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Arquivo para a categoria 'ATWA Brasil'

O seu guarda-roupa em conflito com ATWA

atwa guardaroupa O seu guarda roupa em conflito com ATWA

Um novo estudo confirmou a presença do químico tóxico etoxilato de nonilfenol (NPE) em roupas e acessórios de algumas das marcas mais consumidas nos países do Ocidente – incluindo o Brasil. Algumas das marcas que comprovadamente vendem produtos com a substância tóxica são Abercrombie & Fitch, Adidas, Calvin Klein, Converse (All Stars), Lacoste, e Ralph Lauren, entre outras.

Por causa de suas origens sintéticas artificiais (apenas produzido pela ação humana), os nonilfenóis são classificados como xenobióticos e considerados como químicos poluentes. Esse é o caso da substância (etoxilato de nonilfenol) detectada nas roupas e acessórios dessas marcas, que se transforma em nonilfenol quando em contato com a água, químico que perturba os níveis de hormônio e é conhecido por causar mudanças de gênero em animais marinhos. Devido à sua persistência, o nonilfenol se acumula em cada nível da cadeia alimentar. Isso significa que os seres humanos acabam por receber a mais alta dosagem do tóxico, podendo sofrer então desequilíbrios hormonais ao consumir peixes e/ou água contaminados.

O etoxilato de nonilfenol é proibido na produção de têxteis na União Européia e nos Estados Unidos. Mas na China e em outros países asiáticos, onde essas grandes marcas de roupas e acessórios fazem uso da mão de obra barata massiva para a produção de baixo custo, não existem restrições de uso. O resultado disso é que o etoxilato de nonilfenol é amplamente utilizado no processo de tingimento, e os produtos acabam por retornar para o mercado do Ocidente contaminados por tal substância.

Afinal, o seu guarda-roupa está em conflito com ATWA?

 O seu guarda roupa em conflito com ATWA

© 2011 ATWA Brasil


Ameaça a ATWA: Soja transgênica no Brasil

atwa dowchemical Ameaça a ATWA: Soja transgênica no Brasil

O conglomerado americano Dow Chemical, famoso pelos vazamentos de plutônio em sua usina nuclear do Colorado (Estados Unidos), pela produção dos agentes químicos “napalm” e “agente laranja”, pelo desenvolvimento de vergonhosos implantes de seios causadores de câncer, e pelo Desastre de Bhopal (Índia), agora está atacando através do mercado de soja transgênica – inclusive no Brasil.

A Dow AgroSciences, subsidiária da americana Dow Chemical, chegou ao mercado brasileiro de sementes de soja transgênica com uma nova variedade tolerante à aplicação de herbicidas. Ainda não se sabe ao certo a qual herbicida a nova soja será tolerante, porém está claro que se trata de um herbicida produzido pela própria Dow AgroSciences. A Dow é fabricante do herbicida 2,4-D, um herbicida auxínico considerado muito mais tóxico do que o glifosato (também tóxico).

O glifosato, cujos males ao meio ambiente e à saúde humana vêm sendo alardeados aos quatro ventos, é classificado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) como de “Classe Toxicológica IV – Pouco Tóxico”. Já o 2,4-D é um herbicida “Classe I – Extremamente Tóxico”. O 2,4-D é um dos dois componentes do famoso “agente laranja”, desfolhante utilizado na Guerra do Vietnã que provocou milhares de casos de cânceres, leucemias e patologias neurológicas, além do nascimento de bebês com deficiências físicas e mentais.

A fórmula soja transgênica + glifosato representou um desastre para os agricultores e permanece como uma ameaça à saúde dos consumidores (amplamente descrita no livro “Roleta Genética”, de Jeffrey Smith). E todos sabiam que sua eficácia agronômica duraria poucos anos. Agora, substituí-la por outro pacote tecnológico muito mais nocivo para resolver os problemas causados pelo primeiro seria um crime sem precedentes.

Fato é que os adoradores do Deus-Dinheiro dependem da ignorância e conivência das massas de mortos-vivos para ampliar a guerra declarada pela humanidade contra ATWA. Sentados diante de suas televisões, programados com violência e desonestidade; destruindo vidas inocentes em suas pausas para alimentação; levando vidas realmente mortas, permitindo que a santidade de ATWA seja vergonhosamente deflagrada; esses são todos inimigos da Vida – e quem não está lutando pela Vida, está lutando pela morte.

 Ameaça a ATWA: Soja transgênica no Brasil

© 2011 ATWA Brasil


ATWA Brasil: “Charles Manson: O medo faz real”

Abaixo, mais uma produção da ATWA Brasil: “Charles Manson: O medo faz real”.

Uma conversa por telefone da ATWA Brasil com Charles Manson, em que o Emissário de ATWA fala sobre o efeito do medo sobre os homens. Com legenda em português, cortesia da ATWA Brasil.

 ATWA Brasil: Charles Manson: O medo faz real

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ATWA Brasil: “Charles Manson: Reino da Vida”

Abaixo, mais uma produção da ATWA Brasil: “Charles Manson: Reino da Vida”.

Uma homenagem à inspiração de ATWA, Charles Manson, dos irmãos e irmãs de ATWA no Brasil, soldados em nome de todas as vidas. Apresentamos aqui imagens que evidenciam a magnitude e perfeição de ATWA, assim como algumas fotos ilustrando alguns rostos e a estrutura por trás da ATWA Brasil.

 ATWA Brasil: Charles Manson: Reino da Vida

© 2011 ATWA Brasil


ATWA: Guerra contra os transgênicos

atwa transgenicos ATWA: Guerra contra os transgênicos

Abaixo, algumas perguntas e respostas sobre os alimentos transgênicos – outra face do combate dos homens contra a soberania de ATWA:

Você sabe o que são transgênicos? E produtos transgênicos?
Os transgênicos são espécies animais e vegetais geneticamente modificadas por cientistas em seus laboratórios. Os produtos transgênicos são produtos industriais que possuem, em sua composição, organismos geneticamente modificados.

