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ATWA Total: Um novo tipo de ecologia

atwa atwatotal ATWA Total: Um novo tipo de ecologia

Apesar de todos os absurdos que a esmagadora maioria dos supostos “grupos ambientalistas” oferece em termos de soluções honestas, o ar, as árvores, a água, e a vida selvagem (ATWA) continuam em perigo.

ATWA é o único sistema de solução que serve como uma verdadeira alternativa a esse movimento impregnado de fraudes e aniquilado pela previsível inclinação do homem para com as mentiras. Aqueles que entendem ATWA como uma forma de superambientalismo foram enganados, e não têm compreensão sobre a verdadeira ecologia – algo completamente diferente do que acreditam, infinitamente mais profundo.

ATWA é uma revolução da Consciência Universal, em níveis de conscientização, compreensão, entendimento, perspectiva e percepção. Há um despertar nos padrões de pensamento daqueles que estão realmente trabalhando para resgatar a vida nesse planeta.

O coroamento desse trabalho é a fundação da alma – uma fundação que cresce a partir dos dispostos, dos determinados, dos altruístas. Um reservatório inexplorado de energia ilimitada derivado da força da vida – isso é o que nos sustenta e guia os nossos corações e as nossas mentes, nossas pás, e nossas sementes.

A redenção da Terra se torna uma paixão que consome tudo e a todos, que ressoa em cada respiração. Aqueles que escolhem viver uma vida perto da terra e em acordo com a ordem natural das coisas adquirem um profundo respeito e uma compreensão mais intensa com relação à majestade grandiosa e terrível que é a força da vida. Esse é um tipo maior de ecologia. Isso é ATWA Total!

Desistir do sistema moderno de conforto e conveniência, que só enfraquece o homem e o leva a um completo desequilíbrio, é mais um privilégio do que um sacrifício. O modo de vida de ATWA é a única verdadeira vocação que oferece, a todos, uma maior compreensão dos caminhos da Terra e de todos os seus reinos. Um entendimento de que a Terra tem o direito de viver apesar do consumo insaciável dos seus recursos naturais e da dominação dos habitats naturais por parte da humanidade, de que ATWA tem direito a seu próprio destino, em seu lugar de direito, com o Sol.

- Mac Bloscaidh

 ATWA Total: Um novo tipo de ecologia

© 2012 ATWA Brasil


Novo estoque do álbum “Trees” no Brasil

charlesmanson trees Novo estoque do álbum Trees no Brasil

A ATWA Brasil tem o prazer de comunicar que um novo estoque de CDs do álbum “Trees” de Charles Manson chegou ao Brasil. O álbum contém as últimas canções gravadas pelo Emissário de ATWA.

O novo estoque foi enviado diretamente da Califórnia para facilitar o acesso às mais recentes mensagens de Charles Manson aos interessados e simpatizantes brasileiros.

A ATWA Brasil disponibiliza esses CDs a preço de custo. Sem taxas de importação. Sem a necessidade de um cartão de crédito nacional ou internacional.

Para saber mais sobre o álbum “Trees”, clique aqui.

Para mais informações sobre como adquirir o CD, entre em contato com a ATWA Brasil: contato@atwabrasil.com

 Novo estoque do álbum Trees no Brasil

© 2012 ATWA Brasil


Perspectiva de ATWA sobre a questão dos gatos

atwa gatos Perspectiva de ATWA sobre a questão dos gatos

Muitas ONGs, movimentos sociais, e ativistas que se dizem simpatizantes de direitos para os animais e respeito pelo meio ambiente têm falhado enormemente devido a uma básica incompreensão sobre o que está em jogo quando se fala de natureza.

Grupos ingenuamente bem intencionados (e alguns bem financiados) têm colocado pressão em governos locais pelo Brasil a fora a fim de promover programas de captura, castração, vacinação, e devolução de gatos de rua. Isso em nome de alguma noção obscura de respeito à vida dos animais por parte de voluntários genuinamente bem intencionados. Eles tendem a argumentar que programas assim seriam mais “humanos” do que simplesmente sacrificar esses gatos.

