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Novos alertas de extinção em massa

atwa extincaoemmassa Novos alertas de extinção em massa

A cada dia, mais cientistas ao redor do mundo se pronunciam concordando com a iminência de uma sexta extinção em massa das espécies de plantas e animais do planeta Terra. Os mais recentes a embarcar nessa história foram os biologistas americanos da Universidade da Califórnia – Santa Barbara.

Essa semana, o grupo de pesquisadores disse concordar que estamos diante da sexta extinção em massa, afirmando que “cerca de 50% das espécies de plantas e animais podem desaparecer” durante as próximas décadas. Segundo o co-autor do estudo, Bradley Cardinale, “o evento de extinção no qual estamos vivendo é causado por ações humanas, assolando o planeta e gerando poluição através das nossas decisões do dia a dia”. O relatório publicado indica que “a Terra poderá perder metade das suas espécies de plantas e animais durante a geração atual da humanidade, por isso será importante determinar quais espécies merecem maior prioridade em termos de conservação”.

Desde 2005, quando um relatório da ONU anunciou oficialmente que “o planeta Terra está entrando – ou já entrou – em um período de extinção em massa acelerada não vista desde o desaparecimento dos dinossauros”, mais e mais cientistas têm alertado a humanidade sobre as possíveis consequências do estilo de vida do homem moderno.

Mas as massas não têm consciência sobre a perda de espécies e a ameaça que isso representa para a vida do planeta e da humanidade. Parece que uma televisão e um prato de comida são suficientes para que as mentes estejam tranquilas. Os alertas dos cientistas não comunicam com as massas, e a palavra dos profetas, como o nosso sábio mártir Charles Manson, são abafadas pela insanidade que rege as leis da modernidade.

Mas estarão os desacordados preparados para encarar a ira de ATWA quando o momento chegar?

 Novos alertas de extinção em massa

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A extinção dos oceanos de ATWA

atwa oceanosameacados A extinção dos oceanos de ATWA

A água de ATWA está confrontada com uma perda sem precedentes de formas de vida inteligentes, comparável às grandes extinções em massa da pré-história – é o alerta soado por um novo relatório do Programa Internacional sobre o Estado dos Oceanos (IPSO). O relatório confirma que os mares estão morrendo em um ritmo mais acelerado do que as estimativas científicas previam.

Essa destruição é explicada por uma série de graves afrontas, que vão desde o aquecimento do clima e a acidificação da água do mar, à poluição química e a pesca predatória generalizada – fatores que são associados a ações humanas. A união desses fatores agora ameaça o ambiente marinho com uma catástrofe “sem precedentes na história da humanidade”, segundo o relatório.

Os novos dados sugerem que a extinção potencial de espécies, de grandes peixes a pequenos corais, é diretamente comparável às cinco grandes extinções em massa documentadas geologicamente, que marcaram o desaparecimento de boa parte da vida do planeta. O pior desses eventos, que aconteceu há 251 milhões de anos, chegou a eliminar mais de 70% das espécies terrestres e 96% das espécies marinhas da Terra. E ao que tudo indica, nosso futuro não será muito diferente disso.

O novo documento, que considerou as últimas pesquisas de todas as áreas da ciência marinha, concluiu que “uma combinação de fatores está criando hoje as condições associadas a cada episódio anterior de extinção em massa de espécies na história da Terra”. Os autores também concluíram que:

1) A velocidade e a taxa de degeneração dos oceanos são muito maiores do que qualquer previsão científica anterior;
2) Muitos dos impactos negativos identificados anteriormente são mais severos do que as previsões mais pessimistas;
3) Os primeiros passos que confirmam uma extinção em massa podem já ter acontecido.

O novo documento diz: “Os resultados são chocantes. Ao considerarmos o efeito cumulativo das ações humanas com relação aos oceanos, as implicações se tornam muito piores do que nós havíamos compreendido individualmente. Trata-se de uma situação muito séria, que exige ações inequívocas em todos os níveis da sociedade. Estamos olhando para consequências para a humanidade que irão impactar as nossas vidas, e o que é ainda pior, impactar as vidas das nossas crianças e as gerações que estão a caminho”.

Portanto, mais um alarme foi soado, alertando os homens sobre os pecados das suas ações contra ATWA e a perfeição de todas as vidas. Trata-se da urgência de resgatar ATWA. Trata-se da conscientização humana sobre seus crimes e pecados. Trata-se da verdade do agora, desse exato momento. Trata-se de todos nós. Ou você está em guerra pela Vida, ou você está em guerra pela morte – e todo homem é dotado de livre vontade.

 A extinção dos oceanos de ATWA

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Reino da Vida de ATWA: Elefante-africano

atwa elefante Reino da Vida de ATWA: Elefante africano

O sábio mártir Charles Manson disse: “A vinda de Deus não será para a glória das pessoas, mas para o Reino da Vida – ou seja, para os insetos, pássaros, peixes, árvores…”.

Nesse contexto, cabem aos homens conhecer e respeitar a perfeição da ordem de ATWA, contemplando e se ajoelhando perante aqueles verdadeiramente escolhidos como representantes da vontade de Deus nesse planeta.


Elefante-africano (Loxodonta africana)

Tipo: Mamífero
Dieta: Herbívora
Tempo de vida média na natureza: Até 70 anos
Tamanho: 2200 kg a 6400 kg
Agrupamento social: Manada
Estado de proteção: Ameaçado

O elefante-africano é o maior animal terrestre encontrado hoje na Terra. Eles são um pouco maiores do que seus primos asiáticos, e podem ser identificados por suas orelhas maiores, que se assemelham ao formato do continente africano. As orelhas do elefante-africano irradiam calor para ajudar a manter esses animais de grande porte confortáveis no incansável calor da África.

A tromba do animal tem mais de 100 mil músculos diferentes, e é usada para cheirar, respirar, beber, e também para manejar objetos. A tromba, aliás, é outra característica que pode ser usada para diferenciar o elefante-africano do elefante-asiático: enquanto o africano tem duas aberturas na extremidade da sua tromba, os seus parceiros asiáticos têm apenas uma.

