header image

A extinção dos oceanos de ATWA

atwa oceanosameacados A extinção dos oceanos de ATWA

A água de ATWA está confrontada com uma perda sem precedentes de formas de vida inteligentes, comparável às grandes extinções em massa da pré-história – é o alerta soado por um novo relatório do Programa Internacional sobre o Estado dos Oceanos (IPSO). O relatório confirma que os mares estão morrendo em um ritmo mais acelerado do que as estimativas científicas previam.

Essa destruição é explicada por uma série de graves afrontas, que vão desde o aquecimento do clima e a acidificação da água do mar, à poluição química e a pesca predatória generalizada – fatores que são associados a ações humanas. A união desses fatores agora ameaça o ambiente marinho com uma catástrofe “sem precedentes na história da humanidade”, segundo o relatório.

Os novos dados sugerem que a extinção potencial de espécies, de grandes peixes a pequenos corais, é diretamente comparável às cinco grandes extinções em massa documentadas geologicamente, que marcaram o desaparecimento de boa parte da vida do planeta. O pior desses eventos, que aconteceu há 251 milhões de anos, chegou a eliminar mais de 70% das espécies terrestres e 96% das espécies marinhas da Terra. E ao que tudo indica, nosso futuro não será muito diferente disso.

O novo documento, que considerou as últimas pesquisas de todas as áreas da ciência marinha, concluiu que “uma combinação de fatores está criando hoje as condições associadas a cada episódio anterior de extinção em massa de espécies na história da Terra”. Os autores também concluíram que:

1) A velocidade e a taxa de degeneração dos oceanos são muito maiores do que qualquer previsão científica anterior;
2) Muitos dos impactos negativos identificados anteriormente são mais severos do que as previsões mais pessimistas;
3) Os primeiros passos que confirmam uma extinção em massa podem já ter acontecido.

O novo documento diz: “Os resultados são chocantes. Ao considerarmos o efeito cumulativo das ações humanas com relação aos oceanos, as implicações se tornam muito piores do que nós havíamos compreendido individualmente. Trata-se de uma situação muito séria, que exige ações inequívocas em todos os níveis da sociedade. Estamos olhando para consequências para a humanidade que irão impactar as nossas vidas, e o que é ainda pior, impactar as vidas das nossas crianças e as gerações que estão a caminho”.

Portanto, mais um alarme foi soado, alertando os homens sobre os pecados das suas ações contra ATWA e a perfeição de todas as vidas. Trata-se da urgência de resgatar ATWA. Trata-se da conscientização humana sobre seus crimes e pecados. Trata-se da verdade do agora, desse exato momento. Trata-se de todos nós. Ou você está em guerra pela Vida, ou você está em guerra pela morte – e todo homem é dotado de livre vontade.

 A extinção dos oceanos de ATWA

© 2011 ATWA Brasil


Sinais do levante de ATWA no Brasil

atwa sinais Sinais do levante de ATWA no Brasil

Nos últimos anos, o Brasil tem testemunhado um levante de ATWA contra a população humana. De 2007 a 2009, triplicou o número de brasileiros afetados por inundações, secas, vendavais e temperaturas extremas. Ao que tudo indica, os anos seguintes serão ainda mais sombrios.

O aumento mais significante foi de inundações. Em 2009, as enchentes – que em 2007 haviam afetado 1 milhão de pessoas – impactaram 3,2 milhões de brasileiros. Quanto às secas, o salto foi de pouco mais de 750 mil para cerca de 1,8 milhão, e nos desastres com causas eólicas e temperaturas extremas, o número de afetados passou de 200 mil para 800 mil.

O Rio Grande do Sul, Espírito Santo e Piauí foram os estados que tiveram a maior proporção de habitantes afetados – entre 12,1% e 15,2% do número total. No ano passado, os gaúchos foram os mais afetados pelas secas. Do 1,6 milhão de habitantes que sofreram com o levante de ATWA no estado, mais da metade enfrentou a falta de chuvas. No mesmo ano, os capixabas foram fortemente afetados pelas enxurradas.

Esses números abalam uma crença arraigada no senso comum: a de que o Brasil estaria livre de grandes tragédias naturais que afetam duramente outros países.

A cada dia se torna mais evidente que o homem está caminhando em desarmonia com ATWA – a ordem natural da vida simbolizada por ar, árvores, água e animais. Fato é que à medida que as práticas modernas se consolidam e intensificam, o homem se distancia da lei natural. A consequência disso é a punição de ATWA: mais e mais vidas são perdidas entre aqueles que cruzam essa linha de equilíbrio. E não existe impunidade para ATWA.