Mas isso não passa de imaginação (de novo, bem intencionada) de pessoas que, na realidade, sabem muito pouco sobre a vida animal. Gatos de rua vivem vidas curtas e violentas, e são comumente atropelados por carros, ou mortos por doenças, maus-tratos, ou predação. Mais importante do que isso, eles também representam uma fonte de propagação de doenças como raiva e toxoplasmose para humanos e outras formas de vida nativas. E sejam eles bem alimentados ou não, gatos de rua caçam e matam formas de vida naturais em escalas catastróficas – uma realidade que é longe de ser “humana”.

Algumas estimativas sugerem que exista cerca de 70 milhões de gatos selvagens vagando livremente pelo Brasil – incluindo gatos domesticados criados fora de casa, fugitivos, ou simplesmente selvagens. E baseado nesses números, estima-se que esses gatos matem cerca de um milhão de pássaros a cada dia, e mais de duas vezes esse número de pequenos roedores. Pergunto aos bem intencionados ativistas pelos direitos dos animais: onde estão os gritos de indignação por todas essas mortes?

Toda essa matança vem de um animal que nem sequer é nativo da América. Em suporte dessa afirmação, a União Internacional pela Conservação da Natureza lista os gatos domésticos como “uma das piores espécies invasivas do planeta”, e cientistas de conservação têm soado o alarme sobre a urgência de controlar esses gatos para preservar um equilíbrio ecológico, particularmente em áreas como parques urbanos.

Mas essa ameaça vai além dos centros urbanos. Um recente estudo americano do Instituto Nacional de Alergias e Doenças Infecciosas mostrou que o parasita que causa toxoplasmosis, que contamina a água a partir de fezes de gatos, contribui todos os dias para a morte de milhares de mamíferos marinhos, como focas, golfinhos, e baleias.

A ciência é clara: gatos estão causando danos irreparáveis para a fauna nativa, e devem ser mantidos em locais fechados. Infelizmente, muitos oficiais públicos, políticos, e ativistas praticam uma eco-ignorância generalizada sobre a questão dos gatos, ignorando a ciência.

Inspirados bela beleza dos gatos e pela sua aparente fragilidade, pessoas bem intencionadas têm representado um verdadeiro obstáculo para um equilíbrio natural. Essa resposta emocional ignora a ciência, mas é a ciência – e não a emoção – que deve determinar as políticas de como lidar com a questão dos gatos. Quantos outros estudos científicos serão necessários para convencer políticos e ativistas de que é necessário mudar a maneira como está se lidando com o crescimento desenfreado da população de gatos? Já passou do momento de fazermos as perguntas corretas sobre essa questão, e ouvirmos respostas racionais.

 Perspectiva de ATWA sobre a questão dos gatos

© 2012 ATWA Brasil


O pecado de descobrir o Lago Vostok

atwa lagovostok O pecado de descobrir o Lago Vostok

Depois de 30 anos de pesquisas e perfurações, um grupo de pesquisadores russos está perto de desvendar o pré-histórico Lago Vostok, situado na Antártida, que permanece enterrado sob aproximadamente 3,800 metros de gelo há mais de 14 milhões de anos. Apesar de ainda enterrado, o lago é o terceiro maior do planeta baseado na quantidade de água que abriga.

No início da década de 1990, um estudo russo recriou a história da atmosfera da Terra durante os últimos 400 mil anos – uma documentação do ar do planeta durante as quatro últimas eras glaciais. Para espanto dos pesquisadores, o Lago Vostok apresentou taxas de oxigênio 50 vezes maiores do que é encontrado comumente em outros lagos de água doce. Essa concentração altíssima poderia ser explicada pelo enorme peso e pressão da calota polar continental sobre o lago, mas ainda permanece um mistério.

A maior curiosidade dos cientistas no momento é determinar se algum tipo de vida existe no Lago Vostok. Em todo caso, seria um organismo extremófilo – uma forma de vida adaptada para sobreviver em ambientes extremos. Essa vida precisaria suportar pressões altíssimas, frio constante, escassez de nutrientes, taxas de oxigênio incomuns, e ausência de luz solar. Segundo os cientistas russos, as condições de vida do Lago Vostok são tão distintas que se assemelhariam mais ao que pode ser encontrado em Europa (uma lua de Júpiter) ou Enceladus (uma lua de Saturno) do que a qualquer outro ambiente já descoberto pelo homem moderno. Em outras palavras, a vida a ser encontrada no Lago Vostok pode muito bem exemplificar outros tipos de vida que podem ser encontradas fora da Terra.

