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Novo cartão postal enviado por Charles Manson

manson sematwa Novo cartão postal enviado por Charles Manson

Abaixo, um novo cartão postal enviado por Charles Manson da cela solitária onde ele atualmente se encontra. Ele diz:

cartao11 frente Novo cartão postal enviado por Charles Manson

“Por que você não consegue entender que não existe nada além de ATWA? Porque sem ATWA, não existe mais nada. Divididos e brigando uns com os outros destrói vocês, eu, e todos os outros. As pessoas que não nos deixam viver estão destruindo elas mesmas. Tudo é tudo, e deve ser assim – senão, não será nada”.

– Charles Manson

 Novo cartão postal enviado por Charles Manson

© 2012 ATWA Brasil


ATWA Brasil: “Charles Manson: O medo faz real”

Abaixo, mais uma produção da ATWA Brasil: “Charles Manson: O medo faz real”.

Uma conversa por telefone da ATWA Brasil com Charles Manson, em que o Emissário de ATWA fala sobre o efeito do medo sobre os homens. Com legenda em português, cortesia da ATWA Brasil.

 ATWA Brasil: Charles Manson: O medo faz real

© 2011 ATWA Brasil


Charles Manson responde sobre uma “Nova Ordem Mundial”

manson ordemverdadeira Charles Manson responde sobre uma Nova Ordem Mundial

Abaixo, uma carta recente enviada por Charles Manson a uma pessoa que lhe escreveu perguntando sobre uma “Nova Ordem Mundial”:

“Pense! Se uma pessoa mente, e foi educada e ensinada a mentir, e mente para si mesma e vive com outros que não são capazes de falar a verdade, como é que ela pode saber o que é e o que não é? Como é que ela pode sequer entender as palavras e/ou pensamentos criados com palavras? Ela está brincando com filmes e programas de televisão.

Você usa as palavras “Ordem Mundial”, e você tem pensamentos na sua cabeça que vêm de outras pessoas, que você nem sabe o que é e o que não é. Você não é nem sequer capaz de usar o seu próprio cérebro porque outros têm feito tal coisa por você, e você não nasceu de acordo com a Verdade. Você nasceu com 1000 milhões de anos de idade, mas está preso ao corpo que outros gostariam que você estivesse preso.

Existe apenas um. Um mundo – toda a água é uma única água. A ordem real é uma. Um é tudo, e todo o um é zero, nada, tudo. O mundo já está em ordem. O que você está falando e pensando é lavagem cerebral – usar a sua própria cabeça significaria renascer, e não resgatar os velhos pensamentos de novo.

A ordem é verdadeira em si mesma. Primeiro vem o ar. Ar – sem ele não há vida na Terra como eu a conheço e vivo. Destruir e distorcer o ar são fora de ordem. Governos, igrejas de dinheiro, nada disso significa nada. As pessoas do mundo da Terra estão tão distorcidas, loucas, e cheias de mentiras e medo, confusão, dúvidas, segredos, ganância, que elas são incapazes de perceber tal coisa mesmo que você as mostre.

Por mais de 100 anos, pessoas têm tentado mostrar o comando de que o ar é o número um. Mas pessoas dizem: “Quanto falta até que todo o ar da Terra seja perdido, e até todas as vidas terminarem?” “100 anos”. E o mesmo com relação à ordem de onde o ar vem: as árvores, as coisas verdades, água, e a sua ordem.

Dinheiro e medo, sexo, e outras coisas das ordens mundiais da morte falam mais alto. E a verdade real é acobertada, perdida do real pelos acobertamentos do que é irreal. E os falsos vencem novamente, e o tempo passa, e passa, carregando a ordem real para cima e para baixo, em círculos.

Muitas pessoas dizem que elas morreriam antes de ter que fazer isso ou aquilo, e elas têm idéias que elas dizem que acreditam, e que querem mudar as coisas. Mas quando ninguém está olhando, elas fazem o que mandam que elas façam, servindo a vontade dos outros – isso não é ordem, isso é desordem. Fora de ordem. E esse tipo de pensamento e comportamento acoberta a ordem real do “faça ou morra”.

Você está sentado aí, carros estão correndo, e o petróleo está destruindo o seu ar. A ordem diz: “Desligue esse carro, ou desista do seu ar”. Isso não tem nada a ver com o que é bom ou ruim. Existem pessoas que iriam para a guerra e destruiriam o seu próprio mundo, suas crianças, e a si mesmas, antes mesmo de serem capazes de ser verdadeiras com o que está dentro delas.

Eu esqueci o resto disso. Não existem motivos reais, porque não existe mais ninguém entre aqueles esquecidos do último chefe da cruz.

Se cuida,

- Charles Manson”

 Charles Manson responde sobre uma Nova Ordem Mundial

© 2011 ATWA Brasil


Sobre a matéria da revista Vanity Fair (1)

manson arcomodeus Sobre a matéria da revista Vanity Fair (1)

A revista espanhola Vanity Fair publicou em sua edição de maio de 2011 uma matéria sobre Charles Manson e ATWA. O artigo causou um enorme alvoroço entre os meios de comunicação americanos. Um dia depois de publicado, centenas de websites fizeram seus comentários, e a mídia sensacionalista não perdeu a oportunidade de vender um pouco mais de medo a seus leitores.

Nós colaboramos diretamente com o artigo. Um jornalista da Vanity Fair entrou em contato conosco para conversar sobre Charles Manson e ATWA. Ele nos pediu formalmente para entrevistar Manson pelo telefone. Manson concordou em ceder a entrevista, e nós organizamos uma estrutura para transferir as chamadas de Manson para o jornalista. Também colaboramos com a gravação da entrevista, e tivemos a oportunidade de corrigir algumas citações que haviam sido mal interpretadas pelo jornalista, entre outras coisas. Também fornecemos materiais e documentos privados para que o jornalista pudesse expandir seu artigo e oferecer “algo novo” – como ele havia prometido fazer.

No presente momento, nos reservamos o direito de não comentar em profundidade sobre o devido artigo. Isso será feito em outro momento.

Em qualquer caso, surgiu uma enorme confusão como conseqüência do devido artigo. Alguns meios de comunicação sensacionalistas não fizeram seu trabalho honestamente (como era esperado), e traduziram (propositalmente) errado algumas palavras de Charles Manson do espanhol para o inglês.

Para esclarecer essa confusão, segue abaixo, em português, o que Manson realmente disse sobre o presidente americano Barack Obama, e sobre o seu suposto advogado, Giovanni Di Stefano, entre outras coisas que foram mal traduzidas:

David Lopez (Vanity Fair): Sr. Manson, agora que você está falando sobre as notícias, o que você pensa do Obama?
Charles Manson: Obama?

