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Novos alertas de extinção em massa

atwa extincaoemmassa Novos alertas de extinção em massa

A cada dia, mais cientistas ao redor do mundo se pronunciam concordando com a iminência de uma sexta extinção em massa das espécies de plantas e animais do planeta Terra. Os mais recentes a embarcar nessa história foram os biologistas americanos da Universidade da Califórnia – Santa Barbara.

Essa semana, o grupo de pesquisadores disse concordar que estamos diante da sexta extinção em massa, afirmando que “cerca de 50% das espécies de plantas e animais podem desaparecer” durante as próximas décadas. Segundo o co-autor do estudo, Bradley Cardinale, “o evento de extinção no qual estamos vivendo é causado por ações humanas, assolando o planeta e gerando poluição através das nossas decisões do dia a dia”. O relatório publicado indica que “a Terra poderá perder metade das suas espécies de plantas e animais durante a geração atual da humanidade, por isso será importante determinar quais espécies merecem maior prioridade em termos de conservação”.

Desde 2005, quando um relatório da ONU anunciou oficialmente que “o planeta Terra está entrando – ou já entrou – em um período de extinção em massa acelerada não vista desde o desaparecimento dos dinossauros”, mais e mais cientistas têm alertado a humanidade sobre as possíveis consequências do estilo de vida do homem moderno.

Mas as massas não têm consciência sobre a perda de espécies e a ameaça que isso representa para a vida do planeta e da humanidade. Parece que uma televisão e um prato de comida são suficientes para que as mentes estejam tranquilas. Os alertas dos cientistas não comunicam com as massas, e a palavra dos profetas, como o nosso sábio mártir Charles Manson, são abafadas pela insanidade que rege as leis da modernidade.

Mas estarão os desacordados preparados para encarar a ira de ATWA quando o momento chegar?

 Novos alertas de extinção em massa

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Os desertos verdes invadem o Brasil

atwa desertosverdes Os desertos verdes invadem o Brasil

Florestas artificiais de uma única espécie têm se tornado mais e mais comuns nos países da América do Sul nos últimos anos, alimentadas por baixos custos de produção e incentivos governamentais, o que tem causado grandes danos ao meio ambiente. Trata-se do fenômeno que se conhece pelo nome de “desertos verdes”, que têm invadido os solos férteis do Brasil com a proliferação de plantações de árvores de crescimento rápido e grande exigência de água, usadas para a produção de papel e celulose e para outros fins industriais.

Muitos governos da América do Sul – entre eles, o governo brasileiro – tem apoiado esse modelo de investimento, produção e consumo, que não passa de uma cópia do que os países da América do Norte e Europa fizeram no passado. O resultado dessa prática é que hoje esses países supostamente “desenvolvidos” não têm mais espaço para o plantio de árvores, mas a demanda por papel se manteve estável, o que explica a motivação econômica de países como o Brasil em investir no abate de árvores para a produção de papel e celulose. Em outras palavras, essa prática contrária às leis da Vida serve às necessidades de consumo desses países agressores que se auto-intitulam “desenvolvidos”.

As monoculturas de eucaliptos e pinheiros têm invadido o Brasil, que se tornou um dos grandes exportadores de papel e celulose para o resto do mundo. Os desertos verdes têm se tornado mais e mais comuns, mascarados como saudáveis florestas. E enquanto isso, as corporações que lucram com o comércio das vidas das árvores falam em “crescimento sustentável” e “respeito à floresta” – uma grande piada, que existe dependente da ignorância das massas.

Florestas de monocultura tendem a serem vistas como uma coisa boa, porque elas são verdes e bonitas. Mas ao se aproximar delas, você não ouve um único pássaro, porque não há nada lá – apenas o silêncio da morte. Uma floresta de monocultura é quase como uma pedreira. Ao contrário disso, nas florestas tropicais ouvem-se animais e água corrente, porque elas são cheias de vida. Portanto, não se engane com a “beleza” das florestas de monoculturas – elas não passam de desertos verdes. Trata-se de uma grande agressão contra a beleza de ATWA.

Existem atualmente cerca de sete milhões de hectares de desertos verdes no Brasil, principalmente de monoculturas de eucalipto, em plantios concentrados nas regiões mais férteis e populosas do país. Estima-se que mais de 50 mil famílias que viviam de pequenas fazendas de subsistência tenham sido expulsas dos seus lares apenas no estado do Espírito Santo, devido à chegada das grandes corporações usando a terra fértil da região para o plantio de monoculturas de eucalipto usadas para a produção de papel e celulose.

Enfim, os desertos verdes têm crescido no Brasil. A ausência de vida tem substituído o canto dos pássaros, e as fracas raízes das árvores sem vida têm substituído as profundas raízes do verde verdadeiramente verde – uma clara afronta contra ATWA. Soldados de ATWA, não se silenciem. Saiba que o seu silêncio representa a morte dessas lindas vidas.

 Os desertos verdes invadem o Brasil

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Atenção: Empresas que fazem testes em animais

atwa logostesteemanimais Atenção: Empresas que fazem testes em animais

Especificamente, por que as empresas abaixo estão listadas como empresas que fazem testes em animais?

As empresas listadas aqui declaradamente fabricam produtos que são testados em animais – isso não é um mistério, e nenhuma delas nega isso, uma vez que tal pecado contra ATWA não é considerado legalmente um crime.

O nome que aparece entre parênteses representa a corporação que é dona da marca/empresa listada. É importante enfatizar isso, uma vez que apesar dessa longa lista de empresas, quando consideramos as corporações que são donas dessas marcas se torna claro que, na realidade, são poucas empresas (apesar de todas serem colossais) que fazem uso da exploração animal, trocando vidas inocentes por dinheiro. Em outras palavras, não são muitos inimigos. Não se sinta pequeno diante deles. São inimigos unidos, poderosos, mas existem menos deles do que a princípio se imagina – e eles morrem de medo de você!

Sendo assim, aqui está uma lista de empresas que declaradamente fazem testes em animais:

3M
Acuvue (Johnson & Johnson)
Aim (Church & Dwight)
Air Wick (Reckitt Benckiser)
Always (Procter & Gamble)
Ambi (Johnson & Johnson)
Aquafresh (GlaxoSmithKline)
Arm & Hammer (Church & Dwight)
Armor All (Clorox)
Arrid (Church & Dwight)
Aussie (Procter & Gamble)
Aveeno (Johnson & Johnson)
Avon Products, Inc.
Axe (Unilever)
Bain de Soleil (Schering-Plough)
Band-Aid (Johnson & Johnson)
Bic Corporation
Biotherm (L’Oreal)
Boyle-Midway (Reckitt & Benckiser)
Braun (Procter & Gamble)
Cacharel (L’Oreal)
Calgon (Reckitt Benckiser)
Carefree (Johnson & Johnson)
Chapstick (Pfizer)
Christina Aguilera Perfumes (Procter & Gamble)
Church & Dwight (Arm & Hammer)
Clairol (Procter & Gamble)
Clean & Clear (Johnson & Johnson)
Clearasil (Reckitt Benckiser)
Clorox
Close-up (Church & Dwight)
Colgate-Palmolive Co.
Comfort (Unilever)
Coppertone (Schering-Plough)
Crest (Procter & Gamble)
Dad’s Pet Care
Dial Corporation
Dolce & Gabbana (Procter & Gamble)
Dove (Unilever)
Downy (Procter & Gamble)
Drano (S.C. Johnson)
Dry Idea (Dial)
Dunhill Fragrances (Procter & Gamble)
Easy-Off (Reckitt Benckiser)
Edge (S.C. Johnson)
Escada Fragrances (Procter & Gamble)
Ever Clean (Clorox)
Fantastik (S.C. Johnson)
Febreze (Procter & Gamble)
Fekkai (Procter & Gamble)
Finish (Reckitt Benckiser)
Formula 409 (Clorox)
Fresh Step (Clorox)
Garnier (L’Oreal)
Gillette Co.(Procter & Gamble)
Giorgio Armani (L’Oreal)
Glad (Clorox)
Glade (S.C. Johnson)
Green Works (Clorox)
Gucci Fragrances
Halo (Procter & Gamble)
Head & Shoulders (Procter & Gamble)
Helena Rubinstein (L’Oreal)
Helene Curtis Industries
Herbal Essences (Procter & Gamble)
Hugo Boss (Procter & Gamble)
Iams (Procter & Gamble)
Ivory (Procter & Gamble)
Johnson & Johnson
Johnson’s (Johnson & Johnson)
Joy (Procter & Gamble)
K.Y. (Johnson & Johnson)
Kaboom (Church & Dwight)
Kerastase (L’Oreal)
Kiehl’s (L’Oreal)
Lacoste Fragrances (Procter & Gamble)
Lancome (L’Oreal)
LaRouche Posay (L’Oreal)
Lever Bros. (Unilever)
Liquid Plumr (Clorox)
Listerine (Johnson & Johnson)
Lubriderm (Johnson & Johnson)
Lux (Unilever)
Lysol (Reckitt Benckiser)
Mary Kay
Matrix Essentials (L’Oreal)
Max Factor (Procter & Gamble)
Maybelline (L’Oreal)
Mead
Melaleuca
Mennen (Colgate-Palmolive Co.)
Mentadent (Church & Dwight
Merck
Mizani (L’Oreal)
Mop & Glo (Reckitt Benckiser)
Mr. Clean (Procter & Gamble)
Nair (Church & Dwight)
Natural Instincts (Procter & Gamble)
Nature’s Source (SC Johnson)
Neutrogena (Johnson & Johnson)
New Dana Perfumes
Nice n Easy (Procter & Gamble)
Off (S.C.Johnson)
Olay (Procter & Gamble)
Old English (Reckitt Benckiser)
Old Spice (Procter & Gamble)
Oomph! (Clorox)
Oral-B (Procter & Gamble)
Oust (SC Johnson)
OxiClean (Church & Dwight)
Palmolive (Colgate-Palmolive Co.)
Pampers (Procter & Gamble)
Pantene (Procter & Gamble)
Pearl Drops (Church & Dwight)
Pfizer
Physique (Procter & Gamble)
Pine-Sol (Clorox)
Piz Buin (Johnson & Johnson)
Pledge (S.C. Johnson)
Ponds (Unilever)
Procter & Gamble
Puffs (Procter & Gamble)
Purell (Johnson & Johnson)
Purex (Dial)
Purpose (Johnson & Johnson)
Raid (S.C. Johnson)
Ralph Lauren Fragrances (L’oreal)
Reach (Johnson & Johnson)
Reckitt Benckiser
Redken (L’Oreal)
Rembrandt (Johnson & Johnson)
ReNu (Bausch + Lomb)
Renuzit (Dial)
Resolve (Reckitt Benckiser)
Rid-X (Reckitt Benckiser)
Right Guard (Dial)
ROC (Johnson & Johnson)
Rogaine (Johnson & Johnson)
S.C. Johnson
S.O.S. (Clorox)
Savlon (Johnson & Johnson)
Schering-Plough (Merck)
Scoop Away (Clorox)
Scope (Procter & Gamble)
Scrubbing Bubbles (S.C. Johnson)
Sebastian Professional (Procter & Gamble)
Secret (Procter & Gamble)
Sensodyne (GlaxoSmithKline)
Shiseido Cosmetics
Shout (S.C. Johnson)
Shower to Shower (Johnson & Johnson)
Shu Uemura(L’Oreal)
Signal (Unilever)
SK-II (Procter & Gamble)
Skin ID (Johnson & Johnson)
Skintimate (S.C. Johnson)
Soft & Dri (Dial)
Soft Scrub (Dial)
SoftSheen (L’Oreal)
Softsoap (Colgate-Palmolive Co.)
Speed Stick (Colgate-Palmolive Co.)
Spray ‘N Wash (Reckitt Benckiser)
Stayfree (Johnson & Johnson)
Suave (Unilever)
Sunlight (Unilever)
Sunsilk (Unilever)
Surf (Unilever)
Swiffer (Procter & Gamble)
Tide (Procter & Gamble)
Tilex (Clorox)
Unilever
Vaseline (Unilever)
Veet (Reckitt Benckiser)
Vichy (L’Oreal)
Vicks (Procter & Gamble)
Vidal Sasson (Procter & Gamble)
Viktor & Rolf (L’Oreal)
Walgreens
Windex (S.C. Johnson)
Woolite (Reckitt Benckiser)
Zest (Procter & Gamble)

Se você consome algum produto dessas marcas/empresas acima, você está aliado aos inimigos da Vida, e é declaradamente um inimigo de ATWA. Não saber não é uma desculpa: ignorância é uma opção.

E se você tem informações sobre outras empresas que fazem uso da exploração animal, por favor, nos envie por e-mail e as adicionaremos a essa lista imediatamente.

 Atenção: Empresas que fazem testes em animais

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Alimentos orgânicos: Uma escolha consciente por ATWA

atwa organicos Alimentos orgânicos: Uma escolha consciente por ATWA

Se você é capaz de fazer ao menos uma única coisa por ATWA; se você está preparado para dar um golpe certeiro contra as forças da morte e desintegração; se você está pronto para fazer ao menos uma única escolha consciente nessa guerra dos homens contra a perfeição da ordem natural de ATWA; então se alimente com produtos orgânicos. Nenhuma outra escolha pode representar mais benefícios para você, sua família, e para ATWA.

Há muitos benefícios que nascem dessa única escolha: você removerá do solo da Terra centenas de toneladas de produtos químicos perigosos, sintéticos, causadores de doenças, destruidores do meio ambiente. Todos os soldados de ATWA se tornarão imediatamente mais saudáveis – assim como nossas crianças, que são o futuro dessa guerra pela Vida.

Se assim for feito, nossas crianças serão mais inteligentes. Muitos estudos confirmam que esses produtos químicos reduzem a inteligência humana e dos outros animais. Ao consumi-los, estamos destruindo o nosso próprio futuro, trabalhando contra o instinto natural da sobrevivência.

