header image

Lição de ATWA: Contra-ataque aos Cordyceps

atwa cordyceps Lição de ATWA: Contra ataque aos Cordyceps

Aqui, um breve esboço de uma Guerra Santa de ATWA, que ilustra o verdadeiro amor pela Vida na Terra: o respeito pela inteligência que rege as leis deste planeta, e a incansável luta pela sobrevivência. Uma lição para a humanidade, para que acordem para urgência de se aliar a ATWA.


O ataque dos Cordyceps

Cordyceps é um gênero de fungo que inclui cerca de 400 espécies descritas. Todas as espécies são endoparasitóides, principalmente de insetos e outros artrópodes (são, portanto, fungos entomopatogênicos).

Uma vez que parte do micélio vegetativo do Cordyceps invade e substitui os tecidos vivos de sua vítima (geralmente formigas), estromas começam a crescer a partir do corpo do inseto atacado (uma frutificação alongada que pode ser cilíndrica ou ramificada). Depois de algumas semanas, o estroma começa a liberação de esporos, e muitos outros insetos também se tornam infectados.

Algumas espécies de Cordyceps são capazes de afetar o comportamento de seus insetos hospedeiros – por isso o termo “formigas zumbis”. O Cordyceps unilateralis, por exemplo, obriga as formigas a subirem para locais mais altos e anexarem-se em uma planta antes de morrerem. Isso garante o ambiente, temperatura, e umidade ideal ao parasita para a distribuição máxima dos esporos que brotam para fora do corpo do inseto morto.

Este fungo é capaz de causar o desaparecimento de uma colônia inteira de formigas. Por isso, normalmente ao sofrer os primeiros sintomas, a formiga infectada é imediatamente expulsa da colônia por outras que estão saudáveis.

Foram encontradas folhas fossilizadas que sugerem que esta capacidade do fungo Cordyceps de modificar o comportamento dos insetos evoluiu há mais de 48 milhões de anos.


O contra-ataque aos Cordyceps

Ao que tudo indica, a perseverança das formigas venceu, e os Cordyceps estão sendo contra-atacados por uma nova espécie de fungo. Cientistas americanos passaram a encontrar um grande número de formigas que foram capazes de sobreviver, apesar de machucadas, o ataque do fungo Cordyceps. Sabe-se que colônias atacadas geralmente instituem uma lei de escovação em todas as formigas, para identificar possíveis vítimas e potencialmente remover fungos e micróbios em estados iniciais de desenvolvimento. Mas as crescentes taxas de sobrevivência não podiam ser explicadas apenas por essa lei de emergência das colônias.

Foi então que os cientistas descobriram um novo tipo de fungo que passou a crescer dentro e ao redor de colônias atacadas pelo Cordyceps. Esse fungo é atraído pelas “formigas zumbis”, quando estão sob o efeito zumbificador do Cordyceps, e é capaz de neutralizar esse efeito, sabotando os órgãos que produzem esporos e impedindo-os de frutificação. Algumas formigas continuavam infectadas, mas o efeito zumbificador era neutralizado, possibilitando o prolongamento da vida.

Cada espécie de fungo Cordyceps atinge apenas uma única espécie. Essa espécie que ataca formigas, transformando-as em zumbis, é somente a mais conhecida. Existem casos de outros Cordyceps atacando lagartas e aranhas. Cientistas estão cientes que de possa existir outras variedades do Cordyceps, e a possibilidade de um fungo do gênero atacar seres humanos não é descartada.

Em todo caso, a existência de um fungo parasita capaz de atacar com tamanha complexidade e determinação uma única espécie é um fato fascinante o suficiente. Mas o surgimento de outro fungo, capaz de se especializar em atacar especificamente o Cordyceps, é um verdadeiro exemplo da densidade e da biodiversidade que se encontra nos domínios de ATWA.

 Lição de ATWA: Contra ataque aos Cordyceps

© 2012 ATWA Brasil


ATWA Brasil: “Charles Manson: Fãs, não Família”

Abaixo, mais uma produção da ATWA Brasil: “Charles Manson: Fãs, não Família”.

Uma conversa por telefone da ATWA Brasil com Charles Manson, em que o Emissário de ATWA fala sobre a diferença entre fãs e amigos (família). Um alerta aos supostos “simpatizantes” de ATWA e Charles Manson que estão caminhando nas ruas da confusão (Helter Skelter). Com legenda em português, cortesia da ATWA Brasil.

 ATWA Brasil: Charles Manson: Fãs, não Família

© 2011 ATWA Brasil


Charles Manson e a caverna subterrânea de Death Valley

atwa deathvalley Charles Manson e a caverna subterrânea de Death Valley

Existem muitas histórias sobre a existência de uma “cidade subterrânea” no deserto californiano de Death Valley – onde Charles Manson foi preso pela última vez em 1969, e por onde costumava sair em longas expedições de exploração que poderiam durar dias. Entre as centenas de exploradores que se aventuram até hoje por um dos desertos mais perigosos e desafiadores do mundo, de tempo em tempo sempre surge algum deles com alguma credibilidade para alimentar a história sobre a existência de tal cidade misteriosa.

O autor americano Bourke Lee é um dos mais recentes instigadores dessa história. Em seu livro “Death Valley Men” (em português, “Homens de Death Valley”), no capítulo intitulado “Old Gold”, ele descreve uma conversa que teve com um pequeno grupo de residentes do deserto de Death Valley, na Califórnia. O assunto da conversa de Lee tratava de lendas dos índios Paihute, nativos americanos que habitaram a região no passado. Foi quando dois dos residentes de Death Valley revelaram suas experiências com uma “cidade subterrânea” no deserto californiano, descoberta depois de terem descido através de um buraco no fundo de uma antiga mina de ouro abandonada (ainda comuns na região).

