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Perspectiva de ATWA sobre a questão dos gatos

atwa gatos Perspectiva de ATWA sobre a questão dos gatos

Muitas ONGs, movimentos sociais, e ativistas que se dizem simpatizantes de direitos para os animais e respeito pelo meio ambiente têm falhado enormemente devido a uma básica incompreensão sobre o que está em jogo quando se fala de natureza.

Grupos ingenuamente bem intencionados (e alguns bem financiados) têm colocado pressão em governos locais pelo Brasil a fora a fim de promover programas de captura, castração, vacinação, e devolução de gatos de rua. Isso em nome de alguma noção obscura de respeito à vida dos animais por parte de voluntários genuinamente bem intencionados. Eles tendem a argumentar que programas assim seriam mais “humanos” do que simplesmente sacrificar esses gatos.

Mas isso não passa de imaginação (de novo, bem intencionada) de pessoas que, na realidade, sabem muito pouco sobre a vida animal. Gatos de rua vivem vidas curtas e violentas, e são comumente atropelados por carros, ou mortos por doenças, maus-tratos, ou predação. Mais importante do que isso, eles também representam uma fonte de propagação de doenças como raiva e toxoplasmose para humanos e outras formas de vida nativas. E sejam eles bem alimentados ou não, gatos de rua caçam e matam formas de vida naturais em escalas catastróficas – uma realidade que é longe de ser “humana”.

Algumas estimativas sugerem que exista cerca de 70 milhões de gatos selvagens vagando livremente pelo Brasil – incluindo gatos domesticados criados fora de casa, fugitivos, ou simplesmente selvagens. E baseado nesses números, estima-se que esses gatos matem cerca de um milhão de pássaros a cada dia, e mais de duas vezes esse número de pequenos roedores. Pergunto aos bem intencionados ativistas pelos direitos dos animais: onde estão os gritos de indignação por todas essas mortes?

Toda essa matança vem de um animal que nem sequer é nativo da América. Em suporte dessa afirmação, a União Internacional pela Conservação da Natureza lista os gatos domésticos como “uma das piores espécies invasivas do planeta”, e cientistas de conservação têm soado o alarme sobre a urgência de controlar esses gatos para preservar um equilíbrio ecológico, particularmente em áreas como parques urbanos.

Mas essa ameaça vai além dos centros urbanos. Um recente estudo americano do Instituto Nacional de Alergias e Doenças Infecciosas mostrou que o parasita que causa toxoplasmosis, que contamina a água a partir de fezes de gatos, contribui todos os dias para a morte de milhares de mamíferos marinhos, como focas, golfinhos, e baleias.

A ciência é clara: gatos estão causando danos irreparáveis para a fauna nativa, e devem ser mantidos em locais fechados. Infelizmente, muitos oficiais públicos, políticos, e ativistas praticam uma eco-ignorância generalizada sobre a questão dos gatos, ignorando a ciência.

Inspirados bela beleza dos gatos e pela sua aparente fragilidade, pessoas bem intencionadas têm representado um verdadeiro obstáculo para um equilíbrio natural. Essa resposta emocional ignora a ciência, mas é a ciência – e não a emoção – que deve determinar as políticas de como lidar com a questão dos gatos. Quantos outros estudos científicos serão necessários para convencer políticos e ativistas de que é necessário mudar a maneira como está se lidando com o crescimento desenfreado da população de gatos? Já passou do momento de fazermos as perguntas corretas sobre essa questão, e ouvirmos respostas racionais.

 Perspectiva de ATWA sobre a questão dos gatos

© 2012 ATWA Brasil


O pecado de descobrir o Lago Vostok

atwa lagovostok O pecado de descobrir o Lago Vostok

Depois de 30 anos de pesquisas e perfurações, um grupo de pesquisadores russos está perto de desvendar o pré-histórico Lago Vostok, situado na Antártida, que permanece enterrado sob aproximadamente 3,800 metros de gelo há mais de 14 milhões de anos. Apesar de ainda enterrado, o lago é o terceiro maior do planeta baseado na quantidade de água que abriga.

No início da década de 1990, um estudo russo recriou a história da atmosfera da Terra durante os últimos 400 mil anos – uma documentação do ar do planeta durante as quatro últimas eras glaciais. Para espanto dos pesquisadores, o Lago Vostok apresentou taxas de oxigênio 50 vezes maiores do que é encontrado comumente em outros lagos de água doce. Essa concentração altíssima poderia ser explicada pelo enorme peso e pressão da calota polar continental sobre o lago, mas ainda permanece um mistério.

A maior curiosidade dos cientistas no momento é determinar se algum tipo de vida existe no Lago Vostok. Em todo caso, seria um organismo extremófilo – uma forma de vida adaptada para sobreviver em ambientes extremos. Essa vida precisaria suportar pressões altíssimas, frio constante, escassez de nutrientes, taxas de oxigênio incomuns, e ausência de luz solar. Segundo os cientistas russos, as condições de vida do Lago Vostok são tão distintas que se assemelhariam mais ao que pode ser encontrado em Europa (uma lua de Júpiter) ou Enceladus (uma lua de Saturno) do que a qualquer outro ambiente já descoberto pelo homem moderno. Em outras palavras, a vida a ser encontrada no Lago Vostok pode muito bem exemplificar outros tipos de vida que podem ser encontradas fora da Terra.

De fato, o Lago Vostok tem embriagado a curiosidade do homem. Mas qual será o custo disso?

