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A sua alimentação e respeito a ATWA

atwa alimentacao A sua alimentação e respeito a ATWA

O Reino Unido poderia reduzir consideravelmente as suas emissões de carbono se mais pessoas optassem por uma dieta vegetariana, segundo uma nova pesquisa da Universidade de Lancaster. O relatório, intitulado “Impacto relativo de gases de efeito estufa com base em escolhas alimentares realistas”, informa que se todas as pessoas do Reino Unido trocassem seus atuais hábitos alimentares por uma dieta vegetariana ou vegana, a diminuição na emissão de gases de efeito estufa seria equivalente a 50% das emissões de toda a frota de automóveis do Reino Unido.

É necessário compreender que tudo o que entra em nossos carrinhos de compras tem um custo cumulativo para o meio ambiente em cada etapa da produção desses alimentos – do cultivo e transporte ao armazenamento e embalagem, cada etapa resulta em um aumento de emissões de gases de efeito estufa.

Ao considerar as emissões de gases de efeito estufa associados com a produção de 61 diferentes categorias de alimentos, os autores do relatório foram capazes de determinar as emissões típicas associadas a uma variedade de diferentes dietas.

O estudo detalhou que as emissões totais de gases de efeito estufa resultantes da alimentação comum do Reino Unido hoje são equivalentes a 167 milhões de toneladas de dióxido de carbono. Considerando isso, uma mudança para dietas vegetarianas ou veganas poderia reduzir esse número entre 22% e 26% imediatamente.

A carne fresca bovina apresentou as maiores emissões de todos os itens analisados, mas carnes e queijos em geral tiveram altos custos em termos de emissões de gases de efeito estufa. Essas emissões foram em grande parte causadas pelo metano, da ruminação dos animais, lama e esterco dos terreiros, e óxido nitroso dos fertilizantes. Nesse contexto, a carne tem uma pegada de carbono de cerca de 17 kg de dióxido de carbono por quilo. Queijos tem cerca de 15 kg. As carnes, quando cozidas, ainda têm suas pegadas elevadas em mais 11 kg por quilograma – ou seja, representam um verdadeiro inimigo do planeta.

Em contraste, frutas e legumes cultivados sem aquecimento artificial têm baixas emissões. O vinho tem uma pegada de carbono de 2 kg por quilograma, e as batatas, maçãs, pães, e cereais estão todos abaixo dos 2 kg.

Sendo assim, cada vez que você se alimenta, todos os dias, você se depara com duas opções: ignorar a consequência das suas ações, e simplesmente se ajoelhar perante o seu próprio desejo humano; ou agir em respeito a todas as vidas (que inclui a sua), em harmonia com ATWA, e tomar uma decisão consciente pensando em tudo o que vive. A escolha é sua – e as consequências também serão.

 A sua alimentação e respeito a ATWA

© 2012 ATWA Brasil


As 10 espécies mais ameaçadas de extinção no Brasil

atwa extincoes As 10 espécies mais ameaçadas de extinção no Brasil

O Brasil abriga 13% de todas as espécies já descritas pela ciência. Aproximadamente 40% das florestas tropicais do mundo estão aqui. E mais de 600 animais estão ameaçados de extinção no país.

A Lista Vermelha brasileira registra 627 espécies que podem deixar de existir nos próximos anos. São 394 animais terrestres e 233 aquáticos. Todas as informações estão reunidas no Livro Vermelho, elaborado pelo Instituto Chico Mendes (ICMBio), segundo o qual, 64% dos animais em extinção estão na Mata Atlântica – resultado de desmatamentos, ocupação territorial pela população humana, e poluição de rios e oceanos.

E o que é ruim sempre pode ficar pior: algumas espécies ainda ganham o carimbo “CR” ao lado de seus nomes, sigla em inglês para criticamente em perigo, ou criticamente ameaçado de extinção. No total, são 125 nessa situação.

