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Sangue de ATWA derramado no Japão

atwa golfinhos japao Sangue de ATWA derramado no Japão

O trucidamento de 20 mil golfinhos, porcos-do-mar, e pequenas baleias ocorre anualmente no Japão. Todos os anos, começando em 1º de setembro e se estendendo até março do ano seguinte, pescadores organizam uma armadilha prendendo famílias inteiras de pequenos cetáceos em uma baía rasa e rochosa, onde sem piedade matam os animais com facas, martelos, e outras armas. A baía onde o trucidamento anual acontece é localizada próximo a uma vila chamada Taiji. É o sangue de ATWA sendo derramado em vão pelo homem. Mas será que o sangue do homem que será derramado por ATWA será em vão?

 Sangue de ATWA derramado no Japão

© 2012 ATWA Brasil


Charles Manson: “A Nova Ordem Mundial vem de dentro”

manson rancho Charles Manson: A Nova Ordem Mundial vem de dentro

“A Nova Ordem Mundial vem de dentro. Não existem ditadores ou líderes, nós já fizemos tudo isso. Você percebe isso? Nós já fomos Hitler, Mussolini e Stalin, já fizemos tudo isso. Então se não voltarmos para trás, estaremos apenas de cabeça para baixo, pegando o que já foi feito antes e usando de novo. Usando tudo! Cada gota do sangue que já foi derramado pelos mártires. Nós temos o rancho porque tudo o que os mártires estão fazendo agora é se explodindo para tentar chegar ao rancho”.

- Charles Manson

 Charles Manson: A Nova Ordem Mundial vem de dentro

© 2011 ATWA Brasil


7 bilhões de humanos: Helter Skelter na Terra

atwa helterskelter 7 bilhões de humanos: Helter Skelter na Terra

Oficialmente, chegamos ao assombroso número de 7 bilhões de seres humanos no último dia 31 de outubro. O coletivo da humanidade está se reproduzindo em uma média de 10 mil pessoas por hora. As previsões mais otimistas estimam que chegaremos a 9,3 bilhões de humanos no ano 2050, mas esse número conta com uma margem de erro de 2,5 bilhões de pessoas – equivalente à população total da humanidade em 1950.

Cada humano adicional precisa de alimento, água e energia. Cada humano adicional produz mais lixo e poluição. Cada humano adicional, em qualquer parte do planeta, consome mais recursos da terra do que ele devolve. Cada humano, em qualquer parte do planeta, ocupa mais espaço da terra do que qualquer outro ser vivo.

Enfim, a questão da superpopulação da Terra geralmente termina em debates sobre a capacidade do planeta de sustentar toda essa gente, e existem números e mais números que “provam” uma resposta ou outra para essa questão. Todos são sábios sobre isso, todos sabem de tudo, e todos justificam seus crimes e seus erros com os números que mais lhes convém. É a regra da humanidade: varrer a sua insanidade para debaixo dos tapetes, e esperar que a insanidade desapareça. Mas a insanidade apenas cresce: estamos reproduzindo essa insanidade em uma taxa de 10 mil insanos a mais a cada hora.

Sendo assim, a questão realmente é: quanta insanidade pode esse planeta sustentar?

Essa insanidade é o que chamamos, desde a década de 1960, de Helter Skelter. É confusão. É a confusão que vive na mente das pessoas. É a confusão que determina as regras do jogo da humanidade. É a confusão que os irmãos e irmãs de ATWA estão determinados a parar. É o foco da única guerra válida, aceitável, e necessária: a guerra pela Vida.

 7 bilhões de humanos: Helter Skelter na Terra

© 2011 ATWA Brasil


ATWA Brasil: “Charles Manson: Fãs, não Família”

Abaixo, mais uma produção da ATWA Brasil: “Charles Manson: Fãs, não Família”.

