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Novos alertas de extinção em massa

atwa extincaoemmassa Novos alertas de extinção em massa

A cada dia, mais cientistas ao redor do mundo se pronunciam concordando com a iminência de uma sexta extinção em massa das espécies de plantas e animais do planeta Terra. Os mais recentes a embarcar nessa história foram os biologistas americanos da Universidade da Califórnia – Santa Barbara.

Essa semana, o grupo de pesquisadores disse concordar que estamos diante da sexta extinção em massa, afirmando que “cerca de 50% das espécies de plantas e animais podem desaparecer” durante as próximas décadas. Segundo o co-autor do estudo, Bradley Cardinale, “o evento de extinção no qual estamos vivendo é causado por ações humanas, assolando o planeta e gerando poluição através das nossas decisões do dia a dia”. O relatório publicado indica que “a Terra poderá perder metade das suas espécies de plantas e animais durante a geração atual da humanidade, por isso será importante determinar quais espécies merecem maior prioridade em termos de conservação”.

Desde 2005, quando um relatório da ONU anunciou oficialmente que “o planeta Terra está entrando – ou já entrou – em um período de extinção em massa acelerada não vista desde o desaparecimento dos dinossauros”, mais e mais cientistas têm alertado a humanidade sobre as possíveis consequências do estilo de vida do homem moderno.

Mas as massas não têm consciência sobre a perda de espécies e a ameaça que isso representa para a vida do planeta e da humanidade. Parece que uma televisão e um prato de comida são suficientes para que as mentes estejam tranquilas. Os alertas dos cientistas não comunicam com as massas, e a palavra dos profetas, como o nosso sábio mártir Charles Manson, são abafadas pela insanidade que rege as leis da modernidade.

Mas estarão os desacordados preparados para encarar a ira de ATWA quando o momento chegar?

 Novos alertas de extinção em massa

© 2011 ATWA Brasil


Alimentos orgânicos: Uma escolha consciente por ATWA

atwa organicos Alimentos orgânicos: Uma escolha consciente por ATWA

Se você é capaz de fazer ao menos uma única coisa por ATWA; se você está preparado para dar um golpe certeiro contra as forças da morte e desintegração; se você está pronto para fazer ao menos uma única escolha consciente nessa guerra dos homens contra a perfeição da ordem natural de ATWA; então se alimente com produtos orgânicos. Nenhuma outra escolha pode representar mais benefícios para você, sua família, e para ATWA.

Há muitos benefícios que nascem dessa única escolha: você removerá do solo da Terra centenas de toneladas de produtos químicos perigosos, sintéticos, causadores de doenças, destruidores do meio ambiente. Todos os soldados de ATWA se tornarão imediatamente mais saudáveis – assim como nossas crianças, que são o futuro dessa guerra pela Vida.

Se assim for feito, nossas crianças serão mais inteligentes. Muitos estudos confirmam que esses produtos químicos reduzem a inteligência humana e dos outros animais. Ao consumi-los, estamos destruindo o nosso próprio futuro, trabalhando contra o instinto natural da sobrevivência.

Alimentos convencionais são piores para nós do que imaginamos. O governo responde aos problemas apenas após os erros se consolidarem, e é excessivamente influenciado por grandes empresas agrícolas, que também definem o caminho das pesquisas das grandes universidades. Esse ciclo mantém as pessoas longe da realidade.

Há evidências suficientes para sabermos agora que os produtos químicos sintéticos estão destruindo a nossa saúde e a nossa capacidade de reproduzir e, sendo assim, destruindo também a nossa capacidade de sobreviver como espécie. Produtos químicos agrícolas estão estatisticamente e significativamente implicados em causar todos os tipos de cânceres, problemas de comportamento, debilidades de atenção, hiperatividade, autismo, doença de Parkinson, a redução da inteligência, aumento de infertilidade, abortos, diabetes, e deformidades infantis, entre outros males.

Pesticidas usados na produção de alimentos comprovadamente causam uma ampla gama de efeitos adversos sobre a saúde humana e dos outros animais, incluindo lesões agudas e crônicas do sistema nervoso, danos aos pulmões e aos órgãos reprodutivos, disfunções do sistema imunológico, defeitos congênitos, e câncer. Esses efeitos podem se manifestar como efeitos tóxicos agudos, efeitos retardados, ou efeitos crônicos. Por sua vez, a indústria agrícola afirma que os resíduos de pesticidas em alimentos são inofensivos e regulamentados pelo governo.

Soldado de ATWA, você não precisa de um governo para orientá-lo. Você não precisa de um líder. Você tem as leis de ATWA – a perfeição da ordem natural. Dê um passo a caminho da sobrevivência, um golpe contra os inimigos da Vida – e saiba que você não está sozinho.

 Alimentos orgânicos: Uma escolha consciente por ATWA

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Um alerta de ATWA aos brasileiros que comem carne

atwa carneamazonia Um alerta de ATWA aos brasileiros que comem carne

Atenção aos brasileiros covardes que se alimentam de carne e sangue!

62% da área desflorestada da Amazônia estão ocupadas por pastos. É o que diz um novo estudo realizado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), com apoio do Ministério do Meio Ambiente.

As análises foram feitas com base em dados reunidos até 2008 e mostram como está sendo usada a terra agredida da floresta – uma área de 720 mil km² desmatados, do tamanho do Uruguai. Desse total, 62,1% foram transformados em pastagem, dos quais 46,7% são pasto limpo, com capim plantado; 8,7% de pasto sujo, onde o capim divide espaço com uma vegetação arbustiva; 6,7% de área de pasto em regeneração, onde há predomínio de vegetação arbustiva sobre o capim; e 0,1% de pasto com solo exposto.

Segundo o estudo, esse quadro confirma a existência de uma pecuária extensiva de baixa produtividade, com menos de uma cabeça de gado por hectare. O mapeamento também revela que a produção agrícola ocupa menos de 5% da área total desmatada na Amazônia.