De fato, o Lago Vostok tem embriagado a curiosidade do homem. Mas qual será o custo disso?

Como tudo que o homem toca, não se sabe as verdadeiras consequências até que elas se pronunciem. Isso porque quem dita as leis da vida e da morte é ATWA – e não o homem. Algumas coisas foram simplesmente feitas para serem preservadas. A curiosidade do homem, por mais interessante que possa parecer, é trivial demais para contrariar a vontade do que chamamos de Deus – a inteligência que rege a ordem natural de todas as vidas. Trivial demais para ser considerada séria, e séria demais para ser considerada apenas uma trivialidade.

 O pecado de descobrir o Lago Vostok

© 2012 ATWA Brasil


Novo cartão postal enviado por Charles Manson

manson meuar Novo cartão postal enviado por Charles Manson

Abaixo, um novo cartão postal enviado por Charles Manson da cela solitária onde ele atualmente se encontra. Ele diz:

cartao12 frente Novo cartão postal enviado por Charles Manson

“Guie-se para curar-se. Cure-se para guiar-se. É o que faz a força em tudo e todos. Porque Charles sempre esteve com tudo e com todos. Tudo. O tocar de um sino não necessita respostas. Eu amo vocês, não importa o que. Vocês são o meu ar e as minhas árvores.

- Charles Milles Manson Maddox”

 Novo cartão postal enviado por Charles Manson

© 2012 ATWA Brasil


Monsanto: Ameaça a ATWA no Brasil

monsanto Monsanto: Ameaça a ATWA no Brasil

A Monsanto é a empresa que produz o herbicida chamado “Roundup”, que segundo eles mesmos se tornou uma “ferramenta fundamental no dia-a-dia dos agricultores”. A corporação também é responsável pela produção de mais de 90% das sementes geneticamente modificadas (OGM) disponíveis no mundo hoje. Com mais de 110 anos de história (desde 1901), a Monsanto deixou de representar apenas uma ousadia químico-industrial e se tornou com o passar do tempo uma poderosa e ameaçadora empresa de produtos químicos e agrícolas – ameaçando a sua vida, diretamente, todos os dias!

A Monsanto teve um lucro declarado em dois bilhões de dólares em 2009, mas graças aos esforços de alguns irmãos e irmãs de ATWA durante o ano de 2010, expondo as atrocidades e a ameaça representada pela empresa, esse lucro caiu pela metade, principalmente nos Estados Unidos, seu maior mercado.

Mas a Monsanto não é simplesmente mais uma gigante empresa americana: contam com escritórios de vendas, indústrias de produção, e laboratórios de pesquisa em mais de 100 países, incluindo o Brasil. Como resultado da queda nos lucros no mercado americano, a Monsanto tem investido em novos mercados potenciais – e o Brasil tem um papel central nesse novo foco.

Sendo assim, chegou a hora de os irmãos e irmãs de ATWA no Brasil cumprirem com o seu papel de amor e respeito a todas as vidas. Uma grande oportunidade de honrar ATWA, expondo o inimigo, armando as mentes dos aliados, e transformando ideias em ações.

Faça suas próprias pesquisas sobre a Monsanto. Entenda a magnitude do problema. E entre em contato com a ATWA Brasil para saber mais sobre como você pode agir contra essa ameaça – agora!

 Monsanto: Ameaça a ATWA no Brasil

© 2012 ATWA Brasil


A pessoa que você ama é água

atwa amoraagua A pessoa que você ama é água

“O ar e a água precisam do seu amor, agora!”
– Charles Manson

A água cobre 70,9% da superfície da Terra, e é vital para todas as formas de vida conhecidas no planeta. O seu corpo, e os corpos daqueles que você ama, têm uma composição de 72,8% de água. Na Terra, 96,5% da água é encontrada nos oceanos, 1,7% no subterrâneo, 1,7% em geleiras e nas calotas polares da Antártida e Groenlândia, uma pequena fração em outros grandes corpos de água, e 0,001% no ar na forma de vapor, nuvens (formadas por partículas de água líquidas e sólidas suspensas no ar), e precipitação. Apenas 2,5% da água da Terra é água doce, e 98,8% dessa água está no gelo e em águas subterrâneas. Menos de 0,3% de toda a água doce é o que encontramos em rios, lagos, e na atmosfera. Uma porcentagem ainda menor (apenas 0,003%) da água doce está contida em corpos biológicos.