Alimentos convencionais são piores para nós do que imaginamos. O governo responde aos problemas apenas após os erros se consolidarem, e é excessivamente influenciado por grandes empresas agrícolas, que também definem o caminho das pesquisas das grandes universidades. Esse ciclo mantém as pessoas longe da realidade.

Há evidências suficientes para sabermos agora que os produtos químicos sintéticos estão destruindo a nossa saúde e a nossa capacidade de reproduzir e, sendo assim, destruindo também a nossa capacidade de sobreviver como espécie. Produtos químicos agrícolas estão estatisticamente e significativamente implicados em causar todos os tipos de cânceres, problemas de comportamento, debilidades de atenção, hiperatividade, autismo, doença de Parkinson, a redução da inteligência, aumento de infertilidade, abortos, diabetes, e deformidades infantis, entre outros males.

Pesticidas usados na produção de alimentos comprovadamente causam uma ampla gama de efeitos adversos sobre a saúde humana e dos outros animais, incluindo lesões agudas e crônicas do sistema nervoso, danos aos pulmões e aos órgãos reprodutivos, disfunções do sistema imunológico, defeitos congênitos, e câncer. Esses efeitos podem se manifestar como efeitos tóxicos agudos, efeitos retardados, ou efeitos crônicos. Por sua vez, a indústria agrícola afirma que os resíduos de pesticidas em alimentos são inofensivos e regulamentados pelo governo.

Soldado de ATWA, você não precisa de um governo para orientá-lo. Você não precisa de um líder. Você tem as leis de ATWA – a perfeição da ordem natural. Dê um passo a caminho da sobrevivência, um golpe contra os inimigos da Vida – e saiba que você não está sozinho.

 Alimentos orgânicos: Uma escolha consciente por ATWA

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Atenção: As marcas por trás dos rodeios

atwa emquelado Atenção: As marcas por trás dos rodeios

Abaixo, uma lista com algumas das marcas apoiadoras dos rodeios brasileiros.

Torna-se um dever daqueles que respeitam a ordem de todas as vidas obstruir as ações dessas marcas, nem que seja com um simples boicote dos seus produtos e/ou serviços. Lembrando que cada decisão tomada pelo homem tem duas vertentes: uma associação com os inimigos da Vida, as forças da desintegração do tempo; ou uma aliança com ATWA, como parte do exército dos soldados pelo resgate da ordem natural.

Assim como as verdades são verdades e as mentiras são mentiras, na luta pela sobrevivência não existe meio termo.

Em que lado você está?

empresarqueapoiamrodeiodebarretos Atenção: As marcas por trás dos rodeios

 Atenção: As marcas por trás dos rodeios

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ATWA Brasil: “Charles Manson: Reino da Vida”

Abaixo, mais uma produção da ATWA Brasil: “Charles Manson: Reino da Vida”.

Uma homenagem à inspiração de ATWA, Charles Manson, dos irmãos e irmãs de ATWA no Brasil, soldados em nome de todas as vidas. Apresentamos aqui imagens que evidenciam a magnitude e perfeição de ATWA, assim como algumas fotos ilustrando alguns rostos e a estrutura por trás da ATWA Brasil.

 ATWA Brasil: Charles Manson: Reino da Vida

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Superpopulação humana e desaparecimento dos peixes

atwa genocidiopeixes Superpopulação humana e desaparecimento dos peixes

Um novo estudo indica que mais de um terço dos peixes de água doce estão ameaçados de extinção. Os dados sugerem que, assim como os anfíbios, os peixes de água doce devem também ser considerados como um dos grupos de espécies mais ameaçadas no planeta. O estudo identificou 5685 espécies de peixes de água doce, e indica que 36% dessas espécies estão atualmente ameaçadas.

Algumas espécies se encontram em situação mais alarmante do que outras. A enguia européia, por exemplo, teve a sua população reduzida em 90% desde os anos 1980. O esturjão-atlântico, que é fonte de um dos tipos mais caros de caviar consumido pelo homem, e já foi comum em rios por toda a Europa, agora é encontrado somente em um único rio, na França, onde tem uma população estimada em entre 20 e 750 indivíduos. O peixe-gato-gigante está destinado a desaparecer no próximo ano, contando hoje com menos de 250 indivíduos na natureza. Muitas outras espécies pouco conhecidas, que se tornam isoladas em cursos de água remotos, também estão entre aquelas com maior risco de desaparecer durante os próximos anos.

Ironicamente, como discutido em postagens anteriores, a população humana continua a subir aceleradamente. Com crescimento populacional paralelo à destruição das outras formas de vida, estamos nos reproduzindo à custa da extinção de outras espécies. Estamos avançando com um genocídio descarado das formas de vida inteligentes desse planeta, um verdadeiro crime contra ATWA que não sairá impune.

Nunca é tarde demais para abandonar os inimigos da Vida e se unir aos soldados de ATWA, que destinam suas vidas ao amor e respeito pela Mãe Terra – a verdadeira mãe.

 Superpopulação humana e desaparecimento dos peixes

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Charles Manson responde sobre uma “Nova Ordem Mundial”

manson ordemverdadeira Charles Manson responde sobre uma Nova Ordem Mundial

Abaixo, uma carta recente enviada por Charles Manson a uma pessoa que lhe escreveu perguntando sobre uma “Nova Ordem Mundial”:

“Pense! Se uma pessoa mente, e foi educada e ensinada a mentir, e mente para si mesma e vive com outros que não são capazes de falar a verdade, como é que ela pode saber o que é e o que não é? Como é que ela pode sequer entender as palavras e/ou pensamentos criados com palavras? Ela está brincando com filmes e programas de televisão.

Você usa as palavras “Ordem Mundial”, e você tem pensamentos na sua cabeça que vêm de outras pessoas, que você nem sabe o que é e o que não é. Você não é nem sequer capaz de usar o seu próprio cérebro porque outros têm feito tal coisa por você, e você não nasceu de acordo com a Verdade. Você nasceu com 1000 milhões de anos de idade, mas está preso ao corpo que outros gostariam que você estivesse preso.

Existe apenas um. Um mundo – toda a água é uma única água. A ordem real é uma. Um é tudo, e todo o um é zero, nada, tudo. O mundo já está em ordem. O que você está falando e pensando é lavagem cerebral – usar a sua própria cabeça significaria renascer, e não resgatar os velhos pensamentos de novo.

A ordem é verdadeira em si mesma. Primeiro vem o ar. Ar – sem ele não há vida na Terra como eu a conheço e vivo. Destruir e distorcer o ar são fora de ordem. Governos, igrejas de dinheiro, nada disso significa nada. As pessoas do mundo da Terra estão tão distorcidas, loucas, e cheias de mentiras e medo, confusão, dúvidas, segredos, ganância, que elas são incapazes de perceber tal coisa mesmo que você as mostre.

Por mais de 100 anos, pessoas têm tentado mostrar o comando de que o ar é o número um. Mas pessoas dizem: “Quanto falta até que todo o ar da Terra seja perdido, e até todas as vidas terminarem?” “100 anos”. E o mesmo com relação à ordem de onde o ar vem: as árvores, as coisas verdades, água, e a sua ordem.