David Lopez (Vanity Fair): Sim, o que você acha dele?
Charles Manson: Acho que ele é tolo por fazê-lo (esse trabalho). Eu não sei como o enganaram para que ele acabasse o fazendo. Alguém o enganou para ele cair ali. Ele não entende o que estão fazendo com ele. Estão jogando com ele.

David Lopez (Vanity Fair): Mas você gosta dele? Você acha que ele dá algum tipo de esperança ou não?
Charles Manson: Eu não tenho espaço para gostar ou desgostar. Eu estabeleço a verdade. Eu não gosto ou desgosto.

David Lopez (Vanity Fair): Sr. Manson, você tem um novo advogado, Giovanni Di Stefano, que está trabalhando para tirá-lo da prisão.
Charles Manson: Não, ele é apenas mais um católico. Essa é uma conspiração dos católicos para roubar a minha vida e usar a minha vida para o que os sicilianos da Máfia estão fazendo. Ele é um mafioso. É o mesmo promotor, mas com um rosto diferente. Isso é tudo.

David Lopez (Vanity Fair): Você acha que representa um perigo para a sociedade? Ou como você gostaria de chamar isso… o sistema?
Charles Manson: O sistema. O sistema é dinheiro, apenas isso. E eles se recusam a me dar o meu dinheiro. Todo mundo está fazendo milhões. Você sabe quanto dinheiro as pessoas ganharam usando a minha vida? E você pensa que eu gostaria de me ajustar a aquilo? Eu sou muito pior do que aquilo. É isso o que eu faço para poder ser melhor do que aquilo. Eu não posso ser melhor do que aquilo a não ser que eu seja muito pior do que aquilo. Porque aquilo é pior do que eu conseguiria imaginar, e eu não faria tal coisa. Eu não faria metade das coisas que eles fazem, e é isso o que eu lhe disse sobre o presidente. Eu não sei como eles o enganaram para que ele aceitasse aquele emprego, mas ele aceitou.

David Lopez (Vanity Fair): Existe alguma solução? Algo que pode ser feito para evitar isso (a destruição da vida)?
Charles Manson: Estou te falando. Todas as vezes que eu saí da prisão, o deserto estava mais morto do que antes. Os veados se foram, não foram mais lá. Os insetos desapareceram, e as abelhas não existem mais. Os pássaros não voam mais por lá. Como pode?

David Lopez (Vanity Fair): Então não existe uma solução para corrigir isso?
Charles Manson: Sim, tem uma solução. Uma única solução: todos nesse mundo têm que aceitar Deus – o nosso ar – e trabalhar para Deus – o nosso ar. Todos no mundo têm que aceitar o ar como Deus. Aceite o ar como Deus, porque sem ar vocês não existem. Se vocês querem existir, vocês têm que existir com o ar. Vocês têm que parar de guerrear contra o ar. O pecado de vocês é contra vocês mesmos – é o seu pecado contra o ar. O ar é tudo o que vocês têm. Se você está ganhando dinheiro e vendendo o seu ar, você está vendendo a sua própria vida. Você está comprando e vendendo a sua própria destruição. Esse sistema que diz que eu não sou bom, que eu represento um perigo – eu posso ser um perigo para a sua estupidez e para a sua ignorância, mas eu não represento um perigo para formas de vida inteligentes. Eu não represento um perigo para as pessoas que querem existir nesse planeta.

E com isso, encerramos esse comunicado. Em breve, falaremos mais sobre a entrevista com a revista Vanity Fair.

 Sobre a matéria da revista Vanity Fair (1)

© 2011 ATWA Brasil


Algumas contradições sobre quem é Charles Manson

manson hollywood Algumas contradições sobre quem é Charles Manson

Considerando os esforços recentes e as boas notícias quanto à possibilidade da libertação de Charles Manson após esses 42 anos de detenção ilegal (leia sobre isso aqui), é oportuno destacar as mentiras e fabricações elaboradas pelo promotor que condenou Manson em 1969, Vincent Bugliosi. Uma dessas falsas afirmações faz parte do perfil de Manson que Bugliosi criou para o júri popular que veio a condená-lo.

No tribunal, Bugliosi alegou que desde o primeiro minuto que Charles Manson foi libertado da prisão de Terminal Island, em 1967, ele estava “cheio de ódio pela humanidade”, e seu propósito era viajar até São Francisco para decidir qual seria o seu “alvo”. O fato de que Manson realmente pediu aos oficiais da prisão de Terminal Island para não ser libertado foi usado por Bugliosi para justificar esse “ódio” que Manson estaria sentindo. Na realidade, Manson pediu para continuar preso alegando o seguinte: “Não conheço ninguém lá fora, e não conheço aquele mundo. Todos os meus amigos estão aqui. Esse é o meu lar”. Simples assim.

De qualquer maneira, nada do que veio à tona sobre Manson desde então (por exemplo, documentos, palavras em áudio, entrevistas) apóia essa teoria de Bugliosi. Em primeiro lugar, a primeira menina que Manson conheceu ao sair de Terminal Island, Mary Brunner, decidiu viver com ele por sua espontânea vontade, assim como todos aqueles que se tornaram erroneamente conhecidos como “seguidores” de Manson. Se essa palavra deve ser usada, então eram eles que o seguiam, e não Manson que os forçava de qualquer maneira ou os “programava”, como Bugliosi também afirmou.

Todas as informações que existem sobre Charles Manson nesses primeiros anos fora da prisão (1967 e 1968) indicam que ele era um homem muito calmo e cheio de amor. Bugliosi criou a percepção de que Manson é racista (e para os ignorantes, a suástica em sua testa serve de comprovação dessa acusação), mas existem inúmeras ocasiões nessa época em que Manson é abertamente anti-racismo (por exemplo, a entrevista para a Universal Studios em 1967). Quanto a isso, aqui está mais uma contradição do promotor: os supostos “seguidores” de Manson usavam muitas citações anti-racismo. Se eles estavam “programados” por Manson, então não seria essa postura anti-racismo também uma emulação do que Manson pensava e dizia? Mas toda a teoria de Bugliosi que convenceu o júri e condenou Manson está baseada no fato de que ele é racista. De fato, não faz nenhum sentido.