Você sabe dos riscos que eles podem trazer à sua saúde?
Consumindo produtos transgênicos, você tem seu sistema imunológico alterado. Isso pode provocar alergias alimentares, redução do efeito de antibióticos, e aumento do nível de substâncias tóxicas que prejudicam a saúde, acima de tudo com efeitos cancerígenos.

Você sabe dos riscos que os transgênicos trazem ao meio ambiente?
Os transgênicos provocam o aparecimento de superpragas, afetam a vida microbiana no solo, matam insetos vitais para natureza, e provocam a perda da diversidade genética.

Sabia que os impactos dos transgênicos na natureza são irreversíveis?
Os transgênicos, uma vez liberados na natureza, se misturaram com as outras espécies vegetais, posteriormente tornando-se impossível retirar da natureza os genes que foram introduzidos. As conseqüências disso são imprevisíveis – e perigosíssimas.

Você sabia que os transgênicos podem estar bem próximos de você?
Os transgênicos podem ser encontrados nas prateleiras dos supermercados. Veja aqui algumas empresas conhecidas no Brasil que utilizam transgênicos:

Ajinomoto
Arcor
Bauducco
Batavo
Cirio
Da Grana
Effem
Hikari
Kellog’s
Kraft
Liza (Cargill)
Mococa
Nestlé
Nutrifoods
Nutrilatina
Nutrimental
Oetker
Parmalat
Quaker
Santista
Soya (Bunge)
Vigor
Visconti
Wickbold

Se você não é favorável à livre comercialização dos transgênicos e de seus derivados, saiba como combatê-los:
Consuma produtos orgânicos. Esses produtos, além de serem saudáveis e nutritivos, não degradam o meio ambiente, pois são produzidos sem agrotóxicos e adubos químicos. Evite comprar produtos importados dos Estados Unidos, Argentina e Canadá que contenham derivados de soja, milho, canola e tomate.

 ATWA: Guerra contra os transgênicos

© 2011 ATWA Brasil


ATWA Brasil: “Você pode ser ATWA!”

atwa seratwa ATWA Brasil: Você pode ser ATWA!

 ATWA Brasil: Você pode ser ATWA!

© 2011 ATWA Brasil


Sinais do martírio: Taxas de desmatamento em alta no Brasil

atwa amazoniaemrisco Sinais do martírio: Taxas de desmatamento em alta no Brasil

As taxas de desmatamento na Amazônia mais do que dobraram esse mês de maio, enquanto os agricultores brasileiros se tornaram mais confiantes sobre receberem anistia pela extração ilegal de madeira. Cerca de 270 quilômetros quadrados de florestas tropicais teoricamente protegidas foram destruídos em maio, muito mais do que os 110 quilômetros quadrados registrados em 2010. Com a expectativa sobre a alteração do Código Florestal, os inimigos de ATWA aceleraram o processo de desintegração da história, uma vez que, se aprovado, o novo código protegerá os criminosos.

Os legisladores brasileiros estão considerando um projeto de lei que alteraria o código florestal e perdoaria agricultores que participaram no desmatamento ilegal de árvores – ironicamente, existe uma forma de assassinato legalizado no Brasil. A possibilidade de o governo atenuar essas restrições está incentivando mais madeireiras a desmatar áreas protegidas. Antes mesmo de a lei ser colocada em prática, os criminosos já estão expandindo suas ações.

Se a nova lei for aprovada, os agricultores não terão que replantar árvores que foram cortadas ilegalmente antes de julho de 2008, um número estimado em 30 milhões de hectares. Isso representa uma área equivalente ao território das Filipinas. Sob o código florestal do Brasil atual – que os criminosos estão empenhados em alterar – penalidades para extração ilegal de madeira incluem multas e uma exigência para replantar árvores.

De uma forma ou outra, a resposta não está nos paletós ou nas canetas dos negociadores da vida e da morte. A resposta está com você, soldado de ATWA!

O sábio mártir Charles Manson diz: “A maioria das pessoas, quando pensam em uma árvore, pensam apenas em papel e móveis. Apenas madeira. Elas não pensam nessa árvore como um ser vivo, como uma alma – o mesmo que você e eu”.

Sem as árvores, não há ar. Sem o ar, não há vida. Sem o ar, nós não podemos existir. Esse é o ciclo da vida. Respeitar ATWA é respeitar a si mesmo, e defender ATWA é defender a sua sobrevivência. Os soldados de ATWA estão enérgicos no combate contra as forças da morte e corrupção. Aguardamos a queda final com ansiedade, e deixaremos esse mundo como mártires da única causa em harmonia com a vontade de Deus.

 Sinais do martírio: Taxas de desmatamento em alta no Brasil

© 2011 ATWA Brasil


Humanidade acelera a guerra contra ATWA

atwa humanidadeemguerra Humanidade acelera a guerra contra ATWA

Enquanto as confabulações continuam, os inimigos da Vida incansavelmente ampliam suas ações para acelerar a queda a caminho da desintegração. Em afronta a ATWA, foi confirmado que a emissão de gases do efeito estufa bateu recorde em 2010, na maior liberação de carbono na atmosfera já registrada. O relatório da Agência Internacional de Energia (AIE) diminui as esperanças de manter o aquecimento global em níveis considerados “seguros”.

As emissões de dióxido de carbono (CO2), o principal gás do efeito estufa, cresceram 5% no ano passado em relação ao recorde anterior, de 2008. Em 2009, as emissões haviam caído graças à crise financeira global, que reduziu a atividade econômica – o que, mais claro do que nunca, mostrou o caminho para a solução.

Essas informações significam que o objetivo de prevenir um aumento de temperatura de mais de dois graus Celsius – que cientistas dizem ser o limite para mudanças climáticas potencialmente perigosas – deve se tornar apenas mais uma utopia.

