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Novo cartão postal enviado por Charles Manson

manson meuar Novo cartão postal enviado por Charles Manson

Abaixo, um novo cartão postal enviado por Charles Manson da cela solitária onde ele atualmente se encontra. Ele diz:

cartao12 frente Novo cartão postal enviado por Charles Manson

“Guie-se para curar-se. Cure-se para guiar-se. É o que faz a força em tudo e todos. Porque Charles sempre esteve com tudo e com todos. Tudo. O tocar de um sino não necessita respostas. Eu amo vocês, não importa o que. Vocês são o meu ar e as minhas árvores.

- Charles Milles Manson Maddox”

 Novo cartão postal enviado por Charles Manson

© 2012 ATWA Brasil


A pessoa que você ama é água

atwa amoraagua A pessoa que você ama é água

“O ar e a água precisam do seu amor, agora!”
– Charles Manson

A água cobre 70,9% da superfície da Terra, e é vital para todas as formas de vida conhecidas no planeta. O seu corpo, e os corpos daqueles que você ama, têm uma composição de 72,8% de água. Na Terra, 96,5% da água é encontrada nos oceanos, 1,7% no subterrâneo, 1,7% em geleiras e nas calotas polares da Antártida e Groenlândia, uma pequena fração em outros grandes corpos de água, e 0,001% no ar na forma de vapor, nuvens (formadas por partículas de água líquidas e sólidas suspensas no ar), e precipitação. Apenas 2,5% da água da Terra é água doce, e 98,8% dessa água está no gelo e em águas subterrâneas. Menos de 0,3% de toda a água doce é o que encontramos em rios, lagos, e na atmosfera. Uma porcentagem ainda menor (apenas 0,003%) da água doce está contida em corpos biológicos.

A pessoa que você ama é água. Você é água. Não seja inimigo de si mesmo. Não dê as costas para a água. Lute por ela. Lute por você mesmo. Lute por ATWA!

 A pessoa que você ama é água

© 2012 ATWA Brasil


ATWA e a busca por uma civilização natural

atwa stonehenge ATWA e a busca por uma civilização natural

Desde os mais antigos tempos, as comunidades humanas trataram de conviver com a Natureza. Sentiam-se parte da mesma, e a figura mental da mãe física sempre se fusionou com a da Mãe do Mundo, sendo assim as deidades femininas mais antigas que as masculinas quanto à importância do seu culto. Um instinto alertava o homem, da própria profundeza de sua consciência, que seu império sobre os minerais, vegetais, animais, distâncias e tempos estava atado invariavelmente ao seu meio cósmico, e que seu próprio corpo e psique eram também componentes dessa Natureza, cuja origem não era outra coisa senão aquilo superior a toda dualidade e a todo raciocínio discursivo, que hoje chamamos de Deus.

O culto aos dólmenes (monumento druídico formado de uma grande pedra chata posta sobre duas outras verticais) e às “pedras do céu”, à Árvore da Vida, e às formas animais são, também, patrimônio espiritual da humanidade de todos os tempos. O Sol, a Lua, as estrelas, os rios, o mar, as montanhas, os abismos, foram sempre associados com deuses e com os primeiros homens. A civilização foi criada então em colaboração, e não em luta, contra a Natureza. O contrário disso se teve sempre por suicídio coletivo e por perigosíssimo desafio ao destino.

Talvez convenha diferenciar o conceito vulgar de “selvagem” do de “natural”. O primeiro inclui a atitude passiva dos homens movidos por seu entorno, e o segundo daqueles que se movem modificando o entorno, porém sem opor-se a ele, colaborando ativamente com ele. A civilização romana, por citar um exemplo, apesar daqueles que a atacam se baseando em abstrações, é um verdadeiro modelo do que chamamos de “civilização natural” – dentro das possibilidades que até agora demonstrou a humanidade. Ou seja, devemos reconhecer que, na prática, foi um modelo de civilização multinacional belamente inserida na Natureza. Não nos deteremos na menção de seus caminhos, que geralmente correm por debaixo dos atuais; nem de seus aquedutos, que davam a Roma oito vezes mais água por habitante do que a mesma cidade oferece na atualidade; nem em tantas coisas extraordinárias, desde seus conceitos artísticos até os filosóficos. Tampouco em seus defeitos, que também os tinham, e dos quais nenhum grupo humano se mostrou carente.

Simplesmente queremos destacar, à luz das últimas descobertas arqueológicas, que a civilização romana transformava os elementos naturais sem destrui-los e sem contaminar o meio ambiente. Dos seus templos de madeira e pedras, que mansamente voltam à Mãe Terra de onde saíram, até seus banheiros e vasos sanitários higiênicos, nos quais não se usavam papéis, que hoje motivam as devastações dos bosques e a putrefação das terras. Para isso, os romanos usavam esponjas de longa utilização, lavadas com água corrente e vinagre sempre quando utilizadas.

Os animais domesticados ocupavam pastos, que eram depois abonados com seus resíduos para que crescessem naturalmente. As sucatas de sua metalurgia, ao se basearem em metais naturais ou em ligas metálicas simples, voltavam à Natureza sem contaminá-la. Suas armas não contaminavam a Terra nem os céus. Seus navios eram movidos pela pureza dos ventos, e também por remadores que faziam seu exercício, voluntário ou involuntário, mas sempre útil à comunidade, coisa que tanto contrasta com os individuais exercícios estéreis e com as contrações por descarga elétrica que endurecem os músculos e tornam elásticas as artérias de nossos contemporâneos, sem benefício algum para o mundo natural.

Mas não é necessário estender-nos. Apenas traçamos uns esboços do que foi uma forma de “civilização natural”. Sabemos que não foi perfeita, mas a civilização atual é pior. Nossos meios de transporte se movem devido a combustíveis indispensáveis: o petróleo. Além disso, seus detritos contaminam o meio ambiente, e estamos provocando a esterilização do planeta, tão só por querer chegar mais rápido a lugares onde depois perderemos o tempo lastimosamente sem saber o que fazer ou recorrendo a vãs distrações para não nos aborrecer. Nossos desperdícios, especialmente os plásticos, são praticamente indestrutíveis e já enchem parte das praias, campos e bosques, que passaram de bonitos vales convertidos em recipientes de lixo. No mar, se lançam constantemente resíduos radioativos em recipientes que não apresentam índices de segurança para as vidas terrestres ou marítimas. Nossas fontes urbanas movem uma e mil vezes a mesma água reciclada, gastando para isso eletricidade custosamente produzida. Nossos aparelhos precisam de pilhas, motores, compressores, propulsores, etc. Tudo isso é contaminação, e essa contaminação se fabrica continuamente, pois continuamente se destrói ou se deteriora. Nossas armas de guerra afetam não só os homens e seus edifícios, mas atacam a natureza e tem o potencial de destruir o planeta.