A pessoa que você ama é água. Você é água. Não seja inimigo de si mesmo. Não dê as costas para a água. Lute por ela. Lute por você mesmo. Lute por ATWA!

 A pessoa que você ama é água

© 2012 ATWA Brasil


Novo cartão postal enviado por Charles Manson

manson sematwa Novo cartão postal enviado por Charles Manson

Abaixo, um novo cartão postal enviado por Charles Manson da cela solitária onde ele atualmente se encontra. Ele diz:

cartao11 frente Novo cartão postal enviado por Charles Manson

“Por que você não consegue entender que não existe nada além de ATWA? Porque sem ATWA, não existe mais nada. Divididos e brigando uns com os outros destrói vocês, eu, e todos os outros. As pessoas que não nos deixam viver estão destruindo elas mesmas. Tudo é tudo, e deve ser assim – senão, não será nada”.

– Charles Manson

 Novo cartão postal enviado por Charles Manson

© 2012 ATWA Brasil


Charles Manson: “A Nova Ordem Mundial vem de dentro”

manson rancho Charles Manson: A Nova Ordem Mundial vem de dentro

“A Nova Ordem Mundial vem de dentro. Não existem ditadores ou líderes, nós já fizemos tudo isso. Você percebe isso? Nós já fomos Hitler, Mussolini e Stalin, já fizemos tudo isso. Então se não voltarmos para trás, estaremos apenas de cabeça para baixo, pegando o que já foi feito antes e usando de novo. Usando tudo! Cada gota do sangue que já foi derramado pelos mártires. Nós temos o rancho porque tudo o que os mártires estão fazendo agora é se explodindo para tentar chegar ao rancho”.

- Charles Manson

 Charles Manson: A Nova Ordem Mundial vem de dentro

© 2011 ATWA Brasil


A família de ATWA

atwa familia A família de ATWA

 A família de ATWA

© 2011 ATWA Brasil


As 10 espécies mais ameaçadas de extinção no Brasil

atwa extincoes As 10 espécies mais ameaçadas de extinção no Brasil

O Brasil abriga 13% de todas as espécies já descritas pela ciência. Aproximadamente 40% das florestas tropicais do mundo estão aqui. E mais de 600 animais estão ameaçados de extinção no país.

A Lista Vermelha brasileira registra 627 espécies que podem deixar de existir nos próximos anos. São 394 animais terrestres e 233 aquáticos. Todas as informações estão reunidas no Livro Vermelho, elaborado pelo Instituto Chico Mendes (ICMBio), segundo o qual, 64% dos animais em extinção estão na Mata Atlântica – resultado de desmatamentos, ocupação territorial pela população humana, e poluição de rios e oceanos.

E o que é ruim sempre pode ficar pior: algumas espécies ainda ganham o carimbo “CR” ao lado de seus nomes, sigla em inglês para criticamente em perigo, ou criticamente ameaçado de extinção. No total, são 125 nessa situação.

Abaixo, os 10 animais brasileiros que estão mais criticamente ameaçados de extinção:


1 – Cuíca-de-colete (Caluromysiops irrupta)

Caluromysiop  irrupta As 10 espécies mais ameaçadas de extinção no Brasil

Com movimentos lentos e passando 70% do seu tempo em descanso, esse mamífero tem sido alvo fácil para caças tornando-se uma das espécies ameaçadas de extinção no Brasil. O animal vive no norte dos Estados do Maranhão e Ceará e se alimenta basicamente de frutas. Os machos são negros, com as extremidades dos membros, cauda e parte do dorso em tom ruivo e a lateral com pelos dourados. Já a coloração das fêmeas é, na maioria das vezes, pardo-amarelada, com uma tonalidade olivácea. No município de Cocal (PI), as últimas populações já estão condenadas a desaparecer muito em breve.


