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A busca pela verdadeira ecologia

atwa unicaecologia A busca pela verdadeira ecologia

É muito fácil protestar pelos inconvenientes de uma sociedade industrializada, egoísta e decante como a atual – motivos não faltam. É muito emocionante pedir uma sociedade limpa, ecológica, onde se respeite o meio ambiente. Também é muito conveniente simplesmente solicitar uma sociedade onde os modos e a mentalidade da gente assumam o amor à natureza como algo prioritário. O problema é assumir as conseqüências dessas declarações. A história é testemunha de que os homens brincam com ATWA tanto quanto eles brincam com seus outros jogos de ego. Os homens gritam muito sobre muitas coisas, mas fazem muito pouco além de gritar.

Esses sentimentos ecológicos das massas são colocados à prova quase sempre, ao redor do mundo. Quando a Noruega se nega a dar quotas de pesca à Espanha, e têm-se pescadores desempregados; quando se trata de proibir a fabricação de sprays que atentam contra a camada de ozônio, com o qual sofremos a concorrência da Índia ou da Tailândia, que não os proíbem; quando se encarece a carne por obrigar a cumprir a lei de transporte de gado, ou se devem fechar as indústrias têxteis das bacias catalãs, que contaminam seus rios, enquanto trazemos tecidos de Cingapura; quando se quer obrigar o Brasil a conservar a selva que não souberam conservar na Europa; ou quando se nega o uso de carros SUV e por isso fecha-se uma fábrica que os produziam, deixando milhares de trabalhadores desempregados. Enfim, em cada caso, em cada tema, quando se chega à realidade é quando se põe à prova o “sentimento” ecológico que todos alardeiam.

Isso acontece porque uma política em harmonia com ATWA – ecologicamente real, autêntica, aplicável – passa por duas medidas profundamente impopulares (isso considerando, é claro, a dinâmica das sociedades modernas):

– A proibição de importar qualquer produto que não tenha sido produzido com os rigores ecológicos estabelecidos. Sem isso, a concorrência do mercado mundial leva à ruína os ecologistas diante dos sem escrúpulos.

- A aceitação de um custo adicional em nível de vida. É necessário renunciar o consumo e os costumes “cômodos” para conseguir uma aplicação ecológica realista.

O primeiro ponto é absolutamente necessário: sem uma eliminação do dumping (prática econômica que consiste em vender abaixo do preço normal ou de custo de produção) social e ecológico, que representa a concorrência desleal dos países sem respeito ao meio ambiente, não há possibilidade de uma ecologia real. Em outras palavras, não há possibilidade de uma ecologia real em uma sociedade dominada pelo mercado, em que o dinheiro – ou melhor, quem controla o dinheiro – é o que estabelece as regras.

Quanto ao segundo ponto, evidentemente é necessário eliminar um consumismo excessivo, mas isso não tem porque significar um nível de vida pior. Sim, uma mudança do estilo de vida, mas não uma queda da qualidade de vida.

O homem estar hipnotizado por suas invenções modernas não é necessariamente um obstáculo a essa busca por uma verdadeira ecologia. Em outras palavras, a ecologia é um objetivo que pode ser alcançado não limitado apenas a uma “marcha atrás” no desenvolvimento tecnológico, mas também, e seguramente assim deve ser, por um passo adiante da tecnologia. Há grandes planos, inclusive agora, inclusive sob a repugnante mentalidade mercantilista, de processos de fabricação recicláveis, de produtos sob normas de reuso e de aproveitamento de resíduos. Há métodos modernos incríveis para usar energias alternativas e recuperar áreas degradadas. Tudo isso limitado inclusive pela falta de um incentivo real para desenvolver novos métodos ecológicos de produção, dado que o sistema não promove precisamente o respeito ao meio ambiente diante dos lucros. Mas temos uma enorme fronteira para alcançar de imaginação e tecnologia a serviço da ecologia, se nos permitirem aqueles que mantêm o poder do dinheiro.

A ecologia não é contra o mundo do futuro, mas sim a mentalidade mercantilista do presente. Um mundo em que a invenção do homem esteja a serviço de uma mentalidade ecológica e de um Estado decidido a proteger o meio ambiente poderá alcançar enormes metas de bem-estar real da população, precisamente potencializando o desfrute do meio natural – do qual nós fazemos parte.

É negativa a idéia de uma ecologia baseada em uma “marcha atrás”, em “deixar de produzir” ou “deixar de fazer”. A ecologia do amanhã é baseada precisamente no contrário – em uma enorme vontade de fazer, de restaurar e de inventar métodos modernos de viver dignamente com a natureza. O homem não deve renunciar a sua presença na natureza, mas renunciar o seu papel atual como consumidor da natureza, dirigindo a mesma pela estrutura economista. Só 10% de aumento de custo podem significar 90% de melhorias ecológicas. Bastaria “pequenas mudanças” de comportamento para eliminar problemas enormes – e após um primeiro passo de sucesso, sempre haverá um segundo.

O verdadeiro problema é encontrar quem teria o valor de impor essas medidas, arrasando os obstáculos que se opõem: o mercado mundial, a ânsia de lucros econômicos e, sobretudo, o hedonismo (doutrina que considera que o prazer individual e imediato é o único bem possível, princípio e fim da vida moral) das massas, compradas pelo prazer e pela vulgaridade.

Charles Manson seria esse homem, capaz de resgatar da profundidade do egoísmo da humanidade a compreensão das necessidades de ATWA. Mas as massas programadas pela televisão – essa seita que ama morte, sangue e banalidade – o penduraram na cruz das suas ignorâncias, e o abandonaram. Apesar disso, a mensagem única de Manson persiste: não existem leis senão ATWA.

E de fato, para o homem moderno não existe outro caminho para uma vida em harmonia com a natureza senão através da conscientização total de ATWA. Não existe outro caminho. As leis naturais atropelam – e sempre atropelarão – as leis fabricadas pelos homens, porque a ordem natural é a vontade do que chamamos de Deus. Na busca por uma verdadeira ecologia, o homem precisa, antes de tudo, se tornar consciente de ATWA. Quando ele reconhecer que não existem dois – que tudo é um, e que uma vida tirada é um golpe contra si próprio – será possível direcionar a máquina da humanidade em uma direção que leve a um retorno da harmonia entre os seres humanos e o restante da vida desse planeta. Essa é a única e verdadeira ecologia.

 A busca pela verdadeira ecologia

© 2011 ATWA Brasil


Charles Manson: “Uma mentira pode crucificar uma verdade…”

manson mentirascrucificam Charles Manson: Uma mentira pode crucificar uma verdade...

Aqui, um novo comunicado ditado por Charles Manson para aqueles que se importam com ele e tem consideração pela vida que ele vive e pelos símbolos que ele representa:

“A mente tem sido profetizada por meio de ilusões de tempo: a Idade do Bronze, do Cobre, do Aço, do Ferro, do Plástico.

Todos os diferentes órgãos do corpo da humanidade sempre tiveram um submundo, nos túmulos, nas prisões, na escuridão, onde eles sempre crucificaram os indesejáveis e sempre se alimentaram dos fracos.

