header image

Sangue de ATWA derramado no Japão

atwa golfinhos japao Sangue de ATWA derramado no Japão

O trucidamento de 20 mil golfinhos, porcos-do-mar, e pequenas baleias ocorre anualmente no Japão. Todos os anos, começando em 1º de setembro e se estendendo até março do ano seguinte, pescadores organizam uma armadilha prendendo famílias inteiras de pequenos cetáceos em uma baía rasa e rochosa, onde sem piedade matam os animais com facas, martelos, e outras armas. A baía onde o trucidamento anual acontece é localizada próximo a uma vila chamada Taiji. É o sangue de ATWA sendo derramado em vão pelo homem. Mas será que o sangue do homem que será derramado por ATWA será em vão?

 Sangue de ATWA derramado no Japão

© 2012 ATWA Brasil


Japão: Crime contra ATWA

atwa japao Japão: Crime contra ATWA

Nessa segunda-feira (dia 4), trabalhadores da central nuclear japonesa de Fukushima começaram a vazar toneladas de água radioativa no mar, depois de terem falhado diversas tentativas, feitas no fim de semana, para estancar a fuga no reator dois. Mais de 3 milhões de galões de líquido foram lançadas no oceano Pacífico, a fim de conseguir espaço para armazenar a água, ainda mais radioativa, que se encontra acumulada no reator dois. A água contaminada que tem sido vertida no mar tem um nível de radioatividade mais de 500 vezes acima dos limites legais.

A Agência de Segurança Nuclear e Industrial do Japão (NISA) afirmou que a água agora libertada não representa perigo para a saúde humana e que, de qualquer modo, não havia outra escolha. “Como não é prejudicial para a saúde das pessoas, e é necessário evitar um perigo ainda maior, decidimos que era inevitável”, disse Hidehiko Nishiyama, da NISA.

Um momento… não representa perigo para a saúde de quem? Dos humanos? Pois bem!

Quem é o responsável pela desgraça que vive agora o Japão? O próprio homem – é claro! A inconseqüência e ignorância do homem permitiu a existência da situação atual. Não tem nada a ver com terremotos ou tsunamis, de forma alguma. Foram os erros do homem que culminaram com todo o problema nuclear. O terremoto poderia acontecer; o tsunami poderia varrer as cidades, levando japoneses para as profundezas da vida azul; e ainda assim, seria apenas natural, perfeito, em harmonia com a ordem da Vida. O problema nuclear, por outro lado, não tem absolutamente nada de natural. É resultado das práticas humanas – e nada além disso!

E o que os oceanos têm a ver com o erro dos homens? Ou os animais que vivem nos oceanos? Nada. A única vítima dos acontecimentos no Japão é ATWA.

Trata-se de mais um crime do homem contra ATWA.

Haveria um modo de maior respeito por ATWA para consertar a situação? Difícil dizer, uma vez que tudo está errado desde a fundação da mente humana em se ver como líder das regras de todas as vidas. Quem sabe, um meio de ser menos cruel seria forçar a população japonesa a beber toda essa água radioativa, coletivamente, em um ato de amor e respeito por ATWA. Não resolveria muito, porque a radioatividade excessiva ainda estaria ali. Mas seria honroso, respeitoso, e mostraria uma submissão lógica a ATWA.

Mas não. Nesse momento, a vida inocente no Oceano Pacífico está fazendo o que os japoneses deveriam ter feito. Esse crime contra ATWA não será esquecido.

 Japão: Crime contra ATWA

© 2011 ATWA Brasil


Charles Manson: “Levante um dedo…”

atwa umdedo Charles Manson: Levante um dedo…

“Levante um dedo…

Você está com um dedo levantado? Isso é o Aiatolá. Isso é Bin Laden. Isso é Vietcong Charlie. Isso é Adolf Hitler. Isso é Sócrates. Isso é o imperador da China. É o imperador do Japão. É a vossa majestade. É Deus. É o Sol. É tudo.

Existe apenas um. Tudo é um só. É tudo um.

Então, se você odeia alguém você está odiando você mesmo. Não existe tal coisa como o ódio. Ódio? De onde você tira o ódio? Que porra é essa? Quer dizer, é apenas uma palavra.

