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Novos alertas de extinção em massa

atwa extincaoemmassa Novos alertas de extinção em massa

A cada dia, mais cientistas ao redor do mundo se pronunciam concordando com a iminência de uma sexta extinção em massa das espécies de plantas e animais do planeta Terra. Os mais recentes a embarcar nessa história foram os biologistas americanos da Universidade da Califórnia – Santa Barbara.

Essa semana, o grupo de pesquisadores disse concordar que estamos diante da sexta extinção em massa, afirmando que “cerca de 50% das espécies de plantas e animais podem desaparecer” durante as próximas décadas. Segundo o co-autor do estudo, Bradley Cardinale, “o evento de extinção no qual estamos vivendo é causado por ações humanas, assolando o planeta e gerando poluição através das nossas decisões do dia a dia”. O relatório publicado indica que “a Terra poderá perder metade das suas espécies de plantas e animais durante a geração atual da humanidade, por isso será importante determinar quais espécies merecem maior prioridade em termos de conservação”.

Desde 2005, quando um relatório da ONU anunciou oficialmente que “o planeta Terra está entrando – ou já entrou – em um período de extinção em massa acelerada não vista desde o desaparecimento dos dinossauros”, mais e mais cientistas têm alertado a humanidade sobre as possíveis consequências do estilo de vida do homem moderno.

Mas as massas não têm consciência sobre a perda de espécies e a ameaça que isso representa para a vida do planeta e da humanidade. Parece que uma televisão e um prato de comida são suficientes para que as mentes estejam tranquilas. Os alertas dos cientistas não comunicam com as massas, e a palavra dos profetas, como o nosso sábio mártir Charles Manson, são abafadas pela insanidade que rege as leis da modernidade.

Mas estarão os desacordados preparados para encarar a ira de ATWA quando o momento chegar?

 Novos alertas de extinção em massa

© 2011 ATWA Brasil


A extinção dos oceanos de ATWA

atwa oceanosameacados A extinção dos oceanos de ATWA

A água de ATWA está confrontada com uma perda sem precedentes de formas de vida inteligentes, comparável às grandes extinções em massa da pré-história – é o alerta soado por um novo relatório do Programa Internacional sobre o Estado dos Oceanos (IPSO). O relatório confirma que os mares estão morrendo em um ritmo mais acelerado do que as estimativas científicas previam.

Essa destruição é explicada por uma série de graves afrontas, que vão desde o aquecimento do clima e a acidificação da água do mar, à poluição química e a pesca predatória generalizada – fatores que são associados a ações humanas. A união desses fatores agora ameaça o ambiente marinho com uma catástrofe “sem precedentes na história da humanidade”, segundo o relatório.

Os novos dados sugerem que a extinção potencial de espécies, de grandes peixes a pequenos corais, é diretamente comparável às cinco grandes extinções em massa documentadas geologicamente, que marcaram o desaparecimento de boa parte da vida do planeta. O pior desses eventos, que aconteceu há 251 milhões de anos, chegou a eliminar mais de 70% das espécies terrestres e 96% das espécies marinhas da Terra. E ao que tudo indica, nosso futuro não será muito diferente disso.

O novo documento, que considerou as últimas pesquisas de todas as áreas da ciência marinha, concluiu que “uma combinação de fatores está criando hoje as condições associadas a cada episódio anterior de extinção em massa de espécies na história da Terra”. Os autores também concluíram que:

1) A velocidade e a taxa de degeneração dos oceanos são muito maiores do que qualquer previsão científica anterior;
2) Muitos dos impactos negativos identificados anteriormente são mais severos do que as previsões mais pessimistas;
3) Os primeiros passos que confirmam uma extinção em massa podem já ter acontecido.

O novo documento diz: “Os resultados são chocantes. Ao considerarmos o efeito cumulativo das ações humanas com relação aos oceanos, as implicações se tornam muito piores do que nós havíamos compreendido individualmente. Trata-se de uma situação muito séria, que exige ações inequívocas em todos os níveis da sociedade. Estamos olhando para consequências para a humanidade que irão impactar as nossas vidas, e o que é ainda pior, impactar as vidas das nossas crianças e as gerações que estão a caminho”.