 Sinais do levante de ATWA no Brasil

© 2010 ATWA Brasil


A humanidade de costas para ATWA

atwa decostas A humanidade de costas para ATWA

O homem está em guerra contra ATWA. De fato, o coletivo da humanidade assumiu o risco real da alteração climática há alguns anos. Discute-se muito sobre os elementos que contribuem para essa mudança, mas poucos discordam de que as mudanças estão a caminho. Alguns reconhecem em seu instinto de sobrevivência – aqueles poucos que não se renderam aos confortos humanos – que medidas drásticas devem ser tomadas por todos. Outros não, e simplesmente colocam suas vidas nas mãos de desconhecidos que elaboram o sistema que a humanidade adotará.

Fato é que aqueles que até então têm determinado o caminho da humanidade se provaram incapazes. O Protocolo de Kyoto serve para ilustrar a liderança humana: se todos os países chegassem a cumprir com as suas metas de limitar as emissões de gases na atmosfera, ainda assim os Estados Unidos, sozinho, responsável por 25% do total desse impacto humano, elevaria em 6% o total mundial de emissões. Eles se recusaram a assinar o acordo, provavelmente sabendo que não se passa de mais uma brincadeira humana com relação a algo muito sério. De qualquer maneira, o Protocolo de Kyoto foi ratificado por 47 países, e quase nenhum deles cumpriu com as suas exigências.

Nos últimos 10 anos, só o setor energético aumentou em 30,5% suas emissões de dióxido de carbono. A produção de cimento, e as indústrias metalúrgicas e químicas aumentaram suas emissões em 33%. As atividades agropecuárias elevaram suas cotas para 65%. Trata-se de um quadro de abandono do instinto humano de sobrevivência. Todos nós apertamos a fundo o acelerador do sistema de produção, distribuição e consumo. Queremos carros novos, quanto mais rápidos e potentes melhor; desejamos maior consumo elétrico para ter ar condicionado e adquirir as últimas novidades em matéria de eletrodomésticos; não estamos dispostos a viajar menos, nem a frear o crescimento econômico, nem a renunciar o esbanjamento e os produtos descartáveis.

Isso sumariza o nosso argumento inicial: o homem está em guerra contra ATWA. São as ações do coletivo da humanidade que ditam as leis da nossa existência. Não existe um com mais culpa do que outro. Essa é a sociedade na qual vivemos. É a forma de pensar, observar e viver da esmagadora maioria dos seres humanos; essa mesma que alguns estimulam com sentenças tão falsas como “o povo sempre tem a razão”. Estamos vivendo imersos em uma sociedade predadora, ávida de maior riqueza e de poder ao preço que seja, onde os mais desfavorecidos só desejam ter acesso a maiores níveis de consumo. Todos os seres querem maior desenvolvimento econômico, e o medem com as pautas do modelo vigente que nos conduziu ao desastre da nossa natureza. O mundo e as leis naturais que o regem não podem suportar semelhante espólio irresponsável.

Aqueles que se auto-intitulam “ecologistas” são também transgressores quando dizem demagogicamente que é possível reduzir o impacto ambiental a níveis sustentáveis sem renunciar o nosso conforto atual, medido em bens e serviços. Argumento totalmente indefensível. Não há forma de defender isso sem uma profunda mudança em nossa cultura.

Mas ao mesmo tempo, a história é testemunha de que as pessoas pensam muito pouco com as suas próprias cabeças. É possível alterar completamente as suas idéias em uma certa direção, afinal, é exatamente isso que tem sido feito com relação ao cuidado com a ordem natural. Um exemplo: nos anos 80 se proibiram os sprays de CFCs pelo cloro que afetava a camada de ozônio na alta atmosfera. Os meios de comunicação falavam sobre o assunto, e as crianças aprendiam sobre isso nas escolas. Todos foram programados com essa história. Mas os CFCs só representavam uma mínima parte da contaminação, e as outras fontes não foram abordadas, como uma infinidade de usos industriais, os vôos supersônicos de dezenas de milhares de aeronaves militares, ou os agrotóxicos empregados na agricultura intensiva. Esse exemplo é válido para balancear a questão da culpabilidade humana nessa guerra contra ATWA. Mas seria essa fraqueza mental um fator de inocência?

Diferentemente de nossa sociedade que vive de costas para ATWA, nossos ancestrais e os homens do campo percebiam os sinais que anunciavam uma catástrofe. Quando os rebanhos selvagens fugiam em debandada depois de sentir o ar, sabia-se de que direção provia a ameaça seguindo o exemplo dos próprios animais, sempre atentos para detectar as ameaças do tempo. No entanto, como disse Nietszche: “A vida, segura sob o império do instinto, periga sob o império da razão”.

Houve uma época em que o homem fazia parte da ordem natural, em que o seu instinto de sobrevivência lhe colocava como irmão das outras espécies do planeta. Antes bastava um sinal sutil para soar um alerta. Mas hoje, o homem ignora esses sinais com orgulho, como se tratasse de coisas triviais. A humanidade se sente mais forte do que a própria natureza. O homem de hoje se vê como vencedor pela ilusão de dominá-la, controlá-la e tê-la a seu serviço. Um ignorante otimismo tecnológico convenceu a humanidade de que sempre poderá neutralizar os fenômenos naturais.

