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Monsanto: Ameaça a ATWA no Brasil

monsanto Monsanto: Ameaça a ATWA no Brasil

A Monsanto é a empresa que produz o herbicida chamado “Roundup”, que segundo eles mesmos se tornou uma “ferramenta fundamental no dia-a-dia dos agricultores”. A corporação também é responsável pela produção de mais de 90% das sementes geneticamente modificadas (OGM) disponíveis no mundo hoje. Com mais de 110 anos de história (desde 1901), a Monsanto deixou de representar apenas uma ousadia químico-industrial e se tornou com o passar do tempo uma poderosa e ameaçadora empresa de produtos químicos e agrícolas – ameaçando a sua vida, diretamente, todos os dias!

A Monsanto teve um lucro declarado em dois bilhões de dólares em 2009, mas graças aos esforços de alguns irmãos e irmãs de ATWA durante o ano de 2010, expondo as atrocidades e a ameaça representada pela empresa, esse lucro caiu pela metade, principalmente nos Estados Unidos, seu maior mercado.

Mas a Monsanto não é simplesmente mais uma gigante empresa americana: contam com escritórios de vendas, indústrias de produção, e laboratórios de pesquisa em mais de 100 países, incluindo o Brasil. Como resultado da queda nos lucros no mercado americano, a Monsanto tem investido em novos mercados potenciais – e o Brasil tem um papel central nesse novo foco.

Sendo assim, chegou a hora de os irmãos e irmãs de ATWA no Brasil cumprirem com o seu papel de amor e respeito a todas as vidas. Uma grande oportunidade de honrar ATWA, expondo o inimigo, armando as mentes dos aliados, e transformando ideias em ações.

Faça suas próprias pesquisas sobre a Monsanto. Entenda a magnitude do problema. E entre em contato com a ATWA Brasil para saber mais sobre como você pode agir contra essa ameaça – agora!

 Monsanto: Ameaça a ATWA no Brasil

© 2012 ATWA Brasil


Carta de Charles Manson enviada da solitária

envelope derek nov2011 Carta de Charles Manson enviada da solitária

carta derek nov2011 Carta de Charles Manson enviada da solitária

Abaixo, uma carta enviada recentemente por Charles Manson a partir da cela solitária em que ele se encontra desde a primeira semana de outubro de 2011:

“Minha caixa de cartas e eu fomos levados embora. Minhas coisas seguiram por um caminho, e o meu corpo foi colocado em outra jaula. Todas as minhas coisas foram parar com quem o maior cachorro estava cuidando. Parece que minhas coisas sempre vão parar com alguma mulher sargento negra, ou pessoas que eu não posso ver. Talvez foram para a China ou para a Índia, de novo.

Todos são. Todos são Deus.

Sinceramente,

Vincent Bugliosi, de trás para frente e de cabeça para baixo há 43 anos.”

 Carta de Charles Manson enviada da solitária

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ATWA e a busca por uma civilização natural

atwa stonehenge ATWA e a busca por uma civilização natural

Desde os mais antigos tempos, as comunidades humanas trataram de conviver com a Natureza. Sentiam-se parte da mesma, e a figura mental da mãe física sempre se fusionou com a da Mãe do Mundo, sendo assim as deidades femininas mais antigas que as masculinas quanto à importância do seu culto. Um instinto alertava o homem, da própria profundeza de sua consciência, que seu império sobre os minerais, vegetais, animais, distâncias e tempos estava atado invariavelmente ao seu meio cósmico, e que seu próprio corpo e psique eram também componentes dessa Natureza, cuja origem não era outra coisa senão aquilo superior a toda dualidade e a todo raciocínio discursivo, que hoje chamamos de Deus.

O culto aos dólmenes (monumento druídico formado de uma grande pedra chata posta sobre duas outras verticais) e às “pedras do céu”, à Árvore da Vida, e às formas animais são, também, patrimônio espiritual da humanidade de todos os tempos. O Sol, a Lua, as estrelas, os rios, o mar, as montanhas, os abismos, foram sempre associados com deuses e com os primeiros homens. A civilização foi criada então em colaboração, e não em luta, contra a Natureza. O contrário disso se teve sempre por suicídio coletivo e por perigosíssimo desafio ao destino.

Talvez convenha diferenciar o conceito vulgar de “selvagem” do de “natural”. O primeiro inclui a atitude passiva dos homens movidos por seu entorno, e o segundo daqueles que se movem modificando o entorno, porém sem opor-se a ele, colaborando ativamente com ele. A civilização romana, por citar um exemplo, apesar daqueles que a atacam se baseando em abstrações, é um verdadeiro modelo do que chamamos de “civilização natural” – dentro das possibilidades que até agora demonstrou a humanidade. Ou seja, devemos reconhecer que, na prática, foi um modelo de civilização multinacional belamente inserida na Natureza. Não nos deteremos na menção de seus caminhos, que geralmente correm por debaixo dos atuais; nem de seus aquedutos, que davam a Roma oito vezes mais água por habitante do que a mesma cidade oferece na atualidade; nem em tantas coisas extraordinárias, desde seus conceitos artísticos até os filosóficos. Tampouco em seus defeitos, que também os tinham, e dos quais nenhum grupo humano se mostrou carente.

Simplesmente queremos destacar, à luz das últimas descobertas arqueológicas, que a civilização romana transformava os elementos naturais sem destrui-los e sem contaminar o meio ambiente. Dos seus templos de madeira e pedras, que mansamente voltam à Mãe Terra de onde saíram, até seus banheiros e vasos sanitários higiênicos, nos quais não se usavam papéis, que hoje motivam as devastações dos bosques e a putrefação das terras. Para isso, os romanos usavam esponjas de longa utilização, lavadas com água corrente e vinagre sempre quando utilizadas.