Segundo esses moradores de Death Valley, a descida pelo buraco revelou uma caverna natural subterrânea. Eles teriam caminhado por cerca de 30 km nessa caverna, passando sob as Montanhas de Panamint. Para seu espanto, os dois homens se depararam com uma enorme e antiga cidade cavernosa, com múmias perfeitamente preservadas, espadas e lanças de ouro, entre outras coisas.

A cidade havia aparentemente sido abandonada há séculos. Exceto pelas múmias, todo o resto do sistema subterrâneo aparentava ser muito antigo. Descobriu-se que a caverna era iluminada por um sistema engenhoso de luzes formado a partir da queima de gases subterrâneos. Eles afirmaram ter visto uma enorme mesa redonda em meio a um hall separado, que poderia ter sido uma antiga sala de reuniões. E muito mais: enormes estátuas de ouro sólido, cofres de pedra cheios de barras de ouro e pedras preciosas de todos os tipos, carrinhos de mão feitos de pedra que eram perfeitamente equilibrados e cientificamente construídos ao ponto de que até uma criança poderia facilmente usá-los, e enormes portas de pedra cavadas a partir das paredes da caverna. Os exploradores teriam seguido em direção norte, e descoberto uma subida que se abria para uma série de aberturas arcadas que saíam em meio às Montanhas de Panamint. De uma dessas saídas, percebeu-se visivelmente que o vale abaixo era mesmo coberto de água no passado, e concluiu-se que as aberturas arcadas serviam como ancoradouros para pequenas embarcações, além de entradas para as cavernas subterrâneas. Os exploradores disseram ser possível avistar Furnace Creek e Golar Wash a partir dessas saídas – duas áreas que Charles Manson visitou em suas explorações, e documentou com desenhos e marcações pelo deserto californiano.

Os dois exploradores teriam levado algumas peças do tesouro encontrado, e apresentado a cientistas do Smithsonian Institute a fim de registrar a descoberta de uma nova “maravilha do mundo”. Mas a história não convenceu os cientistas, especialmente porque os dois homens foram incapazes de localizar novamente o buraco que levava para a caverna subterrânea. Segundo eles, as peças do tesouro permanecem com o Smithsonian Institute hoje, que desde então tem investido em localizar a caverna independentemente. Considerando a ininterrupção de pequenos terremotos, desagregações e outras mudanças do cenário do deserto de Death Valley (comumente documentados), entende-se que o acesso à misteriosa caverna também se altere com frequência, podendo até desaparecer por anos e reaparecer em outros locais tempos depois. Esse é um obstáculo que tem sempre dificultado enormemente as pesquisas dos cientistas californianos.

Em 1946, o Dr. F. Bruce Russell, um doutor aposentado da Universidade de Cincinnati, também contou uma história similar sobre ter descoberto uma estranha caverna subterrânea em Death Valley. O Dr. Russell afirmou ter encontrado uma enorme sala subterrânea da qual saíam diversos túneis em diferentes direções. Um desses túneis teria o levado para outro hall maior, onde ele teria encontrado três múmias em estados de conservação surpreendentes. Segundo o doutor, artefatos encontrados no local aparentavam ter uma combinação de designs egípcios e nativo americanos. Até então, a história do Dr. Russell era muito semelhante a outras contadas por muitos exploradores do passado sobre as descobertas em Death Valley, mas o doutor foi além: segundo ele, as múmias eram enormes, com mais de dois metros e meio de altura.

Ao contrário dos dois atuais residentes de Death Valley entrevistados pelo autor Bourke Lee, o Dr. Russell foi capaz de encontrar a caverna subterrânea novamente, levando com ele outros exploradores que, após confirmarem a existência do local, abriram uma empresa chamada “Amazing Explorations” para lucrar com a grande descoberta. Mas pouco tempo depois o Dr. Russell desapareceu, e com ele a rota de acesso para a caverna. Meses mais tarde, o carro do doutor foi encontrado, com um radiador furado, em uma área remota de Death Valley. A sua maleta ainda estava no carro, mas ninguém nunca mais ouviu falar do Dr. Russell.

Apesar dos diversos relatos sobre a existência de uma “cidade subterrânea” sob o deserto de Death Valley, de lendas nativas a casos recentes, alguns inclusive bem documentados, as expedições de Charles Manson pelo deserto californiano têm sido há anos ridicularizadas pela mídia corporativa americana.

A transformação de dezenas de carros de rua em jipes preparados para o deserto, os galões de combustível abandonados por Death Valley, os equipamentos de mergulho apreendidos com Manson, os mapas desenhados a mão por ele – são evidências de que Manson procurava algo no deserto. E Charles Manson, ainda hoje, mais de 40 anos depois, não deixa de mencionar a seus amigos sobre um tal de “poço sem fundo”, que estaria cheio de água, e que seria um acesso que ele havia encontrado para um “mundo subterrâneo” em Death Valley. Manson inclusive diz ter cruzado a fronteira para o México uma vez através de túneis subterrâneos, que poderiam chegar até o deserto californiano. Mas assim como quase tudo que cerca o caso de Manson, coisas curiosas e interessantes assim são sempre caricaturadas, perdendo o seu verdadeiro valor.