Abaixo, os 10 animais brasileiros que estão mais criticamente ameaçados de extinção:


1 – Cuíca-de-colete (Caluromysiops irrupta)

Caluromysiop  irrupta As 10 espécies mais ameaçadas de extinção no Brasil

Com movimentos lentos e passando 70% do seu tempo em descanso, esse mamífero tem sido alvo fácil para caças tornando-se uma das espécies ameaçadas de extinção no Brasil. O animal vive no norte dos Estados do Maranhão e Ceará e se alimenta basicamente de frutas. Os machos são negros, com as extremidades dos membros, cauda e parte do dorso em tom ruivo e a lateral com pelos dourados. Já a coloração das fêmeas é, na maioria das vezes, pardo-amarelada, com uma tonalidade olivácea. No município de Cocal (PI), as últimas populações já estão condenadas a desaparecer muito em breve.


2 – Baleia-azul (Balaenoptera musculus)

Balaenoptera musculus As 10 espécies mais ameaçadas de extinção no Brasil

Com o título de maior animal do planeta, a baleia-azul pode desaparecer do Brasil justamente por seu tamanho. Esses mamíferos medem entre 25 m e 30 m – sendo as fêmeas maiores e mais pesadas do que os machos. Todo esse tamanho proporcionava um alto rendimento à atividade comercial baleeira até os anos 60. A grande caça do passado é a principal responsável por sua extinção: só nos anos de 1930 e 1931, mais de 30 mil exemplares foram caçados. A localização precisa das áreas reprodutivas da espécie é ainda desconhecida. Mas já houve registos de sua aparição no Rio Grande do Sul, no Rio de Janeiro, e na Paraíba, onde dois exemplares foram capturados comercialmente.


3 – Mico-leão-preto (Leontopithecus chrysopygus)

Leontopithecus chrysopygus As 10 espécies mais ameaçadas de extinção no Brasil

O mico-leão-preto vive na Mata Atlântica e, em breve, pode desaparecer. Essa espécie de macaco está ameaçada devido à alteração do seu habitat natural, principalmente por desmatamentos. A maior população da espécie ocorre no Morro do Diabo (SP): abriga cerca de mil exemplares, que vivem em 37 mil hectares de floresta.


4 – Bugio-marrom (Alouatta guariba guariba)

Alouatta guariba guariba As 10 espécies mais ameaçadas de extinção no Brasil

Pense duas vezes antes de comprar um bicho exótico para colocar de enfeite na sua casa. A fragmentação da Mata Atlântica, o desmatamento de grandes porções da cobertura vegetal nativa e, principalmente, o comércio ilegal do animal, que é vendido como bicho de estimação, podem resultar no desaparecimento do primata bugio-marrom da Mata Atlântica. A caça ilegal e os incêndios florestais, comuns na Mata Atlântica, têm resultado no desaparecimento do animal.


5 – Rato-do-mato (Wilfredomys oenax)

Wilfredomys oenax As 10 espécies mais ameaçadas de extinção no Brasil

O Wilfredomys oenax é uma espécie encontrada em São Lourenço (RS), no Paraná, e em São Paulo. Esse animal se alimenta somente de vegetais, folhas e frutos, e ainda mora na floresta. Grande roedor, esse mamífero pode sumir nos próximos anos. Medindo cerca de 11 cm, com mais 2,5 cm de cauda, e pesando 1 kg, essa espécie está ameaçada principalmente por desmatamentos e destruição de seu habitat.


6 – Lambari Hyphessobrycon taurocephalus

Hyphessobrycon taurocephalus As 10 espécies mais ameaçadas de extinção no Brasil

Ou essa espécie de peixe lambari já está extinta ou ela é muito tímida e anda se escondendo nas águas do rio Iguaçu (PR). Essa é a principal dúvida dos pesquisadores, que hoje se debruçam para achar e estudar a espécie em águas brasileiras. Esse peixe é onívoro e seu tamanho médio é entre 10 e 15 cm de comprimento. O corpo é prateado, e as cores das nadadeiras variam, sendo mais comuns os tons de amarelo, vermelho, e preto. A construção de barragens é um dos principais problemas enfrentados no rio Iguaçu, uma vez que resulta na perda de habitats. Além disso, as construções resultam em cursos de água menores que são prejudicais à espécie em função de volume reduzido de água e maior interface com o meio terrestre.