É isso o que eu aprendi com os bebês, cara. Eu passei 22 anos na prisão, correndo atrás dos homens mais velhos, procurando pelo meu pai. Eu saí da prisão e fui até esse pequeno berço, e dentro dele tinha esse carinha com uns poucos anos de idade, um ano e meio mais ou menos. Ele olhou pra mim e disse: “Ga ga nu nu”. E eu olhei para ele e disse: “Ga ga nu nu”. E ele disse: “Ga ga gun dun ding”. E eu disse a ele: “Ga ga gunu gu gu gundump”. E ele respondeu: “Gunna gu gu gundup”. E eu disse: “Homens e mulheres, venham aqui, dêem uma olhada nisso”. Você entende o que eu estou dizendo? Isso aqui é Deus.

Então, não existem raças? Não, cara. Qualquer pessoa que esteja brincando com cores já perdeu a cabeça. Não existe tal coisa, existe apenas um único homem. O lobo vê isso. O pássaro vê isso.

Se você sair e ver um pássaro, e você mexer o seu braço, você verá o pássaro mexer a asa dele. Isso é porque ele lhe daria o céu. Eu tenho o céu aqui. Quando eu saio no pátio, todos os pássaros me conhecem. Eles me conhecem como eles mesmos.

-Charles Manson”

 Charles Manson: Levante um dedo…

© 2010 ATWA Brasil


O mistério entre sapos e terremotos

atwa saposterremotos O mistério entre sapos e terremotos

Sapos podem ser capazes de detectar terremotos iminentes, de acordo com cientistas. Essa descoberta confirma as centenas de contos ao longo dos séculos em que animais, desde cães a ratos, cobras e aves, acabam por agir estranhamente momentos antes de terremotos. São mistérios daqueles que andam em harmonia com a vida.

Um estudo recentemente publicado apontou que uma colônia de sapos desertou o seu local de acasalamento três dias antes de o terremoto devastador atingir L’Aquila, na Itália, no ano passado – o epicentro aconteceu a 74 km da área em que os animais normalmente se encontravam. Nenhum dos sapos retornou ao local até 10 dias depois do terremoto, assim que o último dos abalos havia terminado. Todos eles se salvaram, enquanto cerca de 400 pessoas perderam suas vidas e mais de 2 mil ficaram feridas.

A descoberta foi feita através de estudos dos efeitos dos ciclos lunares sobre o comportamento dos sapos e sua reprodução. “Eu saía todas as noites ao entardecer e contava os sapos que estavam ativos e quantos pares ali estavam. Normalmente, eles chegam para a reprodução no início de março, e você percebe um grande número de machos no local de reprodução”, explica a cientista Rachel Grant, da Open University. Um dia ela percebeu que não havia sapos no local. “Às vezes, durante a época de reprodução, se percebe uma queda nos números se houve uma noite muito fria, mas geralmente, no dia seguinte, eles voltam novamente. Era muito incomum que, de repente, não havia mais nenhum”, ela diz. Os sapos sabiam do que estavam fugindo: pouco depois, o terremoto aconteceu com força total.

Pode haver vários mecanismos para que os animais sintam o início de um terremoto. Eles podem detectar ondas sísmicas diretas, ou inclinação do solo (que pode ocorrer nos minutos antes de um terremoto). Além disso, pode haver anomalias no campo magnético da Terra.

Procurando pistas para explicar o comportamento dos sapos, os cientistas descobriram perturbações na ionosfera, a camada mais externa da atmosfera eletromagnética da Terra, no momento do sismo de L’Aquila. É isso que os sapos podem ter detectado. Terremotos anteriores já tinham semelhantes perturbações ionosféricas associadas a eles. “Eu falei para os sismólogos que havia uma grande quantidade de gases liberados antes do terremoto, uma grande quantidade de partículas carregadas. Sapos e anfíbios são muito sensíveis a alterações na química ambiental, e acho que esses gases e partículas carregadas poderiam ter sido detectados pelos sapos”, explica Grant.

Anteriormente, peixes, roedores e serpentes foram associados com um comportamento incomum mais de uma semana antes de terremotos de distâncias superiores a 50 km. O fenômeno também é comum entre cães.

Em 2003, o médico japonês Kiyoshi Shimamura constatou que houve um salto de mordidas de cães e outras queixas relacionadas a cachorros antes e depois de terremotos. Antes do terremoto de 1995 em Kobe, um desastre que matou mais de 6 mil pessoas, ele descobriu que o número de cães latindo “excessivamente” subiu 18% em média com relação aos meses antes do terremoto. Na região do epicentro na Ilha Awaji, houve um aumento de 60% nas queixas contra cães em relação ao ano anterior.

Mas não é a primeira vez que os sapos têm sido associados com detecção dos precursores de terremotos. Em 2008, houve um grande terremoto na província de Sichuan, na China, e foi constatada uma migração anormal de sapos naquela ocasião. Os estudos com esses animais são recentes, e comprovam que o homem tem um longo caminho a percorrer.

