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Eugenia em síntese (Parte 6)

atwa eugenia4 Eugenia em síntese (Parte 6)

Continuamos com as cinco questões para dissecar a questão da inteligência na hereditariedade. Nessa sexta parte da série, lidaremos com a questão número cinco:

5. A menos que esta tendência pare, a nossa civilização seguirá invariavelmente para o declínio.

Essa conclusão decorre logicamente a partir das premissas um a quatro.

O conceito de civilização é abstrato, mas aqui está uma maneira fácil de conceituar o que exatamente isso significa quando se fala do “declínio da civilização”: os norte-americanos, europeus e japoneses podem simplesmente imaginar viver as suas vidas no México. Os mexicanos, porém, podem imaginar viver suas vidas inteiras na África. Isso é o que significa um declínio na civilização, e poucos tentariam argumentar que se trata de uma coisa positiva.

No livro “The Bell Curve”, Herrnstein e Murray (1994) relataram que todos os problemas sociais foram agravados quando se mudou a média de QI para baixo estatisticamente em suas amostras. Essa queda foi apenas de 3 pontos, de QI 100 para 97. O número de mulheres cronicamente dependentes do Estado aumentou em quase 15%, a ilegitimidade subiu 8%, o número de homens presos aumentou em 13% e o número de pessoas que permanentemente abandonaram a escola aumentou em 15%. Com uma queda real de apenas 3 pontos de QI, esses percentuais representariam a vida infeliz de milhões de pessoas, além de uma maior carga fiscal para milhões de outras. Há também a extremidade superior da distribuição do IQ a ser considerada – todos os cientistas, estadistas, empresários, inventores e gênios que nunca nasceram, e cujas contribuições positivas nunca foram feitas.

Com isso, concluímos as cinco questões para dissecar a questão da inteligência na hereditariedade. Claramente, a fertilidade disgênica é uma enorme ameaça à espécie humana. Quando pensamos em diferenças de inteligência, parece existir um peso entre as pessoas de aceitar que diferenças existem. Como os pontos acima sugerem, encarar esse fato é essencial para o próprio bem-estar da espécie humana. É importante considerar isso em qualquer análise futura do conceito de eugenia.

Para ler a parte cinco da série “Eugenia em síntese”, clique aqui

 Eugenia em síntese (Parte 6)

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