A solução é uma: reger-nos pelas leis eternas da natureza, a ordem de ATWA.

Quem sabe, ainda há tempo. É preciso deixar de viver de costas à única verdade. É necessário apelar não apenas à cabeça do homem, mas ao seu coração, obtendo assim a força da psique coletiva. Mas em seus moldes da atualidade, a humanidade não merece sobreviver. Nós nos retiramos da ordem mundial, e assim a natureza está encarregada de nos expelir dos seus cuidados. Mas ainda existe ATWA: o ar, as árvores, a água e os animais. Façamos algo então, por eles.

 A humanidade de costas para ATWA

© 2010 ATWA Brasil


Mais sobre a farsa do Acordo de Copenhague (COP-15)

atwa cop15 Mais sobre a farsa do Acordo de Copenhague (COP 15)

Um grupo de pesquisadores da Alemanha acaba de pôr em números algo que todo mundo já sabia: o Acordo de Copenhague (COP-15) é incapaz de manter o aquecimento global em 2ºC, seu objetivo declarado. Na verdade, argumentam os cientistas, seguir o acordo pode produzir o efeito inverso: fazer as emissões globais subirem e, com elas, os termômetros.

A conta foi feita por Joeri Rogelj e Malte Meinshausen, do Instituto de Pesquisa de Impactos Climáticos de Potsdam, e publicada na edição de hoje do periódico “Nature”. Os cientistas se basearam nas promessas de corte de emissões feitas até o último dia 13 de abril pelos 76 países que aderiram ao acordo produzido na cúpula do clima de dezembro passado (COP-15).

A conferência na Dinamarca terminou sem um acordo global e legalmente vinculante de corte de emissões de gases-estufa para o período 2013-2020. Produziu um documento frouxo, sem metas de longo prazo, no qual os países anotariam seus compromissos voluntários de redução para 2020. “Como não sabíamos que propostas os países inscreveriam, não tínhamos como saber qual seria o nível real de ambição do Acordo de Copenhague”, disse Meinshausen. “Sabemos agora, e ele calha de ser inadequado para cumprir a meta de 2ºC”.

Os alemães inseriram os valores mínimos e máximos das propostas num modelo computacional de resposta do clima a emissões de origem humana. A conclusão é que, se o acordo for seguido, o mundo chegará a 2020 com emissões anuais de 47,9 bilhões a 53,6 bilhões de toneladas de gás carbônico equivalente (a soma das emissões de todos os gases-estufa “convertidas” em CO2). No entanto, para ter uma chance igual ou maior do que 50% de manter o aquecimento num máximo de 2ºC – nível considerado seguro – as emissões anuais máximas teriam de ser de 44 bilhões de toneladas.

A trajetória insustentável do acordo se coloca por duas razões. Primeiro, o voluntarismo do texto faz os países inscreverem como metas aquilo que demanda o menor esforço. Japão e Noruega são os únicos países considerados “ricos” que apresentaram propostas nos valores recomendados pelo IPCC (painel do clima da ONU), de corte de 25% a 40% no CO2 em relação aos níveis de emissão de 1990.

Depois, por sua natureza jurídica frouxa, o acordo não proíbe o uso de créditos de carbono em excesso gerados pelo Protocolo de Kyoto. Meinshausen estima que haja 12 bilhões de toneladas de gás carbônico em créditos “ocos”, ou seja, que não corresponderam a um esforço de redução de emissões – é apenas um truque contábil de Kyoto para facilitar o cumprimento das metas.

O modelo dos alemães estima que esses “buracos” no acordo dão uma chance maior do que 50% de que o aquecimento ultrapasse os 3ºC em 2100. “Emitir 48 bilhões de toneladas de CO2 equivalente em 2020 é o mesmo que correr na direção de um penhasco e torcer para parar na beirinha”, diz Meinshausen.

Abaixo, um artigo da ATWA Brasil sobre o lado obscuro da “Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2009”:

Piada em Copenhague: O “texto dinamarquês”

E também, os cinco comunicados enviados pela ATWA International para os líderes mundiais durante os encontros em Copenhague:

Comunicado da ATWA Brasil ao COP-15

2º Comunicado de ATWA ao COP-15

3º Comunicado de ATWA ao COP-15

4º Comunicado de ATWA ao COP-15

5º Comunicado de ATWA ao COP-15

 Mais sobre a farsa do Acordo de Copenhague (COP 15)

© 2010 ATWA Brasil


Conhecer a terra é compreender o problema

atwa soloseco Conhecer a terra é compreender o problema

“Os sapos desapareceram da zona rural por causa das mudanças do clima, e agora não há como controlar os insetos. Agora temos que usar produtos químicos para lutar contra as pestes, mas isso está matando o solo”, conta Julián Pilco, um fazendeiro peruano. Enquanto homens de paletós se encontram para discutir o impacto ambiental das práticas humanas, armados com complexos sistemas e modelos climáticos, fruto do trabalho de cientistas dedicados e bem pagos, basta realmente estar vivo e consciente sobre o que cerca o homem hoje para compreender que algo mudou seriamente. As pessoas que vivem na terra, e de acordo com a terra, sabem muito bem disso.