Os dados confirmam que a pecuária continua a ser o fator predominante por trás do desmatamento da floresta amazônica. Em uma região onde os preços da terra estão se valorizando rapidamente, a pecuária é usada como um veículo para especulação de terra, quase sempre ilegal. Terras com florestas têm pouco valor, mas transformadas em pastagens podem ser utilizadas para produzir gado ou serem vendidas para grandes agricultores. E com isso, a pecuária na Amazônia tem se tornado um negócio multibilionário, que abastece os mercados domésticos de carne e os mercados no exterior com produtos de couro.

Brasileiro, se você se alimenta de outros animais, você está destruindo a Amazônia. Se você se alimenta de carne e sangue – a prática dos covardes, inimigos da Vida – você está apagando o verde da bandeira do Brasil. E acima disso, você está em guerra contra ATWA – e ATWA era ATWA antes de a humanidade ser a humanidade.

 Um alerta de ATWA aos brasileiros que comem carne

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Arte ilustra a urgência de resgatar ATWA

1 Arte ilustra a urgência de resgatar ATWA

Abaixo, algumas obras de arte de Mary Edna Fraser que traduzem a urgência de resgatar ATWA, feitas através de uma técnica de tingimento em tecido artesanal conhecida como Batik:

 Arte ilustra a urgência de resgatar ATWA

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WWF na mira de ATWA

atwa wwf WWF na mira de ATWA

A ONG WWF (Fundo Mundial para a Natureza), que é parcialmente subsidiada pelo governo dos Estados Unidos e pela União Européia (os maiores poluidores per capita do planeta), diz “promover o consumo sustentável de madeira”, unindo mais de 70 madeireiras internacionais e vendedores de madeira. Segundo a própria ONG, eles são responsáveis hoje por 19% dos produtos florestais comprados e vendidos internacionalmente – tudo feito com o selo de aprovação da suposta ONG ambientalista.

A ONG, que carrega a famosa logomarca do urso panda, e que nesse ano completa 50 anos de operação, recebe mais de 500 milhões de dólares anualmente de doações e endossos corporativos. Trata-se de mais um grande negócio sob a bandeira do ambientalismo, aos moldes dos enganadores do Greenpeace.

Mas as ligações da WWF com a silvicultura, mineração, indústria do tabaco, bancos corporativos, produtores de óleo de palma, biocombustíveis, e outras empresas nada “amigas do meio ambiente” têm se tornado evidentes. No mês passado, a ONG também foi acusada de trabalhar com empresas de alimentos modificados geneticamente na América Latina. Quando questionados sobre suas atuações duvidosas, a WWF disse “procurar diálogos construtivos” com essas indústrias em guerra contra ATWA.

As atuações imorais da WWF foram claramente documentadas em florestas na África, com madeireiras ilegais autorizadas a usar a logomarca da ONG para vender uma “imagem verde” enquanto destruindo umas das florestas mais biologicamente ricas do planeta. Na República Democrática do Congo, por exemplo, em que florestas inteiras têm sido devastadas para que a madeira chegue barata para os consumidores na Europa e na China, existem escritórios da WWF bem em meio aos campos de desmatamento. Ironicamente, moradores locais pensavam que a WWF era a própria empresa madeireira que têm destruído toda a região – os congoleses ficaram chocados ao saber que, em teoria, a WWF era uma ONG de “proteção ambiental”.

Portanto, existem os inimigos da Vida declaradamente em guerra contra ATWA – aqueles que descaradamente atuam em desrespeito à ordem natural, que colocam o Deus-Dinheiro acima dos céus de ATWA, que transformam a perfeição de todas as vidas em números e valores, que através dos meios de comunicação constroem seus impérios de mentiras com base na ingenuidade e ignorância da maioria dos zumbis-humanos.

Mas os piores são aqueles que se dizem irmãos e irmãs de ATWA, mas que pelas sombras agem como os inimigos declarados. Esses estão na mira de ATWA – e o Tribunal Popular Internacional de Retribuição está a caminho!

 WWF na mira de ATWA

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ATWA Brasil: “Você pode ser ATWA!”

atwa seratwa ATWA Brasil: Você pode ser ATWA!

 ATWA Brasil: Você pode ser ATWA!

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Sinais do martírio: Taxas de desmatamento em alta no Brasil

atwa amazoniaemrisco Sinais do martírio: Taxas de desmatamento em alta no Brasil

As taxas de desmatamento na Amazônia mais do que dobraram esse mês de maio, enquanto os agricultores brasileiros se tornaram mais confiantes sobre receberem anistia pela extração ilegal de madeira. Cerca de 270 quilômetros quadrados de florestas tropicais teoricamente protegidas foram destruídos em maio, muito mais do que os 110 quilômetros quadrados registrados em 2010. Com a expectativa sobre a alteração do Código Florestal, os inimigos de ATWA aceleraram o processo de desintegração da história, uma vez que, se aprovado, o novo código protegerá os criminosos.

Os legisladores brasileiros estão considerando um projeto de lei que alteraria o código florestal e perdoaria agricultores que participaram no desmatamento ilegal de árvores – ironicamente, existe uma forma de assassinato legalizado no Brasil. A possibilidade de o governo atenuar essas restrições está incentivando mais madeireiras a desmatar áreas protegidas. Antes mesmo de a lei ser colocada em prática, os criminosos já estão expandindo suas ações.

Se a nova lei for aprovada, os agricultores não terão que replantar árvores que foram cortadas ilegalmente antes de julho de 2008, um número estimado em 30 milhões de hectares. Isso representa uma área equivalente ao território das Filipinas. Sob o código florestal do Brasil atual – que os criminosos estão empenhados em alterar – penalidades para extração ilegal de madeira incluem multas e uma exigência para replantar árvores.

De uma forma ou outra, a resposta não está nos paletós ou nas canetas dos negociadores da vida e da morte. A resposta está com você, soldado de ATWA!

O sábio mártir Charles Manson diz: “A maioria das pessoas, quando pensam em uma árvore, pensam apenas em papel e móveis. Apenas madeira. Elas não pensam nessa árvore como um ser vivo, como uma alma – o mesmo que você e eu”.