Mas afinal, teria Charles Manson descoberto outro acesso à misteriosa “cidade subterrânea” de Death Valley?

Os irmãos e irmãs da ATWA Brasil estarão no deserto de Death Valley, na Califórnia, no final de 2011. Com todas as informações fornecidas por Charles Manson com o passar dos anos, cópias dos seus mapas pessoais, e registros das autoridades californianas, partiremos para uma expedição a fim de localizar o suposto “poço sem fundo” na maravilhosa paisagem do deserto. Junte-se aos irmãos e irmãs de ATWA! Para mais informações, nos escreva para: contato@atwabrasil.com

 Charles Manson e a caverna subterrânea de Death Valley

© 2011 ATWA Brasil


ATWA: Guerra contra os transgênicos

atwa transgenicos ATWA: Guerra contra os transgênicos

Abaixo, algumas perguntas e respostas sobre os alimentos transgênicos – outra face do combate dos homens contra a soberania de ATWA:

Você sabe o que são transgênicos? E produtos transgênicos?
Os transgênicos são espécies animais e vegetais geneticamente modificadas por cientistas em seus laboratórios. Os produtos transgênicos são produtos industriais que possuem, em sua composição, organismos geneticamente modificados.

Você sabe dos riscos que eles podem trazer à sua saúde?
Consumindo produtos transgênicos, você tem seu sistema imunológico alterado. Isso pode provocar alergias alimentares, redução do efeito de antibióticos, e aumento do nível de substâncias tóxicas que prejudicam a saúde, acima de tudo com efeitos cancerígenos.

Você sabe dos riscos que os transgênicos trazem ao meio ambiente?
Os transgênicos provocam o aparecimento de superpragas, afetam a vida microbiana no solo, matam insetos vitais para natureza, e provocam a perda da diversidade genética.

Sabia que os impactos dos transgênicos na natureza são irreversíveis?
Os transgênicos, uma vez liberados na natureza, se misturaram com as outras espécies vegetais, posteriormente tornando-se impossível retirar da natureza os genes que foram introduzidos. As conseqüências disso são imprevisíveis – e perigosíssimas.

Você sabia que os transgênicos podem estar bem próximos de você?
Os transgênicos podem ser encontrados nas prateleiras dos supermercados. Veja aqui algumas empresas conhecidas no Brasil que utilizam transgênicos:

Ajinomoto
Arcor
Bauducco
Batavo
Cirio
Da Grana
Effem
Hikari
Kellog’s
Kraft
Liza (Cargill)
Mococa
Nestlé
Nutrifoods
Nutrilatina
Nutrimental
Oetker
Parmalat
Quaker
Santista
Soya (Bunge)
Vigor
Visconti
Wickbold

Se você não é favorável à livre comercialização dos transgênicos e de seus derivados, saiba como combatê-los:
Consuma produtos orgânicos. Esses produtos, além de serem saudáveis e nutritivos, não degradam o meio ambiente, pois são produzidos sem agrotóxicos e adubos químicos. Evite comprar produtos importados dos Estados Unidos, Argentina e Canadá que contenham derivados de soja, milho, canola e tomate.

 ATWA: Guerra contra os transgênicos

© 2011 ATWA Brasil


Números e os soldados de ATWA

atwa soldados Números e os soldados de ATWA

A população humana mundial está prevista para atingir sete bilhões de pessoas em outubro desse ano. Em 2050, as previsões mais otimistas sugerem que a mesma chegue a nove bilhões. Mantidas as previsões, no ano de 2100 chegaremos a 10 bilhões de seres humanos.

Apesar disso, o crescimento populacional é altamente desigual geograficamente. Na Alemanha, por exemplo, a tendência é que a população continue igual, ou até diminua um pouco nos próximos anos. Outros países europeus têm uma tendência semelhante.

Por outro lado, no continente africano a situação se inverte. A África será responsável por mais de um bilhão de pessoas do crescimento populacional mundial projetado para o ano 2050. Em outras palavras, 49% do crescimento populacional mundial está centralizado na África. Ironicamente, os países africanos também são os que têm mais dificuldade em produzir seu próprio alimento nos dias de hoje – sem contar na total escassez de água.

Ao mesmo tempo, mesmo considerando o crescimento populacional fora do padrão do resto do mundo, o estilo de vida africano é visivelmente menos agressivo com relação ao meio ambiente. Apesar das florestas africanas terem sido desmatadas em níveis semelhantes à destruição comandada pelo Ocidente, ao menos em termos de emissões nocivas os africanos permanecem pouco hostis. Isso deve ser considerado em qualquer ação por respeito à ATWA: imagine substituir a população africana por uma população menor, porém com estilo de vida com padrão Ocidental?

Fato é que os números são armadilhas. Homens de paletó adoram números, e são com números que eles enganam a todos. Qualquer número é relativo, e deve ser questionado. Não importa o número de pessoas – o que importa é quantos desses números representam soldados de ATWA, e quantos são soldados inimigos, trabalhando com as forças da morte. Esses são os números de ATWA. Se tivéssemos nos aproximando de sete bilhões de soldados de ATWA, certamente não haveria desarmonia com a Vida. Mas não é o caso.

E você… está aliado com o Exército de ATWA, ou com os inimigos da Vida?