A emissão excessiva de gases de efeito estufa, a maioria proveniente dos países chamados de “industrializados”, tem um impacto cada vez mais forte na vida de milhões de pessoas residentes em áreas rurais ao redor do mundo. O principal emissor de gases do efeito estufa é os Estados Unidos, com 20,6% do total global. O Peru, nosso vizinho, de acordo com dados da Convenção das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima, emite apenas 0,4% desses gases, mas é um dos países mais vulneráveis no que se refere às conseqüências dessa prática.

As geleiras peruanas diminuíram 22% nos últimos anos – o equivalente ao consumo total de água da sua capital, Lima, por um período de 10 anos. Pragas e doenças têm aparecido em novas áreas, enquanto que na Amazônia Peruana há cada vez mais inundações, secas e tempestades de granizo. Em pouco tempo, a região perdeu completamente qualquer forma de equilíbrio natural.

Testemunhos alarmantes dos que vivem da terra são muitos. “As chuvas que costumavam vir em setembro chegam agora em janeiro do ano seguinte. Enquanto isso, o sol não perdoa”, conta Abrasa Pilco, um agricultor da região central andina de Cuzco. “Não há mais nenhuma neve na montanha Apu Ausangate, e não há mais água nas nascentes”, diz Cayetano Huanta, um agricultor da mesma região. Na cidade costeira de Chimbote, Yolanda Lara relata que “o mar está transbordando e as fundações das casas foram enfraquecidas”. Na região amazônica de San Martín, o experiente agricultor Misael Salas Amasifuén relata recentes tempestades de granizo em sua comunidade: “Isso nunca tinha acontecido antes”. Os sinais estão claros.

Para aqueles que não estão trancados em suas prisões, suas cidades, fortalezas para “proteger” o homem do mundo animal do qual ele ironicamente pertence, a mudança climática da Terra não é algo a ser debatido considerando o futuro – ela está acontecendo aqui, agora! O planeta está respondendo a cada minuto às decisões humanas e, portanto, todos os homens, como um só, são responsáveis pelo que está a caminho.

ATWA – ar, árvores, água, animais – é o nosso sistema de suporte de vida, e destruir ATWA é apagar a nossa existência. Manson diz: “A ecologia é Deus, pois sem ela estaremos mortos para sempre – não haverá vida na Terra”. A terra e os animais têm mais a nos falar do que qualquer modelo climático de qualquer cientista, e interpretar os sinais que vêm da terra é a única maneira de aprender a respeitar o nosso planeta, que pulsa com vida. Ele continuará a viver mesmo depois de todos nós desaparecermos.

Para ler a matéria original, clique aqui

logo final

© 2010 ATWA Brasil


Citações de Pentti Linkola

atwa flornaestrada Citações de Pentti Linkola

O ambientalista finlandês Pentti Linkola escreve muito sobre as mudanças climáticas e seus efeitos apocalípticos que já são sentidos hoje pela humanidade, mas ele não toma o caminho mais fácil e otimista, como a maioria dos autores. Em vez disso, ele prefere ser brutalmente honesto, e sugere que nós já perdemos a nossa chance de reduzir os danos causados ao nosso planeta. Sendo assim, segundo ele, o que devemos fazer é começar imediatamente a eliminar os excessos humanos e tecnológicos.

A linha de pensamento de Linkola vai de acordo com o que Charles Manson tem dito há 40 anos. Ainda na década de 1960, Manson soube ver o caminho que a humanidade estava traçando, e desde então ele não deixou de nos alertar. Palavra por palavra, suas profecias foram se tornando realidade. Obviamente, diferentes homens têm diferentes idéias, e seria ingênuo assumir que divergências de pensamentos não existam. Mas certamente um conhecimento mais profundo sobre as propostas de Pentti Linkola irão iluminar a todos que lutam por ATWA. Sendo assim, vamos às citações:

“O que fazer quando um navio que transporta centenas de passageiros, de repente, vira e há somente um barco salva-vidas? Quando o barco estiver cheio, aqueles que odeiam a vida vão tentar carregá-lo com mais pessoas e afundarão o barco. Aqueles que amam e respeitam a vida vão pegar seus machados e cortar as mãos daqueles que se agarram às paredes do barco.”

“A composição dos ‘ativistas verdes’ parece ser a mesma da população em geral – somente pedaços de madeira à deriva, pessoas que nunca pensam.”

“Uma minoria não pode nunca ter qualquer outro meio eficaz para influenciar o andamento das coisas além do uso da violência.”

“Qualquer ditadura seria melhor do que as democracias modernas. Não pode haver um ditador que seria tão incompetente a ponto de mostrar mais estupidez do que a maioria das pessoas. A melhor ditadura seria uma em que muitas cabeças iriam rolar e o governo impediria qualquer crescimento econômico.”