Dinheiro e medo, sexo, e outras coisas das ordens mundiais da morte falam mais alto. E a verdade real é acobertada, perdida do real pelos acobertamentos do que é irreal. E os falsos vencem novamente, e o tempo passa, e passa, carregando a ordem real para cima e para baixo, em círculos.

Muitas pessoas dizem que elas morreriam antes de ter que fazer isso ou aquilo, e elas têm idéias que elas dizem que acreditam, e que querem mudar as coisas. Mas quando ninguém está olhando, elas fazem o que mandam que elas façam, servindo a vontade dos outros – isso não é ordem, isso é desordem. Fora de ordem. E esse tipo de pensamento e comportamento acoberta a ordem real do “faça ou morra”.

Você está sentado aí, carros estão correndo, e o petróleo está destruindo o seu ar. A ordem diz: “Desligue esse carro, ou desista do seu ar”. Isso não tem nada a ver com o que é bom ou ruim. Existem pessoas que iriam para a guerra e destruiriam o seu próprio mundo, suas crianças, e a si mesmas, antes mesmo de serem capazes de ser verdadeiras com o que está dentro delas.

Eu esqueci o resto disso. Não existem motivos reais, porque não existe mais ninguém entre aqueles esquecidos do último chefe da cruz.

Se cuida,

- Charles Manson”

 Charles Manson responde sobre uma Nova Ordem Mundial

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Novidades sobre o “Projeto Salvador” de ATWA

atwa paintball Novidades sobre o Projeto Salvador de ATWA

Essa semana foi marcada pela publicação de uma nova entrevista de Charles Manson – dessa vez para a NUG Magazine, uma revista americana. A entrevista foi usada para comunicar novidades sobre o “Projeto Salvador” de ATWA.

Abaixo, a tradução da matéria completa da NUG Magazine:

 

Charles Manson é uma pessoa sem necessidade de introdução. Ele é conhecido mundialmente como um ícone do mal, uma imagem usada para construir uma indústria de bilhões de dólares para a mídia corporativa, editoras, televisão e a indústria cinematográfica internacional.

Com 76 anos, Manson passou os últimos 40 anos de sua vida atrás das grades. Durante esse tempo, ele inspirou uma infinidade de músicos e inúmeros artistas da subcultura que estão fascinados com ele e sua personalidade carismática.

Recentemente, a Magic Bullet Records lançou o disco de Manson intitulado “Air”, que é a primeira parte de uma série de quatro discos. O álbum inclui 8 faixas de material inédito que alguns críticos têm comparado ao lendário cantor de blues Leadbelly por causa de seu som granulado e pura emoção. Mais tarde, os próximos álbuns a serem lançados são: “Trees” (esperado para o início do verão de 2011), “Water” e “Animals”. Os títulos formam o acrônimo ATWA, um termo criado por Manson, que representa não só esses elementos essenciais da ecologia, mas também é sinônimo de “All The Way Live” – “Inteiramente Vivo”.

Em janeiro de 2011, Charles Manson publicou um livreto de 12 páginas intitulado “ATWA” que inclui experiências de sua vida em suas próprias palavras, o papel da organização ATWA, e do “Projeto Salvador”.

A cartilha descreve: “O Projeto Salvador é uma idéia de Charles Manson, uma arma de sementes: uma arma que qualquer um/todos podem usar de forma rápida e eficaz para dispersar sementes de plantas sobre vastas áreas. Atualmente, o projeto está em desenvolvimento com cargas funcionais de sementes e misturas de adubo para serem usadas universalmente em armas de paintball comuns. Manson tem expandido o projeto para incluir a invenção de armas M-80 convertidas para cargas de sementes, morteiros de sementes, bombas de sementes para serem lançadas por helicópteros, artilharias de sementes, etc.”

Em uma entrevista exclusiva, fomos capazes de obter novas informações sobre Charles Manson, sobre seus amigos Gray Wold e Star, sobre sua música, sobre ATWA, e sobre o “Projeto Salvador”. A entrevista a seguir foi compilada por perguntas respondidas via e-mail, correio, e por conversas telefônicas entre Charles Manson e Gray Wolf.

NUG: Existe uma data definida para o lançamento do próximo disco, “Trees”?
Charles Manson: Não.

NUG: Como essas gravações foram feitas? Quais são as condições, como?
Charles Manson: Elas foram feitas na prisão de Vacaville, na Califórnia, e principalmente na década de 1980, quando eu tinha um gravador.

NUG: Em relação à sua arte, eu vi um programa de televisão alguns anos atrás que mostrava guardas da prisão de Corcoran mostrando uma sala de peças de arte confiscadas que foram criadas por você. O que acontece com a arte quando ela é confiscada? Por que as peças estão sendo confiscadas?
Charles Manson: Eles só obedecem as leis que querem obedecer.

Star: Manson gostaria que eu também dissesse que eles tomaram 11 de suas pinturas a óleo, uma guitarra e sua jaqueta jeans, só para citar alguns dos itens que aparecem naquela sala que você viu.

NUG: Há algum artista (visual ou de música) que lhe inspira?
Charles Manson: Eu não preciso disso, nem utilizo o termo “inspirar”.

NUG: O que você quer que as pessoas sintam quando vêem o seu trabalho artístico ou ouvem a sua música?
Charles Manson: Dar pela minha vida, ATWA.

NUG: Atualmente, você pode criar música, arte, tocar?
Charles Manson: Não.

NUG: Considerando a sua história, suas experiências de vida, e o fato de que a maioria das pessoas quando ouve o nome “Manson” o associa automaticamente ao mal, porque é que o futuro do mundo é importante para você?
Charles Manson: Eu sou o meu mundo. Minha vida é a vida. Tudo é tudo, todos, além, e alguns.

Breve entrevista com Gray Wolf:

NUG: Como você conheceu Charles Manson?
Gray Wolf: A minha primeira visita com Charlie aconteceu no antigo edifício do Tribunal de Justiça no centro de Los Angeles, em 1970.

NUG: Qual é a sua associação com Charles Manson?
Gray Wolf: Ele é meu amigo. Além disso, porque seus direitos foram negados nos tribunais em 1969 e 1970, eu estou trabalhando, junto com outros, para ver que esses direitos sejam restaurados. Se eles podem negar os direitos dele, isso significa que eles podem também negar os meus direitos. Tal como está agora: se você não tiver dinheiro, você não tem os seus direitos em um tribunal, eles fazem com o que eles quiserem. Nossos pais e avós sofreram, lutaram e morreram por esses direitos. Se deixarmos o julgamento de Charlie permanecer como está, nós merecemos o que temos.

NUG: Qual é o seu papel com ATWA?
Gray Wolf: O meu papel é essencialmente o mesmo que o seu papel. Se eu não conseguir resgatar o meu ar e a minha água da máquina da poluição, eu não vou sobreviver.