Sem as árvores, não há ar. Sem o ar, não há vida. Sem o ar, nós não podemos existir. Esse é o ciclo da vida. Respeitar ATWA é respeitar a si mesmo, e defender ATWA é defender a sua sobrevivência. Os soldados de ATWA estão enérgicos no combate contra as forças da morte e corrupção. Aguardamos a queda final com ansiedade, e deixaremos esse mundo como mártires da única causa em harmonia com a vontade de Deus.

 Sinais do martírio: Taxas de desmatamento em alta no Brasil

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Uma recente conversa telefônica com Charles Manson

manson telefone Uma recente conversa telefônica com Charles Manson

Abaixo, a transcrição em português de uma recente conversa telefônica com Charles Manson:

Charles Manson: Você se lembra daquilo que eu escrevi?

Sim, eles perguntaram quando ATWA foi criado. E você disse: “Há cem bilhões de anos”.

Charles Manson: É, em outras palavras, esteve aqui o tempo todo. É apenas uma questão de se tornar consciente sobre isso. Você sabe como isso funciona?

Na verdade, não.

Charles Manson: Bom, você sabe de algumas coisas. Por exemplo, você passa por uma macieira, e você vê essa macieira. Você a entende, você sabe, mas você não pensa sobre. Então, você diz: “Eu poderia fazer uma torta de maçã com isso”. E você vai, e pega umas maçãs, e você faz a torta. E você diz: “Pô, que coisa legal!” Então eu apareço, e eu digo: “Sabe, eu cheguei ao mesmo pensamento que você chegou”. Eu digo: “Cara, eu poderia fazer uma torta com essas maçãs”. E aí eu finjo que fui eu quem teve a idéia de fazer uma torta de maçã, entende? Eu digo: “Era minha a idéia de fazer uma torta de maçã”. E você então diz: “Cara, eu fiz tortas de maçãs 20 anos antes de você ter pensado sobre tal coisa”.

Então, eu quero dizer… você sabe… todo mundo sabe disso. Quando eu era criança, eles costumavam falar isso. Eles falavam: “Os carros são máquinas do fim dos tempos”. Porque carros eram algo novo, e as pessoas conseguiam ver que elas haviam criado poluição. E as pessoas diziam: “As máquinas do fim dos tempos”. E eu ouvia as conversas das pessoas, do meu tio Jess e de outras pessoas. Eles falavam: “Quanto tempo você acha que isso vai durar, Jess?” E eles discutiam sobre isso. “Tudo isso irá se dissipar. O mundo é grande demais para ser incomodado com isso”, eles falavam. Sabe, “o mundo é grande demais”, e ele de fato era para aqueles carrinhos naquela época. Em outras palavras, esses carros Ford Modelo T, eles não iriam destruir o planeta. Mas você olha para essas estradas hoje, e vê todos esses carros e caminhões, e depois aviões…

Vendo aqui dessa prisão, todos os dias, se vê apenas trilhas de condensação dos aviões, cara. Bom, você também deve ver essas coisas onde você está. Tudo isso vai direto para os seus pulmões, cara. Você tem que respirar essa merda. E às vezes eu penso que existem pessoas em outras partes do mundo que estão criando isso aqui porque eles querem destruir essa metade do planeta. Sabe, se eles puderem destruir a América, isso lhes daria a Europa. Você tem que salvar o planeta inteiro. Você não pode querer salvar metade dele, ou parte dele. Existe apenas uma forma de fazer algo quanto a isso, e essa forma não é minha. Eu não a inventei, eu apenas visualizei. Em outras palavras, não sou eu dizendo “olha aqui, eu criei esse idéia”. Eu não estou criando nada. Eu estou apenas visualizando o que é real, porque eu fui forçado a abandonar o meu ser há mais de 60 anos.

Se você faz o que mandam você fazer, e essa é a única coisa que você pode fazer – o que mandam você fazer – então você pensa sobre o que está por trás disso. Em outras palavras, você vê alguém lhe dizendo algo, e você vê o que eles estão fazendo, e você diz: “Bom, eles estão me falando isso, e estão aquilo outro”. Eu quero dizer, quem é o verdadeiro delinqüente? Eles estão me falando todas essas besteiras, e estão roubando os meus direitos. Eles não estão me dando os meus direitos, e aí tem o Kadafi e o Barackabable, e todos esses caras, e então eles vêm te dizer: “Bom, eles podem fazer qualquer coisa que eles quiserem fazer”. E por que nós não podemos fazer a mesma coisa que eles estão fazendo? Por que nós não podemos fazer o que o Nixon estava fazendo? Eles fazem isso em nosso nome. Eles dizem que estão nos representando quando fazem essas coisas.

Então, eu falo o seguinte: “Se você fizer isso, você vai morrer”. E você diz: “Você está me ameaçando?” E eu digo: “Não, não estou te ameaçando. O que você está fazendo está te ameaçando”. Se você continuar a dirigir esses carros, esses caminhões. Se você continuar a fazer isso, você vai morrer. Você acabará sem ar. E eles dizem: “Não podemos parar de fazer isso, porque se pararmos, não teremos mais comida”. E eu digo: “Bom, quando você não tiver comida, você aprenderá a fazer a sua própria comida”.

 Uma recente conversa telefônica com Charles Manson

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8 de Junho: “Dia Mundial dos Oceanos”

atwa diadosoceanos 8 de Junho: Dia Mundial dos Oceanos

Foi estabelecido que o dia 8 de junho marcasse o “Dia Mundial dos Oceanos”.

Para ATWA, todos os dias são o “Dia Mundial dos Oceanos”. Sem os oceanos, não existe vida.

O sábio mártir Charles Manson diz: “Os seres humanos são uma parte da natureza, e não separados da natureza. Nós precisamos do ar, mas o ar não precisa de nós. Precisamos também de água, mas a água não exige que a humanidade exista. Por isso, devemos tomar medidas para conservar o nosso ar, as nossas árvores, a nossa água”.

Em todo caso, a data é válida para que todos considerem tudo o que os oceanos têm a nos ensinar – do fornecimento de oxigênio para a regulação do clima à beleza e perfeição da vida no mundo subaquático.

É um dever da humanidade reverenciar os oceanos, sempre. Problemas criados por nós, como a desestabilização do clima, os resíduos de plástico, o excesso de pesca e as catástrofes ambientais humanas, como o derramamento de petróleo em águas profundas, ameaçam danificar nossos oceanos além do que é possível resgatar.

