header image

Eugenia e fatores que determinam a opinião pública

eugenia opiniaopublica Eugenia e fatores que determinam a opinião pública

Por que é que o mundo ocidental permanece preso às garras de uma ilusão tão grande? Por milhares de anos, todos tinham como certo que algumas pessoas nascem mais espertas do que outras, simplesmente porque isso é tão obviamente uma verdade. Mesmo nas primeiras décadas do século 20, o igualitarismo teria sido uma piada, e a eugenia era amplamente aceita por pessoas de destaque cujas opiniões definiram todo o espectro político. Para listar apenas alguns poucos proponentes: George Bernard Shaw, Charles Darwin, Margaret Sanger, HG Wells, Francis Galton (que inventou o termo “eugenia”), Theodore Roosevelt, Oliver Wendell Holmes, Alexander Graham Bell, Charles Lindbergh, e Winston Churchill. Julian Huxley descreveu a eugenia como “de todos os estabelecimentos para o altruísmo, o que é mais abrangente e de maior alcance”. Mas apesar disso, hoje a eugenia é considerada a maior forma de crueldade! Porque as idéias entram e saem de moda é algo que não é compreendido inteiramente. Entretanto, abaixo estão três fatores que provavelmente explicam essa face da opinião pública:

(1) Após a Segunda Guerra Mundial, as crenças proeminentes dos países derrotados foram universalmente rejeitadas. Hitler defendia fortemente a eugenia, embora não da mesma forma que os eugenistas de hoje (Hitler era contra os testes de QI). Genética, comportamento, e raça passaram a ser considerados como temas desagradáveis. O movimento eugênico teve origem na Grã-Bretanha e nos Estados Unidos, e 27 outros países além da Alemanha promulgaram leis de eugenia no mesmo período. Nem genocídio nem qualquer outra coisa terrível aconteceu nesses países, de forma que nenhum caso remotamente razoável pode ser feito entre a eugenia e genocídios. Os comunistas tomaram o ponto de vista oposto – de que o ambiente é muito importante e que a genética não conta para nada – ainda que eles tenham assassinado muito mais gente do que os nazistas. No entanto, não importa o quão injusto, a eugenia passou a ser estigmatizada porque é associada nas mentes de muitos com Adolf Hitler.

(2) A opinião pública no mundo ocidental é amplamente moldada por jornalistas. Inúmeros estudos têm descoberto que os jornalistas tendem a ser muito mais liberais politicamente do que a população em geral. Entre os estudantes universitários, aqueles dos campos de administração de negócios e ciências tendem a ser mais conservadores politicamente, enquanto os estudantes de literatura e de jornalismo são mais liberais, o que sugere uma auto-seleção dos estudantes que entram no campo do jornalismo. Em outras palavras, as pessoas que são atraídas para o jornalismo, por qualquer razão, tendem a ser liberais. Junto com os jornalistas liberais, acadêmicos marxistas com certas agendas políticas têm contribuído substancialmente para a promoção da propaganda igualitária.

Snyderman e Rothman (1988) compararam o que foi relatado sobre a questão do QI na TV, nos jornais e nas revistas com o que os cientistas fazendo pesquisas sobre QI realmente dizem sobre essa questão. Eles descobriram que a mídia sempre ofereceu contextos extremamente tendenciosos, sugerindo que o QI não mede nada de realmente importante, que é “culturalmente tendencioso”, e que a maioria dos especialistas em estudos de QI concordavam com tais afirmações, quando, na verdade, a maioria dos especialistas discorda de tais afirmações.

Quanto à questão da raça, os meios de comunicação têm falhado completamente em sua responsabilidade de relatar as descobertas científicas ao público. Na realidade, é muito pior do que falhar em sua responsabilidade de comunicar os fatos, porque isso implicaria que eles simplesmente não teriam feito tudo o que deveria ter sido feito. Na realidade, a mídia tem mentido descaradamente ao público, e isso vem acontecendo há décadas. Para alguns, “mentido descaradamente” pode soar como retórica inflamada, mas não há provas ou evidências de que seja esse o caso. Afinal, que tipo de desonestidade flagrante está se reservando ao termo “mentido descaradamente”? Snyderman e Rothman (1988) constataram que a maioria dos cientistas que fazem pesquisas no campo de QI acredita que parte da diferença entre raças quanto ao QI é genética. Através da análise de centenas de reportagens, eles também descobriram que a mídia retrata essa visão predominantemente como se fosse um tema reservado a uns poucos malucos. Em outras palavras, a verdadeira opinião científica sobre o assunto tem sido escondida pela mídia.

Essa contínua campanha de desinformação sobre o QI, a genética e a raça tem sido travada por jornalistas liberais e acadêmicos marxistas contra o mundo ocidental desde a década de 1950. Como um polvo com tentáculos de longo alcance, causa caos em uma infinidade de formas, como por exemplo, impossibilitando a existência um debate público sério sobre a eugenia, um pré-requisito óbvio para implementar qualquer programa eugênico. Essa desonestidade descarada poderia ser esperada sob um regime comunista, mas o fato de isso ocorrer em sociedades democráticas clama por uma explicação.