“A fé mais fundamental e irracional entre as pessoas é a fé na tecnologia e no crescimento econômico. Seus sacerdotes acreditam até a morte que a prosperidade material traz prazer e felicidade – mesmo que todas as provas da história tenham mostrado que apenas a necessidade e as incertezas resultam em uma vida digna, que a prosperidade material não traz nada além de desespero. Estes sacerdotes ainda acreditam na tecnologia quando se engasgam em suas máscaras de gás.”

“A existência de milhares de milhões de pessoas com mais de 60 kg de peso neste planeta é uma imprudência.”

“Movimentos e grupos alternativos são um alívio bem-vindo e um presente para a sociedade do crescimento econômico.”

“Teremos de aprender com a história dos movimentos revolucionários – os nacional-socialistas, os stalinistas finlandeses, as várias etapas da revolução russa, os métodos das Brigadas Vermelhas – e esquecer os nossos egos narcisistas.”

“Tudo o que temos desenvolvido ao longo dos últimos 100 anos deve ser destruído.”

“Um erro fundamental e devastador é a criação de um sistema político baseado no desejo. As sociedades e a vida têm sido organizadas com base no que um indivíduo quer, e não no que é melhor para ele ou ela. Assim como apenas uma pessoa entre 100 mil tem o talento para ser um engenheiro ou um acrobata, poucas são as que verdadeiramente têm a capacidade de gerir os assuntos de uma nação ou da humanidade como um todo. Neste momento e nesta parte do mundo, estamos decapitados, pendurados sob a democracia e o sistema parlamentar, mesmo que estas sejam as invenções mais estúpidas e desesperadas da humanidade. Em países democráticos, a destruição da natureza é muito maior. A nossa única esperança reside em um governo central forte e no controle intransigente dos cidadãos.”

“Se o valor atual da população da Terra for preservado e reduzido apenas através de meios de controle de natalidade, então:
- Dar a luz deve ser licenciado. Para melhorar a qualidade da população, famílias geneticamente ou socialmente impróprias terão negadas o direito de procriar, de modo que permissões de procriação possam ser distribuídas a famílias de qualidade.
- A produção de energia deve ser reduzida drasticamente. A eletricidade deve ser permitida apenas para a iluminação básica e comunicações.
- Alimentação: a caça precisa ser mais eficiente. A dieta humana deve incluir ratos e animais invertebrados. A agricultura deve voltar para pequenas unidades de máquinas não-mecanizadas. Todos os dejetos humanos serão usados como fertilizante.
- O transporte deve ser feito principalmente com bicicletas e barcos a remo. Os automóveis particulares serão confiscados. Viagens de longa distância serão feitas com esparsos transportadores. Árvores serão plantadas na maioria das estradas.
- Negócios Estrangeiros: toda a imigração em massa e a maior parte das importações e exportações devem parar. Viagens ao exterior serão permitidas apenas para um pequeno número de diplomatas e correspondentes.
- Negócios em geral irão praticamente acabar. A fabricação de produtos será permitida apenas para necessidades bem argumentadas. Toda a capacidade de produção será propriedade estatal. Os produtos serão duráveis, e passados por gerações.
- Ciência e escolaridade: a educação vai concentrar-se em habilidades práticas. Toda a concorrência está erradicada. As pesquisas tecnológicas serão reduzidas ao mínimo. Mas cada criança vai aprender sobre como limpar um peixe de uma forma em que só os ossos grandes ficam sobrando.”

logo final

© 2010 ATWA Brasil


Piada em Copenhague: O "texto dinamarquês"

atwa copenhague Piada em Copenhague: O "texto dinamarquês"

Para quem tem consciência ambiental, para quem vive em ATWA e respira ATWA, o encontro dos poluidores e irresponsáveis em Copenhague, também conhecido como COP-15 ou pelo seu nome mais formal, “Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2009”, não passaria mesmo de mais uma piada.

O presidente que envia 17 mil soldados para a guerra, e está pensando em mais 30 mil, ganhou o Prêmio Nobel da Paz. O mesmo homem que gastou 1,1 trilhões de dólares para salvar a economia mais destrutiva do planeta Terra, mas se recusa a abrir a mão quando se fala do ar, das árvores, da água e dos animais. Considerando isso, não é surpresa o vazamento do “texto dinamarquês”. E quem estava envolvido? Sim, o “homem da paz”.

A Conferência de Copenhague se tornou, porém, uma piada mais azeda logo de início. Tudo começou a alguns dias, em 8 de dezembro, com o vazamento do chamado “texto dinamarquês”. Trata-se de um documento oficial que não deveria ter vazado. Ele concede mais poder às supostas “nações desenvolvidas”, minimiza o papel da ONU de interferir com as questões climáticas, e abandona o Protocolo de Kyoto. Esse era o plano dos Estados Unidos, Reino Unido e Dinamarca na Conferência de Copenhague. Seriam gastos 11 dias de baboseira – e muito dinheiro, e muita poluição – para assinar esse papel que já estava pronto.