Nossa estúpida ideia da concorrência fragmentou o mundo já não em nações naturais, mas em países artificiais, e há centenas de moedas em concorrência. O conceito de unidade natural foi esquecido totalmente e se confunde, pois já não nos governamos com definições, mas com injúrias. Perdemos contato com a Natureza e realizamos esforços inúteis que fariam rir as gerações da antiguidade. Mas se esses mesmos esforços os fizéssemos em algo útil, desfaleceríamos dizendo que não aguentamos tanto trabalho. Somos fracos e artificiais. Nossa forma civilizatória produz e consome constantemente, submergindo todos nós em uma louca competição.

Tudo o que fazemos é pouco duradouro, porque assim o podemos substituir mais rápido. Não se busca o bom, mas o novo. Não importa tanto a qualidade como a quantidade. Mas existe uma realidade sobre isso tudo: não nos salvarão as lamentações nem as reprimendas. É o nosso próprio reencontro com a Natureza que pode nos salvar – essa é a proposta de ATWA.

Propomos uma volta à Natureza. Mas não à selvageria nem às condutas exteriores mais ou menos exóticas. Referimo-nos a algo muito mais interior e espiritual. Algo que se reflita em tudo o que o homem faça e desfaça. Temos sede de ATWA: ar, árvores, água e animais, tudo e todos em harmonia com a Vida. Temos sede de homens e mulheres puros, livres de crimes contra a ordem natural. Que o homem não explore o homem, nem martirize os animais, nem devaste os bosques. Que o homem acredite em Deus – em si mesmo. Sejamos naturais. Sejamos nada mais e nada menos que nós mesmos.

 ATWA e a busca por uma civilização natural

© 2011 ATWA Brasil


ATWA Brasil: “Charles Manson: Reino da Vida”

Abaixo, mais uma produção da ATWA Brasil: “Charles Manson: Reino da Vida”.

Uma homenagem à inspiração de ATWA, Charles Manson, dos irmãos e irmãs de ATWA no Brasil, soldados em nome de todas as vidas. Apresentamos aqui imagens que evidenciam a magnitude e perfeição de ATWA, assim como algumas fotos ilustrando alguns rostos e a estrutura por trás da ATWA Brasil.

 ATWA Brasil: Charles Manson: Reino da Vida

© 2011 ATWA Brasil


Charles Manson responde sobre uma “Nova Ordem Mundial”

manson ordemverdadeira Charles Manson responde sobre uma Nova Ordem Mundial

Abaixo, uma carta recente enviada por Charles Manson a uma pessoa que lhe escreveu perguntando sobre uma “Nova Ordem Mundial”:

“Pense! Se uma pessoa mente, e foi educada e ensinada a mentir, e mente para si mesma e vive com outros que não são capazes de falar a verdade, como é que ela pode saber o que é e o que não é? Como é que ela pode sequer entender as palavras e/ou pensamentos criados com palavras? Ela está brincando com filmes e programas de televisão.

Você usa as palavras “Ordem Mundial”, e você tem pensamentos na sua cabeça que vêm de outras pessoas, que você nem sabe o que é e o que não é. Você não é nem sequer capaz de usar o seu próprio cérebro porque outros têm feito tal coisa por você, e você não nasceu de acordo com a Verdade. Você nasceu com 1000 milhões de anos de idade, mas está preso ao corpo que outros gostariam que você estivesse preso.

Existe apenas um. Um mundo – toda a água é uma única água. A ordem real é uma. Um é tudo, e todo o um é zero, nada, tudo. O mundo já está em ordem. O que você está falando e pensando é lavagem cerebral – usar a sua própria cabeça significaria renascer, e não resgatar os velhos pensamentos de novo.

A ordem é verdadeira em si mesma. Primeiro vem o ar. Ar – sem ele não há vida na Terra como eu a conheço e vivo. Destruir e distorcer o ar são fora de ordem. Governos, igrejas de dinheiro, nada disso significa nada. As pessoas do mundo da Terra estão tão distorcidas, loucas, e cheias de mentiras e medo, confusão, dúvidas, segredos, ganância, que elas são incapazes de perceber tal coisa mesmo que você as mostre.

Por mais de 100 anos, pessoas têm tentado mostrar o comando de que o ar é o número um. Mas pessoas dizem: “Quanto falta até que todo o ar da Terra seja perdido, e até todas as vidas terminarem?” “100 anos”. E o mesmo com relação à ordem de onde o ar vem: as árvores, as coisas verdades, água, e a sua ordem.

Dinheiro e medo, sexo, e outras coisas das ordens mundiais da morte falam mais alto. E a verdade real é acobertada, perdida do real pelos acobertamentos do que é irreal. E os falsos vencem novamente, e o tempo passa, e passa, carregando a ordem real para cima e para baixo, em círculos.

Muitas pessoas dizem que elas morreriam antes de ter que fazer isso ou aquilo, e elas têm idéias que elas dizem que acreditam, e que querem mudar as coisas. Mas quando ninguém está olhando, elas fazem o que mandam que elas façam, servindo a vontade dos outros – isso não é ordem, isso é desordem. Fora de ordem. E esse tipo de pensamento e comportamento acoberta a ordem real do “faça ou morra”.

Você está sentado aí, carros estão correndo, e o petróleo está destruindo o seu ar. A ordem diz: “Desligue esse carro, ou desista do seu ar”. Isso não tem nada a ver com o que é bom ou ruim. Existem pessoas que iriam para a guerra e destruiriam o seu próprio mundo, suas crianças, e a si mesmas, antes mesmo de serem capazes de ser verdadeiras com o que está dentro delas.

Eu esqueci o resto disso. Não existem motivos reais, porque não existe mais ninguém entre aqueles esquecidos do último chefe da cruz.

Se cuida,

- Charles Manson”

 Charles Manson responde sobre uma Nova Ordem Mundial

© 2011 ATWA Brasil


Novidades sobre o “Projeto Salvador” de ATWA

atwa paintball Novidades sobre o Projeto Salvador de ATWA

Essa semana foi marcada pela publicação de uma nova entrevista de Charles Manson – dessa vez para a NUG Magazine, uma revista americana. A entrevista foi usada para comunicar novidades sobre o “Projeto Salvador” de ATWA.

Abaixo, a tradução da matéria completa da NUG Magazine:

 

Charles Manson é uma pessoa sem necessidade de introdução. Ele é conhecido mundialmente como um ícone do mal, uma imagem usada para construir uma indústria de bilhões de dólares para a mídia corporativa, editoras, televisão e a indústria cinematográfica internacional.

Com 76 anos, Manson passou os últimos 40 anos de sua vida atrás das grades. Durante esse tempo, ele inspirou uma infinidade de músicos e inúmeros artistas da subcultura que estão fascinados com ele e sua personalidade carismática.