7 – Cação-bico-doce (Galeorhinus galeus)

Galeorhinus galeus As 10 espécies mais ameaçadas de extinção no Brasil

Caracterizado pelo pequeno tamanho da segunda nadadeira dorsal (bem menor que a primeira e semelhante ao da nadadeira anal) e pelos dentes fortemente serrilhados, esse peixe vive na costa sudeste-sul do país e corre risco de extinção devido à pesca. O cação-bico-doce tem um ciclo de vida longo, podendo chegar até os 33 anos de idade. Atingindo comprimento máximo de 175 cm (machos) e 195 cm (fêmeas), essa espécie apresenta uma longa história de exploração em diversos países, para aproveitamento da carne e do óleo. Essa espécie apresenta colapso de seus estoques no Pacífico Oriental e no Brasil, enquadrando-a como espécie globalmente ameaçada. A espécie ainda sofre com a degradação de seu habitat. Os declínios populacionais mais marcados têm ocorrido no Brasil e no Uruguai.


8 – Borboleta Actinote zikani

Actinote zikani As 10 espécies mais ameaçadas de extinção no Brasil

O Brasil pode ficar menos colorido caso se confirmem os riscos de extinção das borboletas. Esse inseto é o que mais possui espécies ameaçadas na lista dos CR (criticamente em perigo) no Livro Vermelho. Ao todo são 20 tipos de borboletas, todas sem nome popular específico. Uma delas é a Actinote zikani. No Brasil, ela habita uma área estreita da Serra do Mar, entre o alto da serra de Cubatão e Salesópolis (SP). Com as asas em tom de preto e amarelo queimado, essa borboleta deve desaparecer nos próximos anos por causa da poluição.


9 – Arara-azul-de-lear (Anodorhynchus leari)

Anodorhynchus leari As 10 espécies mais ameaçadas de extinção no Brasil

A plumagem da cabeça e do pescoço é azul-esverdeada, o anel perioftálmico (região da cabeça) é amarelo e o resto do corpo é azul. Com as cores da bandeira do Brasil, a arara-azul-de-lear corre o risco de sumir do nordeste da Bahia, onde habita. Estimativas atuais indicam que a população é de aproximadamente 500 exemplares. A principal ameaça à espécie é a captura para o comércio ilegal, que tem sido muito frequente. Há ainda outra razão para seu possível desaparecimento. O principal alimento da arara-azul-de-lear é o coco da palmeira licuri (Syagrus coronata), que está escasso. A falta desse alimento é um dos motivos de sua possível extinção, já que se estima um consumo diário de 350 cocos por arara adulta. O que ocorre é que há pouca regeneração da palmeira do licuri por causa das queimadas e derrubadas para plantio de roças. A diminuição na quantidade de licuri disponível faz com que as araras busquem alimento em plantações de milho, onde acabam sendo alvejadas pelos produtores.


10 – Pato mergulhão (Mergus octosetaceus)

Mergus octosetaceus As 10 espécies mais ameaçadas de extinção no Brasil

Essa ave é uma das mais ameaçadas de extinção em toda região neotropical por causa da interferência do homem em seu habitat. Já extinta na Argentina e Paraguai, o Mergus octosetaceus ainda existe no Brasil, mas somente em quatro Estados: Paraná, Minas Gerais, Goiás e Tocantins. Estima-se que existam menos de 250 aves no país. Essa é uma espécie altamente exigente com relação à qualidade de seu habitat, necessitando de águas límpidas e não tolerando bem a presença humana. Esse é o principal motivo que ameaça a vida dessas aves: não existe mais um habitat totalmente limpo no Brasil.

 As 10 espécies mais ameaçadas de extinção no Brasil

© 2011 ATWA Brasil


7 bilhões de humanos: Helter Skelter na Terra

atwa helterskelter 7 bilhões de humanos: Helter Skelter na Terra

Oficialmente, chegamos ao assombroso número de 7 bilhões de seres humanos no último dia 31 de outubro. O coletivo da humanidade está se reproduzindo em uma média de 10 mil pessoas por hora. As previsões mais otimistas estimam que chegaremos a 9,3 bilhões de humanos no ano 2050, mas esse número conta com uma margem de erro de 2,5 bilhões de pessoas – equivalente à população total da humanidade em 1950.

