão mais criticamente ameaçados de extinção:


1 – Cuíca-de-colete (Caluromysiops irrupta)

Caluromysiop  irrupta As 10 espécies mais ameaçadas de extinção no Brasil

Com movimentos lentos e passando 70% do seu tempo em descanso, esse mamífero tem sido alvo fácil para caças tornando-se uma das espécies ameaçadas de extinção no Brasil. O animal vive no norte dos Estados do Maranhão e Ceará e se alimenta basicamente de frutas. Os machos são negros, com as extremidades dos membros, cauda e parte do dorso em tom ruivo e a lateral com pelos dourados. Já a coloração das fêmeas é, na maioria das vezes, pardo-amarelada, com uma tonalidade olivácea. No município de Cocal (PI), as últimas populações já estão condenadas a desaparecer muito em breve.


2 – Baleia-azul (Balaenoptera musculus)

Balaenoptera musculus As 10 espécies mais ameaçadas de extinção no Brasil

Com o título de maior animal do planeta, a baleia-azul pode desaparecer do Brasil justamente por seu tamanho. Esses mamíferos medem entre 25 m e 30 m – sendo as fêmeas maiores e mais pesadas do que os machos. Todo esse tamanho proporcionava um alto rendimento à atividade comercial baleeira até os anos 60. A grande caça do passado é a principal responsável por sua extinção: só nos anos de 1930 e 1931, mais de 30 mil exemplares foram caçados. A localização precisa das áreas reprodutivas da espécie é ainda desconhecida. Mas já houve registos de sua aparição no Rio Grande do Sul, no Rio de Janeiro, e na Paraíba, onde dois exemplares foram capturados comercialmente.


3 – Mico-leão-preto (Leontopithecus chrysopygus)

Leontopithecus chrysopygus As 10 espécies mais ameaçadas de extinção no Brasil

O mico-leão-preto vive na Mata Atlântica e, em breve, pode desaparecer. Essa espécie de macaco está ameaçada devido à alteração do seu habitat natural, principalmente por desmatamentos. A maior população da espécie ocorre no Morro do Diabo (SP): abriga cerca de mil exemplares, que vivem em 37 mil hectares de floresta.


4 – Bugio-marrom (Alouatta guariba guariba)

Alouatta guariba guariba As 10 espécies mais ameaçadas de extinção no Brasil

Pense duas vezes antes de comprar um bicho exótico para colocar de enfeite na sua casa. A fragmentação da Mata Atlântica, o desmatamento de grandes porções da cobertura vegetal nativa e, principalmente, o comércio ilegal do animal, que é vendido como bicho de estimação, podem resultar no desaparecimento do primata bugio-marrom da Mata Atlântica. A caça ilegal e os incêndios florestais, comuns na Mata Atlântica, têm resultado no desaparecimento do animal.


5 – Rato-do-mato (Wilfredomys oenax)

Wilfredomys oenax As 10 espécies mais ameaçadas de extinção no Brasil

O Wilfredomys oenax é uma espécie encontrada em São Lourenço (RS), no Paraná, e em São Paulo. Esse animal se alimenta somente de vegetais, folhas e frutos, e ainda mora na floresta. Grande roedor, esse mamífero pode sumir nos próximos anos. Medindo cerca de 11 cm, com mais 2,5 cm de cauda, e pesando 1 kg, essa espécie está ameaçada principalmente por desmatamentos e destruição de seu habitat.


6 – Lambari Hyphessobrycon taurocephalus

Hyphessobrycon taurocephalus As 10 espécies mais ameaçadas de extinção no Brasil

Ou essa espécie de peixe lambari já está extinta ou ela é muito tímida e anda se escondendo nas águas do rio Iguaçu (PR). Essa é a principal dúvida dos pesquisadores, que hoje se debruçam para achar e estudar a espécie em águas brasileiras. Esse peixe é onívoro e seu tamanho médio é entre 10 e 15 cm de comprimento. O corpo é prateado, e as cores das nadadeiras variam, sendo mais comuns os tons de amarelo, vermelho, e preto. A construção de barragens é um dos principais problemas enfrentados no rio Iguaçu, uma vez que resulta na perda de habitats. Além disso, as construções resultam em cursos de água menores que são prejudicais à espécie em função de volume reduzido de água e maior interface com o meio terrestre.


