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Novo cartão postal enviado por Charles Manson

manson diasbons Novo cartão postal enviado por Charles Manson

Abaixo, um novo cartão postal enviado por Charles Manson da cela solitária onde ele atualmente se encontra. Ele diz:

cartao14 frente Novo cartão postal enviado por Charles Manson

“Eu nasci em um pequeno quarto, e ele é uma bênção e um refúgio. Deram-me comida, um colchão macio para me deitar, um travesseiro sexy. É um novo quarto, mas parece que alguém tem vivido aqui. Eu o chamo de ‘aqui’, se é que ele tem um nome. Porta de ferro e uma janela que não se abre. Um rolo de pão, cereais com mel, chá, e um dia inteiro somente meu. Eu reconheço que apenas reis e rainhas podem se dar o luxo de não fazer absolutamente nada o dia inteiro. Eu devo ter sido algum tipo de animal de estimação em uma vida passada, porque eu tenho vagas lembranças de dias assim. 365 dias x 43 anos de dias assim. Tudo bem, mas eu sinto que esse será um pouco melhor que os outros. Quando eu era mais velho e acreditava no que me era dito, eu tinha dias ruins. Mas aí eu descobri que os ‘meus eus’ não tinham dias ruins, apenas dias. E todos os ‘meus eus’ poderiam chama-los como quisessem. Eles podiam produzir esse jogo de todos os dias bons, sempre”.

- Charles Manson

 Novo cartão postal enviado por Charles Manson

© 2012 ATWA Brasil


O pecado de descobrir o Lago Vostok

atwa lagovostok O pecado de descobrir o Lago Vostok

Depois de 30 anos de pesquisas e perfurações, um grupo de pesquisadores russos está perto de desvendar o pré-histórico Lago Vostok, situado na Antártida, que permanece enterrado sob aproximadamente 3,800 metros de gelo há mais de 14 milhões de anos. Apesar de ainda enterrado, o lago é o terceiro maior do planeta baseado na quantidade de água que abriga.

No início da década de 1990, um estudo russo recriou a história da atmosfera da Terra durante os últimos 400 mil anos – uma documentação do ar do planeta durante as quatro últimas eras glaciais. Para espanto dos pesquisadores, o Lago Vostok apresentou taxas de oxigênio 50 vezes maiores do que é encontrado comumente em outros lagos de água doce. Essa concentração altíssima poderia ser explicada pelo enorme peso e pressão da calota polar continental sobre o lago, mas ainda permanece um mistério.

A maior curiosidade dos cientistas no momento é determinar se algum tipo de vida existe no Lago Vostok. Em todo caso, seria um organismo extremófilo – uma forma de vida adaptada para sobreviver em ambientes extremos. Essa vida precisaria suportar pressões altíssimas, frio constante, escassez de nutrientes, taxas de oxigênio incomuns, e ausência de luz solar. Segundo os cientistas russos, as condições de vida do Lago Vostok são tão distintas que se assemelhariam mais ao que pode ser encontrado em Europa (uma lua de Júpiter) ou Enceladus (uma lua de Saturno) do que a qualquer outro ambiente já descoberto pelo homem moderno. Em outras palavras, a vida a ser encontrada no Lago Vostok pode muito bem exemplificar outros tipos de vida que podem ser encontradas fora da Terra.

De fato, o Lago Vostok tem embriagado a curiosidade do homem. Mas qual será o custo disso?

Como tudo que o homem toca, não se sabe as verdadeiras consequências até que elas se pronunciem. Isso porque quem dita as leis da vida e da morte é ATWA – e não o homem. Algumas coisas foram simplesmente feitas para serem preservadas. A curiosidade do homem, por mais interessante que possa parecer, é trivial demais para contrariar a vontade do que chamamos de Deus – a inteligência que rege a ordem natural de todas as vidas. Trivial demais para ser considerada séria, e séria demais para ser considerada apenas uma trivialidade.