Ao que tudo indica, as mais complexas tecnologias desenvolvidas pelo ser humano até o presente momento não foram capazes de igualar algumas das habilidades mais básicas de alguns animais. Mistérios fascinantes como esse entre os sapos e os terremotos ilustram a unicidade do todo da vida, a perfeição de ATWA. O homem tem mais a aprender com os animais do que com ele mesmo, e estar desconectado dessa realidade é uma verdadeira ameaça para a própria espécie humana.

Em Sichuan em 2008, 70 mil homens, mulheres e crianças morreram sob os escombros das suas próprias construções. Em L’Aquila no ano passado, mais de 400 pessoas também perderam suas vidas. E esse ano no Haiti, quantos animais se salvaram? Do alto das suas fortificações, os homens caíram. Alguns se levantaram, mas ainda cegos. Para os que vêem e compreendem, um sinal sobre a vida, uma lição de ATWA.

Para ler o artigo original, clique aqui

 O mistério entre sapos e terremotos

© 2010 ATWA Brasil


Baleias ilustram a perfeição de ATWA

atwa baleias Baleias ilustram a perfeição de ATWA

O caso da caça de baleias ilustra perfeitamente a unicidade de ATWA – a união e interdependência de todas as formas de vida em nosso planeta. O crime contra a sobrevivência desses animais esboça a ignorância dos homens, das mentes do dinheiro. Enquanto essas vidas são roubadas, transformadas em lucro para uns poucos, o caçador parece cego quanto à realidade de que o golpe é também contra a vida dele mesmo: no sistema da unicidade da vida, aquela vida é a sua vida. O carma natural retornará.

As nações pró-caça perpetuaram mitos para justificar a matança. Esses mitos são disseminados pela mídia de alguns dos países pró-caça, como a Noruega, o Japão e a Islândia, e financiados por outros atores comerciais envolvidos no processo da caça.

Entre os principais mitos, está o de que as baleias comem muito peixe, reduzindo os estoques pesqueiros, deixando menos para os seres humanos. Trata-se de um argumento egoísta, típico da ética antropocêntrica do homem moderno, que posiciona o homem como administrador legítimo dos assuntos do planeta. Não passa de falta de inteligência e conhecimento sobre ATWA, o sistema de suporte de vida do planeta Terra. Os mares vêm convivendo com os peixes e as baleias há milênios – até que os humanos chegaram. O maior impacto nesse relacionamento se deu com o desenvolvimento da tecnologia a vapor, que possibilitou “arrastões” para pilhar os oceanos. Obviamente, o homem é a espécie invasora.

Outro mito comum é a ironia de que “a caça é feita de forma humanitária”. Logicamente, é humanitária mesmo, considerando que se trata de assassinatos para abastecer os desejos e confortos dos humanos. Mas não é esse o argumento dos criminosos. Com “forma humanitária”, os assassinos querem dizer que os animais não sofrem com a perda das suas vidas. Os caçadores dizem que eles usam arpões com explosivos para matar os animais “rapidamente”. Ironicamente, esse argumento não considera a vontade da baleia de sobreviver. Mesmo assim, os pontos do argumento não passam de mitos: a Comissão Internacional da Baleia estima que a morte leva, em média, 14 minutos – se o arpão for atirado com eficácia. Se não, pode ultrapassar uma hora. As baleias que não morrem imediatamente são supostamente alvejadas com rifles, mas é comum também que elas sejam arrastadas até se afogarem.

Esse último mito foi desmascarado absolutamente com imagens divulgadas recentemente pela Sociedade Mundial de Proteção Animal (WSPA, na sigla em inglês). O vídeo mostra um baleeiro norueguês usando arpões explosivos para matar as baleias em 23 de maio desse ano. A tripulação passa 22 minutos tentando se certificar de que a baleia está morta. O mamífero sofre por cerca de duas horas e depois é atingido por um outro arpão lançado pelo navio norueguês, quando finalmente morre. Se for isso que os criminosos querem chamar de “forma humanitária”, então que fique evidente que se trata de tortura e assassinato – nada além disso.

Sobre esses crimes, está marcada para o dia 21 de junho uma reunião da Comissão Internacional da Baleia, em Agadir, no Marrocos, em que os 88 países membros vão votar uma proposta da comissão de permitir a caça controlada do animal. Ironicamente, o Japão estaria comprando votos de pequenas nações para ganhar apoio pró-caça. Países como São Cristóvão e Nevis, Grenada, Ilhas Marshall, Kiribati, Guiné e Costa do Marfim se mostraram interessados em negociar seus votos na comissão. Eles estariam recebendo ajuda financeira do Japão em troca de seus votos favoráveis à caça. Alguns países alegaram que o Japão também ofereceu dinheiro para gastarem nas despesas da reunião da comissão e até mesmo garotas de programa para ministros e diplomatas.