2 – Baleia-azul (Balaenoptera musculus)

Balaenoptera musculus As 10 espécies mais ameaçadas de extinção no Brasil

Com o título de maior animal do planeta, a baleia-azul pode desaparecer do Brasil justamente por seu tamanho. Esses mamíferos medem entre 25 m e 30 m – sendo as fêmeas maiores e mais pesadas do que os machos. Todo esse tamanho proporcionava um alto rendimento à atividade comercial baleeira até os anos 60. A grande caça do passado é a principal responsável por sua extinção: só nos anos de 1930 e 1931, mais de 30 mil exemplares foram caçados. A localização precisa das áreas reprodutivas da espécie é ainda desconhecida. Mas já houve registos de sua aparição no Rio Grande do Sul, no Rio de Janeiro, e na Paraíba, onde dois exemplares foram capturados comercialmente.


3 – Mico-leão-preto (Leontopithecus chrysopygus)

Leontopithecus chrysopygus As 10 espécies mais ameaçadas de extinção no Brasil

O mico-leão-preto vive na Mata Atlântica e, em breve, pode desaparecer. Essa espécie de macaco está ameaçada devido à alteração do seu habitat natural, principalmente por desmatamentos. A maior população da espécie ocorre no Morro do Diabo (SP): abriga cerca de mil exemplares, que vivem em 37 mil hectares de floresta.


4 – Bugio-marrom (Alouatta guariba guariba)

Alouatta guariba guariba As 10 espécies mais ameaçadas de extinção no Brasil

Pense duas vezes antes de comprar um bicho exótico para colocar de enfeite na sua casa. A fragmentação da Mata Atlântica, o desmatamento de grandes porções da cobertura vegetal nativa e, principalmente, o comércio ilegal do animal, que é vendido como bicho de estimação, podem resultar no desaparecimento do primata bugio-marrom da Mata Atlântica. A caça ilegal e os incêndios florestais, comuns na Mata Atlântica, têm resultado no desaparecimento do animal.


5 – Rato-do-mato (Wilfredomys oenax)

Wilfredomys oenax As 10 espécies mais ameaçadas de extinção no Brasil

O Wilfredomys oenax é uma espécie encontrada em São Lourenço (RS), no Paraná, e em São Paulo. Esse animal se alimenta somente de vegetais, folhas e frutos, e ainda mora na floresta. Grande roedor, esse mamífero pode sumir nos próximos anos. Medindo cerca de 11 cm, com mais 2,5 cm de cauda, e pesando 1 kg, essa espécie está ameaçada principalmente por desmatamentos e destruição de seu habitat.


6 – Lambari Hyphessobrycon taurocephalus

Hyphessobrycon taurocephalus As 10 espécies mais ameaçadas de extinção no Brasil

Ou essa espécie de peixe lambari já está extinta ou ela é muito tímida e anda se escondendo nas águas do rio Iguaçu (PR). Essa é a principal dúvida dos pesquisadores, que hoje se debruçam para achar e estudar a espécie em águas brasileiras. Esse peixe é onívoro e seu tamanho médio é entre 10 e 15 cm de comprimento. O corpo é prateado, e as cores das nadadeiras variam, sendo mais comuns os tons de amarelo, vermelho, e preto. A construção de barragens é um dos principais problemas enfrentados no rio Iguaçu, uma vez que resulta na perda de habitats. Além disso, as construções resultam em cursos de água menores que são prejudicais à espécie em função de volume reduzido de água e maior interface com o meio terrestre.


7 – Cação-bico-doce (Galeorhinus galeus)

Galeorhinus galeus As 10 espécies mais ameaçadas de extinção no Brasil

Caracterizado pelo pequeno tamanho da segunda nadadeira dorsal (bem menor que a primeira e semelhante ao da nadadeira anal) e pelos dentes fortemente serrilhados, esse peixe vive na costa sudeste-sul do país e corre risco de extinção devido à pesca. O cação-bico-doce tem um ciclo de vida longo, podendo chegar até os 33 anos de idade. Atingindo comprimento máximo de 175 cm (machos) e 195 cm (fêmeas), essa espécie apresenta uma longa história de exploração em diversos países, para aproveitamento da carne e do óleo. Essa espécie apresenta colapso de seus estoques no Pacífico Oriental e no Brasil, enquadrando-a como espécie globalmente ameaçada. A espécie ainda sofre com a degradação de seu habitat. Os declínios populacionais mais marcados têm ocorrido no Brasil e no Uruguai.