 O pecado de descobrir o Lago Vostok

© 2012 ATWA Brasil


Charles Manson: “A Nova Ordem Mundial vem de dentro”

manson rancho Charles Manson: A Nova Ordem Mundial vem de dentro

“A Nova Ordem Mundial vem de dentro. Não existem ditadores ou líderes, nós já fizemos tudo isso. Você percebe isso? Nós já fomos Hitler, Mussolini e Stalin, já fizemos tudo isso. Então se não voltarmos para trás, estaremos apenas de cabeça para baixo, pegando o que já foi feito antes e usando de novo. Usando tudo! Cada gota do sangue que já foi derramado pelos mártires. Nós temos o rancho porque tudo o que os mártires estão fazendo agora é se explodindo para tentar chegar ao rancho”.

- Charles Manson

 Charles Manson: A Nova Ordem Mundial vem de dentro

© 2011 ATWA Brasil


Carta de Charles Manson enviada da solitária

envelope derek nov2011 Carta de Charles Manson enviada da solitária

carta derek nov2011 Carta de Charles Manson enviada da solitária

Abaixo, uma carta enviada recentemente por Charles Manson a partir da cela solitária em que ele se encontra desde a primeira semana de outubro de 2011:

“Minha caixa de cartas e eu fomos levados embora. Minhas coisas seguiram por um caminho, e o meu corpo foi colocado em outra jaula. Todas as minhas coisas foram parar com quem o maior cachorro estava cuidando. Parece que minhas coisas sempre vão parar com alguma mulher sargento negra, ou pessoas que eu não posso ver. Talvez foram para a China ou para a Índia, de novo.

Todos são. Todos são Deus.

Sinceramente,

Vincent Bugliosi, de trás para frente e de cabeça para baixo há 43 anos.”

 Carta de Charles Manson enviada da solitária

© 2011 ATWA Brasil


Atualização sobre Charles Manson (10/10/2011)

manson 2010 Atualização sobre Charles Manson (10/10/2011)

Confirmamos que Charles Manson foi encaminhado para o regime de prisão solitária essa semana. As primeiras informações indicam que ele deverá permanecer segregado por um período de um ano, mas algumas condições podem reduzir esse tempo.

Caso Manson permaneça no regime de solitária até novembro de 2012, quando acontecerá a sua próxima audiência de liberdade condicional, ele será forçado a atendar a audiência com algemas nas mãos, pés, e torso.

Durante o período em regime de solitária, Manson não poderá receber visitas nem fazer ligações telefônicas. Ele poderá enviar e receber cartas, mas todas as correspondências serão copiadas e lidas pelos oficiais da prisão, e longos atrasos devem ser esperados.

Manteremos todos atualizados sobre novas informações.

 Atualização sobre Charles Manson (10/10/2011)

© 2011 ATWA Brasil


Charles Manson: Ligação telefônica de 26/09/2011

manson musicaparadeus Charles Manson: Ligação telefônica de 26/09/2011

Abaixo, algumas citações de Charles Manson tiradas de uma ligação telefônica para a ATWA Brasil na noite de 26 de setembro de 2011:

“Eu tenho tentado te ligar mais vezes, cara. Mas têm nove milhões de pessoas em cima de mim aqui, e qualquer coisa que eu queira fazer eles querem impedir que eu a faça. Você sabe como isso funciona: todos têm tentado cercar a minha realidade para então poder viver a realidade deles mesmos.”

“Você sabe, eu não toco música por orgulho. Eu faço música para Deus, não para pessoas, apesar de que algumas pessoas podem se relacionar com o que eu toco e com o que eu canto nas minhas canções. Mas música é a minha religião, cara. Música não é uma brincadeira para mim, não é entretenimento.”

“A minha música impede que eu fique louco. Quando eu estou todo acelerado e tal, minha música me ajuda a desacelerar e a relaxar. Eu estou sempre no ritmo da minha música.”

“Sim, eu tenho tocado e cantado. Mas eu não posso ter um gravador aqui, porque eles não querem assustar as pessoas aí fora, entende? [Ha Ha Ha] Eles têm medo da minha música, cara, você acredita nisso?”