7 – Cação-bico-doce (Galeorhinus galeus)

Galeorhinus galeus As 10 espécies mais ameaçadas de extinção no Brasil

Caracterizado pelo pequeno tamanho da segunda nadadeira dorsal (bem menor que a primeira e semelhante ao da nadadeira anal) e pelos dentes fortemente serrilhados, esse peixe vive na costa sudeste-sul do país e corre risco de extinção devido à pesca. O cação-bico-doce tem um ciclo de vida longo, podendo chegar até os 33 anos de idade. Atingindo comprimento máximo de 175 cm (machos) e 195 cm (fêmeas), essa espécie apresenta uma longa história de exploração em diversos países, para aproveitamento da carne e do óleo. Essa espécie apresenta colapso de seus estoques no Pacífico Oriental e no Brasil, enquadrando-a como espécie globalmente ameaçada. A espécie ainda sofre com a degradação de seu habitat. Os declínios populacionais mais marcados têm ocorrido no Brasil e no Uruguai.


8 – Borboleta Actinote zikani

Actinote zikani As 10 espécies mais ameaçadas de extinção no Brasil

O Brasil pode ficar menos colorido caso se confirmem os riscos de extinção das borboletas. Esse inseto é o que mais possui espécies ameaçadas na lista dos CR (criticamente em perigo) no Livro Vermelho. Ao todo são 20 tipos de borboletas, todas sem nome popular específico. Uma delas é a Actinote zikani. No Brasil, ela habita uma área estreita da Serra do Mar, entre o alto da serra de Cubatão e Salesópolis (SP). Com as asas em tom de preto e amarelo queimado, essa borboleta deve desaparecer nos próximos anos por causa da poluição.


9 – Arara-azul-de-lear (Anodorhynchus leari)

Anodorhynchus leari As 10 espécies mais ameaçadas de extinção no Brasil

A plumagem da cabeça e do pescoço é azul-esverdeada, o anel perioftálmico (região da cabeça) é amarelo e o resto do corpo é azul. Com as cores da bandeira do Brasil, a arara-azul-de-lear corre o risco de sumir do nordeste da Bahia, onde habita. Estimativas atuais indicam que a população é de aproximadamente 500 exemplares. A principal ameaça à espécie é a captura para o comércio ilegal, que tem sido muito frequente. Há ainda outra razão para seu possível desaparecimento. O principal alimento da arara-azul-de-lear é o coco da palmeira licuri (Syagrus coronata), que está escasso. A falta desse alimento é um dos motivos de sua possível extinção, já que se estima um consumo diário de 350 cocos por arara adulta. O que ocorre é que há pouca regeneração da palmeira do licuri por causa das queimadas e derrubadas para plantio de roças. A diminuição na quantidade de licuri disponível faz com que as araras busquem alimento em plantações de milho, onde acabam sendo alvejadas pelos produtores.


10 – Pato mergulhão (Mergus octosetaceus)

Mergus octosetaceus As 10 espécies mais ameaçadas de extinção no Brasil

Essa ave é uma das mais ameaçadas de extinção em toda região neotropical por causa da interferência do homem em seu habitat. Já extinta na Argentina e Paraguai, o Mergus octosetaceus ainda existe no Brasil, mas somente em quatro Estados: Paraná, Minas Gerais, Goiás e Tocantins. Estima-se que existam menos de 250 aves no país. Essa é uma espécie altamente exigente com relação à qualidade de seu habitat, necessitando de águas límpidas e não tolerando bem a presença humana. Esse é o principal motivo que ameaça a vida dessas aves: não existe mais um habitat totalmente limpo no Brasil.