Recentemente, a Magic Bullet Records lançou o disco de Manson intitulado “Air”, que é a primeira parte de uma série de quatro discos. O álbum inclui 8 faixas de material inédito que alguns críticos têm comparado ao lendário cantor de blues Leadbelly por causa de seu som granulado e pura emoção. Mais tarde, os próximos álbuns a serem lançados são: “Trees” (esperado para o início do verão de 2011), “Water” e “Animals”. Os títulos formam o acrônimo ATWA, um termo criado por Manson, que representa não só esses elementos essenciais da ecologia, mas também é sinônimo de “All The Way Live” – “Inteiramente Vivo”.

Em janeiro de 2011, Charles Manson publicou um livreto de 12 páginas intitulado “ATWA” que inclui experiências de sua vida em suas próprias palavras, o papel da organização ATWA, e do “Projeto Salvador”.

A cartilha descreve: “O Projeto Salvador é uma idéia de Charles Manson, uma arma de sementes: uma arma que qualquer um/todos podem usar de forma rápida e eficaz para dispersar sementes de plantas sobre vastas áreas. Atualmente, o projeto está em desenvolvimento com cargas funcionais de sementes e misturas de adubo para serem usadas universalmente em armas de paintball comuns. Manson tem expandido o projeto para incluir a invenção de armas M-80 convertidas para cargas de sementes, morteiros de sementes, bombas de sementes para serem lançadas por helicópteros, artilharias de sementes, etc.”

Em uma entrevista exclusiva, fomos capazes de obter novas informações sobre Charles Manson, sobre seus amigos Gray Wold e Star, sobre sua música, sobre ATWA, e sobre o “Projeto Salvador”. A entrevista a seguir foi compilada por perguntas respondidas via e-mail, correio, e por conversas telefônicas entre Charles Manson e Gray Wolf.

NUG: Existe uma data definida para o lançamento do próximo disco, “Trees”?
Charles Manson: Não.

NUG: Como essas gravações foram feitas? Quais são as condições, como?
Charles Manson: Elas foram feitas na prisão de Vacaville, na Califórnia, e principalmente na década de 1980, quando eu tinha um gravador.

NUG: Em relação à sua arte, eu vi um programa de televisão alguns anos atrás que mostrava guardas da prisão de Corcoran mostrando uma sala de peças de arte confiscadas que foram criadas por você. O que acontece com a arte quando ela é confiscada? Por que as peças estão sendo confiscadas?
Charles Manson: Eles só obedecem as leis que querem obedecer.

Star: Manson gostaria que eu também dissesse que eles tomaram 11 de suas pinturas a óleo, uma guitarra e sua jaqueta jeans, só para citar alguns dos itens que aparecem naquela sala que você viu.

NUG: Há algum artista (visual ou de música) que lhe inspira?
Charles Manson: Eu não preciso disso, nem utilizo o termo “inspirar”.

NUG: O que você quer que as pessoas sintam quando vêem o seu trabalho artístico ou ouvem a sua música?
Charles Manson: Dar pela minha vida, ATWA.

NUG: Atualmente, você pode criar música, arte, tocar?
Charles Manson: Não.

NUG: Considerando a sua história, suas experiências de vida, e o fato de que a maioria das pessoas quando ouve o nome “Manson” o associa automaticamente ao mal, porque é que o futuro do mundo é importante para você?
Charles Manson: Eu sou o meu mundo. Minha vida é a vida. Tudo é tudo, todos, além, e alguns.

Breve entrevista com Gray Wolf:

NUG: Como você conheceu Charles Manson?
Gray Wolf: A minha primeira visita com Charlie aconteceu no antigo edifício do Tribunal de Justiça no centro de Los Angeles, em 1970.

NUG: Qual é a sua associação com Charles Manson?
Gray Wolf: Ele é meu amigo. Além disso, porque seus direitos foram negados nos tribunais em 1969 e 1970, eu estou trabalhando, junto com outros, para ver que esses direitos sejam restaurados. Se eles podem negar os direitos dele, isso significa que eles podem também negar os meus direitos. Tal como está agora: se você não tiver dinheiro, você não tem os seus direitos em um tribunal, eles fazem com o que eles quiserem. Nossos pais e avós sofreram, lutaram e morreram por esses direitos. Se deixarmos o julgamento de Charlie permanecer como está, nós merecemos o que temos.

NUG: Qual é o seu papel com ATWA?
Gray Wolf: O meu papel é essencialmente o mesmo que o seu papel. Se eu não conseguir resgatar o meu ar e a minha água da máquina da poluição, eu não vou sobreviver.

NUG: Eu vi uma entrevista sua à CNN em que você disse que acreditava que o tempo que Manson passou na prisão deu-lhe uma perspectiva única sobre o meio ambiente. Quer elaborar mais sobre isso?
Gray Wolf: Sim. Ele foi deixado para trás, enterrado, esquecido e encoberto com mentiras e enganos. Suas palavras e ações têm sido torcidas e distorcidas para caberem nos scripts da e de Hollywood, trocadas por dinheiro e ambições. Então, ele tem vivido como um monge, como um animal em uma gaiola, por mais de 40 anos, e ele sobreviveu. Ele cresceu apenas com o sistema prisional como seu pai, e assim segue-se que sua perspectiva, sua visão e sua experiência são verdadeiramente além da nossa imaginação. Na realidade, ele deu o seu tudo por nossa vontade, e ele é o nosso melhor servidor. Charlie aponta para o ar como Deus. Seria bom respeitarmos a sua visão. Na verdade, nossas vidas dependem dele. Tudo se resume a sobreviver e, para sobreviver, temos de proteger e nutrir ATWA.

NUG: Há rumores vindos de algumas fontes de ATWA online que propõem a eliminação de seres humanos em um esforço para salvar a Terra. Isso é verdade? Se não, por que você acha que alguém pode ter esse equívoco?
Gray Wolf: Os seres humanos estão eliminando-se, destruindo seu próprio sistema de suporte de vida, então eles procuram alguém para culpar. ATWA não é um conceito politicamente correto, ou um movimento organizado. É bem documentado que, em circunstâncias terríveis, os seres humanos fazem qualquer coisa para sobreviver. Qual é a verdade de nossa circunstância presente? Quem está disposto a olhar para aquilo que realmente é? Quem está disposto a falar a verdade do que é? A verdade é simples: aqueles que querem viver irão trabalhar pelo ar, pelas árvores, pela água e pelos animais.

Continuação da entrevista com Charles Manson:

NUG: Quando ATWA foi formada?
Charles Manson: Há 100 bilhões de anos luz.

Gray Wolf: Manson cunhou a palavra ATWA para representar o nossos sistema de suporte à vida na Terra: ar, árvores, água, e animais – nesses últimos, incluindo nós mesmos.

NUG: Qual é a principal missão da organização?
Charles Manson: Resgatar a minha vida, o meu ar, o “meu eu”.