“Você recebeu o dinheiro que eu lhe enviei? Eu não queria fazer aquela entrevista de graça, entende? Porque se você concordar em fazer de graça, aí eles dizem que foi você quem correu atrás deles implorando por uma entrevista. Então você lembra daquela foto que você me enviou em que você estava naquela floresta, com todo aquele verde? Então, o dinheiro é para você dar para aquelas árvores e aquele verde, cara.”

- Charles Manson (26 de setembro de 2011, 23:42 horas, horário de Brasília)

 Charles Manson: Ligação telefônica de 26/09/2011

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Reino da Vida de ATWA: Elefante-africano

atwa elefante Reino da Vida de ATWA: Elefante africano

O sábio mártir Charles Manson disse: “A vinda de Deus não será para a glória das pessoas, mas para o Reino da Vida – ou seja, para os insetos, pássaros, peixes, árvores…”.

Nesse contexto, cabem aos homens conhecer e respeitar a perfeição da ordem de ATWA, contemplando e se ajoelhando perante aqueles verdadeiramente escolhidos como representantes da vontade de Deus nesse planeta.


Elefante-africano (Loxodonta africana)

Tipo: Mamífero
Dieta: Herbívora
Tempo de vida média na natureza: Até 70 anos
Tamanho: 2200 kg a 6400 kg
Agrupamento social: Manada
Estado de proteção: Ameaçado

O elefante-africano é o maior animal terrestre encontrado hoje na Terra. Eles são um pouco maiores do que seus primos asiáticos, e podem ser identificados por suas orelhas maiores, que se assemelham ao formato do continente africano. As orelhas do elefante-africano irradiam calor para ajudar a manter esses animais de grande porte confortáveis no incansável calor da África.

A tromba do animal tem mais de 100 mil músculos diferentes, e é usada para cheirar, respirar, beber, e também para manejar objetos. A tromba, aliás, é outra característica que pode ser usada para diferenciar o elefante-africano do elefante-asiático: enquanto o africano tem duas aberturas na extremidade da sua tromba, os seus parceiros asiáticos têm apenas uma.

Machos e fêmeas têm presas, usadas para cavar no solo à procura de alimento e água e também como arma em disputas com outros animais – nesse caso, apenas os machos têm o costume de usar as presas como arma. A beleza das presas do elefante-africano, aliás, é uma das características que motivam os inimigos da Vida a caçá-los – em parte pelo alto valor do marfim no mercado de exploração animal, e em parte pela inveja da evidente inferioridade humana. A caça de elefantes para o comércio do marfim continua a ser a maior ameaça à existência da espécie.

Irmãos e irmãs de ATWA, soldados pela beleza de todas as vidas e pela perfeição da ordem natural, informem-se sobre o Reino da Vida.

 Reino da Vida de ATWA: Elefante africano

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Charles Manson e a caverna subterrânea de Death Valley

atwa deathvalley Charles Manson e a caverna subterrânea de Death Valley

Existem muitas histórias sobre a existência de uma “cidade subterrânea” no deserto californiano de Death Valley – onde Charles Manson foi preso pela última vez em 1969, e por onde costumava sair em longas expedições de exploração que poderiam durar dias. Entre as centenas de exploradores que se aventuram até hoje por um dos desertos mais perigosos e desafiadores do mundo, de tempo em tempo sempre surge algum deles com alguma credibilidade para alimentar a história sobre a existência de tal cidade misteriosa.

O autor americano Bourke Lee é um dos mais recentes instigadores dessa história. Em seu livro “Death Valley Men” (em português, “Homens de Death Valley”), no capítulo intitulado “Old Gold”, ele descreve uma conversa que teve com um pequeno grupo de residentes do deserto de Death Valley, na Califórnia. O assunto da conversa de Lee tratava de lendas dos índios Paihute, nativos americanos que habitaram a região no passado. Foi quando dois dos residentes de Death Valley revelaram suas experiências com uma “cidade subterrânea” no deserto californiano, descoberta depois de terem descido através de um buraco no fundo de uma antiga mina de ouro abandonada (ainda comuns na região).

