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Monsanto: Ameaça a ATWA no Brasil

monsanto Monsanto: Ameaça a ATWA no Brasil

A Monsanto é a empresa que produz o herbicida chamado “Roundup”, que segundo eles mesmos se tornou uma “ferramenta fundamental no dia-a-dia dos agricultores”. A corporação também é responsável pela produção de mais de 90% das sementes geneticamente modificadas (OGM) disponíveis no mundo hoje. Com mais de 110 anos de história (desde 1901), a Monsanto deixou de representar apenas uma ousadia químico-industrial e se tornou com o passar do tempo uma poderosa e ameaçadora empresa de produtos químicos e agrícolas – ameaçando a sua vida, diretamente, todos os dias!

A Monsanto teve um lucro declarado em dois bilhões de dólares em 2009, mas graças aos esforços de alguns irmãos e irmãs de ATWA durante o ano de 2010, expondo as atrocidades e a ameaça representada pela empresa, esse lucro caiu pela metade, principalmente nos Estados Unidos, seu maior mercado.

Mas a Monsanto não é simplesmente mais uma gigante empresa americana: contam com escritórios de vendas, indústrias de produção, e laboratórios de pesquisa em mais de 100 países, incluindo o Brasil. Como resultado da queda nos lucros no mercado americano, a Monsanto tem investido em novos mercados potenciais – e o Brasil tem um papel central nesse novo foco.

Sendo assim, chegou a hora de os irmãos e irmãs de ATWA no Brasil cumprirem com o seu papel de amor e respeito a todas as vidas. Uma grande oportunidade de honrar ATWA, expondo o inimigo, armando as mentes dos aliados, e transformando ideias em ações.

Faça suas próprias pesquisas sobre a Monsanto. Entenda a magnitude do problema. E entre em contato com a ATWA Brasil para saber mais sobre como você pode agir contra essa ameaça – agora!

 Monsanto: Ameaça a ATWA no Brasil

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O seu guarda-roupa em conflito com ATWA

atwa guardaroupa O seu guarda roupa em conflito com ATWA

Um novo estudo confirmou a presença do químico tóxico etoxilato de nonilfenol (NPE) em roupas e acessórios de algumas das marcas mais consumidas nos países do Ocidente – incluindo o Brasil. Algumas das marcas que comprovadamente vendem produtos com a substância tóxica são Abercrombie & Fitch, Adidas, Calvin Klein, Converse (All Stars), Lacoste, e Ralph Lauren, entre outras.

Por causa de suas origens sintéticas artificiais (apenas produzido pela ação humana), os nonilfenóis são classificados como xenobióticos e considerados como químicos poluentes. Esse é o caso da substância (etoxilato de nonilfenol) detectada nas roupas e acessórios dessas marcas, que se transforma em nonilfenol quando em contato com a água, químico que perturba os níveis de hormônio e é conhecido por causar mudanças de gênero em animais marinhos. Devido à sua persistência, o nonilfenol se acumula em cada nível da cadeia alimentar. Isso significa que os seres humanos acabam por receber a mais alta dosagem do tóxico, podendo sofrer então desequilíbrios hormonais ao consumir peixes e/ou água contaminados.

O etoxilato de nonilfenol é proibido na produção de têxteis na União Européia e nos Estados Unidos. Mas na China e em outros países asiáticos, onde essas grandes marcas de roupas e acessórios fazem uso da mão de obra barata massiva para a produção de baixo custo, não existem restrições de uso. O resultado disso é que o etoxilato de nonilfenol é amplamente utilizado no processo de tingimento, e os produtos acabam por retornar para o mercado do Ocidente contaminados por tal substância.

Afinal, o seu guarda-roupa está em conflito com ATWA?

 O seu guarda roupa em conflito com ATWA

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Ameaça a ATWA: Soja transgênica no Brasil

atwa dowchemical Ameaça a ATWA: Soja transgênica no Brasil

O conglomerado americano Dow Chemical, famoso pelos vazamentos de plutônio em sua usina nuclear do Colorado (Estados Unidos), pela produção dos agentes químicos “napalm” e “agente laranja”, pelo desenvolvimento de vergonhosos implantes de seios causadores de câncer, e pelo Desastre de Bhopal (Índia), agora está atacando através do mercado de soja transgênica – inclusive no Brasil.

A Dow AgroSciences, subsidiária da americana Dow Chemical, chegou ao mercado brasileiro de sementes de soja transgênica com uma nova variedade tolerante à aplicação de herbicidas. Ainda não se sabe ao certo a qual herbicida a nova soja será tolerante, porém está claro que se trata de um herbicida produzido pela própria Dow AgroSciences. A Dow é fabricante do herbicida 2,4-D, um herbicida auxínico considerado muito mais tóxico do que o glifosato (também tóxico).

O glifosato, cujos males ao meio ambiente e à saúde humana vêm sendo alardeados aos quatro ventos, é classificado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) como de “Classe Toxicológica IV – Pouco Tóxico”. Já o 2,4-D é um herbicida “Classe I – Extremamente Tóxico”. O 2,4-D é um dos dois componentes do famoso “agente laranja”, desfolhante utilizado na Guerra do Vietnã que provocou milhares de casos de cânceres, leucemias e patologias neurológicas, além do nascimento de bebês com deficiências físicas e mentais.

A fórmula soja transgênica + glifosato representou um desastre para os agricultores e permanece como uma ameaça à saúde dos consumidores (amplamente descrita no livro “Roleta Genética”, de Jeffrey Smith). E todos sabiam que sua eficácia agronômica duraria poucos anos. Agora, substituí-la por outro pacote tecnológico muito mais nocivo para resolver os problemas causados pelo primeiro seria um crime sem precedentes.

Fato é que os adoradores do Deus-Dinheiro dependem da ignorância e conivência das massas de mortos-vivos para ampliar a guerra declarada pela humanidade contra ATWA. Sentados diante de suas televisões, programados com violência e desonestidade; destruindo vidas inocentes em suas pausas para alimentação; levando vidas realmente mortas, permitindo que a santidade de ATWA seja vergonhosamente deflagrada; esses são todos inimigos da Vida – e quem não está lutando pela Vida, está lutando pela morte.

 Ameaça a ATWA: Soja transgênica no Brasil

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ATWA: Guerra contra os transgênicos

atwa transgenicos ATWA: Guerra contra os transgênicos

Abaixo, algumas perguntas e respostas sobre os alimentos transgênicos – outra face do combate dos homens contra a soberania de ATWA:

Você sabe o que são transgênicos? E produtos transgênicos?
Os transgênicos são espécies animais e vegetais geneticamente modificadas por cientistas em seus laboratórios. Os produtos transgênicos são produtos industriais que possuem, em sua composição, organismos geneticamente modificados.