Cada humano adicional precisa de alimento, água e energia. Cada humano adicional produz mais lixo e poluição. Cada humano adicional, em qualquer parte do planeta, consome mais recursos da terra do que ele devolve. Cada humano, em qualquer parte do planeta, ocupa mais espaço da terra do que qualquer outro ser vivo.

Enfim, a questão da superpopulação da Terra geralmente termina em debates sobre a capacidade do planeta de sustentar toda essa gente, e existem números e mais números que “provam” uma resposta ou outra para essa questão. Todos são sábios sobre isso, todos sabem de tudo, e todos justificam seus crimes e seus erros com os números que mais lhes convém. É a regra da humanidade: varrer a sua insanidade para debaixo dos tapetes, e esperar que a insanidade desapareça. Mas a insanidade apenas cresce: estamos reproduzindo essa insanidade em uma taxa de 10 mil insanos a mais a cada hora.

Sendo assim, a questão realmente é: quanta insanidade pode esse planeta sustentar?

Essa insanidade é o que chamamos, desde a década de 1960, de Helter Skelter. É confusão. É a confusão que vive na mente das pessoas. É a confusão que determina as regras do jogo da humanidade. É a confusão que os irmãos e irmãs de ATWA estão determinados a parar. É o foco da única guerra válida, aceitável, e necessária: a guerra pela Vida.

 7 bilhões de humanos: Helter Skelter na Terra

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Atenção: Empresas que fazem testes em animais

atwa logostesteemanimais Atenção: Empresas que fazem testes em animais

Especificamente, por que as empresas abaixo estão listadas como empresas que fazem testes em animais?

As empresas listadas aqui declaradamente fabricam produtos que são testados em animais – isso não é um mistério, e nenhuma delas nega isso, uma vez que tal pecado contra ATWA não é considerado legalmente um crime.

O nome que aparece entre parênteses representa a corporação que é dona da marca/empresa listada. É importante enfatizar isso, uma vez que apesar dessa longa lista de empresas, quando consideramos as corporações que são donas dessas marcas se torna claro que, na realidade, são poucas empresas (apesar de todas serem colossais) que fazem uso da exploração animal, trocando vidas inocentes por dinheiro. Em outras palavras, não são muitos inimigos. Não se sinta pequeno diante deles. São inimigos unidos, poderosos, mas existem menos deles do que a princípio se imagina – e eles morrem de medo de você!

Sendo assim, aqui está uma lista de empresas que declaradamente fazem testes em animais:

3M
Acuvue (Johnson & Johnson)
Aim (Church & Dwight)
Air Wick (Reckitt Benckiser)
Always (Procter & Gamble)
Ambi (Johnson & Johnson)
Aquafresh (GlaxoSmithKline)
Arm & Hammer (Church & Dwight)
Armor All (Clorox)
Arrid (Church & Dwight)
Aussie (Procter & Gamble)
Aveeno (Johnson & Johnson)
Avon Products, Inc.
Axe (Unilever)
Bain de Soleil (Schering-Plough)
Band-Aid (Johnson & Johnson)
Bic Corporation
Biotherm (L’Oreal)
Boyle-Midway (Reckitt & Benckiser)
Braun (Procter & Gamble)
Cacharel (L’Oreal)
Calgon (Reckitt Benckiser)
Carefree (Johnson & Johnson)
Chapstick (Pfizer)
Christina Aguilera Perfumes (Procter & Gamble)
Church & Dwight (Arm & Hammer)
Clairol (Procter & Gamble)
Clean & Clear (Johnson & Johnson)
Clearasil (Reckitt Benckiser)
Clorox
Close-up (Church & Dwight)
Colgate-Palmolive Co.
Comfort (Unilever)
Coppertone (Schering-Plough)
Crest (Procter & Gamble)
Dad’s Pet Care
Dial Corporation
Dolce & Gabbana (Procter & Gamble)
Dove (Unilever)
Downy (Procter & Gamble)
Drano (S.C. Johnson)
Dry Idea (Dial)
Dunhill Fragrances (Procter & Gamble)
Easy-Off (Reckitt Benckiser)
Edge (S.C. Johnson)
Escada Fragrances (Procter & Gamble)
Ever Clean (Clorox)
Fantastik (S.C. Johnson)
Febreze (Procter & Gamble)
Fekkai (Procter & Gamble)
Finish (Reckitt Benckiser)
Formula 409 (Clorox)
Fresh Step (Clorox)
Garnier (L’Oreal)
Gillette Co.(Procter & Gamble)
Giorgio Armani (L’Oreal)
Glad (Clorox)
Glade (S.C. Johnson)
Green Works (Clorox)
Gucci Fragrances
Halo (Procter & Gamble)
Head & Shoulders (Procter & Gamble)
Helena Rubinstein (L’Oreal)
Helene Curtis Industries
Herbal Essences (Procter & Gamble)
Hugo Boss (Procter & Gamble)
Iams (Procter & Gamble)
Ivory (Procter & Gamble)
Johnson & Johnson
Johnson’s (Johnson & Johnson)
Joy (Procter & Gamble)
K.Y. (Johnson & Johnson)
Kaboom (Church & Dwight)
Kerastase (L’Oreal)
Kiehl’s (L’Oreal)
Lacoste Fragrances (Procter & Gamble)
Lancome (L’Oreal)
LaRouche Posay (L’Oreal)
Lever Bros. (Unilever)
Liquid Plumr (Clorox)
Listerine (Johnson & Johnson)
Lubriderm (Johnson & Johnson)
Lux (Unilever)
Lysol (Reckitt Benckiser)
Mary Kay
Matrix Essentials (L’Oreal)
Max Factor (Procter & Gamble)
Maybelline (L’Oreal)
Mead
Melaleuca
Mennen (Colgate-Palmolive Co.)
Mentadent (Church & Dwight
Merck
Mizani (L’Oreal)
Mop & Glo (Reckitt Benckiser)
Mr. Clean (Procter & Gamble)
Nair (Church & Dwight)
Natural Instincts (Procter & Gamble)
Nature’s Source (SC Johnson)
Neutrogena (Johnson & Johnson)
New Dana Perfumes
Nice n Easy (Procter & Gamble)
Off (S.C.Johnson)
Olay (Procter & Gamble)
Old English (Reckitt Benckiser)
Old Spice (Procter & Gamble)
Oomph! (Clorox)
Oral-B (Procter & Gamble)
Oust (SC Johnson)
OxiClean (Church & Dwight)
Palmolive (Colgate-Palmolive Co.)
Pampers (Procter & Gamble)
Pantene (Procter & Gamble)
Pearl Drops (Church & Dwight)
Pfizer
Physique (Procter & Gamble)
Pine-Sol (Clorox)
Piz Buin (Johnson & Johnson)
Pledge (S.C. Johnson)
Ponds (Unilever)
Procter & Gamble
Puffs (Procter & Gamble)
Purell (Johnson & Johnson)
Purex (Dial)
Purpose (Johnson & Johnson)
Raid (S.C. Johnson)
Ralph Lauren Fragrances (L’oreal)
Reach (Johnson & Johnson)
Reckitt Benckiser
Redken (L’Oreal)
Rembrandt (Johnson & Johnson)
ReNu (Bausch + Lomb)
Renuzit (Dial)
Resolve (Reckitt Benckiser)
Rid-X (Reckitt Benckiser)
Right Guard (Dial)
ROC (Johnson & Johnson)
Rogaine (Johnson & Johnson)
S.C. Johnson
S.O.S. (Clorox)
Savlon (Johnson & Johnson)
Schering-Plough (Merck)
Scoop Away (Clorox)
Scope (Procter & Gamble)
Scrubbing Bubbles (S.C. Johnson)
Sebastian Professional (Procter & Gamble)
Secret (Procter & Gamble)
Sensodyne (GlaxoSmithKline)
Shiseido Cosmetics
Shout (S.C. Johnson)
Shower to Shower (Johnson & Johnson)
Shu Uemura(L’Oreal)
Signal (Unilever)
SK-II (Procter & Gamble)
Skin ID (Johnson & Johnson)
Skintimate (S.C. Johnson)
Soft & Dri (Dial)
Soft Scrub (Dial)
SoftSheen (L’Oreal)
Softsoap (Colgate-Palmolive Co.)
Speed Stick (Colgate-Palmolive Co.)
Spray ‘N Wash (Reckitt Benckiser)
Stayfree (Johnson & Johnson)
Suave (Unilever)
Sunlight (Unilever)
Sunsilk (Unilever)
Surf (Unilever)
Swiffer (Procter & Gamble)
Tide (Procter & Gamble)
Tilex (Clorox)
Unilever
Vaseline (Unilever)
Veet (Reckitt Benckiser)
Vichy (L’Oreal)
Vicks (Procter & Gamble)
Vidal Sasson (Procter & Gamble)
Viktor & Rolf (L’Oreal)
Walgreens
Windex (S.C. Johnson)
Woolite (Reckitt Benckiser)
Zest (Procter & Gamble)