Onde quer que você esteja no mundo, há diversas formas de se envolver na guerra para resgatar ATWA. Por que não começar hoje, se aliando a nossos oceanos?

Comprometa-se a reduzir seu impacto ambiental, e hospede a sua própria celebração dos mares.

 8 de Junho: Dia Mundial dos Oceanos

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Novidades sobre o “Projeto Salvador” de ATWA

atwa paintball Novidades sobre o Projeto Salvador de ATWA

Essa semana foi marcada pela publicação de uma nova entrevista de Charles Manson – dessa vez para a NUG Magazine, uma revista americana. A entrevista foi usada para comunicar novidades sobre o “Projeto Salvador” de ATWA.

Abaixo, a tradução da matéria completa da NUG Magazine:

 

Charles Manson é uma pessoa sem necessidade de introdução. Ele é conhecido mundialmente como um ícone do mal, uma imagem usada para construir uma indústria de bilhões de dólares para a mídia corporativa, editoras, televisão e a indústria cinematográfica internacional.

Com 76 anos, Manson passou os últimos 40 anos de sua vida atrás das grades. Durante esse tempo, ele inspirou uma infinidade de músicos e inúmeros artistas da subcultura que estão fascinados com ele e sua personalidade carismática.

Recentemente, a Magic Bullet Records lançou o disco de Manson intitulado “Air”, que é a primeira parte de uma série de quatro discos. O álbum inclui 8 faixas de material inédito que alguns críticos têm comparado ao lendário cantor de blues Leadbelly por causa de seu som granulado e pura emoção. Mais tarde, os próximos álbuns a serem lançados são: “Trees” (esperado para o início do verão de 2011), “Water” e “Animals”. Os títulos formam o acrônimo ATWA, um termo criado por Manson, que representa não só esses elementos essenciais da ecologia, mas também é sinônimo de “All The Way Live” – “Inteiramente Vivo”.

Em janeiro de 2011, Charles Manson publicou um livreto de 12 páginas intitulado “ATWA” que inclui experiências de sua vida em suas próprias palavras, o papel da organização ATWA, e do “Projeto Salvador”.

A cartilha descreve: “O Projeto Salvador é uma idéia de Charles Manson, uma arma de sementes: uma arma que qualquer um/todos podem usar de forma rápida e eficaz para dispersar sementes de plantas sobre vastas áreas. Atualmente, o projeto está em desenvolvimento com cargas funcionais de sementes e misturas de adubo para serem usadas universalmente em armas de paintball comuns. Manson tem expandido o projeto para incluir a invenção de armas M-80 convertidas para cargas de sementes, morteiros de sementes, bombas de sementes para serem lançadas por helicópteros, artilharias de sementes, etc.”

Em uma entrevista exclusiva, fomos capazes de obter novas informações sobre Charles Manson, sobre seus amigos Gray Wold e Star, sobre sua música, sobre ATWA, e sobre o “Projeto Salvador”. A entrevista a seguir foi compilada por perguntas respondidas via e-mail, correio, e por conversas telefônicas entre Charles Manson e Gray Wolf.

NUG: Existe uma data definida para o lançamento do próximo disco, “Trees”?
Charles Manson: Não.

NUG: Como essas gravações foram feitas? Quais são as condições, como?
Charles Manson: Elas foram feitas na prisão de Vacaville, na Califórnia, e principalmente na década de 1980, quando eu tinha um gravador.

NUG: Em relação à sua arte, eu vi um programa de televisão alguns anos atrás que mostrava guardas da prisão de Corcoran mostrando uma sala de peças de arte confiscadas que foram criadas por você. O que acontece com a arte quando ela é confiscada? Por que as peças estão sendo confiscadas?
Charles Manson: Eles só obedecem as leis que querem obedecer.

Star: Manson gostaria que eu também dissesse que eles tomaram 11 de suas pinturas a óleo, uma guitarra e sua jaqueta jeans, só para citar alguns dos itens que aparecem naquela sala que você viu.

NUG: Há algum artista (visual ou de música) que lhe inspira?
Charles Manson: Eu não preciso disso, nem utilizo o termo “inspirar”.

NUG: O que você quer que as pessoas sintam quando vêem o seu trabalho artístico ou ouvem a sua música?
Charles Manson: Dar pela minha vida, ATWA.

NUG: Atualmente, você pode criar música, arte, tocar?
Charles Manson: Não.

NUG: Considerando a sua história, suas experiências de vida, e o fato de que a maioria das pessoas quando ouve o nome “Manson” o associa automaticamente ao mal, porque é que o futuro do mundo é importante para você?
Charles Manson: Eu sou o meu mundo. Minha vida é a vida. Tudo é tudo, todos, além, e alguns.

Breve entrevista com Gray Wolf:

NUG: Como você conheceu Charles Manson?
Gray Wolf: A minha primeira visita com Charlie aconteceu no antigo edifício do Tribunal de Justiça no centro de Los Angeles, em 1970.

NUG: Qual é a sua associação com Charles Manson?
Gray Wolf: Ele é meu amigo. Além disso, porque seus direitos foram negados nos tribunais em 1969 e 1970, eu estou trabalhando, junto com outros, para ver que esses direitos sejam restaurados. Se eles podem negar os direitos dele, isso significa que eles podem também negar os meus direitos. Tal como está agora: se você não tiver dinheiro, você não tem os seus direitos em um tribunal, eles fazem com o que eles quiserem. Nossos pais e avós sofreram, lutaram e morreram por esses direitos. Se deixarmos o julgamento de Charlie permanecer como está, nós merecemos o que temos.

NUG: Qual é o seu papel com ATWA?
Gray Wolf: O meu papel é essencialmente o mesmo que o seu papel. Se eu não conseguir resgatar o meu ar e a minha água da máquina da poluição, eu não vou sobreviver.