 As 10 espécies mais ameaçadas de extinção no Brasil

© 2011 ATWA Brasil


Os desertos verdes invadem o Brasil

atwa desertosverdes Os desertos verdes invadem o Brasil

Florestas artificiais de uma única espécie têm se tornado mais e mais comuns nos países da América do Sul nos últimos anos, alimentadas por baixos custos de produção e incentivos governamentais, o que tem causado grandes danos ao meio ambiente. Trata-se do fenômeno que se conhece pelo nome de “desertos verdes”, que têm invadido os solos férteis do Brasil com a proliferação de plantações de árvores de crescimento rápido e grande exigência de água, usadas para a produção de papel e celulose e para outros fins industriais.

Muitos governos da América do Sul – entre eles, o governo brasileiro – tem apoiado esse modelo de investimento, produção e consumo, que não passa de uma cópia do que os países da América do Norte e Europa fizeram no passado. O resultado dessa prática é que hoje esses países supostamente “desenvolvidos” não têm mais espaço para o plantio de árvores, mas a demanda por papel se manteve estável, o que explica a motivação econômica de países como o Brasil em investir no abate de árvores para a produção de papel e celulose. Em outras palavras, essa prática contrária às leis da Vida serve às necessidades de consumo desses países agressores que se auto-intitulam “desenvolvidos”.

As monoculturas de eucaliptos e pinheiros têm invadido o Brasil, que se tornou um dos grandes exportadores de papel e celulose para o resto do mundo. Os desertos verdes têm se tornado mais e mais comuns, mascarados como saudáveis florestas. E enquanto isso, as corporações que lucram com o comércio das vidas das árvores falam em “crescimento sustentável” e “respeito à floresta” – uma grande piada, que existe dependente da ignorância das massas.

Florestas de monocultura tendem a serem vistas como uma coisa boa, porque elas são verdes e bonitas. Mas ao se aproximar delas, você não ouve um único pássaro, porque não há nada lá – apenas o silêncio da morte. Uma floresta de monocultura é quase como uma pedreira. Ao contrário disso, nas florestas tropicais ouvem-se animais e água corrente, porque elas são cheias de vida. Portanto, não se engane com a “beleza” das florestas de monoculturas – elas não passam de desertos verdes. Trata-se de uma grande agressão contra a beleza de ATWA.

Existem atualmente cerca de sete milhões de hectares de desertos verdes no Brasil, principalmente de monoculturas de eucalipto, em plantios concentrados nas regiões mais férteis e populosas do país. Estima-se que mais de 50 mil famílias que viviam de pequenas fazendas de subsistência tenham sido expulsas dos seus lares apenas no estado do Espírito Santo, devido à chegada das grandes corporações usando a terra fértil da região para o plantio de monoculturas de eucalipto usadas para a produção de papel e celulose.

Enfim, os desertos verdes têm crescido no Brasil. A ausência de vida tem substituído o canto dos pássaros, e as fracas raízes das árvores sem vida têm substituído as profundas raízes do verde verdadeiramente verde – uma clara afronta contra ATWA. Soldados de ATWA, não se silenciem. Saiba que o seu silêncio representa a morte dessas lindas vidas.

 Os desertos verdes invadem o Brasil

© 2011 ATWA Brasil


Charles Manson: Ligação telefônica de 26/09/2011

manson musicaparadeus Charles Manson: Ligação telefônica de 26/09/2011

Abaixo, algumas citações de Charles Manson tiradas de uma ligação telefônica para a ATWA Brasil na noite de 26 de setembro de 2011:

“Eu tenho tentado te ligar mais vezes, cara. Mas têm nove milhões de pessoas em cima de mim aqui, e qualquer coisa que eu queira fazer eles querem impedir que eu a faça. Você sabe como isso funciona: todos têm tentado cercar a minha realidade para então poder viver a realidade deles mesmos.”