Você sabe dos riscos que eles podem trazer à sua saúde?
Consumindo produtos transgênicos, você tem seu sistema imunológico alterado. Isso pode provocar alergias alimentares, redução do efeito de antibióticos, e aumento do nível de substâncias tóxicas que prejudicam a saúde, acima de tudo com efeitos cancerígenos.

Você sabe dos riscos que os transgênicos trazem ao meio ambiente?
Os transgênicos provocam o aparecimento de superpragas, afetam a vida microbiana no solo, matam insetos vitais para natureza, e provocam a perda da diversidade genética.

Sabia que os impactos dos transgênicos na natureza são irreversíveis?
Os transgênicos, uma vez liberados na natureza, se misturaram com as outras espécies vegetais, posteriormente tornando-se impossível retirar da natureza os genes que foram introduzidos. As conseqüências disso são imprevisíveis – e perigosíssimas.

Você sabia que os transgênicos podem estar bem próximos de você?
Os transgênicos podem ser encontrados nas prateleiras dos supermercados. Veja aqui algumas empresas conhecidas no Brasil que utilizam transgênicos:

Ajinomoto
Arcor
Bauducco
Batavo
Cirio
Da Grana
Effem
Hikari
Kellog’s
Kraft
Liza (Cargill)
Mococa
Nestlé
Nutrifoods
Nutrilatina
Nutrimental
Oetker
Parmalat
Quaker
Santista
Soya (Bunge)
Vigor
Visconti
Wickbold

Se você não é favorável à livre comercialização dos transgênicos e de seus derivados, saiba como combatê-los:
Consuma produtos orgânicos. Esses produtos, além de serem saudáveis e nutritivos, não degradam o meio ambiente, pois são produzidos sem agrotóxicos e adubos químicos. Evite comprar produtos importados dos Estados Unidos, Argentina e Canadá que contenham derivados de soja, milho, canola e tomate.

 ATWA: Guerra contra os transgênicos

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O potencial positivo da eugenia

atwa eugenia5 O potencial positivo da eugenia

Os resultados de um estudo grande e altamente respeitado sobre a questão do retardo mental servem para ilustrar o potencial positivo eugenia.

Dois por cento dos indivíduos entrevistados no estudo eram vítimas de retardo, e eles produziram 36% da geração seguinte de retardados (Reed e Reed, 1965). Claramente, se esses 2% não tivessem filhos, casos de retardo mental teriam sido reduzidos em 36% em apenas uma geração. Com apenas uma ligeira modificação, esses valores podem ser aplicados à população em geral. Se aqueles com atraso mental recebessem dinheiro suficiente ou outros incentivos para adotar um controle de natalidade permanente, casos de retardo mental poderiam ser reduzidos em cerca de um terço em apenas uma geração. Essa é apenas uma entre muitas medidas eugênicas possíveis, mas esse passo sozinho já iria significativamente amenizar todos os problemas sociais, impedindo um número de abusos e negligências, proporcionando um grande incentivo para a economia, e fazendo com que o “quociente de miséria” despencasse.

Os igualitários tomam caminhos tortuosos para resolver problemas sociais – eles continuam a tentar mudar as pessoas alterando os ambientes que as cercam. Apesar de testemunhar uma sequência de fracassos abissais, o nosso desejo natural de aliviar o sofrimento e melhorar o mundo persiste. Esse desejo encontra uma nova esperança na eugenia baseada na ciência, e não em propaganda e ilusões.

Enfim, a eugenia tem o caminho direto. Ela tem o potencial único de realmente proporcionar um mundo melhor, de fazer melhorias profundas, concretas e duradouras ao que chamamos de “condição humana”, melhorando os próprios seres humanos.

 O potencial positivo da eugenia

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Eugenia e fatores que determinam a opinião pública

eugenia opiniaopublica Eugenia e fatores que determinam a opinião pública

Por que é que o mundo ocidental permanece preso às garras de uma ilusão tão grande? Por milhares de anos, todos tinham como certo que algumas pessoas nascem mais espertas do que outras, simplesmente porque isso é tão obviamente uma verdade. Mesmo nas primeiras décadas do século 20, o igualitarismo teria sido uma piada, e a eugenia era amplamente aceita por pessoas de destaque cujas opiniões definiram todo o espectro político. Para listar apenas alguns poucos proponentes: George Bernard Shaw, Charles Darwin, Margaret Sanger, HG Wells, Francis Galton (que inventou o termo “eugenia”), Theodore Roosevelt, Oliver Wendell Holmes, Alexander Graham Bell, Charles Lindbergh, e Winston Churchill. Julian Huxley descreveu a eugenia como “de todos os estabelecimentos para o altruísmo, o que é mais abrangente e de maior alcance”. Mas apesar disso, hoje a eugenia é considerada a maior forma de crueldade! Porque as idéias entram e saem de moda é algo que não é compreendido inteiramente. Entretanto, abaixo estão três fatores que provavelmente explicam essa face da opinião pública:

(1) Após a Segunda Guerra Mundial, as crenças proeminentes dos países derrotados foram universalmente rejeitadas. Hitler defendia fortemente a eugenia, embora não da mesma forma que os eugenistas de hoje (Hitler era contra os testes de QI). Genética, comportamento, e raça passaram a ser considerados como temas desagradáveis. O movimento eugênico teve origem na Grã-Bretanha e nos Estados Unidos, e 27 outros países além da Alemanha promulgaram leis de eugenia no mesmo período. Nem genocídio nem qualquer outra coisa terrível aconteceu nesses países, de forma que nenhum caso remotamente razoável pode ser feito entre a eugenia e genocídios. Os comunistas tomaram o ponto de vista oposto – de que o ambiente é muito importante e que a genética não conta para nada – ainda que eles tenham assassinado muito mais gente do que os nazistas. No entanto, não importa o quão injusto, a eugenia passou a ser estigmatizada porque é associada nas mentes de muitos com Adolf Hitler.

(2) A opinião pública no mundo ocidental é amplamente moldada por jornalistas. Inúmeros estudos têm descoberto que os jornalistas tendem a ser muito mais liberais politicamente do que a população em geral. Entre os estudantes universitários, aqueles dos campos de administração de negócios e ciências tendem a ser mais conservadores politicamente, enquanto os estudantes de literatura e de jornalismo são mais liberais, o que sugere uma auto-seleção dos estudantes que entram no campo do jornalismo. Em outras palavras, as pessoas que são atraídas para o jornalismo, por qualquer razão, tendem a ser liberais. Junto com os jornalistas liberais, acadêmicos marxistas com certas agendas políticas têm contribuído substancialmente para a promoção da propaganda igualitária.