Machos e fêmeas têm presas, usadas para cavar no solo à procura de alimento e água e também como arma em disputas com outros animais – nesse caso, apenas os machos têm o costume de usar as presas como arma. A beleza das presas do elefante-africano, aliás, é uma das características que motivam os inimigos da Vida a caçá-los – em parte pelo alto valor do marfim no mercado de exploração animal, e em parte pela inveja da evidente inferioridade humana. A caça de elefantes para o comércio do marfim continua a ser a maior ameaça à existência da espécie.

Irmãos e irmãs de ATWA, soldados pela beleza de todas as vidas e pela perfeição da ordem natural, informem-se sobre o Reino da Vida.

 Reino da Vida de ATWA: Elefante africano

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Superpopulação humana e desaparecimento dos peixes

atwa genocidiopeixes Superpopulação humana e desaparecimento dos peixes

Um novo estudo indica que mais de um terço dos peixes de água doce estão ameaçados de extinção. Os dados sugerem que, assim como os anfíbios, os peixes de água doce devem também ser considerados como um dos grupos de espécies mais ameaçadas no planeta. O estudo identificou 5685 espécies de peixes de água doce, e indica que 36% dessas espécies estão atualmente ameaçadas.

Algumas espécies se encontram em situação mais alarmante do que outras. A enguia européia, por exemplo, teve a sua população reduzida em 90% desde os anos 1980. O esturjão-atlântico, que é fonte de um dos tipos mais caros de caviar consumido pelo homem, e já foi comum em rios por toda a Europa, agora é encontrado somente em um único rio, na França, onde tem uma população estimada em entre 20 e 750 indivíduos. O peixe-gato-gigante está destinado a desaparecer no próximo ano, contando hoje com menos de 250 indivíduos na natureza. Muitas outras espécies pouco conhecidas, que se tornam isoladas em cursos de água remotos, também estão entre aquelas com maior risco de desaparecer durante os próximos anos.

Ironicamente, como discutido em postagens anteriores, a população humana continua a subir aceleradamente. Com crescimento populacional paralelo à destruição das outras formas de vida, estamos nos reproduzindo à custa da extinção de outras espécies. Estamos avançando com um genocídio descarado das formas de vida inteligentes desse planeta, um verdadeiro crime contra ATWA que não sairá impune.

Nunca é tarde demais para abandonar os inimigos da Vida e se unir aos soldados de ATWA, que destinam suas vidas ao amor e respeito pela Mãe Terra – a verdadeira mãe.

 Superpopulação humana e desaparecimento dos peixes

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31 de outubro: O dia em que chegaremos a 7 bilhões

atwa 7bilhoes 31 de outubro: O dia em que chegaremos a 7 bilhões

Demógrafos das Nações Unidas anunciaram que a população humana chegará a 7 bilhões no dia 31 de outubro de 2011 – em cerca de três meses. Ironicamente, esse dia sombrio cairá no Dia das Bruxas (ou “Halloween”). Seria um aviso da ONU de que devemos realmente ter medo do que está por vir?

Brincadeiras à parte, temos razão em temer o futuro. O século 21 ainda não completou nem uma dúzia de anos, e já temos 1 bilhão de pessoas a mais do que em outubro de 1999 – com as perspectivas para o futuro da energia e dos alimentos mais desoladoras do que nunca. A humanidade levou até o início do século 19 para alcançar seu primeiro bilhão de pessoas; em seguida, somou-se mais 1,5 bilhão de pessoas durante o próximo século e meio. Agora, apenas durante os últimos 60 anos, a população do mundo subiu em mais de 4,5 bilhões. Nunca antes tantos animais de uma mesma espécie e com tamanho de proporções grandes como o nosso habitaram esse planeta.

E essa espécie interage com o ambiente que a cerca muito mais intensamente do que qualquer outra espécie. O Planeta Terra se tornou o Planeta Humanidade, com as nossas ações alterando os ciclos naturais de carbono, água, e nitrogênio completamente. Pela primeira vez nos mais de 3 bilhões de anos de vida desse planeta, uma forma de vida – a nossa – condena à extinção proporções significativas das plantas e animais – que são nossos únicos companheiros conhecidos no universo.

E alguns dizem que esses impactos derivam do nosso consumo, e não da nossa população. Mas será que teríamos que enfrentar esses problemas se mantivéssemos nossa população mundial em cerca de 300 milhões de pessoas, como havíamos mantido durante todo o primeiro milênio da era atual?

O ano de 2011 ficará marcado como um grande passo da humanidade a caminho da sua própria extinção – e mais do que isso, uma enorme afronta a ATWA.

 31 de outubro: O dia em que chegaremos a 7 bilhões

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A destruição do verde de ATWA

atwa coresdoverde A destruição do verde de ATWA

Um novo estudo aponta que mais de um quinto das espécies de plantas do mundo corre o risco de se extinguir por conseqüência de ações humanas. Olhando para todo o verde de ATWA: uma em cada cinco árvores será perdida; uma em cada cinco plantas será perdida; uma em cada cinco algas dos oceanos será perdida. Os homens continuam a consumir o planeta, de forma semelhante a um câncer se multiplicando no corpo humano, sem dar chance para a sobrevivência. Ironicamente, estão se auto-aniquilando no processo, mas a máquina não pára.

O novo relatório sobre a perda de plantas é o mapeamento mais preciso já feito sobre a ameaça para as estimadas 380 mil espécies de plantas do planeta. “Este estudo confirma o que nós já suspeitávamos. As plantas estão sob ameaça e a principal causa é a perda de habitat pelas mãos do homem”, explica um dos dirigentes do estudo.

