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As cores da degradação ambiental

Abaixo, algumas imagens curiosas feitas pelo fotógrafo J. Henry Fair sobre o impacto de ações humanas como o despejo de lixo e de resíduos industriais em paisagens naturais.

Essas são algumas das imagens reunidas no recém-lançado livro “The Day After Tomorrow: Images of Our Earth in Crisis” (em português, “O dia depois de amanhã: Imagens de nossa Terra em Crise”).

Aqui estão as cores da degradação ambiental:

 As cores da degradação ambiental

© 2011 ATWA Brasil


ATWA e o fogo que nos consome

atwa guerrapoluicao ATWA e o fogo que nos consome

A guerra do homem contra ATWA continua. Mas seria ignorância afirmar que não haverá um fim: sim, o fim está se aproximando, mas não para ATWA, e sim para os homens. ATWA era ATWA antes de o homem existir, e continuará a ser ATWA quando o homem desaparecer. O karma da humanidade está retornando, em todos os lugares. Aqui, não é diferente.

O Brasil está imerso num mar de queimadas, mas não há nem cheiro de fumaça nas campanhas presidenciais. Como de costume, ninguém trata disso. Fala-se muito de números, de dinheiro, e nada sobre viver e estar vivo. Em meio à fumaça, nossas orelhas não ardem, pois nenhum dos nossos futuros líderes fala de nós – eles falam deles. Mas a realidade é que nossos narizes estão pegando fogo. Placas se acumulam nas mucosas, às vezes com sangue. Acorda-se no meio da noite com as narinas entupidas por falta, e não excesso, de muco. Não caia na conversa de que uma massa de ar quente e seco nos impede de respirar em pleno inverno. Sim, o ar está seco. Mas ele está cheirando a quê?

Onde há fumaça, há fogo – disso todos sabem, apesar de poucos considerarem isso na prática do dia a dia. E não é só a combustão interna de veículos movidos a combustíveis fósseis (gasolina, diesel) ou renováveis (etanol, biodiesel). Florestas, pastagens, matas virgens estão ardendo – combustível vivo.

Olhe para o céu. Olhe para o horizonte. Não é mera poluição ou névoa seca o que se enxerga. São partículas de fuligem que sobrecarregam o ar, produto da queima de matéria vegetal. São as cinzas daqueles que se foram pelo nosso consumo. É resultado das nossas práticas. São crimes nossos – e ironicamente, contra nossa própria sobrevivência.

O material particulado (que chamamos de poeira) altera o comportamento da radiação luminosa que parte do Sol. Com o Sol baixo no horizonte, seus raios têm de atravessar uma camada mais espessa de ar e, portanto, encontram mais partículas pelo caminho. Com a fuligem adicional, surgem os pores do sol mascarados de vermelho dos últimos dias. Parece bonito, mas é fumaça. Fogo!

É um ciclo vicioso. No inverno chove menos, e a vegetação seca, tornando-se inflamável. Fazendeiros e sitiantes usam e abusam da tecnologia mais antiga da nação – a coivara do tupi – para manejar o solo, adubando-o com cinzas. A poeira lançada na atmosfera pelas labaredas multiplica partículas às quais moléculas de água podem aderir. Chove menos. Tudo resseca. A mata queimada se torna ainda mais inflamável nos anos seguintes, pois as árvores morrem e as gramíneas penetram onde antes não tinham luz para viver. As chamas se erguem cada vez mais alto, até as copas, detonando tempestades de fogo. É uma pesquisa científica, mas também uma metáfora do Brasil futuro.

Os ataques contra ATWA são ataques contra o próprio homem. O sentimento de conforto – dos que sentem tal coisa – inviabiliza a solução. Estar em paz enquanto o fogo queima é acender novos incêndios. Em nenhuma guerra existe vitória para o homem. A guerra contra ATWA representa o mais perfeito exemplo dessa afirmação. Enquanto o fogo queima, nós queimamos. Mas ATWA sobreviverá. O homem, ainda não se decidiu.

 ATWA e o fogo que nos consome

© 2010 ATWA Brasil


ATWA Brasil – "Respeite ATWA"

Abaixo, uma nova produção da ATWA Brasil – “Respeite ATWA”.

Um vídeo sobre a força incontrolável e beleza marcante de ATWA – e um alerta de Charles Manson. O vídeo conta com legendas em português.

 ATWA Brasil   "Respeite ATWA"

© 2010 ATWA Brasil


Eyjafjallajokull: A beleza de ATWA

atwa vulcao Eyjafjallajokull: A beleza de ATWA

A recente erupção do vulcão Eyjafjallajökull na Islândia representa a força incontrolável e a beleza marcante de ATWA. Um símbolo do poder do nosso planeta, e da relativa insignificância do homem e das suas obras. Trata-se de uma lição para aqueles que vêem e compreendem.

Um pouco sobre o Eyjafjallajökull

Eyjafjallajökull é uma das geleiras de menor dimensão da Islândia. Situa-se ao norte de Skógar e a oeste da geleira de Mýrdalsjökull – essa última, muito maior.

A bacia da geleira cobre um vulcão (de 1666 m de altura) cuja atividade eruptiva começou a ser mais frequente a partir da última idade do gelo. Houve três grandes erupções precedentes em tempos históricos: em 920, 1612 e 1821-1823 A penúltima erupção (1821-23) provocou um jökulhlaup (literalmente, uma “corrida glacial”) fatal. A cratera do vulcão tem um diâmetro de 3 a 4 km. A geleira estende-se por cerca de 107 km².

O limite sul da montanha fez, no passado, parte da costa atlântica. Com a regressão marítima, formaram-se penhascos inclinados que originam hoje em dia um conjunto impressionante de quedas de água, sendo a mais conhecida a de Skógafoss. Quando há ventos fortes, a água das cascatas menores é levada pela montanha acima pelo ar, um fenômeno interessante.

O vulcão entrou em erupção novamente em 21 de março de 2010, e ampliou sua atividade notavelmente no dia 14 de abril. Foi esse evento que colocou Eyjafjallajökull sob os holofotes recentemente, mas de uma maneira curiosamente insensível.

A beleza de ATWA ofuscada pela ignorância

É triste ler nos jornais e assistir na televisão que a referência mais comum à recente erupção do Eyjafjallajökull lida com os “transtornos” causados ao homem – especialmente com relação ao espaço aéreo e, ironicamente, às pessoas com problemas respiratórios na Europa. Esse último, irônico porque a indústria, criação do homem, é responsável por boa parte desses problemas.

Até mesmo as imagens mais lindas e impressionantes parecem servir apenas ao propósito de validar o tamanho do “problema”. O acontecimento não é apreciado, e a força da natureza é pouco discutida. Isso marca muito. É um modo de pensar e agir que corresponde aos danos que estão sendo causados a tudo o que é vivo todos os dias, a todo o momento. É uma ignorância que ameaça os seres humanos.

Dinheiro nenhum vai salvar-nos da confusão – Helter Skelter – que está sendo arquitetada por nós mesmos. Enquanto ATWA exibe seus alertas, cada vez mais freqüentes, os homens parecem continuar a agir como zumbis, pedaços de carne sem vida e sem inteligência, a caminho do apocalipse. Os alertas são claros, e precisam ser ouvidos. A harmonia do todo da vida é a vontade de Deus, o único caminho para a sobrevivência.

Abaixo, imagens da força incontrolável e beleza marcante de ATWA:

 Eyjafjallajokull: A beleza de ATWA

© 2010 ATWA Brasil