NUG: Eu vi uma entrevista sua à CNN em que você disse que acreditava que o tempo que Manson passou na prisão deu-lhe uma perspectiva única sobre o meio ambiente. Quer elaborar mais sobre isso?
Gray Wolf: Sim. Ele foi deixado para trás, enterrado, esquecido e encoberto com mentiras e enganos. Suas palavras e ações têm sido torcidas e distorcidas para caberem nos scripts da e de Hollywood, trocadas por dinheiro e ambições. Então, ele tem vivido como um monge, como um animal em uma gaiola, por mais de 40 anos, e ele sobreviveu. Ele cresceu apenas com o sistema prisional como seu pai, e assim segue-se que sua perspectiva, sua visão e sua experiência são verdadeiramente além da nossa imaginação. Na realidade, ele deu o seu tudo por nossa vontade, e ele é o nosso melhor servidor. Charlie aponta para o ar como Deus. Seria bom respeitarmos a sua visão. Na verdade, nossas vidas dependem dele. Tudo se resume a sobreviver e, para sobreviver, temos de proteger e nutrir ATWA.

NUG: Há rumores vindos de algumas fontes de ATWA online que propõem a eliminação de seres humanos em um esforço para salvar a Terra. Isso é verdade? Se não, por que você acha que alguém pode ter esse equívoco?
Gray Wolf: Os seres humanos estão eliminando-se, destruindo seu próprio sistema de suporte de vida, então eles procuram alguém para culpar. ATWA não é um conceito politicamente correto, ou um movimento organizado. É bem documentado que, em circunstâncias terríveis, os seres humanos fazem qualquer coisa para sobreviver. Qual é a verdade de nossa circunstância presente? Quem está disposto a olhar para aquilo que realmente é? Quem está disposto a falar a verdade do que é? A verdade é simples: aqueles que querem viver irão trabalhar pelo ar, pelas árvores, pela água e pelos animais.

Continuação da entrevista com Charles Manson:

NUG: Quando ATWA foi formada?
Charles Manson: Há 100 bilhões de anos luz.

Gray Wolf: Manson cunhou a palavra ATWA para representar o nossos sistema de suporte à vida na Terra: ar, árvores, água, e animais – nesses últimos, incluindo nós mesmos.

NUG: Qual é a principal missão da organização?
Charles Manson: Resgatar a minha vida, o meu ar, o “meu eu”.

Gray Wolf: Qual é a sua principal missão? Respirar? Não seria essa a sua primeira e absoluta consideração para a sua sobrevivência se todas as besteiras da sua vida cotidiana fossem tiradas de você? ATWA é a sobrevivência de todos neste planeta. Enquanto mais e mais pessoas acordam para a urgência das nossas escolhas restantes, a inteligência se move, sem dúvida ou medo, de forma a implementar soluções que funcionam.

NUG: Como surgiu a idéia de uma arma de sementes para o “Projeto Salvador”?
Charles Manson: Tudo começou em 1969, com uma vara para fabricar fazendas de maconha secretas.

NUG: Eu entendo que um dos principais objetivos do “Projeto Salvador” é educar e municiar todos com armas de fogo e artilharia de sementes de modo que não exista nenhum espaço sem algo crescendo. Se tal coisa acontecesse, o que você acredita que isso iria resolver? Que problemas isso poderia consertar?
Charles Manson: O equilíbrio do tempo. Minha vida, meu amor, meu Deus.

NUG: Essa arma de sementes já foi testada? Quais foram os resultados?
Gray Wolf: Neste momento, nosso foco é apoiar a produção e distribuição de munições de sementes, em vez de tinta. A idéia é ser capaz de atirar as sementes mundialmente. Essa tecnologia pode ser modificada para a fabricação de outras coisas de sucesso. As balas de gelatina foram testadas, e funcionaram. Sabemos que essas sementes brotaram.

NUG: Existe uma data prevista em que a arma será lançada?
Gray Wolf: Não sabemos ainda.

NUG: O que você pensa que seria algumas das melhores maneiras de se envolver e colaborar com o meio ambiente? Quais são algumas maneiras de apoiar o “Projeto Salvador”?
Charles Manson: Dê a sua vida e tudo para o amor. Ame a vida – o nosso ar, e tudo o que funciona para a sua vida. Ou tudo é Deus, ou ninguém é Deus.

Clique aqui para ler a entrevista original no website da NUG Magazine.

 Novidades sobre o Projeto Salvador de ATWA

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Sobre a matéria da revista Vanity Fair (1)

manson arcomodeus Sobre a matéria da revista Vanity Fair (1)

A revista espanhola Vanity Fair publicou em sua edição de maio de 2011 uma matéria sobre Charles Manson e ATWA. O artigo causou um enorme alvoroço entre os meios de comunicação americanos. Um dia depois de publicado, centenas de websites fizeram seus comentários, e a mídia sensacionalista não perdeu a oportunidade de vender um pouco mais de medo a seus leitores.

Nós colaboramos diretamente com o artigo. Um jornalista da Vanity Fair entrou em contato conosco para conversar sobre Charles Manson e ATWA. Ele nos pediu formalmente para entrevistar Manson pelo telefone. Manson concordou em ceder a entrevista, e nós organizamos uma estrutura para transferir as chamadas de Manson para o jornalista. Também colaboramos com a gravação da entrevista, e tivemos a oportunidade de corrigir algumas citações que haviam sido mal interpretadas pelo jornalista, entre outras coisas. Também fornecemos materiais e documentos privados para que o jornalista pudesse expandir seu artigo e oferecer “algo novo” – como ele havia prometido fazer.

No presente momento, nos reservamos o direito de não comentar em profundidade sobre o devido artigo. Isso será feito em outro momento.

Em qualquer caso, surgiu uma enorme confusão como conseqüência do devido artigo. Alguns meios de comunicação sensacionalistas não fizeram seu trabalho honestamente (como era esperado), e traduziram (propositalmente) errado algumas palavras de Charles Manson do espanhol para o inglês.

Para esclarecer essa confusão, segue abaixo, em português, o que Manson realmente disse sobre o presidente americano Barack Obama, e sobre o seu suposto advogado, Giovanni Di Stefano, entre outras coisas que foram mal traduzidas:

David Lopez (Vanity Fair): Sr. Manson, agora que você está falando sobre as notícias, o que você pensa do Obama?
Charles Manson: Obama?