No último ano, 30,6 gigatoneladas de CO2 foram despejadas na atmosfera, oriundas principalmente de queimas de combustíveis fósseis. Os países auto-intitulados “desenvolvidos” foram responsáveis por 40% das emissões totais em 2010, mas responderam por apenas 25% do aumento com relação ao ano anterior. Países classificados como “em desenvolvimento”, como o Brasil, a China e a Índia, registraram aumento proporcionalmente maior em termos de emissões.

E assim, dia após dia, a humanidade acelera a sua guerra contra ATWA – a ordem de todas as vidas. Mas ATWA era ATWA antes de o homem ser homem. Continuará a ser ATWA quando o homem se destruir – e os irmãos e irmãs de ATWA estão ansiosos pelo golpe final.

 Humanidade acelera a guerra contra ATWA

© 2011 ATWA Brasil


[Savitri Devi - "O Relâmpago e o Sol"] (13)

Abaixo, a décima terceira postagem da tradução em desenvolvimento do livro “O Relâmpago e o Sol”, de Savitri Devi – cortesia da ATWA Brasil.

orelampagoeosol logo [Savitri Devi   O Relâmpago e o Sol] (13)

Os objetivos destas pessoas – dos homens dentro do Tempo, por excelência – são sempre objetivos egoístas, mesmo quando, devido à sua magnitude material e importância histórica, eles transcendem imensuravelmente a vida do próprio homem, assim como de fato acontece, às vezes. Isso porque o egoísmo – a justificação da “parte” por mais espaço e mais significado do que lhe é naturalmente atribuído no quadro da totalidade – é a própria raiz da desintegração e, portanto, uma característica indissociável do Tempo. Pode-se dizer, praticamente, que quanto mais uma pessoa é completamente e inexoravelmente egoísta, mais ela ou ele vive “dentro do Tempo”.

Mas, como temos dito, o egoísmo se manifesta de muitas maneiras diferentes. Ele pode encontrar expressão na luxúria da mera satisfação pessoal, que caracteriza o libertino sem vergonha; ou na ganância insaciável do avarento pelo ouro; ou na ambição individual do aspirante a honras e posição social; ou na ambição familiar do homem que está preparado para sacrificar todos os interesses de todo o mundo pelo bem estar e pela felicidade de sua esposa e filhos. Mas o egoísmo também pode aparecer na exaltação da tribo ou da nação de um homem acima de todas as outras tribos e nações, não por seu valor inerente à hierarquia natural da Vida, mas apenas por ser a tribo ou a nação específica daquele homem. O egoísmo pode aparecer – ou melhor, muitas vezes aparece – na exaltação indevida de todos os seres humanos, não importando o seu nível de degradação, acima de todo o resto da criação viva, irrespectivamente da saúde e da beleza destes últimos – a paixão que inspira a tirania secular do “homem” sobre a Natureza. O “amor pelo homem” não está em harmonia com os direitos e deveres ordenados por Deus para cada espécie (assim como para cada raça e cada indivíduo), mas existe num espírito de mera solidariedade entre parentes, bons ou maus, dignos ou indignos, apenas porque são os seus próprios. Homens “dentro do Tempo” sabem apenas diferenciar o que é seu e o que é dos outros, e eles amam a si mesmos em tudo o que é deles.

Clique aqui para ser direcionado à postagem anterior de “O Relâmpago e o Sol”.

 [Savitri Devi   O Relâmpago e o Sol] (13)

© 2011 ATWA Brasil


Sobre a matéria da revista Vanity Fair (1)

manson arcomodeus Sobre a matéria da revista Vanity Fair (1)

A revista espanhola Vanity Fair publicou em sua edição de maio de 2011 uma matéria sobre Charles Manson e ATWA. O artigo causou um enorme alvoroço entre os meios de comunicação americanos. Um dia depois de publicado, centenas de websites fizeram seus comentários, e a mídia sensacionalista não perdeu a oportunidade de vender um pouco mais de medo a seus leitores.

Nós colaboramos diretamente com o artigo. Um jornalista da Vanity Fair entrou em contato conosco para conversar sobre Charles Manson e ATWA. Ele nos pediu formalmente para entrevistar Manson pelo telefone. Manson concordou em ceder a entrevista, e nós organizamos uma estrutura para transferir as chamadas de Manson para o jornalista. Também colaboramos com a gravação da entrevista, e tivemos a oportunidade de corrigir algumas citações que haviam sido mal interpretadas pelo jornalista, entre outras coisas. Também fornecemos materiais e documentos privados para que o jornalista pudesse expandir seu artigo e oferecer “algo novo” – como ele havia prometido fazer.

No presente momento, nos reservamos o direito de não comentar em profundidade sobre o devido artigo. Isso será feito em outro momento.

Em qualquer caso, surgiu uma enorme confusão como conseqüência do devido artigo. Alguns meios de comunicação sensacionalistas não fizeram seu trabalho honestamente (como era esperado), e traduziram (propositalmente) errado algumas palavras de Charles Manson do espanhol para o inglês.

Para esclarecer essa confusão, segue abaixo, em português, o que Manson realmente disse sobre o presidente americano Barack Obama, e sobre o seu suposto advogado, Giovanni Di Stefano, entre outras coisas que foram mal traduzidas:

David Lopez (Vanity Fair): Sr. Manson, agora que você está falando sobre as notícias, o que você pensa do Obama?
Charles Manson: Obama?

David Lopez (Vanity Fair): Sim, o que você acha dele?
Charles Manson: Acho que ele é tolo por fazê-lo (esse trabalho). Eu não sei como o enganaram para que ele acabasse o fazendo. Alguém o enganou para ele cair ali. Ele não entende o que estão fazendo com ele. Estão jogando com ele.