Snyderman e Rothman (1988) compararam o que foi relatado sobre a questão do QI na TV, nos jornais e nas revistas com o que os cientistas fazendo pesquisas sobre QI realmente dizem sobre essa questão. Eles descobriram que a mídia sempre ofereceu contextos extremamente tendenciosos, sugerindo que o QI não mede nada de realmente importante, que é “culturalmente tendencioso”, e que a maioria dos especialistas em estudos de QI concordavam com tais afirmações, quando, na verdade, a maioria dos especialistas discorda de tais afirmações.

Quanto à questão da raça, os meios de comunicação têm falhado completamente em sua responsabilidade de relatar as descobertas científicas ao público. Na realidade, é muito pior do que falhar em sua responsabilidade de comunicar os fatos, porque isso implicaria que eles simplesmente não teriam feito tudo o que deveria ter sido feito. Na realidade, a mídia tem mentido descaradamente ao público, e isso vem acontecendo há décadas. Para alguns, “mentido descaradamente” pode soar como retórica inflamada, mas não há provas ou evidências de que seja esse o caso. Afinal, que tipo de desonestidade flagrante está se reservando ao termo “mentido descaradamente”? Snyderman e Rothman (1988) constataram que a maioria dos cientistas que fazem pesquisas no campo de QI acredita que parte da diferença entre raças quanto ao QI é genética. Através da análise de centenas de reportagens, eles também descobriram que a mídia retrata essa visão predominantemente como se fosse um tema reservado a uns poucos malucos. Em outras palavras, a verdadeira opinião científica sobre o assunto tem sido escondida pela mídia.

Essa contínua campanha de desinformação sobre o QI, a genética e a raça tem sido travada por jornalistas liberais e acadêmicos marxistas contra o mundo ocidental desde a década de 1950. Como um polvo com tentáculos de longo alcance, causa caos em uma infinidade de formas, como por exemplo, impossibilitando a existência um debate público sério sobre a eugenia, um pré-requisito óbvio para implementar qualquer programa eugênico. Essa desonestidade descarada poderia ser esperada sob um regime comunista, mas o fato de isso ocorrer em sociedades democráticas clama por uma explicação.

(3) Para compreender por que razão o igualitarismo reina supremo e a eugenia se transformou em um assunto tabu, o assunto deve ser visto como parte do modo de pensar ocidental nos dias de hoje, que também inclui obediência à “diversidade” e “multiculturalismo”, à discriminação reversa, aos ataques contra o cristianismo, ao apoio à políticas de imigração, à promoção da promiscuidade e da homossexualidade, à defesa da miscigenação e do relativismo moral, muito dos quais podem ser agrupados sob a rubrica do “politicamente correto”. Será que essa crença generalizada do sistema simplesmente “aconteceu”, ou será que são as pessoas que fazem as coisas acontecerem? E nesse último caso, quem seria e por quê?

Quando um crime é cometido, a primeira pergunta de um detetive é questionar a possível motivação, ou seja, quem se beneficiaria com o ocorrido. Da mesma forma, pode-se razoavelmente perguntar: “Quem se beneficia com esse modo de pensar desonesto e destrutivo?” É um assunto extremamente interessante e importante, mas, infelizmente, desvendar essa questão está além do escopo desse artigo. Em vez disso, vou me referir ao brilhante livro de Kevin MacDonald, “A Cultura da Crítica” (1998), uma fonte de respostas sobre a agenda escondida por trás do que estamos falando. MacDonald faz um caso chocante, mas que está bem documentado.

Enfim, os três fatores acima descritos ilustram as causas da mentalidade errônea do Ocidente com relação à prática da eugenia. Pode-se dizer que são fatores emocionais, que mexem com os corações, mas que ao mesmo tempo anulam as mentes. Em nome do que é politicamente correto, muita destruição está sendo causada à espécie humana, e um caminho melhor está logo ali, tão perto de nós, mas escondido sob as páginas de jornais e revistas com as suas agendas liberais. A opinião pública é a chave para tanto para o sucesso quanto para a aniquilação.

 Eugenia e fatores que determinam a opinião pública

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Igualitarismo: Superstição não é o caminho

atwa supersticao Igualitarismo: Superstição não é o caminho

Muitas vezes sentimos uma superioridade, uma auto-satisfação, quando lemos sobre loucuras do passado, como os julgamentos das bruxas de Salém, a Inquisição, ou práticas médicas bizarras, tal como a aplicação de sanguessugas para curar doenças. Filmes antigos sobre as primeiras tentativas do homem de voar são vídeos que hoje nos fazem rir. Mas como é que sabemos que nós mesmos não estamos, nesse exato momento, nas garras de uma ilusão incrivelmente estúpida que nos fará parecer idiotas para as pessoas no futuro?

Não seria exagero dizer que o igualitarismo é a mais prevalente “superstição” dos séculos 20 e 21 – provavelmente de todos os tempos – uma vez que é uma opinião sobre causalidade que milhões de pessoas aceitam, mas que não há provas científicas sobre, e que a ciência, na realidade, já desmentiu. Afinal, poderia o igualitarismo ser classificado como uma superstição?

O Moderno Dicionário da Língua Portuguesa Michaelis define a palavra “superstição” da seguinte maneira:

“1. Sentimento religioso excessivo ou errôneo, que muitas vezes arrasta as pessoas ignorantes à prática de atos indevidos e absurdos. 2. Opinião baseada em preconceitos ou crendices. 3. Crendice, preconceito. 4. Dedicação exagerada ou não justificada.”

Outra definição comum é encontrada no Dicionário Webster (9ª Edição):

“Uma crença ou prática resultante de ignorância, o medo do desconhecido, a confiança na magia ou acaso, ou uma falsa concepção da causalidade. Uma noção mantida apesar das evidências do contrário.”

O mundo ocidental tem aceitado acriticamente uma enorme quantidade de desinformação sobre a natureza humana e, como resultado da nossa “mega superstição”, estamos causando a nós mesmos, e a todos os nossos descendentes, um “mega-sofrimento”. Cegamente, as pessoas sentem que são boas, que estão fazendo o que é correto, quando não questionam a diferença entre os próprios seres humanos. “Somos todos iguais” é o slogan que prevalece. Mas essas pessoas não percebem que essa falta de visão crítica só pode resultar em muita dor – inclusive para elas mesmas. Nós desperdiçamos uma vasta quantidade de tempo, esforço e dinheiro em programas inadequados, enquanto a todo o momento a nossa inteligência inata, o próprio fundamento da nossa civilização e bem-estar, é constantemente silenciada e esquecida.