Os animais domesticados ocupavam pastos, que eram depois abonados com seus resíduos para que crescessem naturalmente. As sucatas de sua metalurgia, ao se basearem em metais naturais ou em ligas metálicas simples, voltavam à Natureza sem contaminá-la. Suas armas não contaminavam a Terra nem os céus. Seus navios eram movidos pela pureza dos ventos, e também por remadores que faziam seu exercício, voluntário ou involuntário, mas sempre útil à comunidade, coisa que tanto contrasta com os individuais exercícios estéreis e com as contrações por descarga elétrica que endurecem os músculos e tornam elásticas as artérias de nossos contemporâneos, sem benefício algum para o mundo natural.

Mas não é necessário estender-nos. Apenas traçamos uns esboços do que foi uma forma de “civilização natural”. Sabemos que não foi perfeita, mas a civilização atual é pior. Nossos meios de transporte se movem devido a combustíveis indispensáveis: o petróleo. Além disso, seus detritos contaminam o meio ambiente, e estamos provocando a esterilização do planeta, tão só por querer chegar mais rápido a lugares onde depois perderemos o tempo lastimosamente sem saber o que fazer ou recorrendo a vãs distrações para não nos aborrecer. Nossos desperdícios, especialmente os plásticos, são praticamente indestrutíveis e já enchem parte das praias, campos e bosques, que passaram de bonitos vales convertidos em recipientes de lixo. No mar, se lançam constantemente resíduos radioativos em recipientes que não apresentam índices de segurança para as vidas terrestres ou marítimas. Nossas fontes urbanas movem uma e mil vezes a mesma água reciclada, gastando para isso eletricidade custosamente produzida. Nossos aparelhos precisam de pilhas, motores, compressores, propulsores, etc. Tudo isso é contaminação, e essa contaminação se fabrica continuamente, pois continuamente se destrói ou se deteriora. Nossas armas de guerra afetam não só os homens e seus edifícios, mas atacam a natureza e tem o potencial de destruir o planeta.

Nossa estúpida ideia da concorrência fragmentou o mundo já não em nações naturais, mas em países artificiais, e há centenas de moedas em concorrência. O conceito de unidade natural foi esquecido totalmente e se confunde, pois já não nos governamos com definições, mas com injúrias. Perdemos contato com a Natureza e realizamos esforços inúteis que fariam rir as gerações da antiguidade. Mas se esses mesmos esforços os fizéssemos em algo útil, desfaleceríamos dizendo que não aguentamos tanto trabalho. Somos fracos e artificiais. Nossa forma civilizatória produz e consome constantemente, submergindo todos nós em uma louca competição.

Tudo o que fazemos é pouco duradouro, porque assim o podemos substituir mais rápido. Não se busca o bom, mas o novo. Não importa tanto a qualidade como a quantidade. Mas existe uma realidade sobre isso tudo: não nos salvarão as lamentações nem as reprimendas. É o nosso próprio reencontro com a Natureza que pode nos salvar – essa é a proposta de ATWA.

Propomos uma volta à Natureza. Mas não à selvageria nem às condutas exteriores mais ou menos exóticas. Referimo-nos a algo muito mais interior e espiritual. Algo que se reflita em tudo o que o homem faça e desfaça. Temos sede de ATWA: ar, árvores, água e animais, tudo e todos em harmonia com a Vida. Temos sede de homens e mulheres puros, livres de crimes contra a ordem natural. Que o homem não explore o homem, nem martirize os animais, nem devaste os bosques. Que o homem acredite em Deus – em si mesmo. Sejamos naturais. Sejamos nada mais e nada menos que nós mesmos.

 ATWA e a busca por uma civilização natural

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Reino da Vida de ATWA: Elefante-africano

atwa elefante Reino da Vida de ATWA: Elefante africano

O sábio mártir Charles Manson disse: “A vinda de Deus não será para a glória das pessoas, mas para o Reino da Vida – ou seja, para os insetos, pássaros, peixes, árvores…”.

Nesse contexto, cabem aos homens conhecer e respeitar a perfeição da ordem de ATWA, contemplando e se ajoelhando perante aqueles verdadeiramente escolhidos como representantes da vontade de Deus nesse planeta.


Elefante-africano (Loxodonta africana)

Tipo: Mamífero
Dieta: Herbívora
Tempo de vida média na natureza: Até 70 anos
Tamanho: 2200 kg a 6400 kg
Agrupamento social: Manada
Estado de proteção: Ameaçado

O elefante-africano é o maior animal terrestre encontrado hoje na Terra. Eles são um pouco maiores do que seus primos asiáticos, e podem ser identificados por suas orelhas maiores, que se assemelham ao formato do continente africano. As orelhas do elefante-africano irradiam calor para ajudar a manter esses animais de grande porte confortáveis no incansável calor da África.

A tromba do animal tem mais de 100 mil músculos diferentes, e é usada para cheirar, respirar, beber, e também para manejar objetos. A tromba, aliás, é outra característica que pode ser usada para diferenciar o elefante-africano do elefante-asiático: enquanto o africano tem duas aberturas na extremidade da sua tromba, os seus parceiros asiáticos têm apenas uma.

Machos e fêmeas têm presas, usadas para cavar no solo à procura de alimento e água e também como arma em disputas com outros animais – nesse caso, apenas os machos têm o costume de usar as presas como arma. A beleza das presas do elefante-africano, aliás, é uma das características que motivam os inimigos da Vida a caçá-los – em parte pelo alto valor do marfim no mercado de exploração animal, e em parte pela inveja da evidente inferioridade humana. A caça de elefantes para o comércio do marfim continua a ser a maior ameaça à existência da espécie.

Irmãos e irmãs de ATWA, soldados pela beleza de todas as vidas e pela perfeição da ordem natural, informem-se sobre o Reino da Vida.

 Reino da Vida de ATWA: Elefante africano

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ATWA: Guerra contra os transgênicos

atwa transgenicos ATWA: Guerra contra os transgênicos

Abaixo, algumas perguntas e respostas sobre os alimentos transgênicos – outra face do combate dos homens contra a soberania de ATWA:

Você sabe o que são transgênicos? E produtos transgênicos?
Os transgênicos são espécies animais e vegetais geneticamente modificadas por cientistas em seus laboratórios. Os produtos transgênicos são produtos industriais que possuem, em sua composição, organismos geneticamente modificados.