As plantas estão mais ameaçadas do que as aves, tão ameaçadas quanto os mamíferos, e menos do que os anfíbios e os corais. Entre as plantas, o grupo que inclui os pinheiros está entre os mais ameaçados. O grande perigo é representado pela perda de habitat provocada pelo homem – a maioria dos casos é resultado da conversão de habitat naturais para cultivo e criação de gado. A atividade humana responde por 81% das ameaças.

Essa é uma tendência com efeitos potencialmente catastróficos para a vida na Terra. É um verdadeiro crime nos sentar e simplesmente observar o desaparecimento das espécies de plantas. Elas são a base de toda a vida na Terra, fornecendo ar limpo, água e alimento. Todas as vidas dependem delas. O homem é visivelmente o causador desse problema. A destruição não somente das plantas, mas esse obstáculo imposto à sobrevivência de todas as vidas, está sendo criado nesse exato momento pelo coletivo da humanidade.

É essa arrogância e egoísmo do homem que permitiu a declaração de guerra contra ATWA, mas nessa luta não existe vitória para a raça humana. A harmonia das vidas faz parte da vontade de Deus. Nós nos colocamos fora dessa equação, e nos negamos a retornar para o nosso verdadeiro lugar. Mas sem dúvida, a harmonia prevalecerá. A solução para isso será o nosso próprio fim.

Para ler um artigo da mídia corporativa sobre o novo estudo, clique aqui.

 A destruição do verde de ATWA

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O precioso jardim de ATWA

atwa jardim O precioso jardim de ATWA

Com a ampliação sem precedentes do conhecimento humano que temos visto nos últimos cem anos, obteve-se um crescimento proporcional da consciência sobre o mundo que nos rodeia. Uma consciência sobre o dever humano de voltar a fazer parte de ATWA, afinal nós fomos criados como parte de um todo, e não à parte desse todo, como costuma dizer o sábio mártir Charles Manson.

Nós controlamos e ditamos as regras sobre coisas complexas como o vapor, a eletricidade e a energia atômica. Tornamos-nos conscientes do nosso ambiente natural de doze quilômetros de profundidade nos oceanos a trilhões de quilômetros de distância em direção ao universo. Nossa compreensão de processos biológicos tem florescido em novas curas, novas prevenções, a substituição de órgãos vitais, e agora estamos começando a penetrar os mistérios da mecânica genética. Esses são marcos que ilustram uma competência.

E com esse aumento de consciência, temos desenvolvido uma maior compreensão de nosso papel na vida natural do nosso planeta e da nossa responsabilidade com relação às nossas decisões. Isso é essencial não apenas para preservar a nossa própria existência frágil nesse imenso tesouro de seres vivos, mas também para preservar o nosso sistema de suporte de vida, em que dependemos para as necessidades da vida: ATWA – ar, árvores, água e animais.

A Bíblia nos diz que Noé foi ordenado a levar com ele em sua arca dois animais de cada espécie, um macho e uma fêmea, para que eles também pudessem ser salvos do dilúvio. O espírito que ajudou Noé a sobreviver sabia que ele e sua família não seriam capazes de sustentar as suas vidas depois que as águas recuassem se estivessem sozinhos. Toda criatura e todas as gerações de seus descendentes seriam necessários para manter a vida na Terra e para o cumprimento de qualquer futuro planejado para as sucessivas gerações de Noé. Se a menor das criaturas fosse perdida, a própria humanidade estaria ameaçada.

O sábio mártir Charles Manson diz: “Todas as interpretações tem vindo e voltado por milhares de anos e falam a mesma coisa a cada vez: a atmosfera está morrendo! Não tem nada a ver com o que aconteceu há milhares de anos atrás, mas algo que simplesmente acontece, e acontecerá para sempre, está acontecendo agora, nesse momento. Esse momento é onde nós estamos vivendo!”

E agora, no século XXI, podemos ver a sabedoria desse comando. Mesmo com a nossa compreensão ainda imatura, a necessidade absoluta de um sistema de apoio à diversidade biológica da vida pode ser medida e comprovada para os céticos mais devotos. A cadeia da vida não pode ser quebrada ou resistida.

No entanto, sabemos também que muitas espécies estão à beira da extinção. Muitas estão morrendo agora e muitas outras se foram para sempre. Não apenas para nosso próprio bem-estar, mas para que a imensa rede da vida possa continuar, que a humanidade possa se beneficiar não só fisicamente, mas espiritualmente de segurar a continuidade da vida no planeta, devemos ver que é necessário resgatar a vida toda em todos os lugares. Temos um único mundo, apesar das fronteiras que os homens construíram.

Nós criamos desastres trágicos e, literalmente, causamos milhões de mortes em situações que já não podemos nos dar o luxo de fazê-lo. Eliminamos dos grandes oceanos os peixes em regiões que eram marcadas por comunidades quase inesgotáveis desses animais. O bacalhau selvagem, por exemplo, está quase desaparecido. O salmão está ameaçado. Os oceanos, uma vez cheios de vida, agora são comparados a um deserto – não no sentido de ser menos vivo, mas da transformação causada pelo homem. Muitas outras espécies estão penduradas nas bordas do poço sem fundo da extinção.

Os seres humanos, com suas armas e seus castelos, são muito eficientes como caçadores e pescadores para o nosso próprio bem-estar. Mas nós perturbamos o equilíbrio da natureza entre presas e predadores. Nós matamos os últimos animais de muitas espécies. Nossa pesca tem massacrado os oceanos, e a nossa caça fez a terra estéril.

Não apenas poluímos nossas águas além de potabilidade, mas também temos envenenado a água com substâncias provenientes de fazendas industriais, fábricas de produtos farmacêuticos e produtos químicos, pesticidas, petróleo e plástico. Nossas indústrias liberam centenas de toneladas de metais pesados em nosso ar a cada ano. Milhões de pessoas morrem pela natureza estar fora de equilíbrio, pelo ar estar poluído, as árvores ameaçadas, a água envenenada e os animais caindo no abismo da extinção. Os seres humanos têm dominado o nosso sistema de suporte de vida de uma maneira destrutiva, ao ponto que nós mesmos estamos agora ameaçados. E não é apenas a nossa vida física que está ameaçada.

