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7 bilhões de humanos: Helter Skelter na Terra

atwa helterskelter 7 bilhões de humanos: Helter Skelter na Terra

Oficialmente, chegamos ao assombroso número de 7 bilhões de seres humanos no último dia 31 de outubro. O coletivo da humanidade está se reproduzindo em uma média de 10 mil pessoas por hora. As previsões mais otimistas estimam que chegaremos a 9,3 bilhões de humanos no ano 2050, mas esse número conta com uma margem de erro de 2,5 bilhões de pessoas – equivalente à população total da humanidade em 1950.

Cada humano adicional precisa de alimento, água e energia. Cada humano adicional produz mais lixo e poluição. Cada humano adicional, em qualquer parte do planeta, consome mais recursos da terra do que ele devolve. Cada humano, em qualquer parte do planeta, ocupa mais espaço da terra do que qualquer outro ser vivo.

Enfim, a questão da superpopulação da Terra geralmente termina em debates sobre a capacidade do planeta de sustentar toda essa gente, e existem números e mais números que “provam” uma resposta ou outra para essa questão. Todos são sábios sobre isso, todos sabem de tudo, e todos justificam seus crimes e seus erros com os números que mais lhes convém. É a regra da humanidade: varrer a sua insanidade para debaixo dos tapetes, e esperar que a insanidade desapareça. Mas a insanidade apenas cresce: estamos reproduzindo essa insanidade em uma taxa de 10 mil insanos a mais a cada hora.

Sendo assim, a questão realmente é: quanta insanidade pode esse planeta sustentar?

Essa insanidade é o que chamamos, desde a década de 1960, de Helter Skelter. É confusão. É a confusão que vive na mente das pessoas. É a confusão que determina as regras do jogo da humanidade. É a confusão que os irmãos e irmãs de ATWA estão determinados a parar. É o foco da única guerra válida, aceitável, e necessária: a guerra pela Vida.

 7 bilhões de humanos: Helter Skelter na Terra

© 2011 ATWA Brasil


Atualização sobre Charles Manson (07/02/2011)

Aqui, uma nova foto exclusiva de Charles Manson, tirada no dia 7 de fevereiro de 2011.

A foto mostra Manson saudável como sempre, usando seu corte de cabelo moicano, usado originalmente por índios nativos americanos e pelos povos celtas europeus. Seu colar, feito por ele mesmo, exibe o martelo Mjölnir, do deus Thor, associado com o trovão no sistema mitológico nórdico.

charlesmanson 2011 Atualização sobre Charles Manson (07/02/2011)

 Atualização sobre Charles Manson (07/02/2011)

© 2011 ATWA Brasil


Resgatando a suástica de ATWA

Aqui, diferentes versões da suástica adotadas por diferentes culturas como símbolo de paz e boa sorte:

atwa suasticas Resgatando a suástica de ATWA

Para saber mais sobre a suástica de Charles Manson e ATWA, leia os textos abaixo:

Charles Manson: “Essa suástica…”

Charles Manson: “Para todos os homens que têm uma mente…”

A suástica de ATWA

 Resgatando a suástica de ATWA

© 2010 ATWA Brasil


Igualitarismo: Politicamente correto, cientificamente errado

atwa igualitarismo Igualitarismo: Politicamente correto, cientificamente errado

Claramente, a fertilidade disgênica é uma enorme ameaça para a espécie humana. Sendo assim, por que absolutamente nada é feito sobre isso? Resumindo em uma palavra: igualitarismo. Igualitarismo é simplesmente a crença de que todas as pessoas nascem iguais em inteligência, caráter, talentos, e todas as outras coisas, exceto por algumas diferenças triviais na cor do cabelo, cor dos olhos, e assim por diante. Se toda a gente nasce exatamente igual, que diferença faria a fertilidade disgênica?

Igualitarismo é a ideologia que o mundo ocidental tem adotado desde o final da Segunda Guerra Mundial. Imediatamente surge a pergunta: “Se nós todos nascemos iguais em tudo, como é que acabamos de modos diferentes?” É dito que as diferenças são causadas por vários fatores ambientais, e que qualquer tipo de problema social ou patologia é resultado de “privação cultural”, “experiências traumáticas”, “habitação subnormal”, ou aquele vilão onipresente, “a sociedade”.