 Números e os soldados de ATWA

© 2011 ATWA Brasil


Charles Manson responde sobre uma “Nova Ordem Mundial”

manson ordemverdadeira Charles Manson responde sobre uma Nova Ordem Mundial

Abaixo, uma carta recente enviada por Charles Manson a uma pessoa que lhe escreveu perguntando sobre uma “Nova Ordem Mundial”:

“Pense! Se uma pessoa mente, e foi educada e ensinada a mentir, e mente para si mesma e vive com outros que não são capazes de falar a verdade, como é que ela pode saber o que é e o que não é? Como é que ela pode sequer entender as palavras e/ou pensamentos criados com palavras? Ela está brincando com filmes e programas de televisão.

Você usa as palavras “Ordem Mundial”, e você tem pensamentos na sua cabeça que vêm de outras pessoas, que você nem sabe o que é e o que não é. Você não é nem sequer capaz de usar o seu próprio cérebro porque outros têm feito tal coisa por você, e você não nasceu de acordo com a Verdade. Você nasceu com 1000 milhões de anos de idade, mas está preso ao corpo que outros gostariam que você estivesse preso.

Existe apenas um. Um mundo – toda a água é uma única água. A ordem real é uma. Um é tudo, e todo o um é zero, nada, tudo. O mundo já está em ordem. O que você está falando e pensando é lavagem cerebral – usar a sua própria cabeça significaria renascer, e não resgatar os velhos pensamentos de novo.

A ordem é verdadeira em si mesma. Primeiro vem o ar. Ar – sem ele não há vida na Terra como eu a conheço e vivo. Destruir e distorcer o ar são fora de ordem. Governos, igrejas de dinheiro, nada disso significa nada. As pessoas do mundo da Terra estão tão distorcidas, loucas, e cheias de mentiras e medo, confusão, dúvidas, segredos, ganância, que elas são incapazes de perceber tal coisa mesmo que você as mostre.

Por mais de 100 anos, pessoas têm tentado mostrar o comando de que o ar é o número um. Mas pessoas dizem: “Quanto falta até que todo o ar da Terra seja perdido, e até todas as vidas terminarem?” “100 anos”. E o mesmo com relação à ordem de onde o ar vem: as árvores, as coisas verdades, água, e a sua ordem.

Dinheiro e medo, sexo, e outras coisas das ordens mundiais da morte falam mais alto. E a verdade real é acobertada, perdida do real pelos acobertamentos do que é irreal. E os falsos vencem novamente, e o tempo passa, e passa, carregando a ordem real para cima e para baixo, em círculos.

Muitas pessoas dizem que elas morreriam antes de ter que fazer isso ou aquilo, e elas têm idéias que elas dizem que acreditam, e que querem mudar as coisas. Mas quando ninguém está olhando, elas fazem o que mandam que elas façam, servindo a vontade dos outros – isso não é ordem, isso é desordem. Fora de ordem. E esse tipo de pensamento e comportamento acoberta a ordem real do “faça ou morra”.

Você está sentado aí, carros estão correndo, e o petróleo está destruindo o seu ar. A ordem diz: “Desligue esse carro, ou desista do seu ar”. Isso não tem nada a ver com o que é bom ou ruim. Existem pessoas que iriam para a guerra e destruiriam o seu próprio mundo, suas crianças, e a si mesmas, antes mesmo de serem capazes de ser verdadeiras com o que está dentro delas.

Eu esqueci o resto disso. Não existem motivos reais, porque não existe mais ninguém entre aqueles esquecidos do último chefe da cruz.

Se cuida,

- Charles Manson”

 Charles Manson responde sobre uma Nova Ordem Mundial

© 2011 ATWA Brasil


ATWA: Gerifalte como expressão de adaptação

atwa gerifalte ATWA: Gerifalte como expressão de adaptação

Enquanto o coletivo da humanidade trava a sua guerra sem limites contra ATWA, os nossos irmãos e irmãs em harmonia com a vontade de Deus, em defesa e preparação para o futuro contra-ataque, se organizam com as armas providas pela inteligência que dita as leis da sobrevivência. O falcão gerifalte é mais um exemplo da resistência de ATWA.

O gerifalte é uma espécie de falcão que vive no litoral ártico e nas ilhas da América do Norte, Europa e Ásia. É a maior de todas as espécies de falcão. Sendo bem adaptado ao clima frio, o gerifalte tem plumagem grossa e penas brancas, características que garantem a sua proteção no ambiente ártico. Um estudo recente descobriu uma característica muito original que essa espécie possui. Ela é a única ave de rapina (predatória) terrestre que faz seu lar nos icebergs flutuantes sobre os oceanos.

O estudo rastreou o movimento sazonal de 48 gerifaltes usando transmissores via rádio. Os pesquisadores descobriram que algumas das aves passaram a maioria dos meses de inverno sobre o oceano, usando gelo marítimo e icebergs como bases para planejamento de ataques. Trata-se de um fato inédito com relação a pássaros predadores, que não são adaptados à vida na água. O falcão não possui adaptações de aves marítimas como gaivotas, alcatrazes, andorinhas e patos. Também não têm pés adaptados para o nado, nem revestimento oleoso em suas penas para manter o corpo seco.

O que o gerifalte tem é garras fortes, alta velocidade, e uma impressionante capacidade de capturar presas voadoras. Porque ele caça outras aves, não é necessário mergulhar na água. O falcão voa acima das ondas e, usando sua velocidade, captura aves marinhas e as leva ao seu iceberg para alimentação.