Nossa vida espiritual deve ser tida em conta. Se queremos ser os protetores e não os destruidores da vida, o mundo natural de abundância quase infinita não deve sofrer sob a nossa supervisão. Para sobreviver é preciso ser previdente, e não parasitário. Se estamos a nos vestir para o jardim de acordo com Gênesis, temos de superar as atividades que nos permitiram chegar onde estamos e somente agora ver que precisamos da natureza mais do que ela precisa de nós. Ataques indiscriminados e sem inteligência contra os nossos oceanos lhes trouxe para um mundo abandonado por tudo o que uma vez vivia. A criação de animais para serem mortos, a fim de alimentar um luxo humano, não somente desequilibra a vida animal como também os subprodutos dessa prática têm feito a nossa terra e água inabitáveis.

A dispersão habitual de milhões de toneladas de chumbo por ano, que poluem os animais que nós matamos e comemos, bem como aqueles que são alimento dos que matamos, ameaça o desenvolvimento saudável das nossas crianças, além de envenenar o nosso sistema de suporte de vida.

Mas, em última análise, o fim dessa guerra declarada pelo homem contra ATWA é a única cura para a morte da nossa ecologia. Pode-se dizer que nos tornamos bons demais em matar para que a natureza nos permita chegar a uma vida adulta. Nós agora temos dentes, que estão mordendo os mamilos da natureza.

Nós vivemos pelo espírito eterno dentro de nós, e não há outra opção, não há vida duradoura sem esse espírito. Ou a nossa espécie vai voltar para a lama e poeira de onde veio, porque perdemos o nosso sustento e o nosso destino, ou nós vamos subir para as estrelas como verdadeiros sábios conscientes, criados para ser parte desse planeta e salvar esse precioso jardim para sempre.

 O precioso jardim de ATWA

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Antropoceno: O karma da humanidade em ação

atwa antropoceno Antropoceno: O karma da humanidade em ação

A humanidade pode estar no alvorecer de uma nova era: os seres humanos têm feito enormes mudanças sem precedentes no planeta, e com isso podem ter inaugurado um novo período da história geológica. A chegada do período Antropoceno pode incluir a sexta extinção em massa da história da Terra.

Através da poluição, crescimento populacional, urbanização, viagens, mineração e utilização de combustíveis fósseis os seres humanos alteraram o planeta de maneiras que serão sentidas pelos próximos milhões de anos. Cientistas temem que a humanidade tenha causado danos que levarão à sexta extinção em massa da história da Terra, com milhares de plantas e animais sendo exterminados nos próximos anos.

A nova época, apelidada de Antropoceno – significando “novo homem” – seria o primeiro período do tempo geológico da Terra moldado pela ação de uma única espécie. Embora o termo tenha sido usado informalmente entre os cientistas há mais de uma década, ele passou agora a ser considerado como um termo oficial.

Um novo grupo de trabalho de peritos já foi estabelecido para reunir todas as provas que corroborassem a reconhecer o Antropoceno como o período sucessor do Holoceno, em que vivemos atualmente. Os cientistas irão considerar as mudanças que as atividades humanas trouxeram para a biodiversidade terrestre e para a estrutura das rochas, bem como o impacto de fatores como a poluição e a extração mineral.

Eles concluem: “O Antropoceno representa uma nova fase na história tanto da humanidade como da Terra, quando as forças naturais e as forças humanas se tornaram interligadas, de modo que o destino de um determina o destino do outro. Geologicamente, este é um episódio marcante na história deste planeta”.

Dr. Jan Zalasiewicz, co-autor do relatório, acrescentou: “Sugere-se que estamos na linha de produção de uma extinção em massa catastrófica para rivalizar com as cinco grandes perdas de espécies e organismos no passado da Terra”.

Não há dúvidas: o karma da humanidade está em ação. O ciclo contínuo do todo da vida está retornando, e foram as ações humanas que aceleraram os ponteiros dos relógios.

O sábio mártir Charles Manson diz: “ATWA não são pessoas. ATWA é ar, árvores, água e animais trancados em zoológicos”.

Em outras palavras, a ordem não é o homem, mas o sistema de suporte de vida do nosso planeta. É o todo da vida, do qual nós fazemos parte. Nós somos parte do todo, e não gerenciadores do todo. É o resultado do coletivo das nossas ações que está nos destruindo, porque as nossas ações vão além dos limites que o mundo nos reservou. Pensar como ATWA é pensar em todas as vidas como uma única vida – é abandonar a ética antropocêntrica que está enraizada em nós. Esse é o caminho para resgatar do caos o que é perfeito!

Para ler o artigo original, clique aqui

 Antropoceno: O karma da humanidade em ação

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Novo crime contra ATWA no Brasil

atwa guerrabrasil Novo crime contra ATWA no Brasil

O novo crime contra ATWA no Brasil é o projeto de revisão do Código Florestal Brasileiro.

Uma revisão do código seria desejável, desde que ele se torne mais eficiente para cumprir seu objetivo maior: conservar a integridade dos ecossistemas nativos brasileiros. A revisão deve ser baseada em todo o conhecimento científico relevante e em análises isentas. Não é essa, porém, a base das mudanças propostas pelo deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP).

O principal argumento proposto para alterar o Código Florestal Brasileiro é que, em sua forma atual, ele bloqueia a expansão do agronegócio e coloca na ilegalidade boa parte dos produtores rurais. O que não é verdade. O relatório busca resolver uma suposta escassez de terras agricultáveis no Brasil, flexibilizando as restrições atuais, mas a um custo altíssimo: causa a ampla legalização do corte de florestas, cerrados e outras vegetações brasileiras, o que provocará a maciça extinção de espécies e um aumento nas emissões de carbono do País. Isso contraria as posições e compromissos ambientais do governo brasileiro quanto à conservação de biodiversidade e redução de emissões.