Em uma entrevista realizada com Manson na Universal Studios em 1967, quando ele estava gravando as canções que mais tarde iriam aparecer nos álbuns “Lie: The Love and Terror Cult” e “All The Way Alive” (note, por curiosidade, as iniciais de A-T-W-A nesse título), ele afirma que é “contra todos os tipos de guerra”. A postura documentada de Manson e as informações de seus amigos da época confirmam essa afirmação. Mas se ele era anti-guerras, como é que ele poderia estar tramando o início de uma guerra racial, como o promotor Bugliosi propôs? A questão é bem simples: a suposta guerra racial que Bugliosi tentou – e conseguiu – jogar sobre Charles Manson era um conflito armado que Manson comentou que havia ouvido falar sobre na prisão de Terminal Island. Tratava-se de um ataque que estava sendo planejado de dentro das prisões para muçulmanos negros atacarem civis brancos americanos do lado de fora. Esse ataque de fato aconteceu, em São Francisco em 1973, e tornou-se conhecido como “Zebra Murders” (em português, “Assassinatos da Zebra”).

Naturalmente, imagina-se que um homem “cheio de ódio pela humanidade”, “racista” e envolvido em maquinar uma “guerra racial” – como é o perfil de Manson criado por Bugliosi – falaria desses temas, ou ao menos mencionaria algo sobre isso alguma vez, quem sabe até em suas próprias músicas? Mas não. Nada registrado de Manson em seus anos fora da prisão (1967 – 1969) condizem com esse perfil criado pelo promotor. As suas músicas gravadas nessa época falavam sobre amor, sobre o deserto, sempre com o tema anti-guerra. As suas palavras registradas nessa época são todas anti-racismo, anti-violência, anti-ódio. Elas fazem todo o sentido se comparadas ao que os amigos de Manson da época falavam sobre ele, mas de forma alguma apóiam a teoria vendida por Bugliosi para o júri popular.

Enfim, para tudo nesse caso existe uma explicação clara e lógica. É incrível como a história mirabolante criada pelo promotor Vincent Bugliosi em seu livro best-seller “Helter Skelter” convence tanta gente, enquanto a história verdadeira, que é simples, clara e coerente, é conhecida por tão poucos. Ao que tudo indica, Manson estava mesmo certo quando sentou naquela sala de julgamento: o povo realmente estava à procura de mais um filme de terror de Hollywood, e Manson recebeu o papel de vilão.

 Algumas contradições sobre quem é Charles Manson

© 2011 ATWA Brasil


As raízes das árvores como armas

atwa arvoresraizes As raízes das árvores como armas

Um estudo recente confirmou que as árvores possuem muito mais raízes do que precisam para capturar nutrientes do solo. Mais interessante do que isso é o fato de que as raízes superabundantes funcionam como armas para evitar o crescimento de outras árvores. Em outras palavras, a competição pela preservação da espécie e a contínua guerra pela sobrevivência – que se resume em “estar vivo” – são parte da vida das árvores e plantas. O instinto de sobrevivência não é uma bênção limitada aos animais.

Criar raízes exige energia, e a abordagem mais “eficiente” seria cada árvore ter apenas a quantidade suficiente para capturar a água e os nutrientes de que precisa. Mas ao invés disso, as árvores criam mais raízes não para ajudá-las a crescer com mais êxito, mas para fazer com que outras árvores enfrentem dificuldades ao crescer. No sistema resultante, as árvores que produzem menos raízes saem perdendo – um exemplo claro da lei da natureza, a lei dos mais fortes e adaptados.

O comportamento é análogo à batalha entre árvores para crescer mais alto e obter o máximo de luz do sol. Alguns cientistas (veja Ray Dybzinski) afirmam que esse comportamento “não é bem o ideal”, pois se elas pudessem de alguma forma concordar em cooperar, em vez de competir, todas poderiam ficar próximas ao solo e usar energia para alguma outra coisa, como criar sementes.

De fato, seria mesmo mais “eficiente”, “igualitário”, e até mesmo “justo” se cooperação fosse o método de desenvolvimento das árvores. Mas não seria natureza. Não seria a ordem natural. Seria o mundo dos homens – de emoções e julgamentos – e não o mundo dos que se submetem às ordens naturais da vida nesse planeta. A ordem de ATWA é uma: sobrevivência em harmonia com o todo da vida. Ar, árvores, água e animais como irmãos inseparáveis, indivisíveis. Não há espaço para que emoções, sonhos, desejos ou confortos os dividam.

Os homens têm muito a aprender com as árvores e com os animais.

 As raízes das árvores como armas

© 2011 ATWA Brasil


ATWA Brasil: “Charles Manson: Cadeia de Comando”

Abaixo, mais uma produção da ATWA Brasil: “Charles Manson: Cadeia de Comando”.

Uma nova conversa por telefone com Charles Manson, gravada em outubro de 2010. Ele fala sobre a necessidade de organizar uma força ativa para resgatar ATWA. O vídeo conta com legendas em português.

 ATWA Brasil: Charles Manson: Cadeia de Comando

© 2010 ATWA Brasil


Resgatando a suástica de ATWA

Aqui, diferentes versões da suástica adotadas por diferentes culturas como símbolo de paz e boa sorte:

atwa suasticas Resgatando a suástica de ATWA

Para saber mais sobre a suástica de Charles Manson e ATWA, leia os textos abaixo:

Charles Manson: “Essa suástica…”

Charles Manson: “Para todos os homens que têm uma mente…”

A suástica de ATWA

 Resgatando a suástica de ATWA

© 2010 ATWA Brasil


A eterna guerra santa por ATWA

atwa jesusvegan A eterna guerra santa por ATWA

“Em verdade vos digo que, para esse efeito
Eu vim ao mundo: para que eu possa colocar
Um fim a todas as oferendas de sangue e à alimentação
Da carne dos animais e das aves
Que foram mortos pelos homens.

No início, o Criador deu a todos
Os frutos das árvores, e as sementes
E as ervas para alimento, mas aqueles que
Amavam-se mais do que amavam o Senhor
Ou seus companheiros, corromperam os seus caminhos
E trouxeram doenças a seus corpos,
E encheram a terra com prazer e
Violência. Não é pelo derramamento de
Sangue inocente, portanto, mas por viver
A vida justa é que você encontrará a paz.

Bem-aventurados os que guardam esta Lei, pois
O Criador se manifesta em todas as criaturas
E todas as criaturas vivem no Criador.”

Essas são as palavras de Jesus no Evangelho dos Nazarenos, 75:9-14.

O texto acima foi encontrado preservado pelo ramo Mt. Carmelo dos essênios (Carmelitas), no Tibete, na última parte do primeiro século. Esse texto pré-data os escritos do Novo Testamento.

Textos que confirmam essa mensagem aparecem nos Manuscritos do Mar Morto, descobertos em 1947.

Bem-aventurados são certamente aqueles que escolheram o caminho do abolicionismo vegano, pois esses têm atendido ao apelo da consciência com uma devoção abnegada, determinada e corajosa à justiça em um mundo povoado por hordas de opressores iníquos cujas mentes não iluminadas e corações de pedra permanecem impassíveis diante dos horrores do holocausto animal que eles cometem.