David Lopez (Vanity Fair): Sim, o que você acha dele?
Charles Manson: Acho que ele é tolo por fazê-lo (esse trabalho). Eu não sei como o enganaram para que ele acabasse o fazendo. Alguém o enganou para ele cair ali. Ele não entende o que estão fazendo com ele. Estão jogando com ele.

David Lopez (Vanity Fair): Mas você gosta dele? Você acha que ele dá algum tipo de esperança ou não?
Charles Manson: Eu não tenho espaço para gostar ou desgostar. Eu estabeleço a verdade. Eu não gosto ou desgosto.

David Lopez (Vanity Fair): Sr. Manson, você tem um novo advogado, Giovanni Di Stefano, que está trabalhando para tirá-lo da prisão.
Charles Manson: Não, ele é apenas mais um católico. Essa é uma conspiração dos católicos para roubar a minha vida e usar a minha vida para o que os sicilianos da Máfia estão fazendo. Ele é um mafioso. É o mesmo promotor, mas com um rosto diferente. Isso é tudo.

David Lopez (Vanity Fair): Você acha que representa um perigo para a sociedade? Ou como você gostaria de chamar isso… o sistema?
Charles Manson: O sistema. O sistema é dinheiro, apenas isso. E eles se recusam a me dar o meu dinheiro. Todo mundo está fazendo milhões. Você sabe quanto dinheiro as pessoas ganharam usando a minha vida? E você pensa que eu gostaria de me ajustar a aquilo? Eu sou muito pior do que aquilo. É isso o que eu faço para poder ser melhor do que aquilo. Eu não posso ser melhor do que aquilo a não ser que eu seja muito pior do que aquilo. Porque aquilo é pior do que eu conseguiria imaginar, e eu não faria tal coisa. Eu não faria metade das coisas que eles fazem, e é isso o que eu lhe disse sobre o presidente. Eu não sei como eles o enganaram para que ele aceitasse aquele emprego, mas ele aceitou.

David Lopez (Vanity Fair): Existe alguma solução? Algo que pode ser feito para evitar isso (a destruição da vida)?
Charles Manson: Estou te falando. Todas as vezes que eu saí da prisão, o deserto estava mais morto do que antes. Os veados se foram, não foram mais lá. Os insetos desapareceram, e as abelhas não existem mais. Os pássaros não voam mais por lá. Como pode?

David Lopez (Vanity Fair): Então não existe uma solução para corrigir isso?
Charles Manson: Sim, tem uma solução. Uma única solução: todos nesse mundo têm que aceitar Deus – o nosso ar – e trabalhar para Deus – o nosso ar. Todos no mundo têm que aceitar o ar como Deus. Aceite o ar como Deus, porque sem ar vocês não existem. Se vocês querem existir, vocês têm que existir com o ar. Vocês têm que parar de guerrear contra o ar. O pecado de vocês é contra vocês mesmos – é o seu pecado contra o ar. O ar é tudo o que vocês têm. Se você está ganhando dinheiro e vendendo o seu ar, você está vendendo a sua própria vida. Você está comprando e vendendo a sua própria destruição. Esse sistema que diz que eu não sou bom, que eu represento um perigo – eu posso ser um perigo para a sua estupidez e para a sua ignorância, mas eu não represento um perigo para formas de vida inteligentes. Eu não represento um perigo para as pessoas que querem existir nesse planeta.

E com isso, encerramos esse comunicado. Em breve, falaremos mais sobre a entrevista com a revista Vanity Fair.

 Sobre a matéria da revista Vanity Fair (1)

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A busca pela verdadeira ecologia

atwa unicaecologia A busca pela verdadeira ecologia

É muito fácil protestar pelos inconvenientes de uma sociedade industrializada, egoísta e decante como a atual – motivos não faltam. É muito emocionante pedir uma sociedade limpa, ecológica, onde se respeite o meio ambiente. Também é muito conveniente simplesmente solicitar uma sociedade onde os modos e a mentalidade da gente assumam o amor à natureza como algo prioritário. O problema é assumir as conseqüências dessas declarações. A história é testemunha de que os homens brincam com ATWA tanto quanto eles brincam com seus outros jogos de ego. Os homens gritam muito sobre muitas coisas, mas fazem muito pouco além de gritar.

Esses sentimentos ecológicos das massas são colocados à prova quase sempre, ao redor do mundo. Quando a Noruega se nega a dar quotas de pesca à Espanha, e têm-se pescadores desempregados; quando se trata de proibir a fabricação de sprays que atentam contra a camada de ozônio, com o qual sofremos a concorrência da Índia ou da Tailândia, que não os proíbem; quando se encarece a carne por obrigar a cumprir a lei de transporte de gado, ou se devem fechar as indústrias têxteis das bacias catalãs, que contaminam seus rios, enquanto trazemos tecidos de Cingapura; quando se quer obrigar o Brasil a conservar a selva que não souberam conservar na Europa; ou quando se nega o uso de carros SUV e por isso fecha-se uma fábrica que os produziam, deixando milhares de trabalhadores desempregados. Enfim, em cada caso, em cada tema, quando se chega à realidade é quando se põe à prova o “sentimento” ecológico que todos alardeiam.

Isso acontece porque uma política em harmonia com ATWA – ecologicamente real, autêntica, aplicável – passa por duas medidas profundamente impopulares (isso considerando, é claro, a dinâmica das sociedades modernas):

– A proibição de importar qualquer produto que não tenha sido produzido com os rigores ecológicos estabelecidos. Sem isso, a concorrência do mercado mundial leva à ruína os ecologistas diante dos sem escrúpulos.

- A aceitação de um custo adicional em nível de vida. É necessário renunciar o consumo e os costumes “cômodos” para conseguir uma aplicação ecológica realista.

O primeiro ponto é absolutamente necessário: sem uma eliminação do dumping (prática econômica que consiste em vender abaixo do preço normal ou de custo de produção) social e ecológico, que representa a concorrência desleal dos países sem respeito ao meio ambiente, não há possibilidade de uma ecologia real. Em outras palavras, não há possibilidade de uma ecologia real em uma sociedade dominada pelo mercado, em que o dinheiro – ou melhor, quem controla o dinheiro – é o que estabelece as regras.