Em vez de representar um instrumento avançado de integração e conciliação, a proposta do novo Código Florestal Brasileiro, caso aprovada e posta em prática, representará o pior retrocesso ambiental dos último 45 anos da história do País.

Como citado anteriormente, o relatório com mudanças no Código Florestal foi apresentado pelo deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP), amigo da Bancada Ruralista, cujo único propósito é remover obstáculos para o agronegócio. Ironicamente, o projeto foi elaborado com a participação de uma consultora jurídica do agronegócio. A advogada Samanta Piñeda recebeu R$ 10 mil pela “consultoria”, pagos com dinheiro da verba indenizatória de Rebelo e do presidente da comissão especial, Moacir Micheletto (PMDB-PR).

O Código Florestal opõe ambientalistas a proprietários rurais em uma disputa que se arrasta por anos. Com mais de 45 anos de idade, o código reserva uma parcela entre 20% e 80% das propriedades como área de proteção ambiental e é descumprido por 90% dos produtores rurais, segundo estimativa da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).

Samanta Piñeda é consultora jurídica da frente parlamentar da agropecuária. Os pagamentos a ela aparecem na prestação de contas da verba indenizatória a que os deputados têm direito para o funcionamento de seus gabinetes. Os pagamentos foram feitos em março, em parcelas iguais de R$ 5 mil, lançadas por Rebelo e Micheletto. Nos registros disponíveis na internet não constam pagamentos a outros consultores nas áreas ambiental ou jurídica.

É importante acompanhar esse caso nos próximos dias, uma vez que ele pode representar o pior retrocesso ambiental dos último 45 anos da história do Brasil. Guardem os nomes e os partidos políticos citados nesse artigo. As mentes do dinheiro estão trabalhando, e como sempre, os fatos são simples de se compreender. Falta um pouco mais de luta por ATWA!

Para ler mais sobre o caso do Código Florestal Brasileiro, clique aqui.

 Novo crime contra ATWA no Brasil

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Ação humana e a extinção da própria espécie

atwa dinheiro Ação humana e a extinção da própria espécie

Os netos dos nossos netos podem já não poder viver no planeta Terra.

Um estudo recente das universidades de New South Wales, na Austrália, e de Purdue, nos Estados Unidos, acende todos os sinais vermelhos que obriguem a tomar medidas sérias e rápidas agora, antes que seja tarde de mais. E por quê? O aquecimento global pode deixar até metade do planeta inabitável nos próximos três séculos.

O estudo, publicado na última edição da revista especializada “Proceedings of the National Academy of Sciences”, afirma ainda que é possível que já no próximo século várias regiões do planeta estejam sob calor intolerável para humanos e outras espécies de mamíferos.

Ironicamente, os sinais se tornam a cada dia mais evidentes de que as ações humanas contra o meio ambiente resultarão na aniquilação da própria espécie. O estudo ressalta que o calor já é uma das principais causas de morte por fenômenos naturais, e que muitos acreditam, erroneamente, que a humanidade pode simplesmente se adaptar a temperaturas mais altas. Em outras palavras, os fenômenos naturais, que são hoje mais presentes do que nunca, não são resultado de jogos de sorte ou azar, mas sim conseqüência do coletivo das ações humanas.

O seu carro, o seu lixo, a sua alimentação, são fatores que resultaram na morte de outros seres da sua própria espécie. Você viu na televisão, não entendeu nada, e não percebeu o sangue em suas mãos. Em ATWA, não existe desperdício: todas as ações ressonam em algum lugar, e o carma sempre retorna para a sua origem. É tudo muito simples, e a conscientização sobre essa lei resolveria muitos problemas. A vida animal é baseada no instinto de sobrevivência – e o ser humano é parte do reino animal.

O sábio mártir Charles Manson diz: “A simplicidade da ordem de ATWA é que se trata da ordem de todas as vidas, e se resume em sobrevivência”.

Ironicamente, os seres humanos parecem ter perdido essa característica tão básica que lhes garante o direito de sobreviver.

O sábio mártir Charles Manson diz: “Todas as pessoas que chamamos de ‘vivos’ estão na realidade mortos, e não há chance de redimir-los. Mas há uma chance de resgatar esses mortos”.

De fato, existe pouca vida nas pessoas. Sobrevivência não passa de mais uma palavra para os dicionários. São mortos-vivos, repetindo os mesmos movimentos, os mesmos erros, para a eternidade. O teto da ordem desaba sobre eles, e os mesmos movimentos continuam. São robôs, programados para a morte e a destruição. A sensibilidade com relação a tudo o que tem vida foi perdida completamente: existe uma barreira na mente das pessoas que não lhes permite ver as conseqüências das suas ações e reconhecê-las como tal.

O instinto de sobrevivência da humanidade foi esquecido. Os seres humanos estão se matando, um pouco mais a cada dia, mas as mentes continuam controladas pelo dinheiro. Os cegos não vêem o que é tão claro.

O sábio mártir Charles Manson diz: “O ar que você respira é mais importante do que o dinheiro que você gasta, porque você pode gastar esse dinheiro e acabar sem ar algum”.

Em outras palavras, o ser humano parece ter perdido um elemento essencial do que lhe faz um animal. Sem o instinto de lutar pela vida, a humanidade tem os seus dias contados. Esse recente estudo é somente mais um alerta sobre o que está por vir.

Para ler a matéria original, clique aqui

 Ação humana e a extinção da própria espécie

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Extinção em massa a caminho

atwa extincaohumana Extinção em massa a caminho

Biólogos estão convencidos de que uma extinção em massa de plantas e animais está em curso, e que o fenômeno representará uma grande ameaça para o ser humano no próximo século. Ironicamente, a maioria das pessoas comuns é apenas vagamente consciente sobre o problema.

O rápido desaparecimento de espécies foi classificado como uma das preocupações ambientais mais graves do planeta, superando a poluição, o aquecimento global e a diminuição da camada de ozônio, de acordo com o levantamento de 400 cientistas comissionados pelo Museu da História Natural de Nova Iorque.