Uma conversa por telefone da ATWA Brasil com Charles Manson, em que o Emissário de ATWA fala sobre a diferença entre fãs e amigos (família). Um alerta aos supostos “simpatizantes” de ATWA e Charles Manson que estão caminhando nas ruas da confusão (Helter Skelter). Com legenda em português, cortesia da ATWA Brasil.

 ATWA Brasil: Charles Manson: Fãs, não Família

© 2011 ATWA Brasil


Um alerta de ATWA aos brasileiros que comem carne

atwa carneamazonia Um alerta de ATWA aos brasileiros que comem carne

Atenção aos brasileiros covardes que se alimentam de carne e sangue!

62% da área desflorestada da Amazônia estão ocupadas por pastos. É o que diz um novo estudo realizado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), com apoio do Ministério do Meio Ambiente.

As análises foram feitas com base em dados reunidos até 2008 e mostram como está sendo usada a terra agredida da floresta – uma área de 720 mil km² desmatados, do tamanho do Uruguai. Desse total, 62,1% foram transformados em pastagem, dos quais 46,7% são pasto limpo, com capim plantado; 8,7% de pasto sujo, onde o capim divide espaço com uma vegetação arbustiva; 6,7% de área de pasto em regeneração, onde há predomínio de vegetação arbustiva sobre o capim; e 0,1% de pasto com solo exposto.

Segundo o estudo, esse quadro confirma a existência de uma pecuária extensiva de baixa produtividade, com menos de uma cabeça de gado por hectare. O mapeamento também revela que a produção agrícola ocupa menos de 5% da área total desmatada na Amazônia.

Os dados confirmam que a pecuária continua a ser o fator predominante por trás do desmatamento da floresta amazônica. Em uma região onde os preços da terra estão se valorizando rapidamente, a pecuária é usada como um veículo para especulação de terra, quase sempre ilegal. Terras com florestas têm pouco valor, mas transformadas em pastagens podem ser utilizadas para produzir gado ou serem vendidas para grandes agricultores. E com isso, a pecuária na Amazônia tem se tornado um negócio multibilionário, que abastece os mercados domésticos de carne e os mercados no exterior com produtos de couro.

Brasileiro, se você se alimenta de outros animais, você está destruindo a Amazônia. Se você se alimenta de carne e sangue – a prática dos covardes, inimigos da Vida – você está apagando o verde da bandeira do Brasil. E acima disso, você está em guerra contra ATWA – e ATWA era ATWA antes de a humanidade ser a humanidade.

 Um alerta de ATWA aos brasileiros que comem carne

© 2011 ATWA Brasil


Homens e animais: A raiz do debate para ATWA

atwa ordemnatural 2 Homens e animais: A raiz do debate para ATWA

As touradas, a caça, a vivisseção, as peles, os matadouros, as “festas” baseadas na brutalidade contra os animais – esses são temas clássicos de debate quando o tema é a relação do homem com os outros animais. Ambos os lados dessa discussão perdem muito tempo e energia rodeando as mesmas questões e raramente chegando a um consenso. Isso acontece porque dois pontos de vista sempre serão dois pontos de vista, até que algo surja que lhes domine, e os transforme em um único ponto de vista.

O sábio mártir Charles Manson diz: “Tudo é um. Não existem dois. Dois continua sendo um, mas com os seus dois lados. O que você precisa é trazer um símbolo de medo que una os dois lados, e assim eles voltarão a ser um – subjugado pelo seu símbolo.”

Sendo assim, nesse debate eterno sobre a relação entre os homens e os outros animais, o problema é que as pessoas se perdem nos ramos do argumento, e deixam de lidar com o núcleo do problema. Sem lidar com a raiz do problema, o problema persistirá.

Não, o problema não está em discutir se é cruel ou não cada um desses subtemas do relacionamento homem-animais. É pura hipocrisia que um toureiro diga que o touro está contente em ser ferido. O mesmo acontece quando pessoas tentam justificar o assassinato coletivo diário de animais para a alimentação humana. Não, as desculpas para tudo isso sobram. O problema é outro, e ninguém aborda esse problema pela raiz.