NUG: Eu vi uma entrevista sua à CNN em que você disse que acreditava que o tempo que Manson passou na prisão deu-lhe uma perspectiva única sobre o meio ambiente. Quer elaborar mais sobre isso?
Gray Wolf: Sim. Ele foi deixado para trás, enterrado, esquecido e encoberto com mentiras e enganos. Suas palavras e ações têm sido torcidas e distorcidas para caberem nos scripts da e de Hollywood, trocadas por dinheiro e ambições. Então, ele tem vivido como um monge, como um animal em uma gaiola, por mais de 40 anos, e ele sobreviveu. Ele cresceu apenas com o sistema prisional como seu pai, e assim segue-se que sua perspectiva, sua visão e sua experiência são verdadeiramente além da nossa imaginação. Na realidade, ele deu o seu tudo por nossa vontade, e ele é o nosso melhor servidor. Charlie aponta para o ar como Deus. Seria bom respeitarmos a sua visão. Na verdade, nossas vidas dependem dele. Tudo se resume a sobreviver e, para sobreviver, temos de proteger e nutrir ATWA.

NUG: Há rumores vindos de algumas fontes de ATWA online que propõem a eliminação de seres humanos em um esforço para salvar a Terra. Isso é verdade? Se não, por que você acha que alguém pode ter esse equívoco?
Gray Wolf: Os seres humanos estão eliminando-se, destruindo seu próprio sistema de suporte de vida, então eles procuram alguém para culpar. ATWA não é um conceito politicamente correto, ou um movimento organizado. É bem documentado que, em circunstâncias terríveis, os seres humanos fazem qualquer coisa para sobreviver. Qual é a verdade de nossa circunstância presente? Quem está disposto a olhar para aquilo que realmente é? Quem está disposto a falar a verdade do que é? A verdade é simples: aqueles que querem viver irão trabalhar pelo ar, pelas árvores, pela água e pelos animais.

Continuação da entrevista com Charles Manson:

NUG: Quando ATWA foi formada?
Charles Manson: Há 100 bilhões de anos luz.

Gray Wolf: Manson cunhou a palavra ATWA para representar o nossos sistema de suporte à vida na Terra: ar, árvores, água, e animais – nesses últimos, incluindo nós mesmos.

NUG: Qual é a principal missão da organização?
Charles Manson: Resgatar a minha vida, o meu ar, o “meu eu”.

Gray Wolf: Qual é a sua principal missão? Respirar? Não seria essa a sua primeira e absoluta consideração para a sua sobrevivência se todas as besteiras da sua vida cotidiana fossem tiradas de você? ATWA é a sobrevivência de todos neste planeta. Enquanto mais e mais pessoas acordam para a urgência das nossas escolhas restantes, a inteligência se move, sem dúvida ou medo, de forma a implementar soluções que funcionam.

NUG: Como surgiu a idéia de uma arma de sementes para o “Projeto Salvador”?
Charles Manson: Tudo começou em 1969, com uma vara para fabricar fazendas de maconha secretas.

NUG: Eu entendo que um dos principais objetivos do “Projeto Salvador” é educar e municiar todos com armas de fogo e artilharia de sementes de modo que não exista nenhum espaço sem algo crescendo. Se tal coisa acontecesse, o que você acredita que isso iria resolver? Que problemas isso poderia consertar?
Charles Manson: O equilíbrio do tempo. Minha vida, meu amor, meu Deus.

NUG: Essa arma de sementes já foi testada? Quais foram os resultados?
Gray Wolf: Neste momento, nosso foco é apoiar a produção e distribuição de munições de sementes, em vez de tinta. A idéia é ser capaz de atirar as sementes mundialmente. Essa tecnologia pode ser modificada para a fabricação de outras coisas de sucesso. As balas de gelatina foram testadas, e funcionaram. Sabemos que essas sementes brotaram.

NUG: Existe uma data prevista em que a arma será lançada?
Gray Wolf: Não sabemos ainda.

NUG: O que você pensa que seria algumas das melhores maneiras de se envolver e colaborar com o meio ambiente? Quais são algumas maneiras de apoiar o “Projeto Salvador”?
Charles Manson: Dê a sua vida e tudo para o amor. Ame a vida – o nosso ar, e tudo o que funciona para a sua vida. Ou tudo é Deus, ou ninguém é Deus.

Clique aqui para ler a entrevista original no website da NUG Magazine.

 Novidades sobre o Projeto Salvador de ATWA

© 2011 ATWA Brasil


[Savitri Devi - "O Relâmpago e o Sol"] (13)

Abaixo, a décima terceira postagem da tradução em desenvolvimento do livro “O Relâmpago e o Sol”, de Savitri Devi – cortesia da ATWA Brasil.

orelampagoeosol logo [Savitri Devi   O Relâmpago e o Sol] (13)

Os objetivos destas pessoas – dos homens dentro do Tempo, por excelência – são sempre objetivos egoístas, mesmo quando, devido à sua magnitude material e importância histórica, eles transcendem imensuravelmente a vida do próprio homem, assim como de fato acontece, às vezes. Isso porque o egoísmo – a justificação da “parte” por mais espaço e mais significado do que lhe é naturalmente atribuído no quadro da totalidade – é a própria raiz da desintegração e, portanto, uma característica indissociável do Tempo. Pode-se dizer, praticamente, que quanto mais uma pessoa é completamente e inexoravelmente egoísta, mais ela ou ele vive “dentro do Tempo”.

Mas, como temos dito, o egoísmo se manifesta de muitas maneiras diferentes. Ele pode encontrar expressão na luxúria da mera satisfação pessoal, que caracteriza o libertino sem vergonha; ou na ganância insaciável do avarento pelo ouro; ou na ambição individual do aspirante a honras e posição social; ou na ambição familiar do homem que está preparado para sacrificar todos os interesses de todo o mundo pelo bem estar e pela felicidade de sua esposa e filhos. Mas o egoísmo também pode aparecer na exaltação da tribo ou da nação de um homem acima de todas as outras tribos e nações, não por seu valor inerente à hierarquia natural da Vida, mas apenas por ser a tribo ou a nação específica daquele homem. O egoísmo pode aparecer – ou melhor, muitas vezes aparece – na exaltação indevida de todos os seres humanos, não importando o seu nível de degradação, acima de todo o resto da criação viva, irrespectivamente da saúde e da beleza destes últimos – a paixão que inspira a tirania secular do “homem” sobre a Natureza. O “amor pelo homem” não está em harmonia com os direitos e deveres ordenados por Deus para cada espécie (assim como para cada raça e cada indivíduo), mas existe num espírito de mera solidariedade entre parentes, bons ou maus, dignos ou indignos, apenas porque são os seus próprios. Homens “dentro do Tempo” sabem apenas diferenciar o que é seu e o que é dos outros, e eles amam a si mesmos em tudo o que é deles.

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Sobre a matéria da revista Vanity Fair (1)

manson arcomodeus Sobre a matéria da revista Vanity Fair (1)

A revista espanhola Vanity Fair publicou em sua edição de maio de 2011 uma matéria sobre Charles Manson e ATWA. O artigo causou um enorme alvoroço entre os meios de comunicação americanos. Um dia depois de publicado, centenas de websites fizeram seus comentários, e a mídia sensacionalista não perdeu a oportunidade de vender um pouco mais de medo a seus leitores.