Segundo esses moradores de Death Valley, a descida pelo buraco revelou uma caverna natural subterrânea. Eles teriam caminhado por cerca de 30 km nessa caverna, passando sob as Montanhas de Panamint. Para seu espanto, os dois homens se depararam com uma enorme e antiga cidade cavernosa, com múmias perfeitamente preservadas, espadas e lanças de ouro, entre outras coisas.

A cidade havia aparentemente sido abandonada há séculos. Exceto pelas múmias, todo o resto do sistema subterrâneo aparentava ser muito antigo. Descobriu-se que a caverna era iluminada por um sistema engenhoso de luzes formado a partir da queima de gases subterrâneos. Eles afirmaram ter visto uma enorme mesa redonda em meio a um hall separado, que poderia ter sido uma antiga sala de reuniões. E muito mais: enormes estátuas de ouro sólido, cofres de pedra cheios de barras de ouro e pedras preciosas de todos os tipos, carrinhos de mão feitos de pedra que eram perfeitamente equilibrados e cientificamente construídos ao ponto de que até uma criança poderia facilmente usá-los, e enormes portas de pedra cavadas a partir das paredes da caverna. Os exploradores teriam seguido em direção norte, e descoberto uma subida que se abria para uma série de aberturas arcadas que saíam em meio às Montanhas de Panamint. De uma dessas saídas, percebeu-se visivelmente que o vale abaixo era mesmo coberto de água no passado, e concluiu-se que as aberturas arcadas serviam como ancoradouros para pequenas embarcações, além de entradas para as cavernas subterrâneas. Os exploradores disseram ser possível avistar Furnace Creek e Golar Wash a partir dessas saídas – duas áreas que Charles Manson visitou em suas explorações, e documentou com desenhos e marcações pelo deserto californiano.

Os dois exploradores teriam levado algumas peças do tesouro encontrado, e apresentado a cientistas do Smithsonian Institute a fim de registrar a descoberta de uma nova “maravilha do mundo”. Mas a história não convenceu os cientistas, especialmente porque os dois homens foram incapazes de localizar novamente o buraco que levava para a caverna subterrânea. Segundo eles, as peças do tesouro permanecem com o Smithsonian Institute hoje, que desde então tem investido em localizar a caverna independentemente. Considerando a ininterrupção de pequenos terremotos, desagregações e outras mudanças do cenário do deserto de Death Valley (comumente documentados), entende-se que o acesso à misteriosa caverna também se altere com frequência, podendo até desaparecer por anos e reaparecer em outros locais tempos depois. Esse é um obstáculo que tem sempre dificultado enormemente as pesquisas dos cientistas californianos.

Em 1946, o Dr. F. Bruce Russell, um doutor aposentado da Universidade de Cincinnati, também contou uma história similar sobre ter descoberto uma estranha caverna subterrânea em Death Valley. O Dr. Russell afirmou ter encontrado uma enorme sala subterrânea da qual saíam diversos túneis em diferentes direções. Um desses túneis teria o levado para outro hall maior, onde ele teria encontrado três múmias em estados de conservação surpreendentes. Segundo o doutor, artefatos encontrados no local aparentavam ter uma combinação de designs egípcios e nativo americanos. Até então, a história do Dr. Russell era muito semelhante a outras contadas por muitos exploradores do passado sobre as descobertas em Death Valley, mas o doutor foi além: segundo ele, as múmias eram enormes, com mais de dois metros e meio de altura.

Ao contrário dos dois atuais residentes de Death Valley entrevistados pelo autor Bourke Lee, o Dr. Russell foi capaz de encontrar a caverna subterrânea novamente, levando com ele outros exploradores que, após confirmarem a existência do local, abriram uma empresa chamada “Amazing Explorations” para lucrar com a grande descoberta. Mas pouco tempo depois o Dr. Russell desapareceu, e com ele a rota de acesso para a caverna. Meses mais tarde, o carro do doutor foi encontrado, com um radiador furado, em uma área remota de Death Valley. A sua maleta ainda estava no carro, mas ninguém nunca mais ouviu falar do Dr. Russell.