David Lopez (Vanity Fair): Mas você gosta dele? Você acha que ele dá algum tipo de esperança ou não?
Charles Manson: Eu não tenho espaço para gostar ou desgostar. Eu estabeleço a verdade. Eu não gosto ou desgosto.

David Lopez (Vanity Fair): Sr. Manson, você tem um novo advogado, Giovanni Di Stefano, que está trabalhando para tirá-lo da prisão.
Charles Manson: Não, ele é apenas mais um católico. Essa é uma conspiração dos católicos para roubar a minha vida e usar a minha vida para o que os sicilianos da Máfia estão fazendo. Ele é um mafioso. É o mesmo promotor, mas com um rosto diferente. Isso é tudo.

David Lopez (Vanity Fair): Você acha que representa um perigo para a sociedade? Ou como você gostaria de chamar isso… o sistema?
Charles Manson: O sistema. O sistema é dinheiro, apenas isso. E eles se recusam a me dar o meu dinheiro. Todo mundo está fazendo milhões. Você sabe quanto dinheiro as pessoas ganharam usando a minha vida? E você pensa que eu gostaria de me ajustar a aquilo? Eu sou muito pior do que aquilo. É isso o que eu faço para poder ser melhor do que aquilo. Eu não posso ser melhor do que aquilo a não ser que eu seja muito pior do que aquilo. Porque aquilo é pior do que eu conseguiria imaginar, e eu não faria tal coisa. Eu não faria metade das coisas que eles fazem, e é isso o que eu lhe disse sobre o presidente. Eu não sei como eles o enganaram para que ele aceitasse aquele emprego, mas ele aceitou.

David Lopez (Vanity Fair): Existe alguma solução? Algo que pode ser feito para evitar isso (a destruição da vida)?
Charles Manson: Estou te falando. Todas as vezes que eu saí da prisão, o deserto estava mais morto do que antes. Os veados se foram, não foram mais lá. Os insetos desapareceram, e as abelhas não existem mais. Os pássaros não voam mais por lá. Como pode?

David Lopez (Vanity Fair): Então não existe uma solução para corrigir isso?
Charles Manson: Sim, tem uma solução. Uma única solução: todos nesse mundo têm que aceitar Deus – o nosso ar – e trabalhar para Deus – o nosso ar. Todos no mundo têm que aceitar o ar como Deus. Aceite o ar como Deus, porque sem ar vocês não existem. Se vocês querem existir, vocês têm que existir com o ar. Vocês têm que parar de guerrear contra o ar. O pecado de vocês é contra vocês mesmos – é o seu pecado contra o ar. O ar é tudo o que vocês têm. Se você está ganhando dinheiro e vendendo o seu ar, você está vendendo a sua própria vida. Você está comprando e vendendo a sua própria destruição. Esse sistema que diz que eu não sou bom, que eu represento um perigo – eu posso ser um perigo para a sua estupidez e para a sua ignorância, mas eu não represento um perigo para formas de vida inteligentes. Eu não represento um perigo para as pessoas que querem existir nesse planeta.

E com isso, encerramos esse comunicado. Em breve, falaremos mais sobre a entrevista com a revista Vanity Fair.

 Sobre a matéria da revista Vanity Fair (1)

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Bolívia e ATWA: Lição para o Brasil

atwa todasasvidas Bolívia e ATWA: Lição para o Brasil

Os brasileiros devem aprender uma lição com a Bolívia, antes que o verde da nossa bandeira se torne apenas simbólico – uma confirmação da agressão e ignorância dos homens.

A Bolívia está em vias da aprovar a primeira legislação mundial dando à natureza direitos iguais aos dos humanos – a Lei da Mãe Terra. Trata-se da única proposta de um governo no continente americano em harmonia com ATWA.

A nova lei qualifica os ricos depósitos minerais do país como “bênçãos”, e tem a intenção de promover uma mudança importante na conservação e em medidas sociais para a redução da poluição e controle da indústria. Seriam os brasileiros capazes de enxergar a Amazônia ou o Cerrado como “bênçãos”?

A Lei da Mãe Terra estabelece 11 direitos para a natureza, incluindo o direito à vida, o direito da continuação de ciclos e processos vitais livres de alteração humana, o direito a água e ar limpos, o direito ao equilíbrio, e o direito de não ter estruturas celulares modificadas ou alteradas geneticamente. Ela também vai assegurar o direito de o país “não ser afetado por megaestruturas e projetos de desenvolvimento que afetem o equilíbrio de ecossistemas e as comunidades locais”.

Segundo o vice-presidente Alvaro García Linera, a lei “estabelece uma nova relação entre homem e natureza. A harmonia que tem de ser preservada como garantia de sua regeneração. A terra é a mãe de todos”.

Esta mudança significa a ressurgência da visão de um mundo indígena andino, que coloca a deusa da Terra e do ambiente, Pachamama, no centro de toda a vida. Esta visão considera iguais os direitos humanos e de todas as outras entidades.

Enquanto isso, ao cruzar a fronteira, os brasileiros lutam contra o Código Florestal para justificar as contínuas agressões contra ATWA. E se orgulham da venda de veículos novos no país ter batido seu recorde em abril desse ano.

O sábio mártir Charles Manson diz: “A Vida é Deus. Todas as vidas: insetos, pássaros, árvores. Tudo o que está vivo é Deus. O Sol é Deus. E nós temos Deus aqui, pendurado em uma cruz”.

E Manson diz: “Essas pessoas aí fora, elas estão tão ocupadas correndo atrás do Todo Poderoso Dólar que elas são incapazes de relaxar e entrar em sintonia com O Um. Elas comem animais e derrubam árvores e destroem todas as coisas que o planeta nos dá, e não dão nada em retorno – são robôs gananciosos e egoístas”.

Portanto, passou a hora dos Estados Unidos do Brasil acordar!