Você sabe dos riscos que eles podem trazer à sua saúde?
Consumindo produtos transgênicos, você tem seu sistema imunológico alterado. Isso pode provocar alergias alimentares, redução do efeito de antibióticos, e aumento do nível de substâncias tóxicas que prejudicam a saúde, acima de tudo com efeitos cancerígenos.

Você sabe dos riscos que os transgênicos trazem ao meio ambiente?
Os transgênicos provocam o aparecimento de superpragas, afetam a vida microbiana no solo, matam insetos vitais para natureza, e provocam a perda da diversidade genética.

Sabia que os impactos dos transgênicos na natureza são irreversíveis?
Os transgênicos, uma vez liberados na natureza, se misturaram com as outras espécies vegetais, posteriormente tornando-se impossível retirar da natureza os genes que foram introduzidos. As conseqüências disso são imprevisíveis – e perigosíssimas.

Você sabia que os transgênicos podem estar bem próximos de você?
Os transgênicos podem ser encontrados nas prateleiras dos supermercados. Veja aqui algumas empresas conhecidas no Brasil que utilizam transgênicos:

Ajinomoto
Arcor
Bauducco
Batavo
Cirio
Da Grana
Effem
Hikari
Kellog’s
Kraft
Liza (Cargill)
Mococa
Nestlé
Nutrifoods
Nutrilatina
Nutrimental
Oetker
Parmalat
Quaker
Santista
Soya (Bunge)
Vigor
Visconti
Wickbold

Se você não é favorável à livre comercialização dos transgênicos e de seus derivados, saiba como combatê-los:
Consuma produtos orgânicos. Esses produtos, além de serem saudáveis e nutritivos, não degradam o meio ambiente, pois são produzidos sem agrotóxicos e adubos químicos. Evite comprar produtos importados dos Estados Unidos, Argentina e Canadá que contenham derivados de soja, milho, canola e tomate.

 ATWA: Guerra contra os transgênicos

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ATWA Brasil: “Você pode ser ATWA!”

atwa seratwa ATWA Brasil: Você pode ser ATWA!

 ATWA Brasil: Você pode ser ATWA!

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[Savitri Devi - "O Relâmpago e o Sol"] (13)

Abaixo, a décima terceira postagem da tradução em desenvolvimento do livro “O Relâmpago e o Sol”, de Savitri Devi – cortesia da ATWA Brasil.

orelampagoeosol logo [Savitri Devi   O Relâmpago e o Sol] (13)

Os objetivos destas pessoas – dos homens dentro do Tempo, por excelência – são sempre objetivos egoístas, mesmo quando, devido à sua magnitude material e importância histórica, eles transcendem imensuravelmente a vida do próprio homem, assim como de fato acontece, às vezes. Isso porque o egoísmo – a justificação da “parte” por mais espaço e mais significado do que lhe é naturalmente atribuído no quadro da totalidade – é a própria raiz da desintegração e, portanto, uma característica indissociável do Tempo. Pode-se dizer, praticamente, que quanto mais uma pessoa é completamente e inexoravelmente egoísta, mais ela ou ele vive “dentro do Tempo”.

Mas, como temos dito, o egoísmo se manifesta de muitas maneiras diferentes. Ele pode encontrar expressão na luxúria da mera satisfação pessoal, que caracteriza o libertino sem vergonha; ou na ganância insaciável do avarento pelo ouro; ou na ambição individual do aspirante a honras e posição social; ou na ambição familiar do homem que está preparado para sacrificar todos os interesses de todo o mundo pelo bem estar e pela felicidade de sua esposa e filhos. Mas o egoísmo também pode aparecer na exaltação da tribo ou da nação de um homem acima de todas as outras tribos e nações, não por seu valor inerente à hierarquia natural da Vida, mas apenas por ser a tribo ou a nação específica daquele homem. O egoísmo pode aparecer – ou melhor, muitas vezes aparece – na exaltação indevida de todos os seres humanos, não importando o seu nível de degradação, acima de todo o resto da criação viva, irrespectivamente da saúde e da beleza destes últimos – a paixão que inspira a tirania secular do “homem” sobre a Natureza. O “amor pelo homem” não está em harmonia com os direitos e deveres ordenados por Deus para cada espécie (assim como para cada raça e cada indivíduo), mas existe num espírito de mera solidariedade entre parentes, bons ou maus, dignos ou indignos, apenas porque são os seus próprios. Homens “dentro do Tempo” sabem apenas diferenciar o que é seu e o que é dos outros, e eles amam a si mesmos em tudo o que é deles.

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 [Savitri Devi   O Relâmpago e o Sol] (13)

© 2011 ATWA Brasil


[Savitri Devi - "O Relâmpago e o Sol"] (12)

Abaixo, a décima segunda postagem da tradução em desenvolvimento do livro “O Relâmpago e o Sol”, de Savitri Devi – cortesia da ATWA Brasil.

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Parte 1

Capítulo 3 – Homens dentro do Tempo, acima do Tempo, e contra o Tempo

Todos os homens, na medida em que eles não estão libertos da escravidão do Tempo, seguem o caminho degenerativo da história, sabendo disso ou não, e gostando disso ou não.

Poucos realmente e completamente gostam dessa situação, mesmo em nossa época – e muito menos em idades mais felizes, quando as pessoas liam menos e pensavam mais. Poucos seguem em frente sem hesitações, sem olhar, em algum momento ou outro, tristemente para o distante paraíso perdido que eles sabem, na sua consciência mais profunda, que eles nunca entrarão; o paraíso da Perfeição dentro do tempo – uma coisa tão distante do presente que as primeiras pessoas sobre as quais temos conhecimento lembram apenas como um sonho. No entanto, eles seguem o caminho fatal. Eles obedecem a seu destino.