Dessa forma, se faz a lei pelas mãos dos homens: mais um exemplo de como atuam as mentes do dinheiro em conflito com ATWA. Se a comissão aprovar a caça das baleias, será interessante saber se, no futuro, será lembrado que o genocídio contra esses animais foi aprovado em troca de dinheiro e prostitutas japonesas.

O ciclo e a perfeição de ATWA estão claros para todos que vêem. Um sistema perfeito e harmônico, em equilíbrio com tudo o que vive nesse planeta. Nem todos os homens são iguais, mas o coletivo denuncia a espécie: um câncer que se multiplica sem controle nas células do corpo da Terra, destruindo esse equilíbrio a cada dia.

Um exemplo dessa perfeição dos sistemas vivos é encontrado na recente pesquisa da Universidade Flinders, na Austrália, sobre como as fezes de baleias ajudam a absorver o dióxido de carbono do ar – exatamente o que os homens estão se provando incapazes de fazer com as próprias mãos, tecnologia e bom senso. A beleza é impressionante: as baleias do Oceano Antártico liberam cerca de 50 toneladas de ferro em suas fezes por ano, o que estimula o crescimento de plantas marinhas (fitoplâncton) que absorvem gás carbônico durante a fotossíntese. O processo resulta na absorção de cerca de 400 mil toneladas de carbono, mais do que o dobro do que as baleias liberam na respiração, segundo o estudo dos australianos. Eis aqui um exemplo de um ser vivo responsável, capaz de sobreviver em aliança com o planeta.

O fitoplâncton é a base da cadeia alimentar marinha nessa parte do mundo, e o crescimento dessas pequenas plantas é limitado à quantidade de nutrientes disponível, incluindo o ferro. As baleias se alimentam basicamente de lulas no fundo do oceano e defecam nas águas mais próximas da superfície onde o fitoplâncton pode crescer, tendo acesso à luz. O fitoplâncton é consumido por animais marinhos minúsculos – como o zooplâncton – que, por sua vez, são consumidos por criaturas maiores que fazem parte do cardápio das baleias. Um ciclo fechado, perfeito. A interferência do homem resulta em roubar uma peça desse quebra-cabeça em equilíbrio. Os efeitos disso não são limitados à cadeia alimentar marinha.

Esse caso das baleias serve como testemunha da perfeição de ATWA e da guerra declarada pelo homem contra o sistema de suporte de vida do planeta. Mitos são disseminados por aqueles que lucram com o crime; os criminosos compram a lei dos fracos e ignorantes com moedas e prostitutas; o desequilíbrio do que é perfeito é incentivado; e para terminar, o ciclo é fechado: os erros voltarão contra os homens, pois a vontade de Deus é uma e será respeitada. O erro é não compreender que contra ATWA não existe vitória – ou você está lutando pela vida, ou está lutando pela morte.

 Baleias ilustram a perfeição de ATWA

© 2010 ATWA Brasil


ATWA Brasil – "Respeite ATWA"

Abaixo, uma nova produção da ATWA Brasil – “Respeite ATWA”.

Um vídeo sobre a força incontrolável e beleza marcante de ATWA – e um alerta de Charles Manson. O vídeo conta com legendas em português.

 ATWA Brasil   "Respeite ATWA"

© 2010 ATWA Brasil


Colônia de formigas dominando a Terra

formiga Colônia de formigas dominando a Terra

Uma única mega-colônia de formigas colonizou boa parte do planeta. Cientistas descobriram recentemente que formigas argentinas (humile Linepithema), habitando áreas na Europa, Estados Unidos e Japão, fazem parte de uma única colônia inter-relacionada, e se recusam a lutar entre si. A colônia é a maior de seu tipo já conhecida entre qualquer espécie de inseto, e poderia rivalizar com os seres humanos na escala de dominação da Terra.

O que é mais interessante é que os seres humanos estão involuntariamente ajudando essa mega-colônia. As formigas argentinas eram nativas da América do Sul, mas as pessoas têm involuntariamente introduzido as formigas por todos os continentes – exceto na Antártida. Essas formigas argentinas são reconhecidas por formar grandes colônias, mas a grande novidade é a questão da unicidade entre colônias em diversos continentes, separados por milhares de quilômetros.