 Bolívia e ATWA: Lição para o Brasil

© 2011 ATWA Brasil


[Savitri Devi - "O Relâmpago e o Sol"] (12)

Abaixo, a décima segunda postagem da tradução em desenvolvimento do livro “O Relâmpago e o Sol”, de Savitri Devi – cortesia da ATWA Brasil.

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Parte 1

Capítulo 3 – Homens dentro do Tempo, acima do Tempo, e contra o Tempo

Todos os homens, na medida em que eles não estão libertos da escravidão do Tempo, seguem o caminho degenerativo da história, sabendo disso ou não, e gostando disso ou não.

Poucos realmente e completamente gostam dessa situação, mesmo em nossa época – e muito menos em idades mais felizes, quando as pessoas liam menos e pensavam mais. Poucos seguem em frente sem hesitações, sem olhar, em algum momento ou outro, tristemente para o distante paraíso perdido que eles sabem, na sua consciência mais profunda, que eles nunca entrarão; o paraíso da Perfeição dentro do tempo – uma coisa tão distante do presente que as primeiras pessoas sobre as quais temos conhecimento lembram apenas como um sonho. No entanto, eles seguem o caminho fatal. Eles obedecem a seu destino.

Essa submissão à terrível lei da decadência – essa aceitação da escravidão do Tempo por criaturas que vagamente sentem que poderiam ser livres dela, mas que acham que essa é uma tarefa árdua demais para ser apostada; que sabem de antemão que nunca teriam sucesso, mesmo que tentassem – está no fundo da infelicidade incurável do homem, lamentada vez após vez nas tragédias gregas, e também muito antes destas terem sido escritas. O homem é infeliz porque ele sabe, e porque ele sente – em geral – que o mundo em que ele vive e do qual ele faz parte não é o que deveria ser, e o que poderia ser, e o que, na verdade, foi na aurora do Tempo, antes da decadência se armar, e antes da violência ter se tornado inevitável. Ele não é capaz de honestamente aceitar esse mundo como o seu – especialmente não aceitar o fato de que tudo está indo de mal a pior – e ainda assim ser feliz. Por mais que ele tente ser um “realista” e arrancar do destino o que ele puder, quando puder, ainda assim um anseio invencível sobre algo melhor continua no fundo do seu coração. Ele não pode – em geral – desejar o mundo como ele atualmente é.

Mas poucas pessoas – tão raras quanto aquelas libertadas, para as quais o Tempo não existe, e talvez ainda mais raras do que isso – desejam tal mundo; e agem de acordo com essa vontade. Estas são as mais aprofundadas, os agentes mais impiedosos e eficazes das forças da morte na Terra: extremamente inteligentes, e por vezes extraordinariamente perspicazes; sempre sem o mínimo de escrúpulos; trabalhando sem hesitação e sem remorsos no sentido de acelerar a queda da história e (mesmo que não consigam enxergar a situação claramente dessa forma) a chegada da sua conclusão lógica: a aniquilação do homem e de toda a vida.

Naturalmente, eles nem sempre vêem tão longe. Mas quando o fazem, ainda assim eles não se importam. Como a Lei do Tempo é o que é, e como o fim deve naturalmente chegar, para eles vale a pena conquistar todo o lucro que for possível durante esse processo que, afinal, mais cedo ou mais tarde, trará o fim. Como ninguém é capaz de recriar o esperado Paraíso perdido – ninguém senão a própria roda do tempo, depois de ter completado o seu ciclo – então para eles, que podem esquecer completamente essa distante visão, ou que nunca foram capazes de vislumbrar seu brilho; eles, que sufocam em si mesmos o anseio pela Perfeição, ou melhor, eles quem nunca puderam experimentá-la; então assim, para eles vale a pena tentar espremer desse momento (minutos ou anos, pouco importa) todos os prazeres intensos e imediatos que eles puderem, até que chegue a hora em que eles deverão morrer. Para eles, vale a pena deixar a sua marca no mundo – e forçar as gerações a lembrá-los – até a hora em que o mundo morrer. Assim eles se sentem. Para eles, tanto faz o que eles podem causar de sofrimento para os homens ou outros seres vivos agindo como eles agem. Tanto os homens como as demais criaturas são obrigados a sofrer, de qualquer maneira – eles pensam. Qualquer coisa vale, através deles assim como através de outros, se isso puder avançar os objetivos destas pessoas.

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 [Savitri Devi   O Relâmpago e o Sol] (12)

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[Savitri Devi - "O Relâmpago e o Sol"] (11)

Abaixo, a décima primeira postagem da tradução em desenvolvimento do livro “O Relâmpago e o Sol”, de Savitri Devi – cortesia da ATWA Brasil.

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A “verdade desagradável” é que o pacifismo, a não-violência e assim por diante, são, na maioria das vezes, apenas ferramentas em serviço das forças de desintegração; truques desonestos para blefar os tolos, para enfraquecer os fortes, e para colocar milhões de covardes e hipócritas (a maioria do mundo) contra as poucas pessoas cuja inspiração política, perseguida implacavelmente pelo seu fim lógico, poderia, talvez, mesmo agora, parar a decadência do homem.

Como foi dito no início, a não-violência só pode existir em um mundo em que a ordem temporal sócio-política é, na escala humana, uma réplica da eterna Ordem do Cosmos. Qualquer pregação eficaz – e qualquer prática parcial – de pacifismo na política, ou seja, dentro do tempo, fora de tal ordem temporal, leva apenas, em última instância, a uma maior violência; a uma maior exploração da natureza viva, e a uma maior opressão do homem nas mãos daqueles que trabalham pelas forças da morte. Mas, há milênios que a ordem perfeita deixou de existir. Ela deve ser recriada antes que a paz possa florescer. E ela não pode, agora, ser criada de novo sem violência extrema, exercida, desta vez, com um espírito altruísta, por homens de visão.