Essa submissão à terrível lei da decadência – essa aceitação da escravidão do Tempo por criaturas que vagamente sentem que poderiam ser livres dela, mas que acham que essa é uma tarefa árdua demais para ser apostada; que sabem de antemão que nunca teriam sucesso, mesmo que tentassem – está no fundo da infelicidade incurável do homem, lamentada vez após vez nas tragédias gregas, e também muito antes destas terem sido escritas. O homem é infeliz porque ele sabe, e porque ele sente – em geral – que o mundo em que ele vive e do qual ele faz parte não é o que deveria ser, e o que poderia ser, e o que, na verdade, foi na aurora do Tempo, antes da decadência se armar, e antes da violência ter se tornado inevitável. Ele não é capaz de honestamente aceitar esse mundo como o seu – especialmente não aceitar o fato de que tudo está indo de mal a pior – e ainda assim ser feliz. Por mais que ele tente ser um “realista” e arrancar do destino o que ele puder, quando puder, ainda assim um anseio invencível sobre algo melhor continua no fundo do seu coração. Ele não pode – em geral – desejar o mundo como ele atualmente é.

Mas poucas pessoas – tão raras quanto aquelas libertadas, para as quais o Tempo não existe, e talvez ainda mais raras do que isso – desejam tal mundo; e agem de acordo com essa vontade. Estas são as mais aprofundadas, os agentes mais impiedosos e eficazes das forças da morte na Terra: extremamente inteligentes, e por vezes extraordinariamente perspicazes; sempre sem o mínimo de escrúpulos; trabalhando sem hesitação e sem remorsos no sentido de acelerar a queda da história e (mesmo que não consigam enxergar a situação claramente dessa forma) a chegada da sua conclusão lógica: a aniquilação do homem e de toda a vida.

Naturalmente, eles nem sempre vêem tão longe. Mas quando o fazem, ainda assim eles não se importam. Como a Lei do Tempo é o que é, e como o fim deve naturalmente chegar, para eles vale a pena conquistar todo o lucro que for possível durante esse processo que, afinal, mais cedo ou mais tarde, trará o fim. Como ninguém é capaz de recriar o esperado Paraíso perdido – ninguém senão a própria roda do tempo, depois de ter completado o seu ciclo – então para eles, que podem esquecer completamente essa distante visão, ou que nunca foram capazes de vislumbrar seu brilho; eles, que sufocam em si mesmos o anseio pela Perfeição, ou melhor, eles quem nunca puderam experimentá-la; então assim, para eles vale a pena tentar espremer desse momento (minutos ou anos, pouco importa) todos os prazeres intensos e imediatos que eles puderem, até que chegue a hora em que eles deverão morrer. Para eles, vale a pena deixar a sua marca no mundo – e forçar as gerações a lembrá-los – até a hora em que o mundo morrer. Assim eles se sentem. Para eles, tanto faz o que eles podem causar de sofrimento para os homens ou outros seres vivos agindo como eles agem. Tanto os homens como as demais criaturas são obrigados a sofrer, de qualquer maneira – eles pensam. Qualquer coisa vale, através deles assim como através de outros, se isso puder avançar os objetivos destas pessoas.

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 [Savitri Devi   O Relâmpago e o Sol] (12)

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Charles Manson: “Essa é a família da América…”

manson familiadaamerica Charles Manson: Essa é a família da América...

“Temos de fazer as coisas que devemos fazer. Isso não significa que há uma escolha. A escolha é apenas sobre como deve ser feito. Mas é necessário fazer. Como fazê-lo, é um episódio que cada mente e cada forma de vida inteligente deve trabalhar por si. Isso deve ser feito de qualquer maneira, pelo amor e pela vida que reconhecem como a sua própria família.

Essa é a família da América. Nós devemos nos concentrar no continente da América para unificar o nosso dinheiro, nossas perspectivas, nossa ordem social, nossos estilos de vida, e fazer as coisas que nós precisamos fazer com o tempo que ainda nos resta, e que não é muito. Resta-nos uma pequena quantidade de tempo.

Deus é Deus, e não há como escapar disso. Tem que ser o que deve ser para que funcione. Não é algo difícil de entender. Todas as crianças entendem isso pela seleção natural. É o alfa; é a simplicidade dos controles de poder. O poder é a inteligência. A inteligência funciona. A natureza é natural, e tem que ser para que ela exista.

Não é uma equação complicada. É tão simples que até alguém estúpido como eu pode compreender. E eu me considero um estúpido porque eu nunca fui às suas escolas, e porque eu não sou educado em suas maneiras. Eu tenho a minha própria mente, e eu compreendo as coisas por mim mesmo. Eu não existo em seus padrões. Eu não existo nos seus programas educacionais. Eu sou tudo o que eu sou capaz de aprender a partir da minha própria inteligência, vindo de dentro – e deve vir de dentro.

Nós precisamos nos reorganizar. E eu digo que ATWA pode direcionar essa guerra. Vocês não podem pará-la, mas podem direcioná-la. Vocês podem redirecionar a guerra para o verdadeiro problema.”

- Charles Manson (Janeiro de 2011)

 Charles Manson: Essa é a família da América...

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[Savitri Devi - "O Relâmpago e o Sol"] (11)

Abaixo, a décima primeira postagem da tradução em desenvolvimento do livro “O Relâmpago e o Sol”, de Savitri Devi – cortesia da ATWA Brasil.

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A “verdade desagradável” é que o pacifismo, a não-violência e assim por diante, são, na maioria das vezes, apenas ferramentas em serviço das forças de desintegração; truques desonestos para blefar os tolos, para enfraquecer os fortes, e para colocar milhões de covardes e hipócritas (a maioria do mundo) contra as poucas pessoas cuja inspiração política, perseguida implacavelmente pelo seu fim lógico, poderia, talvez, mesmo agora, parar a decadência do homem.

Como foi dito no início, a não-violência só pode existir em um mundo em que a ordem temporal sócio-política é, na escala humana, uma réplica da eterna Ordem do Cosmos. Qualquer pregação eficaz – e qualquer prática parcial – de pacifismo na política, ou seja, dentro do tempo, fora de tal ordem temporal, leva apenas, em última instância, a uma maior violência; a uma maior exploração da natureza viva, e a uma maior opressão do homem nas mãos daqueles que trabalham pelas forças da morte. Mas, há milênios que a ordem perfeita deixou de existir. Ela deve ser recriada antes que a paz possa florescer. E ela não pode, agora, ser criada de novo sem violência extrema, exercida, desta vez, com um espírito altruísta, por homens de visão.