O rascunho também dividia os “países em desenvolvimento” em dois grupos, os “capazes” e os “vulneráveis”, sendo que os “países capazes” não teriam a necessidade de receber recursos – o Brasil entraria nessa categoria. “O resultado de tudo isso é que os países ricos querem roubar dos países em desenvolvimento seu espaço de emissões na atmosfera”, argumentou o embaixador Lumumba Stanislaus DI-Aping, do Grupo do G77 + China.

Lumumba ainda contou que o “texto dinamarquês” não levava em consideração nenhuma das propostas apresentadas por países em desenvolvimento. Em termos de financiamento da adaptação dos países pobres, a proposta era de que os países ricos transferissem a eles 10 bilhões de dólares por ano, de 2012 a 2015. A quantia é bem menor do que os 1,1 trilhões que os Estados Unidos investiram para se salvar da crise financeira recentemente.

Os líderes das nações são os líderes das nações. As decisões da nação são responsabilidade deles. Da mesma forma que a incapacidade de conter a destruição da Amazônia é responsabilidade da autoridade máxima no Brasil, o presidente, o mesmo se aplica para todos os outros países.

Se a Terra e a vida são jogos de dinheiro para eles, haverá um momento em que as crianças terão que sair de casa com facas, armadas na escuridão, e trazer o problema às casas deles. A autoridade será das crianças, vítimas desses crimes. Um crime contra o ar, as árvores, a água, os animais, é um crime contra a vida – a minha vida, a sua vida, toda vida. No karma contínuo do universo, haverá punição.

Abaixo, algumas matérias sobre esse assunto:

“Texto dinamarquês” acentua divisões entre países desenvolvidos e em desenvolvimento

Projeto de texto dinamarquês ameaça cúpula de Copenhague

A polêmica sobre o texto dinamarquês

Aqui, uma cópia escaneada do documento original, o “texto dinamarquês”:

Documento Original do ”Texto Dinamarquês”

logo final

© 2009 ATWA Brasil


Estamos nos reproduzindo para a extinção

overpopulation Estamos nos reproduzindo para a extinção

Todas as medidas para impedir a degradação e a destruição do nosso ecossistema serão inúteis se não reduzirmos o crescimento populacional. Em 2050, se continuarmos a nos reproduzir no ritmo atual, o planeta terá entre 8 bilhões e 10 bilhões de pessoas, de acordo com uma previsão recente da ONU. Trata-se de um aumento de 50 por cento. E ainda assim, opiniões encomendadas pelos governos, como o Relatório Stern, do Reino Unido, não mencionam a palavra “população”. Livros e documentários que abordam a crise climática, incluindo o documentário do político americano Al Gore, “Uma Verdade Inconveniente”, não param para discutir o perigo do crescimento mundial da população. Essas omissões são estranhas, dado que uma duplicação da população, mesmo que cortássemos a utilização de combustíveis fósseis e encerrássemos todas as nossas usinas de carvão, vai mergulhar-nos em uma idade de extinção e desolação jamais vista desde o fim da era mesozóica, 65 milhões de anos atrás, quando os dinossauros desapareceram.

Estamos experimentando uma obliteração acelerada de todas as formas de vida do planeta – estima-se que 8.760 espécies morrem por ano – porque, simplesmente, há pessoas demais. A maior parte dessas extinções é resultado direto da crescente necessidade de energia, habitação, alimentos e outros recursos. O crescimento populacional, como E. O. Wilson disse, é “o monstro na terra”. Espécies estão desaparecendo em um ritmo de cem a mil vezes mais rápido do que antes da chegada dos seres humanos. Se o atual ritmo de extinção continuar, o Homo sapiens será um dos poucos seres vivos no planeta, os seus membros violentamente lutando entre si por água, alimentos, combustíveis fósseis e, talvez, pelo próprio ar, até que eles também desapareçam. Enquanto a Terra é vista como a propriedade pessoal da raça humana, uma crença abraçada por quase todos, estamos destinados a em breve habitar um terreno biologicamente baldio.

As populações das nações industrializadas mantêm os seus estilos de vida sem se preocupar porque eles têm o poder militar e econômico para consumir uma parcela desproporcional dos recursos do mundo. Os Estados Unidos sozinhos engolem cerca de 25 por cento do petróleo produzido no mundo a cada ano. Ironicamente, essas nações exibem um crescimento populacional estável, ou até mesmo negativo, como suficiente. Foi então deixada aos “países em desenvolvimento” a questão de lidar com a crise da população emergente. Índia, Egito, África do Sul, Irã, Indonésia, Cuba e China, cuja política do filho único já evitou o acréscimo de 400 milhões de pessoas na Terra, todos têm tentado instituir medidas de controle populacional. Mas na maior parte do planeta, o crescimento da população ainda está explodindo. A ONU estima que 200 milhões de mulheres no mundo não tenham acesso à contracepção. A população dos países do Golfo Pérsico, junto com Israel e os territórios ocupados da Palestina, dobrarão em duas décadas, um aumento que vai coincidir com o declínio da produção de petróleo na região.