Superstições de todos os tipos são questionadas todos os dias: sobre a existência de extraterrestres, sobre a religião, sobre o aquecimento global, e até mesmo sobre a existência de Deus. Tudo isso pode ser questionado, e bons argumentos aparecem para sustentar ambos os lados dessas questões. Existe também um nível razoável de respeito por idéias divergentes nesses campos. Mas quando se trata do igualitarismo, toda essa lógica é perdida. “Tudo pode variar, mas nós somos todos iguais”. Trata-se de um argumento politicamente correto, mas cientificamente errado e absurdo. Mais uma vez: não existe um estudo científico que estabeleça que nós nascemos todos iguais. Não há ciência que sustente essa hipótese. Sendo assim, por que confiar nosso futuro em uma superstição?

 Igualitarismo: Superstição não é o caminho

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Igualitarismo: Politicamente correto, cientificamente errado

atwa igualitarismo Igualitarismo: Politicamente correto, cientificamente errado

Claramente, a fertilidade disgênica é uma enorme ameaça para a espécie humana. Sendo assim, por que absolutamente nada é feito sobre isso? Resumindo em uma palavra: igualitarismo. Igualitarismo é simplesmente a crença de que todas as pessoas nascem iguais em inteligência, caráter, talentos, e todas as outras coisas, exceto por algumas diferenças triviais na cor do cabelo, cor dos olhos, e assim por diante. Se toda a gente nasce exatamente igual, que diferença faria a fertilidade disgênica?

Igualitarismo é a ideologia que o mundo ocidental tem adotado desde o final da Segunda Guerra Mundial. Imediatamente surge a pergunta: “Se nós todos nascemos iguais em tudo, como é que acabamos de modos diferentes?” É dito que as diferenças são causadas por vários fatores ambientais, e que qualquer tipo de problema social ou patologia é resultado de “privação cultural”, “experiências traumáticas”, “habitação subnormal”, ou aquele vilão onipresente, “a sociedade”.

O igualitarismo é tão implausível que fundamentalmente é difícil acreditar que milhões de pessoas realmente acreditem nisso. Quem já teve mais de uma criança compreende que elas têm personalidades diferentes a partir do dia em que nascem. No entanto, uma recente pesquisa revelou que menos de 1 em cada 5 pessoas acredita que os genes desempenham um papel importante no comportamento humano. Ironicamente, como mostra a pesquisa, a maioria das pessoas pensa que dependência química, doenças mentais, e a homossexualidade são influenciadas pela hereditariedade em um pequeno grau, mas cerca de 40% acredita que os genes não desempenham papel algum nisso. (U.S. News and World Report, 21 de abril de 1997, p. 72-80)

Não há um pingo de evidência científica para suportar o igualitarismo, e há uma montanha de evidências que refutam tal conceito, mas isso não impede igualitários na mídia e nas universidades, que dão a aparência de legitimidade científica para a idéia apontando para estudos que fazem associações entre uma patologia social e outra. Por exemplo: “Crianças que crescem nos bairros pobres tendem a se tornar criminosos”. Considerando isso, esforços são feitos para construir projetos de habitações mais agradáveis para substituir as favelas, com nenhum impacto sobre a criminalidade no local (que grande surpresa). É óbvio para qualquer observador casual que correlações existentes entre os ambientes pobres e vários tipos de patologia. Mas a correlação não prova a causalidade! Galos cantam ao nascer do sol. Será que isso significa são os galos que fazem o sol nascer? Se realmente a pobreza gera o crime, não deveria a taxa de criminalidade aumentar astronomicamente durante a Grande Depressão? Bom, isso não aconteceu.

Programas destinados a resolver problemas sociais com base nessas propagandas igualitárias disfarçadas de ciência são universalmente falsos de início. Apesar das grandes esperanças, da retórica sublime, e dos gastos realmente enormes, os benefícios foram comprovados como minúsculos, transitórios, ou mesmo inexistentes. Nos Estados Unidos, o programa nacional de ajuda às famílias com crianças dependentes, o principal projeto de bem-estar no país, foi destinado a eliminar a pobreza e melhorar o acolhimento dos problemas sociais associados a isso. Um grande estudo de seus efeitos informou que o programa, na realidade, fez os problemas que se pretendia resolver se tornarem ainda piores, enquanto custando bilhões aos contribuintes. (Murray, 1986) Outro programa do governo, chamado Head Start, foi iniciado a fim de elevar o QI das crianças desfavorecidas dos guetos, proporcionando-lhes um “ambiente enriquecido” logo cedo, mas desde 1965 ainda não houve nenhum ganho duradouro de QI. De alguma maneira, o seu objetivo original foi esquecido, e o projeto permanece louvado como um “grande sucesso”, e se tornando mais e mais caro a cada ano.

Obviamente, a fertilidade disgênica explica muito mais sobre essas questões sociais do que qualquer projeto enorme desenvolvido pelos governos, e certamente mais do que a moralidade do igualitarismo, que de ciência não tem nada. Enfim, o igualitarismo: politicamente correto, cientificamente errado.

 Igualitarismo: Politicamente correto, cientificamente errado

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Eugenia em síntese (Parte 5)

atwa inteligencia Eugenia em síntese (Parte 5)

Continuamos com as cinco questões para dissecar a questão da inteligência na hereditariedade. Nessa quinta parte da série, lidaremos com a questão número quatro:

4. No momento, estamos a evoluir para se tornar menos inteligentes a cada nova geração.

Por centenas de anos, até o início dos anos 1800, na Inglaterra e nos Estados Unidos havia a fertilidade natural, ou seja, nenhum esforço para limitar o número de nascimentos. Os casais tendiam a ter muitos filhos, mas nem todos podiam se casar. Homens que não ganhavam o suficiente para sustentar a família permaneciam solteiros e sem filhos, e o resultado líquido disso era uma relação positiva entre a baixa fertilidade e a inteligência. Em seguida, vários livros foram publicados sobre a contracepção que, naturalmente, afetaram desproporcionalmente aqueles que sabiam ler. Preservativos e diafragmas se tornaram disponíveis, e a taxa de natalidade das classes média e alta diminuiu. Em meados do século, tinha se tornado evidente que as pessoas educadas tinham menos filhos do que as iletradas.