Esses opressores descaradamente e alegremente infligem um nível de sofrimento que foge da capacidade humana de imaginar, criam caudalosos rios de sangue que nascem das cabeceiras do abate desenfreado e galopante e da aniquilação dos animais não-humanos. Eles exercem o poder derivado de seu lucro sangrento como um porrete para esmagar os que se interpõem entre eles e suas vítimas exploradas. Vocês que se atrevem a se opor a eles são abençoados.

Assim como Jó, vocês veganos abolicionistas aderem à sua fé em face da adversidade tremenda. Apesar da quase esmagadora oposição, dos períodos de desespero profundo, semi-isolamento, da marginalização, da humilhação pública, da intimidação legal, das dificuldades financeiras, do rompimento dos laços familiares e, em alguns casos, da prisão, vocês perseveram nessa guerra sociocultural para trazer outros entre os sensíveis a essa esfera moral. Vocês são abençoados.

Atuando como um representante para aqueles cujas vozes de oposição à sua exploração e assassinato são limitadas a gritos e choros que iludem a capacidade da nossa espécie de compreender, e como um representante para aqueles cuja capacidade de afastar os horrores da civilização industrial, o antropocentrismo, e a crueldade humana é profundamente inadequada, vocês têm empreendido uma cruzada nobre e justa. Como aqueles que vos precederam em batalhas similares por justiça social, vocês lutam pelos direitos daqueles que foram esquecidos. Vocês são abençoados.

Como uma pequena fração da superpopulação humana que arrasta a Terra para o Período Antropoceno, vocês estão travando uma guerra moral infinita contra os exércitos dos especistas que são vastamente mais numerosos do que vocês e que potencialmente podem lhes causar muita dor e sofrimento. Vocês são abençoados.

Incansavelmente vocês lutam pelos direitos essenciais e básicos dos animais não humanos, oferecendo uma camada muito fina de proteção dos níveis obscenos de abuso, barbárie, tortura, escravização e abate que nossa espécie impõe sobre os outros seres sensíveis. Vocês lutam para proteger esses seres que têm vidas intelectuais, emocionais e sociais muito mais complexas do que qualquer especista se atreve a imaginar. Vocês são abençoados.

É seu esforço admirável? Sim. E ainda assim, como afirma o ditado, “nenhuma boa ação fica impune”. Você recebe muitas punições e dolorosamente poucas recompensas. Além da satisfação pessoal alcançada por aderir às suas crenças morais e éticas, ou pelo conhecimento agradável de que seus esforços abrandam um pouco do sofrimento onipresente, você colhe muito pouco na forma de recompensas materiais. Vocês são abençoados.

Enquanto a nossa espécie evoluiu moralmente, reconhecemos que as crianças são inocentes e sacrossantas. Anteriormente comuns e amplamente aceitas, práticas como o abuso infantil, a escravidão infantil, o trabalho infantil e exploração sexual infantil são hoje ilegais. Como parte da vanguarda moral da humanidade, vocês lutam por uma estrutura sociocultural em que outros seres sencientes também estarão livres desses mesmos tormentos. Sua evolução moral tem ofuscado a maioria dos seus companheiros humanos. Vocês são abençoados.

E para aqueles de vocês que são elevados espiritualmente, aqui estão duas orações aos deuses animais em que vocês podem encontrar consolo para os momentos difíceis do caminho desafiador que vocês escolheram:

“Poder superior, conceda-me serenidade para aceitar que não vou ganhar todas as batalhas, a coragem para vencer as batalhas que posso vencer, e a sabedoria para saber a diferença.”

“Dá-me a força para segurar a minha cabeça erguida, para cuspir de volta em seus rostos, e nunca se render.”

Soldados de ATWA, vocês são abençoados. Olhe apenas para frente. Siga com a sua luta, por eles…

 A eterna guerra santa por ATWA

© 2010 ATWA Brasil


Charles Manson: Deus e o homem

atwa deuseohomem Charles Manson: Deus e o homem

Aqui, a transcrição de uma recente conversa com Charles Manson, de junho de 2010:

“Deixe-me dizer-lhe algo que é muito importante: se um homem tem um problema, e trabalha toda a sua vida sobre esse problema, sabendo que ele não pode resolvê-lo, mas que pode empurrá-lo um pouco mais para frente… e cada vez que um homem se torna um homem, qualquer que seja ele, não tem nada a ver com preferências sexuais, não tem nada a ver com o que ele veste, ou com como ele fala, ou com o quão forte ele é. É o espírito de saber na verdade da justiça, e ser capaz de analisar, o poder de observação, para observar e perceber que é uma única vida: Deus.

E quando Deus se torna real no homem, não é uma denominação ou um livro de histórias. Não é uma ilusão, um jogo, ou uma peça de teatro. Não é para atenção ou aprovação. Não é para o homem. É somente para Deus que Deus é Deus. Deus não é Deus para o homem. Deus é Deus porque Deus é tudo o que existe, e não há nada dos homens nele. É eterno. A vida está no homem. E diz isso, na minha inteligência: eu estive a vida inteira em uma cela tentando resolver esse problema. Não me esforçando, mas fazendo automaticamente. Eu não consigo dormir sem pensar. Eu não consigo viver sem algo batendo dentro do meu peito ou funcionando na minha alma e na minha vida que diz o seguinte: existe apenas um caminho. Não pode haver nenhuma dissensão. Não pode haver divisão. Não pode haver nenhuma dúvida sobre isso. O que é deve ser para ser o que é. Se a vida vai existir nesse planeta, tem que vir em perfeita ordem com a atmosfera que respira. Se ela não tem isso, então não há mais nada. Tudo deve ser sacrificado por um princípio em uma única ordem, em uma única vida, em um único ar, em um único mundo, em uma única Terra, em uma única mente, que não tem nada a ver com os seres humanos. Os seres humanos são o problema. São eles que estão criando as decisões que estão destruindo a vida na Terra. Todas as vidas serão perdidas na Terra se você não lidar com o problema humano. O homem é o problema; as pessoas são o problema. O petróleo não machuca as pessoas. É o povo que está manuseando o petróleo que está prejudicando as pessoas.