8 – Borboleta Actinote zikani

Actinote zikani As 10 espécies mais ameaçadas de extinção no Brasil

O Brasil pode ficar menos colorido caso se confirmem os riscos de extinção das borboletas. Esse inseto é o que mais possui espécies ameaçadas na lista dos CR (criticamente em perigo) no Livro Vermelho. Ao todo são 20 tipos de borboletas, todas sem nome popular específico. Uma delas é a Actinote zikani. No Brasil, ela habita uma área estreita da Serra do Mar, entre o alto da serra de Cubatão e Salesópolis (SP). Com as asas em tom de preto e amarelo queimado, essa borboleta deve desaparecer nos próximos anos por causa da poluição.


9 – Arara-azul-de-lear (Anodorhynchus leari)

Anodorhynchus leari As 10 espécies mais ameaçadas de extinção no Brasil

A plumagem da cabeça e do pescoço é azul-esverdeada, o anel perioftálmico (região da cabeça) é amarelo e o resto do corpo é azul. Com as cores da bandeira do Brasil, a arara-azul-de-lear corre o risco de sumir do nordeste da Bahia, onde habita. Estimativas atuais indicam que a população é de aproximadamente 500 exemplares. A principal ameaça à espécie é a captura para o comércio ilegal, que tem sido muito frequente. Há ainda outra razão para seu possível desaparecimento. O principal alimento da arara-azul-de-lear é o coco da palmeira licuri (Syagrus coronata), que está escasso. A falta desse alimento é um dos motivos de sua possível extinção, já que se estima um consumo diário de 350 cocos por arara adulta. O que ocorre é que há pouca regeneração da palmeira do licuri por causa das queimadas e derrubadas para plantio de roças. A diminuição na quantidade de licuri disponível faz com que as araras busquem alimento em plantações de milho, onde acabam sendo alvejadas pelos produtores.


10 – Pato mergulhão (Mergus octosetaceus)

Mergus octosetaceus As 10 espécies mais ameaçadas de extinção no Brasil

Essa ave é uma das mais ameaçadas de extinção em toda região neotropical por causa da interferência do homem em seu habitat. Já extinta na Argentina e Paraguai, o Mergus octosetaceus ainda existe no Brasil, mas somente em quatro Estados: Paraná, Minas Gerais, Goiás e Tocantins. Estima-se que existam menos de 250 aves no país. Essa é uma espécie altamente exigente com relação à qualidade de seu habitat, necessitando de águas límpidas e não tolerando bem a presença humana. Esse é o principal motivo que ameaça a vida dessas aves: não existe mais um habitat totalmente limpo no Brasil.

 As 10 espécies mais ameaçadas de extinção no Brasil

© 2011 ATWA Brasil


ATWA: A mente universal

atwa universo ATWA: A mente universal

O sábio mártir Charles Manson disse: “Dos buracos mais escuros da prisão os meus olhos veem as estrelas do universo”.

 ATWA: A mente universal

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Ações humanas por trás de secas e tempestades

atwa nuvens Ações humanas por trás de secas e tempestades

Um estudo inovador descobriu que o aumento da poluição do ar causada por ações humanas ocasiona a redução de chuvas em áreas afetadas por secas assim como a intensificação de tempestades nas estações do ano mais chuvosas e úmidas. A descoberta é baseada na dinâmica de formação de nuvens: as partículas poluentes encontradas na atmosfera geram um impacto assombroso no desenvolvimento de nuvens, o que pode reduzir a precipitação em algumas regiões ou aumenta-la em outras.

Esse novo estudo oferece as primeiras claras evidências de como a poluição causada pela humanidade pode afetar o tempo e o clima do planeta. Além disso, os resultados têm implicações importantes com relação à disponibilidade, gestão e utilização de recursos hídricos ao redor do mundo.