Apesar dos diversos relatos sobre a existência de uma “cidade subterrânea” sob o deserto de Death Valley, de lendas nativas a casos recentes, alguns inclusive bem documentados, as expedições de Charles Manson pelo deserto californiano têm sido há anos ridicularizadas pela mídia corporativa americana.

A transformação de dezenas de carros de rua em jipes preparados para o deserto, os galões de combustível abandonados por Death Valley, os equipamentos de mergulho apreendidos com Manson, os mapas desenhados a mão por ele – são evidências de que Manson procurava algo no deserto. E Charles Manson, ainda hoje, mais de 40 anos depois, não deixa de mencionar a seus amigos sobre um tal de “poço sem fundo”, que estaria cheio de água, e que seria um acesso que ele havia encontrado para um “mundo subterrâneo” em Death Valley. Manson inclusive diz ter cruzado a fronteira para o México uma vez através de túneis subterrâneos, que poderiam chegar até o deserto californiano. Mas assim como quase tudo que cerca o caso de Manson, coisas curiosas e interessantes assim são sempre caricaturadas, perdendo o seu verdadeiro valor.

Mas afinal, teria Charles Manson descoberto outro acesso à misteriosa “cidade subterrânea” de Death Valley?

Os irmãos e irmãs da ATWA Brasil estarão no deserto de Death Valley, na Califórnia, no final de 2011. Com todas as informações fornecidas por Charles Manson com o passar dos anos, cópias dos seus mapas pessoais, e registros das autoridades californianas, partiremos para uma expedição a fim de localizar o suposto “poço sem fundo” na maravilhosa paisagem do deserto. Junte-se aos irmãos e irmãs de ATWA! Para mais informações, nos escreva para: contato@atwabrasil.com

 Charles Manson e a caverna subterrânea de Death Valley

© 2011 ATWA Brasil


ATWA Brasil: “Charles Manson: O medo faz real”

Abaixo, mais uma produção da ATWA Brasil: “Charles Manson: O medo faz real”.

Uma conversa por telefone da ATWA Brasil com Charles Manson, em que o Emissário de ATWA fala sobre o efeito do medo sobre os homens. Com legenda em português, cortesia da ATWA Brasil.

 ATWA Brasil: Charles Manson: O medo faz real

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ATWA Brasil: “Você pode ser ATWA!”

atwa seratwa ATWA Brasil: Você pode ser ATWA!

 ATWA Brasil: Você pode ser ATWA!

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A redescoberta do sapo arco-íris

atwa sapo arcoiris A redescoberta do sapo arco íris

Os cientistas estão exaltados após a surpreendente redescoberta de uma rã selvagem colorida não observada há mais de 87 anos, e nunca antes fotografada – até agora.

Abaixo, as únicas fotos existentes do sapo arco-íris:

 A redescoberta do sapo arco íris

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Sequoias-gigantes: Respeite ATWA!

A sequoia-gigante é a maior espécie de árvore conhecida no planeta Terra. A mais velha registrada possui 4.650 anos de idade, e se encontra no Parque Nacional da Sequoia, na Califórnia. Exemplares da sequoia-gigante foram documentadas com até 715 metros de altura e 8 metros de diâmetro.

Respeite ATWA!

atwa sequoia gigante Sequoias gigantes: Respeite ATWA!

 Sequoias gigantes: Respeite ATWA!

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ATWA: Gerifalte como expressão de adaptação

atwa gerifalte ATWA: Gerifalte como expressão de adaptação

Enquanto o coletivo da humanidade trava a sua guerra sem limites contra ATWA, os nossos irmãos e irmãs em harmonia com a vontade de Deus, em defesa e preparação para o futuro contra-ataque, se organizam com as armas providas pela inteligência que dita as leis da sobrevivência. O falcão gerifalte é mais um exemplo da resistência de ATWA.