Gray Wolf: Qual é a sua principal missão? Respirar? Não seria essa a sua primeira e absoluta consideração para a sua sobrevivência se todas as besteiras da sua vida cotidiana fossem tiradas de você? ATWA é a sobrevivência de todos neste planeta. Enquanto mais e mais pessoas acordam para a urgência das nossas escolhas restantes, a inteligência se move, sem dúvida ou medo, de forma a implementar soluções que funcionam.

NUG: Como surgiu a idéia de uma arma de sementes para o “Projeto Salvador”?
Charles Manson: Tudo começou em 1969, com uma vara para fabricar fazendas de maconha secretas.

NUG: Eu entendo que um dos principais objetivos do “Projeto Salvador” é educar e municiar todos com armas de fogo e artilharia de sementes de modo que não exista nenhum espaço sem algo crescendo. Se tal coisa acontecesse, o que você acredita que isso iria resolver? Que problemas isso poderia consertar?
Charles Manson: O equilíbrio do tempo. Minha vida, meu amor, meu Deus.

NUG: Essa arma de sementes já foi testada? Quais foram os resultados?
Gray Wolf: Neste momento, nosso foco é apoiar a produção e distribuição de munições de sementes, em vez de tinta. A idéia é ser capaz de atirar as sementes mundialmente. Essa tecnologia pode ser modificada para a fabricação de outras coisas de sucesso. As balas de gelatina foram testadas, e funcionaram. Sabemos que essas sementes brotaram.

NUG: Existe uma data prevista em que a arma será lançada?
Gray Wolf: Não sabemos ainda.

NUG: O que você pensa que seria algumas das melhores maneiras de se envolver e colaborar com o meio ambiente? Quais são algumas maneiras de apoiar o “Projeto Salvador”?
Charles Manson: Dê a sua vida e tudo para o amor. Ame a vida – o nosso ar, e tudo o que funciona para a sua vida. Ou tudo é Deus, ou ninguém é Deus.

Clique aqui para ler a entrevista original no website da NUG Magazine.

 Novidades sobre o Projeto Salvador de ATWA

© 2011 ATWA Brasil


Humanidade acelera a guerra contra ATWA

atwa humanidadeemguerra Humanidade acelera a guerra contra ATWA

Enquanto as confabulações continuam, os inimigos da Vida incansavelmente ampliam suas ações para acelerar a queda a caminho da desintegração. Em afronta a ATWA, foi confirmado que a emissão de gases do efeito estufa bateu recorde em 2010, na maior liberação de carbono na atmosfera já registrada. O relatório da Agência Internacional de Energia (AIE) diminui as esperanças de manter o aquecimento global em níveis considerados “seguros”.

As emissões de dióxido de carbono (CO2), o principal gás do efeito estufa, cresceram 5% no ano passado em relação ao recorde anterior, de 2008. Em 2009, as emissões haviam caído graças à crise financeira global, que reduziu a atividade econômica – o que, mais claro do que nunca, mostrou o caminho para a solução.

Essas informações significam que o objetivo de prevenir um aumento de temperatura de mais de dois graus Celsius – que cientistas dizem ser o limite para mudanças climáticas potencialmente perigosas – deve se tornar apenas mais uma utopia.

No último ano, 30,6 gigatoneladas de CO2 foram despejadas na atmosfera, oriundas principalmente de queimas de combustíveis fósseis. Os países auto-intitulados “desenvolvidos” foram responsáveis por 40% das emissões totais em 2010, mas responderam por apenas 25% do aumento com relação ao ano anterior. Países classificados como “em desenvolvimento”, como o Brasil, a China e a Índia, registraram aumento proporcionalmente maior em termos de emissões.

E assim, dia após dia, a humanidade acelera a sua guerra contra ATWA – a ordem de todas as vidas. Mas ATWA era ATWA antes de o homem ser homem. Continuará a ser ATWA quando o homem se destruir – e os irmãos e irmãs de ATWA estão ansiosos pelo golpe final.

 Humanidade acelera a guerra contra ATWA

© 2011 ATWA Brasil


Sobre a matéria da revista Vanity Fair (1)

manson arcomodeus Sobre a matéria da revista Vanity Fair (1)

A revista espanhola Vanity Fair publicou em sua edição de maio de 2011 uma matéria sobre Charles Manson e ATWA. O artigo causou um enorme alvoroço entre os meios de comunicação americanos. Um dia depois de publicado, centenas de websites fizeram seus comentários, e a mídia sensacionalista não perdeu a oportunidade de vender um pouco mais de medo a seus leitores.

Nós colaboramos diretamente com o artigo. Um jornalista da Vanity Fair entrou em contato conosco para conversar sobre Charles Manson e ATWA. Ele nos pediu formalmente para entrevistar Manson pelo telefone. Manson concordou em ceder a entrevista, e nós organizamos uma estrutura para transferir as chamadas de Manson para o jornalista. Também colaboramos com a gravação da entrevista, e tivemos a oportunidade de corrigir algumas citações que haviam sido mal interpretadas pelo jornalista, entre outras coisas. Também fornecemos materiais e documentos privados para que o jornalista pudesse expandir seu artigo e oferecer “algo novo” – como ele havia prometido fazer.

No presente momento, nos reservamos o direito de não comentar em profundidade sobre o devido artigo. Isso será feito em outro momento.

Em qualquer caso, surgiu uma enorme confusão como conseqüência do devido artigo. Alguns meios de comunicação sensacionalistas não fizeram seu trabalho honestamente (como era esperado), e traduziram (propositalmente) errado algumas palavras de Charles Manson do espanhol para o inglês.

Para esclarecer essa confusão, segue abaixo, em português, o que Manson realmente disse sobre o presidente americano Barack Obama, e sobre o seu suposto advogado, Giovanni Di Stefano, entre outras coisas que foram mal traduzidas:

David Lopez (Vanity Fair): Sr. Manson, agora que você está falando sobre as notícias, o que você pensa do Obama?
Charles Manson: Obama?

David Lopez (Vanity Fair): Sim, o que você acha dele?
Charles Manson: Acho que ele é tolo por fazê-lo (esse trabalho). Eu não sei como o enganaram para que ele acabasse o fazendo. Alguém o enganou para ele cair ali. Ele não entende o que estão fazendo com ele. Estão jogando com ele.

David Lopez (Vanity Fair): Mas você gosta dele? Você acha que ele dá algum tipo de esperança ou não?
Charles Manson: Eu não tenho espaço para gostar ou desgostar. Eu estabeleço a verdade. Eu não gosto ou desgosto.

David Lopez (Vanity Fair): Sr. Manson, você tem um novo advogado, Giovanni Di Stefano, que está trabalhando para tirá-lo da prisão.
Charles Manson: Não, ele é apenas mais um católico. Essa é uma conspiração dos católicos para roubar a minha vida e usar a minha vida para o que os sicilianos da Máfia estão fazendo. Ele é um mafioso. É o mesmo promotor, mas com um rosto diferente. Isso é tudo.