Você sabe que quando eu falo algo, eu quero dizer o que eu digo, e eu digo o que eu quero dizer. Eu estou dizendo isso para você: pare esse maldito combustível fóssil ou você vai acabar com a vida no planeta Terra. Se você quer ter ar nesse planeta, você tem que mudar, ou simplesmente partir. De uma forma ou de outra, mais cedo ou mais tarde, a vontade de Deus será realizada nesse planeta. Não tem nada a ver com quantos websites você tem, ou com quantas pessoas estão lendo os seus livros ou falando sobre o que está escrito em suas camisetas, ou com o quão longo é o seu cabelo, ou se você será amigo de alguém ou inimigo de alguém. Todo esse lixo humano remonta ao Faraó – a flecha, que disparou em direção ao Sol quando o Faraó disse: ‘Não há ninguém mais senão Deus, e vocês farão a vontade de Deus ou não existirão mais’. Remonta aos escravos, e você vê que o escravo está feliz, e ele se congratula com as suas correntes que puxam a carroça que vai tirá-lo dessa merda de combustíveis fósseis, e o colocarão de volta na estrada para a vida. ATWA é a equação final, porque a sepultura do Faraó é a escuridão das prisões. A eternidade está dentro das baratas, aranhas e insetos.

Eu dei tudo o que era meu para um velho cego que lutou por toda a sua vida, que deu a sua vida, e os seus filhos estão nas sepulturas da vida eterna. O Grateful Dead disse: ‘Alcatraz era apenas um pelicano sobre uma montanha, olhando para o oceano’. O pássaro é Deus. Temos de trabalhar para os pássaros e todos os diferentes animais que são deuses. O exército? Procure no zoológico pelo seu general, e diga que nós sabemos que os animais são os nossos deuses, em nossas cabeças. E volte para o planeta o mais rápido que puder, para o ar e pela água. E pare de cortar as árvores por coisas estúpidas. Você já tem todas essas coisas, cara.

Você sabe que, basicamente, a pessoa comum que não sabe nada tem que trabalhar para fazer algo. E todos os trabalhos já foram postos em prática pelos mortos. O que é necessário é um CCM, o Corpo de Conservação do Mundo, para começar com novos trabalhos e estar nas novas economias, com novos cartões de crédito, novos bancos, e novos números, para a conservação de toda a vida no planeta. Nós começamos o CCM na Califórnia, e foi dado aos veteranos que retornavam das guerras em cadeiras de rodas. Essas são realidades que ajudarão a sobrevivência no planeta Terra, cara. Mais cedo ou mais tarde, será realizado.”

- Charles Manson
Junho de 2010

 Charles Manson: Deus e o homem

© 2010 ATWA Brasil


Sobre Charles Manson e ATWA para o Brasil

atwa guerramentiras Sobre Charles Manson e ATWA para o Brasil

A ATWA Brasil é uma concepção relativamente recente. As idéias que culminaram no desembarque desse pensamento no território brasileiro existiam há algum tempo antes de serem comunicadas abertamente a todos, mas ainda assim se trata de um fenômeno novo. Sendo assim, é compreensível que as pessoas que se interessam (ou não) por esse modo de pensar e agir tenham dificuldade em assimilar o que ATWA propõe.

Inicialmente, as pessoas que ouvem falar de ATWA questionam a figura de Charles Manson como mentor intelectual desse pensamento. Muitas pessoas concordam inteiramente com o que ATWA parece sugerir, mas quando pensam em Charles Manson ficam com um “pé atrás”. Trata-se de um comportamento lógico e compreensível, afinal, muita desinformação foi fabricada sobre Manson desde que ele foi preso em 1969. São mais de 40 anos de pessoas falando “por” e “sobre” Charles Manson, e muito pouco disponibilizado de Charles Manson falando por si mesmo. As palavras, os conceitos, as idéias são colocadas sobre ele. Nesse contexto, é natural mesmo que as pessoas tenham dificuldade em compreendê-lo.

Um dos propósitos da ATWA Brasil é precisamente oferecer um pouco mais de Charles Manson falando sobre ele mesmo para o povo do Brasil. Infelizmente, em língua portuguesa temos apenas um ou dois livros e um filme, todos baseados – ou escritos – pelo promotor do caso de condenou Charles Manson e fez disso a sua fortuna: Vincent Bugliosi. Até a ATWA Brasil desembarcar no sul do continente americano, o povo brasileiro era refém dessa única versão da história de Charles Manson, escrita por aquele que inventou tal história, vendeu ao público, e condenou Manson (com suas fabricações) no tribunal do estado da Califórnia. Mas agora, e a cada dia mais, Charles Manson tem sua voz comunicada em língua portuguesa. Das milhares de pessoas que a ouvem, algumas acordam e compreendem, enquanto outras permanecem cegas. Mas até então, nem isso era possível.

Levará tempo e empenho para que os julgamentos das pessoas mudem sobre Charles Manson. Foi assim para construir o mito do “monstro Manson” – o “homem mais perigoso que já viveu”, como estamparam na capa da revista americana Rolling Stone. Para resgatar a imagem de Manson também levará tempo, mas a realidade nunca é derrotada. Com o tempo, ela será estabelecida, por bem ou por mal. A luta de Charles Manson nunca foi outra senão ATWA. As confusões, as mentiras, e as incertezas que ofuscaram isso são fruto daqueles que fizeram seus milhões de dólares vendendo ao público uma história mirabolante – em outras palavras, vendendo ao público o que o público queria. Fizeram da simples realidade um filme de ficção de Hollywood, e o publicou compareceu em massa.

O que não lhes foi dito é que ao atropelar os direitos de Charles Manson no tribunal, a fim de promover uma história fictícia que resultou na fama e riqueza de uns poucos advogados, juízes, jornalistas e políticos, todos os direitos de todas as pessoas foram atropelados também. Quando um direito foi tirado, todos os direitos de todos foram tirados. Não há leis enquanto a lei permanecer enterrada. Para ATWA, ATWA é a única lei. Todos os livros, páginas escritas, assinaturas desse ou daquele outro, não passam de piadas até que a lei e a ordem sejam resgatadas.

ATWA desembarcou no Brasil porque nós temos o coração e os pulmões dessa luta. O Brasil está no foco da guerra do homem contra a natureza. Charles Manson está pendurado na cruz há mais de 40 anos, mas a sua luta não tem fim porque aqueles que o penduraram na cruz penduraram a eles mesmos. A luta de Charles Manson é uma: ATWA. É resgatar ATWA, é uma guerra santa contra a poluição, contra a destruição da vida.

A luta de Manson pela sua sobrevivência nesses mais de 40 anos de encarceramento ilegal serve como uma analogia para a luta de ATWA pela sua sobrevivência contra os horrores causados diariamente pelas ações humanas. O centro dessa realidade é que somente o próprio homem pode colocar um fim a essa guerra que ele mesmo iniciou. Existe uma chance de se salvar, e essa chance se resume em reconhecer e aceitar a ordem de ATWA.