Querido mundo, mente, corpo, alma. As palavras de Manson dizem isso a quem você pensa que é ou não é:

Quantas vezes vocês acham que as mentiras crucificaram Cristo? Eu uso a palavra ‘Cristo’, mas pense em vocês mesmos. Olhe para as estrelas e para a eternidade do tempo, e perguntem-se: quantas vezes vocês já ouviram os cristãos mentirem que vocês tenham percebido ou saibam em suas próprias mentes? Manson é apenas um outro Cristo, dos milhões de Cristos que os cristãos têm crucificado. Que as mentiras dos cristãos crucificaram. Que as mentiras dos cristãos sacrificaram para os milhões de vidas e milhões de túmulos que eles têm controlado pelo mundo em que você pensa.

Manson é o mundo de verdade. Apenas mais um rejeitado, um filho indesejado, que acordou e tomou conhecimento do real, do mundo em um só Deus. Uma criança que vive uma vida de punição, sendo enganado, maltratado e sacrificado. As igrejas me viram e me conhecem como o Diabo, o próprio Satanás, e eles me deformaram e guerrearam contra mim com mentiras e enganações, e derrotaram-se novamente. Agora eles querem trocar de lugar comigo e reivindicar a minha vida para o engano e a fraude que eles criaram com a Igreja Católica Romana. Vincent Bugliosi perdeu sua cadeira no Vaticano depois de 885 anos.

Não é grande coisa. Olhem para as estrelas e vejam Deus, o Amor, e escolham uma estrela, e saibam que uma mentira pode crucificar uma verdade, porque o amor é dar, e uma criança sem família pode ser sacrificada porque todas as religiões são baseadas em medo, jogos, dinheiro, governos, mentiras, guerras, e enganações. Manson é apenas uma pequena estrela em sua própria órbita, para sempre. E eu dei para as mentiras dos cristãos um breve período de 64 anos em punição, em prisões-zoológico, como os animais selvagens que os cristãos têm trancado em sua vergonha.

Os cristãos são aqueles destruindo o amor e alimentando-se dele. Olhem para isso. Olhem para o corpo do amor. Uma criança de amor, por amor. Vocês desperdiçaram o fim do tempo em suas estrelas. Ninguém deu a mínima pra vocês, exceto aqueles que vocês conhecem como cores. Eles deram o que podiam, e como vocês, ficaram aquém, assim como todos os outros vivos. Quanto a mim, eu, Manson, nasci morto e nunca não aprendi a amar. Cristo é o Filho de Deus. Ele morreu tantas estrelas quantas vocês podem ver no escuro da minha escuridão, para sempre. Manson é apenas mais um ‘você’ verdadeiro, que se tornou um ‘eu’. Eu te amo por todo o caminho de volta para mim, que ama o mundo e as palavras do real, e da e deu tudo de si em ATWA para sempre. Um truque, sabendo que Deus não é uma mentira. E os cristãos, que dizem todas as coisas de justiça, mas no corpo de toda a vida estão mentindo para vocês e para eles mesmos nas prisões e zoológicos. Mas, como você, eu aprendi a me amar. Eu estou sozinho com o meu Cristo. Meu Deus sou eu, e todos os meus ‘eus’ me amam pela suas próprias sobrevivências. Eu sou Truman, Harry Truman, e eu tinha todo o meu vermelho, branco e azul cobrindo todo o meu rancho com os meus cavalos, e vocês permitiram que as palavras dos outros te enganassem, porque eu nunca usei o medo ou lhe mostrei o medo. Medo e amor são realidades reais, boas e más, certas e erradas, e as realidades reais só podem tornar-se a partir do ‘eu’ que vem de dentro. As mentiras dos cristãos roubam isso de vocês. Os verdadeiros cristãos são os cães do Diabo da sobrevivência, e eles farão qualquer coisa para mim. Eles me conhecem como o pior e a mais má das criaturas, o medo mais real de todos os truques das palavras da verdade e honra, que seria a guerra para salvar ATWA – o mundo – e acabar com as mentiras e com as coisas que não trabalham para mim.

A sua falta de fé custou a ATWA muito tempo, mas sem julgamentos. Dois sabem você fez o que precisava fazer pelo amor que você tem por você. Amar é pra valer, é para sempre. O medo e a morte não têm julgamentos na igreja das aranhas e baratas, insetos e pássaros, cobras, ou todos os mansos e fracos que não são importantes, e que não têm ninguém além de simplesmente se verem livres de tudo isso.

Se vocês tivessem feito o que eu pedi, como vocês disseram que fariam, eu poderia tê-los salvado de uma longa viagem. Eu já era dos piratas da marinha antes; e os outros que pareciam que havia alguém mais eram apenas sombras de um sonho que se foi.

Um círculo de amor e de verdade não pode ser quebrado. Um círculo de amor e de verdade não pode ser quebrado. Um círculo de amor e de verdade não pode ser quebrado. Não poder significa NÃO. Não, não é uma mentira. Se algo é uma mentira, é só uma questão de tempo, porque o amor e a verdade não são uma mentira. O tempo é um jogo, uma encenação, e é tão irreal como a morte. A vida é para sempre. Sair à noite e olhar para cima, isso é o meu Manson. Isso é o meu ‘eu’. O ônibus negro é minha mente negra, minha alma, meu sonho eterno, e os meus ‘eus’ são gratos de estarem mortos na minha prisão-zoológico que vocês chamam de ‘você’.

- Charles Mason”

 Charles Manson: Uma mentira pode crucificar uma verdade...

© 2011 ATWA Brasil


A humanidade de costas para ATWA

atwa decostas A humanidade de costas para ATWA

O homem está em guerra contra ATWA. De fato, o coletivo da humanidade assumiu o risco real da alteração climática há alguns anos. Discute-se muito sobre os elementos que contribuem para essa mudança, mas poucos discordam de que as mudanças estão a caminho. Alguns reconhecem em seu instinto de sobrevivência – aqueles poucos que não se renderam aos confortos humanos – que medidas drásticas devem ser tomadas por todos. Outros não, e simplesmente colocam suas vidas nas mãos de desconhecidos que elaboram o sistema que a humanidade adotará.

Fato é que aqueles que até então têm determinado o caminho da humanidade se provaram incapazes. O Protocolo de Kyoto serve para ilustrar a liderança humana: se todos os países chegassem a cumprir com as suas metas de limitar as emissões de gases na atmosfera, ainda assim os Estados Unidos, sozinho, responsável por 25% do total desse impacto humano, elevaria em 6% o total mundial de emissões. Eles se recusaram a assinar o acordo, provavelmente sabendo que não se passa de mais uma brincadeira humana com relação a algo muito sério. De qualquer maneira, o Protocolo de Kyoto foi ratificado por 47 países, e quase nenhum deles cumpriu com as suas exigências.