O melhor caminho para aqueles que desejam sinceramente uma paz justa e duradoura seria, portanto, naturalmente, fazer todo o possível para entregar o mundo para os homens de visão, o mais rapidamente possível; ou pelo menos, não tentar impedi-los de conquistá-lo. Infelizmente, a maioria dos pacifistas ou não querem realmente a paz, e apenas fingem querer, ou então realmente querem tal coisa, mas apenas sob certas condições ideológicas que são incompatíveis com a realidade agora, e que se tornarão mais e mais incompatíveis até o final do atual ciclo histórico. Qualquer violência praticada contra seres humanos os choca. As pessoas que apóiam abertamente o uso da força – seja no espírito mais desinteressado e para o melhor dos propósitos – são, por isso mesmo, um anátema em seus olhos. Ajudá-los a conquistar e dominar o mundo? Oh, não! Tudo menos isso! Os ideais dos homens de visão podem muito bem ser ideais da “Era Dourada”; mas os métodos deles! – a atitude cínica deles em relação à vida humana; a perseguição implacável e impiedosa para a eliminação até mesmo de possíveis obstáculos para a realização rápida de seus objetivos altruístas; sua “lógica terrível” (para citar as palavras de um oficial francês na Alemanha ocupada, depois desta guerra) – os nossos pacifistas nunca poderiam se aliar a estes! Como resultado, eles representam algo muito pior – e geralmente sem saber. Pois, através da sua recusa em encarar os fatos e tomar a única atitude razoável que um verdadeiro amante da paz deveria tomar, eles se tornam instrumentos a serviço das forças de desintegração.

Não é possível ter ambas as coisas: quem não está com as eternas Forças da Vida e Luz, está contra elas. A menos que se viva “fora” ou “acima” do Tempo, caminha-se no sentido da evolução inevitável da história – ou seja, no sentido da decadência e dissolução – ou em protesto contra a corrente dos séculos, em uma luta amarga e aparentemente impossível, mas, no entanto, ainda assim bela, com os olhos fixos sobre os ideais eternos que podem ser traduzidos integralmente para a realidade material uma só vez, no início de cada ciclo sucessivo, por cada nova e sucessiva humanidade. Mas é verdade que a minoria corajosa de homens de ação que lutam “contra o Tempo” por ideais da “Era Dourada” é obrigada a tornar-se, conforme o tempo passa, mais e mais cruel em seu esforço para superar uma oposição universal cada vez mais bem organizada e cada vez mais evasiva. E por essa razão, torna-se cada vez mais difícil para que os pacifistas os sigam. Com toda probabilidade, eles continuarão a preferir identificar-se com os agentes mentirosos das Forças das Trevas. E isso é natural. Mais uma vez: está dentro da lei do tempo. As forças da morte devem ter praticamente todo o mundo sob seu controle antes da vinda de um novo recomeço, que sempre nasce como uma reafirmação do triunfo da Vida.

E assim, dia após dia, ano após ano, agora e no futuro, os poderes conflitantes da luz e das trevas não deixam de travar a sua luta mortal, como sempre fizeram, mas cada vez mais ferozmente na medida em que o tempo passa. E na medida em que o tempo passa, a luta também será mais e mais entre uma violência abertamente reconhecida e abertamente aceita, e uma violência desonestamente dissimulada, sendo a primeira colocada a serviço do mais alto propósito da Vida na Terra – ou seja, a criação de uma humanidade ideal, ou de uma humanidade aos moldes da “Era Dourada” – e a outra, colocada a serviço dos inimigos da Vida. E será assim até que, após a queda final – o “fim do mundo” como nós o conhecemos – a liderança da sobrevivência da humanidade caia para aquela elite vitoriosa que, mesmo em meio à decadência geral do homem, nunca perdeu a fé nos eternos valores cósmicos, nem a vontade de desenhar a partir deles, e somente a partir deles, as suas leis de ação.

Essa elite irá, então, não mais ser obrigada a recorrer à violência para impor sua vontade. Ela irá governar sem oposição em um mundo pacífico, em que a Nova Ordem dos seus sonhos será, para todos, o único estado natural e racional das coisas. Até que o homem esqueça novamente a Verdade imutável, volte a agir como se as leis de ferro de causa e conseqüência não lhe afetassem, e novamente se deteriore.

Nada pode parar a roda do tempo.

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 [Savitri Devi   O Relâmpago e o Sol] (11)

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[Savitri Devi - "O Relâmpago e o Sol"] (10)

Abaixo, a décima postagem da tradução em desenvolvimento do livro “O Relâmpago e o Sol”, de Savitri Devi – cortesia da ATWA Brasil.

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Essa desonestidade geral sobre a violência, que tem se tornado progressivamente mais comum desde os primórdios da história, está clara hoje na forma como as pessoas deliberadamente escondem de si próprias e dos outros os horrores que eles perdoam, mas que ainda assim são incapazes de justificar.

Muitas das atrocidades cometidas contra os animais com a intenção de avançar conhecimentos médicos são tão terríveis que, apesar de suas alegadas “justificativas”, é “do interesse da ciência” – e do interesse das questões comerciais do mercado de patentes de medicamentos – não permitir que o público saiba sobre elas. E o público é deliberadamente mantido na ignorância – induzido a acreditar que esses horrores não existem realmente, ou que eles não são, na realidade, tão sanguinolentos quanto parecem ser. Sendo assim, logicamente as inúmeras crueldades cometidas por mera curiosidade ou por luxo, ou por diversão, são as mais escondidas – negadas sutilmente. Milhares de tolos bem-intencionados, que falam sobre o suposto “progresso moral” da nossa época, não têm idéia alguma sobre o que se passa em institutos científicos, no comércio de peles ou nos circos.