O igualitarismo é tão implausível que fundamentalmente é difícil acreditar que milhões de pessoas realmente acreditem nisso. Quem já teve mais de uma criança compreende que elas têm personalidades diferentes a partir do dia em que nascem. No entanto, uma recente pesquisa revelou que menos de 1 em cada 5 pessoas acredita que os genes desempenham um papel importante no comportamento humano. Ironicamente, como mostra a pesquisa, a maioria das pessoas pensa que dependência química, doenças mentais, e a homossexualidade são influenciadas pela hereditariedade em um pequeno grau, mas cerca de 40% acredita que os genes não desempenham papel algum nisso. (U.S. News and World Report, 21 de abril de 1997, p. 72-80)

Não há um pingo de evidência científica para suportar o igualitarismo, e há uma montanha de evidências que refutam tal conceito, mas isso não impede igualitários na mídia e nas universidades, que dão a aparência de legitimidade científica para a idéia apontando para estudos que fazem associações entre uma patologia social e outra. Por exemplo: “Crianças que crescem nos bairros pobres tendem a se tornar criminosos”. Considerando isso, esforços são feitos para construir projetos de habitações mais agradáveis para substituir as favelas, com nenhum impacto sobre a criminalidade no local (que grande surpresa). É óbvio para qualquer observador casual que correlações existentes entre os ambientes pobres e vários tipos de patologia. Mas a correlação não prova a causalidade! Galos cantam ao nascer do sol. Será que isso significa são os galos que fazem o sol nascer? Se realmente a pobreza gera o crime, não deveria a taxa de criminalidade aumentar astronomicamente durante a Grande Depressão? Bom, isso não aconteceu.

Programas destinados a resolver problemas sociais com base nessas propagandas igualitárias disfarçadas de ciência são universalmente falsos de início. Apesar das grandes esperanças, da retórica sublime, e dos gastos realmente enormes, os benefícios foram comprovados como minúsculos, transitórios, ou mesmo inexistentes. Nos Estados Unidos, o programa nacional de ajuda às famílias com crianças dependentes, o principal projeto de bem-estar no país, foi destinado a eliminar a pobreza e melhorar o acolhimento dos problemas sociais associados a isso. Um grande estudo de seus efeitos informou que o programa, na realidade, fez os problemas que se pretendia resolver se tornarem ainda piores, enquanto custando bilhões aos contribuintes. (Murray, 1986) Outro programa do governo, chamado Head Start, foi iniciado a fim de elevar o QI das crianças desfavorecidas dos guetos, proporcionando-lhes um “ambiente enriquecido” logo cedo, mas desde 1965 ainda não houve nenhum ganho duradouro de QI. De alguma maneira, o seu objetivo original foi esquecido, e o projeto permanece louvado como um “grande sucesso”, e se tornando mais e mais caro a cada ano.

Obviamente, a fertilidade disgênica explica muito mais sobre essas questões sociais do que qualquer projeto enorme desenvolvido pelos governos, e certamente mais do que a moralidade do igualitarismo, que de ciência não tem nada. Enfim, o igualitarismo: politicamente correto, cientificamente errado.

 Igualitarismo: Politicamente correto, cientificamente errado

© 2010 ATWA Brasil


Árvores de Natal: Perder ou perder?

natal Árvores de Natal: Perder ou perder?

Uma Breve História das Árvores de Natal

A origem da árvore de Natal é mais antiga que o próprio nascimento de Jesus Cristo, ficando entre o segundo e o terceiro milênio AC. Naquela época, uma grande variedade de povos indo-europeus que estavam se expandindo pela Europa e Ásia consideravam as árvores uma expressão da energia de fertilidade de ATWA, ou a Mãe Natureza. Por isso lhes rendiam culto. A árvore era um símbolo pagão de adoração à natureza, em festas relacionadas principalmente a solstícios – o ciclo contínuo da vida.

O carvalho foi, em muitos casos, considerado a rainha das árvores. No inverno, quando suas folhas caíam, os povos antigos costumavam colocar diferentes enfeites nele para atrair o espírito da natureza, que se pensava que havia fugido.

Mas essa origem têm pouco haver com as árvores de hoje. A árvore de Natal moderna surgiu na Alemanha, e suas primeiras referências datam do século 16. Foi a partir do século 19 que a tradição chegou à Inglaterra, França e Estados Unidos. Depois, já no século 20, virou tradição na Espanha e na maioria da América Latina – incluindo o Brasil.