Como tudo que o homem toca, não se sabe as verdadeiras consequências até que elas se pronunciem. Isso porque quem dita as leis da vida e da morte é ATWA – e não o homem. Algumas coisas foram simplesmente feitas para serem preservadas. A curiosidade do homem, por mais interessante que possa parecer, é trivial demais para contrariar a vontade do que chamamos de Deus – a inteligência que rege a ordem natural de todas as vidas. Trivial demais para ser considerada séria, e séria demais para ser considerada apenas uma trivialidade.

 O pecado de descobrir o Lago Vostok

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Novo cartão postal enviado por Charles Manson

manson meuar Novo cartão postal enviado por Charles Manson

Abaixo, um novo cartão postal enviado por Charles Manson da cela solitária onde ele atualmente se encontra. Ele diz:

cartao12 frente Novo cartão postal enviado por Charles Manson

“Guie-se para curar-se. Cure-se para guiar-se. É o que faz a força em tudo e todos. Porque Charles sempre esteve com tudo e com todos. Tudo. O tocar de um sino não necessita respostas. Eu amo vocês, não importa o que. Vocês são o meu ar e as minhas árvores.

- Charles Milles Manson Maddox”

 Novo cartão postal enviado por Charles Manson

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Monsanto: Ameaça a ATWA no Brasil

monsanto Monsanto: Ameaça a ATWA no Brasil

A Monsanto é a empresa que produz o herbicida chamado “Roundup”, que segundo eles mesmos se tornou uma “ferramenta fundamental no dia-a-dia dos agricultores”. A corporação também é responsável pela produção de mais de 90% das sementes geneticamente modificadas (OGM) disponíveis no mundo hoje. Com mais de 110 anos de história (desde 1901), a Monsanto deixou de representar apenas uma ousadia químico-industrial e se tornou com o passar do tempo uma poderosa e ameaçadora empresa de produtos químicos e agrícolas – ameaçando a sua vida, diretamente, todos os dias!

A Monsanto teve um lucro declarado em dois bilhões de dólares em 2009, mas graças aos esforços de alguns irmãos e irmãs de ATWA durante o ano de 2010, expondo as atrocidades e a ameaça representada pela empresa, esse lucro caiu pela metade, principalmente nos Estados Unidos, seu maior mercado.

Mas a Monsanto não é simplesmente mais uma gigante empresa americana: contam com escritórios de vendas, indústrias de produção, e laboratórios de pesquisa em mais de 100 países, incluindo o Brasil. Como resultado da queda nos lucros no mercado americano, a Monsanto tem investido em novos mercados potenciais – e o Brasil tem um papel central nesse novo foco.

Sendo assim, chegou a hora de os irmãos e irmãs de ATWA no Brasil cumprirem com o seu papel de amor e respeito a todas as vidas. Uma grande oportunidade de honrar ATWA, expondo o inimigo, armando as mentes dos aliados, e transformando ideias em ações.

Faça suas próprias pesquisas sobre a Monsanto. Entenda a magnitude do problema. E entre em contato com a ATWA Brasil para saber mais sobre como você pode agir contra essa ameaça – agora!

 Monsanto: Ameaça a ATWA no Brasil

© 2012 ATWA Brasil


Novo cartão postal enviado por Charles Manson

manson sematwa Novo cartão postal enviado por Charles Manson

Abaixo, um novo cartão postal enviado por Charles Manson da cela solitária onde ele atualmente se encontra. Ele diz:

cartao11 frente Novo cartão postal enviado por Charles Manson

“Por que você não consegue entender que não existe nada além de ATWA? Porque sem ATWA, não existe mais nada. Divididos e brigando uns com os outros destrói vocês, eu, e todos os outros. As pessoas que não nos deixam viver estão destruindo elas mesmas. Tudo é tudo, e deve ser assim – senão, não será nada”.

– Charles Manson

 Novo cartão postal enviado por Charles Manson

© 2012 ATWA Brasil


As 10 espécies mais ameaçadas de extinção no Brasil

atwa extincoes As 10 espécies mais ameaçadas de extinção no Brasil

O Brasil abriga 13% de todas as espécies já descritas pela ciência. Aproximadamente 40% das florestas tropicais do mundo estão aqui. E mais de 600 animais estão ameaçados de extinção no país.

A Lista Vermelha brasileira registra 627 espécies que podem deixar de existir nos próximos anos. São 394 animais terrestres e 233 aquáticos. Todas as informações estão reunidas no Livro Vermelho, elaborado pelo Instituto Chico Mendes (ICMBio), segundo o qual, 64% dos animais em extinção estão na Mata Atlântica – resultado de desmatamentos, ocupação territorial pela população humana, e poluição de rios e oceanos.

E o que é ruim sempre pode ficar pior: algumas espécies ainda ganham o carimbo “CR” ao lado de seus nomes, sigla em inglês para criticamente em perigo, ou criticamente ameaçado de extinção. No total, são 125 nessa situação.

Abaixo, os 10 animais brasileiros que estão mais criticamente ameaçados de extinção:


1 – Cuíca-de-colete (Caluromysiops irrupta)

Caluromysiop  irrupta As 10 espécies mais ameaçadas de extinção no Brasil

Com movimentos lentos e passando 70% do seu tempo em descanso, esse mamífero tem sido alvo fácil para caças tornando-se uma das espécies ameaçadas de extinção no Brasil. O animal vive no norte dos Estados do Maranhão e Ceará e se alimenta basicamente de frutas. Os machos são negros, com as extremidades dos membros, cauda e parte do dorso em tom ruivo e a lateral com pelos dourados. Já a coloração das fêmeas é, na maioria das vezes, pardo-amarelada, com uma tonalidade olivácea. No município de Cocal (PI), as últimas populações já estão condenadas a desaparecer muito em breve.