Nos últimos 10 anos, só o setor energético aumentou em 30,5% suas emissões de dióxido de carbono. A produção de cimento, e as indústrias metalúrgicas e químicas aumentaram suas emissões em 33%. As atividades agropecuárias elevaram suas cotas para 65%. Trata-se de um quadro de abandono do instinto humano de sobrevivência. Todos nós apertamos a fundo o acelerador do sistema de produção, distribuição e consumo. Queremos carros novos, quanto mais rápidos e potentes melhor; desejamos maior consumo elétrico para ter ar condicionado e adquirir as últimas novidades em matéria de eletrodomésticos; não estamos dispostos a viajar menos, nem a frear o crescimento econômico, nem a renunciar o esbanjamento e os produtos descartáveis.

Isso sumariza o nosso argumento inicial: o homem está em guerra contra ATWA. São as ações do coletivo da humanidade que ditam as leis da nossa existência. Não existe um com mais culpa do que outro. Essa é a sociedade na qual vivemos. É a forma de pensar, observar e viver da esmagadora maioria dos seres humanos; essa mesma que alguns estimulam com sentenças tão falsas como “o povo sempre tem a razão”. Estamos vivendo imersos em uma sociedade predadora, ávida de maior riqueza e de poder ao preço que seja, onde os mais desfavorecidos só desejam ter acesso a maiores níveis de consumo. Todos os seres querem maior desenvolvimento econômico, e o medem com as pautas do modelo vigente que nos conduziu ao desastre da nossa natureza. O mundo e as leis naturais que o regem não podem suportar semelhante espólio irresponsável.

Aqueles que se auto-intitulam “ecologistas” são também transgressores quando dizem demagogicamente que é possível reduzir o impacto ambiental a níveis sustentáveis sem renunciar o nosso conforto atual, medido em bens e serviços. Argumento totalmente indefensível. Não há forma de defender isso sem uma profunda mudança em nossa cultura.

Mas ao mesmo tempo, a história é testemunha de que as pessoas pensam muito pouco com as suas próprias cabeças. É possível alterar completamente as suas idéias em uma certa direção, afinal, é exatamente isso que tem sido feito com relação ao cuidado com a ordem natural. Um exemplo: nos anos 80 se proibiram os sprays de CFCs pelo cloro que afetava a camada de ozônio na alta atmosfera. Os meios de comunicação falavam sobre o assunto, e as crianças aprendiam sobre isso nas escolas. Todos foram programados com essa história. Mas os CFCs só representavam uma mínima parte da contaminação, e as outras fontes não foram abordadas, como uma infinidade de usos industriais, os vôos supersônicos de dezenas de milhares de aeronaves militares, ou os agrotóxicos empregados na agricultura intensiva. Esse exemplo é válido para balancear a questão da culpabilidade humana nessa guerra contra ATWA. Mas seria essa fraqueza mental um fator de inocência?

Diferentemente de nossa sociedade que vive de costas para ATWA, nossos ancestrais e os homens do campo percebiam os sinais que anunciavam uma catástrofe. Quando os rebanhos selvagens fugiam em debandada depois de sentir o ar, sabia-se de que direção provia a ameaça seguindo o exemplo dos próprios animais, sempre atentos para detectar as ameaças do tempo. No entanto, como disse Nietszche: “A vida, segura sob o império do instinto, periga sob o império da razão”.

Houve uma época em que o homem fazia parte da ordem natural, em que o seu instinto de sobrevivência lhe colocava como irmão das outras espécies do planeta. Antes bastava um sinal sutil para soar um alerta. Mas hoje, o homem ignora esses sinais com orgulho, como se tratasse de coisas triviais. A humanidade se sente mais forte do que a própria natureza. O homem de hoje se vê como vencedor pela ilusão de dominá-la, controlá-la e tê-la a seu serviço. Um ignorante otimismo tecnológico convenceu a humanidade de que sempre poderá neutralizar os fenômenos naturais.

A solução é uma: reger-nos pelas leis eternas da natureza, a ordem de ATWA.

Quem sabe, ainda há tempo. É preciso deixar de viver de costas à única verdade. É necessário apelar não apenas à cabeça do homem, mas ao seu coração, obtendo assim a força da psique coletiva. Mas em seus moldes da atualidade, a humanidade não merece sobreviver. Nós nos retiramos da ordem mundial, e assim a natureza está encarregada de nos expelir dos seus cuidados. Mas ainda existe ATWA: o ar, as árvores, a água e os animais. Façamos algo então, por eles.

 A humanidade de costas para ATWA

© 2010 ATWA Brasil


Charles Manson: “Agora você quer me matar…”

manson 1969 16 2 Charles Manson: Agora você quer me matar...

“Eu comia das suas latas de lixo para estar fora da prisão. Eu usava roupas de segunda mão. Eu aceitei as coisas e as doava no próximo segundo. Eu tenho feito o meu melhor para se dar bem em seu mundo, e agora você quer me matar, e eu olho para você e eu vejo como vocês são incompetentes. E então eu digo para mim mesmo: vocês querem me matar? Eu já estou morto, tenho estado por toda a minha vida.”

- Charles Manson, 1971

 Charles Manson: Agora você quer me matar...

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A eterna guerra santa por ATWA

atwa jesusvegan A eterna guerra santa por ATWA

“Em verdade vos digo que, para esse efeito
Eu vim ao mundo: para que eu possa colocar
Um fim a todas as oferendas de sangue e à alimentação
Da carne dos animais e das aves
Que foram mortos pelos homens.

No início, o Criador deu a todos
Os frutos das árvores, e as sementes
E as ervas para alimento, mas aqueles que
Amavam-se mais do que amavam o Senhor
Ou seus companheiros, corromperam os seus caminhos
E trouxeram doenças a seus corpos,
E encheram a terra com prazer e
Violência. Não é pelo derramamento de
Sangue inocente, portanto, mas por viver
A vida justa é que você encontrará a paz.

Bem-aventurados os que guardam esta Lei, pois
O Criador se manifesta em todas as criaturas
E todas as criaturas vivem no Criador.”

Essas são as palavras de Jesus no Evangelho dos Nazarenos, 75:9-14.

O texto acima foi encontrado preservado pelo ramo Mt. Carmelo dos essênios (Carmelitas), no Tibete, na última parte do primeiro século. Esse texto pré-data os escritos do Novo Testamento.

Textos que confirmam essa mensagem aparecem nos Manuscritos do Mar Morto, descobertos em 1947.

Bem-aventurados são certamente aqueles que escolheram o caminho do abolicionismo vegano, pois esses têm atendido ao apelo da consciência com uma devoção abnegada, determinada e corajosa à justiça em um mundo povoado por hordas de opressores iníquos cujas mentes não iluminadas e corações de pedra permanecem impassíveis diante dos horrores do holocausto animal que eles cometem.

Esses opressores descaradamente e alegremente infligem um nível de sofrimento que foge da capacidade humana de imaginar, criam caudalosos rios de sangue que nascem das cabeceiras do abate desenfreado e galopante e da aniquilação dos animais não-humanos. Eles exercem o poder derivado de seu lucro sangrento como um porrete para esmagar os que se interpõem entre eles e suas vítimas exploradas. Vocês que se atrevem a se opor a eles são abençoados.