 Sobre Charles Manson e ATWA para o Brasil

© 2010 ATWA Brasil


Eugenia e fatores que determinam a opinião pública

eugenia opiniaopublica Eugenia e fatores que determinam a opinião pública

Por que é que o mundo ocidental permanece preso às garras de uma ilusão tão grande? Por milhares de anos, todos tinham como certo que algumas pessoas nascem mais espertas do que outras, simplesmente porque isso é tão obviamente uma verdade. Mesmo nas primeiras décadas do século 20, o igualitarismo teria sido uma piada, e a eugenia era amplamente aceita por pessoas de destaque cujas opiniões definiram todo o espectro político. Para listar apenas alguns poucos proponentes: George Bernard Shaw, Charles Darwin, Margaret Sanger, HG Wells, Francis Galton (que inventou o termo “eugenia”), Theodore Roosevelt, Oliver Wendell Holmes, Alexander Graham Bell, Charles Lindbergh, e Winston Churchill. Julian Huxley descreveu a eugenia como “de todos os estabelecimentos para o altruísmo, o que é mais abrangente e de maior alcance”. Mas apesar disso, hoje a eugenia é considerada a maior forma de crueldade! Porque as idéias entram e saem de moda é algo que não é compreendido inteiramente. Entretanto, abaixo estão três fatores que provavelmente explicam essa face da opinião pública:

(1) Após a Segunda Guerra Mundial, as crenças proeminentes dos países derrotados foram universalmente rejeitadas. Hitler defendia fortemente a eugenia, embora não da mesma forma que os eugenistas de hoje (Hitler era contra os testes de QI). Genética, comportamento, e raça passaram a ser considerados como temas desagradáveis. O movimento eugênico teve origem na Grã-Bretanha e nos Estados Unidos, e 27 outros países além da Alemanha promulgaram leis de eugenia no mesmo período. Nem genocídio nem qualquer outra coisa terrível aconteceu nesses países, de forma que nenhum caso remotamente razoável pode ser feito entre a eugenia e genocídios. Os comunistas tomaram o ponto de vista oposto – de que o ambiente é muito importante e que a genética não conta para nada – ainda que eles tenham assassinado muito mais gente do que os nazistas. No entanto, não importa o quão injusto, a eugenia passou a ser estigmatizada porque é associada nas mentes de muitos com Adolf Hitler.

(2) A opinião pública no mundo ocidental é amplamente moldada por jornalistas. Inúmeros estudos têm descoberto que os jornalistas tendem a ser muito mais liberais politicamente do que a população em geral. Entre os estudantes universitários, aqueles dos campos de administração de negócios e ciências tendem a ser mais conservadores politicamente, enquanto os estudantes de literatura e de jornalismo são mais liberais, o que sugere uma auto-seleção dos estudantes que entram no campo do jornalismo. Em outras palavras, as pessoas que são atraídas para o jornalismo, por qualquer razão, tendem a ser liberais. Junto com os jornalistas liberais, acadêmicos marxistas com certas agendas políticas têm contribuído substancialmente para a promoção da propaganda igualitária.

Snyderman e Rothman (1988) compararam o que foi relatado sobre a questão do QI na TV, nos jornais e nas revistas com o que os cientistas fazendo pesquisas sobre QI realmente dizem sobre essa questão. Eles descobriram que a mídia sempre ofereceu contextos extremamente tendenciosos, sugerindo que o QI não mede nada de realmente importante, que é “culturalmente tendencioso”, e que a maioria dos especialistas em estudos de QI concordavam com tais afirmações, quando, na verdade, a maioria dos especialistas discorda de tais afirmações.

Quanto à questão da raça, os meios de comunicação têm falhado completamente em sua responsabilidade de relatar as descobertas científicas ao público. Na realidade, é muito pior do que falhar em sua responsabilidade de comunicar os fatos, porque isso implicaria que eles simplesmente não teriam feito tudo o que deveria ter sido feito. Na realidade, a mídia tem mentido descaradamente ao público, e isso vem acontecendo há décadas. Para alguns, “mentido descaradamente” pode soar como retórica inflamada, mas não há provas ou evidências de que seja esse o caso. Afinal, que tipo de desonestidade flagrante está se reservando ao termo “mentido descaradamente”? Snyderman e Rothman (1988) constataram que a maioria dos cientistas que fazem pesquisas no campo de QI acredita que parte da diferença entre raças quanto ao QI é genética. Através da análise de centenas de reportagens, eles também descobriram que a mídia retrata essa visão predominantemente como se fosse um tema reservado a uns poucos malucos. Em outras palavras, a verdadeira opinião científica sobre o assunto tem sido escondida pela mídia.

Essa contínua campanha de desinformação sobre o QI, a genética e a raça tem sido travada por jornalistas liberais e acadêmicos marxistas contra o mundo ocidental desde a década de 1950. Como um polvo com tentáculos de longo alcance, causa caos em uma infinidade de formas, como por exemplo, impossibilitando a existência um debate público sério sobre a eugenia, um pré-requisito óbvio para implementar qualquer programa eugênico. Essa desonestidade descarada poderia ser esperada sob um regime comunista, mas o fato de isso ocorrer em sociedades democráticas clama por uma explicação.

(3) Para compreender por que razão o igualitarismo reina supremo e a eugenia se transformou em um assunto tabu, o assunto deve ser visto como parte do modo de pensar ocidental nos dias de hoje, que também inclui obediência à “diversidade” e “multiculturalismo”, à discriminação reversa, aos ataques contra o cristianismo, ao apoio à políticas de imigração, à promoção da promiscuidade e da homossexualidade, à defesa da miscigenação e do relativismo moral, muito dos quais podem ser agrupados sob a rubrica do “politicamente correto”. Será que essa crença generalizada do sistema simplesmente “aconteceu”, ou será que são as pessoas que fazem as coisas acontecerem? E nesse último caso, quem seria e por quê?

Quando um crime é cometido, a primeira pergunta de um detetive é questionar a possível motivação, ou seja, quem se beneficiaria com o ocorrido. Da mesma forma, pode-se razoavelmente perguntar: “Quem se beneficia com esse modo de pensar desonesto e destrutivo?” É um assunto extremamente interessante e importante, mas, infelizmente, desvendar essa questão está além do escopo desse artigo. Em vez disso, vou me referir ao brilhante livro de Kevin MacDonald, “A Cultura da Crítica” (1998), uma fonte de respostas sobre a agenda escondida por trás do que estamos falando. MacDonald faz um caso chocante, mas que está bem documentado.

