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Novo cartão postal enviado por Charles Manson

manson meuar Novo cartão postal enviado por Charles Manson

Abaixo, um novo cartão postal enviado por Charles Manson da cela solitária onde ele atualmente se encontra. Ele diz:

cartao12 frente Novo cartão postal enviado por Charles Manson

“Guie-se para curar-se. Cure-se para guiar-se. É o que faz a força em tudo e todos. Porque Charles sempre esteve com tudo e com todos. Tudo. O tocar de um sino não necessita respostas. Eu amo vocês, não importa o que. Vocês são o meu ar e as minhas árvores.

- Charles Milles Manson Maddox”

 Novo cartão postal enviado por Charles Manson

© 2012 ATWA Brasil


Novo cartão postal enviado por Charles Manson

manson sematwa Novo cartão postal enviado por Charles Manson

Abaixo, um novo cartão postal enviado por Charles Manson da cela solitária onde ele atualmente se encontra. Ele diz:

cartao11 frente Novo cartão postal enviado por Charles Manson

“Por que você não consegue entender que não existe nada além de ATWA? Porque sem ATWA, não existe mais nada. Divididos e brigando uns com os outros destrói vocês, eu, e todos os outros. As pessoas que não nos deixam viver estão destruindo elas mesmas. Tudo é tudo, e deve ser assim – senão, não será nada”.

– Charles Manson

 Novo cartão postal enviado por Charles Manson

© 2012 ATWA Brasil


Ações humanas por trás de secas e tempestades

atwa nuvens Ações humanas por trás de secas e tempestades

Um estudo inovador descobriu que o aumento da poluição do ar causada por ações humanas ocasiona a redução de chuvas em áreas afetadas por secas assim como a intensificação de tempestades nas estações do ano mais chuvosas e úmidas. A descoberta é baseada na dinâmica de formação de nuvens: as partículas poluentes encontradas na atmosfera geram um impacto assombroso no desenvolvimento de nuvens, o que pode reduzir a precipitação em algumas regiões ou aumenta-la em outras.

Esse novo estudo oferece as primeiras claras evidências de como a poluição causada pela humanidade pode afetar o tempo e o clima do planeta. Além disso, os resultados têm implicações importantes com relação à disponibilidade, gestão e utilização de recursos hídricos ao redor do mundo.

Um dos autores da pesquisa, Steve Ghan, do Laboratório Nacional do Noroeste Pacífico (PNNL), alertou sobre o valor da nova descoberta com relação à ineficácia dos atuais modelos climáticos usados para estimar o futuro das mudanças climáticas: “Essa influência complexa [do efeito de partículas poluidoras na formação de nuvens] está completamente ausente dos modelos climáticos, o que aumenta as dúvidas sobre a habilidade desses modelos de realmente simular as mecânicas climáticas”. Em outras palavras, as previsões dos modelos climáticos atuais podem estar completamente furadas – e com maior probabilidade, para o lado otimista da questão.

A urgência de a humanidade encarar a consequência das suas ações e converter a sua energia para o resgate de ATWA nunca foi tão evidente. Não se trata de pessimismo ou falsos alertas: é a ordem natural quem determina as regras do jogo, e o homem tem agido em completa anarquia, às margens do sistema infalível da Natureza. O momento é o agora. Não existe ontem, e não existe amanhã. Tudo acontece agora. A sua decisão deve ser feita agora. E se o homem retornar para a sua posição natural na Ordem de ATWA, então quem sabe existirá uma chance de encontrarmos paz e harmonia. Mas até então, seremos inimigos da Vida – alvos válidos do amor e da fúria da inteligência superior que determina o nosso caminho.

 Ações humanas por trás de secas e tempestades

© 2011 ATWA Brasil


ATWA e a busca por uma civilização natural

atwa stonehenge ATWA e a busca por uma civilização natural

Desde os mais antigos tempos, as comunidades humanas trataram de conviver com a Natureza. Sentiam-se parte da mesma, e a figura mental da mãe física sempre se fusionou com a da Mãe do Mundo, sendo assim as deidades femininas mais antigas que as masculinas quanto à importância do seu culto. Um instinto alertava o homem, da própria profundeza de sua consciência, que seu império sobre os minerais, vegetais, animais, distâncias e tempos estava atado invariavelmente ao seu meio cósmico, e que seu próprio corpo e psique eram também componentes dessa Natureza, cuja origem não era outra coisa senão aquilo superior a toda dualidade e a todo raciocínio discursivo, que hoje chamamos de Deus.