As regiões superpovoadas do globo irão invariavelmente devastar seus ambientes locais, derrubando florestas e as poucas áreas naturais remanescentes, em uma tentativa desesperada de produzir alimentos. O esgotamento e a destruição dos recursos acabarão por criar um problema de superpopulação nas nações industrializadas também. Os recursos que os países industrializados consideram seu direito de primogenitura se tornarão mais difíceis e mais caros de se obter. A elevação do nível do mar no litoral, que pode submergir nações costeiras, irá prejudicar a agricultura e deslocar milhões, que irão tentar fugir para as áreas do planeta onde a vida ainda será possível. O aumento das temperaturas e as secas já começaram a destruir as terras de culturas na África, Austrália, Texas e Califórnia. Os efeitos desta devastação logo se espalharão dentro das nossas fronteiras. Dados científicos atuais sugerem que, com base em estilos de vida atuais, a população sustentável do Reino Unido – o número de pessoas que o país é capaz de alimentar e sustentar com a sua própria capacidade biológica – é de cerca de 18 milhões de pessoas. Isso significa que, em uma época de extrema escassez, cerca de 43 milhões de pessoas na Grã-Bretanha não seriam capaz de sobreviver. A superpopulação vai se tornar uma séria ameaça à viabilidade de muitos países industrializados no momento em que o consumo ainda relativamente barato de recursos do mundo não poderá mais ser mantido. Esse momento pode estar mais perto do que pensamos.

Um mundo em que 8 a 10 bilhões de pessoas estão competindo pelo que restará dos recursos naturais não será pacífico. As nações industrializadas que, tal como fizeram recentemente no Iraque, farão uso das suas forças armadas para garantir um fornecimento estável de combustíveis fósseis, minerais e outros recursos não-renováveis na vã tentativa de manter um estilo de vida que, no final, será insustentável. O colapso da agricultura industrial, que só é possível com o petróleo barato, vai levar a um aumento da fome e doenças. Talvez o caos e o derramamento de sangue serão tão grandes que o problema da superpopulação será resolvido através da violência, mas isso é dificilmente um conforto.

James Lovelock, um cientista britânico independente que passou a maior parte de sua carreira fora do campo tradicional de pesquisas advertiu a várias décadas que perturbar o delicado equilíbrio da Terra, o qual ele refere como um corpo vivo, seria uma forma de suicídio coletivo. “A atmosfera da Terra – 21 por cento de oxigênio e 79 por cento de nitrogênio – não é comum entre os planetas”, observa ele. Esses gases são gerados e mantidos em um nível de igualdade para os processos da vida pelos próprios organismos vivos. Oxigênio e nitrogênio desapareceriam se a biosfera fosse destruída. O resultado seria uma atmosfera de gases com efeito similar ao de Vênus, um planeta que é, por conseguinte, centenas de graus mais quente do que a Terra.

Lovelock afirma que a atmosfera, os oceanos, as rochas e o solo são entidades vivas. Eles constituem, segundo ele, um sistema auto-regulador. Lovelock, em suporte a essa tese, olhou para o ciclo em que as algas nos oceanos produzem compostos sulfurados voláteis. Esses compostos atuam como sementes para formar nuvens oceânicas. Sem essas “sementes” de sulfuretos de dimetilo, as nuvens oceânicas de resfriamento estariam perdidas. Esse sistema de auto-regulação é notável porque mantém as condições favoráveis para a vida humana. Sua destruição não significaria a morte do planeta. Não significaria a morte das formas de vida. Mas isso significaria a morte do Homo sapiens – dos seres humanos.

Lovelock defende energia nuclear e energia térmica solar. Essa última, diz ele, pode ser produzida por enormes espelhos montados em desertos como os do Arizona e do Saara. Mas ele adverte que essas etapas serão ineficazes se não fizermos o controle do crescimento populacional primeiro. Ele acredita que a Terra está superpovoada por um fator de sete, ou seja, sete vezes mais pessoas do que a Terra é capaz de suportar considerando os níveis de consumo atual. À medida que o planeta se aquece – e ele acredita que não podemos fazer nada para parar este processo – a superpopulação tornará fútil todos os esforços para salvar o ecossistema.

Lovelock, em seu livro “A Vingança de Gaia”, explica que se nós não cortarmos radicalmente e imediatamente as emissões de gases de efeito estufa, a raça humana pode ainda não morrer, mas será reduzida a “uns poucos casais férteis”. Lovelock diz que um crescimento populacional contínuo fará com que a redução do uso de combustíveis fósseis seja impossível. Se não reduzirmos as nossas emissões em 60 por cento, algo que só poderá ser alcançado mantendo distância dos combustíveis fósseis, a raça humana estará condenada, ele argumenta. O tempo está acabando. Essa redução nunca acontecerá, diz ele, a menos que consigamos reduzir drasticamente a nossa taxa de natalidade em nível mundial.