O melhor caminho para aqueles que desejam sinceramente uma paz justa e duradoura seria, portanto, naturalmente, fazer todo o possível para entregar o mundo para os homens de visão, o mais rapidamente possível; ou pelo menos, não tentar impedi-los de conquistá-lo. Infelizmente, a maioria dos pacifistas ou não querem realmente a paz, e apenas fingem querer, ou então realmente querem tal coisa, mas apenas sob certas condições ideológicas que são incompatíveis com a realidade agora, e que se tornarão mais e mais incompatíveis até o final do atual ciclo histórico. Qualquer violência praticada contra seres humanos os choca. As pessoas que apóiam abertamente o uso da força – seja no espírito mais desinteressado e para o melhor dos propósitos – são, por isso mesmo, um anátema em seus olhos. Ajudá-los a conquistar e dominar o mundo? Oh, não! Tudo menos isso! Os ideais dos homens de visão podem muito bem ser ideais da “Era Dourada”; mas os métodos deles! – a atitude cínica deles em relação à vida humana; a perseguição implacável e impiedosa para a eliminação até mesmo de possíveis obstáculos para a realização rápida de seus objetivos altruístas; sua “lógica terrível” (para citar as palavras de um oficial francês na Alemanha ocupada, depois desta guerra) – os nossos pacifistas nunca poderiam se aliar a estes! Como resultado, eles representam algo muito pior – e geralmente sem saber. Pois, através da sua recusa em encarar os fatos e tomar a única atitude razoável que um verdadeiro amante da paz deveria tomar, eles se tornam instrumentos a serviço das forças de desintegração.

Não é possível ter ambas as coisas: quem não está com as eternas Forças da Vida e Luz, está contra elas. A menos que se viva “fora” ou “acima” do Tempo, caminha-se no sentido da evolução inevitável da história – ou seja, no sentido da decadência e dissolução – ou em protesto contra a corrente dos séculos, em uma luta amarga e aparentemente impossível, mas, no entanto, ainda assim bela, com os olhos fixos sobre os ideais eternos que podem ser traduzidos integralmente para a realidade material uma só vez, no início de cada ciclo sucessivo, por cada nova e sucessiva humanidade. Mas é verdade que a minoria corajosa de homens de ação que lutam “contra o Tempo” por ideais da “Era Dourada” é obrigada a tornar-se, conforme o tempo passa, mais e mais cruel em seu esforço para superar uma oposição universal cada vez mais bem organizada e cada vez mais evasiva. E por essa razão, torna-se cada vez mais difícil para que os pacifistas os sigam. Com toda probabilidade, eles continuarão a preferir identificar-se com os agentes mentirosos das Forças das Trevas. E isso é natural. Mais uma vez: está dentro da lei do tempo. As forças da morte devem ter praticamente todo o mundo sob seu controle antes da vinda de um novo recomeço, que sempre nasce como uma reafirmação do triunfo da Vida.

E assim, dia após dia, ano após ano, agora e no futuro, os poderes conflitantes da luz e das trevas não deixam de travar a sua luta mortal, como sempre fizeram, mas cada vez mais ferozmente na medida em que o tempo passa. E na medida em que o tempo passa, a luta também será mais e mais entre uma violência abertamente reconhecida e abertamente aceita, e uma violência desonestamente dissimulada, sendo a primeira colocada a serviço do mais alto propósito da Vida na Terra – ou seja, a criação de uma humanidade ideal, ou de uma humanidade aos moldes da “Era Dourada” – e a outra, colocada a serviço dos inimigos da Vida. E será assim até que, após a queda final – o “fim do mundo” como nós o conhecemos – a liderança da sobrevivência da humanidade caia para aquela elite vitoriosa que, mesmo em meio à decadência geral do homem, nunca perdeu a fé nos eternos valores cósmicos, nem a vontade de desenhar a partir deles, e somente a partir deles, as suas leis de ação.

Essa elite irá, então, não mais ser obrigada a recorrer à violência para impor sua vontade. Ela irá governar sem oposição em um mundo pacífico, em que a Nova Ordem dos seus sonhos será, para todos, o único estado natural e racional das coisas. Até que o homem esqueça novamente a Verdade imutável, volte a agir como se as leis de ferro de causa e conseqüência não lhe afetassem, e novamente se deteriore.

Nada pode parar a roda do tempo.

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 [Savitri Devi   O Relâmpago e o Sol] (11)

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A perfeição de ATWA

atwa aranha A perfeição de ATWA

“Deus está em tudo. Deus é muito maior do que livros ou edifícios.”

- Charles Manson

 A perfeição de ATWA

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[Savitri Devi - "O Relâmpago e o Sol"] (10)

Abaixo, a décima postagem da tradução em desenvolvimento do livro “O Relâmpago e o Sol”, de Savitri Devi – cortesia da ATWA Brasil.

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Essa desonestidade geral sobre a violência, que tem se tornado progressivamente mais comum desde os primórdios da história, está clara hoje na forma como as pessoas deliberadamente escondem de si próprias e dos outros os horrores que eles perdoam, mas que ainda assim são incapazes de justificar.

Muitas das atrocidades cometidas contra os animais com a intenção de avançar conhecimentos médicos são tão terríveis que, apesar de suas alegadas “justificativas”, é “do interesse da ciência” – e do interesse das questões comerciais do mercado de patentes de medicamentos – não permitir que o público saiba sobre elas. E o público é deliberadamente mantido na ignorância – induzido a acreditar que esses horrores não existem realmente, ou que eles não são, na realidade, tão sanguinolentos quanto parecem ser. Sendo assim, logicamente as inúmeras crueldades cometidas por mera curiosidade ou por luxo, ou por diversão, são as mais escondidas – negadas sutilmente. Milhares de tolos bem-intencionados, que falam sobre o suposto “progresso moral” da nossa época, não têm idéia alguma sobre o que se passa em institutos científicos, no comércio de peles ou nos circos.