O gerifalte é uma espécie de falcão que vive no litoral ártico e nas ilhas da América do Norte, Europa e Ásia. É a maior de todas as espécies de falcão. Sendo bem adaptado ao clima frio, o gerifalte tem plumagem grossa e penas brancas, características que garantem a sua proteção no ambiente ártico. Um estudo recente descobriu uma característica muito original que essa espécie possui. Ela é a única ave de rapina (predatória) terrestre que faz seu lar nos icebergs flutuantes sobre os oceanos.

O estudo rastreou o movimento sazonal de 48 gerifaltes usando transmissores via rádio. Os pesquisadores descobriram que algumas das aves passaram a maioria dos meses de inverno sobre o oceano, usando gelo marítimo e icebergs como bases para planejamento de ataques. Trata-se de um fato inédito com relação a pássaros predadores, que não são adaptados à vida na água. O falcão não possui adaptações de aves marítimas como gaivotas, alcatrazes, andorinhas e patos. Também não têm pés adaptados para o nado, nem revestimento oleoso em suas penas para manter o corpo seco.

O que o gerifalte tem é garras fortes, alta velocidade, e uma impressionante capacidade de capturar presas voadoras. Porque ele caça outras aves, não é necessário mergulhar na água. O falcão voa acima das ondas e, usando sua velocidade, captura aves marinhas e as leva ao seu iceberg para alimentação.

Há muito tempo que os gerifaltes têm impressionado os seres humanos com seu domínio dos céus. A ave é ainda hoje representada no brasão de armas da Islândia. Durante a época medieval, foi considerado um pássaro real em toda a Europa, Ásia e até mesmo no Egito, tão distante das terras árticas. Trata-se de um verdadeiro fenômeno da adaptação de vida.

 ATWA: Gerifalte como expressão de adaptação

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Sobre a matéria da revista Vanity Fair (1)

manson arcomodeus Sobre a matéria da revista Vanity Fair (1)

A revista espanhola Vanity Fair publicou em sua edição de maio de 2011 uma matéria sobre Charles Manson e ATWA. O artigo causou um enorme alvoroço entre os meios de comunicação americanos. Um dia depois de publicado, centenas de websites fizeram seus comentários, e a mídia sensacionalista não perdeu a oportunidade de vender um pouco mais de medo a seus leitores.

Nós colaboramos diretamente com o artigo. Um jornalista da Vanity Fair entrou em contato conosco para conversar sobre Charles Manson e ATWA. Ele nos pediu formalmente para entrevistar Manson pelo telefone. Manson concordou em ceder a entrevista, e nós organizamos uma estrutura para transferir as chamadas de Manson para o jornalista. Também colaboramos com a gravação da entrevista, e tivemos a oportunidade de corrigir algumas citações que haviam sido mal interpretadas pelo jornalista, entre outras coisas. Também fornecemos materiais e documentos privados para que o jornalista pudesse expandir seu artigo e oferecer “algo novo” – como ele havia prometido fazer.

No presente momento, nos reservamos o direito de não comentar em profundidade sobre o devido artigo. Isso será feito em outro momento.

Em qualquer caso, surgiu uma enorme confusão como conseqüência do devido artigo. Alguns meios de comunicação sensacionalistas não fizeram seu trabalho honestamente (como era esperado), e traduziram (propositalmente) errado algumas palavras de Charles Manson do espanhol para o inglês.

Para esclarecer essa confusão, segue abaixo, em português, o que Manson realmente disse sobre o presidente americano Barack Obama, e sobre o seu suposto advogado, Giovanni Di Stefano, entre outras coisas que foram mal traduzidas:

David Lopez (Vanity Fair): Sr. Manson, agora que você está falando sobre as notícias, o que você pensa do Obama?
Charles Manson: Obama?