Se você consome algum produto dessas marcas/empresas acima, você está aliado aos inimigos da Vida, e é declaradamente um inimigo de ATWA. Não saber não é uma desculpa: ignorância é uma opção.

E se você tem informações sobre outras empresas que fazem uso da exploração animal, por favor, nos envie por e-mail e as adicionaremos a essa lista imediatamente.

 Atenção: Empresas que fazem testes em animais

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A extinção dos oceanos de ATWA

atwa oceanosameacados A extinção dos oceanos de ATWA

A água de ATWA está confrontada com uma perda sem precedentes de formas de vida inteligentes, comparável às grandes extinções em massa da pré-história – é o alerta soado por um novo relatório do Programa Internacional sobre o Estado dos Oceanos (IPSO). O relatório confirma que os mares estão morrendo em um ritmo mais acelerado do que as estimativas científicas previam.

Essa destruição é explicada por uma série de graves afrontas, que vão desde o aquecimento do clima e a acidificação da água do mar, à poluição química e a pesca predatória generalizada – fatores que são associados a ações humanas. A união desses fatores agora ameaça o ambiente marinho com uma catástrofe “sem precedentes na história da humanidade”, segundo o relatório.

Os novos dados sugerem que a extinção potencial de espécies, de grandes peixes a pequenos corais, é diretamente comparável às cinco grandes extinções em massa documentadas geologicamente, que marcaram o desaparecimento de boa parte da vida do planeta. O pior desses eventos, que aconteceu há 251 milhões de anos, chegou a eliminar mais de 70% das espécies terrestres e 96% das espécies marinhas da Terra. E ao que tudo indica, nosso futuro não será muito diferente disso.

O novo documento, que considerou as últimas pesquisas de todas as áreas da ciência marinha, concluiu que “uma combinação de fatores está criando hoje as condições associadas a cada episódio anterior de extinção em massa de espécies na história da Terra”. Os autores também concluíram que:

1) A velocidade e a taxa de degeneração dos oceanos são muito maiores do que qualquer previsão científica anterior;
2) Muitos dos impactos negativos identificados anteriormente são mais severos do que as previsões mais pessimistas;
3) Os primeiros passos que confirmam uma extinção em massa podem já ter acontecido.

O novo documento diz: “Os resultados são chocantes. Ao considerarmos o efeito cumulativo das ações humanas com relação aos oceanos, as implicações se tornam muito piores do que nós havíamos compreendido individualmente. Trata-se de uma situação muito séria, que exige ações inequívocas em todos os níveis da sociedade. Estamos olhando para consequências para a humanidade que irão impactar as nossas vidas, e o que é ainda pior, impactar as vidas das nossas crianças e as gerações que estão a caminho”.

Portanto, mais um alarme foi soado, alertando os homens sobre os pecados das suas ações contra ATWA e a perfeição de todas as vidas. Trata-se da urgência de resgatar ATWA. Trata-se da conscientização humana sobre seus crimes e pecados. Trata-se da verdade do agora, desse exato momento. Trata-se de todos nós. Ou você está em guerra pela Vida, ou você está em guerra pela morte – e todo homem é dotado de livre vontade.