Milhares de pessoas igualmente bem-intencionadas e igualmente insensatas, que não questionam o que lhes é dado para ler e sabem pouco além do que lhes é oferecido, também não fazem idéia sobre os horrores perpetrados por seus compatriotas em países de outras pessoas como colonos ou como membros de exércitos de ocupação, ou melhor, não fazem nenhuma idéia sobre o que se passa em seus próprios países, atrás das grades, nas câmaras de tortura para a investigação política, e nos campos de concentração. Na verdade, na Inglaterra e em outras nações democráticas, muitos têm a impressão de que seus governos nunca toleraram coisas tais como campos de concentração e câmaras de tortura para seres humanos. Apenas “o inimigo” tinha essas coisas – isso é o que essas pessoas acreditam. Anos atrás, elas teriam de admitir que “todo mundo tem” essas coisas, e deveria tê-las, porque não se pode executar uma guerra sem esses acessórios desagradáveis, mas extremamente úteis. Mas agora a hipocrisia sobre a violência atingiu o seu ápice. Nunca houve no mundo tanta crueldade, aliada a uma tentativa tão generalizada de escondê-la, de negá-la, esquecê-la e, se possível, fazer com que os outros também a esqueçam. Nunca as pessoas têm sido tão dispostas a esquecê-la, com cenários externos “decentes” e agradáveis – casas e ruas em que nenhuma tortura de homens ou animais pode ser vista ou reconhecida – desde que, evidentemente, não seja a crueldade “do inimigo”. A única vez em que homens e mulheres modernos não tentam minimizar horrores, mas na verdade os exageram (e muitas vezes deliberadamente os inventam) é quando esses são (ou são apresentados como) os horrores do “inimigo” – nunca os seus próprios. E isso é em si apenas uma instância adicional da característica geral dos nossos tempos: o amor pelas mentiras.

O que virou o mundo inteiro tão amargamente contra os francos defensores dos métodos cruéis tanto no governo como nas guerras, não é tanto que eles fossem violentos, mas o fato de que eles eram verdadeiros. Mentirosos odeiam aqueles que contam as verdades desagradáveis, e que agem em conformidade com elas.

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[Savitri Devi - "O Relâmpago e o Sol"] (9)

Abaixo, a nona postagem da tradução em desenvolvimento do livro “O Relâmpago e o Sol”, de Savitri Devi – cortesia da ATWA Brasil.

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Temos falado de dois tipos de violência. Em nenhum caso a diferença na natureza desses dois tipos é mais evidente, talvez, do que na atitude dos defensores – ou condizentes – de cada um com relação à criação viva fora da humanidade.

A violência franca e corajosa, que qualquer idealista com uma visão real é obrigado a usar assim que ele tentar traduzir sua intuição da verdade eterna em ação, em um mundo teimosamente degenerado, curvado sobre a sua própria destruição, é a violência que, dizemos, nunca é exercida – e nunca poderia, logicamente, ser exercida, salvo, talvez, em certos casos de urgência vital – contra quaisquer outras criaturas vivas que não sejam pessoas. Seu único propósito é esmagar, tão rápida e completamente como for possível, toda a resistência a uma ordem sócio-política imposta muito cedo para ser apreciada por todos aqueles a quem ela afetaria. Como veremos, ela não afeta apenas os seres humanos. Ela inclui, e deverá abranger, também, no longo prazo, todos os seres vivos. Caso contrário, ela não seria uma ordem baseada na verdade eterna, e a violência usada para impô-la não se justificaria. Mas apenas os seres humanos podem e se opõem a essa ordem. Apenas eles são, portanto, à medida que se tornam obstáculos ao seu estabelecimento ou à sua manutenção, vítimas justificadas da violência necessária daqueles cujo dever é defendê-la. Como conseqüência do fato de que eles não têm nada a ver com a formação da sociedade humana, os animais inocentes nunca são atormentados por homens que acreditam que, em todo caso, a tortura pode somente ser dispensada quando aplicada para avançar fins impessoais políticos que estejam em harmonia com os princípios eternos.

Esses homens não toleram a imposição de dor sobre as criaturas que vivem para pesquisas destinadas, nas mentes dos torturadores e dos seus apoiadores, a aliviar os sofrimentos da humanidade doente ou para satisfazer simples desejos por informações “científicas”. Porque se eles realmente são expoentes dos ideais da “Era Dourada” – homens de ação, com a consciência da verdade eterna e um amor ardente pela perfeição – não há chance de eles compartilharem, seja sobre a humanidade ou sobre as doenças, ou sobre a ânsia mórbida por um ocioso conhecimento a qualquer custo, os preconceitos comuns que têm vindo a se desenvolver, há séculos, como resultado da crescente decadência deste mundo. Eles não podem acreditar que todas as vidas humanas, degeneradas como possam ser, sejam, necessariamente, válidas de serem salvas. E eles devem acreditar que a melhor forma de erradicar as doenças não é descobrindo novos tratamentos para ensinar homens e mulheres a viverem vidas mais saudáveis, mas sim, antes de tudo, fortalecendo as raças naturalmente privilegiadas com uma política sistemática e racional, aplicada, em primeiro lugar, à arte básica da procriação. E eles devem sentir um desprezo para com todas as formas de pesquisa inúteis, sem falar da curiosidade criminal sobre o mistério da vida, que transformou centenas de homens como Pavlov, ou Voronoff – ou Claude Bernard – em verdadeiros monstros.

Há mais. A ideologia do forte naturalmente anda de mãos dadas com repulsa por todas as formas de crueldade para com os lindos animais indefesos. Nietzsche exaltou a bondade como a maior força do super-homem – “a última vitória do herói sobre si mesmo”. E a bondade que não abrange toda a vida não é bondade de forma alguma. A bondade que leva o homem a “amar os seus inimigos” sem exigir que ele ame as criaturas inocentes da terra, que não lhe causaram nenhum dano intencional; a bondade que o aconselha a poupar as vidas dos homens, mas o permite perseguir e comer os outros animais, e vestir suas peles, ou é hipocrisia ou imbecilidade. A ideologia do forte rejeita esses dois mil anos de contradição com desprezo.