Enfim, os três fatores acima descritos ilustram as causas da mentalidade errônea do Ocidente com relação à prática da eugenia. Pode-se dizer que são fatores emocionais, que mexem com os corações, mas que ao mesmo tempo anulam as mentes. Em nome do que é politicamente correto, muita destruição está sendo causada à espécie humana, e um caminho melhor está logo ali, tão perto de nós, mas escondido sob as páginas de jornais e revistas com as suas agendas liberais. A opinião pública é a chave para tanto para o sucesso quanto para a aniquilação.

 Eugenia e fatores que determinam a opinião pública

© 2010 ATWA Brasil


José Saramago e o direito dos animais

O texto abaixo, contra a exploração animal em circos e zoológicos, foi escrito em 2009 por José Saramago, o autor português que faleceu essa semana:

“Pudesse eu, e fecharia todos os zoológicos do mundo. Pudesse eu, e proibiria a utilização de animais nos espetáculos de circo. Não devo ser o único a pensar assim, mas arrisco o protesto, a indignação, a ira da maioria a quem encanta ver animais atrás de grades ou em espaços onde mal podem mover-se como lhes pede a sua natureza. Isto no que toca aos zoológicos. Mais deprimentes do que esses parques, só os espetáculos de circo que conseguem a proeza de tornar ridículos os patéticos cães vestidos de saias, as focas a bater palmas com as barbatanas, os cavalos empenachados, os macacos de bicicleta, os leões saltando arcos, as mulas treinadas para perseguir figurantes vestidos de preto, os elefantes mal equilibrados em esferas de metal móveis. Que é divertido, as crianças adoram, dizem os pais, os quais, para completa educação dos seus rebentos, deveriam levá-los também às sessões de treino (ou de tortura?) suportadas até à agonia pelos pobres animais, vítimas inermes da crueldade humana. Os pais também dizem que as visitas ao zoológico são altamente instrutivas. Talvez o tivessem sido no passado, e ainda assim duvido, mas hoje, graças aos inúmeros documentários sobre a vida animal que as televisões passam a toda a hora, se é educação que se pretende, ela aí está à espera.

Perguntar-se-á a que propósito vem isto, e eu respondo já. No zoológico de Barcelona há uma elefanta solitária que está morrendo de pena e das enfermidades, principalmente infecções intestinais, que mais cedo ou mais tarde atacam os animais privados de liberdade. A pena que sofre, não é difícil imaginar, é consequência da recente morte de uma outra elefanta que com a Susi (este é o nome que puseram à triste abandonada) partilhava num mais do que reduzido espaço. O chão que ela pisa é de cimento, o pior para as sensíveis patas deste animais que talvez ainda tenham na memória a macieza do solo das savanas africanas. Eu sei que o mundo tem problemas mais graves que estar agora a preocupar-se com o bem-estar de uma elefanta, mas a boa reputação de que goza Barcelona comporta obrigações, e esta, ainda que possa parecer um exagero meu, é uma delas. Cuidar de Susi, dar-lhe um fim de vida mais digno que ver-se acantonada num espaço reduzidíssimo e ter de pisar esse chão do inferno que para ela é o cimento. A quem devo apelar? À direção do zoológico? À Câmara? À Generalitat?

P.S.: Deixo aqui uma fotografia. Tal como em Barcelona há grupos – obrigado – que têm pena de Susi, na Austrália também um ser humano se compadeceu de um marsupial vitimado pelos últimos incêndios. A fotografia não pode ser mais emocionante.

-José Saramago”

koala garrafa José Saramago e o direito dos animais

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 José Saramago e o direito dos animais

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ATWA e os inimigos hipócritas

atwa ordemmundial ATWA e os inimigos hipócritas

“Foi ele quem me deu a verdadeira ciência de todas as coisas, quem me fez conhecer a constituição do mundo e as virtudes dos elementos, o começo, o fim e o meio dos tempos, a sucessão dos solstícios e as mutações das estações, os ciclos do ano e as posições dos astros, a natureza dos animais e os instintos dos brutos, os poderes dos espíritos e os pensamentos dos homens, a variedade das plantas e as propriedades das raízes. Tudo que está escondido e tudo que está aparente eu conheço: porque foi a sabedoria, criadora de todas as coisas, que mo ensinou.” (Sabedoria 7, 17-21)

Mais perigosos para ATWA do que os grandes assassinos, aqueles que cortam árvores, sacrificam animais, poluem a água e o ar, são os hipócritas que fingem não enxergar que tudo isso está acontecendo. Aqueles passivos que não assumem a posição dos criminosos, mas também temem a conseqüência de lutar pelo que é correto. A mudança só poderá acontecer quando os hipócritas passarem a ver, enxergar e compreender. São esses os mais perigosos, porque na escuridão das suas cegueiras são coniventes com toda a destruição que nos cerca.

A mensagem de Deus é uma, contínua e para sempre. A vontade de Deus é a harmonia do todo da vida na Terra, e o homem, como parte do reino animal, tem o dever e a responsabilidade de agir de acordo com a vontade da inteligência que o criou.

ATWA é a ponte entre o homem e Deus. A natureza espelha a força de Deus em todos os seus aspectos, dos mais simples e quietos aos mais complexos e violentos. Tudo está na natureza. A luz e a escuridão, a sutileza e o poder absoluto sobre tudo o que tem vida nesse planeta. Essa ponte sempre existiu, e está visível para todos aqueles que têm uma mente própria.

A partir do momento em que o homem se separa de ATWA, ele se afasta da única ponte com a capacidade de conectá-lo com o que chamamos de Deus, a inteligência que rege o todo da vida. Seus castelos e suas cidades são insignificantes para o poder de ATWA, mas refletem o absurdo da posição do homem, que perdeu completamente a sua conexão com tudo o que é divino. No calor do sol, na luz das estrelas, na pureza do ar e na transparência da água estão os sinais de Deus para aqueles que enxergam. Os que não enxergam, procuram Deus em suas próprias construções. Em suas hipocrisias, encontram calma para dormir a cada dia.

Os homens que dizem falar por Deus estão ancorados no passado. O tempo passa, mas eles não. Eles estão presos às construções que eles mesmos fizeram, e confundiram com o que Deus exige de nós. A inteligência que chamamos de Deus não prega peças e não mede esforços – a sua vontade é uma, para sempre. Os títulos, os uniformes e o dinheiro são construções humanas. São ferramentas que o homem desenvolveu para se aproximar de Deus – não no sentido de agir de acordo com a vontade de Deus, mas em se comportar como Deus, em operar como Deus. Com as suas construções, os seus templos, os seus livros, o homem cria uma barreira entre o todo da vida e a vontade de Deus.