“Você sabe, eu não toco música por orgulho. Eu faço música para Deus, não para pessoas, apesar de que algumas pessoas podem se relacionar com o que eu toco e com o que eu canto nas minhas canções. Mas música é a minha religião, cara. Música não é uma brincadeira para mim, não é entretenimento.”

“A minha música impede que eu fique louco. Quando eu estou todo acelerado e tal, minha música me ajuda a desacelerar e a relaxar. Eu estou sempre no ritmo da minha música.”

“Sim, eu tenho tocado e cantado. Mas eu não posso ter um gravador aqui, porque eles não querem assustar as pessoas aí fora, entende? [Ha Ha Ha] Eles têm medo da minha música, cara, você acredita nisso?”

“Você recebeu o dinheiro que eu lhe enviei? Eu não queria fazer aquela entrevista de graça, entende? Porque se você concordar em fazer de graça, aí eles dizem que foi você quem correu atrás deles implorando por uma entrevista. Então você lembra daquela foto que você me enviou em que você estava naquela floresta, com todo aquele verde? Então, o dinheiro é para você dar para aquelas árvores e aquele verde, cara.”

- Charles Manson (26 de setembro de 2011, 23:42 horas, horário de Brasília)

 Charles Manson: Ligação telefônica de 26/09/2011

© 2011 ATWA Brasil


Um alerta de ATWA aos brasileiros que comem carne

atwa carneamazonia Um alerta de ATWA aos brasileiros que comem carne

Atenção aos brasileiros covardes que se alimentam de carne e sangue!

62% da área desflorestada da Amazônia estão ocupadas por pastos. É o que diz um novo estudo realizado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), com apoio do Ministério do Meio Ambiente.

As análises foram feitas com base em dados reunidos até 2008 e mostram como está sendo usada a terra agredida da floresta – uma área de 720 mil km² desmatados, do tamanho do Uruguai. Desse total, 62,1% foram transformados em pastagem, dos quais 46,7% são pasto limpo, com capim plantado; 8,7% de pasto sujo, onde o capim divide espaço com uma vegetação arbustiva; 6,7% de área de pasto em regeneração, onde há predomínio de vegetação arbustiva sobre o capim; e 0,1% de pasto com solo exposto.

Segundo o estudo, esse quadro confirma a existência de uma pecuária extensiva de baixa produtividade, com menos de uma cabeça de gado por hectare. O mapeamento também revela que a produção agrícola ocupa menos de 5% da área total desmatada na Amazônia.

Os dados confirmam que a pecuária continua a ser o fator predominante por trás do desmatamento da floresta amazônica. Em uma região onde os preços da terra estão se valorizando rapidamente, a pecuária é usada como um veículo para especulação de terra, quase sempre ilegal. Terras com florestas têm pouco valor, mas transformadas em pastagens podem ser utilizadas para produzir gado ou serem vendidas para grandes agricultores. E com isso, a pecuária na Amazônia tem se tornado um negócio multibilionário, que abastece os mercados domésticos de carne e os mercados no exterior com produtos de couro.

Brasileiro, se você se alimenta de outros animais, você está destruindo a Amazônia. Se você se alimenta de carne e sangue – a prática dos covardes, inimigos da Vida – você está apagando o verde da bandeira do Brasil. E acima disso, você está em guerra contra ATWA – e ATWA era ATWA antes de a humanidade ser a humanidade.

 Um alerta de ATWA aos brasileiros que comem carne

© 2011 ATWA Brasil


Charles Manson e a caverna subterrânea de Death Valley

atwa deathvalley Charles Manson e a caverna subterrânea de Death Valley

Existem muitas histórias sobre a existência de uma “cidade subterrânea” no deserto californiano de Death Valley – onde Charles Manson foi preso pela última vez em 1969, e por onde costumava sair em longas expedições de exploração que poderiam durar dias. Entre as centenas de exploradores que se aventuram até hoje por um dos desertos mais perigosos e desafiadores do mundo, de tempo em tempo sempre surge algum deles com alguma credibilidade para alimentar a história sobre a existência de tal cidade misteriosa.