(3) Para compreender por que razão o igualitarismo reina supremo e a eugenia se transformou em um assunto tabu, o assunto deve ser visto como parte do modo de pensar ocidental nos dias de hoje, que também inclui obediência à “diversidade” e “multiculturalismo”, à discriminação reversa, aos ataques contra o cristianismo, ao apoio à políticas de imigração, à promoção da promiscuidade e da homossexualidade, à defesa da miscigenação e do relativismo moral, muito dos quais podem ser agrupados sob a rubrica do “politicamente correto”. Será que essa crença generalizada do sistema simplesmente “aconteceu”, ou será que são as pessoas que fazem as coisas acontecerem? E nesse último caso, quem seria e por quê?

Quando um crime é cometido, a primeira pergunta de um detetive é questionar a possível motivação, ou seja, quem se beneficiaria com o ocorrido. Da mesma forma, pode-se razoavelmente perguntar: “Quem se beneficia com esse modo de pensar desonesto e destrutivo?” É um assunto extremamente interessante e importante, mas, infelizmente, desvendar essa questão está além do escopo desse artigo. Em vez disso, vou me referir ao brilhante livro de Kevin MacDonald, “A Cultura da Crítica” (1998), uma fonte de respostas sobre a agenda escondida por trás do que estamos falando. MacDonald faz um caso chocante, mas que está bem documentado.

Enfim, os três fatores acima descritos ilustram as causas da mentalidade errônea do Ocidente com relação à prática da eugenia. Pode-se dizer que são fatores emocionais, que mexem com os corações, mas que ao mesmo tempo anulam as mentes. Em nome do que é politicamente correto, muita destruição está sendo causada à espécie humana, e um caminho melhor está logo ali, tão perto de nós, mas escondido sob as páginas de jornais e revistas com as suas agendas liberais. A opinião pública é a chave para tanto para o sucesso quanto para a aniquilação.

 Eugenia e fatores que determinam a opinião pública

© 2010 ATWA Brasil


Charles Manson: “Levante um dedo…”

atwa umdedo Charles Manson: Levante um dedo…

“Levante um dedo…

Você está com um dedo levantado? Isso é o Aiatolá. Isso é Bin Laden. Isso é Vietcong Charlie. Isso é Adolf Hitler. Isso é Sócrates. Isso é o imperador da China. É o imperador do Japão. É a vossa majestade. É Deus. É o Sol. É tudo.

Existe apenas um. Tudo é um só. É tudo um.

Então, se você odeia alguém você está odiando você mesmo. Não existe tal coisa como o ódio. Ódio? De onde você tira o ódio? Que porra é essa? Quer dizer, é apenas uma palavra.

É isso o que eu aprendi com os bebês, cara. Eu passei 22 anos na prisão, correndo atrás dos homens mais velhos, procurando pelo meu pai. Eu saí da prisão e fui até esse pequeno berço, e dentro dele tinha esse carinha com uns poucos anos de idade, um ano e meio mais ou menos. Ele olhou pra mim e disse: “Ga ga nu nu”. E eu olhei para ele e disse: “Ga ga nu nu”. E ele disse: “Ga ga gun dun ding”. E eu disse a ele: “Ga ga gunu gu gu gundump”. E ele respondeu: “Gunna gu gu gundup”. E eu disse: “Homens e mulheres, venham aqui, dêem uma olhada nisso”. Você entende o que eu estou dizendo? Isso aqui é Deus.

Então, não existem raças? Não, cara. Qualquer pessoa que esteja brincando com cores já perdeu a cabeça. Não existe tal coisa, existe apenas um único homem. O lobo vê isso. O pássaro vê isso.

Se você sair e ver um pássaro, e você mexer o seu braço, você verá o pássaro mexer a asa dele. Isso é porque ele lhe daria o céu. Eu tenho o céu aqui. Quando eu saio no pátio, todos os pássaros me conhecem. Eles me conhecem como eles mesmos.

-Charles Manson”

 Charles Manson: Levante um dedo…

© 2010 ATWA Brasil


Eugenia em síntese (Parte 6)

atwa eugenia4 Eugenia em síntese (Parte 6)

Continuamos com as cinco questões para dissecar a questão da inteligência na hereditariedade. Nessa sexta parte da série, lidaremos com a questão número cinco:

5. A menos que esta tendência pare, a nossa civilização seguirá invariavelmente para o declínio.

Essa conclusão decorre logicamente a partir das premissas um a quatro.

O conceito de civilização é abstrato, mas aqui está uma maneira fácil de conceituar o que exatamente isso significa quando se fala do “declínio da civilização”: os norte-americanos, europeus e japoneses podem simplesmente imaginar viver as suas vidas no México. Os mexicanos, porém, podem imaginar viver suas vidas inteiras na África. Isso é o que significa um declínio na civilização, e poucos tentariam argumentar que se trata de uma coisa positiva.