O problema é entender se a crueldade contra os animais pode ser aceita em interesses de fins mais ou menos justificáveis para o próprio homem. Por exemplo, milhões de “pessoas” pelariam vivo um cervo se pudessem com isso ganhar um carro de presente. Esse é o verdadeiro problema!

O sábio mártir Charles Manson diz: “O problema são as pessoas!”

E Manson diz: “ATWA não são pessoas. ATWA é ar, árvores, água e animais trancados em zoológicos espalhados pelo mundo.”

Portanto, não vamos às desculpas, e sim direto ao problema. A atormentação do touro é um espetáculo mítico, sangrento como eram os sacrifícios humanos maias. E matar, seja o cervo, ou o pato, ou mesmo um ser humano, faz parte de uma sensação de “poder” inata no interior daquele que mata. Muitos triturariam seu pobre cachorro, depois de 10 anos de tê-lo em casa, se com isso pudessem extrair um remédio que lhes garantisse vidas mais longas. Diz um ditado que “o homem é lobo para o homem”. Mas pobre é a origem desse ditado, que pouco conhecia sobre os lobos e os homens. O homem é uma besta cruel e insensível, capaz de fazer o que nenhum lobo ousaria.

Fato é que para os desejos das massas não existem barreiras. Qualquer crueldade é aceitável se a mesma permitir o alcance de confortos e desejos pessoais. A questão, portanto, é convencer as pessoas a deixarem de ser cruéis, embora isso custe o sacrifício de alguns de seus gostos e desejos. Em outras palavras, não se trata, por exemplo, de proibir ou limitar o consumo de animais como alimento, mas de conseguir com que as pessoas não consigam nem sequer pensar em se alimentar de carne e sangue.

Sendo assim, a solução está mesmo nas palavras do sábio mártir, Charles Manson. O ser humano é fraco e medroso. Tudo o que eles construíram serviu para fortalecê-lo quanto às suas fraquezas diante da ordem natural. Para aqueles que amam a vida, é necessário explorar melhor a maior fraqueza do homem – o medo da morte. Todos os homens nascem condenados à morte, e todos vivem em fuga do dia da execução. O método deve ser cercá-los usando o maior símbolo de medo do coletivo da humanidade: a sua própria extinção. Esse é o símbolo capaz de contornar qualquer debate. Afinal, você abandonaria os seus gostos e desejos se isso lhe salvasse da morte? E essa é a raiz da questão quanto ao relacionamento entre os homens e os outros animais – o problema somos nós. E somente nós podemos resolver o problema.

 Homens e animais: A raiz do debate para ATWA

© 2010 ATWA Brasil


Belo Monte: Brasil e sua autodestruição

atwa belomonte Belo Monte: Brasil e sua autodestruição

Na semana passada (dia 26), o líder eleito pelo povo brasileiro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, assinou o contrato de concessão da Usina de Belo Monte, que será construída no Rio Xingu, no Pará. Ao fazê-lo, ele assumiu o papel de líder esperado por aqueles que o elegeram: “O que está acontecendo hoje aqui é o fim de um período em que as pessoas tinham medo de governar”, disse o presidente. Depois de 30 anos de críticas, com escândalos variando de obras superfaturadas a crimes ambientais e contra a vida, o Brasil aceitou dar mais um passo a caminho da sua autodestruição – com aval do povo brasileiro.

A usina de Belo Monte, que será a segunda maior do Brasil, atrás apenas da binacional Itaipu, e custará pelo menos R$ 19 bilhões (sem contar todos os roubos pelo caminho), vai ser um desastre ambiental. A construção vai aniquilar o Rio Xingu e aqueles que dependem dele para sobreviver, humanos e não-humanos. Mas para as mentes de dinheiro, essas preocupações não passam de obstáculos a serem atropelados. Pouco eles sabem, mas a cova que estão cavando também lhes pertence.