2 – Baleia-azul (Balaenoptera musculus)

Balaenoptera musculus As 10 espécies mais ameaçadas de extinção no Brasil

Com o título de maior animal do planeta, a baleia-azul pode desaparecer do Brasil justamente por seu tamanho. Esses mamíferos medem entre 25 m e 30 m – sendo as fêmeas maiores e mais pesadas do que os machos. Todo esse tamanho proporcionava um alto rendimento à atividade comercial baleeira até os anos 60. A grande caça do passado é a principal responsável por sua extinção: só nos anos de 1930 e 1931, mais de 30 mil exemplares foram caçados. A localização precisa das áreas reprodutivas da espécie é ainda desconhecida. Mas já houve registos de sua aparição no Rio Grande do Sul, no Rio de Janeiro, e na Paraíba, onde dois exemplares foram capturados comercialmente.


3 – Mico-leão-preto (Leontopithecus chrysopygus)

Leontopithecus chrysopygus As 10 espécies mais ameaçadas de extinção no Brasil

O mico-leão-preto vive na Mata Atlântica e, em breve, pode desaparecer. Essa espécie de macaco está ameaçada devido à alteração do seu habitat natural, principalmente por desmatamentos. A maior população da espécie ocorre no Morro do Diabo (SP): abriga cerca de mil exemplares, que vivem em 37 mil hectares de floresta.


4 – Bugio-marrom (Alouatta guariba guariba)

Alouatta guariba guariba As 10 espécies mais ameaçadas de extinção no Brasil

Pense duas vezes antes de comprar um bicho exótico para colocar de enfeite na sua casa. A fragmentação da Mata Atlântica, o desmatamento de grandes porções da cobertura vegetal nativa e, principalmente, o comércio ilegal do animal, que é vendido como bicho de estimação, podem resultar no desaparecimento do primata bugio-marrom da Mata Atlântica. A caça ilegal e os incêndios florestais, comuns na Mata Atlântica, têm resultado no desaparecimento do animal.


5 – Rato-do-mato (Wilfredomys oenax)

Wilfredomys oenax As 10 espécies mais ameaçadas de extinção no Brasil

O Wilfredomys oenax é uma espécie encontrada em São Lourenço (RS), no Paraná, e em São Paulo. Esse animal se alimenta somente de vegetais, folhas e frutos, e ainda mora na floresta. Grande roedor, esse mamífero pode sumir nos próximos anos. Medindo cerca de 11 cm, com mais 2,5 cm de cauda, e pesando 1 kg, essa espécie está ameaçada principalmente por desmatamentos e destruição de seu habitat.


6 – Lambari Hyphessobrycon taurocephalus

Hyphessobrycon taurocephalus As 10 espécies mais ameaçadas de extinção no Brasil

Ou essa espécie de peixe lambari já está extinta ou ela é muito tímida e anda se escondendo nas águas do rio Iguaçu (PR). Essa é a principal dúvida dos pesquisadores, que hoje se debruçam para achar e estudar a espécie em águas brasileiras. Esse peixe é onívoro e seu tamanho médio é entre 10 e 15 cm de comprimento. O corpo é prateado, e as cores das nadadeiras variam, sendo mais comuns os tons de amarelo, vermelho, e preto. A construção de barragens é um dos principais problemas enfrentados no rio Iguaçu, uma vez que resulta na perda de habitats. Além disso, as construções resultam em cursos de água menores que são prejudicais à espécie em função de volume reduzido de água e maior interface com o meio terrestre.


7 – Cação-bico-doce (Galeorhinus galeus)

Galeorhinus galeus As 10 espécies mais ameaçadas de extinção no Brasil

Caracterizado pelo pequeno tamanho da segunda nadadeira dorsal (bem menor que a primeira e semelhante ao da nadadeira anal) e pelos dentes fortemente serrilhados, esse peixe vive na costa sudeste-sul do país e corre risco de extinção devido à pesca. O cação-bico-doce tem um ciclo de vida longo, podendo chegar até os 33 anos de idade. Atingindo comprimento máximo de 175 cm (machos) e 195 cm (fêmeas), essa espécie apresenta uma longa história de exploração em diversos países, para aproveitamento da carne e do óleo. Essa espécie apresenta colapso de seus estoques no Pacífico Oriental e no Brasil, enquadrando-a como espécie globalmente ameaçada. A espécie ainda sofre com a degradação de seu habitat. Os declínios populacionais mais marcados têm ocorrido no Brasil e no Uruguai.


8 – Borboleta Actinote zikani

Actinote zikani As 10 espécies mais ameaçadas de extinção no Brasil

O Brasil pode ficar menos colorido caso se confirmem os riscos de extinção das borboletas. Esse inseto é o que mais possui espécies ameaçadas na lista dos CR (criticamente em perigo) no Livro Vermelho. Ao todo são 20 tipos de borboletas, todas sem nome popular específico. Uma delas é a Actinote zikani. No Brasil, ela habita uma área estreita da Serra do Mar, entre o alto da serra de Cubatão e Salesópolis (SP). Com as asas em tom de preto e amarelo queimado, essa borboleta deve desaparecer nos próximos anos por causa da poluição.