Há muito tempo que os gerifaltes têm impressionado os seres humanos com seu domínio dos céus. A ave é ainda hoje representada no brasão de armas da Islândia. Durante a época medieval, foi considerado um pássaro real em toda a Europa, Ásia e até mesmo no Egito, tão distante das terras árticas. Trata-se de um verdadeiro fenômeno da adaptação de vida.

 ATWA: Gerifalte como expressão de adaptação

© 2011 ATWA Brasil


8 de Junho: “Dia Mundial dos Oceanos”

atwa diadosoceanos 8 de Junho: Dia Mundial dos Oceanos

Foi estabelecido que o dia 8 de junho marcasse o “Dia Mundial dos Oceanos”.

Para ATWA, todos os dias são o “Dia Mundial dos Oceanos”. Sem os oceanos, não existe vida.

O sábio mártir Charles Manson diz: “Os seres humanos são uma parte da natureza, e não separados da natureza. Nós precisamos do ar, mas o ar não precisa de nós. Precisamos também de água, mas a água não exige que a humanidade exista. Por isso, devemos tomar medidas para conservar o nosso ar, as nossas árvores, a nossa água”.

Em todo caso, a data é válida para que todos considerem tudo o que os oceanos têm a nos ensinar – do fornecimento de oxigênio para a regulação do clima à beleza e perfeição da vida no mundo subaquático.

É um dever da humanidade reverenciar os oceanos, sempre. Problemas criados por nós, como a desestabilização do clima, os resíduos de plástico, o excesso de pesca e as catástrofes ambientais humanas, como o derramamento de petróleo em águas profundas, ameaçam danificar nossos oceanos além do que é possível resgatar.

Onde quer que você esteja no mundo, há diversas formas de se envolver na guerra para resgatar ATWA. Por que não começar hoje, se aliando a nossos oceanos?

Comprometa-se a reduzir seu impacto ambiental, e hospede a sua própria celebração dos mares.

 8 de Junho: Dia Mundial dos Oceanos

© 2011 ATWA Brasil


Humanidade acelera a guerra contra ATWA

atwa humanidadeemguerra Humanidade acelera a guerra contra ATWA

Enquanto as confabulações continuam, os inimigos da Vida incansavelmente ampliam suas ações para acelerar a queda a caminho da desintegração. Em afronta a ATWA, foi confirmado que a emissão de gases do efeito estufa bateu recorde em 2010, na maior liberação de carbono na atmosfera já registrada. O relatório da Agência Internacional de Energia (AIE) diminui as esperanças de manter o aquecimento global em níveis considerados “seguros”.

As emissões de dióxido de carbono (CO2), o principal gás do efeito estufa, cresceram 5% no ano passado em relação ao recorde anterior, de 2008. Em 2009, as emissões haviam caído graças à crise financeira global, que reduziu a atividade econômica – o que, mais claro do que nunca, mostrou o caminho para a solução.

Essas informações significam que o objetivo de prevenir um aumento de temperatura de mais de dois graus Celsius – que cientistas dizem ser o limite para mudanças climáticas potencialmente perigosas – deve se tornar apenas mais uma utopia.

No último ano, 30,6 gigatoneladas de CO2 foram despejadas na atmosfera, oriundas principalmente de queimas de combustíveis fósseis. Os países auto-intitulados “desenvolvidos” foram responsáveis por 40% das emissões totais em 2010, mas responderam por apenas 25% do aumento com relação ao ano anterior. Países classificados como “em desenvolvimento”, como o Brasil, a China e a Índia, registraram aumento proporcionalmente maior em termos de emissões.

E assim, dia após dia, a humanidade acelera a sua guerra contra ATWA – a ordem de todas as vidas. Mas ATWA era ATWA antes de o homem ser homem. Continuará a ser ATWA quando o homem se destruir – e os irmãos e irmãs de ATWA estão ansiosos pelo golpe final.

 Humanidade acelera a guerra contra ATWA

© 2011 ATWA Brasil


Sobre a matéria da revista Vanity Fair (1)

manson arcomodeus Sobre a matéria da revista Vanity Fair (1)

A revista espanhola Vanity Fair publicou em sua edição de maio de 2011 uma matéria sobre Charles Manson e ATWA. O artigo causou um enorme alvoroço entre os meios de comunicação americanos. Um dia depois de publicado, centenas de websites fizeram seus comentários, e a mídia sensacionalista não perdeu a oportunidade de vender um pouco mais de medo a seus leitores.

Nós colaboramos diretamente com o artigo. Um jornalista da Vanity Fair entrou em contato conosco para conversar sobre Charles Manson e ATWA. Ele nos pediu formalmente para entrevistar Manson pelo telefone. Manson concordou em ceder a entrevista, e nós organizamos uma estrutura para transferir as chamadas de Manson para o jornalista. Também colaboramos com a gravação da entrevista, e tivemos a oportunidade de corrigir algumas citações que haviam sido mal interpretadas pelo jornalista, entre outras coisas. Também fornecemos materiais e documentos privados para que o jornalista pudesse expandir seu artigo e oferecer “algo novo” – como ele havia prometido fazer.

No presente momento, nos reservamos o direito de não comentar em profundidade sobre o devido artigo. Isso será feito em outro momento.

Em qualquer caso, surgiu uma enorme confusão como conseqüência do devido artigo. Alguns meios de comunicação sensacionalistas não fizeram seu trabalho honestamente (como era esperado), e traduziram (propositalmente) errado algumas palavras de Charles Manson do espanhol para o inglês.