David Lopez (Vanity Fair): Sim, o que você acha dele?
Charles Manson: Acho que ele é tolo por fazê-lo (esse trabalho). Eu não sei como o enganaram para que ele acabasse o fazendo. Alguém o enganou para ele cair ali. Ele não entende o que estão fazendo com ele. Estão jogando com ele.

David Lopez (Vanity Fair): Mas você gosta dele? Você acha que ele dá algum tipo de esperança ou não?
Charles Manson: Eu não tenho espaço para gostar ou desgostar. Eu estabeleço a verdade. Eu não gosto ou desgosto.

David Lopez (Vanity Fair): Sr. Manson, você tem um novo advogado, Giovanni Di Stefano, que está trabalhando para tirá-lo da prisão.
Charles Manson: Não, ele é apenas mais um católico. Essa é uma conspiração dos católicos para roubar a minha vida e usar a minha vida para o que os sicilianos da Máfia estão fazendo. Ele é um mafioso. É o mesmo promotor, mas com um rosto diferente. Isso é tudo.

David Lopez (Vanity Fair): Você acha que representa um perigo para a sociedade? Ou como você gostaria de chamar isso… o sistema?
Charles Manson: O sistema. O sistema é dinheiro, apenas isso. E eles se recusam a me dar o meu dinheiro. Todo mundo está fazendo milhões. Você sabe quanto dinheiro as pessoas ganharam usando a minha vida? E você pensa que eu gostaria de me ajustar a aquilo? Eu sou muito pior do que aquilo. É isso o que eu faço para poder ser melhor do que aquilo. Eu não posso ser melhor do que aquilo a não ser que eu seja muito pior do que aquilo. Porque aquilo é pior do que eu conseguiria imaginar, e eu não faria tal coisa. Eu não faria metade das coisas que eles fazem, e é isso o que eu lhe disse sobre o presidente. Eu não sei como eles o enganaram para que ele aceitasse aquele emprego, mas ele aceitou.

David Lopez (Vanity Fair): Existe alguma solução? Algo que pode ser feito para evitar isso (a destruição da vida)?
Charles Manson: Estou te falando. Todas as vezes que eu saí da prisão, o deserto estava mais morto do que antes. Os veados se foram, não foram mais lá. Os insetos desapareceram, e as abelhas não existem mais. Os pássaros não voam mais por lá. Como pode?

David Lopez (Vanity Fair): Então não existe uma solução para corrigir isso?
Charles Manson: Sim, tem uma solução. Uma única solução: todos nesse mundo têm que aceitar Deus – o nosso ar – e trabalhar para Deus – o nosso ar. Todos no mundo têm que aceitar o ar como Deus. Aceite o ar como Deus, porque sem ar vocês não existem. Se vocês querem existir, vocês têm que existir com o ar. Vocês têm que parar de guerrear contra o ar. O pecado de vocês é contra vocês mesmos – é o seu pecado contra o ar. O ar é tudo o que vocês têm. Se você está ganhando dinheiro e vendendo o seu ar, você está vendendo a sua própria vida. Você está comprando e vendendo a sua própria destruição. Esse sistema que diz que eu não sou bom, que eu represento um perigo – eu posso ser um perigo para a sua estupidez e para a sua ignorância, mas eu não represento um perigo para formas de vida inteligentes. Eu não represento um perigo para as pessoas que querem existir nesse planeta.

E com isso, encerramos esse comunicado. Em breve, falaremos mais sobre a entrevista com a revista Vanity Fair.

 Sobre a matéria da revista Vanity Fair (1)

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Atualização sobre Charles Manson (07/02/2011)

Aqui, uma nova foto exclusiva de Charles Manson, tirada no dia 7 de fevereiro de 2011.

A foto mostra Manson saudável como sempre, usando seu corte de cabelo moicano, usado originalmente por índios nativos americanos e pelos povos celtas europeus. Seu colar, feito por ele mesmo, exibe o martelo Mjölnir, do deus Thor, associado com o trovão no sistema mitológico nórdico.

charlesmanson 2011 Atualização sobre Charles Manson (07/02/2011)

 Atualização sobre Charles Manson (07/02/2011)

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