O culto aos dólmenes (monumento druídico formado de uma grande pedra chata posta sobre duas outras verticais) e às “pedras do céu”, à Árvore da Vida, e às formas animais são, também, patrimônio espiritual da humanidade de todos os tempos. O Sol, a Lua, as estrelas, os rios, o mar, as montanhas, os abismos, foram sempre associados com deuses e com os primeiros homens. A civilização foi criada então em colaboração, e não em luta, contra a Natureza. O contrário disso se teve sempre por suicídio coletivo e por perigosíssimo desafio ao destino.

Talvez convenha diferenciar o conceito vulgar de “selvagem” do de “natural”. O primeiro inclui a atitude passiva dos homens movidos por seu entorno, e o segundo daqueles que se movem modificando o entorno, porém sem opor-se a ele, colaborando ativamente com ele. A civilização romana, por citar um exemplo, apesar daqueles que a atacam se baseando em abstrações, é um verdadeiro modelo do que chamamos de “civilização natural” – dentro das possibilidades que até agora demonstrou a humanidade. Ou seja, devemos reconhecer que, na prática, foi um modelo de civilização multinacional belamente inserida na Natureza. Não nos deteremos na menção de seus caminhos, que geralmente correm por debaixo dos atuais; nem de seus aquedutos, que davam a Roma oito vezes mais água por habitante do que a mesma cidade oferece na atualidade; nem em tantas coisas extraordinárias, desde seus conceitos artísticos até os filosóficos. Tampouco em seus defeitos, que também os tinham, e dos quais nenhum grupo humano se mostrou carente.

Simplesmente queremos destacar, à luz das últimas descobertas arqueológicas, que a civilização romana transformava os elementos naturais sem destrui-los e sem contaminar o meio ambiente. Dos seus templos de madeira e pedras, que mansamente voltam à Mãe Terra de onde saíram, até seus banheiros e vasos sanitários higiênicos, nos quais não se usavam papéis, que hoje motivam as devastações dos bosques e a putrefação das terras. Para isso, os romanos usavam esponjas de longa utilização, lavadas com água corrente e vinagre sempre quando utilizadas.

Os animais domesticados ocupavam pastos, que eram depois abonados com seus resíduos para que crescessem naturalmente. As sucatas de sua metalurgia, ao se basearem em metais naturais ou em ligas metálicas simples, voltavam à Natureza sem contaminá-la. Suas armas não contaminavam a Terra nem os céus. Seus navios eram movidos pela pureza dos ventos, e também por remadores que faziam seu exercício, voluntário ou involuntário, mas sempre útil à comunidade, coisa que tanto contrasta com os individuais exercícios estéreis e com as contrações por descarga elétrica que endurecem os músculos e tornam elásticas as artérias de nossos contemporâneos, sem benefício algum para o mundo natural.

Mas não é necessário estender-nos. Apenas traçamos uns esboços do que foi uma forma de “civilização natural”. Sabemos que não foi perfeita, mas a civilização atual é pior. Nossos meios de transporte se movem devido a combustíveis indispensáveis: o petróleo. Além disso, seus detritos contaminam o meio ambiente, e estamos provocando a esterilização do planeta, tão só por querer chegar mais rápido a lugares onde depois perderemos o tempo lastimosamente sem saber o que fazer ou recorrendo a vãs distrações para não nos aborrecer. Nossos desperdícios, especialmente os plásticos, são praticamente indestrutíveis e já enchem parte das praias, campos e bosques, que passaram de bonitos vales convertidos em recipientes de lixo. No mar, se lançam constantemente resíduos radioativos em recipientes que não apresentam índices de segurança para as vidas terrestres ou marítimas. Nossas fontes urbanas movem uma e mil vezes a mesma água reciclada, gastando para isso eletricidade custosamente produzida. Nossos aparelhos precisam de pilhas, motores, compressores, propulsores, etc. Tudo isso é contaminação, e essa contaminação se fabrica continuamente, pois continuamente se destrói ou se deteriora. Nossas armas de guerra afetam não só os homens e seus edifícios, mas atacam a natureza e tem o potencial de destruir o planeta.

Nossa estúpida ideia da concorrência fragmentou o mundo já não em nações naturais, mas em países artificiais, e há centenas de moedas em concorrência. O conceito de unidade natural foi esquecido totalmente e se confunde, pois já não nos governamos com definições, mas com injúrias. Perdemos contato com a Natureza e realizamos esforços inúteis que fariam rir as gerações da antiguidade. Mas se esses mesmos esforços os fizéssemos em algo útil, desfaleceríamos dizendo que não aguentamos tanto trabalho. Somos fracos e artificiais. Nossa forma civilizatória produz e consome constantemente, submergindo todos nós em uma louca competição.