O autor americano Bourke Lee é um dos mais recentes instigadores dessa história. Em seu livro “Death Valley Men” (em português, “Homens de Death Valley”), no capítulo intitulado “Old Gold”, ele descreve uma conversa que teve com um pequeno grupo de residentes do deserto de Death Valley, na Califórnia. O assunto da conversa de Lee tratava de lendas dos índios Paihute, nativos americanos que habitaram a região no passado. Foi quando dois dos residentes de Death Valley revelaram suas experiências com uma “cidade subterrânea” no deserto californiano, descoberta depois de terem descido através de um buraco no fundo de uma antiga mina de ouro abandonada (ainda comuns na região).

Segundo esses moradores de Death Valley, a descida pelo buraco revelou uma caverna natural subterrânea. Eles teriam caminhado por cerca de 30 km nessa caverna, passando sob as Montanhas de Panamint. Para seu espanto, os dois homens se depararam com uma enorme e antiga cidade cavernosa, com múmias perfeitamente preservadas, espadas e lanças de ouro, entre outras coisas.

A cidade havia aparentemente sido abandonada há séculos. Exceto pelas múmias, todo o resto do sistema subterrâneo aparentava ser muito antigo. Descobriu-se que a caverna era iluminada por um sistema engenhoso de luzes formado a partir da queima de gases subterrâneos. Eles afirmaram ter visto uma enorme mesa redonda em meio a um hall separado, que poderia ter sido uma antiga sala de reuniões. E muito mais: enormes estátuas de ouro sólido, cofres de pedra cheios de barras de ouro e pedras preciosas de todos os tipos, carrinhos de mão feitos de pedra que eram perfeitamente equilibrados e cientificamente construídos ao ponto de que até uma criança poderia facilmente usá-los, e enormes portas de pedra cavadas a partir das paredes da caverna. Os exploradores teriam seguido em direção norte, e descoberto uma subida que se abria para uma série de aberturas arcadas que saíam em meio às Montanhas de Panamint. De uma dessas saídas, percebeu-se visivelmente que o vale abaixo era mesmo coberto de água no passado, e concluiu-se que as aberturas arcadas serviam como ancoradouros para pequenas embarcações, além de entradas para as cavernas subterrâneas. Os exploradores disseram ser possível avistar Furnace Creek e Golar Wash a partir dessas saídas – duas áreas que Charles Manson visitou em suas explorações, e documentou com desenhos e marcações pelo deserto californiano.

Os dois exploradores teriam levado algumas peças do tesouro encontrado, e apresentado a cientistas do Smithsonian Institute a fim de registrar a descoberta de uma nova “maravilha do mundo”. Mas a história não convenceu os cientistas, especialmente porque os dois homens foram incapazes de localizar novamente o buraco que levava para a caverna subterrânea. Segundo eles, as peças do tesouro permanecem com o Smithsonian Institute hoje, que desde então tem investido em localizar a caverna independentemente. Considerando a ininterrupção de pequenos terremotos, desagregações e outras mudanças do cenário do deserto de Death Valley (comumente documentados), entende-se que o acesso à misteriosa caverna também se altere com frequência, podendo até desaparecer por anos e reaparecer em outros locais tempos depois. Esse é um obstáculo que tem sempre dificultado enormemente as pesquisas dos cientistas californianos.

Em 1946, o Dr. F. Bruce Russell, um doutor aposentado da Universidade de Cincinnati, também contou uma história similar sobre ter descoberto uma estranha caverna subterrânea em Death Valley. O Dr. Russell afirmou ter encontrado uma enorme sala subterrânea da qual saíam diversos túneis em diferentes direções. Um desses túneis teria o levado para outro hall maior, onde ele teria encontrado três múmias em estados de conservação surpreendentes. Segundo o doutor, artefatos encontrados no local aparentavam ter uma combinação de designs egípcios e nativo americanos. Até então, a história do Dr. Russell era muito semelhante a outras contadas por muitos exploradores do passado sobre as descobertas em Death Valley, mas o doutor foi além: segundo ele, as múmias eram enormes, com mais de dois metros e meio de altura.