Um dos autores da pesquisa, Steve Ghan, do Laboratório Nacional do Noroeste Pacífico (PNNL), alertou sobre o valor da nova descoberta com relação à ineficácia dos atuais modelos climáticos usados para estimar o futuro das mudanças climáticas: “Essa influência complexa [do efeito de partículas poluidoras na formação de nuvens] está completamente ausente dos modelos climáticos, o que aumenta as dúvidas sobre a habilidade desses modelos de realmente simular as mecânicas climáticas”. Em outras palavras, as previsões dos modelos climáticos atuais podem estar completamente furadas – e com maior probabilidade, para o lado otimista da questão.

A urgência de a humanidade encarar a consequência das suas ações e converter a sua energia para o resgate de ATWA nunca foi tão evidente. Não se trata de pessimismo ou falsos alertas: é a ordem natural quem determina as regras do jogo, e o homem tem agido em completa anarquia, às margens do sistema infalível da Natureza. O momento é o agora. Não existe ontem, e não existe amanhã. Tudo acontece agora. A sua decisão deve ser feita agora. E se o homem retornar para a sua posição natural na Ordem de ATWA, então quem sabe existirá uma chance de encontrarmos paz e harmonia. Mas até então, seremos inimigos da Vida – alvos válidos do amor e da fúria da inteligência superior que determina o nosso caminho.

 Ações humanas por trás de secas e tempestades

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Perfeição de ATWA: A rara aranha-pavão

atwa aranhapavao Perfeição de ATWA: A rara aranha pavão

Abaixo, algumas imagens da rara aranha-pavão (Maratus volans), que habita a região leste da Austrália. O animal é bem pequeno, medindo em média 5 mm de cumprimento, e apenas os machos possuem essa cauda colorida. Mais um exemplo da perfeição de ATWA.

 Perfeição de ATWA: A rara aranha pavão

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ATWA e a busca por uma civilização natural

atwa stonehenge ATWA e a busca por uma civilização natural

Desde os mais antigos tempos, as comunidades humanas trataram de conviver com a Natureza. Sentiam-se parte da mesma, e a figura mental da mãe física sempre se fusionou com a da Mãe do Mundo, sendo assim as deidades femininas mais antigas que as masculinas quanto à importância do seu culto. Um instinto alertava o homem, da própria profundeza de sua consciência, que seu império sobre os minerais, vegetais, animais, distâncias e tempos estava atado invariavelmente ao seu meio cósmico, e que seu próprio corpo e psique eram também componentes dessa Natureza, cuja origem não era outra coisa senão aquilo superior a toda dualidade e a todo raciocínio discursivo, que hoje chamamos de Deus.

O culto aos dólmenes (monumento druídico formado de uma grande pedra chata posta sobre duas outras verticais) e às “pedras do céu”, à Árvore da Vida, e às formas animais são, também, patrimônio espiritual da humanidade de todos os tempos. O Sol, a Lua, as estrelas, os rios, o mar, as montanhas, os abismos, foram sempre associados com deuses e com os primeiros homens. A civilização foi criada então em colaboração, e não em luta, contra a Natureza. O contrário disso se teve sempre por suicídio coletivo e por perigosíssimo desafio ao destino.

Talvez convenha diferenciar o conceito vulgar de “selvagem” do de “natural”. O primeiro inclui a atitude passiva dos homens movidos por seu entorno, e o segundo daqueles que se movem modificando o entorno, porém sem opor-se a ele, colaborando ativamente com ele. A civilização romana, por citar um exemplo, apesar daqueles que a atacam se baseando em abstrações, é um verdadeiro modelo do que chamamos de “civilização natural” – dentro das possibilidades que até agora demonstrou a humanidade. Ou seja, devemos reconhecer que, na prática, foi um modelo de civilização multinacional belamente inserida na Natureza. Não nos deteremos na menção de seus caminhos, que geralmente correm por debaixo dos atuais; nem de seus aquedutos, que davam a Roma oito vezes mais água por habitante do que a mesma cidade oferece na atualidade; nem em tantas coisas extraordinárias, desde seus conceitos artísticos até os filosóficos. Tampouco em seus defeitos, que também os tinham, e dos quais nenhum grupo humano se mostrou carente.