Árvores de Natal e a Sociedade Consumista

Desde a globalização das árvores de Natal, essa prática que nasceu como uma reverência a ATWA se tornou apenas mais uma mera indústria – mais um mercado de exploração. O sentido foi rapidamente perdido. A profundidade da falta de consciência é tamanha que poucos sabem hoje o significado das árvores de Natal. Alguns associam a Jesus Cristo, obviamente. Outros pensam somente como uma peça de decoração. Outros a vêem apenas como o objeto que dá sombra aos presentes – mais um crime contra o espírito de ATWA. Tudo caminhou em paralelo à adoração do Deus Dinheiro, e assim tudo foi perdido.

Nesse contexto contemporâneo, vale entender o paradoxo e o peso dessas decisões. Criou-se uma situação insustentável, em que ter uma árvore de Natal é dificilmente um bem para ATWA, a simplicidade da vida.

Para ilustrar essa questão, vale considerar a cultura de Natal dos Estados Unidos, que foi exportada para a América Latina – com o Papai Noel vermelho da Coca-Cola, a árvore com luzes e às vezes coberta de neve, etc. É em grande parte o Natal americano que nós comemoramos no Brasil.

De acordo com um recente estudo da Universidade de Illinois, são cortadas aproximadamente 31,3 milhões de árvores todos os anos para enfeitar os lares americanos. Outras pesquisas passadas afirmam que esse número varia entre 33 e 36 milhões. Esse é um mercado enorme nos Estados Unidos, que foi aberto em 1850, quando árvores de Natal passaram a ser vendidas comercialmente. Até recentemente, todas as árvores de Natal eram cortadas de florestas naturais. Com a destruição do que restava das florestas americanas, passou-se então a produzir árvores de Natal para o corte. Plantar para matar. Em 2009, uma árvore de Natal nos Estados Unidos custa em média 41,50 dólares. Isso significa que algo em torno de 1,3 bilhões de dólares foram gastos em 2009 para enfeitar os lares americanos. Agora pense na competição em Copenhague sobre quem gastaria mais ou menos, todos regulando migalhas para tentar resgatar ATWA. O que poderia ser feito para balancear o desmatamento ou a destruição de habitat com 1,3 bilhões de dólares anuais?

No Brasil, essa questão caminha em paralelo com outro paradoxo: as árvores de Natal artificiais. Alguns consideram essas árvores uma solução para o assassinato generalizado de árvores na época do Natal, mas a verdade passa longe disso. Trata-se hoje de um caso de perder ou perder quando se fala de árvores de Natal.

No mundo, existe o embate evidente do interesse econômico entre produtores de árvores naturais e os vendedores das artificiais, como uma forma de concorrência, sobre a qual podemos encontrar milhares de páginas na Internet. Essa concorrência é clara para qualquer brasileiro, porque o sentimento por trás da compra da árvore é puramente material – o respeito por ATWA parece ter morrido. No sul do Brasil, por exemplo, temos magníficas coníferas plantadas nos jardins sem nenhuma decoração, tendo ao seu ao lado a artificialidade do resíduo (ou popularmente lixo) das árvores feitas de garrafas PET ou outros “plásticos”, induzindo um falso respeito e que este plástico não vai logo após o Natal virar resíduo ou lixo novamente.

Nessa competição entre perder e perder, no Brasil parece que as árvores de lixo venceram. Em uma breve pesquisa na Internet, usando as palavras “plantio de árvore de Natal natural”, encontra-se meia dúzia de sites, e a mais recente matéria é de um produtor que espera vender, de árvores plantadas tipo Tuia, no Paraná, algo em torno de 100 mil reais este ano, o equivalente a umas 5 mil unidades. Nossos artesanatos de garrafas PET são úteis, devem ser estimulados, mas não resolvem o fim do PVC, que volta a ser plástico com dificuldade de eliminação natural.

Enfim, o paradoxo é esse: plantar para matar, ou simplesmente poluir? Não existe vitória ou honra nessa guerra. O homem parece ser capaz de plantar uma árvore se ela for convertida em dinheiro, mas incapaz de fazê-lo por ele mesmo e pela Terra. Árvores de lixo? O lixo não deixa de ser lixo, e lixo nós temos mais do que somos capazes de lidar. Um símbolo de vida foi transformado em apenas mais um mercado, e é simples assim como chegamos onde estamos. Podemos orar, pregar e nos emocionar, mas estamos de joelhos diante do Deus Dinheiro.