Ao contrário dos dois atuais residentes de Death Valley entrevistados pelo autor Bourke Lee, o Dr. Russell foi capaz de encontrar a caverna subterrânea novamente, levando com ele outros exploradores que, após confirmarem a existência do local, abriram uma empresa chamada “Amazing Explorations” para lucrar com a grande descoberta. Mas pouco tempo depois o Dr. Russell desapareceu, e com ele a rota de acesso para a caverna. Meses mais tarde, o carro do doutor foi encontrado, com um radiador furado, em uma área remota de Death Valley. A sua maleta ainda estava no carro, mas ninguém nunca mais ouviu falar do Dr. Russell.

Apesar dos diversos relatos sobre a existência de uma “cidade subterrânea” sob o deserto de Death Valley, de lendas nativas a casos recentes, alguns inclusive bem documentados, as expedições de Charles Manson pelo deserto californiano têm sido há anos ridicularizadas pela mídia corporativa americana.

A transformação de dezenas de carros de rua em jipes preparados para o deserto, os galões de combustível abandonados por Death Valley, os equipamentos de mergulho apreendidos com Manson, os mapas desenhados a mão por ele – são evidências de que Manson procurava algo no deserto. E Charles Manson, ainda hoje, mais de 40 anos depois, não deixa de mencionar a seus amigos sobre um tal de “poço sem fundo”, que estaria cheio de água, e que seria um acesso que ele havia encontrado para um “mundo subterrâneo” em Death Valley. Manson inclusive diz ter cruzado a fronteira para o México uma vez através de túneis subterrâneos, que poderiam chegar até o deserto californiano. Mas assim como quase tudo que cerca o caso de Manson, coisas curiosas e interessantes assim são sempre caricaturadas, perdendo o seu verdadeiro valor.

Mas afinal, teria Charles Manson descoberto outro acesso à misteriosa “cidade subterrânea” de Death Valley?

Os irmãos e irmãs da ATWA Brasil estarão no deserto de Death Valley, na Califórnia, no final de 2011. Com todas as informações fornecidas por Charles Manson com o passar dos anos, cópias dos seus mapas pessoais, e registros das autoridades californianas, partiremos para uma expedição a fim de localizar o suposto “poço sem fundo” na maravilhosa paisagem do deserto. Junte-se aos irmãos e irmãs de ATWA! Para mais informações, nos escreva para: contato@atwabrasil.com

 Charles Manson e a caverna subterrânea de Death Valley

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Atenção: As marcas por trás dos rodeios

atwa emquelado Atenção: As marcas por trás dos rodeios

Abaixo, uma lista com algumas das marcas apoiadoras dos rodeios brasileiros.

Torna-se um dever daqueles que respeitam a ordem de todas as vidas obstruir as ações dessas marcas, nem que seja com um simples boicote dos seus produtos e/ou serviços. Lembrando que cada decisão tomada pelo homem tem duas vertentes: uma associação com os inimigos da Vida, as forças da desintegração do tempo; ou uma aliança com ATWA, como parte do exército dos soldados pelo resgate da ordem natural.

Assim como as verdades são verdades e as mentiras são mentiras, na luta pela sobrevivência não existe meio termo.