Nós colaboramos diretamente com o artigo. Um jornalista da Vanity Fair entrou em contato conosco para conversar sobre Charles Manson e ATWA. Ele nos pediu formalmente para entrevistar Manson pelo telefone. Manson concordou em ceder a entrevista, e nós organizamos uma estrutura para transferir as chamadas de Manson para o jornalista. Também colaboramos com a gravação da entrevista, e tivemos a oportunidade de corrigir algumas citações que haviam sido mal interpretadas pelo jornalista, entre outras coisas. Também fornecemos materiais e documentos privados para que o jornalista pudesse expandir seu artigo e oferecer “algo novo” – como ele havia prometido fazer.

No presente momento, nos reservamos o direito de não comentar em profundidade sobre o devido artigo. Isso será feito em outro momento.

Em qualquer caso, surgiu uma enorme confusão como conseqüência do devido artigo. Alguns meios de comunicação sensacionalistas não fizeram seu trabalho honestamente (como era esperado), e traduziram (propositalmente) errado algumas palavras de Charles Manson do espanhol para o inglês.

Para esclarecer essa confusão, segue abaixo, em português, o que Manson realmente disse sobre o presidente americano Barack Obama, e sobre o seu suposto advogado, Giovanni Di Stefano, entre outras coisas que foram mal traduzidas:

David Lopez (Vanity Fair): Sr. Manson, agora que você está falando sobre as notícias, o que você pensa do Obama?
Charles Manson: Obama?

David Lopez (Vanity Fair): Sim, o que você acha dele?
Charles Manson: Acho que ele é tolo por fazê-lo (esse trabalho). Eu não sei como o enganaram para que ele acabasse o fazendo. Alguém o enganou para ele cair ali. Ele não entende o que estão fazendo com ele. Estão jogando com ele.

David Lopez (Vanity Fair): Mas você gosta dele? Você acha que ele dá algum tipo de esperança ou não?
Charles Manson: Eu não tenho espaço para gostar ou desgostar. Eu estabeleço a verdade. Eu não gosto ou desgosto.

David Lopez (Vanity Fair): Sr. Manson, você tem um novo advogado, Giovanni Di Stefano, que está trabalhando para tirá-lo da prisão.
Charles Manson: Não, ele é apenas mais um católico. Essa é uma conspiração dos católicos para roubar a minha vida e usar a minha vida para o que os sicilianos da Máfia estão fazendo. Ele é um mafioso. É o mesmo promotor, mas com um rosto diferente. Isso é tudo.

David Lopez (Vanity Fair): Você acha que representa um perigo para a sociedade? Ou como você gostaria de chamar isso… o sistema?
Charles Manson: O sistema. O sistema é dinheiro, apenas isso. E eles se recusam a me dar o meu dinheiro. Todo mundo está fazendo milhões. Você sabe quanto dinheiro as pessoas ganharam usando a minha vida? E você pensa que eu gostaria de me ajustar a aquilo? Eu sou muito pior do que aquilo. É isso o que eu faço para poder ser melhor do que aquilo. Eu não posso ser melhor do que aquilo a não ser que eu seja muito pior do que aquilo. Porque aquilo é pior do que eu conseguiria imaginar, e eu não faria tal coisa. Eu não faria metade das coisas que eles fazem, e é isso o que eu lhe disse sobre o presidente. Eu não sei como eles o enganaram para que ele aceitasse aquele emprego, mas ele aceitou.

David Lopez (Vanity Fair): Existe alguma solução? Algo que pode ser feito para evitar isso (a destruição da vida)?
Charles Manson: Estou te falando. Todas as vezes que eu saí da prisão, o deserto estava mais morto do que antes. Os veados se foram, não foram mais lá. Os insetos desapareceram, e as abelhas não existem mais. Os pássaros não voam mais por lá. Como pode?

David Lopez (Vanity Fair): Então não existe uma solução para corrigir isso?
Charles Manson: Sim, tem uma solução. Uma única solução: todos nesse mundo têm que aceitar Deus – o nosso ar – e trabalhar para Deus – o nosso ar. Todos no mundo têm que aceitar o ar como Deus. Aceite o ar como Deus, porque sem ar vocês não existem. Se vocês querem existir, vocês têm que existir com o ar. Vocês têm que parar de guerrear contra o ar. O pecado de vocês é contra vocês mesmos – é o seu pecado contra o ar. O ar é tudo o que vocês têm. Se você está ganhando dinheiro e vendendo o seu ar, você está vendendo a sua própria vida. Você está comprando e vendendo a sua própria destruição. Esse sistema que diz que eu não sou bom, que eu represento um perigo – eu posso ser um perigo para a sua estupidez e para a sua ignorância, mas eu não represento um perigo para formas de vida inteligentes. Eu não represento um perigo para as pessoas que querem existir nesse planeta.

E com isso, encerramos esse comunicado. Em breve, falaremos mais sobre a entrevista com a revista Vanity Fair.

 Sobre a matéria da revista Vanity Fair (1)

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Abaixo, a décima segunda postagem da tradução em desenvolvimento do livro “O Relâmpago e o Sol”, de Savitri Devi – cortesia da ATWA Brasil.

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Parte 1

Capítulo 3 – Homens dentro do Tempo, acima do Tempo, e contra o Tempo

Todos os homens, na medida em que eles não estão libertos da escravidão do Tempo, seguem o caminho degenerativo da história, sabendo disso ou não, e gostando disso ou não.

Poucos realmente e completamente gostam dessa situação, mesmo em nossa época – e muito menos em idades mais felizes, quando as pessoas liam menos e pensavam mais. Poucos seguem em frente sem hesitações, sem olhar, em algum momento ou outro, tristemente para o distante paraíso perdido que eles sabem, na sua consciência mais profunda, que eles nunca entrarão; o paraíso da Perfeição dentro do tempo – uma coisa tão distante do presente que as primeiras pessoas sobre as quais temos conhecimento lembram apenas como um sonho. No entanto, eles seguem o caminho fatal. Eles obedecem a seu destino.

Essa submissão à terrível lei da decadência – essa aceitação da escravidão do Tempo por criaturas que vagamente sentem que poderiam ser livres dela, mas que acham que essa é uma tarefa árdua demais para ser apostada; que sabem de antemão que nunca teriam sucesso, mesmo que tentassem – está no fundo da infelicidade incurável do homem, lamentada vez após vez nas tragédias gregas, e também muito antes destas terem sido escritas. O homem é infeliz porque ele sabe, e porque ele sente – em geral – que o mundo em que ele vive e do qual ele faz parte não é o que deveria ser, e o que poderia ser, e o que, na verdade, foi na aurora do Tempo, antes da decadência se armar, e antes da violência ter se tornado inevitável. Ele não é capaz de honestamente aceitar esse mundo como o seu – especialmente não aceitar o fato de que tudo está indo de mal a pior – e ainda assim ser feliz. Por mais que ele tente ser um “realista” e arrancar do destino o que ele puder, quando puder, ainda assim um anseio invencível sobre algo melhor continua no fundo do seu coração. Ele não pode – em geral – desejar o mundo como ele atualmente é.