Milhares de pessoas igualmente bem-intencionadas e igualmente insensatas, que não questionam o que lhes é dado para ler e sabem pouco além do que lhes é oferecido, também não fazem idéia sobre os horrores perpetrados por seus compatriotas em países de outras pessoas como colonos ou como membros de exércitos de ocupação, ou melhor, não fazem nenhuma idéia sobre o que se passa em seus próprios países, atrás das grades, nas câmaras de tortura para a investigação política, e nos campos de concentração. Na verdade, na Inglaterra e em outras nações democráticas, muitos têm a impressão de que seus governos nunca toleraram coisas tais como campos de concentração e câmaras de tortura para seres humanos. Apenas “o inimigo” tinha essas coisas – isso é o que essas pessoas acreditam. Anos atrás, elas teriam de admitir que “todo mundo tem” essas coisas, e deveria tê-las, porque não se pode executar uma guerra sem esses acessórios desagradáveis, mas extremamente úteis. Mas agora a hipocrisia sobre a violência atingiu o seu ápice. Nunca houve no mundo tanta crueldade, aliada a uma tentativa tão generalizada de escondê-la, de negá-la, esquecê-la e, se possível, fazer com que os outros também a esqueçam. Nunca as pessoas têm sido tão dispostas a esquecê-la, com cenários externos “decentes” e agradáveis – casas e ruas em que nenhuma tortura de homens ou animais pode ser vista ou reconhecida – desde que, evidentemente, não seja a crueldade “do inimigo”. A única vez em que homens e mulheres modernos não tentam minimizar horrores, mas na verdade os exageram (e muitas vezes deliberadamente os inventam) é quando esses são (ou são apresentados como) os horrores do “inimigo” – nunca os seus próprios. E isso é em si apenas uma instância adicional da característica geral dos nossos tempos: o amor pelas mentiras.

O que virou o mundo inteiro tão amargamente contra os francos defensores dos métodos cruéis tanto no governo como nas guerras, não é tanto que eles fossem violentos, mas o fato de que eles eram verdadeiros. Mentirosos odeiam aqueles que contam as verdades desagradáveis, e que agem em conformidade com elas.

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 [Savitri Devi   O Relâmpago e o Sol] (10)

© 2011 ATWA Brasil


[Savitri Devi - "O Relâmpago e o Sol"] (9)

Abaixo, a nona postagem da tradução em desenvolvimento do livro “O Relâmpago e o Sol”, de Savitri Devi – cortesia da ATWA Brasil.

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Temos falado de dois tipos de violência. Em nenhum caso a diferença na natureza desses dois tipos é mais evidente, talvez, do que na atitude dos defensores – ou condizentes – de cada um com relação à criação viva fora da humanidade.

A violência franca e corajosa, que qualquer idealista com uma visão real é obrigado a usar assim que ele tentar traduzir sua intuição da verdade eterna em ação, em um mundo teimosamente degenerado, curvado sobre a sua própria destruição, é a violência que, dizemos, nunca é exercida – e nunca poderia, logicamente, ser exercida, salvo, talvez, em certos casos de urgência vital – contra quaisquer outras criaturas vivas que não sejam pessoas. Seu único propósito é esmagar, tão rápida e completamente como for possível, toda a resistência a uma ordem sócio-política imposta muito cedo para ser apreciada por todos aqueles a quem ela afetaria. Como veremos, ela não afeta apenas os seres humanos. Ela inclui, e deverá abranger, também, no longo prazo, todos os seres vivos. Caso contrário, ela não seria uma ordem baseada na verdade eterna, e a violência usada para impô-la não se justificaria. Mas apenas os seres humanos podem e se opõem a essa ordem. Apenas eles são, portanto, à medida que se tornam obstáculos ao seu estabelecimento ou à sua manutenção, vítimas justificadas da violência necessária daqueles cujo dever é defendê-la. Como conseqüência do fato de que eles não têm nada a ver com a formação da sociedade humana, os animais inocentes nunca são atormentados por homens que acreditam que, em todo caso, a tortura pode somente ser dispensada quando aplicada para avançar fins impessoais políticos que estejam em harmonia com os princípios eternos.

Esses homens não toleram a imposição de dor sobre as criaturas que vivem para pesquisas destinadas, nas mentes dos torturadores e dos seus apoiadores, a aliviar os sofrimentos da humanidade doente ou para satisfazer simples desejos por informações “científicas”. Porque se eles realmente são expoentes dos ideais da “Era Dourada” – homens de ação, com a consciência da verdade eterna e um amor ardente pela perfeição – não há chance de eles compartilharem, seja sobre a humanidade ou sobre as doenças, ou sobre a ânsia mórbida por um ocioso conhecimento a qualquer custo, os preconceitos comuns que têm vindo a se desenvolver, há séculos, como resultado da crescente decadência deste mundo. Eles não podem acreditar que todas as vidas humanas, degeneradas como possam ser, sejam, necessariamente, válidas de serem salvas. E eles devem acreditar que a melhor forma de erradicar as doenças não é descobrindo novos tratamentos para ensinar homens e mulheres a viverem vidas mais saudáveis, mas sim, antes de tudo, fortalecendo as raças naturalmente privilegiadas com uma política sistemática e racional, aplicada, em primeiro lugar, à arte básica da procriação. E eles devem sentir um desprezo para com todas as formas de pesquisa inúteis, sem falar da curiosidade criminal sobre o mistério da vida, que transformou centenas de homens como Pavlov, ou Voronoff – ou Claude Bernard – em verdadeiros monstros.

Há mais. A ideologia do forte naturalmente anda de mãos dadas com repulsa por todas as formas de crueldade para com os lindos animais indefesos. Nietzsche exaltou a bondade como a maior força do super-homem – “a última vitória do herói sobre si mesmo”. E a bondade que não abrange toda a vida não é bondade de forma alguma. A bondade que leva o homem a “amar os seus inimigos” sem exigir que ele ame as criaturas inocentes da terra, que não lhe causaram nenhum dano intencional; a bondade que o aconselha a poupar as vidas dos homens, mas o permite perseguir e comer os outros animais, e vestir suas peles, ou é hipocrisia ou imbecilidade. A ideologia do forte rejeita esses dois mil anos de contradição com desprezo.