Assim como Jó, vocês veganos abolicionistas aderem à sua fé em face da adversidade tremenda. Apesar da quase esmagadora oposição, dos períodos de desespero profundo, semi-isolamento, da marginalização, da humilhação pública, da intimidação legal, das dificuldades financeiras, do rompimento dos laços familiares e, em alguns casos, da prisão, vocês perseveram nessa guerra sociocultural para trazer outros entre os sensíveis a essa esfera moral. Vocês são abençoados.

Atuando como um representante para aqueles cujas vozes de oposição à sua exploração e assassinato são limitadas a gritos e choros que iludem a capacidade da nossa espécie de compreender, e como um representante para aqueles cuja capacidade de afastar os horrores da civilização industrial, o antropocentrismo, e a crueldade humana é profundamente inadequada, vocês têm empreendido uma cruzada nobre e justa. Como aqueles que vos precederam em batalhas similares por justiça social, vocês lutam pelos direitos daqueles que foram esquecidos. Vocês são abençoados.

Como uma pequena fração da superpopulação humana que arrasta a Terra para o Período Antropoceno, vocês estão travando uma guerra moral infinita contra os exércitos dos especistas que são vastamente mais numerosos do que vocês e que potencialmente podem lhes causar muita dor e sofrimento. Vocês são abençoados.

Incansavelmente vocês lutam pelos direitos essenciais e básicos dos animais não humanos, oferecendo uma camada muito fina de proteção dos níveis obscenos de abuso, barbárie, tortura, escravização e abate que nossa espécie impõe sobre os outros seres sensíveis. Vocês lutam para proteger esses seres que têm vidas intelectuais, emocionais e sociais muito mais complexas do que qualquer especista se atreve a imaginar. Vocês são abençoados.

É seu esforço admirável? Sim. E ainda assim, como afirma o ditado, “nenhuma boa ação fica impune”. Você recebe muitas punições e dolorosamente poucas recompensas. Além da satisfação pessoal alcançada por aderir às suas crenças morais e éticas, ou pelo conhecimento agradável de que seus esforços abrandam um pouco do sofrimento onipresente, você colhe muito pouco na forma de recompensas materiais. Vocês são abençoados.

Enquanto a nossa espécie evoluiu moralmente, reconhecemos que as crianças são inocentes e sacrossantas. Anteriormente comuns e amplamente aceitas, práticas como o abuso infantil, a escravidão infantil, o trabalho infantil e exploração sexual infantil são hoje ilegais. Como parte da vanguarda moral da humanidade, vocês lutam por uma estrutura sociocultural em que outros seres sencientes também estarão livres desses mesmos tormentos. Sua evolução moral tem ofuscado a maioria dos seus companheiros humanos. Vocês são abençoados.

E para aqueles de vocês que são elevados espiritualmente, aqui estão duas orações aos deuses animais em que vocês podem encontrar consolo para os momentos difíceis do caminho desafiador que vocês escolheram:

“Poder superior, conceda-me serenidade para aceitar que não vou ganhar todas as batalhas, a coragem para vencer as batalhas que posso vencer, e a sabedoria para saber a diferença.”

“Dá-me a força para segurar a minha cabeça erguida, para cuspir de volta em seus rostos, e nunca se render.”

Soldados de ATWA, vocês são abençoados. Olhe apenas para frente. Siga com a sua luta, por eles…

 A eterna guerra santa por ATWA

© 2010 ATWA Brasil


Mares e oceanos de ATWA – vivos ou mortos?

atwa oceanos2 Mares e oceanos de ATWA – vivos ou mortos?

A água é um dos pilares de ATWA. Os mares e lagos cobrem dois terços da superfície do nosso planeta, e têm um papel de enorme importância para todo o meio ambiente.

Apesar disso, os seres humanos parecem estar fazendo o possível – em todas as partes do nosso planeta – para produzir um impacto negativo sobre os mares e a todas as vidas que o mesmo abriga. Conseqüentemente, trata-se também de um ataque contra nós mesmos, mas o homem parece confiar mais na sorte do que na realidade dos fatos.

Abaixo estão listados alguns fatores que merecem destaque nessa guerra do homem contra a água de ATWA:

- Os mares contêm 90% da biomassa do nosso planeta – das algas à baleia azul.

- Aproximadamente 3,5 bilhões de seres humanos dependem dos mares (esse número pode duplicar dentro dos próximos 20 anos).

- Mais de 70% dos peixes são pescados em excesso. As reservas de atum, bacalhau e peixe espada foram reduzidas em 90% no último século.

- 80% da poluição marítima têm a sua origem fora dos mares.

- O material plástico descartado mata anualmente um milhão de pássaros marinhos, 100 mil mamíferos marinhos e incontáveis peixes.

- Os vazamentos involuntários, despejo ilegal pela navegação e acidentes marítimos poluem anualmente os mares com enormes quantidades de óleo.

- O nível do mar subiu de 10 a 25 cm nos últimos 100 anos, e continuará a subir, inundando regiões costeiras baixas.

- Dos recifes de corais tropicais localizados em 109 países, em 93 dos casos já estão fortemente danificados pelo desenvolvimento econômico das regiões costeiras e pelo crescente turismo.

- Os recifes de corais cobrem apenas 0,5% do fundo do mar, mas 90% das espécies de seres vivos dependem desses recifes de maneira direta ou indireta.

 Mares e oceanos de ATWA – vivos ou mortos?

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Charles Manson: “Pecar contra ATWA…”

manson linhadeatwa Charles Manson: Pecar contra ATWA…

“Você tem X tempo para salvar ATWA. As pessoas passam por cima de você e param você, empilham pedras no seu caminho e roubam o seu esforço, e em breve a sua vida passa e os atores e as bandas de rock and roll e as pessoas da TV dizem: ‘Hahaha, olha lá aquele homem louco.’ E aí lentamente eles começam a se tornar conscientes sobre o que você disse, porque eles repetem isso por dinheiro e não sabem sobre, mas eles estão usando os seus pensamentos e o seu jeito, e eles começam a compreender a pouca chance de vida de ATWA como uma realidade.

Você já viu alguém que sabia que iria morrer? Eles fogem da morte. Você sabe o que as pessoas farão pelo medo de morrer? O medo dos Vikings construiu castelos. Se alguém interrompe a sua vida para que ele possa ser uma estrela do cinema, e outros vêem ele sair impune disso, e fazem a mesma coisa, e outros também fazem a mesma coisa, as pessoas de ATWA percebem que a única vida na Terra se foi com aquele pensamento, e que não pode mais ser salvo. E as mortes começam, e eles percebem que a única forma de retornar ao trilho é usar essa câmara como puderem, e os atores vêem isso e correm para seus agentes e as pessoas que lhes pagam, e lhes colocam a serviço disso, e a ordem das coisas é alterada.

Para mim é apenas um pensamento. As formigas vermelhas e as formigas pretas já comeram todas as formigas brancas, e elas têm se comido. O meu maior e melhor eram piores do que um zoológico perfeito, mais profundo do que o nada, gritando de volta paras os ciclos da história e para os desejos de morte dos atores da época.