Mas poucas pessoas – tão raras quanto aquelas libertadas, para as quais o Tempo não existe, e talvez ainda mais raras do que isso – desejam tal mundo; e agem de acordo com essa vontade. Estas são as mais aprofundadas, os agentes mais impiedosos e eficazes das forças da morte na Terra: extremamente inteligentes, e por vezes extraordinariamente perspicazes; sempre sem o mínimo de escrúpulos; trabalhando sem hesitação e sem remorsos no sentido de acelerar a queda da história e (mesmo que não consigam enxergar a situação claramente dessa forma) a chegada da sua conclusão lógica: a aniquilação do homem e de toda a vida.

Naturalmente, eles nem sempre vêem tão longe. Mas quando o fazem, ainda assim eles não se importam. Como a Lei do Tempo é o que é, e como o fim deve naturalmente chegar, para eles vale a pena conquistar todo o lucro que for possível durante esse processo que, afinal, mais cedo ou mais tarde, trará o fim. Como ninguém é capaz de recriar o esperado Paraíso perdido – ninguém senão a própria roda do tempo, depois de ter completado o seu ciclo – então para eles, que podem esquecer completamente essa distante visão, ou que nunca foram capazes de vislumbrar seu brilho; eles, que sufocam em si mesmos o anseio pela Perfeição, ou melhor, eles quem nunca puderam experimentá-la; então assim, para eles vale a pena tentar espremer desse momento (minutos ou anos, pouco importa) todos os prazeres intensos e imediatos que eles puderem, até que chegue a hora em que eles deverão morrer. Para eles, vale a pena deixar a sua marca no mundo – e forçar as gerações a lembrá-los – até a hora em que o mundo morrer. Assim eles se sentem. Para eles, tanto faz o que eles podem causar de sofrimento para os homens ou outros seres vivos agindo como eles agem. Tanto os homens como as demais criaturas são obrigados a sofrer, de qualquer maneira – eles pensam. Qualquer coisa vale, através deles assim como através de outros, se isso puder avançar os objetivos destas pessoas.

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Japão: Crime contra ATWA

atwa japao Japão: Crime contra ATWA

Nessa segunda-feira (dia 4), trabalhadores da central nuclear japonesa de Fukushima começaram a vazar toneladas de água radioativa no mar, depois de terem falhado diversas tentativas, feitas no fim de semana, para estancar a fuga no reator dois. Mais de 3 milhões de galões de líquido foram lançadas no oceano Pacífico, a fim de conseguir espaço para armazenar a água, ainda mais radioativa, que se encontra acumulada no reator dois. A água contaminada que tem sido vertida no mar tem um nível de radioatividade mais de 500 vezes acima dos limites legais.

A Agência de Segurança Nuclear e Industrial do Japão (NISA) afirmou que a água agora libertada não representa perigo para a saúde humana e que, de qualquer modo, não havia outra escolha. “Como não é prejudicial para a saúde das pessoas, e é necessário evitar um perigo ainda maior, decidimos que era inevitável”, disse Hidehiko Nishiyama, da NISA.

Um momento… não representa perigo para a saúde de quem? Dos humanos? Pois bem!

Quem é o responsável pela desgraça que vive agora o Japão? O próprio homem – é claro! A inconseqüência e ignorância do homem permitiu a existência da situação atual. Não tem nada a ver com terremotos ou tsunamis, de forma alguma. Foram os erros do homem que culminaram com todo o problema nuclear. O terremoto poderia acontecer; o tsunami poderia varrer as cidades, levando japoneses para as profundezas da vida azul; e ainda assim, seria apenas natural, perfeito, em harmonia com a ordem da Vida. O problema nuclear, por outro lado, não tem absolutamente nada de natural. É resultado das práticas humanas – e nada além disso!

E o que os oceanos têm a ver com o erro dos homens? Ou os animais que vivem nos oceanos? Nada. A única vítima dos acontecimentos no Japão é ATWA.

Trata-se de mais um crime do homem contra ATWA.

Haveria um modo de maior respeito por ATWA para consertar a situação? Difícil dizer, uma vez que tudo está errado desde a fundação da mente humana em se ver como líder das regras de todas as vidas. Quem sabe, um meio de ser menos cruel seria forçar a população japonesa a beber toda essa água radioativa, coletivamente, em um ato de amor e respeito por ATWA. Não resolveria muito, porque a radioatividade excessiva ainda estaria ali. Mas seria honroso, respeitoso, e mostraria uma submissão lógica a ATWA.

Mas não. Nesse momento, a vida inocente no Oceano Pacífico está fazendo o que os japoneses deveriam ter feito. Esse crime contra ATWA não será esquecido.

 Japão: Crime contra ATWA

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[Savitri Devi - "O Relâmpago e o Sol"] (11)

Abaixo, a décima primeira postagem da tradução em desenvolvimento do livro “O Relâmpago e o Sol”, de Savitri Devi – cortesia da ATWA Brasil.

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A “verdade desagradável” é que o pacifismo, a não-violência e assim por diante, são, na maioria das vezes, apenas ferramentas em serviço das forças de desintegração; truques desonestos para blefar os tolos, para enfraquecer os fortes, e para colocar milhões de covardes e hipócritas (a maioria do mundo) contra as poucas pessoas cuja inspiração política, perseguida implacavelmente pelo seu fim lógico, poderia, talvez, mesmo agora, parar a decadência do homem.

Como foi dito no início, a não-violência só pode existir em um mundo em que a ordem temporal sócio-política é, na escala humana, uma réplica da eterna Ordem do Cosmos. Qualquer pregação eficaz – e qualquer prática parcial – de pacifismo na política, ou seja, dentro do tempo, fora de tal ordem temporal, leva apenas, em última instância, a uma maior violência; a uma maior exploração da natureza viva, e a uma maior opressão do homem nas mãos daqueles que trabalham pelas forças da morte. Mas, há milênios que a ordem perfeita deixou de existir. Ela deve ser recriada antes que a paz possa florescer. E ela não pode, agora, ser criada de novo sem violência extrema, exercida, desta vez, com um espírito altruísta, por homens de visão.