Para esclarecer essa confusão, segue abaixo, em português, o que Manson realmente disse sobre o presidente americano Barack Obama, e sobre o seu suposto advogado, Giovanni Di Stefano, entre outras coisas que foram mal traduzidas:

David Lopez (Vanity Fair): Sr. Manson, agora que você está falando sobre as notícias, o que você pensa do Obama?
Charles Manson: Obama?

David Lopez (Vanity Fair): Sim, o que você acha dele?
Charles Manson: Acho que ele é tolo por fazê-lo (esse trabalho). Eu não sei como o enganaram para que ele acabasse o fazendo. Alguém o enganou para ele cair ali. Ele não entende o que estão fazendo com ele. Estão jogando com ele.

David Lopez (Vanity Fair): Mas você gosta dele? Você acha que ele dá algum tipo de esperança ou não?
Charles Manson: Eu não tenho espaço para gostar ou desgostar. Eu estabeleço a verdade. Eu não gosto ou desgosto.

David Lopez (Vanity Fair): Sr. Manson, você tem um novo advogado, Giovanni Di Stefano, que está trabalhando para tirá-lo da prisão.
Charles Manson: Não, ele é apenas mais um católico. Essa é uma conspiração dos católicos para roubar a minha vida e usar a minha vida para o que os sicilianos da Máfia estão fazendo. Ele é um mafioso. É o mesmo promotor, mas com um rosto diferente. Isso é tudo.

David Lopez (Vanity Fair): Você acha que representa um perigo para a sociedade? Ou como você gostaria de chamar isso… o sistema?
Charles Manson: O sistema. O sistema é dinheiro, apenas isso. E eles se recusam a me dar o meu dinheiro. Todo mundo está fazendo milhões. Você sabe quanto dinheiro as pessoas ganharam usando a minha vida? E você pensa que eu gostaria de me ajustar a aquilo? Eu sou muito pior do que aquilo. É isso o que eu faço para poder ser melhor do que aquilo. Eu não posso ser melhor do que aquilo a não ser que eu seja muito pior do que aquilo. Porque aquilo é pior do que eu conseguiria imaginar, e eu não faria tal coisa. Eu não faria metade das coisas que eles fazem, e é isso o que eu lhe disse sobre o presidente. Eu não sei como eles o enganaram para que ele aceitasse aquele emprego, mas ele aceitou.

David Lopez (Vanity Fair): Existe alguma solução? Algo que pode ser feito para evitar isso (a destruição da vida)?
Charles Manson: Estou te falando. Todas as vezes que eu saí da prisão, o deserto estava mais morto do que antes. Os veados se foram, não foram mais lá. Os insetos desapareceram, e as abelhas não existem mais. Os pássaros não voam mais por lá. Como pode?

David Lopez (Vanity Fair): Então não existe uma solução para corrigir isso?
Charles Manson: Sim, tem uma solução. Uma única solução: todos nesse mundo têm que aceitar Deus – o nosso ar – e trabalhar para Deus – o nosso ar. Todos no mundo têm que aceitar o ar como Deus. Aceite o ar como Deus, porque sem ar vocês não existem. Se vocês querem existir, vocês têm que existir com o ar. Vocês têm que parar de guerrear contra o ar. O pecado de vocês é contra vocês mesmos – é o seu pecado contra o ar. O ar é tudo o que vocês têm. Se você está ganhando dinheiro e vendendo o seu ar, você está vendendo a sua própria vida. Você está comprando e vendendo a sua própria destruição. Esse sistema que diz que eu não sou bom, que eu represento um perigo – eu posso ser um perigo para a sua estupidez e para a sua ignorância, mas eu não represento um perigo para formas de vida inteligentes. Eu não represento um perigo para as pessoas que querem existir nesse planeta.

E com isso, encerramos esse comunicado. Em breve, falaremos mais sobre a entrevista com a revista Vanity Fair.

 Sobre a matéria da revista Vanity Fair (1)

© 2011 ATWA Brasil


Charles Manson: “Essa é a família da América…”

manson familiadaamerica Charles Manson: Essa é a família da América...

“Temos de fazer as coisas que devemos fazer. Isso não significa que há uma escolha. A escolha é apenas sobre como deve ser feito. Mas é necessário fazer. Como fazê-lo, é um episódio que cada mente e cada forma de vida inteligente deve trabalhar por si. Isso deve ser feito de qualquer maneira, pelo amor e pela vida que reconhecem como a sua própria família.

Essa é a família da América. Nós devemos nos concentrar no continente da América para unificar o nosso dinheiro, nossas perspectivas, nossa ordem social, nossos estilos de vida, e fazer as coisas que nós precisamos fazer com o tempo que ainda nos resta, e que não é muito. Resta-nos uma pequena quantidade de tempo.

Deus é Deus, e não há como escapar disso. Tem que ser o que deve ser para que funcione. Não é algo difícil de entender. Todas as crianças entendem isso pela seleção natural. É o alfa; é a simplicidade dos controles de poder. O poder é a inteligência. A inteligência funciona. A natureza é natural, e tem que ser para que ela exista.

Não é uma equação complicada. É tão simples que até alguém estúpido como eu pode compreender. E eu me considero um estúpido porque eu nunca fui às suas escolas, e porque eu não sou educado em suas maneiras. Eu tenho a minha própria mente, e eu compreendo as coisas por mim mesmo. Eu não existo em seus padrões. Eu não existo nos seus programas educacionais. Eu sou tudo o que eu sou capaz de aprender a partir da minha própria inteligência, vindo de dentro – e deve vir de dentro.