Quanto ao segundo ponto, evidentemente é necessário eliminar um consumismo excessivo, mas isso não tem porque significar um nível de vida pior. Sim, uma mudança do estilo de vida, mas não uma queda da qualidade de vida.

O homem estar hipnotizado por suas invenções modernas não é necessariamente um obstáculo a essa busca por uma verdadeira ecologia. Em outras palavras, a ecologia é um objetivo que pode ser alcançado não limitado apenas a uma “marcha atrás” no desenvolvimento tecnológico, mas também, e seguramente assim deve ser, por um passo adiante da tecnologia. Há grandes planos, inclusive agora, inclusive sob a repugnante mentalidade mercantilista, de processos de fabricação recicláveis, de produtos sob normas de reuso e de aproveitamento de resíduos. Há métodos modernos incríveis para usar energias alternativas e recuperar áreas degradadas. Tudo isso limitado inclusive pela falta de um incentivo real para desenvolver novos métodos ecológicos de produção, dado que o sistema não promove precisamente o respeito ao meio ambiente diante dos lucros. Mas temos uma enorme fronteira para alcançar de imaginação e tecnologia a serviço da ecologia, se nos permitirem aqueles que mantêm o poder do dinheiro.

A ecologia não é contra o mundo do futuro, mas sim a mentalidade mercantilista do presente. Um mundo em que a invenção do homem esteja a serviço de uma mentalidade ecológica e de um Estado decidido a proteger o meio ambiente poderá alcançar enormes metas de bem-estar real da população, precisamente potencializando o desfrute do meio natural – do qual nós fazemos parte.

É negativa a idéia de uma ecologia baseada em uma “marcha atrás”, em “deixar de produzir” ou “deixar de fazer”. A ecologia do amanhã é baseada precisamente no contrário – em uma enorme vontade de fazer, de restaurar e de inventar métodos modernos de viver dignamente com a natureza. O homem não deve renunciar a sua presença na natureza, mas renunciar o seu papel atual como consumidor da natureza, dirigindo a mesma pela estrutura economista. Só 10% de aumento de custo podem significar 90% de melhorias ecológicas. Bastaria “pequenas mudanças” de comportamento para eliminar problemas enormes – e após um primeiro passo de sucesso, sempre haverá um segundo.

O verdadeiro problema é encontrar quem teria o valor de impor essas medidas, arrasando os obstáculos que se opõem: o mercado mundial, a ânsia de lucros econômicos e, sobretudo, o hedonismo (doutrina que considera que o prazer individual e imediato é o único bem possível, princípio e fim da vida moral) das massas, compradas pelo prazer e pela vulgaridade.

Charles Manson seria esse homem, capaz de resgatar da profundidade do egoísmo da humanidade a compreensão das necessidades de ATWA. Mas as massas programadas pela televisão – essa seita que ama morte, sangue e banalidade – o penduraram na cruz das suas ignorâncias, e o abandonaram. Apesar disso, a mensagem única de Manson persiste: não existem leis senão ATWA.

E de fato, para o homem moderno não existe outro caminho para uma vida em harmonia com a natureza senão através da conscientização total de ATWA. Não existe outro caminho. As leis naturais atropelam – e sempre atropelarão – as leis fabricadas pelos homens, porque a ordem natural é a vontade do que chamamos de Deus. Na busca por uma verdadeira ecologia, o homem precisa, antes de tudo, se tornar consciente de ATWA. Quando ele reconhecer que não existem dois – que tudo é um, e que uma vida tirada é um golpe contra si próprio – será possível direcionar a máquina da humanidade em uma direção que leve a um retorno da harmonia entre os seres humanos e o restante da vida desse planeta. Essa é a única e verdadeira ecologia.

 A busca pela verdadeira ecologia

© 2011 ATWA Brasil


As raízes das árvores como armas

atwa arvoresraizes As raízes das árvores como armas

Um estudo recente confirmou que as árvores possuem muito mais raízes do que precisam para capturar nutrientes do solo. Mais interessante do que isso é o fato de que as raízes superabundantes funcionam como armas para evitar o crescimento de outras árvores. Em outras palavras, a competição pela preservação da espécie e a contínua guerra pela sobrevivência – que se resume em “estar vivo” – são parte da vida das árvores e plantas. O instinto de sobrevivência não é uma bênção limitada aos animais.

Criar raízes exige energia, e a abordagem mais “eficiente” seria cada árvore ter apenas a quantidade suficiente para capturar a água e os nutrientes de que precisa. Mas ao invés disso, as árvores criam mais raízes não para ajudá-las a crescer com mais êxito, mas para fazer com que outras árvores enfrentem dificuldades ao crescer. No sistema resultante, as árvores que produzem menos raízes saem perdendo – um exemplo claro da lei da natureza, a lei dos mais fortes e adaptados.

O comportamento é análogo à batalha entre árvores para crescer mais alto e obter o máximo de luz do sol. Alguns cientistas (veja Ray Dybzinski) afirmam que esse comportamento “não é bem o ideal”, pois se elas pudessem de alguma forma concordar em cooperar, em vez de competir, todas poderiam ficar próximas ao solo e usar energia para alguma outra coisa, como criar sementes.

De fato, seria mesmo mais “eficiente”, “igualitário”, e até mesmo “justo” se cooperação fosse o método de desenvolvimento das árvores. Mas não seria natureza. Não seria a ordem natural. Seria o mundo dos homens – de emoções e julgamentos – e não o mundo dos que se submetem às ordens naturais da vida nesse planeta. A ordem de ATWA é uma: sobrevivência em harmonia com o todo da vida. Ar, árvores, água e animais como irmãos inseparáveis, indivisíveis. Não há espaço para que emoções, sonhos, desejos ou confortos os dividam.

Os homens têm muito a aprender com as árvores e com os animais.

 As raízes das árvores como armas

© 2011 ATWA Brasil


ATWA Brasil: “Charles Manson: Cadeia de Comando”

Abaixo, mais uma produção da ATWA Brasil: “Charles Manson: Cadeia de Comando”.