No livro “The Bell Curve”, Herrnstein e Murray (1994) relataram que todos os problemas sociais foram agravados quando se mudou a média de QI para baixo estatisticamente em suas amostras. Essa queda foi apenas de 3 pontos, de QI 100 para 97. O número de mulheres cronicamente dependentes do Estado aumentou em quase 15%, a ilegitimidade subiu 8%, o número de homens presos aumentou em 13% e o número de pessoas que permanentemente abandonaram a escola aumentou em 15%. Com uma queda real de apenas 3 pontos de QI, esses percentuais representariam a vida infeliz de milhões de pessoas, além de uma maior carga fiscal para milhões de outras. Há também a extremidade superior da distribuição do IQ a ser considerada – todos os cientistas, estadistas, empresários, inventores e gênios que nunca nasceram, e cujas contribuições positivas nunca foram feitas.

Com isso, concluímos as cinco questões para dissecar a questão da inteligência na hereditariedade. Claramente, a fertilidade disgênica é uma enorme ameaça à espécie humana. Quando pensamos em diferenças de inteligência, parece existir um peso entre as pessoas de aceitar que diferenças existem. Como os pontos acima sugerem, encarar esse fato é essencial para o próprio bem-estar da espécie humana. É importante considerar isso em qualquer análise futura do conceito de eugenia.

Para ler a parte cinco da série “Eugenia em síntese”, clique aqui

 Eugenia em síntese (Parte 6)

© 2010 ATWA Brasil


Eugenia em síntese (Parte 1)

atwa eugenia Eugenia em síntese (Parte 1)

O texto abaixo é baseado nos estudos de Marian Van Court sobre a genética humana:

A décima primeira edição da Enciclopédia Britânica define “eugenia” como “a melhoria biológica da raça através da aplicação inteligente das leis da hereditariedade”. Apesar disso, a maioria das pessoas pensa em um homem branco quando ouve essa palavra, ou evocam imagens de suásticas e nazistas. Acontece que a eugenia tem uma longa história, que vai além dos tempos da Roma antiga.

A eugenia lida com a direção atual da evolução humana. Milhares de artigos foram publicados em revistas acadêmicas, toneladas de terra foram vasculhadas com pequenas escovas em busca de crânios, vastas quantidades de dinheiro foram concedidas a pesquisadores, e muitas carreiras inteiras passaram a tentar descobrir como é que chegamos a um cérebro maior e com mais inteligência (o Homo sapiens). Este é um esforço fascinante, e vale a pena. Mas o que é urgente, o que é sem dúvida a questão mais importante sobre a nossa espécie, é saber para onde os seres humanos estão evoluindo nesse exato momento. Será que estamos a evoluir em um caminho favorável?

É verdade que a seleção natural praticamente deixou de operar em muitas partes do mundo hoje, mas a evolução continua, porque a reprodução humana está longe de ser aleatória. Assim como a história marcha indefinidamente para o futuro, tanto na guerra como na paz, o mesmo acontece com a evolução. Padrões reprodutivos de cada geração formam o caráter inato de sucessivas gerações, seja para o melhor ou para o pior.

A maioria de nós quer dar aos nossos filhos tanto quanto os nossos pais nos deram, de preferência mais. Queremos que eles tenham a melhor educação possível, e todas as vantagens que se pode alcançar. Esperamos, também, deixá-los com um mundo melhor do que aquele que nascemos. No entanto, o legado mais importante que podemos deixar aos nossos filhos é a sua própria integridade biológica: boa saúde, grande inteligência e caráter nobre. Estes traços representam uma boa parte do caminho seguro para a felicidade e bem-estar. Tomadas em conjunto, essas características constituem a capacidade de uma população de manter e avançar a civilização – o mais precioso dos dons humanos – porque, sem a civilização, reina o caos, a lei do mais forte e o sofrimento em abundância.

O foco deste trabalho será a inteligência. Aqui está o argumento, em síntese:

1. A inteligência humana é em grande parte hereditária.

2. A civilização civilização se desenvolve dependendo da inteligência inata. Sem inteligência inata, a civilização não teria sido criada. Quando diminui a inteligência, o mesmo acontece com a civilização.

3. Quanto mais alto o nível da civilização, melhor é para a população. A civilização não é uma proposição qualquer. Pelo contrário, é uma questão de grau, e cada grau, para cima ou para baixo, afeta o bem-estar de cada cidadão.

4. No momento, estamos a evoluir para se tornar menos inteligentes a cada nova geração. Por que isso está acontecendo? Simples: menos pessoas inteligentes estão produzindo mais filhos.

5. A menos que esta tendência pare, a nossa civilização seguirá invariavelmente para o declínio. Qualquer declínio na civilização produz um aumento proporcional no quociente de miséria coletiva.

Lógica e provas científicas dão suporte a cada uma das afirmações acima. Na próxima parte, entraremos em maior detalhe na questão número um: a inteligência humana é em grande parte hereditária.

Para ler a parte dois da série “Eugenia em síntese”, clique aqui

 Eugenia em síntese (Parte 1)

© 2010 ATWA Brasil