Isso causou grande alarme, e uma série de estudos foram realizados nas primeiras décadas do século 20 nos Estados Unidos para compreender a situação. O QI das crianças em escolas correlacionava-se negativamente com o número de seus irmãos, o que pareceu confirmar os temores de fertilidade disgênica, mas essa conclusão foi questionada porque não havia maneira de saber precisamente o QI dos filhos. Posteriormente, alguns estudos relacionando o QI de adultos e seus números de filhos relataram correlações negativas, mas outros estudos semelhantes não encontraram nenhuma correlação. No entanto, as amostras utilizadas em todos esses estudos não foram representativas da população dos Estados Unidos como um todo – eram restritas, quer em termos de raça ou área geográfica. Assim, na segunda metade do século 20 não havia ainda qualquer resposta definitiva para a questão da fertilidade disgênica.

Em 1984, Frank Bean e Marian Van Court tiveram a sorte de descobrir um excelente conjunto de dados, o General Social Survey (GSS), para testar a hipótese. Ela incluía um pequeno teste de vocabulário elaborado por Thorndike para fornecer uma classificação aproximada da capacidade mental que era ideal para o estudo. O GSS entrevistou uma amostra grande, representativa da população dos Estados Unidos, cuja reprodução nos anos entre 1912 e 1982 caiu, gerando dados que forneceram a oportunidade única de uma visão global da relação entre a fertilidade e o QI para a maior parte do século 20. Em todos os 15 grupos de pessoas estudadas, as correlações entre os resultados do teste e o número de filhos foram negativas, e 12 dos 15 foram estatisticamente significativos (Van Court e Bean, 1985).

Mais recentemente, Richard Lynn e Marian Van Court fizeram um novo estudo de follow-up que incluiu novos dados coletados em 1990 pelo GSS, e conseguiram resultados muito semelhantes. Os cientistas calcularam que 0,9 pontos de QI foram sendo perdidos por geração (Lynn e Van Court, 2003). Para descobrir o quanto foi perdido de QI durante o século 20, podemos simplesmente multiplicar 0,9 por 4 gerações, ou seja, 3,6 pontos de QI. Não existem dados precisos para a última parte do século 19, mas não há qualquer indicação de que o período entre 1875 e 1900 tenha sido seriamente disgênico.

Assim sendo, como uma áspera (mas conservadora) estimativa de perda total em um período de 125 anos, podemos multiplicar 0,9 por 5 gerações, ou seja, 4,4 pontos de QI perdidos a partir de 1875 até o presente momento. Uma perda dessa magnitude iria aproximadamente dividir pela metade aqueles com QI superior a 130, o dobrar aqueles com QI abaixo de 70 pontos.

No livro Dysgenics: Genetic Deterioration in Modern Populations, Richard Lynn (1996) observou que a fertilidade disgênica é a regra, e não a exceção, ao redor do mundo. Não houve muitos estudos feitos na Europa, mas o caso parece ser semelhante aos Estados Unidos em termos da gravidade da tendência disgênica. O único lugar onde a fertilidade disgênica não foi encontrada é a África subsaariana, onde o controle da natalidade não é usado.

Como o leitor pode ter começado a suspeitar, a razão principal para a fertilidade disgênica é que as mulheres inteligentes usam o controle da natalidade com mais sucesso do que as mulheres pouco inteligentes. Esse parece ser o caso, independentemente de qual método é usado. Mulheres de alto, médio e baixo QI todas querem, em média, o mesmo número de filhos, mas as mulheres de baixo QI têm gravidezes muito mais acidentais e, portanto, produzem mais filhos.

Na próxima parte da série, entraremos em maior detalhe na questão número cinco: a menos que esta tendência pare, a nossa civilização seguirá invariavelmente para o declínio.

Para ler a parte quatro da série “Eugenia em síntese”, clique aqui

Para ler a parte seis da série “Eugenia em síntese”, clique aqui

 Eugenia em síntese (Parte 5)

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O combate natural à superpopulação

1 497pixels O combate natural à superpopulação

Textos como esse abaixo são esquecidos pelos seres humanos por questões que têm muito pouco haver com o que as palavras do texto dizem. Através dos preconceitos e julgamentos das pessoas, elas se afastam de fontes de conhecimento de muito valor, que ilustram o pensamento de uma época. Sem aprender com o passado, o futuro trará surpresas que poderiam ser evitadas. Deixe os seus medos de lado, e olhe para o mundo com a mente e o coração abertos.

“A Alemanha tem um acréscimo de população de, aproximadamente, 900 mil almas por ano. A dificuldade de alimentação desse exército de novos cidadãos tem de aumentar de ano para ano e acabar finalmente numa catástrofe, caso não se encontrem meios de, em tempo, dominar os perigos da miséria e da fome.

Havia alguns caminhos para evitar esse tremendo desenlace.

Primeiro, podia-se, a exemplo da França, limitar artificialmente o acréscimo de nascimentos e, com isso, impedir uma superpopulação.

A própria natureza costuma agir no sentido de limitar o aumento de população de determinadas terras ou raças, em épocas de grandes necessidades ou más condições climáticas, bem como de pobreza do solo; e isso com um método tão sábio quão inexorável. Ela não impede a capacidade de procriação em si e sim, porém, a conservação dos rebentos, fazendo com que eles fiquem expostos a tão duras provações que o menos resistente é forçado a voltar ao seio do eterno desconhecido. O que ela deixa sobreviver às intempéries está milhares de vezes experimentado e capaz de continuar a produzir, de maneira que a seleção possa recomeçar. Agindo desse modo brutal contra o indivíduo e chamando-o de novo momentaneamente a si, desde que ele não seja capaz de resistir à tempestade da vida, a natureza mantém a raça e a espécie vigorosas, e as tornam capazes das maiores realizações.

A diminuição do número de pessoas, por esse processo, resulta em um reforço da capacidade do indivíduo e, por conseguinte, em última análise, em um revigoramento da espécie.

As coisas se passam de outra maneira quando é o homem que toma a iniciativa de provocar a limitação de seu número. Aí é preciso considerar não só o fator natural como o humano. O homem sabe mais que essa cruel rainha de toda a sabedoria – a natureza. Ele não limita a conservação do indivíduo, mas a própria reprodução. Isso lhe parece, a ele que sempre tem em vista a si mesmo e nunca à raça, mais humano e mais justificado que o inverso. Infelizmente, porém, as conseqüências são também inversas.