Tudo o que fazemos é pouco duradouro, porque assim o podemos substituir mais rápido. Não se busca o bom, mas o novo. Não importa tanto a qualidade como a quantidade. Mas existe uma realidade sobre isso tudo: não nos salvarão as lamentações nem as reprimendas. É o nosso próprio reencontro com a Natureza que pode nos salvar – essa é a proposta de ATWA.

Propomos uma volta à Natureza. Mas não à selvageria nem às condutas exteriores mais ou menos exóticas. Referimo-nos a algo muito mais interior e espiritual. Algo que se reflita em tudo o que o homem faça e desfaça. Temos sede de ATWA: ar, árvores, água e animais, tudo e todos em harmonia com a Vida. Temos sede de homens e mulheres puros, livres de crimes contra a ordem natural. Que o homem não explore o homem, nem martirize os animais, nem devaste os bosques. Que o homem acredite em Deus – em si mesmo. Sejamos naturais. Sejamos nada mais e nada menos que nós mesmos.

 ATWA e a busca por uma civilização natural

© 2011 ATWA Brasil


“Família Manson” e a busca por um “espaço vital”

fidus1 Família Manson e a busca por um espaço vital

A comunidade que se tornou conhecida pelo rótulo conveniente inventado pela mídia americana como “Família Manson” deve ser compreendida como parte de um plano agressivo para a realização da mais antiga e nobre conquista de Lebensraum, ou “espaço vital”, um conceito que certamente vive no coração de qualquer grande comunidade ou movimento que se materializou nesse planeta.

Lebensraum é o ponto-chave para o equilíbrio de uma ecologia saudável e concreta e para a sobrevivência de todas as formas de vida, vivendo de uma forma que seja conducente com a ordem natural, em vez de agindo como uma força destrutiva no caminho contrário à própria natureza.

Pode-se compreender essa questão traçando um paralelo com as crianças bíblicas de Cam em sua procura por uma terra prometida, ou com os Deutschlander das décadas de 1930 e 1940. Mas mais importante do que isso, Lebensraum deve estar vivo em nós, aqui e agora, pois somos soldados de ATWA e certamente um “Volk ohne Raum” – um povo sem um espaço.

A menos que cada um de nós se torne um “cidadão soldado”, em todos os sentidos desse termo, esse sonho pode se perder no esquecimento, e com ele será perdido também não somente a existência da espécie humana, mas também a de todas as formas de vida desse planeta. Um episódio como esse ocasionaria repercussões irreversíveis no espaço e colocaria todo o sistema solar em perigo.

O plano de salvação começa e termina com a realização de um “espaço vital”, e apenas o camponês armado é capaz de trabalhar para que esse sonho se torne uma realidade. Se falharmos nessa missão não haverá paz, nem teremos direito à única e verdadeira propriedade – a recompensa por viver em acordo com a natureza.

Pense da seguinte forma: se o conceito de “espaço vital” era válido e respeitado o suficiente para estar no coração de tantas revoluções e guerras do passado, e fazia parte da mentalidade de Charles Manson na década de 1960, então quanto deve ser importante agora, quando caminhamos na direção de chegarmos a 10 bilhões de pessoas nesse planeta?

Esse sonho só poderá ser realizado com uma completa e absoluta revolução em pensamentos, em palavras, e em ações. O único caminho que existe para haver paz na Terra é estar em paz com a Terra.

- Mac Bhloscaidh

 Família Manson e a busca por um espaço vital

© 2011 ATWA Brasil


ATWA: A luta pela sobrevivência

atwa sobrevivencia ATWA: A luta pela sobrevivência

Aqui, algumas imagens ilustrando o verdadeiro espírito de ATWA: a luta pela sobrevivência!

 ATWA: A luta pela sobrevivência

© 2011 ATWA Brasil


ATWA: O martírio da mãe ursa na China

atwa maeursachina ATWA: O martírio da mãe ursa na China

A mídia chinesa confirmou um caso extraordinário de uma mãe ursa que salvou seu filhote de uma vida de tortura e depois se suicidou, se livrando também do sofrimento.

Os ursos eram mantidos em uma fazenda localizada em uma área remota no noroeste da China, e tinham suas vesículas biliares ordenhadas diariamente para a produção de “bile de urso”, uma substância usada como remédio pela Medicina Tradicional Chinesa (MTC).