Nós precisamos nos reorganizar. E eu digo que ATWA pode direcionar essa guerra. Vocês não podem pará-la, mas podem direcioná-la. Vocês podem redirecionar a guerra para o verdadeiro problema.”

- Charles Manson (Janeiro de 2011)

 Charles Manson: Essa é a família da América...

© 2011 ATWA Brasil


Algumas contradições sobre quem é Charles Manson

manson hollywood Algumas contradições sobre quem é Charles Manson

Considerando os esforços recentes e as boas notícias quanto à possibilidade da libertação de Charles Manson após esses 42 anos de detenção ilegal (leia sobre isso aqui), é oportuno destacar as mentiras e fabricações elaboradas pelo promotor que condenou Manson em 1969, Vincent Bugliosi. Uma dessas falsas afirmações faz parte do perfil de Manson que Bugliosi criou para o júri popular que veio a condená-lo.

No tribunal, Bugliosi alegou que desde o primeiro minuto que Charles Manson foi libertado da prisão de Terminal Island, em 1967, ele estava “cheio de ódio pela humanidade”, e seu propósito era viajar até São Francisco para decidir qual seria o seu “alvo”. O fato de que Manson realmente pediu aos oficiais da prisão de Terminal Island para não ser libertado foi usado por Bugliosi para justificar esse “ódio” que Manson estaria sentindo. Na realidade, Manson pediu para continuar preso alegando o seguinte: “Não conheço ninguém lá fora, e não conheço aquele mundo. Todos os meus amigos estão aqui. Esse é o meu lar”. Simples assim.

De qualquer maneira, nada do que veio à tona sobre Manson desde então (por exemplo, documentos, palavras em áudio, entrevistas) apóia essa teoria de Bugliosi. Em primeiro lugar, a primeira menina que Manson conheceu ao sair de Terminal Island, Mary Brunner, decidiu viver com ele por sua espontânea vontade, assim como todos aqueles que se tornaram erroneamente conhecidos como “seguidores” de Manson. Se essa palavra deve ser usada, então eram eles que o seguiam, e não Manson que os forçava de qualquer maneira ou os “programava”, como Bugliosi também afirmou.

Todas as informações que existem sobre Charles Manson nesses primeiros anos fora da prisão (1967 e 1968) indicam que ele era um homem muito calmo e cheio de amor. Bugliosi criou a percepção de que Manson é racista (e para os ignorantes, a suástica em sua testa serve de comprovação dessa acusação), mas existem inúmeras ocasiões nessa época em que Manson é abertamente anti-racismo (por exemplo, a entrevista para a Universal Studios em 1967). Quanto a isso, aqui está mais uma contradição do promotor: os supostos “seguidores” de Manson usavam muitas citações anti-racismo. Se eles estavam “programados” por Manson, então não seria essa postura anti-racismo também uma emulação do que Manson pensava e dizia? Mas toda a teoria de Bugliosi que convenceu o júri e condenou Manson está baseada no fato de que ele é racista. De fato, não faz nenhum sentido.

Em uma entrevista realizada com Manson na Universal Studios em 1967, quando ele estava gravando as canções que mais tarde iriam aparecer nos álbuns “Lie: The Love and Terror Cult” e “All The Way Alive” (note, por curiosidade, as iniciais de A-T-W-A nesse título), ele afirma que é “contra todos os tipos de guerra”. A postura documentada de Manson e as informações de seus amigos da época confirmam essa afirmação. Mas se ele era anti-guerras, como é que ele poderia estar tramando o início de uma guerra racial, como o promotor Bugliosi propôs? A questão é bem simples: a suposta guerra racial que Bugliosi tentou – e conseguiu – jogar sobre Charles Manson era um conflito armado que Manson comentou que havia ouvido falar sobre na prisão de Terminal Island. Tratava-se de um ataque que estava sendo planejado de dentro das prisões para muçulmanos negros atacarem civis brancos americanos do lado de fora. Esse ataque de fato aconteceu, em São Francisco em 1973, e tornou-se conhecido como “Zebra Murders” (em português, “Assassinatos da Zebra”).

Naturalmente, imagina-se que um homem “cheio de ódio pela humanidade”, “racista” e envolvido em maquinar uma “guerra racial” – como é o perfil de Manson criado por Bugliosi – falaria desses temas, ou ao menos mencionaria algo sobre isso alguma vez, quem sabe até em suas próprias músicas? Mas não. Nada registrado de Manson em seus anos fora da prisão (1967 – 1969) condizem com esse perfil criado pelo promotor. As suas músicas gravadas nessa época falavam sobre amor, sobre o deserto, sempre com o tema anti-guerra. As suas palavras registradas nessa época são todas anti-racismo, anti-violência, anti-ódio. Elas fazem todo o sentido se comparadas ao que os amigos de Manson da época falavam sobre ele, mas de forma alguma apóiam a teoria vendida por Bugliosi para o júri popular.

Enfim, para tudo nesse caso existe uma explicação clara e lógica. É incrível como a história mirabolante criada pelo promotor Vincent Bugliosi em seu livro best-seller “Helter Skelter” convence tanta gente, enquanto a história verdadeira, que é simples, clara e coerente, é conhecida por tão poucos. Ao que tudo indica, Manson estava mesmo certo quando sentou naquela sala de julgamento: o povo realmente estava à procura de mais um filme de terror de Hollywood, e Manson recebeu o papel de vilão.