Portanto, mais um alarme foi soado, alertando os homens sobre os pecados das suas ações contra ATWA e a perfeição de todas as vidas. Trata-se da urgência de resgatar ATWA. Trata-se da conscientização humana sobre seus crimes e pecados. Trata-se da verdade do agora, desse exato momento. Trata-se de todos nós. Ou você está em guerra pela Vida, ou você está em guerra pela morte – e todo homem é dotado de livre vontade.

 A extinção dos oceanos de ATWA

© 2011 ATWA Brasil


Antropoceno: O karma da humanidade em ação

atwa antropoceno Antropoceno: O karma da humanidade em ação

A humanidade pode estar no alvorecer de uma nova era: os seres humanos têm feito enormes mudanças sem precedentes no planeta, e com isso podem ter inaugurado um novo período da história geológica. A chegada do período Antropoceno pode incluir a sexta extinção em massa da história da Terra.

Através da poluição, crescimento populacional, urbanização, viagens, mineração e utilização de combustíveis fósseis os seres humanos alteraram o planeta de maneiras que serão sentidas pelos próximos milhões de anos. Cientistas temem que a humanidade tenha causado danos que levarão à sexta extinção em massa da história da Terra, com milhares de plantas e animais sendo exterminados nos próximos anos.

A nova época, apelidada de Antropoceno – significando “novo homem” – seria o primeiro período do tempo geológico da Terra moldado pela ação de uma única espécie. Embora o termo tenha sido usado informalmente entre os cientistas há mais de uma década, ele passou agora a ser considerado como um termo oficial.

Um novo grupo de trabalho de peritos já foi estabelecido para reunir todas as provas que corroborassem a reconhecer o Antropoceno como o período sucessor do Holoceno, em que vivemos atualmente. Os cientistas irão considerar as mudanças que as atividades humanas trouxeram para a biodiversidade terrestre e para a estrutura das rochas, bem como o impacto de fatores como a poluição e a extração mineral.

Eles concluem: “O Antropoceno representa uma nova fase na história tanto da humanidade como da Terra, quando as forças naturais e as forças humanas se tornaram interligadas, de modo que o destino de um determina o destino do outro. Geologicamente, este é um episódio marcante na história deste planeta”.

Dr. Jan Zalasiewicz, co-autor do relatório, acrescentou: “Sugere-se que estamos na linha de produção de uma extinção em massa catastrófica para rivalizar com as cinco grandes perdas de espécies e organismos no passado da Terra”.

Não há dúvidas: o karma da humanidade está em ação. O ciclo contínuo do todo da vida está retornando, e foram as ações humanas que aceleraram os ponteiros dos relógios.

O sábio mártir Charles Manson diz: “ATWA não são pessoas. ATWA é ar, árvores, água e animais trancados em zoológicos”.

Em outras palavras, a ordem não é o homem, mas o sistema de suporte de vida do nosso planeta. É o todo da vida, do qual nós fazemos parte. Nós somos parte do todo, e não gerenciadores do todo. É o resultado do coletivo das nossas ações que está nos destruindo, porque as nossas ações vão além dos limites que o mundo nos reservou. Pensar como ATWA é pensar em todas as vidas como uma única vida – é abandonar a ética antropocêntrica que está enraizada em nós. Esse é o caminho para resgatar do caos o que é perfeito!

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 Antropoceno: O karma da humanidade em ação

© 2010 ATWA Brasil


Ação humana e a extinção da própria espécie

atwa dinheiro Ação humana e a extinção da própria espécie

Os netos dos nossos netos podem já não poder viver no planeta Terra.

Um estudo recente das universidades de New South Wales, na Austrália, e de Purdue, nos Estados Unidos, acende todos os sinais vermelhos que obriguem a tomar medidas sérias e rápidas agora, antes que seja tarde de mais. E por quê? O aquecimento global pode deixar até metade do planeta inabitável nos próximos três séculos.