David Lopez (Vanity Fair): Você acha que representa um perigo para a sociedade? Ou como você gostaria de chamar isso… o sistema?
Charles Manson: O sistema. O sistema é dinheiro, apenas isso. E eles se recusam a me dar o meu dinheiro. Todo mundo está fazendo milhões. Você sabe quanto dinheiro as pessoas ganharam usando a minha vida? E você pensa que eu gostaria de me ajustar a aquilo? Eu sou muito pior do que aquilo. É isso o que eu faço para poder ser melhor do que aquilo. Eu não posso ser melhor do que aquilo a não ser que eu seja muito pior do que aquilo. Porque aquilo é pior do que eu conseguiria imaginar, e eu não faria tal coisa. Eu não faria metade das coisas que eles fazem, e é isso o que eu lhe disse sobre o presidente. Eu não sei como eles o enganaram para que ele aceitasse aquele emprego, mas ele aceitou.

David Lopez (Vanity Fair): Existe alguma solução? Algo que pode ser feito para evitar isso (a destruição da vida)?
Charles Manson: Estou te falando. Todas as vezes que eu saí da prisão, o deserto estava mais morto do que antes. Os veados se foram, não foram mais lá. Os insetos desapareceram, e as abelhas não existem mais. Os pássaros não voam mais por lá. Como pode?

David Lopez (Vanity Fair): Então não existe uma solução para corrigir isso?
Charles Manson: Sim, tem uma solução. Uma única solução: todos nesse mundo têm que aceitar Deus – o nosso ar – e trabalhar para Deus – o nosso ar. Todos no mundo têm que aceitar o ar como Deus. Aceite o ar como Deus, porque sem ar vocês não existem. Se vocês querem existir, vocês têm que existir com o ar. Vocês têm que parar de guerrear contra o ar. O pecado de vocês é contra vocês mesmos – é o seu pecado contra o ar. O ar é tudo o que vocês têm. Se você está ganhando dinheiro e vendendo o seu ar, você está vendendo a sua própria vida. Você está comprando e vendendo a sua própria destruição. Esse sistema que diz que eu não sou bom, que eu represento um perigo – eu posso ser um perigo para a sua estupidez e para a sua ignorância, mas eu não represento um perigo para formas de vida inteligentes. Eu não represento um perigo para as pessoas que querem existir nesse planeta.

E com isso, encerramos esse comunicado. Em breve, falaremos mais sobre a entrevista com a revista Vanity Fair.

 Sobre a matéria da revista Vanity Fair (1)

© 2011 ATWA Brasil


Charles Manson: “Precisamos desse Sol…”

manson sobrevivencia Charles Manson: Precisamos desse Sol...

“Nós estamos falando de bichos, cara. Estamos falando de pássaros e árvores. Estamos falando da sobrevivência da Vida – não de civilizações. Estamos falando da sobrevivência da Vida – não de nações, ou cidades, ou países, ou economias, carros ou poluição. Nós estamos falando sobre a sobrevivência do planeta. E todas as formas de vida vivas, do fundo do oceano ao próprio Sol. Porque sem a Terra, o Sol não teria um corpo sobre o qual brilhar. Então nós precisamos desse Sol – e o Sol precisa da Terra. Nós não queremos abandonar a nossa Terra para automóveis, combustíveis fósseis, e ego-maníacos que querem imortalizar as suas economias em vez de sua sanidade. Isso comunica?”

- Charles Manson

 Charles Manson: Precisamos desse Sol...

© 2011 ATWA Brasil


A busca pela verdadeira ecologia

atwa unicaecologia A busca pela verdadeira ecologia

É muito fácil protestar pelos inconvenientes de uma sociedade industrializada, egoísta e decante como a atual – motivos não faltam. É muito emocionante pedir uma sociedade limpa, ecológica, onde se respeite o meio ambiente. Também é muito conveniente simplesmente solicitar uma sociedade onde os modos e a mentalidade da gente assumam o amor à natureza como algo prioritário. O problema é assumir as conseqüências dessas declarações. A história é testemunha de que os homens brincam com ATWA tanto quanto eles brincam com seus outros jogos de ego. Os homens gritam muito sobre muitas coisas, mas fazem muito pouco além de gritar.

Esses sentimentos ecológicos das massas são colocados à prova quase sempre, ao redor do mundo. Quando a Noruega se nega a dar quotas de pesca à Espanha, e têm-se pescadores desempregados; quando se trata de proibir a fabricação de sprays que atentam contra a camada de ozônio, com o qual sofremos a concorrência da Índia ou da Tailândia, que não os proíbem; quando se encarece a carne por obrigar a cumprir a lei de transporte de gado, ou se devem fechar as indústrias têxteis das bacias catalãs, que contaminam seus rios, enquanto trazemos tecidos de Cingapura; quando se quer obrigar o Brasil a conservar a selva que não souberam conservar na Europa; ou quando se nega o uso de carros SUV e por isso fecha-se uma fábrica que os produziam, deixando milhares de trabalhadores desempregados. Enfim, em cada caso, em cada tema, quando se chega à realidade é quando se põe à prova o “sentimento” ecológico que todos alardeiam.

Isso acontece porque uma política em harmonia com ATWA – ecologicamente real, autêntica, aplicável – passa por duas medidas profundamente impopulares (isso considerando, é claro, a dinâmica das sociedades modernas):

– A proibição de importar qualquer produto que não tenha sido produzido com os rigores ecológicos estabelecidos. Sem isso, a concorrência do mercado mundial leva à ruína os ecologistas diante dos sem escrúpulos.

- A aceitação de um custo adicional em nível de vida. É necessário renunciar o consumo e os costumes “cômodos” para conseguir uma aplicação ecológica realista.

O primeiro ponto é absolutamente necessário: sem uma eliminação do dumping (prática econômica que consiste em vender abaixo do preço normal ou de custo de produção) social e ecológico, que representa a concorrência desleal dos países sem respeito ao meio ambiente, não há possibilidade de uma ecologia real. Em outras palavras, não há possibilidade de uma ecologia real em uma sociedade dominada pelo mercado, em que o dinheiro – ou melhor, quem controla o dinheiro – é o que estabelece as regras.

Quanto ao segundo ponto, evidentemente é necessário eliminar um consumismo excessivo, mas isso não tem porque significar um nível de vida pior. Sim, uma mudança do estilo de vida, mas não uma queda da qualidade de vida.

O homem estar hipnotizado por suas invenções modernas não é necessariamente um obstáculo a essa busca por uma verdadeira ecologia. Em outras palavras, a ecologia é um objetivo que pode ser alcançado não limitado apenas a uma “marcha atrás” no desenvolvimento tecnológico, mas também, e seguramente assim deve ser, por um passo adiante da tecnologia. Há grandes planos, inclusive agora, inclusive sob a repugnante mentalidade mercantilista, de processos de fabricação recicláveis, de produtos sob normas de reuso e de aproveitamento de resíduos. Há métodos modernos incríveis para usar energias alternativas e recuperar áreas degradadas. Tudo isso limitado inclusive pela falta de um incentivo real para desenvolver novos métodos ecológicos de produção, dado que o sistema não promove precisamente o respeito ao meio ambiente diante dos lucros. Mas temos uma enorme fronteira para alcançar de imaginação e tecnologia a serviço da ecologia, se nos permitirem aqueles que mantêm o poder do dinheiro.