9 – Arara-azul-de-lear (Anodorhynchus leari)

Anodorhynchus leari As 10 espécies mais ameaçadas de extinção no Brasil

A plumagem da cabeça e do pescoço é azul-esverdeada, o anel perioftálmico (região da cabeça) é amarelo e o resto do corpo é azul. Com as cores da bandeira do Brasil, a arara-azul-de-lear corre o risco de sumir do nordeste da Bahia, onde habita. Estimativas atuais indicam que a população é de aproximadamente 500 exemplares. A principal ameaça à espécie é a captura para o comércio ilegal, que tem sido muito frequente. Há ainda outra razão para seu possível desaparecimento. O principal alimento da arara-azul-de-lear é o coco da palmeira licuri (Syagrus coronata), que está escasso. A falta desse alimento é um dos motivos de sua possível extinção, já que se estima um consumo diário de 350 cocos por arara adulta. O que ocorre é que há pouca regeneração da palmeira do licuri por causa das queimadas e derrubadas para plantio de roças. A diminuição na quantidade de licuri disponível faz com que as araras busquem alimento em plantações de milho, onde acabam sendo alvejadas pelos produtores.


10 – Pato mergulhão (Mergus octosetaceus)

Mergus octosetaceus As 10 espécies mais ameaçadas de extinção no Brasil

Essa ave é uma das mais ameaçadas de extinção em toda região neotropical por causa da interferência do homem em seu habitat. Já extinta na Argentina e Paraguai, o Mergus octosetaceus ainda existe no Brasil, mas somente em quatro Estados: Paraná, Minas Gerais, Goiás e Tocantins. Estima-se que existam menos de 250 aves no país. Essa é uma espécie altamente exigente com relação à qualidade de seu habitat, necessitando de águas límpidas e não tolerando bem a presença humana. Esse é o principal motivo que ameaça a vida dessas aves: não existe mais um habitat totalmente limpo no Brasil.

 As 10 espécies mais ameaçadas de extinção no Brasil

© 2011 ATWA Brasil


ATWA e a busca por uma civilização natural

atwa stonehenge ATWA e a busca por uma civilização natural

Desde os mais antigos tempos, as comunidades humanas trataram de conviver com a Natureza. Sentiam-se parte da mesma, e a figura mental da mãe física sempre se fusionou com a da Mãe do Mundo, sendo assim as deidades femininas mais antigas que as masculinas quanto à importância do seu culto. Um instinto alertava o homem, da própria profundeza de sua consciência, que seu império sobre os minerais, vegetais, animais, distâncias e tempos estava atado invariavelmente ao seu meio cósmico, e que seu próprio corpo e psique eram também componentes dessa Natureza, cuja origem não era outra coisa senão aquilo superior a toda dualidade e a todo raciocínio discursivo, que hoje chamamos de Deus.

O culto aos dólmenes (monumento druídico formado de uma grande pedra chata posta sobre duas outras verticais) e às “pedras do céu”, à Árvore da Vida, e às formas animais são, também, patrimônio espiritual da humanidade de todos os tempos. O Sol, a Lua, as estrelas, os rios, o mar, as montanhas, os abismos, foram sempre associados com deuses e com os primeiros homens. A civilização foi criada então em colaboração, e não em luta, contra a Natureza. O contrário disso se teve sempre por suicídio coletivo e por perigosíssimo desafio ao destino.

Talvez convenha diferenciar o conceito vulgar de “selvagem” do de “natural”. O primeiro inclui a atitude passiva dos homens movidos por seu entorno, e o segundo daqueles que se movem modificando o entorno, porém sem opor-se a ele, colaborando ativamente com ele. A civilização romana, por citar um exemplo, apesar daqueles que a atacam se baseando em abstrações, é um verdadeiro modelo do que chamamos de “civilização natural” – dentro das possibilidades que até agora demonstrou a humanidade. Ou seja, devemos reconhecer que, na prática, foi um modelo de civilização multinacional belamente inserida na Natureza. Não nos deteremos na menção de seus caminhos, que geralmente correm por debaixo dos atuais; nem de seus aquedutos, que davam a Roma oito vezes mais água por habitante do que a mesma cidade oferece na atualidade; nem em tantas coisas extraordinárias, desde seus conceitos artísticos até os filosóficos. Tampouco em seus defeitos, que também os tinham, e dos quais nenhum grupo humano se mostrou carente.

Simplesmente queremos destacar, à luz das últimas descobertas arqueológicas, que a civilização romana transformava os elementos naturais sem destrui-los e sem contaminar o meio ambiente. Dos seus templos de madeira e pedras, que mansamente voltam à Mãe Terra de onde saíram, até seus banheiros e vasos sanitários higiênicos, nos quais não se usavam papéis, que hoje motivam as devastações dos bosques e a putrefação das terras. Para isso, os romanos usavam esponjas de longa utilização, lavadas com água corrente e vinagre sempre quando utilizadas.

Os animais domesticados ocupavam pastos, que eram depois abonados com seus resíduos para que crescessem naturalmente. As sucatas de sua metalurgia, ao se basearem em metais naturais ou em ligas metálicas simples, voltavam à Natureza sem contaminá-la. Suas armas não contaminavam a Terra nem os céus. Seus navios eram movidos pela pureza dos ventos, e também por remadores que faziam seu exercício, voluntário ou involuntário, mas sempre útil à comunidade, coisa que tanto contrasta com os individuais exercícios estéreis e com as contrações por descarga elétrica que endurecem os músculos e tornam elásticas as artérias de nossos contemporâneos, sem benefício algum para o mundo natural.