Isto é tão verdade que as únicas pessoas que têm, em nossos tempos, se esforçado para criar uma ordem sócio-política sobre a base de uma tal ideologia; as pessoas que defendem mais consistentemente a violência saudável, necessária, que é indissociável de qualquer luta contra as forças da decadência – os fundadores da Alemanha nacional-socialista – são precisamente aquelas que expressaram o amor mais sincero por toda a Natureza em seu sistema educacional, e fizeram tudo o que podiam para proteger, por lei, tanto os animais como as florestas; é tão verdadeiro, que o líder que os inspirou – Adolf Hitler, agora tão descaradamente caluniado e tão amargamente odiado por um mundo inútil – não só se absteve de carne em sua própria dieta diária, mas é , pelo que sei, o único governante europeu que já contemplou seriamente a possibilidade de um continente sem matadouros, e ele realmente tinha a intenção de tornar esse sonho uma realidade, logo que pudesse.

Compare isso com o tratamento das criaturas nas mãos da maioria das pessoas que negam os indivíduos e raças superiores o direito de serem implacáveis em sua heróica luta contra o Tempo; daqueles que gostariam que nós acreditássemos que eles “amam os seus inimigos” e que eles têm um verdadeiro horror com relação a quaisquer atrocidades! Nós vimos, e nós vemos todos os dias, como os hipócritas tratam os seus inimigos – quando eles os pegam. E nós sabemos quais atrocidades eles podem executar contra outros seres humanos – ou ordenar, ou pelo menos tolerar – quando elas se adaptam às suas finalidades. Eles tratam os animais da mesma maneira. Eles consideram os crimes ocultos diariamente cometidos contra os animais neste mundo cada vez mais perverso, como uma coisa natural, tal como fazem com os que são cometidos contra os homens e mulheres que eles consideram como “fanáticos perigosos”, “criminosos de guerra” e assim por diante.

Naturalmente, eles acham boas desculpas para justificar sua atitude – e sempre farão isso; a lógica foi concedida ao homem para que ele pudesse se justificar aos seus próprios olhos, seja qual for a monstruosidade que ele possa decidir apoiar. Mas suas premissas são totalmente diferentes daquelas das pessoas altruístas que lutam com brutalidade consistente pelos ideais de harmonia com a perfeita ordem cósmica. Seu argumento básico é “o interesse da humanidade” – de forma indiscriminada; o “interesse da humanidade” como um todo; da “maioria” dos seres humanos, bons, maus e indiferentes; e apenas dos seres humanos. Seus ideais – expressão da tendência decadente do Tempo, que acelera o homem para o seu fim – são qualquer coisa, exceto ideais da “Era Dourada”.

Qual é a humanidade que os agentes de bom coração das forças da escuridão querem realmente “salvar”, à custa de sofrimentos indizíveis infligidos a criaturas saudáveis, inocentes e belas nas câmaras de tortura da “ciência”? Certamente não a elite forte e orgulhosa da humanidade, à espera do seu dia para começar um novo ciclo histórico, sobre as ruínas do mundo atual. Esses homens e mulheres que pertencem a essa minoria saudável não precisam de tal medicamento laboriosamente descoberto, e não iriam aceitá-lo. Não. A maioria dos nossos contemporâneos que defendem a imposição de dor sobre as criaturas que vivem em prol da “pesquisa” está preocupada com o alívio do “sofrimento” da humanidade. Eles são cheios desse amor mórbido para com os doentes e os aleijados, os fracos e os deficientes de todo tipo, que o Cristianismo colocou na moda e que é, sem dúvida, um dos sinais mais nauseantes da decadência do homem moderno. Sejam eles professos cristãos ou não, todos se apegam à crença idiota de que é um “dever” salvar, ou pelo menos prorrogar, a qualquer custo, qualquer vida humana, mesmo que sem valor – um dever de prolongar a vida simplesmente porque é uma vida humana. Como conseqüência, eles estão dispostos a sacrificar qualquer número de animais saudáveis e bonitos, se imaginarem que isso poderá ajudar a corrigir os corpos de pessoas que, na maioria dos casos, não teriam sido permitidas a viver, ou melhor, nunca nem teriam nascido, em uma sociedade bem concebida e bem organizada. Em seus olhos, um idiota humano vale mais do que o modelo mais perfeito de vida animal ou vegetal. De fato, enquanto a nossa espécie se degenera, a sua vaidade cresce! E essa vaidade ajuda a manter os homens satisfeitos, embora eles sejam completamente afastados da visão da perfeição, gloriosa e saudável, que dominou a consciência do mundo em sua juventude e que ainda é, e permanecerá até o fim, a visão inspiradora de uma minoria decrescente.

Os relatos das atrocidades cometidas contra os animais inocentes, a fim de encontrar meios para combater doenças em uma humanidade mais e mais contaminada, ou até mesmo a fim de encontrar meios para incentivar vícios para um número cada vez maior de degenerados, encheriam livros inteiros. As abominações semelhantes realizadas por mera curiosidade científica, também. Este não é o lugar para ponderar sobre esse assunto horripilante. No entanto, quando lembramos que as pessoas que desculparam esses e outros horrores, ou melhor, que aprovaram esses horrores – que admiraram alguém como Pasteur, e que nunca disseram nem uma palavra sequer contra outros, como Claude Bernard ou, neste século, Pavlov – quando lembramos que essas pessoas tiveram o descaramento de serem juízes em 1945, 1946 e 1947, e que, com o consentimento do mundo, sentenciaram à morte os médicos alemães, justa ou injustamente acusados de terem realizado experimentos muito menos cruéis a inimigos ativos ou potenciais de tudo o que eles amavam e defendiam, então é um nojo a profundidade de hipocrisia que a humanidade tem alcançado em nossa época. Porque nunca antes, talvez, tal exposição teatral de indignação sobre determinados atos de violência tenha caminhado de mãos dadas com uma tolerância universal de atos de violência muito mais horríveis.