Em que lado você está?

empresarqueapoiamrodeiodebarretos Atenção: As marcas por trás dos rodeios

 Atenção: As marcas por trás dos rodeios

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O seu guarda-roupa em conflito com ATWA

atwa guardaroupa O seu guarda roupa em conflito com ATWA

Um novo estudo confirmou a presença do químico tóxico etoxilato de nonilfenol (NPE) em roupas e acessórios de algumas das marcas mais consumidas nos países do Ocidente – incluindo o Brasil. Algumas das marcas que comprovadamente vendem produtos com a substância tóxica são Abercrombie & Fitch, Adidas, Calvin Klein, Converse (All Stars), Lacoste, e Ralph Lauren, entre outras.

Por causa de suas origens sintéticas artificiais (apenas produzido pela ação humana), os nonilfenóis são classificados como xenobióticos e considerados como químicos poluentes. Esse é o caso da substância (etoxilato de nonilfenol) detectada nas roupas e acessórios dessas marcas, que se transforma em nonilfenol quando em contato com a água, químico que perturba os níveis de hormônio e é conhecido por causar mudanças de gênero em animais marinhos. Devido à sua persistência, o nonilfenol se acumula em cada nível da cadeia alimentar. Isso significa que os seres humanos acabam por receber a mais alta dosagem do tóxico, podendo sofrer então desequilíbrios hormonais ao consumir peixes e/ou água contaminados.

O etoxilato de nonilfenol é proibido na produção de têxteis na União Européia e nos Estados Unidos. Mas na China e em outros países asiáticos, onde essas grandes marcas de roupas e acessórios fazem uso da mão de obra barata massiva para a produção de baixo custo, não existem restrições de uso. O resultado disso é que o etoxilato de nonilfenol é amplamente utilizado no processo de tingimento, e os produtos acabam por retornar para o mercado do Ocidente contaminados por tal substância.

Afinal, o seu guarda-roupa está em conflito com ATWA?

 O seu guarda roupa em conflito com ATWA

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Ameaça a ATWA: Soja transgênica no Brasil

atwa dowchemical Ameaça a ATWA: Soja transgênica no Brasil

O conglomerado americano Dow Chemical, famoso pelos vazamentos de plutônio em sua usina nuclear do Colorado (Estados Unidos), pela produção dos agentes químicos “napalm” e “agente laranja”, pelo desenvolvimento de vergonhosos implantes de seios causadores de câncer, e pelo Desastre de Bhopal (Índia), agora está atacando através do mercado de soja transgênica – inclusive no Brasil.

A Dow AgroSciences, subsidiária da americana Dow Chemical, chegou ao mercado brasileiro de sementes de soja transgênica com uma nova variedade tolerante à aplicação de herbicidas. Ainda não se sabe ao certo a qual herbicida a nova soja será tolerante, porém está claro que se trata de um herbicida produzido pela própria Dow AgroSciences. A Dow é fabricante do herbicida 2,4-D, um herbicida auxínico considerado muito mais tóxico do que o glifosato (também tóxico).

O glifosato, cujos males ao meio ambiente e à saúde humana vêm sendo alardeados aos quatro ventos, é classificado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) como de “Classe Toxicológica IV – Pouco Tóxico”. Já o 2,4-D é um herbicida “Classe I – Extremamente Tóxico”. O 2,4-D é um dos dois componentes do famoso “agente laranja”, desfolhante utilizado na Guerra do Vietnã que provocou milhares de casos de cânceres, leucemias e patologias neurológicas, além do nascimento de bebês com deficiências físicas e mentais.

A fórmula soja transgênica + glifosato representou um desastre para os agricultores e permanece como uma ameaça à saúde dos consumidores (amplamente descrita no livro “Roleta Genética”, de Jeffrey Smith). E todos sabiam que sua eficácia agronômica duraria poucos anos. Agora, substituí-la por outro pacote tecnológico muito mais nocivo para resolver os problemas causados pelo primeiro seria um crime sem precedentes.

Fato é que os adoradores do Deus-Dinheiro dependem da ignorância e conivência das massas de mortos-vivos para ampliar a guerra declarada pela humanidade contra ATWA. Sentados diante de suas televisões, programados com violência e desonestidade; destruindo vidas inocentes em suas pausas para alimentação; levando vidas realmente mortas, permitindo que a santidade de ATWA seja vergonhosamente deflagrada; esses são todos inimigos da Vida – e quem não está lutando pela Vida, está lutando pela morte.