Mas não é necessário estender-nos. Apenas traçamos uns esboços do que foi uma forma de “civilização natural”. Sabemos que não foi perfeita, mas a civilização atual é pior. Nossos meios de transporte se movem devido a combustíveis indispensáveis: o petróleo. Além disso, seus detritos contaminam o meio ambiente, e estamos provocando a esterilização do planeta, tão só por querer chegar mais rápido a lugares onde depois perderemos o tempo lastimosamente sem saber o que fazer ou recorrendo a vãs distrações para não nos aborrecer. Nossos desperdícios, especialmente os plásticos, são praticamente indestrutíveis e já enchem parte das praias, campos e bosques, que passaram de bonitos vales convertidos em recipientes de lixo. No mar, se lançam constantemente resíduos radioativos em recipientes que não apresentam índices de segurança para as vidas terrestres ou marítimas. Nossas fontes urbanas movem uma e mil vezes a mesma água reciclada, gastando para isso eletricidade custosamente produzida. Nossos aparelhos precisam de pilhas, motores, compressores, propulsores, etc. Tudo isso é contaminação, e essa contaminação se fabrica continuamente, pois continuamente se destrói ou se deteriora. Nossas armas de guerra afetam não só os homens e seus edifícios, mas atacam a natureza e tem o potencial de destruir o planeta.

Nossa estúpida ideia da concorrência fragmentou o mundo já não em nações naturais, mas em países artificiais, e há centenas de moedas em concorrência. O conceito de unidade natural foi esquecido totalmente e se confunde, pois já não nos governamos com definições, mas com injúrias. Perdemos contato com a Natureza e realizamos esforços inúteis que fariam rir as gerações da antiguidade. Mas se esses mesmos esforços os fizéssemos em algo útil, desfaleceríamos dizendo que não aguentamos tanto trabalho. Somos fracos e artificiais. Nossa forma civilizatória produz e consome constantemente, submergindo todos nós em uma louca competição.

Tudo o que fazemos é pouco duradouro, porque assim o podemos substituir mais rápido. Não se busca o bom, mas o novo. Não importa tanto a qualidade como a quantidade. Mas existe uma realidade sobre isso tudo: não nos salvarão as lamentações nem as reprimendas. É o nosso próprio reencontro com a Natureza que pode nos salvar – essa é a proposta de ATWA.

Propomos uma volta à Natureza. Mas não à selvageria nem às condutas exteriores mais ou menos exóticas. Referimo-nos a algo muito mais interior e espiritual. Algo que se reflita em tudo o que o homem faça e desfaça. Temos sede de ATWA: ar, árvores, água e animais, tudo e todos em harmonia com a Vida. Temos sede de homens e mulheres puros, livres de crimes contra a ordem natural. Que o homem não explore o homem, nem martirize os animais, nem devaste os bosques. Que o homem acredite em Deus – em si mesmo. Sejamos naturais. Sejamos nada mais e nada menos que nós mesmos.

 ATWA e a busca por uma civilização natural

© 2011 ATWA Brasil


“Família Manson” e a busca por um “espaço vital”

fidus1 Família Manson e a busca por um espaço vital

A comunidade que se tornou conhecida pelo rótulo conveniente inventado pela mídia americana como “Família Manson” deve ser compreendida como parte de um plano agressivo para a realização da mais antiga e nobre conquista de Lebensraum, ou “espaço vital”, um conceito que certamente vive no coração de qualquer grande comunidade ou movimento que se materializou nesse planeta.

Lebensraum é o ponto-chave para o equilíbrio de uma ecologia saudável e concreta e para a sobrevivência de todas as formas de vida, vivendo de uma forma que seja conducente com a ordem natural, em vez de agindo como uma força destrutiva no caminho contrário à própria natureza.

Pode-se compreender essa questão traçando um paralelo com as crianças bíblicas de Cam em sua procura por uma terra prometida, ou com os Deutschlander das décadas de 1930 e 1940. Mas mais importante do que isso, Lebensraum deve estar vivo em nós, aqui e agora, pois somos soldados de ATWA e certamente um “Volk ohne Raum” – um povo sem um espaço.

A menos que cada um de nós se torne um “cidadão soldado”, em todos os sentidos desse termo, esse sonho pode se perder no esquecimento, e com ele será perdido também não somente a existência da espécie humana, mas também a de todas as formas de vida desse planeta. Um episódio como esse ocasionaria repercussões irreversíveis no espaço e colocaria todo o sistema solar em perigo.

O plano de salvação começa e termina com a realização de um “espaço vital”, e apenas o camponês armado é capaz de trabalhar para que esse sonho se torne uma realidade. Se falharmos nessa missão não haverá paz, nem teremos direito à única e verdadeira propriedade – a recompensa por viver em acordo com a natureza.

Pense da seguinte forma: se o conceito de “espaço vital” era válido e respeitado o suficiente para estar no coração de tantas revoluções e guerras do passado, e fazia parte da mentalidade de Charles Manson na década de 1960, então quanto deve ser importante agora, quando caminhamos na direção de chegarmos a 10 bilhões de pessoas nesse planeta?