A colônia das formigas argentinas na Europa se estende por um trecho de 6.000 km ao longo da costa do Mediterrâneo, enquanto nos Estados Unidos ocupa 900 km ao longo da costa da Califórnia. A terceira grande colônia existe na costa oeste do Japão.

Enquanto as formigas geralmente são altamente territoriais, aquelas que vivem dentro de cada colônia são tolerantes entre si, mesmo que elas vivam a dezenas ou centenas de quilômetros de distância. Considerando isso, cientistas descobriram que há bilhões de formigas argentinas ao redor do mundo, todas realmente pertencendo a uma única mega-colônia global.

Pesquisadores no Japão e Espanha, liderados pela Universidade de Tóquio, descobriram que as formigas argentinas que vivem na Europa, Japão e Califórnia compartilham um perfil químico muito semelhante de hidrocarbonetos em suas cutículas. Mas experiências posteriores revelaram a verdadeira extensão da ambição global desses insetos.

A equipe de pesquisadores selecionou formigas selvagens das super-colônias da Europa, dos Estados Unidos e do Japão. Em seguida, eles colheram indivíduos de uma colônia menor, que vive na costa ibérica, e de outra pequena colônia da região de Kobe, no Japão. Eles então testaram as formigas em pares, para ver o quão agressivo os indivíduos de colônias diferentes seriam uns aos outros.

O resultado foi surpreendente. Formigas das colônias menores foram sempre agressivas umas com as outras. As formigas da super-colônia da costa oeste do Japão lutaram contra os seus rivais de Kobe, enquanto as formigas do Conselho Europeu das Super-colônias avançaram contra as da pequena colônia ibérica. Quando testadas entre si, as formigas das super-colônias não atacavam. Dessa forma, pode-se afirmar que as super-colônias da Europa, dos Estados Unidos e do Japão funcionam como um único império de formigas, em paz entre si e em guerra com as demais colônias individuais.

 

Uma Grande Família

Sempre que as formigas das super-colônias entraram em contato, elas agiram como se fossem antigas conhecidas. Essas formigas esfregaram antenas com umas com as outras e nunca se tornaram agressivas ou tentaram se evitar. Em soma, elas agiram como se todas pertenciam à mesma colônia, apesar de viverem em continentes diferentes, separadas por vastos oceanos.

A explicação mais plausível é que as formigas dessas três super-colônias são de fato da família, todas geneticamente relacionadas, afirmam os pesquisadores. Quando elas entram em contato, reconhecem umas às outras em função da composição química das suas cutículas. “A enorme extensão desta população é comparável apenas ao da sociedade humana”, escreveram os pesquisadores no periódico Insect Sociaux, no qual eles relatam suas descobertas.

Para ler a matéria original, clique aqui

logo final

© 2010 ATWA Brasil


Charles Manson fala um pouco sobre ATWA

Charles Manson e o Barco de ATWA

Charles Manson e o Barco de ATWA

“Tudo o que dizemos um para o outro pode ser verdadeiro, correto e tranquilizador, mas o que é algo bom sem ter ATWA? ATWA é como um barco de areia, e a poluição é como um buraco nesse barco. Ele está afundando enquanto nós brincamos com os nossos jogos de ego que não fazem nada por ATWA. Ou todos vivem por ATWA, ou ninguém viverá.

Tudo na Terra deveria ter um único governo, uma única moeda, um único exército, tudo isso trabalhando em união para restabelecer a ordem e resgatar tudo para ATWA, de acordo com um balanço universal e com a vontade de Deus.

Mas quem é que gostaria desse emprego? Ninguém, ninguém gostaria. Mas o zero sabe que, sem ninguém, não haverá ninguém. Alguém precisa escolher esse alguém, e é isso o que nós fizemos e em que estamos trabalhando agora.

Se um homem gritasse os nomes de todos os insetos, arbustos e vidas animais que estão se tornando extintas, expulsas da Terra, ele ficaria gritando por dias e noites. A vida está morrendo mais rapidamente a cada dia, e não existe ninguém com força para tentar resgatar isso. Os últimos que se levantaram para isso foram também exterminados. O Japão não tinha mais espaço físico, e a Alemanha tinha o dinheiro cortando milhões de árvores diariamente.

O seu planeta está morrendo, e os chamados ‘seres humanos’ são incapazes de perdoar as crianças da década de 1960 por terem tentado alertá-los sobe a necessidade de mudança, de dar um fim às guerras e virar o jogo”.

logo final

© 2009 ATWA Brasil