 Ameaça a ATWA: Soja transgênica no Brasil

© 2011 ATWA Brasil


ATWA Brasil: “Charles Manson: O medo faz real”

Abaixo, mais uma produção da ATWA Brasil: “Charles Manson: O medo faz real”.

Uma conversa por telefone da ATWA Brasil com Charles Manson, em que o Emissário de ATWA fala sobre o efeito do medo sobre os homens. Com legenda em português, cortesia da ATWA Brasil.

 ATWA Brasil: Charles Manson: O medo faz real

© 2011 ATWA Brasil


ATWA Brasil: “Charles Manson: Reino da Vida”

Abaixo, mais uma produção da ATWA Brasil: “Charles Manson: Reino da Vida”.

Uma homenagem à inspiração de ATWA, Charles Manson, dos irmãos e irmãs de ATWA no Brasil, soldados em nome de todas as vidas. Apresentamos aqui imagens que evidenciam a magnitude e perfeição de ATWA, assim como algumas fotos ilustrando alguns rostos e a estrutura por trás da ATWA Brasil.

 ATWA Brasil: Charles Manson: Reino da Vida

© 2011 ATWA Brasil


ATWA: Guerra contra os transgênicos

atwa transgenicos ATWA: Guerra contra os transgênicos

Abaixo, algumas perguntas e respostas sobre os alimentos transgênicos – outra face do combate dos homens contra a soberania de ATWA:

Você sabe o que são transgênicos? E produtos transgênicos?
Os transgênicos são espécies animais e vegetais geneticamente modificadas por cientistas em seus laboratórios. Os produtos transgênicos são produtos industriais que possuem, em sua composição, organismos geneticamente modificados.

Você sabe dos riscos que eles podem trazer à sua saúde?
Consumindo produtos transgênicos, você tem seu sistema imunológico alterado. Isso pode provocar alergias alimentares, redução do efeito de antibióticos, e aumento do nível de substâncias tóxicas que prejudicam a saúde, acima de tudo com efeitos cancerígenos.

Você sabe dos riscos que os transgênicos trazem ao meio ambiente?
Os transgênicos provocam o aparecimento de superpragas, afetam a vida microbiana no solo, matam insetos vitais para natureza, e provocam a perda da diversidade genética.

Sabia que os impactos dos transgênicos na natureza são irreversíveis?
Os transgênicos, uma vez liberados na natureza, se misturaram com as outras espécies vegetais, posteriormente tornando-se impossível retirar da natureza os genes que foram introduzidos. As conseqüências disso são imprevisíveis – e perigosíssimas.

Você sabia que os transgênicos podem estar bem próximos de você?
Os transgênicos podem ser encontrados nas prateleiras dos supermercados. Veja aqui algumas empresas conhecidas no Brasil que utilizam transgênicos:

Ajinomoto
Arcor
Bauducco
Batavo
Cirio
Da Grana
Effem
Hikari
Kellog’s
Kraft
Liza (Cargill)
Mococa
Nestlé
Nutrifoods
Nutrilatina
Nutrimental
Oetker
Parmalat
Quaker
Santista
Soya (Bunge)
Vigor
Visconti
Wickbold

Se você não é favorável à livre comercialização dos transgênicos e de seus derivados, saiba como combatê-los:
Consuma produtos orgânicos. Esses produtos, além de serem saudáveis e nutritivos, não degradam o meio ambiente, pois são produzidos sem agrotóxicos e adubos químicos. Evite comprar produtos importados dos Estados Unidos, Argentina e Canadá que contenham derivados de soja, milho, canola e tomate.

 ATWA: Guerra contra os transgênicos

© 2011 ATWA Brasil


ATWA Brasil: “Você pode ser ATWA!”

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