Esse sonho só poderá ser realizado com uma completa e absoluta revolução em pensamentos, em palavras, e em ações. O único caminho que existe para haver paz na Terra é estar em paz com a Terra.

- Mac Bhloscaidh

 Família Manson e a busca por um espaço vital

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Os desertos verdes invadem o Brasil

atwa desertosverdes Os desertos verdes invadem o Brasil

Florestas artificiais de uma única espécie têm se tornado mais e mais comuns nos países da América do Sul nos últimos anos, alimentadas por baixos custos de produção e incentivos governamentais, o que tem causado grandes danos ao meio ambiente. Trata-se do fenômeno que se conhece pelo nome de “desertos verdes”, que têm invadido os solos férteis do Brasil com a proliferação de plantações de árvores de crescimento rápido e grande exigência de água, usadas para a produção de papel e celulose e para outros fins industriais.

Muitos governos da América do Sul – entre eles, o governo brasileiro – tem apoiado esse modelo de investimento, produção e consumo, que não passa de uma cópia do que os países da América do Norte e Europa fizeram no passado. O resultado dessa prática é que hoje esses países supostamente “desenvolvidos” não têm mais espaço para o plantio de árvores, mas a demanda por papel se manteve estável, o que explica a motivação econômica de países como o Brasil em investir no abate de árvores para a produção de papel e celulose. Em outras palavras, essa prática contrária às leis da Vida serve às necessidades de consumo desses países agressores que se auto-intitulam “desenvolvidos”.

As monoculturas de eucaliptos e pinheiros têm invadido o Brasil, que se tornou um dos grandes exportadores de papel e celulose para o resto do mundo. Os desertos verdes têm se tornado mais e mais comuns, mascarados como saudáveis florestas. E enquanto isso, as corporações que lucram com o comércio das vidas das árvores falam em “crescimento sustentável” e “respeito à floresta” – uma grande piada, que existe dependente da ignorância das massas.

Florestas de monocultura tendem a serem vistas como uma coisa boa, porque elas são verdes e bonitas. Mas ao se aproximar delas, você não ouve um único pássaro, porque não há nada lá – apenas o silêncio da morte. Uma floresta de monocultura é quase como uma pedreira. Ao contrário disso, nas florestas tropicais ouvem-se animais e água corrente, porque elas são cheias de vida. Portanto, não se engane com a “beleza” das florestas de monoculturas – elas não passam de desertos verdes. Trata-se de uma grande agressão contra a beleza de ATWA.

Existem atualmente cerca de sete milhões de hectares de desertos verdes no Brasil, principalmente de monoculturas de eucalipto, em plantios concentrados nas regiões mais férteis e populosas do país. Estima-se que mais de 50 mil famílias que viviam de pequenas fazendas de subsistência tenham sido expulsas dos seus lares apenas no estado do Espírito Santo, devido à chegada das grandes corporações usando a terra fértil da região para o plantio de monoculturas de eucalipto usadas para a produção de papel e celulose.

Enfim, os desertos verdes têm crescido no Brasil. A ausência de vida tem substituído o canto dos pássaros, e as fracas raízes das árvores sem vida têm substituído as profundas raízes do verde verdadeiramente verde – uma clara afronta contra ATWA. Soldados de ATWA, não se silenciem. Saiba que o seu silêncio representa a morte dessas lindas vidas.

 Os desertos verdes invadem o Brasil

© 2011 ATWA Brasil


Reino da Vida de ATWA: Elefante-africano

atwa elefante Reino da Vida de ATWA: Elefante africano

O sábio mártir Charles Manson disse: “A vinda de Deus não será para a glória das pessoas, mas para o Reino da Vida – ou seja, para os insetos, pássaros, peixes, árvores…”.

Nesse contexto, cabem aos homens conhecer e respeitar a perfeição da ordem de ATWA, contemplando e se ajoelhando perante aqueles verdadeiramente escolhidos como representantes da vontade de Deus nesse planeta.


Elefante-africano (Loxodonta africana)

Tipo: Mamífero
Dieta: Herbívora
Tempo de vida média na natureza: Até 70 anos
Tamanho: 2200 kg a 6400 kg
Agrupamento social: Manada
Estado de proteção: Ameaçado

O elefante-africano é o maior animal terrestre encontrado hoje na Terra. Eles são um pouco maiores do que seus primos asiáticos, e podem ser identificados por suas orelhas maiores, que se assemelham ao formato do continente africano. As orelhas do elefante-africano irradiam calor para ajudar a manter esses animais de grande porte confortáveis no incansável calor da África.

A tromba do animal tem mais de 100 mil músculos diferentes, e é usada para cheirar, respirar, beber, e também para manejar objetos. A tromba, aliás, é outra característica que pode ser usada para diferenciar o elefante-africano do elefante-asiático: enquanto o africano tem duas aberturas na extremidade da sua tromba, os seus parceiros asiáticos têm apenas uma.

Machos e fêmeas têm presas, usadas para cavar no solo à procura de alimento e água e também como arma em disputas com outros animais – nesse caso, apenas os machos têm o costume de usar as presas como arma. A beleza das presas do elefante-africano, aliás, é uma das características que motivam os inimigos da Vida a caçá-los – em parte pelo alto valor do marfim no mercado de exploração animal, e em parte pela inveja da evidente inferioridade humana. A caça de elefantes para o comércio do marfim continua a ser a maior ameaça à existência da espécie.