Os inimigos hipócritas de ATWA são esses politeístas, que colocam barreiras entre o todo da vida e Deus, que dão autoridade a homens falarem por Deus e ofuscarem a simplicidade da vontade divina. Falam de Deus, mas estão falando por si. Os que poluem o ar, cortam as árvores, sujam a água e assassinam os animais são seguidores de tudo o que vai contra a vontade de Deus. São aqueles que impedem que autoridade de ATWA prevaleça. Nos seus enclaves, pouco percebem sobre o que está a caminho. Adoradores do dinheiro, da falsidade, da imoralidade e da morte.

No fim, é tudo muito simples e natural. Um único mundo, uma ordem mundial – ATWA.

 ATWA e os inimigos hipócritas

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A conexão entre alimentação e violência

atwa pitagoras A conexão entre alimentação e violência

“Enquanto o homem continuar a ser destruidor impiedoso dos seres animados dos planos inferiores, não conhecerá a saúde nem a paz. Enquanto os homens massacrarem os animais, eles se matarão uns aos outros. Aquele que semeia a morte e o sofrimento não pode colher a alegria e o amor.”
-Pitágoras de Samos (570 – 497 a.C.)

Há mais de 2500 anos, uns poucos entre muitos tinham a sabedoria inata sobre as regras da natureza – as leis de ATWA, da harmonia e da sobrevivência do todo da vida nesse planeta. Para todos os homens, trata-se de uma lógica simples: comer animais é ter cumplicidade em um assassinato de um ser vivo desconhecido e inocente. Mas é necessário ser mais do que um ser humano comum para compreender, aceitar e agir de acordo com a resposta moral para essa lógica. Afinal, como é que o homem reclama de violência nas cidades quando ele pratica assassinatos todos os dias ao comprar e consumir vidas perdidas? Existe uma linha de sabedoria inata que separa aqueles que entendem esse fenômeno daqueles que lêem em argumentos como esse simplesmente um caso de “loucura”.

O homem se alimenta com violência todos os dias. Alguns praticam os crimes eles mesmos, mas a maioria depende de assassinos contratados para que os animais cheguem às casas com aspecto purificado, com pouca semelhança ao momento em que deixaram de viver. E as pessoas se alimentam com a morte dos outros, e dizem não compreender a sempre presente violência pelas ruas. Tirar a vida de um ser humano é tão imoral quanto tirar a vida de uma vaca, um porco ou uma galinha. Os gritos de “socorro” do homem, quem sabe, nos afeta mais do que os uivos dos animais, mas isso é somente uma questão de compreensão dos sons. Ambos gritam pela vida, com vontade de viver. Sendo assim, não é somente criminoso o homem que pratica tal crime, mas também burro, ingênuo, impróprio e impuro. Há mais de 2500 anos, os sábios eram os sábios e os ordinários eram ordinários.

O argumento de Pitágoras em favor da dieta sem animais tem três “pontas” (como um triângulo):
- Veneração religiosa
- Saúde física
- Responsabilidade ecológica

Essas razões continuam a ser citadas até hoje. Enquanto sempre houve vegetarianos na população mundial, muitos escolheram esse caminho mais por necessidade do que por preferência. O mundo medieval considerava vegetais e cereais como comida para animais. A carne era símbolo de status da classe alta: quanto mais alguém comia carne, mais elevada era a sua posição na sociedade – de forma que somente a pobreza compelia as pessoas à substituição de carnes por vegetais.

Vegetarianismo é com frequência ligado a religião, e segundo alguns argumentos, a força dessa relação parece se vincular diretamente à longevidade de cada credo religioso. O relativamente jovem Islam (1300 anos), por exemplo, não tem cultura vegetariana forte. Os budistas, por outro lado, seguindo os princípios de não-violência, têm praticado vegetarianismo por 2500 anos. O Hinduísmo possui princípios vegetarianos que datam de 5000 anos. Judeus citam uma passagem bíblica como prescrição da dieta original:

“E Deus disse, Eu vos dei cada semente de erva, que estão por toda a terra, cada árvore, nas quais estão os frutos de semente; para vocês elas servirão de comer” (Gênesis 1:29).

Evitar o consumo de carne e jamais comer porco ou mariscos era uma provação (símbolo de pesar e tristeza), voltada também para a restrição dos desejos e prazeres do corpo. O Cristianismo primitivo, com suas raízes na tradição judaica e no paganismo europeu, via o vegetarianismo de maneira similar – um jejum modificado para purificar o corpo: evitar a carne é uma forma de reforçar a disciplina e a força de vontade necessária para resistir às tentações. Isso tornou as restrições dietéticas muito comuns no comportamento cristão da época. E essa crença foi passada adiante, ao longo dos anos, de uma forma ou de outra – por exemplo, a proibição de carne (exceto peixe) da Igreja Católica Romana nas sextas durante a Quaresma.

Enfim, parece existir uma clara conexão entre a sabedoria do homem, o avanço espiritual de acordo com a sobrevivência, e o verdadeiro combate à violência. É necessário ter uma inteligência inata para compreender a importância do respeito ao todo da vida, e somente esse respeito pode afastar a violência do homem. O homem que se alimenta com violência não é capaz de escapar de ser violento, porque ele conscientemente aceitou esse papel. Acontece que a maioria das pessoas não é capaz de enxergar isso – elas roubam vidas, e reclamam da insegurança das cidades. Um paradoxo da ignorância, quem sabe.

Para ATWA, todas as vidas são uma única vida. Ar, árvores, água, animais – o sistema de suporte de vida do nosso planeta. O homem deve respeitar essa lei simples, resgatar e pagar pelos crimes cometidos contra a vida, e esse é o verdadeiro caminho para a salvação. A crença para chegar a esse ponto não interessa – o importante é compreender que o respeito à vida é algo sagrado, além do mundo material que nos cerca. Se não for feito em paz, será feito com violência e ódio, e que não exista dúvidas disso. Os soldados da vida estão ansiosos.

Mas enquanto isso, uma imagem de bronze de Pitágoras tem vista para o porto antigo de sua aldeia homônima, Pitágoras, na ilha grega de Samos. Mais de 2500 anos se passaram desde que ele se sentou sobre estas margens, e questionou o significado da vida. Ironicamente, é quase impossível encontrar uma refeição vegetariana em qualquer um dos restaurantes que circundam o cais do porto hoje. Pitágoras ainda seria gratificado de saber como amplamente sua doutrina vegetariana se espalhou, mas talvez um pouco decepcionado que é pelo seu teorema matemático que ele é mais lembrado.

Um homem sábio, em meio ao caos dos ignorantes, e um esboço da conexão entre a alimentação e a violência.

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 A conexão entre alimentação e violência

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