Que o plástico das árvores artificiais continue com os bons produtores chineses ou coreanos e que agricultores brasileiros sejam estimulados a plantar e plantar florestas, inclusive para o Natal. Seria o mínimo para fazer do Natal uma verdadeira comemoração.

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© 2009 ATWA Brasil


Essa suástica

Abaixo, mais uma carta de Charles Manson. Ele trata de um assunto muito polêmico, que muita gente comenta apesar de saber muito pouco sobre – a suástica cortada e tatuada em sua testa. Com o passar dos anos, teorias foram formuladas sobre o porquê de Manson ter tatuado esse símbolo durante o seu julgamento. Como sempre, passaram longe da simplicidade da verdade.

 Essa suástica

“Essa suástica para mim são quatro ‘L’ – uma roda, um círculo do sol, uma cabana indígena. Um símbolo da completa eternidade, para sempre: o pai, o chefe, conhecer a paz, amizade, verdade, sabedoria.

Eu estava em uma cela com um homem que nós chamávamos de ‘Walks on Top’ (algo como ‘Andar por Cima’). Ele era um grande homem em muitas maneiras, ele tinha um 卍 em sua cabeça, e a sua cela era inteiramente indígena. Eles sempre pediam para que as pessoas saíssem de lá, mas quando eu entrei eles nunca me expulsaram. Eu acho que foi porque eu estive dentro dela a minha vida inteira, e nunca denunciei ou menti, e a verdade se reconhece de diversas maneiras. Então quando eu fui para o julgamento, e um monte de assassinatos estavam acontecendo, eu marquei todas as minhas cabeças. As cabeças que estavam no mesmo suor, no mesmo esforço – ar, árvores, água e animais como a minha vida. São quatro tendas do suor: San Quentin é o primeiro ‘L’; Folsom é o segundo ‘L’; Vacaville é o terceiro ‘L’; e aqui (Corcoran) é a quarta roda que o espírito trouxe do corredor da morte. Fiquei impressionado com os 6 mil alemães que foram enforcados porque eles não quiseram assinar os papéis. Eu também não assinei.

Os olhos são as nossas janelas. O que você vê faz parte do seu conhecimento – muita coisa vem e vai, mas você é para sempre. Esse é um símbolo das pessoas que nunca foram derrotadas. Elas perderam, mas nunca foram derrotadas, porque não é possível derrotar o que é certo. O que é certo apenas continua, em outros níveis. Eu acho que o símbolo do sol – Buda o usava como duas suásticas, como se fossem uma. Os hindus também o usavam, os nativos americanos também, e foi usado por muita gente. As pessoas colocaram o símbolo em Hitler, mas Hitler colocou-se sobre ele. Quando eu o peguei, estava comigo no fundo, discriminado e indesejado.

Então eu resgatei esse símbolo da última cela ao fundo. Acredito que é um símbolo de honra. Quando eu estava no tribunal de menores na década de 1940, a Segunda Guerra Mundial terminou, e eles passaram uns 3 anos julgando homens, enforcando todos os tipos de homens da Alemanha e do Japão, dizendo que eles eram criminosos e que guerra era um crime. Eu estava me transformando em uma pessoa – a minha alma era movida para fazer coisas. Eu toquei fogo na escola, e eu estava em uma guerra contra lugares na minha cabeça que eu não compreendia, e então eu acordei. Uma guerra santa nunca termina. Um povo pode ser dizimado, mas a verdade não pode ser parada – parada pelas personalidades ou egos, ou por joguinhos. Para a alma, é apenas mais um piscar de um olho na luta pelo que é certo. Não é fácil encontrar o que é certo – todas as coisas erradas o mantém escondido, e eles ensinam mentiras para que até mesmo os seus próprios pensamentos não sejam como eles uma vez já foram.

Na eternidade, então volte para a eternidade em 卍.

-Charles Manson

PS: Eu acredito que os alemães e os japoneses estavam tentando consertar a Terra e fazer a coisa certa, mas acabaram sendo destruídos assim como os americanos. A verdade é uma linha difícil de caminhar sobre, porque todas as mentiras e confusões estão sempre tentando destruir o que é certo, achando que isso vai torná-las certas – é uma luta.”

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© 2009 ATWA Brasil