A recente pesquisa foi divulgada em conjunto com um estudo inovador da diversidade de plantas, que concluiu que pelo menos uma em cada oito espécies de plantas conhecidas está sob ameaça de extinção. Embora os cientistas estejam ainda divididos sobre os números específicos, todos acreditam que a taxa de perda é maior agora do que em qualquer outro momento na história.

“A velocidade com que espécies estão sendo perdidas é muito mais rápida do que qualquer outro período que já vimos no passado – incluindo as extinções relacionadas a colisões de meteoros”, disse Daniel Simberloff, ecologista da Universidade de Tennessee e renomado especialista em diversidade biológica. [Nota: a última extinção em massa foi a dos dinossauros, causada pela colisão de um meteorito há 65 milhões de anos].

A maioria dos cientistas, aparentemente, concorda com essa afirmação. Sete em cada dez dos biólogos entrevistados para o estudo disseram acreditar que uma extinção em massa “está em andamento”, e um número igual previu que até um quinto de todas as espécies vivas poderiam desaparecer em 30 anos. Quase todas as perdas são atribuídas à atividade humana, especialmente a destruição de habitats de plantas e animais.

Entre os não-cientistas, entretanto, o assunto parece ter feito relativamente pouca impressão. 60% dos leigos entrevistados disseram ter pouca ou nenhuma familiaridade com o conceito de diversidade biológica, e apenas metade classificou a perda de espécies como uma “ameaça importante”.

Para ler a matéria original, clique aqui

 Extinção em massa a caminho

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A maneira do lobo

lobo A maneira do lobo

O lobo (Canis lupus) é um mamífero selvagem, pertencente à família dos canídeos, gênero Canis. Um sobrevivente da Era do Gelo, o lobo tem sua origem no período Pleistoceno Superior, há 300 mil anos. O lobo tem ampla distribuição geográfica, ocorrendo originalmente na Europa, Ásia e América do Norte. Ao longo dos séculos, o lobo foi um dos animais mais temidos pelo homem, e a caça e destruição do seu habitat o levaram a extinção em várias regiões em que antes era comum.

 

territoriosdoslobos A maneira do lobo

 

lobo shape A maneira do lobo

A Medicina do Lobo

Professor, Guia, Descobridor, Lealdade, Hierarquia, Sobrevivência, o Clã, a Família, a Alcatéia, Força, Resistência, Energia, os Sentidos, as Sombras, a Lua.

 

lobos fucinho A maneira do lobo

Não coma carne se você ama os lobos

Se você se alimenta de animais, lobos estão sendo mortos por você. A maior ameaça para os lobos são fazendeiros, que os caçam para proteger as suas terras para a pecuária.

 

lobo caminhando A maneira do lobo

Linguagem de Movimento do Lobo

Dominação: um lobo dominador mantém suas pernas firmes e assume uma postura que valoriza a sua altura. As orelhas ficam de pé e apontadas para frente. Normalmente o rabo se posiciona verticalmente e curvado em direção às costas. Essa posição afirma a posição hierárquica do lobo na alcatéia. Um lobo dominador pode olhar para um lobo submisso, subir sobre suas costas, e até mesmo usá-lo para reforçar a sua altura.

Submissão (ativa): na submissão ativa, todo o corpo desce próximo ao chão. As orelhas se curvam para trás. Muitas vezes, a submissão ativa é acompanhada por lambidas no focinho, e a língua é colocada para fora da boca. O rabo também abaixa, algumas vezes curvando-se para frente, entre as pernas do animal. O focinho se direciona para o animal dominador. Quanto mais arcado o animal, maior a sua submissão perante o dominador.

Submissão (passiva): a submissão passiva é mais intensa do que a submissão ativa. O lobo rola sobre suas costas e expõe o seu pescoço vulnerável. As patas ficam curvadas em direção ao corpo. Essa postura é normalmente acompanhada por choramingo.

Raiva: um lobo irritado tem suas orelhas eretas, e seu pelo arrepiado. Os lábios se curvam para cima e para trás, e os dentes incisivos são lançados. O lobo pode também curvar as suas costas enquanto rosna.

Medo: um lobo assustado procura assumir uma postura que diminua o seu tamanho e lhe deixe menos notado. As orelhas se curvam em direção à cabeça, e o rabo pode ser direcionado entre as pernas do animal. Pode haver também latidos de medo ou choro.

Defesa: um lobo defensivo curva as suas orelhas em direção à cabeça e flexiona as pernas traseiras, assumindo uma posição de consciência extrema.

Agressão: um lobo agressivo rosna e seus pelos se arrepiam. O animal se agacha, preparado para atacar a qualquer momento se necessário.

Desconfiança: as orelhas curvadas para trás indicam que o lobo está desconfiado. Os seus olhos também ficam mais estreitos, e o seu rabo é apontado verticalmente, paralelo ao chão.

Relaxamento: um lobo relaxado tem o seu rabo apontado para baixo, e ele pode assumir uma postura como uma esfinge ou deitado sobre um dos lados do seu corpo. O lobo pode também abanar o seu rabo. Quanto mais baixo o rabo desce, mais relaxado está o animal.

Tensão: um lobo tenso tem o seu rabo apontado verticalmente, e o animal se agacha, descendo com a sua parte traseira próxima ao chão.

Alegria: assim como os cachorros, o lobo balança o seu rabo quando está se sentindo feliz. A língua pode ser relaxadamente colocada para fora da boca.

Caçada: um lobo que está caçando permanece tenso. Sendo assim, tem o seu rabo apontado verticalmente.