A ecologia não é contra o mundo do futuro, mas sim a mentalidade mercantilista do presente. Um mundo em que a invenção do homem esteja a serviço de uma mentalidade ecológica e de um Estado decidido a proteger o meio ambiente poderá alcançar enormes metas de bem-estar real da população, precisamente potencializando o desfrute do meio natural – do qual nós fazemos parte.

É negativa a idéia de uma ecologia baseada em uma “marcha atrás”, em “deixar de produzir” ou “deixar de fazer”. A ecologia do amanhã é baseada precisamente no contrário – em uma enorme vontade de fazer, de restaurar e de inventar métodos modernos de viver dignamente com a natureza. O homem não deve renunciar a sua presença na natureza, mas renunciar o seu papel atual como consumidor da natureza, dirigindo a mesma pela estrutura economista. Só 10% de aumento de custo podem significar 90% de melhorias ecológicas. Bastaria “pequenas mudanças” de comportamento para eliminar problemas enormes – e após um primeiro passo de sucesso, sempre haverá um segundo.

O verdadeiro problema é encontrar quem teria o valor de impor essas medidas, arrasando os obstáculos que se opõem: o mercado mundial, a ânsia de lucros econômicos e, sobretudo, o hedonismo (doutrina que considera que o prazer individual e imediato é o único bem possível, princípio e fim da vida moral) das massas, compradas pelo prazer e pela vulgaridade.

Charles Manson seria esse homem, capaz de resgatar da profundidade do egoísmo da humanidade a compreensão das necessidades de ATWA. Mas as massas programadas pela televisão – essa seita que ama morte, sangue e banalidade – o penduraram na cruz das suas ignorâncias, e o abandonaram. Apesar disso, a mensagem única de Manson persiste: não existem leis senão ATWA.

E de fato, para o homem moderno não existe outro caminho para uma vida em harmonia com a natureza senão através da conscientização total de ATWA. Não existe outro caminho. As leis naturais atropelam – e sempre atropelarão – as leis fabricadas pelos homens, porque a ordem natural é a vontade do que chamamos de Deus. Na busca por uma verdadeira ecologia, o homem precisa, antes de tudo, se tornar consciente de ATWA. Quando ele reconhecer que não existem dois – que tudo é um, e que uma vida tirada é um golpe contra si próprio – será possível direcionar a máquina da humanidade em uma direção que leve a um retorno da harmonia entre os seres humanos e o restante da vida desse planeta. Essa é a única e verdadeira ecologia.

 A busca pela verdadeira ecologia

© 2011 ATWA Brasil


ATWA Brasil: “Charles Manson: Cadeia de Comando”

Abaixo, mais uma produção da ATWA Brasil: “Charles Manson: Cadeia de Comando”.

Uma nova conversa por telefone com Charles Manson, gravada em outubro de 2010. Ele fala sobre a necessidade de organizar uma força ativa para resgatar ATWA. O vídeo conta com legendas em português.

 ATWA Brasil: Charles Manson: Cadeia de Comando

© 2010 ATWA Brasil


Economias mundiais e a guerra contra ATWA

atwa economias Economias mundiais e a guerra contra ATWA

Costumamos não nos prender muito a estudos científicos e à confusão de números publicados todos os dias. Sabemos que isso faz parte do processo de desinformação do público: com tantos estudos e números contraditórios, é mais fácil manter as discussões entre as pessoas em um nível superficial e, dessa forma, coibi-las de agir contra o sistema que nos rege.

Mas aqui está um novo estudo que exibe com clareza a essência da guerra do homem contra ATWA. Trata-se do paralelo entre o suposto “avanço econômico” e a poluição do ar. Essas duas variáveis caminham juntas: quanto melhor vão as economias, mais poluição é liberada contra ATWA. Quando as economias se enfraquecem, porém, as taxas de poluição melhoram consideravelmente. Isso exibe o dilema da humanidade com lucidez: é necessário frear essa máquina, ou não haverá mais vida para contar a nossa história.

Durante o ápice da recessão mundial em 2009, as emissões de CO2 caíram paralelamente à desaceleração das atividades econômicas. Mas agora que o mundo percebe sinais modestos de recuperação, o ritmo da atividade econômica se acelerou novamente, assim como as emissões de CO2. Segundo um novo estudo, o planeta pode chegar a um nível recorde de emissões até ao final do ano de 2010 – uma prova do fracasso das negociações sobre a mudança do clima.

O novo estudo aponta que as emissões provenientes da queima de combustíveis fósseis foram 1,3% menores em 2009 do que no ano anterior – ainda assim, isso é menos da metade da queda que anteriormente havia sido prevista. Isso porque, enquanto algumas economias da América do Norte e Europa estavam em baixa, atividades em outros continentes foi crescente. O Reino Unido, por exemplo, teve emissões 8,6% mais baixas em 2009 do que em 2008. Números semelhantes podem ser aplicados para os Estados Unidos, Japão, França e Alemanha. No entanto, essas reduções foram compensadas por um crescimento constante em países como o Brasil e a China – esse último, sozinho, aumentou suas emissões em 8%.

O estudo prevê um aumento das emissões globais de mais de 3% em 2010, uma taxa de crescimento semelhantes à encontrada entre 2000 e 2008. Pode-se concluir, portanto, que nada mudou durante a última década.

Sendo assim, os homens estão carregando a vida do planeta Terra para o túmulo. O coletivo da humanidade parece ser incapaz de enxergar por cima das muralhas de desinformação que são erguidas todos os dias. Não agir é tomar uma posição de guerra contra ATWA. O sistema de vida humana atual não pode prosseguir – é suicídio coletivo. Mas pior do que isso: as vidas inocentes que caminham em harmonia com ATWA também são vítimas do nosso descaso.

A ignorância da humanidade é um crime contra o todo da vida, mas na ordem natural não existe impunidade.

 Economias mundiais e a guerra contra ATWA

© 2010 ATWA Brasil


A humanidade de costas para ATWA

atwa decostas A humanidade de costas para ATWA

O homem está em guerra contra ATWA. De fato, o coletivo da humanidade assumiu o risco real da alteração climática há alguns anos. Discute-se muito sobre os elementos que contribuem para essa mudança, mas poucos discordam de que as mudanças estão a caminho. Alguns reconhecem em seu instinto de sobrevivência – aqueles poucos que não se renderam aos confortos humanos – que medidas drásticas devem ser tomadas por todos. Outros não, e simplesmente colocam suas vidas nas mãos de desconhecidos que elaboram o sistema que a humanidade adotará.