Isto é tão verdade que as únicas pessoas que têm, em nossos tempos, se esforçado para criar uma ordem sócio-política sobre a base de uma tal ideologia; as pessoas que defendem mais consistentemente a violência saudável, necessária, que é indissociável de qualquer luta contra as forças da decadência – os fundadores da Alemanha nacional-socialista – são precisamente aquelas que expressaram o amor mais sincero por toda a Natureza em seu sistema educacional, e fizeram tudo o que podiam para proteger, por lei, tanto os animais como as florestas; é tão verdadeiro, que o líder que os inspirou – Adolf Hitler, agora tão descaradamente caluniado e tão amargamente odiado por um mundo inútil – não só se absteve de carne em sua própria dieta diária, mas é , pelo que sei, o único governante europeu que já contemplou seriamente a possibilidade de um continente sem matadouros, e ele realmente tinha a intenção de tornar esse sonho uma realidade, logo que pudesse.

Compare isso com o tratamento das criaturas nas mãos da maioria das pessoas que negam os indivíduos e raças superiores o direito de serem implacáveis em sua heróica luta contra o Tempo; daqueles que gostariam que nós acreditássemos que eles “amam os seus inimigos” e que eles têm um verdadeiro horror com relação a quaisquer atrocidades! Nós vimos, e nós vemos todos os dias, como os hipócritas tratam os seus inimigos – quando eles os pegam. E nós sabemos quais atrocidades eles podem executar contra outros seres humanos – ou ordenar, ou pelo menos tolerar – quando elas se adaptam às suas finalidades. Eles tratam os animais da mesma maneira. Eles consideram os crimes ocultos diariamente cometidos contra os animais neste mundo cada vez mais perverso, como uma coisa natural, tal como fazem com os que são cometidos contra os homens e mulheres que eles consideram como “fanáticos perigosos”, “criminosos de guerra” e assim por diante.

Naturalmente, eles acham boas desculpas para justificar sua atitude – e sempre farão isso; a lógica foi concedida ao homem para que ele pudesse se justificar aos seus próprios olhos, seja qual for a monstruosidade que ele possa decidir apoiar. Mas suas premissas são totalmente diferentes daquelas das pessoas altruístas que lutam com brutalidade consistente pelos ideais de harmonia com a perfeita ordem cósmica. Seu argumento básico é “o interesse da humanidade” – de forma indiscriminada; o “interesse da humanidade” como um todo; da “maioria” dos seres humanos, bons, maus e indiferentes; e apenas dos seres humanos. Seus ideais – expressão da tendência decadente do Tempo, que acelera o homem para o seu fim – são qualquer coisa, exceto ideais da “Era Dourada”.

Qual é a humanidade que os agentes de bom coração das forças da escuridão querem realmente “salvar”, à custa de sofrimentos indizíveis infligidos a criaturas saudáveis, inocentes e belas nas câmaras de tortura da “ciência”? Certamente não a elite forte e orgulhosa da humanidade, à espera do seu dia para começar um novo ciclo histórico, sobre as ruínas do mundo atual. Esses homens e mulheres que pertencem a essa minoria saudável não precisam de tal medicamento laboriosamente descoberto, e não iriam aceitá-lo. Não. A maioria dos nossos contemporâneos que defendem a imposição de dor sobre as criaturas que vivem em prol da “pesquisa” está preocupada com o alívio do “sofrimento” da humanidade. Eles são cheios desse amor mórbido para com os doentes e os aleijados, os fracos e os deficientes de todo tipo, que o Cristianismo colocou na moda e que é, sem dúvida, um dos sinais mais nauseantes da decadência do homem moderno. Sejam eles professos cristãos ou não, todos se apegam à crença idiota de que é um “dever” salvar, ou pelo menos prorrogar, a qualquer custo, qualquer vida humana, mesmo que sem valor – um dever de prolongar a vida simplesmente porque é uma vida humana. Como conseqüência, eles estão dispostos a sacrificar qualquer número de animais saudáveis e bonitos, se imaginarem que isso poderá ajudar a corrigir os corpos de pessoas que, na maioria dos casos, não teriam sido permitidas a viver, ou melhor, nunca nem teriam nascido, em uma sociedade bem concebida e bem organizada. Em seus olhos, um idiota humano vale mais do que o modelo mais perfeito de vida animal ou vegetal. De fato, enquanto a nossa espécie se degenera, a sua vaidade cresce! E essa vaidade ajuda a manter os homens satisfeitos, embora eles sejam completamente afastados da visão da perfeição, gloriosa e saudável, que dominou a consciência do mundo em sua juventude e que ainda é, e permanecerá até o fim, a visão inspiradora de uma minoria decrescente.

Os relatos das atrocidades cometidas contra os animais inocentes, a fim de encontrar meios para combater doenças em uma humanidade mais e mais contaminada, ou até mesmo a fim de encontrar meios para incentivar vícios para um número cada vez maior de degenerados, encheriam livros inteiros. As abominações semelhantes realizadas por mera curiosidade científica, também. Este não é o lugar para ponderar sobre esse assunto horripilante. No entanto, quando lembramos que as pessoas que desculparam esses e outros horrores, ou melhor, que aprovaram esses horrores – que admiraram alguém como Pasteur, e que nunca disseram nem uma palavra sequer contra outros, como Claude Bernard ou, neste século, Pavlov – quando lembramos que essas pessoas tiveram o descaramento de serem juízes em 1945, 1946 e 1947, e que, com o consentimento do mundo, sentenciaram à morte os médicos alemães, justa ou injustamente acusados de terem realizado experimentos muito menos cruéis a inimigos ativos ou potenciais de tudo o que eles amavam e defendiam, então é um nojo a profundidade de hipocrisia que a humanidade tem alcançado em nossa época. Porque nunca antes, talvez, tal exposição teatral de indignação sobre determinados atos de violência tenha caminhado de mãos dadas com uma tolerância universal de atos de violência muito mais horríveis.

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