 Algumas contradições sobre quem é Charles Manson

© 2011 ATWA Brasil


As raízes das árvores como armas

atwa arvoresraizes As raízes das árvores como armas

Um estudo recente confirmou que as árvores possuem muito mais raízes do que precisam para capturar nutrientes do solo. Mais interessante do que isso é o fato de que as raízes superabundantes funcionam como armas para evitar o crescimento de outras árvores. Em outras palavras, a competição pela preservação da espécie e a contínua guerra pela sobrevivência – que se resume em “estar vivo” – são parte da vida das árvores e plantas. O instinto de sobrevivência não é uma bênção limitada aos animais.

Criar raízes exige energia, e a abordagem mais “eficiente” seria cada árvore ter apenas a quantidade suficiente para capturar a água e os nutrientes de que precisa. Mas ao invés disso, as árvores criam mais raízes não para ajudá-las a crescer com mais êxito, mas para fazer com que outras árvores enfrentem dificuldades ao crescer. No sistema resultante, as árvores que produzem menos raízes saem perdendo – um exemplo claro da lei da natureza, a lei dos mais fortes e adaptados.

O comportamento é análogo à batalha entre árvores para crescer mais alto e obter o máximo de luz do sol. Alguns cientistas (veja Ray Dybzinski) afirmam que esse comportamento “não é bem o ideal”, pois se elas pudessem de alguma forma concordar em cooperar, em vez de competir, todas poderiam ficar próximas ao solo e usar energia para alguma outra coisa, como criar sementes.

De fato, seria mesmo mais “eficiente”, “igualitário”, e até mesmo “justo” se cooperação fosse o método de desenvolvimento das árvores. Mas não seria natureza. Não seria a ordem natural. Seria o mundo dos homens – de emoções e julgamentos – e não o mundo dos que se submetem às ordens naturais da vida nesse planeta. A ordem de ATWA é uma: sobrevivência em harmonia com o todo da vida. Ar, árvores, água e animais como irmãos inseparáveis, indivisíveis. Não há espaço para que emoções, sonhos, desejos ou confortos os dividam.

Os homens têm muito a aprender com as árvores e com os animais.

 As raízes das árvores como armas

© 2011 ATWA Brasil


ATWA Brasil: “Charles Manson: Cadeia de Comando”

Abaixo, mais uma produção da ATWA Brasil: “Charles Manson: Cadeia de Comando”.

Uma nova conversa por telefone com Charles Manson, gravada em outubro de 2010. Ele fala sobre a necessidade de organizar uma força ativa para resgatar ATWA. O vídeo conta com legendas em português.

 ATWA Brasil: Charles Manson: Cadeia de Comando

© 2010 ATWA Brasil


Economias mundiais e a guerra contra ATWA

atwa economias Economias mundiais e a guerra contra ATWA

Costumamos não nos prender muito a estudos científicos e à confusão de números publicados todos os dias. Sabemos que isso faz parte do processo de desinformação do público: com tantos estudos e números contraditórios, é mais fácil manter as discussões entre as pessoas em um nível superficial e, dessa forma, coibi-las de agir contra o sistema que nos rege.

Mas aqui está um novo estudo que exibe com clareza a essência da guerra do homem contra ATWA. Trata-se do paralelo entre o suposto “avanço econômico” e a poluição do ar. Essas duas variáveis caminham juntas: quanto melhor vão as economias, mais poluição é liberada contra ATWA. Quando as economias se enfraquecem, porém, as taxas de poluição melhoram consideravelmente. Isso exibe o dilema da humanidade com lucidez: é necessário frear essa máquina, ou não haverá mais vida para contar a nossa história.

Durante o ápice da recessão mundial em 2009, as emissões de CO2 caíram paralelamente à desaceleração das atividades econômicas. Mas agora que o mundo percebe sinais modestos de recuperação, o ritmo da atividade econômica se acelerou novamente, assim como as emissões de CO2. Segundo um novo estudo, o planeta pode chegar a um nível recorde de emissões até ao final do ano de 2010 – uma prova do fracasso das negociações sobre a mudança do clima.

O novo estudo aponta que as emissões provenientes da queima de combustíveis fósseis foram 1,3% menores em 2009 do que no ano anterior – ainda assim, isso é menos da metade da queda que anteriormente havia sido prevista. Isso porque, enquanto algumas economias da América do Norte e Europa estavam em baixa, atividades em outros continentes foi crescente. O Reino Unido, por exemplo, teve emissões 8,6% mais baixas em 2009 do que em 2008. Números semelhantes podem ser aplicados para os Estados Unidos, Japão, França e Alemanha. No entanto, essas reduções foram compensadas por um crescimento constante em países como o Brasil e a China – esse último, sozinho, aumentou suas emissões em 8%.

O estudo prevê um aumento das emissões globais de mais de 3% em 2010, uma taxa de crescimento semelhantes à encontrada entre 2000 e 2008. Pode-se concluir, portanto, que nada mudou durante a última década.

Sendo assim, os homens estão carregando a vida do planeta Terra para o túmulo. O coletivo da humanidade parece ser incapaz de enxergar por cima das muralhas de desinformação que são erguidas todos os dias. Não agir é tomar uma posição de guerra contra ATWA. O sistema de vida humana atual não pode prosseguir – é suicídio coletivo. Mas pior do que isso: as vidas inocentes que caminham em harmonia com ATWA também são vítimas do nosso descaso.

A ignorância da humanidade é um crime contra o todo da vida, mas na ordem natural não existe impunidade.

 Economias mundiais e a guerra contra ATWA

© 2010 ATWA Brasil