O estudo, publicado na última edição da revista especializada “Proceedings of the National Academy of Sciences”, afirma ainda que é possível que já no próximo século várias regiões do planeta estejam sob calor intolerável para humanos e outras espécies de mamíferos.

Ironicamente, os sinais se tornam a cada dia mais evidentes de que as ações humanas contra o meio ambiente resultarão na aniquilação da própria espécie. O estudo ressalta que o calor já é uma das principais causas de morte por fenômenos naturais, e que muitos acreditam, erroneamente, que a humanidade pode simplesmente se adaptar a temperaturas mais altas. Em outras palavras, os fenômenos naturais, que são hoje mais presentes do que nunca, não são resultado de jogos de sorte ou azar, mas sim conseqüência do coletivo das ações humanas.

O seu carro, o seu lixo, a sua alimentação, são fatores que resultaram na morte de outros seres da sua própria espécie. Você viu na televisão, não entendeu nada, e não percebeu o sangue em suas mãos. Em ATWA, não existe desperdício: todas as ações ressonam em algum lugar, e o carma sempre retorna para a sua origem. É tudo muito simples, e a conscientização sobre essa lei resolveria muitos problemas. A vida animal é baseada no instinto de sobrevivência – e o ser humano é parte do reino animal.

O sábio mártir Charles Manson diz: “A simplicidade da ordem de ATWA é que se trata da ordem de todas as vidas, e se resume em sobrevivência”.

Ironicamente, os seres humanos parecem ter perdido essa característica tão básica que lhes garante o direito de sobreviver.

O sábio mártir Charles Manson diz: “Todas as pessoas que chamamos de ‘vivos’ estão na realidade mortos, e não há chance de redimir-los. Mas há uma chance de resgatar esses mortos”.

De fato, existe pouca vida nas pessoas. Sobrevivência não passa de mais uma palavra para os dicionários. São mortos-vivos, repetindo os mesmos movimentos, os mesmos erros, para a eternidade. O teto da ordem desaba sobre eles, e os mesmos movimentos continuam. São robôs, programados para a morte e a destruição. A sensibilidade com relação a tudo o que tem vida foi perdida completamente: existe uma barreira na mente das pessoas que não lhes permite ver as conseqüências das suas ações e reconhecê-las como tal.

O instinto de sobrevivência da humanidade foi esquecido. Os seres humanos estão se matando, um pouco mais a cada dia, mas as mentes continuam controladas pelo dinheiro. Os cegos não vêem o que é tão claro.

O sábio mártir Charles Manson diz: “O ar que você respira é mais importante do que o dinheiro que você gasta, porque você pode gastar esse dinheiro e acabar sem ar algum”.

Em outras palavras, o ser humano parece ter perdido um elemento essencial do que lhe faz um animal. Sem o instinto de lutar pela vida, a humanidade tem os seus dias contados. Esse recente estudo é somente mais um alerta sobre o que está por vir.

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 Ação humana e a extinção da própria espécie

© 2010 ATWA Brasil


Extinção em massa a caminho

atwa extincaohumana Extinção em massa a caminho

Biólogos estão convencidos de que uma extinção em massa de plantas e animais está em curso, e que o fenômeno representará uma grande ameaça para o ser humano no próximo século. Ironicamente, a maioria das pessoas comuns é apenas vagamente consciente sobre o problema.

O rápido desaparecimento de espécies foi classificado como uma das preocupações ambientais mais graves do planeta, superando a poluição, o aquecimento global e a diminuição da camada de ozônio, de acordo com o levantamento de 400 cientistas comissionados pelo Museu da História Natural de Nova Iorque.

A recente pesquisa foi divulgada em conjunto com um estudo inovador da diversidade de plantas, que concluiu que pelo menos uma em cada oito espécies de plantas conhecidas está sob ameaça de extinção. Embora os cientistas estejam ainda divididos sobre os números específicos, todos acreditam que a taxa de perda é maior agora do que em qualquer outro momento na história.

“A velocidade com que espécies estão sendo perdidas é muito mais rápida do que qualquer outro período que já vimos no passado – incluindo as extinções relacionadas a colisões de meteoros”, disse Daniel Simberloff, ecologista da Universidade de Tennessee e renomado especialista em diversidade biológica. [Nota: a última extinção em massa foi a dos dinossauros, causada pela colisão de um meteorito há 65 milhões de anos].