Uma nova conversa por telefone com Charles Manson, gravada em outubro de 2010. Ele fala sobre a necessidade de organizar uma força ativa para resgatar ATWA. O vídeo conta com legendas em português.

 ATWA Brasil: Charles Manson: Cadeia de Comando

© 2010 ATWA Brasil


A humanidade de costas para ATWA

atwa decostas A humanidade de costas para ATWA

O homem está em guerra contra ATWA. De fato, o coletivo da humanidade assumiu o risco real da alteração climática há alguns anos. Discute-se muito sobre os elementos que contribuem para essa mudança, mas poucos discordam de que as mudanças estão a caminho. Alguns reconhecem em seu instinto de sobrevivência – aqueles poucos que não se renderam aos confortos humanos – que medidas drásticas devem ser tomadas por todos. Outros não, e simplesmente colocam suas vidas nas mãos de desconhecidos que elaboram o sistema que a humanidade adotará.

Fato é que aqueles que até então têm determinado o caminho da humanidade se provaram incapazes. O Protocolo de Kyoto serve para ilustrar a liderança humana: se todos os países chegassem a cumprir com as suas metas de limitar as emissões de gases na atmosfera, ainda assim os Estados Unidos, sozinho, responsável por 25% do total desse impacto humano, elevaria em 6% o total mundial de emissões. Eles se recusaram a assinar o acordo, provavelmente sabendo que não se passa de mais uma brincadeira humana com relação a algo muito sério. De qualquer maneira, o Protocolo de Kyoto foi ratificado por 47 países, e quase nenhum deles cumpriu com as suas exigências.

Nos últimos 10 anos, só o setor energético aumentou em 30,5% suas emissões de dióxido de carbono. A produção de cimento, e as indústrias metalúrgicas e químicas aumentaram suas emissões em 33%. As atividades agropecuárias elevaram suas cotas para 65%. Trata-se de um quadro de abandono do instinto humano de sobrevivência. Todos nós apertamos a fundo o acelerador do sistema de produção, distribuição e consumo. Queremos carros novos, quanto mais rápidos e potentes melhor; desejamos maior consumo elétrico para ter ar condicionado e adquirir as últimas novidades em matéria de eletrodomésticos; não estamos dispostos a viajar menos, nem a frear o crescimento econômico, nem a renunciar o esbanjamento e os produtos descartáveis.

Isso sumariza o nosso argumento inicial: o homem está em guerra contra ATWA. São as ações do coletivo da humanidade que ditam as leis da nossa existência. Não existe um com mais culpa do que outro. Essa é a sociedade na qual vivemos. É a forma de pensar, observar e viver da esmagadora maioria dos seres humanos; essa mesma que alguns estimulam com sentenças tão falsas como “o povo sempre tem a razão”. Estamos vivendo imersos em uma sociedade predadora, ávida de maior riqueza e de poder ao preço que seja, onde os mais desfavorecidos só desejam ter acesso a maiores níveis de consumo. Todos os seres querem maior desenvolvimento econômico, e o medem com as pautas do modelo vigente que nos conduziu ao desastre da nossa natureza. O mundo e as leis naturais que o regem não podem suportar semelhante espólio irresponsável.

Aqueles que se auto-intitulam “ecologistas” são também transgressores quando dizem demagogicamente que é possível reduzir o impacto ambiental a níveis sustentáveis sem renunciar o nosso conforto atual, medido em bens e serviços. Argumento totalmente indefensível. Não há forma de defender isso sem uma profunda mudança em nossa cultura.

Mas ao mesmo tempo, a história é testemunha de que as pessoas pensam muito pouco com as suas próprias cabeças. É possível alterar completamente as suas idéias em uma certa direção, afinal, é exatamente isso que tem sido feito com relação ao cuidado com a ordem natural. Um exemplo: nos anos 80 se proibiram os sprays de CFCs pelo cloro que afetava a camada de ozônio na alta atmosfera. Os meios de comunicação falavam sobre o assunto, e as crianças aprendiam sobre isso nas escolas. Todos foram programados com essa história. Mas os CFCs só representavam uma mínima parte da contaminação, e as outras fontes não foram abordadas, como uma infinidade de usos industriais, os vôos supersônicos de dezenas de milhares de aeronaves militares, ou os agrotóxicos empregados na agricultura intensiva. Esse exemplo é válido para balancear a questão da culpabilidade humana nessa guerra contra ATWA. Mas seria essa fraqueza mental um fator de inocência?

Diferentemente de nossa sociedade que vive de costas para ATWA, nossos ancestrais e os homens do campo percebiam os sinais que anunciavam uma catástrofe. Quando os rebanhos selvagens fugiam em debandada depois de sentir o ar, sabia-se de que direção provia a ameaça seguindo o exemplo dos próprios animais, sempre atentos para detectar as ameaças do tempo. No entanto, como disse Nietszche: “A vida, segura sob o império do instinto, periga sob o império da razão”.

Houve uma época em que o homem fazia parte da ordem natural, em que o seu instinto de sobrevivência lhe colocava como irmão das outras espécies do planeta. Antes bastava um sinal sutil para soar um alerta. Mas hoje, o homem ignora esses sinais com orgulho, como se tratasse de coisas triviais. A humanidade se sente mais forte do que a própria natureza. O homem de hoje se vê como vencedor pela ilusão de dominá-la, controlá-la e tê-la a seu serviço. Um ignorante otimismo tecnológico convenceu a humanidade de que sempre poderá neutralizar os fenômenos naturais.

A solução é uma: reger-nos pelas leis eternas da natureza, a ordem de ATWA.

Quem sabe, ainda há tempo. É preciso deixar de viver de costas à única verdade. É necessário apelar não apenas à cabeça do homem, mas ao seu coração, obtendo assim a força da psique coletiva. Mas em seus moldes da atualidade, a humanidade não merece sobreviver. Nós nos retiramos da ordem mundial, e assim a natureza está encarregada de nos expelir dos seus cuidados. Mas ainda existe ATWA: o ar, as árvores, a água e os animais. Façamos algo então, por eles.

 A humanidade de costas para ATWA

© 2010 ATWA Brasil