O melhor caminho para aqueles que desejam sinceramente uma paz justa e duradoura seria, portanto, naturalmente, fazer todo o possível para entregar o mundo para os homens de visão, o mais rapidamente possível; ou pelo menos, não tentar impedi-los de conquistá-lo. Infelizmente, a maioria dos pacifistas ou não querem realmente a paz, e apenas fingem querer, ou então realmente querem tal coisa, mas apenas sob certas condições ideológicas que são incompatíveis com a realidade agora, e que se tornarão mais e mais incompatíveis até o final do atual ciclo histórico. Qualquer violência praticada contra seres humanos os choca. As pessoas que apóiam abertamente o uso da força – seja no espírito mais desinteressado e para o melhor dos propósitos – são, por isso mesmo, um anátema em seus olhos. Ajudá-los a conquistar e dominar o mundo? Oh, não! Tudo menos isso! Os ideais dos homens de visão podem muito bem ser ideais da “Era Dourada”; mas os métodos deles! – a atitude cínica deles em relação à vida humana; a perseguição implacável e impiedosa para a eliminação até mesmo de possíveis obstáculos para a realização rápida de seus objetivos altruístas; sua “lógica terrível” (para citar as palavras de um oficial francês na Alemanha ocupada, depois desta guerra) – os nossos pacifistas nunca poderiam se aliar a estes! Como resultado, eles representam algo muito pior – e geralmente sem saber. Pois, através da sua recusa em encarar os fatos e tomar a única atitude razoável que um verdadeiro amante da paz deveria tomar, eles se tornam instrumentos a serviço das forças de desintegração.

Não é possível ter ambas as coisas: quem não está com as eternas Forças da Vida e Luz, está contra elas. A menos que se viva “fora” ou “acima” do Tempo, caminha-se no sentido da evolução inevitável da história – ou seja, no sentido da decadência e dissolução – ou em protesto contra a corrente dos séculos, em uma luta amarga e aparentemente impossível, mas, no entanto, ainda assim bela, com os olhos fixos sobre os ideais eternos que podem ser traduzidos integralmente para a realidade material uma só vez, no início de cada ciclo sucessivo, por cada nova e sucessiva humanidade. Mas é verdade que a minoria corajosa de homens de ação que lutam “contra o Tempo” por ideais da “Era Dourada” é obrigada a tornar-se, conforme o tempo passa, mais e mais cruel em seu esforço para superar uma oposição universal cada vez mais bem organizada e cada vez mais evasiva. E por essa razão, torna-se cada vez mais difícil para que os pacifistas os sigam. Com toda probabilidade, eles continuarão a preferir identificar-se com os agentes mentirosos das Forças das Trevas. E isso é natural. Mais uma vez: está dentro da lei do tempo. As forças da morte devem ter praticamente todo o mundo sob seu controle antes da vinda de um novo recomeço, que sempre nasce como uma reafirmação do triunfo da Vida.

E assim, dia após dia, ano após ano, agora e no futuro, os poderes conflitantes da luz e das trevas não deixam de travar a sua luta mortal, como sempre fizeram, mas cada vez mais ferozmente na medida em que o tempo passa. E na medida em que o tempo passa, a luta também será mais e mais entre uma violência abertamente reconhecida e abertamente aceita, e uma violência desonestamente dissimulada, sendo a primeira colocada a serviço do mais alto propósito da Vida na Terra – ou seja, a criação de uma humanidade ideal, ou de uma humanidade aos moldes da “Era Dourada” – e a outra, colocada a serviço dos inimigos da Vida. E será assim até que, após a queda final – o “fim do mundo” como nós o conhecemos – a liderança da sobrevivência da humanidade caia para aquela elite vitoriosa que, mesmo em meio à decadência geral do homem, nunca perdeu a fé nos eternos valores cósmicos, nem a vontade de desenhar a partir deles, e somente a partir deles, as suas leis de ação.

Essa elite irá, então, não mais ser obrigada a recorrer à violência para impor sua vontade. Ela irá governar sem oposição em um mundo pacífico, em que a Nova Ordem dos seus sonhos será, para todos, o único estado natural e racional das coisas. Até que o homem esqueça novamente a Verdade imutável, volte a agir como se as leis de ferro de causa e conseqüência não lhe afetassem, e novamente se deteriore.

Nada pode parar a roda do tempo.

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[Savitri Devi - "O Relâmpago e o Sol"] (10)

Abaixo, a décima postagem da tradução em desenvolvimento do livro “O Relâmpago e o Sol”, de Savitri Devi – cortesia da ATWA Brasil.

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Essa desonestidade geral sobre a violência, que tem se tornado progressivamente mais comum desde os primórdios da história, está clara hoje na forma como as pessoas deliberadamente escondem de si próprias e dos outros os horrores que eles perdoam, mas que ainda assim são incapazes de justificar.

Muitas das atrocidades cometidas contra os animais com a intenção de avançar conhecimentos médicos são tão terríveis que, apesar de suas alegadas “justificativas”, é “do interesse da ciência” – e do interesse das questões comerciais do mercado de patentes de medicamentos – não permitir que o público saiba sobre elas. E o público é deliberadamente mantido na ignorância – induzido a acreditar que esses horrores não existem realmente, ou que eles não são, na realidade, tão sanguinolentos quanto parecem ser. Sendo assim, logicamente as inúmeras crueldades cometidas por mera curiosidade ou por luxo, ou por diversão, são as mais escondidas – negadas sutilmente. Milhares de tolos bem-intencionados, que falam sobre o suposto “progresso moral” da nossa época, não têm idéia alguma sobre o que se passa em institutos científicos, no comércio de peles ou nos circos.

Milhares de pessoas igualmente bem-intencionadas e igualmente insensatas, que não questionam o que lhes é dado para ler e sabem pouco além do que lhes é oferecido, também não fazem idéia sobre os horrores perpetrados por seus compatriotas em países de outras pessoas como colonos ou como membros de exércitos de ocupação, ou melhor, não fazem nenhuma idéia sobre o que se passa em seus próprios países, atrás das grades, nas câmaras de tortura para a investigação política, e nos campos de concentração. Na verdade, na Inglaterra e em outras nações democráticas, muitos têm a impressão de que seus governos nunca toleraram coisas tais como campos de concentração e câmaras de tortura para seres humanos. Apenas “o inimigo” tinha essas coisas – isso é o que essas pessoas acreditam. Anos atrás, elas teriam de admitir que “todo mundo tem” essas coisas, e deveria tê-las, porque não se pode executar uma guerra sem esses acessórios desagradáveis, mas extremamente úteis. Mas agora a hipocrisia sobre a violência atingiu o seu ápice. Nunca houve no mundo tanta crueldade, aliada a uma tentativa tão generalizada de escondê-la, de negá-la, esquecê-la e, se possível, fazer com que os outros também a esqueçam. Nunca as pessoas têm sido tão dispostas a esquecê-la, com cenários externos “decentes” e agradáveis – casas e ruas em que nenhuma tortura de homens ou animais pode ser vista ou reconhecida – desde que, evidentemente, não seja a crueldade “do inimigo”. A única vez em que homens e mulheres modernos não tentam minimizar horrores, mas na verdade os exageram (e muitas vezes deliberadamente os inventam) é quando esses são (ou são apresentados como) os horrores do “inimigo” – nunca os seus próprios. E isso é em si apenas uma instância adicional da característica geral dos nossos tempos: o amor pelas mentiras.

O que virou o mundo inteiro tão amargamente contra os francos defensores dos métodos cruéis tanto no governo como nas guerras, não é tanto que eles fossem violentos, mas o fato de que eles eram verdadeiros. Mentirosos odeiam aqueles que contam as verdades desagradáveis, e que agem em conformidade com elas.

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