Enquanto a natureza, liberando a procriação, submete, entretanto, a conservação da espécie a uma prova das mais severas, escolhendo dentro de um grande número de indivíduos os que julga melhores e só a estes conserva para a perpetuação da espécie, o homem limita a procriação e se esforça, duramente, para que cada ser, uma vez nascido, se conserve a todo preço. Essa correção da vontade divina lhe parece ser tão sábia quanto humana, e ele alegra-se de, mais uma vez, ter sobrepujado a natureza e até de ter provado a insuficiência da mesma. E o filho de Adão não quer ver nem ouvir falar que, na realidade, o número é de fato limitado, mas à custa do enfraquecimento do indivíduo.

Sendo limitada a procriação e diminuído o número dos nascimentos, sobrevém, em lugar da natural luta pela vida, que só deixa viverem os mais fortes e mais sãos, a natural mania de conservar e “salvar” a todos, mesmo os mais fracos, a todo preço. Assim se deixa a semente para uma descendência que será tanto mais lamentável quanto mais prolongado for esse escárnio contra a natureza e suas determinações.

O resultado final é que tal povo um dia perderá o direito à existência neste mundo, pois o homem pode, durante certo tempo, desafiar as leis eternas da conservação, mas a vingança virá mais cedo ou mais tarde. Uma geração mais forte expulsará os fracos, pois a ânsia pela vida, em sua última forma, sempre romperá todas as correntes ridículas do chamado espírito de humanidade individualista, para, em seu lugar, deixar aparecer uma humanidade natural, que destrói a debilidade para dar lugar à força.

Aquele, pois, que quiser assegurar a existência ao povo alemão limitando a sua multiplicação, rouba lhe com isso o futuro.

Outro caminho seria aquele que hoje em dia freqüentemente ouvimos como aconselhado e louvado: a chamada colonização interna. Essa é uma proposta que muitos fazem, na melhor das intenções, que é, porém, mal compreendida pela maioria e que pode trazer, por isso, os maiores prejuízos imagináveis.

Sem dúvida, a capacidade produtiva de um terreno pode ser elevada até determinado limite. Mas só até esse limite determinado, e não infinitamente mais. Durante um certo tempo, poder-se-á, portanto, compensar, sem perigo de fome, a multiplicação do povo alemão por meio do aumento do rendimento de nosso solo. Entretanto, a isso se opõe o fato de crescerem as necessidades da vida mais do que o número da população. As necessidades humanas com relação ao alimento e ao vestuário crescem de ano para ano e, por exemplo, já hoje em dia, não estão em proporção com as necessidades de nossos antepassados de cem anos atrás. É, pois, errôneo pensar que cada elevação da produção provoque a condição necessária a uma multiplicação da população. Isso se dá até certo ponto, pois ao menos uma parte do aumento da produção do solo é consumida na satisfação das necessidades crescentes da humanidade. Entretanto, mesmo com a máxima moderação de um lado e a máxima diligencia por outro lado, chegará um dia em que um limite será atingido pelo próprio solo. Mesmo com toda a diligência, não será possível aproveitá-lo mais e surgirá, embora protelada por algum tempo, uma nova calamidade. A fome aparecerá de tempos em tempos, quando houver má colheita. Com o aumento da população, isso se dará cada vez mais, de sorte que isso só não aparecerá quando raros anos de riqueza encherem os armazéns de mantimentos. Entretanto, finalmente, aproximar-se-á a época em que não se poderá mais atender à miséria e a fome, então, tornar-se-á a companheira de tal povo. A natureza terá de prestar auxílio de novo e proceder à seleção entre os escolhidos, destinados a viver; ou então é o próprio homem que a si mesmo se auxilia, lançando mão do impedimento artificial de sua reprodução com todas as graves conseqüências para a raça e para a espécie.

Poder-se-á ainda objetar que esse futuro está destinado a toda a humanidade, de uma maneira ou de outra, e que, portanto, nenhum povo conseguirá naturalmente escapar a essa fatalidade.

À primeira vista, sem mais considerações, isso está correto. É necessário, porém, considerar o seguinte:

Numa determinada época, toda a humanidade será certamente forçada a interromper o aumento do gênero humano ou a deixar a natureza decidir, por si própria. Essa situação atingirá a todos os povos, mas atualmente só serão atingidas por essa miséria as raças que não possuam energia suficiente para assegurarem para si o solo necessário. Ninguém contesta que, hoje em dia, ainda há neste mundo solo em extensão formidável e que só espera quem o queira cultivar. Da mesma forma também é certo que esse solo não foi reservado pela natureza para uma determinada nação ou raça, como superfície de reserva para o futuro. Trata-se, sim, de terra e solo destinados ao povo que possua a energia de conquistá-los e a diligência de cultivá-los.

A natureza não conhece limites políticos. Preliminarmente, ela coloca os seres neste globo terrestre e fica apreciando o jogo livre das forças. O mais forte em coragem e em diligência recebe o prêmio da existência, sempre atribuído ao mais resistente.

Quando um povo se limita à colonização interna, enquanto outras raças se agarram a cada vez maiores extensões territoriais, esses serão forçados a restringir as suas necessidades em uma época em que os outros povos ainda se acharão em constante multiplicação. Esse caso dá-se tanto mais cedo quanto menor for o espaço à disposição de um povo. Como, porém, em geral, infelizmente, as melhores nações, ou mais corretamente falando, as únicas raças verdadeiramente culturais, portadoras de todo o progresso humano, muitas vezes se resolvem na sua cegueira pacifista a desistir de nova aquisição de solo, contentando-se com a colonização interna, nações inferiores sabem assegurar-se de enormes territórios. Tudo isso conduz a um resultado final:

As raças culturalmente melhores, mas menos inexoráveis, teriam de limitar a sua multiplicação por força da limitação do solo, ao passo que os povos culturalmente mais baixos, naturalmente mais brutais, ainda estariam, em conseqüência da maior superfície disponível, em condições de se reproduzirem ilimitadamente. Em outras palavras, dia viria em que o mundo passaria a ser dominado por uma humanidade culturalmente inferior, porém mais enérgica.

Assim, para um futuro não muito remoto, só há duas possibilidades: ou o mundo será governado nos moldes de nossas modernas democracias, e então o fiel da balança decidirá a favor das raças numericamente mais fortes, ou o mundo será governado segundo as leis da ordem natural, e vencerão então os povos de vontade brutal e, por conseqüência, não a nação que limita a si mesma.