 A extinção dos oceanos de ATWA

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Sinais do levante de ATWA no Brasil

atwa sinais Sinais do levante de ATWA no Brasil

Nos últimos anos, o Brasil tem testemunhado um levante de ATWA contra a população humana. De 2007 a 2009, triplicou o número de brasileiros afetados por inundações, secas, vendavais e temperaturas extremas. Ao que tudo indica, os anos seguintes serão ainda mais sombrios.

O aumento mais significante foi de inundações. Em 2009, as enchentes – que em 2007 haviam afetado 1 milhão de pessoas – impactaram 3,2 milhões de brasileiros. Quanto às secas, o salto foi de pouco mais de 750 mil para cerca de 1,8 milhão, e nos desastres com causas eólicas e temperaturas extremas, o número de afetados passou de 200 mil para 800 mil.

O Rio Grande do Sul, Espírito Santo e Piauí foram os estados que tiveram a maior proporção de habitantes afetados – entre 12,1% e 15,2% do número total. No ano passado, os gaúchos foram os mais afetados pelas secas. Do 1,6 milhão de habitantes que sofreram com o levante de ATWA no estado, mais da metade enfrentou a falta de chuvas. No mesmo ano, os capixabas foram fortemente afetados pelas enxurradas.

Esses números abalam uma crença arraigada no senso comum: a de que o Brasil estaria livre de grandes tragédias naturais que afetam duramente outros países.

A cada dia se torna mais evidente que o homem está caminhando em desarmonia com ATWA – a ordem natural da vida simbolizada por ar, árvores, água e animais. Fato é que à medida que as práticas modernas se consolidam e intensificam, o homem se distancia da lei natural. A consequência disso é a punição de ATWA: mais e mais vidas são perdidas entre aqueles que cruzam essa linha de equilíbrio. E não existe impunidade para ATWA.

 Sinais do levante de ATWA no Brasil

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Economias mundiais e a guerra contra ATWA

atwa economias Economias mundiais e a guerra contra ATWA

Costumamos não nos prender muito a estudos científicos e à confusão de números publicados todos os dias. Sabemos que isso faz parte do processo de desinformação do público: com tantos estudos e números contraditórios, é mais fácil manter as discussões entre as pessoas em um nível superficial e, dessa forma, coibi-las de agir contra o sistema que nos rege.

Mas aqui está um novo estudo que exibe com clareza a essência da guerra do homem contra ATWA. Trata-se do paralelo entre o suposto “avanço econômico” e a poluição do ar. Essas duas variáveis caminham juntas: quanto melhor vão as economias, mais poluição é liberada contra ATWA. Quando as economias se enfraquecem, porém, as taxas de poluição melhoram consideravelmente. Isso exibe o dilema da humanidade com lucidez: é necessário frear essa máquina, ou não haverá mais vida para contar a nossa história.

Durante o ápice da recessão mundial em 2009, as emissões de CO2 caíram paralelamente à desaceleração das atividades econômicas. Mas agora que o mundo percebe sinais modestos de recuperação, o ritmo da atividade econômica se acelerou novamente, assim como as emissões de CO2. Segundo um novo estudo, o planeta pode chegar a um nível recorde de emissões até ao final do ano de 2010 – uma prova do fracasso das negociações sobre a mudança do clima.

O novo estudo aponta que as emissões provenientes da queima de combustíveis fósseis foram 1,3% menores em 2009 do que no ano anterior – ainda assim, isso é menos da metade da queda que anteriormente havia sido prevista. Isso porque, enquanto algumas economias da América do Norte e Europa estavam em baixa, atividades em outros continentes foi crescente. O Reino Unido, por exemplo, teve emissões 8,6% mais baixas em 2009 do que em 2008. Números semelhantes podem ser aplicados para os Estados Unidos, Japão, França e Alemanha. No entanto, essas reduções foram compensadas por um crescimento constante em países como o Brasil e a China – esse último, sozinho, aumentou suas emissões em 8%.