Simplesmente queremos destacar, à luz das últimas descobertas arqueológicas, que a civilização romana transformava os elementos naturais sem destrui-los e sem contaminar o meio ambiente. Dos seus templos de madeira e pedras, que mansamente voltam à Mãe Terra de onde saíram, até seus banheiros e vasos sanitários higiênicos, nos quais não se usavam papéis, que hoje motivam as devastações dos bosques e a putrefação das terras. Para isso, os romanos usavam esponjas de longa utilização, lavadas com água corrente e vinagre sempre quando utilizadas.

Os animais domesticados ocupavam pastos, que eram depois abonados com seus resíduos para que crescessem naturalmente. As sucatas de sua metalurgia, ao se basearem em metais naturais ou em ligas metálicas simples, voltavam à Natureza sem contaminá-la. Suas armas não contaminavam a Terra nem os céus. Seus navios eram movidos pela pureza dos ventos, e também por remadores que faziam seu exercício, voluntário ou involuntário, mas sempre útil à comunidade, coisa que tanto contrasta com os individuais exercícios estéreis e com as contrações por descarga elétrica que endurecem os músculos e tornam elásticas as artérias de nossos contemporâneos, sem benefício algum para o mundo natural.

Mas não é necessário estender-nos. Apenas traçamos uns esboços do que foi uma forma de “civilização natural”. Sabemos que não foi perfeita, mas a civilização atual é pior. Nossos meios de transporte se movem devido a combustíveis indispensáveis: o petróleo. Além disso, seus detritos contaminam o meio ambiente, e estamos provocando a esterilização do planeta, tão só por querer chegar mais rápido a lugares onde depois perderemos o tempo lastimosamente sem saber o que fazer ou recorrendo a vãs distrações para não nos aborrecer. Nossos desperdícios, especialmente os plásticos, são praticamente indestrutíveis e já enchem parte das praias, campos e bosques, que passaram de bonitos vales convertidos em recipientes de lixo. No mar, se lançam constantemente resíduos radioativos em recipientes que não apresentam índices de segurança para as vidas terrestres ou marítimas. Nossas fontes urbanas movem uma e mil vezes a mesma água reciclada, gastando para isso eletricidade custosamente produzida. Nossos aparelhos precisam de pilhas, motores, compressores, propulsores, etc. Tudo isso é contaminação, e essa contaminação se fabrica continuamente, pois continuamente se destrói ou se deteriora. Nossas armas de guerra afetam não só os homens e seus edifícios, mas atacam a natureza e tem o potencial de destruir o planeta.

Nossa estúpida ideia da concorrência fragmentou o mundo já não em nações naturais, mas em países artificiais, e há centenas de moedas em concorrência. O conceito de unidade natural foi esquecido totalmente e se confunde, pois já não nos governamos com definições, mas com injúrias. Perdemos contato com a Natureza e realizamos esforços inúteis que fariam rir as gerações da antiguidade. Mas se esses mesmos esforços os fizéssemos em algo útil, desfaleceríamos dizendo que não aguentamos tanto trabalho. Somos fracos e artificiais. Nossa forma civilizatória produz e consome constantemente, submergindo todos nós em uma louca competição.

Tudo o que fazemos é pouco duradouro, porque assim o podemos substituir mais rápido. Não se busca o bom, mas o novo. Não importa tanto a qualidade como a quantidade. Mas existe uma realidade sobre isso tudo: não nos salvarão as lamentações nem as reprimendas. É o nosso próprio reencontro com a Natureza que pode nos salvar – essa é a proposta de ATWA.

Propomos uma volta à Natureza. Mas não à selvageria nem às condutas exteriores mais ou menos exóticas. Referimo-nos a algo muito mais interior e espiritual. Algo que se reflita em tudo o que o homem faça e desfaça. Temos sede de ATWA: ar, árvores, água e animais, tudo e todos em harmonia com a Vida. Temos sede de homens e mulheres puros, livres de crimes contra a ordem natural. Que o homem não explore o homem, nem martirize os animais, nem devaste os bosques. Que o homem acredite em Deus – em si mesmo. Sejamos naturais. Sejamos nada mais e nada menos que nós mesmos.

 ATWA e a busca por uma civilização natural

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