Fato é que aqueles que até então têm determinado o caminho da humanidade se provaram incapazes. O Protocolo de Kyoto serve para ilustrar a liderança humana: se todos os países chegassem a cumprir com as suas metas de limitar as emissões de gases na atmosfera, ainda assim os Estados Unidos, sozinho, responsável por 25% do total desse impacto humano, elevaria em 6% o total mundial de emissões. Eles se recusaram a assinar o acordo, provavelmente sabendo que não se passa de mais uma brincadeira humana com relação a algo muito sério. De qualquer maneira, o Protocolo de Kyoto foi ratificado por 47 países, e quase nenhum deles cumpriu com as suas exigências.

Nos últimos 10 anos, só o setor energético aumentou em 30,5% suas emissões de dióxido de carbono. A produção de cimento, e as indústrias metalúrgicas e químicas aumentaram suas emissões em 33%. As atividades agropecuárias elevaram suas cotas para 65%. Trata-se de um quadro de abandono do instinto humano de sobrevivência. Todos nós apertamos a fundo o acelerador do sistema de produção, distribuição e consumo. Queremos carros novos, quanto mais rápidos e potentes melhor; desejamos maior consumo elétrico para ter ar condicionado e adquirir as últimas novidades em matéria de eletrodomésticos; não estamos dispostos a viajar menos, nem a frear o crescimento econômico, nem a renunciar o esbanjamento e os produtos descartáveis.

Isso sumariza o nosso argumento inicial: o homem está em guerra contra ATWA. São as ações do coletivo da humanidade que ditam as leis da nossa existência. Não existe um com mais culpa do que outro. Essa é a sociedade na qual vivemos. É a forma de pensar, observar e viver da esmagadora maioria dos seres humanos; essa mesma que alguns estimulam com sentenças tão falsas como “o povo sempre tem a razão”. Estamos vivendo imersos em uma sociedade predadora, ávida de maior riqueza e de poder ao preço que seja, onde os mais desfavorecidos só desejam ter acesso a maiores níveis de consumo. Todos os seres querem maior desenvolvimento econômico, e o medem com as pautas do modelo vigente que nos conduziu ao desastre da nossa natureza. O mundo e as leis naturais que o regem não podem suportar semelhante espólio irresponsável.

Aqueles que se auto-intitulam “ecologistas” são também transgressores quando dizem demagogicamente que é possível reduzir o impacto ambiental a níveis sustentáveis sem renunciar o nosso conforto atual, medido em bens e serviços. Argumento totalmente indefensível. Não há forma de defender isso sem uma profunda mudança em nossa cultura.

Mas ao mesmo tempo, a história é testemunha de que as pessoas pensam muito pouco com as suas próprias cabeças. É possível alterar completamente as suas idéias em uma certa direção, afinal, é exatamente isso que tem sido feito com relação ao cuidado com a ordem natural. Um exemplo: nos anos 80 se proibiram os sprays de CFCs pelo cloro que afetava a camada de ozônio na alta atmosfera. Os meios de comunicação falavam sobre o assunto, e as crianças aprendiam sobre isso nas escolas. Todos foram programados com essa história. Mas os CFCs só representavam uma mínima parte da contaminação, e as outras fontes não foram abordadas, como uma infinidade de usos industriais, os vôos supersônicos de dezenas de milhares de aeronaves militares, ou os agrotóxicos empregados na agricultura intensiva. Esse exemplo é válido para balancear a questão da culpabilidade humana nessa guerra contra ATWA. Mas seria essa fraqueza mental um fator de inocência?

Diferentemente de nossa sociedade que vive de costas para ATWA, nossos ancestrais e os homens do campo percebiam os sinais que anunciavam uma catástrofe. Quando os rebanhos selvagens fugiam em debandada depois de sentir o ar, sabia-se de que direção provia a ameaça seguindo o exemplo dos próprios animais, sempre atentos para detectar as ameaças do tempo. No entanto, como disse Nietszche: “A vida, segura sob o império do instinto, periga sob o império da razão”.

Houve uma época em que o homem fazia parte da ordem natural, em que o seu instinto de sobrevivência lhe colocava como irmão das outras espécies do planeta. Antes bastava um sinal sutil para soar um alerta. Mas hoje, o homem ignora esses sinais com orgulho, como se tratasse de coisas triviais. A humanidade se sente mais forte do que a própria natureza. O homem de hoje se vê como vencedor pela ilusão de dominá-la, controlá-la e tê-la a seu serviço. Um ignorante otimismo tecnológico convenceu a humanidade de que sempre poderá neutralizar os fenômenos naturais.

A solução é uma: reger-nos pelas leis eternas da natureza, a ordem de ATWA.

Quem sabe, ainda há tempo. É preciso deixar de viver de costas à única verdade. É necessário apelar não apenas à cabeça do homem, mas ao seu coração, obtendo assim a força da psique coletiva. Mas em seus moldes da atualidade, a humanidade não merece sobreviver. Nós nos retiramos da ordem mundial, e assim a natureza está encarregada de nos expelir dos seus cuidados. Mas ainda existe ATWA: o ar, as árvores, a água e os animais. Façamos algo então, por eles.

 A humanidade de costas para ATWA

© 2010 ATWA Brasil


ATWA: Naturalidade acima de ecologia

atwa naturalidade ATWA: Naturalidade acima de ecologia

O mundo moderno é especialista em adulterações. Poderíamos dizer que a base da mentalidade atual é o produto de uma adulteração global. O sexo se apresenta como amor, a cidade como o ideal, e a democracia como liberdade. Tudo está adulterado. Para contestar a brutal degradação do amor e da espiritualidade, inventou-se a divinização do sexo, a destruição da família, o divórcio como normalidade. Promoveu-se e financiou-se a arte-lixo para manter as estatísticas da “cultura” atual. Uma Terra vazia que preenche o espaço da arte e da espiritualidade à base de lixo envolto em frases de críticos bem pagos – todos adoradores do Deus-Dinheiro.

Pois o mesmo aconteceu com a destruição massiva do meio ambiente – e sequestraram a ecologia. Em primeiro momento, isso pode fazer tremer algum apaixonado pelo meio ambiente e pelos princípios ecológicos. Pode parecer também contraditório para o que ATWA propõe. Mas lamentavelmente, é verdade.

A ecologia é uma palavra adulterada. Eliminou-se seu conteúdo original, dos ideais de pessoas como Konrad Lorenz, e criou-se um Frankenstein moderno “ecologista”, uma mistura de todas as imperfeições possíveis, aglutinadas mediante a mentalidade moderna e cidadã do “consumista consciente”. Outros adotaram uma “ecologia política conscientizada”, uma espécie marxista que protesta pelos erros do capitalismo, e sonha com uma nova versão de sociedade materialista, semelhante à qual realizou a destruição ecológica maior da história: a URSS, onde o desprezo pelo meio ambiente foi ainda maior do que registrado no capitalismo.