O ponto de partida é: qualquer um que pecar contra ATWA deve recompensá-la, ou embarcar nos trens para os campos da morte ou para a frente de batalha russa.”

- Charles Manson

 Charles Manson: Pecar contra ATWA…

© 2010 ATWA Brasil


ATWA: Naturalidade acima de ecologia

atwa naturalidade ATWA: Naturalidade acima de ecologia

O mundo moderno é especialista em adulterações. Poderíamos dizer que a base da mentalidade atual é o produto de uma adulteração global. O sexo se apresenta como amor, a cidade como o ideal, e a democracia como liberdade. Tudo está adulterado. Para contestar a brutal degradação do amor e da espiritualidade, inventou-se a divinização do sexo, a destruição da família, o divórcio como normalidade. Promoveu-se e financiou-se a arte-lixo para manter as estatísticas da “cultura” atual. Uma Terra vazia que preenche o espaço da arte e da espiritualidade à base de lixo envolto em frases de críticos bem pagos – todos adoradores do Deus-Dinheiro.

Pois o mesmo aconteceu com a destruição massiva do meio ambiente – e sequestraram a ecologia. Em primeiro momento, isso pode fazer tremer algum apaixonado pelo meio ambiente e pelos princípios ecológicos. Pode parecer também contraditório para o que ATWA propõe. Mas lamentavelmente, é verdade.

A ecologia é uma palavra adulterada. Eliminou-se seu conteúdo original, dos ideais de pessoas como Konrad Lorenz, e criou-se um Frankenstein moderno “ecologista”, uma mistura de todas as imperfeições possíveis, aglutinadas mediante a mentalidade moderna e cidadã do “consumista consciente”. Outros adotaram uma “ecologia política conscientizada”, uma espécie marxista que protesta pelos erros do capitalismo, e sonha com uma nova versão de sociedade materialista, semelhante à qual realizou a destruição ecológica maior da história: a URSS, onde o desprezo pelo meio ambiente foi ainda maior do que registrado no capitalismo.

A ecologia atual é um “mercado do verde”, e não um sentimento de integração com a natureza. A idéia original foi convertida de uma ciência para uma adulteração política, para poder assim tornar coerente a venda da “solução” para a ameaça do meio ambiente pelos princípios homocêntricos e economistas do modo de vida atual. Os movimentos considerados “verdes” são parte do problema, uma vez que se passou o tempo de pregar “consciência” e falar em “eficiência”. Os seguidores do Deus-Dinheiro – criado pelo próprio homem – adoram seus ídolos nos bancos, enquanto a natureza é vendida muitas vezes como obstáculo aos ganhos financeiros.

Nossa posição é, por outro lado, perfeitamente coerente com nossos princípios diferencialistas e naturais. A raiz do pensamento de ATWA se baseia precisamente nos valores da natureza, e, portanto, era de prever que o conceito de relação com a natureza fosse absolutamente coerente com sua ideologia, uma vez que parece claro que os princípios de igualdade se chocam radicalmente contra uma relação lógica homem-natureza.

O nosso interesse é acabar com a base de todo o problema. Para nós, as relações homem-natureza estão dadas por uma concepção ética do homem e por uma definição da natureza como objeto de direito, e não como mero “elemento de uso”. Rejeitamos absolutamente o antropocentrismo, a base mítica sobre a qual se fundamenta a exploração materialista e as relações economistas homem-natureza.

Deve existir uma profunda relação de amor e respeito a todo o natural, de forma que cada pessoa “viva a natureza”, e seja parte dela. A educação e a convivência na natureza e com os animais não é um aspecto secundário da existência, mas sim a sua base. É nesse contexto que a natureza se torna um objeto de direito do homem. Mas sem esse respeito mútuo, o homem está no crime contra a ordem natural, agindo de forma semelhante a um câncer lutando contra a vida do corpo humano.

E com isso entramos no conceito básico de naturalidade. Para uma pessoa sensível normal, dessas que vivem em povoados menores, longe da deformação imposta nas grandes cidades, passear pelo campo não é uma “libertação temporária em um fim de semana”, mas um ato normal de sua vida. É o dia-a-dia. É gente que vive perto dos montes e dos campos, em contato natural com os cachorros e com os animais, que ama o meio ambiente do seu povoado, conhece suas colinas e suas formas, sabe onde estão os vales e fontes de sua região, sabe onde encontrar coelhos, plantas e pássaros, reconhece seus cantos e nomes. Esse tipo de pessoa não é o mesmo tipo de humano que os macro-cidadãos, que não sabem nada de seu entorno, que para eles passear é um luxo e tratar animais é algo exclusivo dos zoológicos, que não conhecem sua região nem viram em meses seus rios e montes. Para a cidade, caminhar é uma obrigação, e observar o vôo dos pássaros uma inutilidade que ninguém vê.

Por fim, esses macro-cidadãos são ecologistas. A ecologia existe porque predomina essa loucura de cimento e asfalto, parques industriais e cidades. A ecologia existe para os quais perderam a noção da terra úmida, e para os quais se cansam se sobem em uma colina próxima. A ecologia substitui a naturalidade nos cidadãos que ainda resistem à sua condição de semi-homens.

Mas para a gente sã, para os quais amam seu entorno porque vivem nele, para os quais o rio de carros é antinatural, para os que “ouvem” o ruído infernal das ruas e vêem as paredes de cimento como algo artificial, para os quais os bosques são sua normalidade e conhecem os detalhes de seus caminhos, para esses não é preciso a ecologia, mas sim evitar que os homens zumbis lhes tirem a sua naturalidade.

Temos de entender os inimigos de ATWA da seguinte forma: perderam a parte natural do homem, se converteram em seres desenraizados, aliados ao materialismo, ao mecanicismo. São seguidores do Deus-Dinheiro, adoradores de seus ídolos na Terra. Os bancos mandam, apesar da maioria deles não perceber, no andamento das suas vidas. Por isso aspiram à ecologia, porque perderam a naturalidade, e não estão em harmonia com eles mesmos e com a ordem natural.

Nossa luta é para recuperar o sentido natural do mundo. Esse é o objetivo, e não a ecologia. Não as medidas de eficiência, nem as reivindicações eco-marxistas. Todos somos o problema, porque todos nós perdemos a naturalidade. E na guerra contra ATWA, não existe vitória para o homem.

 ATWA: Naturalidade acima de ecologia

© 2010 ATWA Brasil


Charles Manson: Deus e o homem

atwa deuseohomem Charles Manson: Deus e o homem

Aqui, a transcrição de uma recente conversa com Charles Manson, de junho de 2010:

“Deixe-me dizer-lhe algo que é muito importante: se um homem tem um problema, e trabalha toda a sua vida sobre esse problema, sabendo que ele não pode resolvê-lo, mas que pode empurrá-lo um pouco mais para frente… e cada vez que um homem se torna um homem, qualquer que seja ele, não tem nada a ver com preferências sexuais, não tem nada a ver com o que ele veste, ou com como ele fala, ou com o quão forte ele é. É o espírito de saber na verdade da justiça, e ser capaz de analisar, o poder de observação, para observar e perceber que é uma única vida: Deus.