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 [Savitri Devi   O Relâmpago e o Sol] (9)

© 2011 ATWA Brasil


Atualização sobre Charles Manson (07/02/2011)

Aqui, uma nova foto exclusiva de Charles Manson, tirada no dia 7 de fevereiro de 2011.

A foto mostra Manson saudável como sempre, usando seu corte de cabelo moicano, usado originalmente por índios nativos americanos e pelos povos celtas europeus. Seu colar, feito por ele mesmo, exibe o martelo Mjölnir, do deus Thor, associado com o trovão no sistema mitológico nórdico.

charlesmanson 2011 Atualização sobre Charles Manson (07/02/2011)

 Atualização sobre Charles Manson (07/02/2011)

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O mito de Charles Manson como Jesus Cristo

manson jesuscristo O mito de Charles Manson como Jesus Cristo

Um mito comum sobre Charles Manson é que para os seus supostos “seguidores” ele seria uma reencarnação de Jesus Cristo. Todos que sabem o mínimo sobre Manson ouviram falar disso – isso se confirma pelos comentários postados pelos visitantes desse website. Essa questão foi levantada pelo promotor Vincent Bugliosi durante o julgamento, e usada contra Manson para convencer o júri que o condenou. Mas isso não é verdade. Trata-se apenas de mais um mito, uma mentira perpetuada pela mídia sensacionalista americana e, em seguida, pelo Ministério Público também. Essa mentira apareceu no livro “Helter Skelter”, escrito pelo promotor que condenou Manson, e a partir de então se tornou conhecida entre os leigos como uma verdade.

Charles Manson tem uma explicação clara sobre a forma como ele se tornou conhecido como Jesus Cristo: “Eu costumava andar com esse cara chamado Christopher Jesús. Ele era conhecido como Jesus, mas nós o chamávamos de “Zero”. E os policiais tinham uma lista de quem era quem (eles estavam investigando acusações de incêndio e roubo de veículos), e eles vieram até mim e perguntaram se eu era Jesus [procurando pelo Christopher Jesús]. Eu disse: ‘Não, meu nome é Manson’. E eles disseram: ‘Isso mesmo, você é ele. Manson, o filho do homem, você é ele’. E assim, quando eles me registraram na prisão eles me autuaram com o nome Jesus Cristo”.

Manson contou essa mesma história muitas vezes durante as últimas décadas. É necessário entender que as pessoas que alegavam que ele se auto-intitulava Jesus Cristo não eram pessoas que conheciam Manson por muito tempo. Algumas delas o conheciam apenas há alguns meses, e após os assassinatos em que estavam envolvidas elas simplesmente fugiram: Krenwinkle para o Alabama, Kasabian para New Hampshire, Watson para o Texas e Atkins para outra localidade na Califórnia. É interessante notar que são as histórias dessas pessoas que mudaram vez após vez com o passar de todos esses anos, e não a versão de Manson. É dito que se você achar que alguém pode estar mentindo, basta repetir a mesma pergunta várias vezes. Se a história mudar, as chances são boas de que é tudo mentira.

Outros membros da suposta “Família Manson”, como Steve Grogan e Poston Brooks, confirmam que Manson nunca disse que ele era Jesus Cristo, mas que eles haviam testemunhado Manson fazer coisas que eles julgavam que apenas Jesus seria capaz de fazer. Grogan contou um caso em que Manson uma vez trouxe um pássaro de volta à vida. Poston disse que Manson apenas dizia coisas como “eles me crucificaram” e “eu estava naquela cruz”, com relação a seus anos de detenção. No entanto, Manson ainda fala coisas assim hoje, obviamente em metáfora.

Em seu livro de 1979, “My life with Charles Manson” (“Minha vida com Charles Manson”, em português) Paul Watkins afirmou que Charles Manson, na verdade, ficou chateado quando as meninas começaram a dizer às pessoas que ele era Jesus Cristo. Segundo mais esse membro da suposta “Família Manson”, o título de Jesus Cristo era algo dado a Manson pelas meninas, sem a aprovação do próprio Manson.

E de fato, a maioria das meninas sempre declarou que Manson nunca disse que ele era Jesus Cristo, mas que elas o viam como Deus ou algo semelhante. Susan Atkins foi a primeira a sair dizendo a todos que ele era Deus e Jesus Cristo. Na realidade, foi ela quem batizou Manson dessa forma. Em uma entrevista em 1978, ela diz: “Ele, pessoalmente, nunca se chamou de Jesus Cristo. Ele apenas representava uma pessoa que era como Jesus Cristo para mim”.

Em seu livro publicado em 1978, intitulado “Child of Satan, Child of God” (“Criança de Satã, Criança de Deus”, em português) Susan Atkins menciona duas vezes o seguinte:

Página 87:
“Eu ansiava por ver Charlie. Eu caminhei para fora do ônibus. Charlie estava lá, sozinho. Ele estava vestido com uma longa túnica branca. Eu soube imediatamente que ele poderia ser o próprio Deus; se não, ele era algo perto disso”.

Página 92:
“Os homens se agrupavam em torno dele. Eu contei: havia doze homens. Com seu cabelo longo e barba, os olhos olhando fixamente de rosto em rosto, ele parecia Jesus falando aos seus doze apóstolos. O pensamento simultaneamente me espantou e me emocionou. Foi quando eu senti que ele poderia ser Jesus Cristo”.

Enfim, Susan Atkins foi quem deu início a essa história de que Charles Manson poderia ser Jesus Cristo. Ao que tudo indica, algumas das meninas gostaram da idéia dela – por motivos variados, que vão desde simples brincadeira até realmente a crença em tal coisa. Também foi Atkins quem vendeu a Vincent Bugliosi, o promotor que condenou Manson, esse mito. E como sabemos, foi com o livro de Bugliosi que essa história se tornou conhecida por todos.

Os fatos e as evidências estão disponíveis para todos. Quanto a essa questão de Charles Manson se considerar uma reencarnação de Jesus Cristo, se trata apenas de mais um mito – mais uma fantasia vendida sob o título de “Helter Skelter”, a obra de ficção do promotor Vincent Bugliosi.

 O mito de Charles Manson como Jesus Cristo

© 2011 ATWA Brasil