Irmãos e irmãs de ATWA, soldados pela beleza de todas as vidas e pela perfeição da ordem natural, informem-se sobre o Reino da Vida.

 Reino da Vida de ATWA: Elefante africano

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Alimentos orgânicos: Uma escolha consciente por ATWA

atwa organicos Alimentos orgânicos: Uma escolha consciente por ATWA

Se você é capaz de fazer ao menos uma única coisa por ATWA; se você está preparado para dar um golpe certeiro contra as forças da morte e desintegração; se você está pronto para fazer ao menos uma única escolha consciente nessa guerra dos homens contra a perfeição da ordem natural de ATWA; então se alimente com produtos orgânicos. Nenhuma outra escolha pode representar mais benefícios para você, sua família, e para ATWA.

Há muitos benefícios que nascem dessa única escolha: você removerá do solo da Terra centenas de toneladas de produtos químicos perigosos, sintéticos, causadores de doenças, destruidores do meio ambiente. Todos os soldados de ATWA se tornarão imediatamente mais saudáveis – assim como nossas crianças, que são o futuro dessa guerra pela Vida.

Se assim for feito, nossas crianças serão mais inteligentes. Muitos estudos confirmam que esses produtos químicos reduzem a inteligência humana e dos outros animais. Ao consumi-los, estamos destruindo o nosso próprio futuro, trabalhando contra o instinto natural da sobrevivência.

Alimentos convencionais são piores para nós do que imaginamos. O governo responde aos problemas apenas após os erros se consolidarem, e é excessivamente influenciado por grandes empresas agrícolas, que também definem o caminho das pesquisas das grandes universidades. Esse ciclo mantém as pessoas longe da realidade.

Há evidências suficientes para sabermos agora que os produtos químicos sintéticos estão destruindo a nossa saúde e a nossa capacidade de reproduzir e, sendo assim, destruindo também a nossa capacidade de sobreviver como espécie. Produtos químicos agrícolas estão estatisticamente e significativamente implicados em causar todos os tipos de cânceres, problemas de comportamento, debilidades de atenção, hiperatividade, autismo, doença de Parkinson, a redução da inteligência, aumento de infertilidade, abortos, diabetes, e deformidades infantis, entre outros males.

Pesticidas usados na produção de alimentos comprovadamente causam uma ampla gama de efeitos adversos sobre a saúde humana e dos outros animais, incluindo lesões agudas e crônicas do sistema nervoso, danos aos pulmões e aos órgãos reprodutivos, disfunções do sistema imunológico, defeitos congênitos, e câncer. Esses efeitos podem se manifestar como efeitos tóxicos agudos, efeitos retardados, ou efeitos crônicos. Por sua vez, a indústria agrícola afirma que os resíduos de pesticidas em alimentos são inofensivos e regulamentados pelo governo.

Soldado de ATWA, você não precisa de um governo para orientá-lo. Você não precisa de um líder. Você tem as leis de ATWA – a perfeição da ordem natural. Dê um passo a caminho da sobrevivência, um golpe contra os inimigos da Vida – e saiba que você não está sozinho.

 Alimentos orgânicos: Uma escolha consciente por ATWA

© 2011 ATWA Brasil


Um alerta de ATWA aos brasileiros que comem carne

atwa carneamazonia Um alerta de ATWA aos brasileiros que comem carne

Atenção aos brasileiros covardes que se alimentam de carne e sangue!

62% da área desflorestada da Amazônia estão ocupadas por pastos. É o que diz um novo estudo realizado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), com apoio do Ministério do Meio Ambiente.

As análises foram feitas com base em dados reunidos até 2008 e mostram como está sendo usada a terra agredida da floresta – uma área de 720 mil km² desmatados, do tamanho do Uruguai. Desse total, 62,1% foram transformados em pastagem, dos quais 46,7% são pasto limpo, com capim plantado; 8,7% de pasto sujo, onde o capim divide espaço com uma vegetação arbustiva; 6,7% de área de pasto em regeneração, onde há predomínio de vegetação arbustiva sobre o capim; e 0,1% de pasto com solo exposto.

Segundo o estudo, esse quadro confirma a existência de uma pecuária extensiva de baixa produtividade, com menos de uma cabeça de gado por hectare. O mapeamento também revela que a produção agrícola ocupa menos de 5% da área total desmatada na Amazônia.

Os dados confirmam que a pecuária continua a ser o fator predominante por trás do desmatamento da floresta amazônica. Em uma região onde os preços da terra estão se valorizando rapidamente, a pecuária é usada como um veículo para especulação de terra, quase sempre ilegal. Terras com florestas têm pouco valor, mas transformadas em pastagens podem ser utilizadas para produzir gado ou serem vendidas para grandes agricultores. E com isso, a pecuária na Amazônia tem se tornado um negócio multibilionário, que abastece os mercados domésticos de carne e os mercados no exterior com produtos de couro.

Brasileiro, se você se alimenta de outros animais, você está destruindo a Amazônia. Se você se alimenta de carne e sangue – a prática dos covardes, inimigos da Vida – você está apagando o verde da bandeira do Brasil. E acima disso, você está em guerra contra ATWA – e ATWA era ATWA antes de a humanidade ser a humanidade.