A maioria dos cientistas, aparentemente, concorda com essa afirmação. Sete em cada dez dos biólogos entrevistados para o estudo disseram acreditar que uma extinção em massa “está em andamento”, e um número igual previu que até um quinto de todas as espécies vivas poderiam desaparecer em 30 anos. Quase todas as perdas são atribuídas à atividade humana, especialmente a destruição de habitats de plantas e animais.

Entre os não-cientistas, entretanto, o assunto parece ter feito relativamente pouca impressão. 60% dos leigos entrevistados disseram ter pouca ou nenhuma familiaridade com o conceito de diversidade biológica, e apenas metade classificou a perda de espécies como uma “ameaça importante”.

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 Extinção em massa a caminho

© 2010 ATWA Brasil


A acidificação dos oceanos

atwa agua A acidificação dos oceanos

A poluição causada pelos seres humanos está transformando o mar em ácido tão rapidamente que as próximas décadas irão recriar condições nunca antes vistas na Terra. Cientistas alertaram que, desde que se consegue analisar tais dados, não há amostras de que a condição da água dos oceanos esteve tão ruim.

Essa rápida acidificação é causada pelas enormes quantidades de dióxido de carbono expelido pelas chaminés das indústrias e pelos escapamentos dos carros, que então se dissolvem nos oceanos. A alteração química está a colocar “pressão” sem precedentes na vida marinha, e pode provocar uma extinção em massa.

Um recente estudo, realizado por cientistas da Universidade de Bristol, procurou entender a complexidade da acidificação dos mares. Em um resumo das suas conclusões, os cientistas ingleses afirmam que “perigosos níveis de acidificação dos oceanos terão consequências graves para os organismos marinhos”. “Encontramos que a taxa de acidificação da superfície dos oceanos é muito provavelmente sem precedentes nos últimos 65 milhões de anos”. Os cientistas acrescentaram que “a situação no fundo do mar é de preocupação ainda maior”.

Os cientistas compararam a taxa de acidificação atual com uma versão pré-histórica de gases de efeito estufa, que os geólogos confirmam ter causado uma extinção generalizada das espécies de águas profundas. O resumo do estudo diz: “Porque as taxas de acidificação entre o passado e o futuro são comparáveis, e [porque] houve uma extinção generalizada de organismos vivos no passado, devemos concluir que um nível semelhante de extinção é mais provável no futuro”.

A preocupação com a acidificação dos oceanos em função da poluição de carbono causada pelo dia a dia dos seres humanos tem crescido nos últimos anos, mas a questão recebe muito menos atenção do que o aquecimento global – também causado pelas emissões humanas de carbono. O estudo dos cientistas de Bristol é um dos primeiros a prever as conseqüências de águas ácidas ao olhar para os acontecimentos passados.

Ken Caldeira, um especialista na acidificação do oceano do Instituto Carnegie, na Califórnia, afirmou que as próximas décadas poderiam produzir “mudanças profundas” nos oceanos. Segundo ele: “A escolha de continuar emitindo dióxido de carbono implica que isso será um agente de mudança biológica de uma força superada apenas pela magnitude dos grandes eventos de extinção em massa. Se não cortarmos as emissões de dióxido de carbono profundamente e logo, as conseqüências da acidificação dos oceanos vão se concretizar como um exemplo único nos estudos do tempo geológico. Essas consequências serão incorporadas no registro geológico como testemunho de uma civilização que teve a sabedoria para desenvolver tecnologias de ponta, mas que não foi capaz de desenvolver a sabedoria para usá-las sabiamente”.

Uma reunião dos cientistas essa semana vai publicar uma atualização para o relatório de 2007 do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC). Uma série de estudos publicados desde o relatório do IPCC foram preparados, e mostram que as emissões de carbono estão crescendo mais rapidamente do que o esperado e que as metas de gases com efeito de estufa existentes podem não ser suficientes para evitar o catastrófico aumento da temperatura.