 

lobo guara A maneira do lobo

O Lobo do Brasil

O lobo-guará (Chrysocyon brachyurus) é o maior canídeo nativo da América do Sul. A sua distribuição geográfica estende-se pelo sul do Brasil, Paraguai, Peru e Bolívia a leste dos Andes, estando já extinto no Uruguai e na Argentina, e considerado uma espécie ameaçada nos demais países. O Brasil abriga o maior número de animais; dos cerca de 25 mil indivíduos da espécie, cerca de 22 mil estão em território brasileiro. Os biomas de sua ocorrência no Brasil são: Cerrado, Pantanal, Campos do Sul, parte da Caatinga e Mata Atlântica.

Ao contrário dos lobos do hemisfério norte, esta espécie não forma alcatéias e tem hábitos solitários, juntando-se apenas em casais durante a época de reprodução.

Estes animais são bastante dependentes da lobeira (Solanum lycocarpum) e estabelecem com esta planta uma relação simbiótica: sem os frutos da lobeira, o lobo-guará morre de complicações renais causadas por nemátodos. Em contrapartida, o lobo tem um papel fundamental na dispersão das sementes desta planta.

 

lobo pegada A maneira do lobo

A Pegada do Lobo

 

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O gato-vermelho-de-Bornéu

gatovermelho O gato vermelho de Bornéu

Raros, indescritíveis, e ameaçados pela perda de habitat, o Gato-vermelho-de-Bornéu é uma das espécies menos estudadas do mundo dos gatos selvagens. Exemplares do gato foram coletados nos séculos 19 e 20, mas um gato vivo não foi nem sequer fotografado até 1998. Agora, investigadores em Sabah, no Bornéu malaio, conseguiram capturar o primeiro filme do animal. Com duração de sete segundos, o vídeo (veja abaixo) mostra claramente o gato de cor marrom-avermelhada em seu habitat natural.

Durante três anos, o Programa Global Canopy tem procurado os gatos selvagens de Bornéu com câmeras escondidas. Entre outras espécies, incluem o leopardo nublado Sunda, o gato marmoreado e o gato de cabeça chata. Mas o Gato-vermelho-de-Bornéu é a única espécie inteiramente de Bornéu. Assim como a gravação do primeiro vídeo do gato, as primeiras fotos do animal também foram tiradas em Sabah.

Devido à perda de habitat e ao desmatamento, em função da expansão das plantações de óleo de palma na região, o Gato-vermelho-de-Bornéu está listado como ameaçado pela Lista Vermelha da IUCN, e sua população está em declínio. Se as taxas de desmatamento continuarem como é esperado, os pesquisadores estimam que a população já pequena de gatos vai cair mais 20% na próxima década.

O Gato-vermelho-de-Bornéu não está sozinho em seu sofrimento. Quatro das cinco espécies de gatos selvagens de Bornéu são classificados pela IUCN como ameaçados de extinção devido ao desmatamento contínuo.

“Nenhum outro lugar tem uma percentagem maior de gatos selvagens ameaçados”, explica Jim Sanderson, um especialista em gatos pequenos do mundo. Salientando que 80% dos gatos de Bornéu estão em risco de extinção, Sanderson acrescenta que “não existe um destes gatos selvagens que constituam uma ameaça direta para os seres humanos”.

Tão pouco é conhecido sobre o Gato-vermelho-de-Bornéu que até mesmo a sua dieta permanece um grande mistério.

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Abaixo, o único vídeo existente do Gato-vermelho-de-Bornéu:

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Conseqüências históricas do desmatamento: Ilha de Páscoa

atwa pascoa Conseqüências históricas do desmatamento: Ilha de Páscoa

A história da Ilha de Páscoa, suas estátuas e seus povos, tem sido envolta em mistério. Alguns falam sobre a presença de “extraterrestres”. Outros procuram explicações em “raças ultra desenvolvidas” que teriam se tornado extintas. No entanto, novas evidências com base na análise de pólen colhido na Ilha de Páscoa suportam uma teoria muito mais simples: os habitantes da ilha teriam destruído sua própria sociedade através do desmatamento.

A Ilha de Páscoa, quando foi “descoberta” pelos europeus em 1722, era uma paisagem árida, sem árvores com mais de dez metros de altura. O pequeno número de habitantes, por volta de 2000 na época, vivia em um estado de desordem civil, além de mal nutridos e fracos. Praticamente nenhum animal além de ratos habitava a ilha, e os nativos não tinham acesso a embarcações desenvolvidas para navegar em alto mar. Compreensivelmente, os europeus ficaram assombrados pela presença das grandes estátuas de pedra, algumas bem altas, com mais de 10 metros de altura, e pesando mais de 80 toneladas. Ainda mais impressionantes eram as chamadas estátuas abandonadas, com mais de 20 metros de altura e cerca de 270 toneladas. Como poderia um povo criar e depois mover tais estruturas enormes? Ao que tudo indica, a resposta está no passado ecológico da Ilha de Páscoa, enquanto o local não havia ainda se tornado estéril.

A Ilha de Páscoa dos tempos antigos era formada por uma floresta subtropical, com árvores de grande porte como a Paschalococos, também conhecida como Palmeira da Ilha de Páscoa, uma árvore adequada para a construção de casas e canoas. Com a vegetação natural da ilha, os nativos tinham lenha e recursos para fazer cordas. Em função das suas embarcações resistentes, eles viviam com uma dieta à base de peixes. Havia uma complexa estrutura social, com um governo centralizado e sacerdotes religiosos, que mantinha a ordem da sociedade.

Foi essa sociedade da Ilha de Páscoa que construiu as famosas estátuas e transportou-as ao redor da ilha usando plataformas de madeira e cordas construídas com materiais extraídos das grandes palmeiras. A construção dessas estátuas aconteceu durante o apogeu da civilização nativa, entre os anos 1200 e 1500. Entretanto, as recentes análises do pólen indicam que foi neste exato momento que a população de árvores da ilha sofreu um rápido declínio.