E quando Deus se torna real no homem, não é uma denominação ou um livro de histórias. Não é uma ilusão, um jogo, ou uma peça de teatro. Não é para atenção ou aprovação. Não é para o homem. É somente para Deus que Deus é Deus. Deus não é Deus para o homem. Deus é Deus porque Deus é tudo o que existe, e não há nada dos homens nele. É eterno. A vida está no homem. E diz isso, na minha inteligência: eu estive a vida inteira em uma cela tentando resolver esse problema. Não me esforçando, mas fazendo automaticamente. Eu não consigo dormir sem pensar. Eu não consigo viver sem algo batendo dentro do meu peito ou funcionando na minha alma e na minha vida que diz o seguinte: existe apenas um caminho. Não pode haver nenhuma dissensão. Não pode haver divisão. Não pode haver nenhuma dúvida sobre isso. O que é deve ser para ser o que é. Se a vida vai existir nesse planeta, tem que vir em perfeita ordem com a atmosfera que respira. Se ela não tem isso, então não há mais nada. Tudo deve ser sacrificado por um princípio em uma única ordem, em uma única vida, em um único ar, em um único mundo, em uma única Terra, em uma única mente, que não tem nada a ver com os seres humanos. Os seres humanos são o problema. São eles que estão criando as decisões que estão destruindo a vida na Terra. Todas as vidas serão perdidas na Terra se você não lidar com o problema humano. O homem é o problema; as pessoas são o problema. O petróleo não machuca as pessoas. É o povo que está manuseando o petróleo que está prejudicando as pessoas.

Você sabe que quando eu falo algo, eu quero dizer o que eu digo, e eu digo o que eu quero dizer. Eu estou dizendo isso para você: pare esse maldito combustível fóssil ou você vai acabar com a vida no planeta Terra. Se você quer ter ar nesse planeta, você tem que mudar, ou simplesmente partir. De uma forma ou de outra, mais cedo ou mais tarde, a vontade de Deus será realizada nesse planeta. Não tem nada a ver com quantos websites você tem, ou com quantas pessoas estão lendo os seus livros ou falando sobre o que está escrito em suas camisetas, ou com o quão longo é o seu cabelo, ou se você será amigo de alguém ou inimigo de alguém. Todo esse lixo humano remonta ao Faraó – a flecha, que disparou em direção ao Sol quando o Faraó disse: ‘Não há ninguém mais senão Deus, e vocês farão a vontade de Deus ou não existirão mais’. Remonta aos escravos, e você vê que o escravo está feliz, e ele se congratula com as suas correntes que puxam a carroça que vai tirá-lo dessa merda de combustíveis fósseis, e o colocarão de volta na estrada para a vida. ATWA é a equação final, porque a sepultura do Faraó é a escuridão das prisões. A eternidade está dentro das baratas, aranhas e insetos.

Eu dei tudo o que era meu para um velho cego que lutou por toda a sua vida, que deu a sua vida, e os seus filhos estão nas sepulturas da vida eterna. O Grateful Dead disse: ‘Alcatraz era apenas um pelicano sobre uma montanha, olhando para o oceano’. O pássaro é Deus. Temos de trabalhar para os pássaros e todos os diferentes animais que são deuses. O exército? Procure no zoológico pelo seu general, e diga que nós sabemos que os animais são os nossos deuses, em nossas cabeças. E volte para o planeta o mais rápido que puder, para o ar e pela água. E pare de cortar as árvores por coisas estúpidas. Você já tem todas essas coisas, cara.

Você sabe que, basicamente, a pessoa comum que não sabe nada tem que trabalhar para fazer algo. E todos os trabalhos já foram postos em prática pelos mortos. O que é necessário é um CCM, o Corpo de Conservação do Mundo, para começar com novos trabalhos e estar nas novas economias, com novos cartões de crédito, novos bancos, e novos números, para a conservação de toda a vida no planeta. Nós começamos o CCM na Califórnia, e foi dado aos veteranos que retornavam das guerras em cadeiras de rodas. Essas são realidades que ajudarão a sobrevivência no planeta Terra, cara. Mais cedo ou mais tarde, será realizado.”

- Charles Manson
Junho de 2010

 Charles Manson: Deus e o homem

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O precioso jardim de ATWA

atwa jardim O precioso jardim de ATWA

Com a ampliação sem precedentes do conhecimento humano que temos visto nos últimos cem anos, obteve-se um crescimento proporcional da consciência sobre o mundo que nos rodeia. Uma consciência sobre o dever humano de voltar a fazer parte de ATWA, afinal nós fomos criados como parte de um todo, e não à parte desse todo, como costuma dizer o sábio mártir Charles Manson.

Nós controlamos e ditamos as regras sobre coisas complexas como o vapor, a eletricidade e a energia atômica. Tornamos-nos conscientes do nosso ambiente natural de doze quilômetros de profundidade nos oceanos a trilhões de quilômetros de distância em direção ao universo. Nossa compreensão de processos biológicos tem florescido em novas curas, novas prevenções, a substituição de órgãos vitais, e agora estamos começando a penetrar os mistérios da mecânica genética. Esses são marcos que ilustram uma competência.

E com esse aumento de consciência, temos desenvolvido uma maior compreensão de nosso papel na vida natural do nosso planeta e da nossa responsabilidade com relação às nossas decisões. Isso é essencial não apenas para preservar a nossa própria existência frágil nesse imenso tesouro de seres vivos, mas também para preservar o nosso sistema de suporte de vida, em que dependemos para as necessidades da vida: ATWA – ar, árvores, água e animais.

A Bíblia nos diz que Noé foi ordenado a levar com ele em sua arca dois animais de cada espécie, um macho e uma fêmea, para que eles também pudessem ser salvos do dilúvio. O espírito que ajudou Noé a sobreviver sabia que ele e sua família não seriam capazes de sustentar as suas vidas depois que as águas recuassem se estivessem sozinhos. Toda criatura e todas as gerações de seus descendentes seriam necessários para manter a vida na Terra e para o cumprimento de qualquer futuro planejado para as sucessivas gerações de Noé. Se a menor das criaturas fosse perdida, a própria humanidade estaria ameaçada.

O sábio mártir Charles Manson diz: “Todas as interpretações tem vindo e voltado por milhares de anos e falam a mesma coisa a cada vez: a atmosfera está morrendo! Não tem nada a ver com o que aconteceu há milhares de anos atrás, mas algo que simplesmente acontece, e acontecerá para sempre, está acontecendo agora, nesse momento. Esse momento é onde nós estamos vivendo!”

E agora, no século XXI, podemos ver a sabedoria desse comando. Mesmo com a nossa compreensão ainda imatura, a necessidade absoluta de um sistema de apoio à diversidade biológica da vida pode ser medida e comprovada para os céticos mais devotos. A cadeia da vida não pode ser quebrada ou resistida.