A ecologia atual é um “mercado do verde”, e não um sentimento de integração com a natureza. A idéia original foi convertida de uma ciência para uma adulteração política, para poder assim tornar coerente a venda da “solução” para a ameaça do meio ambiente pelos princípios homocêntricos e economistas do modo de vida atual. Os movimentos considerados “verdes” são parte do problema, uma vez que se passou o tempo de pregar “consciência” e falar em “eficiência”. Os seguidores do Deus-Dinheiro – criado pelo próprio homem – adoram seus ídolos nos bancos, enquanto a natureza é vendida muitas vezes como obstáculo aos ganhos financeiros.

Nossa posição é, por outro lado, perfeitamente coerente com nossos princípios diferencialistas e naturais. A raiz do pensamento de ATWA se baseia precisamente nos valores da natureza, e, portanto, era de prever que o conceito de relação com a natureza fosse absolutamente coerente com sua ideologia, uma vez que parece claro que os princípios de igualdade se chocam radicalmente contra uma relação lógica homem-natureza.

O nosso interesse é acabar com a base de todo o problema. Para nós, as relações homem-natureza estão dadas por uma concepção ética do homem e por uma definição da natureza como objeto de direito, e não como mero “elemento de uso”. Rejeitamos absolutamente o antropocentrismo, a base mítica sobre a qual se fundamenta a exploração materialista e as relações economistas homem-natureza.

Deve existir uma profunda relação de amor e respeito a todo o natural, de forma que cada pessoa “viva a natureza”, e seja parte dela. A educação e a convivência na natureza e com os animais não é um aspecto secundário da existência, mas sim a sua base. É nesse contexto que a natureza se torna um objeto de direito do homem. Mas sem esse respeito mútuo, o homem está no crime contra a ordem natural, agindo de forma semelhante a um câncer lutando contra a vida do corpo humano.

E com isso entramos no conceito básico de naturalidade. Para uma pessoa sensível normal, dessas que vivem em povoados menores, longe da deformação imposta nas grandes cidades, passear pelo campo não é uma “libertação temporária em um fim de semana”, mas um ato normal de sua vida. É o dia-a-dia. É gente que vive perto dos montes e dos campos, em contato natural com os cachorros e com os animais, que ama o meio ambiente do seu povoado, conhece suas colinas e suas formas, sabe onde estão os vales e fontes de sua região, sabe onde encontrar coelhos, plantas e pássaros, reconhece seus cantos e nomes. Esse tipo de pessoa não é o mesmo tipo de humano que os macro-cidadãos, que não sabem nada de seu entorno, que para eles passear é um luxo e tratar animais é algo exclusivo dos zoológicos, que não conhecem sua região nem viram em meses seus rios e montes. Para a cidade, caminhar é uma obrigação, e observar o vôo dos pássaros uma inutilidade que ninguém vê.

Por fim, esses macro-cidadãos são ecologistas. A ecologia existe porque predomina essa loucura de cimento e asfalto, parques industriais e cidades. A ecologia existe para os quais perderam a noção da terra úmida, e para os quais se cansam se sobem em uma colina próxima. A ecologia substitui a naturalidade nos cidadãos que ainda resistem à sua condição de semi-homens.

Mas para a gente sã, para os quais amam seu entorno porque vivem nele, para os quais o rio de carros é antinatural, para os que “ouvem” o ruído infernal das ruas e vêem as paredes de cimento como algo artificial, para os quais os bosques são sua normalidade e conhecem os detalhes de seus caminhos, para esses não é preciso a ecologia, mas sim evitar que os homens zumbis lhes tirem a sua naturalidade.

Temos de entender os inimigos de ATWA da seguinte forma: perderam a parte natural do homem, se converteram em seres desenraizados, aliados ao materialismo, ao mecanicismo. São seguidores do Deus-Dinheiro, adoradores de seus ídolos na Terra. Os bancos mandam, apesar da maioria deles não perceber, no andamento das suas vidas. Por isso aspiram à ecologia, porque perderam a naturalidade, e não estão em harmonia com eles mesmos e com a ordem natural.

Nossa luta é para recuperar o sentido natural do mundo. Esse é o objetivo, e não a ecologia. Não as medidas de eficiência, nem as reivindicações eco-marxistas. Todos somos o problema, porque todos nós perdemos a naturalidade. E na guerra contra ATWA, não existe vitória para o homem.

 ATWA: Naturalidade acima de ecologia

© 2010 ATWA Brasil


A destruição do verde de ATWA

atwa coresdoverde A destruição do verde de ATWA

Um novo estudo aponta que mais de um quinto das espécies de plantas do mundo corre o risco de se extinguir por conseqüência de ações humanas. Olhando para todo o verde de ATWA: uma em cada cinco árvores será perdida; uma em cada cinco plantas será perdida; uma em cada cinco algas dos oceanos será perdida. Os homens continuam a consumir o planeta, de forma semelhante a um câncer se multiplicando no corpo humano, sem dar chance para a sobrevivência. Ironicamente, estão se auto-aniquilando no processo, mas a máquina não pára.

O novo relatório sobre a perda de plantas é o mapeamento mais preciso já feito sobre a ameaça para as estimadas 380 mil espécies de plantas do planeta. “Este estudo confirma o que nós já suspeitávamos. As plantas estão sob ameaça e a principal causa é a perda de habitat pelas mãos do homem”, explica um dos dirigentes do estudo.

As plantas estão mais ameaçadas do que as aves, tão ameaçadas quanto os mamíferos, e menos do que os anfíbios e os corais. Entre as plantas, o grupo que inclui os pinheiros está entre os mais ameaçados. O grande perigo é representado pela perda de habitat provocada pelo homem – a maioria dos casos é resultado da conversão de habitat naturais para cultivo e criação de gado. A atividade humana responde por 81% das ameaças.

Essa é uma tendência com efeitos potencialmente catastróficos para a vida na Terra. É um verdadeiro crime nos sentar e simplesmente observar o desaparecimento das espécies de plantas. Elas são a base de toda a vida na Terra, fornecendo ar limpo, água e alimento. Todas as vidas dependem delas. O homem é visivelmente o causador desse problema. A destruição não somente das plantas, mas esse obstáculo imposto à sobrevivência de todas as vidas, está sendo criado nesse exato momento pelo coletivo da humanidade.

É essa arrogância e egoísmo do homem que permitiu a declaração de guerra contra ATWA, mas nessa luta não existe vitória para a raça humana. A harmonia das vidas faz parte da vontade de Deus. Nós nos colocamos fora dessa equação, e nos negamos a retornar para o nosso verdadeiro lugar. Mas sem dúvida, a harmonia prevalecerá. A solução para isso será o nosso próprio fim.

Para ler um artigo da mídia corporativa sobre o novo estudo, clique aqui.

 A destruição do verde de ATWA

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