Por volta do ano 1400, a Palmeira da Ilha de Páscoa se tornou extinta devido ao desmatamento excessivo. Sua capacidade de se reproduzir tornou-se severamente limitada pela proliferação de ratos, que comiam as suas sementes. Nos primeiros anos após o desaparecimento da palmeira, antigas pilhas de lixo revelam que os ossos de peixes também sofreram um declínio acentuado. Isso é explicado pelos nativos não terem mais acesso às grandes palmeiras para construir suas embarcações e, portanto, não podiam mais fazer viagens para o mar. Conseqüentemente, o consumo de aves terrestres, aves migratórias e moluscos aumentou nesse período. Logo, as aves terrestres também foram extintas, e os números de aves migratórias foi severamente reduzido – a receita ideal para o fim das florestas da Ilha de Páscoa. Sob intensa pressão por parte da população humana, em busca de lenha e materiais de construção, as florestas perderam seus animais polinizadores e dispersores de sementes com o desaparecimento das aves. Hoje, apenas uma das 22 espécies de aves nativas da ilha pode ser encontrada.

Com a perda das suas florestas, a qualidade de vida dos nativos despencou. Córregos e água potável desapareceram rapidamente. As colheitas diminuíram em função da erosão provocada pelo aumento na intensidade dos ventos, chuvas e sol. Fogueiras tornaram-se um luxo, uma vez que não havia mais madeira na ilha. Enquanto puderam, os nativos acendiam fogueiras com grama seca. Os habitantes da ilha começaram a morrer de fome, sem animais ou plantas para alimentação. A sociedade organizada desapareceu, e o caos e desordem tomou conta. Sobreviventes formaram pequenos grupos, e confrontos eclodiram. Quando os europeus chegaram em 1722, não havia quase nenhum sinal de que, um dia, uma grande civilização havia governado a ilha.

A Ilha de Páscoa é um exemplo perfeito do que o desmatamento generalizado pode fazer para uma sociedade. Como as florestas se tornam esgotadas, a qualidade de vida cai e, por conseqüência, a ordem é perdida. O exemplo da Ilha de Páscoa deve ser suficiente para repensarmos as nossas práticas atuais.

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A crise (humana) dos anfíbios

sapo atwa3 A crise (humana) dos anfíbios

Um terço de todas as espécies de anfíbios estão ameaçadas de extinção, quase metade das espécies estão em declínio, e eles são os mais ameaçados de todos os grupos de seres vertebrados. Se nada contra isso for feito, as perdas previstas constituirão a maior extinção em massa do planeta Terra desde o desaparecimento dos dinossauros. Mas antes de mais nada, o que são os anfíbios e porque é que nos preocupamos com o seu declínio?

Os anfíbios são um dos grupos menos conhecidos da natureza – uma questão que apresenta grandes desafios para o estabelecimento da ação de preservação que é tão urgentemente necessitada. Eles habitam o planeta há cerca de 360 milhões de anos, cerca de 100 milhões de anos antes dos primeiros mamíferos e 200 milhões de anos antes do primeiro pássaro.

Grandes Sobreviventes

Os anfíbios modernos incluem rãs, sapos, salamandras, cobras-cegas, entre outros. Segundo as estatísticas atuais, são mais de 6 mil espécies de anfíbios no planeta que foram cadastrados. Mais de 20% deles não se conhece bem o suficiente para ser atribuído qualquer estado de conservação, e estima-se que existam cerca de 10 mil espécies no total. Sumarizando, sabe-se muito pouco sobre esses animais.

Os anfíbios são encontrados em todos os continentes exceto a Antártida – do Círculo Ártico aos desertos tropicais. De todos os vertebrados, os anfíbios têm um estilo de vida dos mais particulares. Várias espécies são capazes de sobreviver congelamento parcial, mais de 10 anos sem alimento, longos períodos de seca e temperaturas de até 40ºC. Eles estão entre os grandes sobreviventes do planeta, resistindo até mesmo à extinção em massa que dizimou os dinossauros e cadeias inteiras de mamíferos e aves. Considerando isso, a sua crise de extinção atual se torna ainda mais preocupante.

Embora não pareçam ter um impacto sobre o cotidiano de muitas culturas, os anfíbios oferecem inúmeros serviços essenciais para a vida humana. Eles consomem enormes quantidades de invertebrados, incluindo as pestes mais ameaçadoras à humanidade. O seu papel fundamental no ecossistema mundial, tanto como predador e presa, mantém os ambientes em funcionamento saudável.

As secreções da pele dos anfíbios, que os protegem contra a predação e muitas infecções, contam com compostos farmacêuticos importantes que mostram potencial para tratar uma variedade de doenças modernas como o HIV e o câncer. O caso mais famoso é o do veneno do Epipedobates tricolor. Secreções da pele dessa rã contêm o composto epibatidine, que é um analgésico 200 vezes mais eficaz que a morfina. Enfim, os anfíbios são repositórios de produtos químicos com o potencial para salvar vidas, e são organismos chave na investigação científica.

Testemunhando a queda vertiginosa dos anfíbios é decepcionante. Por que agora, depois de centenas de milhões de anos de sobrevivência, eles estão inclinados para a extinção? Como sempre, as razões são diversas e complexas. A destruição do habitat, alterações climáticas, contaminantes ambientais e a superexploração representam fatores-chave.

A luta para salvar os anfíbios se encontra em meio aos debates sobre alterações climáticas, guerras, a superpopulação e inúmeras outras catástrofes globais, tornando sua situação (assim como muitos outros aspectos da biodiversidade) ignorada na agenda de prioridades a nível mundial; eles estão desaparecendo em silêncio.

O futuro

Apesar de seu passado glorioso, estudos apontam que os anfíbios simplesmente não conseguem resistir ao ataque atual causado pela interação humana no meio-ambiente. Significativamente, os mesmos fatores que ameaçam os anfíbios também colocam em perigo toda a vida na Terra, incluindo os seres humanos. Se não podemos corrigir a crise da extinção dos anfíbios, então o que isso significa para o futuro da humanidade?

Salvar o mundo dos anfíbios é uma parte crucial do enigma para garantir a nossa própria existência. Caberá saber se o ser humano agirá antes que seja tarde demais para todos nós.

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