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Vida na Terra ameaçada: Cientistas confirmam visão de ATWA

atwa confirmacao Vida na Terra ameaçada: Cientistas confirmam visão de ATWA

A Terra tem apenas uma década para escapar de diversos “pontos críticos” antes que todo o dano causado pelo homem se torne para sempre irreversível. Se o planeta não se resgatar dessa condição crítica dentro dos próximos anos, testemunhará uma série de avarias nos sistemas que sustentam a vida humana, como oceanos e solo.

“As pesquisas mais recentes demonstram que a continuação do funcionamento do sistema da Terra que tem suportado o bem-estar da civilização humana pelos últimos séculos está em risco”, explicou o cientista Mark Stafford Smith durante a conferência Planet Under Pressure (Planeta Sob Pressão), que aconteceu entre 26 e 29 de março, em Londres. Determinar essa realidade foi o grande êxito da conferência.

Fato é que o homem tem sido muito melhor em documentar problemas e compreender os processos degenerativos causados pela humanidade do que em se envolver com possíveis soluções. Cientistas têm documentado as evidências de um novo evento de extinção em massa na Terra acelerado por ações humanas, mas têm oferecido poucas alternativas concretas a serem estabelecidas no dia-a-dia do homem moderno. O mesmo acontece com o povo comum, que convive diariamente com os sinais da catástrofe, e até se diz disposto a mudar, mas permanece enraizado em seus erros, incapaz de agir.

Segundo os cientistas presentes na conferência em Londres, essa inércia humana em transformar teorias em prática se deve a três fatores que se tornaram conhecidos apenas há pouco tempo: primeiro, a compreensão (e resistência à compreensão) de que vivemos em uma Era Antropocena, onde uma única espécie (o ser humano) domina os sistemas de vida do planeta; segundo, o reconhecimento de que os processos de vida do planeta são todos interconectados, e que portanto deve-se pensar sempre sob o ponto de vista do todo em vez de focar em partes específicas; e a ética de vida de “negócios a parte” do homem moderno ocidental, que trata de compreender as questões da natureza sob o ponto de vista político-econômico. Esses três fatores, e a resistência em compreendê-los, resultariam na ineficácia das decisões humanas para resgatar os sistemas de vida da Terra.

Ironicamente, são necessárias viagens, hospedagens, conferências, salários, cientistas, paletós e gravatas para comunicar essa realidade com alguma credibilidade para outros humanos. Charles Manson, trancado na escuridão das penitenciárias americanas, tem alertado sobre isso, e proposto mudanças práticas (e não simplesmente teóricas) desde ao menos 1967, sem ser ouvido. Passaram-se 45 anos de tempo perdido para resgatar os sistemas de vida do planeta, e agora os cientistas alertam sobre “as poucas décadas que nos restam para agir”. Seria cômico, se não fosse tão real.

 Vida na Terra ameaçada: Cientistas confirmam visão de ATWA

© 2012 ATWA Brasil


Japão: Crime contra ATWA

atwa japao Japão: Crime contra ATWA

Nessa segunda-feira (dia 4), trabalhadores da central nuclear japonesa de Fukushima começaram a vazar toneladas de água radioativa no mar, depois de terem falhado diversas tentativas, feitas no fim de semana, para estancar a fuga no reator dois. Mais de 3 milhões de galões de líquido foram lançadas no oceano Pacífico, a fim de conseguir espaço para armazenar a água, ainda mais radioativa, que se encontra acumulada no reator dois. A água contaminada que tem sido vertida no mar tem um nível de radioatividade mais de 500 vezes acima dos limites legais.

A Agência de Segurança Nuclear e Industrial do Japão (NISA) afirmou que a água agora libertada não representa perigo para a saúde humana e que, de qualquer modo, não havia outra escolha. “Como não é prejudicial para a saúde das pessoas, e é necessário evitar um perigo ainda maior, decidimos que era inevitável”, disse Hidehiko Nishiyama, da NISA.

Um momento… não representa perigo para a saúde de quem? Dos humanos? Pois bem!