 Um alerta de ATWA aos brasileiros que comem carne

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Arte ilustra a urgência de resgatar ATWA

1 Arte ilustra a urgência de resgatar ATWA

Abaixo, algumas obras de arte de Mary Edna Fraser que traduzem a urgência de resgatar ATWA, feitas através de uma técnica de tingimento em tecido artesanal conhecida como Batik:

 Arte ilustra a urgência de resgatar ATWA

© 2011 ATWA Brasil


ATWA: Guerra contra os transgênicos

atwa transgenicos ATWA: Guerra contra os transgênicos

Abaixo, algumas perguntas e respostas sobre os alimentos transgênicos – outra face do combate dos homens contra a soberania de ATWA:

Você sabe o que são transgênicos? E produtos transgênicos?
Os transgênicos são espécies animais e vegetais geneticamente modificadas por cientistas em seus laboratórios. Os produtos transgênicos são produtos industriais que possuem, em sua composição, organismos geneticamente modificados.

Você sabe dos riscos que eles podem trazer à sua saúde?
Consumindo produtos transgênicos, você tem seu sistema imunológico alterado. Isso pode provocar alergias alimentares, redução do efeito de antibióticos, e aumento do nível de substâncias tóxicas que prejudicam a saúde, acima de tudo com efeitos cancerígenos.

Você sabe dos riscos que os transgênicos trazem ao meio ambiente?
Os transgênicos provocam o aparecimento de superpragas, afetam a vida microbiana no solo, matam insetos vitais para natureza, e provocam a perda da diversidade genética.

Sabia que os impactos dos transgênicos na natureza são irreversíveis?
Os transgênicos, uma vez liberados na natureza, se misturaram com as outras espécies vegetais, posteriormente tornando-se impossível retirar da natureza os genes que foram introduzidos. As conseqüências disso são imprevisíveis – e perigosíssimas.

Você sabia que os transgênicos podem estar bem próximos de você?
Os transgênicos podem ser encontrados nas prateleiras dos supermercados. Veja aqui algumas empresas conhecidas no Brasil que utilizam transgênicos:

Ajinomoto
Arcor
Bauducco
Batavo
Cirio
Da Grana
Effem
Hikari
Kellog’s
Kraft
Liza (Cargill)
Mococa
Nestlé
Nutrifoods
Nutrilatina
Nutrimental
Oetker
Parmalat
Quaker
Santista
Soya (Bunge)
Vigor
Visconti
Wickbold

Se você não é favorável à livre comercialização dos transgênicos e de seus derivados, saiba como combatê-los:
Consuma produtos orgânicos. Esses produtos, além de serem saudáveis e nutritivos, não degradam o meio ambiente, pois são produzidos sem agrotóxicos e adubos químicos. Evite comprar produtos importados dos Estados Unidos, Argentina e Canadá que contenham derivados de soja, milho, canola e tomate.

 ATWA: Guerra contra os transgênicos

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WWF na mira de ATWA

atwa wwf WWF na mira de ATWA

A ONG WWF (Fundo Mundial para a Natureza), que é parcialmente subsidiada pelo governo dos Estados Unidos e pela União Européia (os maiores poluidores per capita do planeta), diz “promover o consumo sustentável de madeira”, unindo mais de 70 madeireiras internacionais e vendedores de madeira. Segundo a própria ONG, eles são responsáveis hoje por 19% dos produtos florestais comprados e vendidos internacionalmente – tudo feito com o selo de aprovação da suposta ONG ambientalista.

A ONG, que carrega a famosa logomarca do urso panda, e que nesse ano completa 50 anos de operação, recebe mais de 500 milhões de dólares anualmente de doações e endossos corporativos. Trata-se de mais um grande negócio sob a bandeira do ambientalismo, aos moldes dos enganadores do Greenpeace.

Mas as ligações da WWF com a silvicultura, mineração, indústria do tabaco, bancos corporativos, produtores de óleo de palma, biocombustíveis, e outras empresas nada “amigas do meio ambiente” têm se tornado evidentes. No mês passado, a ONG também foi acusada de trabalhar com empresas de alimentos modificados geneticamente na América Latina. Quando questionados sobre suas atuações duvidosas, a WWF disse “procurar diálogos construtivos” com essas indústrias em guerra contra ATWA.

As atuações imorais da WWF foram claramente documentadas em florestas na África, com madeireiras ilegais autorizadas a usar a logomarca da ONG para vender uma “imagem verde” enquanto destruindo umas das florestas mais biologicamente ricas do planeta. Na República Democrática do Congo, por exemplo, em que florestas inteiras têm sido devastadas para que a madeira chegue barata para os consumidores na Europa e na China, existem escritórios da WWF bem em meio aos campos de desmatamento. Ironicamente, moradores locais pensavam que a WWF era a própria empresa madeireira que têm destruído toda a região – os congoleses ficaram chocados ao saber que, em teoria, a WWF era uma ONG de “proteção ambiental”.

Portanto, existem os inimigos da Vida declaradamente em guerra contra ATWA – aqueles que descaradamente atuam em desrespeito à ordem natural, que colocam o Deus-Dinheiro acima dos céus de ATWA, que transformam a perfeição de todas as vidas em números e valores, que através dos meios de comunicação constroem seus impérios de mentiras com base na ingenuidade e ignorância da maioria dos zumbis-humanos.

Mas os piores são aqueles que se dizem irmãos e irmãs de ATWA, mas que pelas sombras agem como os inimigos declarados. Esses estão na mira de ATWA – e o Tribunal Popular Internacional de Retribuição está a caminho!

 WWF na mira de ATWA

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