O ex-secretário de meio ambiente de São Paulo, Walter Coronado Antunes, descreveu o projeto como o “pior projeto de engenharia da história de represas hidrelétricas do Brasil e talvez do mundo”. A população que depende do Rio teme a seca na Volta Grande, local habitado por índios. Isso porque a água terá seu curso desviado para um reservatório, uma área que será alagada, e com isso a vazão será reduzida por um trecho de 100 quilômetros.

Os danos materiais dessa obra serão contabilizados no futuro. Mas o resultado desse golpe contra a vida será conhecido tarde demais, quando ATWA responder aos crimes humanos contra toda a natureza. Nessa guerra, não há vitória a ser conquistada pelos homens.

Do lado do respeito à vida, uma forte mobilização da parte dos índios irá acontecer. As lideranças das aldeias indígenas que serão afetadas pela construção da usina de Belo Monte afirmam que vão usar todas as armas na luta para evitar que a obra seja concretizada. Luis Xipaia, da aldeia tukaia, diz que 4 mil índios estão prontos para lutar. “O Governo federal só vai construir a usina se matar os índios que vivem aqui. O Rio Xingu vai ficar vermelho de sangue”, declarou Xipaia.

Todos aqueles que amam a vida – que respeitam a autoridade de ATWA – devem embarcar nesse combate. Permanecer sentado é fazer parte do problema. Não agir é tomar uma posição, e nesse caso, de declarar guerra contra ATWA. Vocês foram alertados.

 Belo Monte: Brasil e sua autodestruição

© 2010 ATWA Brasil


A conexão entre alimentação e violência

atwa pitagoras A conexão entre alimentação e violência

“Enquanto o homem continuar a ser destruidor impiedoso dos seres animados dos planos inferiores, não conhecerá a saúde nem a paz. Enquanto os homens massacrarem os animais, eles se matarão uns aos outros. Aquele que semeia a morte e o sofrimento não pode colher a alegria e o amor.”
-Pitágoras de Samos (570 – 497 a.C.)

Há mais de 2500 anos, uns poucos entre muitos tinham a sabedoria inata sobre as regras da natureza – as leis de ATWA, da harmonia e da sobrevivência do todo da vida nesse planeta. Para todos os homens, trata-se de uma lógica simples: comer animais é ter cumplicidade em um assassinato de um ser vivo desconhecido e inocente. Mas é necessário ser mais do que um ser humano comum para compreender, aceitar e agir de acordo com a resposta moral para essa lógica. Afinal, como é que o homem reclama de violência nas cidades quando ele pratica assassinatos todos os dias ao comprar e consumir vidas perdidas? Existe uma linha de sabedoria inata que separa aqueles que entendem esse fenômeno daqueles que lêem em argumentos como esse simplesmente um caso de “loucura”.

O homem se alimenta com violência todos os dias. Alguns praticam os crimes eles mesmos, mas a maioria depende de assassinos contratados para que os animais cheguem às casas com aspecto purificado, com pouca semelhança ao momento em que deixaram de viver. E as pessoas se alimentam com a morte dos outros, e dizem não compreender a sempre presente violência pelas ruas. Tirar a vida de um ser humano é tão imoral quanto tirar a vida de uma vaca, um porco ou uma galinha. Os gritos de “socorro” do homem, quem sabe, nos afeta mais do que os uivos dos animais, mas isso é somente uma questão de compreensão dos sons. Ambos gritam pela vida, com vontade de viver. Sendo assim, não é somente criminoso o homem que pratica tal crime, mas também burro, ingênuo, impróprio e impuro. Há mais de 2500 anos, os sábios eram os sábios e os ordinários eram ordinários.

O argumento de Pitágoras em favor da dieta sem animais tem três “pontas” (como um triângulo):
- Veneração religiosa
- Saúde física
- Responsabilidade ecológica

Essas razões continuam a ser citadas até hoje. Enquanto sempre houve vegetarianos na população mundial, muitos escolheram esse caminho mais por necessidade do que por preferência. O mundo medieval considerava vegetais e cereais como comida para animais. A carne era símbolo de status da classe alta: quanto mais alguém comia carne, mais elevada era a sua posição na sociedade – de forma que somente a pobreza compelia as pessoas à substituição de carnes por vegetais.