Quem é o responsável pela desgraça que vive agora o Japão? O próprio homem – é claro! A inconseqüência e ignorância do homem permitiu a existência da situação atual. Não tem nada a ver com terremotos ou tsunamis, de forma alguma. Foram os erros do homem que culminaram com todo o problema nuclear. O terremoto poderia acontecer; o tsunami poderia varrer as cidades, levando japoneses para as profundezas da vida azul; e ainda assim, seria apenas natural, perfeito, em harmonia com a ordem da Vida. O problema nuclear, por outro lado, não tem absolutamente nada de natural. É resultado das práticas humanas – e nada além disso!

E o que os oceanos têm a ver com o erro dos homens? Ou os animais que vivem nos oceanos? Nada. A única vítima dos acontecimentos no Japão é ATWA.

Trata-se de mais um crime do homem contra ATWA.

Haveria um modo de maior respeito por ATWA para consertar a situação? Difícil dizer, uma vez que tudo está errado desde a fundação da mente humana em se ver como líder das regras de todas as vidas. Quem sabe, um meio de ser menos cruel seria forçar a população japonesa a beber toda essa água radioativa, coletivamente, em um ato de amor e respeito por ATWA. Não resolveria muito, porque a radioatividade excessiva ainda estaria ali. Mas seria honroso, respeitoso, e mostraria uma submissão lógica a ATWA.

Mas não. Nesse momento, a vida inocente no Oceano Pacífico está fazendo o que os japoneses deveriam ter feito. Esse crime contra ATWA não será esquecido.

 Japão: Crime contra ATWA

© 2011 ATWA Brasil


Eugenia em síntese (Parte 2)

atwa eugenia2 Eugenia em síntese (Parte 2)

Na primeira parte dessa série de postagens sobre a teoria e prática da eugenia, foram introduzidas cinco afirmações para dissecar a questão da inteligência na hereditariedade. Nessa segunda parte da série, lidaremos com a afirmação número um:

1. A inteligência humana é em grande parte hereditária.

Os cientistas descobriram que gêmeos idênticos separados no nascimento e criados separadamente são quase idênticos em QI, não obstante o fato de terem lidado com ambientes totalmente diferentes. Notavelmente, os gêmeos criados separados são tão semelhantes quanto aos gêmeos idênticos criados juntos no momento em que se tornam adultos. Eles também são impressionantemente similares em seus maneirismos, o modo como eles riem, os seus gostos e desgostos, fobias, temperamento, preferências sexuais, grau de escolaridade, renda, consciência, capacidade musical, senso de humor, e praticamente todo o resto que já foi testado, mesmo traços tão peculiares como quais legumes se recusam a comer. (Bouchard, 1993) A extensão da sua semelhança impressiona os pesquisadores e até mesmo os próprios gêmeos.

A primazia dos genes é igualmente demonstrada por estudos de adoção. É comprovado que o QI de crianças adotadas se assemelha aos de seus pais biológicos muito mais do que dos seus pais adotivos, que, essencialmente, dividiram com a criança o mesmo ambiente de vida. Quando as crianças adotadas são educadas, não há praticamente nenhuma semelhança entre o seu QI e os de seus pais adotivos. (Loehlin, Willerman e Horn, 1987)

O papel dominante da hereditariedade na determinação do QI não é uma teoria, mas um fato estabelecido – o consenso de centenas de estudos realizados em diferentes épocas e lugares por diversos autores. Mas o público em grande parte desconhece esse fato, porque a mídia tem-lhes dito repetidamente que a maioria dos especialistas em testes de QI acredita que o QI é em grande parte alterado pelo ambiente de vida. Na realidade, a maioria dos pesquisadores da área de testes de inteligência acredita que a hereditariedade é o fator mais importante a influenciar a inteligência. (Snyderman e Rothman, 1988)

Na próxima parte da série, entraremos em maior detalhe na questão número dois: a civilização se desenvolve dependendo da inteligência inata.

Para ler a parte um da série “Eugenia em síntese”, clique aqui

Para ler a parte três da série “Eugenia em síntese”, clique aqui

 Eugenia em síntese (Parte 2)

© 2010 ATWA Brasil