Todos os esforços para estancar os efeitos da mudança climática não levarão a nada se não praticarmos um controle vigoroso da população. O crescimento da população é muitas vezes esquecido, ou na melhor das hipóteses considerado uma questão secundária por muitos ambientalistas, mas é tão fundamental para a nossa sobrevivência como a redução das emissões que estão derretendo os pólos gelados do planeta.

Para ler a matéria original, clique aqui

logo final

© 2009 ATWA Brasil


Extinção em massa: a vida na Terra ameaçada

dead earth Extinção em massa: a vida na Terra ameaçada

Embora o aquecimento global continue a ganhar sensibilização generalizada da opinião pública, uma ameaça ambiental potencialmente mais devastadora só começou recentemente a ser percebida. Essa ameaça é a extinção em massa, e os cientistas estão levando essa hipótese muito a sério.

Há uma crença generalizada entre a comunidade científica de que as atuais espécies de vida estão se tornando extintas em uma taxa mais de 1000 vezes maior do que o que é considerado normal. “Estamos no abismo do fim do mundo”, disse Chera Van Burg do grupo de cientistas Species Alliance.

Um asteróide causou a última extinção em massa no planeta, quando os dinossauros foram mortos há 65 milhões de anos. Mas alguns cientistas acreditam que, se um meteoro com mesma proporção colidisse contra a Terra hoje, o efeito sobre a vida seria pouco diferente do que o que pode já estar em curso. “De acordo com um consenso de biólogos do mundo, uma extinção em massa está acontecendo ou prestes a acontecer no planeta Terra”, disse David Ulansey da organização Massextinction. Os golfinhos do rio Yangtze representam apenas o exemplo mais recente de espécies que desapareceram no último mês.

Enquanto as pessoas que disseminam essas crenças apocalípticas estão no extremo da opinião científica, alguns biólogos acreditam que um cenário de extinção em massa poderia eliminar 50% das espécies existentes. Os seres humanos, e espécies associadas a eles, não estão ameaçados de extinção,mas se essa teoria de extinção em massa ocorresse, quebraria o ciclo da vida e levaria a um enorme declínio da vida humana.

Alguns cientistas dizem que a culpa é dos próprios seres humanos. “Se a nossa influência na Terra continuar a expandir, nós provavelmente perderemos metade ou mais das espécies de vida atuais”, explica Peter Vitousek, ecologista da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos. “Se nós continuarmos nesse ritmo atual, virtualmente todas as espécies de peixes nos oceanos estarão extintas em 50 anos”.

E isso é algo que os pescadores profissionais dizem preocupá-los diariamente. “Somente agora as pessoas estão começando a perceber que todos esses gases que nós temos colocado na atmosfera têm causado um impacto que pode ameaçar a vida nesse planeta”, disse Zeke Grader, presidente de uma associação de pescadores dos Estados Unidos.

Biólogos dizem que a mudança climática representa somente um dos fatores que colaboram com o risco de extinção em massa. Segundo eles, o problema é muito maior. “Não é como o aquecimento global”, disse David Ulansey. “O problema não pode ser definido como CO2. Você não pode colocá-lo em uma caixa. O problema é o modo como nós vivemos. São todos os aspectos do nosso estilo de vida”.

E, de fato, todos os aspectos das nossas vidas têm conseqüências. Por exemplo, existem bilhões de telefones celulares em utilização. Cada um deles faz uso de um metal chamado coltan. Um dos raros lugares da Terra em que esse minério é encontrado, e de onde quase todo o coltan usado para telefones celulares é retirado, é a República do Congo – exatamente no meio do habitat natural dos gorilas das montanhas. Uma agência das Nações Unidas informou que a população de gorilas nessa região diminuiu em 90% nos últimos cinco anos apenas, em grande parte devido à operação de mineradores para a retirada do coltan. Pouca gente sabe que, no caso da ameaça de extinção dos gorilas africanos, a maioria das pessoas tem a sua parcela de responsabilidade.

E esse é somente um dos casos de influência inconseqüente humana. Especialistas estimam que mais de 15 mil espécies estejam ameaçadas hoje. E essas são somente aquelas que pesquisadores conseguiram colher dados sobre.

Biólogos acreditam que as seis maiores causas que levariam à extinção em massa são: destruição de habitat naturais, espécies invasivas, poluição, superpopulação humana, consumismo humano e mudança climática. A boa notícia é que ainda pode ser possível reverter esse quadro. A má é que o tempo é curto, quem sabe apenas uns 10 anos para fazer mudanças significativas no modo em que vivemos.

Para ler a matéria original, clique aqui

logo final

© 2009 ATWA Brasil