No entanto, sabemos também que muitas espécies estão à beira da extinção. Muitas estão morrendo agora e muitas outras se foram para sempre. Não apenas para nosso próprio bem-estar, mas para que a imensa rede da vida possa continuar, que a humanidade possa se beneficiar não só fisicamente, mas espiritualmente de segurar a continuidade da vida no planeta, devemos ver que é necessário resgatar a vida toda em todos os lugares. Temos um único mundo, apesar das fronteiras que os homens construíram.

Nós criamos desastres trágicos e, literalmente, causamos milhões de mortes em situações que já não podemos nos dar o luxo de fazê-lo. Eliminamos dos grandes oceanos os peixes em regiões que eram marcadas por comunidades quase inesgotáveis desses animais. O bacalhau selvagem, por exemplo, está quase desaparecido. O salmão está ameaçado. Os oceanos, uma vez cheios de vida, agora são comparados a um deserto – não no sentido de ser menos vivo, mas da transformação causada pelo homem. Muitas outras espécies estão penduradas nas bordas do poço sem fundo da extinção.

Os seres humanos, com suas armas e seus castelos, são muito eficientes como caçadores e pescadores para o nosso próprio bem-estar. Mas nós perturbamos o equilíbrio da natureza entre presas e predadores. Nós matamos os últimos animais de muitas espécies. Nossa pesca tem massacrado os oceanos, e a nossa caça fez a terra estéril.

Não apenas poluímos nossas águas além de potabilidade, mas também temos envenenado a água com substâncias provenientes de fazendas industriais, fábricas de produtos farmacêuticos e produtos químicos, pesticidas, petróleo e plástico. Nossas indústrias liberam centenas de toneladas de metais pesados em nosso ar a cada ano. Milhões de pessoas morrem pela natureza estar fora de equilíbrio, pelo ar estar poluído, as árvores ameaçadas, a água envenenada e os animais caindo no abismo da extinção. Os seres humanos têm dominado o nosso sistema de suporte de vida de uma maneira destrutiva, ao ponto que nós mesmos estamos agora ameaçados. E não é apenas a nossa vida física que está ameaçada.

Nossa vida espiritual deve ser tida em conta. Se queremos ser os protetores e não os destruidores da vida, o mundo natural de abundância quase infinita não deve sofrer sob a nossa supervisão. Para sobreviver é preciso ser previdente, e não parasitário. Se estamos a nos vestir para o jardim de acordo com Gênesis, temos de superar as atividades que nos permitiram chegar onde estamos e somente agora ver que precisamos da natureza mais do que ela precisa de nós. Ataques indiscriminados e sem inteligência contra os nossos oceanos lhes trouxe para um mundo abandonado por tudo o que uma vez vivia. A criação de animais para serem mortos, a fim de alimentar um luxo humano, não somente desequilibra a vida animal como também os subprodutos dessa prática têm feito a nossa terra e água inabitáveis.

A dispersão habitual de milhões de toneladas de chumbo por ano, que poluem os animais que nós matamos e comemos, bem como aqueles que são alimento dos que matamos, ameaça o desenvolvimento saudável das nossas crianças, além de envenenar o nosso sistema de suporte de vida.

Mas, em última análise, o fim dessa guerra declarada pelo homem contra ATWA é a única cura para a morte da nossa ecologia. Pode-se dizer que nos tornamos bons demais em matar para que a natureza nos permita chegar a uma vida adulta. Nós agora temos dentes, que estão mordendo os mamilos da natureza.

Nós vivemos pelo espírito eterno dentro de nós, e não há outra opção, não há vida duradoura sem esse espírito. Ou a nossa espécie vai voltar para a lama e poeira de onde veio, porque perdemos o nosso sustento e o nosso destino, ou nós vamos subir para as estrelas como verdadeiros sábios conscientes, criados para ser parte desse planeta e salvar esse precioso jardim para sempre.

 O precioso jardim de ATWA

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Imagens expõem destruição de ATWA

atwa aral Imagens expõem destruição de ATWA

Foram finalmente divulgadas imagens feitas por satélites durante os últimos 40 anos que expõem a destruição de ATWA através de dramáticas mudanças no meio ambiente causadas pela ação do ser humano. Os registros mostram a seca de muitos corpos de água vitais para a vida no planeta, enquanto paralelamente aumenta a demanda da humanidade pelos recursos hídricos: uma equação com resultado alarmante.

O desaparecimento do mar de Aral

Imagens registradas entre 1973 e 2009, por exemplo, registram o desaparecimento quase total do mar de Aral – que na verdade era um gigantesco lago de água salgada – na Ásia Central, que tinha o tamanho da Irlanda. O desaparecimento do Aral pode significar um dos maiores desastres ambientais do planeta, mas pouco se ouve falar sobre a extensão do dano que esteve sendo causado nas últimas décadas.

O Aral, que fica entre o Uzbequistão e o Cazaquistão, já foi o quarto maior lago do planeta. Contudo, desde os anos 60, ele perdeu mais da metade de seu volume. Os rios que alimentam o mar foram sobrecarregados por irrigações nas plantações de campos de algodão, ainda na época da União Soviética. Além da falta de água, o Aral sofre intensamente com a poluição, que chegou a níveis perigosos, arruinando a pouca água que sobrou.

O berço da civilização vira um deserto

No Iraque, a histórica região entre os rios Tigre e Eufrates também sofre com a exploração do homem. Na metade do século XX os pântanos da Mesopotâmia começaram a ser drenados para a agricultura e para atingir a região onde viviam contrários ao partido que dominava o país. Imagens registradas da região em 1990 e 2000 mostram em um pequeno espaço de tempo drásticas mudanças na região.

Os desastres vistos no mar de Aral e nos pântanos são uma combinação dos efeitos do homem e do aumento da temperatura nessas regiões. Não há uma grande mudança no volume de chuva nessas áreas, mas desde os anos 70 a temperatura subiu 1°C, o que aumenta as perdas devido à evaporação. A poluição na área está ficando pior porque, enquanto a água evapora, poluentes na água ficam mais concentrados, menos diluídos.

Abaixo, algumas imagens de satélite que ilustram a destruição de ATWA no mar de Aral e nos pântanos do Iraque:

 Imagens expõem destruição de ATWA

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ATWA Brasil: “A Mente de Manson (Parte 1)”

Abaixo, mais uma produção oficial da ATWA Brasil: “A Mente de Manson (Parte 1)”.

Todos falam de Charles Manson e por Charles Manson o tempo todo. São livros e mais livros, centenas de programas de televisão, matérias de jornais e revistas, etc. Por que não deixar o próprio homem falar por si mesmo?

Portanto aqui está: Charles Manson fala sobre tudo o que as pessoas amam falar por ele.

O video conta com legendas em português.

 ATWA Brasil: “A Mente de Manson (Parte 1)”

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ATWA Brasil: “Uma América”

Abaixo, mais uma produção oficial da ATWA Brasil: “Uma América”.

Uma conversa por telefone com Charles Manson, gravada no dia 28 de maio de 2010. Ele fala muito sobre o Brasil e a essência do povo brasileiro e dos nossos ancestrais. Por fim, Manson passa o comando sobre o que deve ser feito para resgatar ATWA na América do Sul.