O que ninguém poderá duvidar é que o mundo será exposto às mais graves lutas pela existência da humanidade. No fim, vence sempre o instinto da conservação. Sob a pressão deste, desaparece o que chamamos de espírito de humanidade como expressão de uma mistura de tolice, covardia e pretensa sabedoria. A humanidade tornou-se grande na luta eterna; na paz eterna, ela perecerá.”

 O combate natural à superpopulação

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O primeiro animal-planta

lesmaverde32 O primeiro animal planta

Parafraseando Charles Darwin, podemos dizer que “na longa história da evolução animal, os que aprenderam a colaborar e a improvisar mais efetivamente prevaleceram”. De fato, a natureza sempre se prova à frente do homem, versátil em termos de adaptação e evolução. Um caso que ilustra essa realidade é a espécie em foco nessa postagem.

Verde como uma planta, e com o formato de uma folha, a lesma da espécie Elysia chlorotica já era conhecida por se utilizar de meios fotossintéticos retirados de genes de algumas espécies de algas. A novidade para o homem agora é que ela adquiriu tantos genes que se tornou um animal que processa a luz de forma exata às plantas, seguindo o mesmo mecanismo químico dentro do seu corpo animal. Em outras palavras, o primeiro animal-planta.

A lesma pode produzir a clorofila bruta para sintetizar a energia dos raios solares, ou seja, elas se tornaram organismos fotossintetizantes, algo mais evoluído do que apenas se utilizar das algas presentes em seu organismo para adquirir a clorofila através delas. A descrição do animal e da sua habilidade foi feita pelo pesquisador da Universidade do Sul da Flórida, Sidney Pierce, no 7º Encontro Anual de Biologia Integrada e Comparativa. “Essa pode ser uma fusão entre planta e animal”, disse John Zardus, especialista em invertebrados.

A surpresa foi descoberta com um experimento relativamente simples: os cientistas utilizaram lesmas que não se alimentavam há cinco meses, e forneceram-lhes aminoácidos com carbono radioativo. Em seguida, os animais foram expostos à luz solar. Em algum tempo, os cientistas detectaram a presença de clorofila radioativa nos animais.

Micróbios trocam de genes facilmente, mas não se acreditava na existência tão evidente de uma troca entre seres multicelulares. Pierce enfatizou que as lesmas vão bem além dos corais, que abrigam micróbios para sintetizar a luz do sol. A lesma marinha verde, ou Elysia chlorotica, armazena dentro das próprias células a energia sintetizada para uso próprio, sem a dependência total dos micróbios hospedados em seu organismo.

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 O primeiro animal planta

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Eugenia em síntese (Parte 4)

atwa eugenia3 Eugenia em síntese (Parte 4)

Continuamos com as cinco questões para dissecar a questão da inteligência na hereditariedade. Nessa quarta parte da série, lidaremos com a questão número três:

3. Quanto mais alto o nível da civilização, melhor é para a população.

Afirmar que “quanto mais alto o nível da civilização, melhor é para a população” é algo axiomático, bem como afirmar que “é melhor ser saudável do que ter uma doença”. Está claro para todo mundo que as pessoas que vivem em países com um elevado nível de civilização têm mais de tudo o que é universalmente considerado bom, e menos de tudo o que é universalmente considerado ruim. Por exemplo, eles têm mais dinheiro, melhor comida, roupas melhores, casas maiores e melhores, educação melhor, uma vida mais longa, menos doenças, menos incertezas em suas vidas, menos criminalidade, melhor assistência médica e dentária, mais poder pessoal, mais felicidade e satisfação, menos angústia e desespero. Obviamente, sempre existem exceções à regra, mas de modo geral, esse é o caso.

Pergunta: “Por que um grande número de pessoas provenientes de países com baixos níveis de civilização arriscam as suas vidas todos os anos para chegar a países com altos níveis de civilização, embora nunca o inverso ocorra?” Resposta: “Elas arriscam as suas vidas porque eles pensam que a vida é muito melhor lá, e elas estão certas”. Se não fosse esse o caso, por que essa migração unilateral ocorreria?

A prosperidade econômica explica uma grande parte desse quadro. Em “QI e a Riqueza das Nações”, Lynn e Vanhanen (2002) reuniram dados de 185 países e descobriram que a média de QI de uma nação correlaciona 0,7 com o seu per capita do Produto Interno Bruto (PIB), e que o QI é o fator mais importante para a riqueza de uma nação. Uma economia de mercado e a presença de recursos naturais foram segundo e terceiro, respectivamente.

Na próxima parte da série, entraremos em maior detalhe na questão número quatro: estamos a evoluir para se tornar menos inteligentes a cada nova geração.

Para ler a parte três da série “Eugenia em síntese”, clique aqui

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 Eugenia em síntese (Parte 4)

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Eugenia em síntese (Parte 3)

atwa soldados Eugenia em síntese (Parte 3)

Continuamos com as cinco questões para dissecar a questão da inteligência na hereditariedade. Nessa terceira parte da série, lidaremos com a questão número dois:

2. A civilização se desenvolve dependendo da inteligência inata.

Essa afirmação é evidente. Obviamente, se a civilização dependesse inteiramente de exposição a um ambiente “rico”, nós todos ainda estaríamos escondidos em cavernas. Se os seres humanos antes existiram em condições primitivas, e o ambiente contava para tudo e a genética para nada (como alguns afirmam), como poderia qualquer progresso ter ocorrido? É óbvio que há um traço inato de gênio que impulsiona a criação da tecnologia e o desenvolvimento da civilização.

Uma maneira de olhar para a relação entre a inteligência e a civilização é investigar as civilizações antigas, estudando porque elas se levantaram e por que caíram. Mas uma abordagem muito mais simples seria a de simplesmente olhar à nossa volta. Curiosamente, o nível sócio-econômico entre indivíduos dentro de uma mesma família é influenciado pela inteligência inata. Um estudo dos Estados Unidos constatou que nas famílias com dois ou mais irmãos, aqueles com QI mais alto do que seus pais tendem a subir na escada sócio-econômica quando se tornam adultos, enquanto aqueles com QI mais baixo tendem a descer. (Jencks, 1982) Irmãos têm ambientes quase idênticos – os mesmos pais, mesma casa, mesma comida, mesma escola, mesmo bairro. Por que muitas vezes então eles são diferentes? Porque eles recebem diferentes corpos genéticos de seus pais. Os irmãos compartilham de seu ambiente quase que tudo, mas em média, eles compartilham apenas 50% dos seus genes. Alguns um pouco mais, outros um pouco menos. [Espermatozóides e óvulos são feitos com metade dos genes de cada pai, de modo que quando eles se unem, o óvulo fecundado tem o complemento total de genes. Mas uma criança não vai ter a mesma metade idêntica de seu pai e a mesma metade idêntica de sua mãe que o seu irmão tem.] É alguma surpresa que irmãos crescem e quase sempre se tornam bem diferentes? O fato de que os mais espertos se deslocam para cima, enquanto os medíocres para baixo, prova que o nível sócio-econômico é significativamente influenciado pela inteligência inata.