O estudo prevê um aumento das emissões globais de mais de 3% em 2010, uma taxa de crescimento semelhantes à encontrada entre 2000 e 2008. Pode-se concluir, portanto, que nada mudou durante a última década.

Sendo assim, os homens estão carregando a vida do planeta Terra para o túmulo. O coletivo da humanidade parece ser incapaz de enxergar por cima das muralhas de desinformação que são erguidas todos os dias. Não agir é tomar uma posição de guerra contra ATWA. O sistema de vida humana atual não pode prosseguir – é suicídio coletivo. Mas pior do que isso: as vidas inocentes que caminham em harmonia com ATWA também são vítimas do nosso descaso.

A ignorância da humanidade é um crime contra o todo da vida, mas na ordem natural não existe impunidade.

 Economias mundiais e a guerra contra ATWA

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Aquecimento global: Colocando os céticos em foco

atwa aquecimento Aquecimento global: Colocando os céticos em foco

Enquanto caminhamos para a nossa própria extinção, é possível ver todo o tipo de percepção quanto à questão do aquecimento global. A maioria parece compreender que se trata de uma ameaça real, mas apesar disso poucos saem da frente da televisão para fazer algo a respeito. São os agentes passivos. Entre os agentes ativos, existem os que se auto-intitulam “céticos” ou “negacionistas” da mudança do clima. Esses são os objetos de foco desse artigo.

O negócio deles é semear a dúvida, lançar suspeitas e espalhar desinformação. Em todas as guerras a desinformação (ou propaganda inimiga) teve um papel primordial, e no caso da guerra atual do homem contra ATWA não poderia ser diferente. Faz parte da estratégia.

Um de seus argumentos é que o aquecimento global estaria virando desaquecimento global. Afinal, a temperatura média da troposfera (a camada mais baixa da atmosfera) não aumentou desde 1998, o ano mais quente no registro histórico. Mas e se 2010 bater o recorde de 1998? Nada mudará na estratégia provocadora dos negacionistas. Como sempre fazem, ignorarão o dado que lhes seja desfavorável.

Eles passarão para o próximo “argumento”. Por exemplo: que não é possível apurar uma grandeza como a temperatura média da atmosfera, ou que o tratamento estatístico dos dados é manipulação, ou que a atividade solar é a verdadeira causa do aquecimento, e não os gases do efeito estufa. São incorrigíveis.

Acima de uma prova de estupidez perigosa, essa posição dos negacionistas serve como lição para aqueles que realmente lutam por ATWA: não será com números que a ordem natural será restabelecida. Ciência e números são coisas complexas. São coisas que para o homem comum, que faz as coisas do dia a dia como um robô e no fim do dia não quer muito além de uma televisão e um pouco de entretenimento, vão além do conhecimento. Você pode oferecer números sobre tudo, e convencê-los de muita coisa, mas os números parecem ser muito subjetivos. Em outras palavras, com números tudo que parece provável por ser confundido e negado também. Eles não somam muito quando a questão é mobilizar as massas em uma mesma direção.

Para os que procuram números, há boa chance de 2010 se tornar, de fato, o ano mais quente de todos os tempos – ou melhor, desde que se iniciaram as medidas em escala planetária. Não houve outro período janeiro-agosto mais quente que o desse ano. E isso numa fase de atividade mínima do Sol, em que a radiação solar pouco contribui para esquentar a atmosfera além do usual.

Mas nada disso será suficiente para mobilizar a espécie humana com relação ao aquecimento do planeta – causado em grande escala pelas nossas atividades diárias. Aliás, eis aqui outro fator que os negacionistas procuram lutar contra, em um desespero para inocentar a própria espécie. Não passa de antropocentrismo mal formulado. Não reconhecer que embarcamos no caminho errado é cavar a própria sepultura.

Mas a “esperteza” dos céticos encontra barreiras, sim. Seu limite está na nossa própria capacidade de buscar a melhor ciência, contornar as armadilhas do senso comum e pensar com a própria cabeça.

A alavanca da revolução contra a poluição não serão os números. Resta saber se haverá alguma outra ferramenta para isso antes que ATWA decida, de vez, nos expulsar dos seus domínios.

 Aquecimento global: Colocando os céticos em foco

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