O vídeo conta com imagens ilustrativas, o áudio original da conversa, e legendas em português.

 ATWA Brasil: Uma América

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José Saramago e o direito dos animais

O texto abaixo, contra a exploração animal em circos e zoológicos, foi escrito em 2009 por José Saramago, o autor português que faleceu essa semana:

“Pudesse eu, e fecharia todos os zoológicos do mundo. Pudesse eu, e proibiria a utilização de animais nos espetáculos de circo. Não devo ser o único a pensar assim, mas arrisco o protesto, a indignação, a ira da maioria a quem encanta ver animais atrás de grades ou em espaços onde mal podem mover-se como lhes pede a sua natureza. Isto no que toca aos zoológicos. Mais deprimentes do que esses parques, só os espetáculos de circo que conseguem a proeza de tornar ridículos os patéticos cães vestidos de saias, as focas a bater palmas com as barbatanas, os cavalos empenachados, os macacos de bicicleta, os leões saltando arcos, as mulas treinadas para perseguir figurantes vestidos de preto, os elefantes mal equilibrados em esferas de metal móveis. Que é divertido, as crianças adoram, dizem os pais, os quais, para completa educação dos seus rebentos, deveriam levá-los também às sessões de treino (ou de tortura?) suportadas até à agonia pelos pobres animais, vítimas inermes da crueldade humana. Os pais também dizem que as visitas ao zoológico são altamente instrutivas. Talvez o tivessem sido no passado, e ainda assim duvido, mas hoje, graças aos inúmeros documentários sobre a vida animal que as televisões passam a toda a hora, se é educação que se pretende, ela aí está à espera.

Perguntar-se-á a que propósito vem isto, e eu respondo já. No zoológico de Barcelona há uma elefanta solitária que está morrendo de pena e das enfermidades, principalmente infecções intestinais, que mais cedo ou mais tarde atacam os animais privados de liberdade. A pena que sofre, não é difícil imaginar, é consequência da recente morte de uma outra elefanta que com a Susi (este é o nome que puseram à triste abandonada) partilhava num mais do que reduzido espaço. O chão que ela pisa é de cimento, o pior para as sensíveis patas deste animais que talvez ainda tenham na memória a macieza do solo das savanas africanas. Eu sei que o mundo tem problemas mais graves que estar agora a preocupar-se com o bem-estar de uma elefanta, mas a boa reputação de que goza Barcelona comporta obrigações, e esta, ainda que possa parecer um exagero meu, é uma delas. Cuidar de Susi, dar-lhe um fim de vida mais digno que ver-se acantonada num espaço reduzidíssimo e ter de pisar esse chão do inferno que para ela é o cimento. A quem devo apelar? À direção do zoológico? À Câmara? À Generalitat?

P.S.: Deixo aqui uma fotografia. Tal como em Barcelona há grupos – obrigado – que têm pena de Susi, na Austrália também um ser humano se compadeceu de um marsupial vitimado pelos últimos incêndios. A fotografia não pode ser mais emocionante.

-José Saramago”

koala garrafa José Saramago e o direito dos animais

Para ler o artigo original, clique aqui.

 José Saramago e o direito dos animais

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A ameaça contra ATWA continua no Brasil

atwa guerrabrasil1 A ameaça contra ATWA continua no Brasil

As ameaças contra ATWA continuam com o projeto do novo Código Florestal Brasileiro, a fim de fragilizar esse dispositivo legal para expandir o desmatamento em nome de avanços no agronegócio. O relator do projeto é o deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP), que em sua apresentação no dia 8 de junho afirmou que o projeto é “dedicado aos agricultores do Brasil” e que o boi é “o animal favorito do brasileiro” – uma ironia com relação ao alto consumo de carne bovina no país.

Mais de 70 deputados da Bancada Ruralista, representando os interesses do agronegócio, estão unidos a Aldo Rebelo para enfraquecer o Código Florestal Brasileiro. O novo texto retira a reserva legal de 20% de florestas em propriedades particulares, e retira a função social da terra, o que transfere para o estado a conta de qualquer prejuízo ambiental. Na leitura de seu relatório hoje, Aldo Rebelo agradeceu a três conhecidos ruralistas no Congresso: Moacir Micheletto, Homero Pereira e Anselmo de Jesus. Se eles conseguirem aprovar o novo código, milhões de hectares deixarão de ser protegidos por lei – essas terras são suas, a sua vida!

O brasileiro deve ver suas florestas e outros biomas como seu maior tesouro. As mentes do dinheiro vêem na conservação um obstáculo para o lucro. Os demais precisam ver além disso, e compreender que no todo da vida bate o seu próprio coração.

O sábio mártir Charles Manson diz: “O ar que você respira é mais importante do que o dinheiro que você gasta, porque você pode gastar esse dinheiro e acabar sem ar algum”.

Em outras palavras, o brasileiro não pode ficar de braços cruzados enquanto os inimigos da vida lutam para derrubar o Código Florestal Brasileiro. Os lucros deles não salvarão você.
Trata-se de um crime contra o todo da vida, que inclui todos nós. Se o novo código for aprovado, é necessário que todos os brasileiros sintam essa facada. Ela matará lentamente, com muita dor. Portanto, o momento de agir é esse, é agora, enquanto ainda estamos fortes.

O sábio mártir Charles Manson diz: “Você não pode cortar três milhões de árvores todas as manhãs e esperar que o sistema de suporte de vida da nave Terra se sustente. Sem essas árvores, nós estamos todos perdidos”.

E é essa lógica tão simples que muitos pecam em não compreender. As florestas são o lar de muitos indivíduos não-humanos que dependem delas para sobreviver. As florestas são sua casa, sua fonte de sustento e sua referência de vida. Sem elas, eles morrem. A ética antropocêntrica que inibe o homem de ver a si próprio nessas vidas não-humanas é a arma que permite criminosos como Aldo Rebelo e seus comparsas sugerirem a matança indiscriminada de outras vidas em nome do “avanço do agronegócio”.

Os seres humanos verdadeiramente vivos devem apoiar o movimento de proteção das florestas como uma forma de proteger os interesses dos não-humanos livres que se vêem acuados em espaços cada vez menores e em populações cada vez mais ameaçadas. Sua situação é muito parecida com a de populações indígenas, que sempre viveram nas florestas e nunca as destruíram. Pelo contrário, as preservaram e as adoraram, até que as mentes do dinheiro declararam a sua guerra.

A ameaça contra ATWA continua no Brasil. Homens de paletó e mentes do dinheiro, os inimigos inseparáveis unidos, contra você e tudo que ama a vida nesse planeta. Todas as vidas são uma única vida. Ao aprovar o novo Código Florestal Brasileiro, está oficialmente aberta uma “temporada de desmatamento” nas cinco regiões do Brasil. É a sua própria vida em jogo que está sendo discutida – o seu direito de respirar e viver.

Para ler mais sobre o caso do Código Florestal Brasileiro, clique aqui.

 A ameaça contra ATWA continua no Brasil

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