Na próxima parte da série, entraremos em maior detalhe na questão número três: quanto mais alto o nível da civilização, melhor é para a população.

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 Eugenia em síntese (Parte 3)

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Eugenia em síntese (Parte 2)

atwa eugenia2 Eugenia em síntese (Parte 2)

Na primeira parte dessa série de postagens sobre a teoria e prática da eugenia, foram introduzidas cinco afirmações para dissecar a questão da inteligência na hereditariedade. Nessa segunda parte da série, lidaremos com a afirmação número um:

1. A inteligência humana é em grande parte hereditária.

Os cientistas descobriram que gêmeos idênticos separados no nascimento e criados separadamente são quase idênticos em QI, não obstante o fato de terem lidado com ambientes totalmente diferentes. Notavelmente, os gêmeos criados separados são tão semelhantes quanto aos gêmeos idênticos criados juntos no momento em que se tornam adultos. Eles também são impressionantemente similares em seus maneirismos, o modo como eles riem, os seus gostos e desgostos, fobias, temperamento, preferências sexuais, grau de escolaridade, renda, consciência, capacidade musical, senso de humor, e praticamente todo o resto que já foi testado, mesmo traços tão peculiares como quais legumes se recusam a comer. (Bouchard, 1993) A extensão da sua semelhança impressiona os pesquisadores e até mesmo os próprios gêmeos.

A primazia dos genes é igualmente demonstrada por estudos de adoção. É comprovado que o QI de crianças adotadas se assemelha aos de seus pais biológicos muito mais do que dos seus pais adotivos, que, essencialmente, dividiram com a criança o mesmo ambiente de vida. Quando as crianças adotadas são educadas, não há praticamente nenhuma semelhança entre o seu QI e os de seus pais adotivos. (Loehlin, Willerman e Horn, 1987)

O papel dominante da hereditariedade na determinação do QI não é uma teoria, mas um fato estabelecido – o consenso de centenas de estudos realizados em diferentes épocas e lugares por diversos autores. Mas o público em grande parte desconhece esse fato, porque a mídia tem-lhes dito repetidamente que a maioria dos especialistas em testes de QI acredita que o QI é em grande parte alterado pelo ambiente de vida. Na realidade, a maioria dos pesquisadores da área de testes de inteligência acredita que a hereditariedade é o fator mais importante a influenciar a inteligência. (Snyderman e Rothman, 1988)

Na próxima parte da série, entraremos em maior detalhe na questão número dois: a civilização se desenvolve dependendo da inteligência inata.

Para ler a parte um da série “Eugenia em síntese”, clique aqui

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 Eugenia em síntese (Parte 2)

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Eugenia em síntese (Parte 1)

atwa eugenia Eugenia em síntese (Parte 1)

O texto abaixo é baseado nos estudos de Marian Van Court sobre a genética humana:

A décima primeira edição da Enciclopédia Britânica define “eugenia” como “a melhoria biológica da raça através da aplicação inteligente das leis da hereditariedade”. Apesar disso, a maioria das pessoas pensa em um homem branco quando ouve essa palavra, ou evocam imagens de suásticas e nazistas. Acontece que a eugenia tem uma longa história, que vai além dos tempos da Roma antiga.

A eugenia lida com a direção atual da evolução humana. Milhares de artigos foram publicados em revistas acadêmicas, toneladas de terra foram vasculhadas com pequenas escovas em busca de crânios, vastas quantidades de dinheiro foram concedidas a pesquisadores, e muitas carreiras inteiras passaram a tentar descobrir como é que chegamos a um cérebro maior e com mais inteligência (o Homo sapiens). Este é um esforço fascinante, e vale a pena. Mas o que é urgente, o que é sem dúvida a questão mais importante sobre a nossa espécie, é saber para onde os seres humanos estão evoluindo nesse exato momento. Será que estamos a evoluir em um caminho favorável?

É verdade que a seleção natural praticamente deixou de operar em muitas partes do mundo hoje, mas a evolução continua, porque a reprodução humana está longe de ser aleatória. Assim como a história marcha indefinidamente para o futuro, tanto na guerra como na paz, o mesmo acontece com a evolução. Padrões reprodutivos de cada geração formam o caráter inato de sucessivas gerações, seja para o melhor ou para o pior.

A maioria de nós quer dar aos nossos filhos tanto quanto os nossos pais nos deram, de preferência mais. Queremos que eles tenham a melhor educação possível, e todas as vantagens que se pode alcançar. Esperamos, também, deixá-los com um mundo melhor do que aquele que nascemos. No entanto, o legado mais importante que podemos deixar aos nossos filhos é a sua própria integridade biológica: boa saúde, grande inteligência e caráter nobre. Estes traços representam uma boa parte do caminho seguro para a felicidade e bem-estar. Tomadas em conjunto, essas características constituem a capacidade de uma população de manter e avançar a civilização – o mais precioso dos dons humanos – porque, sem a civilização, reina o caos, a lei do mais forte e o sofrimento em abundância.

O foco deste trabalho será a inteligência. Aqui está o argumento, em síntese:

1. A inteligência humana é em grande parte hereditária.

2. A civilização civilização se desenvolve dependendo da inteligência inata. Sem inteligência inata, a civilização não teria sido criada. Quando diminui a inteligência, o mesmo acontece com a civilização.

3. Quanto mais alto o nível da civilização, melhor é para a população. A civilização não é uma proposição qualquer. Pelo contrário, é uma questão de grau, e cada grau, para cima ou para baixo, afeta o bem-estar de cada cidadão.

4. No momento, estamos a evoluir para se tornar menos inteligentes a cada nova geração. Por que isso está acontecendo? Simples: menos pessoas inteligentes estão produzindo mais filhos.

5. A menos que esta tendência pare, a nossa civilização seguirá invariavelmente para o declínio. Qualquer declínio na civilização produz um aumento proporcional no quociente de miséria coletiva.

Lógica e provas científicas dão suporte a cada uma das afirmações acima. Na próxima parte, entraremos em maior detalhe na questão número um: a inteligência humana é em grande parte hereditária.

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 Eugenia em síntese (Parte 1)

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