Vegetarianismo é com frequência ligado a religião, e segundo alguns argumentos, a força dessa relação parece se vincular diretamente à longevidade de cada credo religioso. O relativamente jovem Islam (1300 anos), por exemplo, não tem cultura vegetariana forte. Os budistas, por outro lado, seguindo os princípios de não-violência, têm praticado vegetarianismo por 2500 anos. O Hinduísmo possui princípios vegetarianos que datam de 5000 anos. Judeus citam uma passagem bíblica como prescrição da dieta original:

“E Deus disse, Eu vos dei cada semente de erva, que estão por toda a terra, cada árvore, nas quais estão os frutos de semente; para vocês elas servirão de comer” (Gênesis 1:29).

Evitar o consumo de carne e jamais comer porco ou mariscos era uma provação (símbolo de pesar e tristeza), voltada também para a restrição dos desejos e prazeres do corpo. O Cristianismo primitivo, com suas raízes na tradição judaica e no paganismo europeu, via o vegetarianismo de maneira similar – um jejum modificado para purificar o corpo: evitar a carne é uma forma de reforçar a disciplina e a força de vontade necessária para resistir às tentações. Isso tornou as restrições dietéticas muito comuns no comportamento cristão da época. E essa crença foi passada adiante, ao longo dos anos, de uma forma ou de outra – por exemplo, a proibição de carne (exceto peixe) da Igreja Católica Romana nas sextas durante a Quaresma.

Enfim, parece existir uma clara conexão entre a sabedoria do homem, o avanço espiritual de acordo com a sobrevivência, e o verdadeiro combate à violência. É necessário ter uma inteligência inata para compreender a importância do respeito ao todo da vida, e somente esse respeito pode afastar a violência do homem. O homem que se alimenta com violência não é capaz de escapar de ser violento, porque ele conscientemente aceitou esse papel. Acontece que a maioria das pessoas não é capaz de enxergar isso – elas roubam vidas, e reclamam da insegurança das cidades. Um paradoxo da ignorância, quem sabe.

Para ATWA, todas as vidas são uma única vida. Ar, árvores, água, animais – o sistema de suporte de vida do nosso planeta. O homem deve respeitar essa lei simples, resgatar e pagar pelos crimes cometidos contra a vida, e esse é o verdadeiro caminho para a salvação. A crença para chegar a esse ponto não interessa – o importante é compreender que o respeito à vida é algo sagrado, além do mundo material que nos cerca. Se não for feito em paz, será feito com violência e ódio, e que não exista dúvidas disso. Os soldados da vida estão ansiosos.

Mas enquanto isso, uma imagem de bronze de Pitágoras tem vista para o porto antigo de sua aldeia homônima, Pitágoras, na ilha grega de Samos. Mais de 2500 anos se passaram desde que ele se sentou sobre estas margens, e questionou o significado da vida. Ironicamente, é quase impossível encontrar uma refeição vegetariana em qualquer um dos restaurantes que circundam o cais do porto hoje. Pitágoras ainda seria gratificado de saber como amplamente sua doutrina vegetariana se espalhou, mas talvez um pouco decepcionado que é pelo seu teorema matemático que ele é mais lembrado.

Um homem sábio, em meio ao caos dos ignorantes, e um esboço da conexão entre a alimentação e a violência.

Para ler a matéria original, clique aqui

 A conexão entre alimentação e violência

© 2010 ATWA Brasil


ATWA Brasil – "Carne e Sangue"

Abaixo, uma nova produção da ATWA Brasil – “Carne e Sangue”.

Uma mensagem de Charles Manson sobre usar outros animais como alimento. O vídeo conta com legendas em português.

 ATWA Brasil   "Carne e Sangue"

© 2010 ATWA Brasil