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Extinção em massa: a vida na Terra ameaçada

dead earth Extinção em massa: a vida na Terra ameaçada

Embora o aquecimento global continue a ganhar sensibilização generalizada da opinião pública, uma ameaça ambiental potencialmente mais devastadora só começou recentemente a ser percebida. Essa ameaça é a extinção em massa, e os cientistas estão levando essa hipótese muito a sério.

Há uma crença generalizada entre a comunidade científica de que as atuais espécies de vida estão se tornando extintas em uma taxa mais de 1000 vezes maior do que o que é considerado normal. “Estamos no abismo do fim do mundo”, disse Chera Van Burg do grupo de cientistas Species Alliance.

Um asteróide causou a última extinção em massa no planeta, quando os dinossauros foram mortos há 65 milhões de anos. Mas alguns cientistas acreditam que, se um meteoro com mesma proporção colidisse contra a Terra hoje, o efeito sobre a vida seria pouco diferente do que o que pode já estar em curso. “De acordo com um consenso de biólogos do mundo, uma extinção em massa está acontecendo ou prestes a acontecer no planeta Terra”, disse David Ulansey da organização Massextinction. Os golfinhos do rio Yangtze representam apenas o exemplo mais recente de espécies que desapareceram no último mês.

Enquanto as pessoas que disseminam essas crenças apocalípticas estão no extremo da opinião científica, alguns biólogos acreditam que um cenário de extinção em massa poderia eliminar 50% das espécies existentes. Os seres humanos, e espécies associadas a eles, não estão ameaçados de extinção,mas se essa teoria de extinção em massa ocorresse, quebraria o ciclo da vida e levaria a um enorme declínio da vida humana.

Alguns cientistas dizem que a culpa é dos próprios seres humanos. “Se a nossa influência na Terra continuar a expandir, nós provavelmente perderemos metade ou mais das espécies de vida atuais”, explica Peter Vitousek, ecologista da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos. “Se nós continuarmos nesse ritmo atual, virtualmente todas as espécies de peixes nos oceanos estarão extintas em 50 anos”.

E isso é algo que os pescadores profissionais dizem preocupá-los diariamente. “Somente agora as pessoas estão começando a perceber que todos esses gases que nós temos colocado na atmosfera têm causado um impacto que pode ameaçar a vida nesse planeta”, disse Zeke Grader, presidente de uma associação de pescadores dos Estados Unidos.

Biólogos dizem que a mudança climática representa somente um dos fatores que colaboram com o risco de extinção em massa. Segundo eles, o problema é muito maior. “Não é como o aquecimento global”, disse David Ulansey. “O problema não pode ser definido como CO2. Você não pode colocá-lo em uma caixa. O problema é o modo como nós vivemos. São todos os aspectos do nosso estilo de vida”.

E, de fato, todos os aspectos das nossas vidas têm conseqüências. Por exemplo, existem bilhões de telefones celulares em utilização. Cada um deles faz uso de um metal chamado coltan. Um dos raros lugares da Terra em que esse minério é encontrado, e de onde quase todo o coltan usado para telefones celulares é retirado, é a República do Congo – exatamente no meio do habitat natural dos gorilas das montanhas. Uma agência das Nações Unidas informou que a população de gorilas nessa região diminuiu em 90% nos últimos cinco anos apenas, em grande parte devido à operação de mineradores para a retirada do coltan. Pouca gente sabe que, no caso da ameaça de extinção dos gorilas africanos, a maioria das pessoas tem a sua parcela de responsabilidade.

E esse é somente um dos casos de influência inconseqüente humana. Especialistas estimam que mais de 15 mil espécies estejam ameaçadas hoje. E essas são somente aquelas que pesquisadores conseguiram colher dados sobre.

Biólogos acreditam que as seis maiores causas que levariam à extinção em massa são: destruição de habitat naturais, espécies invasivas, poluição, superpopulação humana, consumismo humano e mudança climática. A boa notícia é que ainda pode ser possível reverter esse quadro. A má é que o tempo é curto, quem sabe apenas uns 10 anos para fazer mudanças significativas no modo em que vivemos.

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