Abaixo, uma nova produção da ATWA Brasil – “Um e Um”.
Uma mensagem ditada por Charles Manson pelo telefone no dia 18 de fevereiro de 2010. O vídeo acompanha a mensagem de áudio, e conta com legendas em português.
Manson fala sobre Deus: “Não existe dois para Deus”. Uma filosofia sobre a unidade divina, o verdadeiro Deus, e o relacionamento contraditório entre o ser humano e a religião. Uma resposta aos comentários deixados pelos visitantes da ATWA Brasil?
Abaixo, mais uma produção da ATWA Brasil – “Formiga Soldado”.
Uma conversa telefônica com Charles Manson gravada no dia 4 de janeiro de 2010. O vídeo acompanha a mensagem de áudio, e conta com legendas em português.
O vídeo acompanha a música “Die To Be One” gravada em 1970 pelo grupo “Family Jams” – o grupo musical liderado por Charles Manson, de onde a mídia americana tirou o nome “Família Manson”.
Abaixo, mais uma produção da ATWA Brasil – “Instinto e Sobrevivência”.
A perfeição do instinto e da sobrevivência. Um cachorro sente um terremoto cinco segundos antes de ele acontecer, e abandona o edifício. Os seres humanos presentes se levantam apenas depois de a destruição começar.
“Sobreviver é um jogo isolado, e a única vez que você perde é quando você está morto.”
-Charles Manson
Raros, indescritíveis, e ameaçados pela perda de habitat, o Gato-vermelho-de-Bornéu é uma das espécies menos estudadas do mundo dos gatos selvagens. Exemplares do gato foram coletados nos séculos 19 e 20, mas um gato vivo não foi nem sequer fotografado até 1998. Agora, investigadores em Sabah, no Bornéu malaio, conseguiram capturar o primeiro filme do animal. Com duração de sete segundos, o vídeo (veja abaixo) mostra claramente o gato de cor marrom-avermelhada em seu habitat natural.
Durante três anos, o Programa Global Canopy tem procurado os gatos selvagens de Bornéu com câmeras escondidas. Entre outras espécies, incluem o leopardo nublado Sunda, o gato marmoreado e o gato de cabeça chata. Mas o Gato-vermelho-de-Bornéu é a única espécie inteiramente de Bornéu. Assim como a gravação do primeiro vídeo do gato, as primeiras fotos do animal também foram tiradas em Sabah.
Devido à perda de habitat e ao desmatamento, em função da expansão das plantações de óleo de palma na região, o Gato-vermelho-de-Bornéu está listado como ameaçado pela Lista Vermelha da IUCN, e sua população está em declínio. Se as taxas de desmatamento continuarem como é esperado, os pesquisadores estimam que a população já pequena de gatos vai cair mais 20% na próxima década.
O Gato-vermelho-de-Bornéu não está sozinho em seu sofrimento. Quatro das cinco espécies de gatos selvagens de Bornéu são classificados pela IUCN como ameaçados de extinção devido ao desmatamento contínuo.
“Nenhum outro lugar tem uma percentagem maior de gatos selvagens ameaçados”, explica Jim Sanderson, um especialista em gatos pequenos do mundo. Salientando que 80% dos gatos de Bornéu estão em risco de extinção, Sanderson acrescenta que “não existe um destes gatos selvagens que constituam uma ameaça direta para os seres humanos”.
Tão pouco é conhecido sobre o Gato-vermelho-de-Bornéu que até mesmo a sua dieta permanece um grande mistério.
A constante queda da população mundial de tigres poderá ser intensificada após o governo da China ter cautelosamente aprovado a venda de produtos extraídos desses animais. Ambientalistas alertaram ontem que essa decisão poderia impulsionar o comércio de poções ilegais e expandir o mercado negro para os caçadores furtivos, predando esses raros animais até em áreas distantes como a Índia.
Tônicos de tigre, como o vinho feito a partir de ossos do animal, são considerados como potentes medicamentos tradicionais chineses, e são vendidos por um preço elevado no mercado negro.
A Administração Florestal Estatal da China, que é responsável pela vida selvagem no país, emitiu um documento autorizando o comércio de tigres legalmente obtidos e peles de leopardo em dezembro de 2007, mas com tão pouco alarde que mal houve menção disso na mídia nacional. Quase toda referência a isso foi posteriormente apagada da internet, aparentemente em meio a preocupações oficiais de danos à reputação da China antes dos Jogos Olímpicos de 2008 em Pequim.
O novo documento especifica o comércio e uso de peles de leopardo e tigre “e seus produtos”. Essas peles são tradicionalmente valorizadas entre os tibetanos para embelezar vestes para ocasiões cerimoniais. Mas são essas três palavras vagas – “e seus produtos” – que provocam desconfianças.
Aproximadamente, somente 30 a 40 tigres sobrevivem hoje em estado selvagem na China. Mas cerca de 5 mil deles vivem nas chamadas “fazendas de tigres”, onde eles são criados e alimentados em grande escala. Ostensivamente, as fazendas são atrações turísticas, mas acredita-se que seus proprietários esperam usar os animais para produzir os caros tônicos de tigre. A renda proveniente dos visitantes seria certamente ofuscada pelos lucros das vendas de vinho de osso de tigre.
A Índia, país vizinho da China, possui a maior população mundial de tigres em estado selvagem. Conservacionistas indianos acreditam que o rápido declínio no número de tigres no país é resultado direto do crescimento econômico da China e do aumento na procura de medicamentos tradicionais chineses. A população de tigres indianos situou-se em 1411 em fevereiro do ano passado, segundo uma contagem oficial, contra 3642 em 2002 e estimados 40 mil animais há um século.
É temido que a liberação de produtos de tigres de criação legal criará um nicho de mercado para produtos dos tigres selvagens da Índia, que são considerados mais potentes do ponto de vista do consumidor chinês.
Os conservadores também acreditam que os tigres indianos serão alvo por causa da caça ilegal de animais ser muito mais barata do que criá-los. “Você pode matar um tigre com apenas alguns pesticidas”, disse Ashok Kumar, de um grupo ambientalista indiano. “Por outro lado, expandir um em cativeiro é uma tarefa muito mais cara”. De fato, os caçadores de tigres selvagens na Índia são pagos pelos traficantes de animais cerca de 20 Reais por carcaça de tigre.
Do outro lado da fronteira, na China, tigres têm sido usados para fins medicinais há milhares de anos, e um único animal pode valer muito. Os ossos são a parte de maior valor, com os 25 kg de um animal médio chegando a valer cerca de 850 mil Reais.
Considerando o preço banal para caçá-los na Índia, essa é a receita perfeita para a destruição dos tigres selvagens.