Foi relatado que os ursos usados para a produção do tal remédio chinês são mantidos em gaiolas minúsculas conhecidas como “gaiolas esmagadoras” – os ursos não têm espaço para se mexer, e são literalmente esmagados. A bile é colhida fazendo buracos permanentes no abdômen e na vesícula biliar dos ursos. Como os orifícios nunca são fechados, os animais são sujeitos a várias infecções e doenças, incluindo tumores, câncer, e morte por peritonite. Os ursos são equipados com um colete de ferro, já que muitas vezes tentam se matar batendo o estômago contra o chão, em uma luta contra a dor constante e insuportável.

Testemunhas confirmaram o caso de uma mãe ursa que estourou a sua gaiola quando ouviu os gritos de dor de um de seus filhotes durante o procedimento de perfuração do animal. Trabalhadores fugiram quando viram a mãe ursa correndo livremente em direção ao seu filhote. Incapaz de libertar o seu filhote das correntes, a mãe abraçou o filhote e, eventualmente, acabou por estrangulá-lo. Em seguida à morte do filhote, a mãe ursa correu de cabeça contra uma parede, tirando a sua própria vida.

Trata-se de mais um caso de martírio por ATWA – heróis que se recusam a ceder a sua honra nessa guerra dos homens contra o balanço de todas as vidas. E não existe desonra no martírio. Não em ATWA. Todas as vidas são uma única vida. Essa mãe ursa entregou a sua própria vida a você, soldado de ATWA. E você, está preparado para defendê-la com a sua vida?

 ATWA: O martírio da mãe ursa na China

© 2011 ATWA Brasil


ATWA Brasil: “Charles Manson: O medo faz real”

Abaixo, mais uma produção da ATWA Brasil: “Charles Manson: O medo faz real”.

Uma conversa por telefone da ATWA Brasil com Charles Manson, em que o Emissário de ATWA fala sobre o efeito do medo sobre os homens. Com legenda em português, cortesia da ATWA Brasil.

 ATWA Brasil: Charles Manson: O medo faz real

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Superpopulação humana e desaparecimento dos peixes

atwa genocidiopeixes Superpopulação humana e desaparecimento dos peixes

Um novo estudo indica que mais de um terço dos peixes de água doce estão ameaçados de extinção. Os dados sugerem que, assim como os anfíbios, os peixes de água doce devem também ser considerados como um dos grupos de espécies mais ameaçadas no planeta. O estudo identificou 5685 espécies de peixes de água doce, e indica que 36% dessas espécies estão atualmente ameaçadas.

Algumas espécies se encontram em situação mais alarmante do que outras. A enguia européia, por exemplo, teve a sua população reduzida em 90% desde os anos 1980. O esturjão-atlântico, que é fonte de um dos tipos mais caros de caviar consumido pelo homem, e já foi comum em rios por toda a Europa, agora é encontrado somente em um único rio, na França, onde tem uma população estimada em entre 20 e 750 indivíduos. O peixe-gato-gigante está destinado a desaparecer no próximo ano, contando hoje com menos de 250 indivíduos na natureza. Muitas outras espécies pouco conhecidas, que se tornam isoladas em cursos de água remotos, também estão entre aquelas com maior risco de desaparecer durante os próximos anos.

Ironicamente, como discutido em postagens anteriores, a população humana continua a subir aceleradamente. Com crescimento populacional paralelo à destruição das outras formas de vida, estamos nos reproduzindo à custa da extinção de outras espécies. Estamos avançando com um genocídio descarado das formas de vida inteligentes desse planeta, um verdadeiro crime contra ATWA que não sairá impune.

Nunca é tarde demais para abandonar os inimigos da Vida e se unir aos soldados de ATWA, que destinam suas vidas ao amor e respeito pela Mãe Terra – a verdadeira mãe.

 Superpopulação humana e desaparecimento dos peixes

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Números e os soldados de ATWA

atwa soldados Números e os soldados de ATWA

A população humana mundial está prevista para atingir sete bilhões de pessoas em outubro desse ano. Em 2050, as previsões mais otimistas sugerem que a mesma chegue a nove bilhões. Mantidas as previsões, no ano de 2100 chegaremos a 10 bilhões de seres humanos.

Apesar disso, o crescimento populacional é altamente desigual geograficamente. Na Alemanha, por exemplo, a tendência é que a população continue igual, ou até diminua um pouco nos próximos anos. Outros países europeus têm uma tendência semelhante.

Por outro lado, no continente africano a situação se inverte. A África será responsável por mais de um bilhão de pessoas do crescimento populacional mundial projetado para o ano 2050. Em outras palavras, 49% do crescimento populacional mundial está centralizado na África. Ironicamente, os países africanos também são os que têm mais dificuldade em produzir seu próprio alimento nos dias de hoje – sem contar na total escassez de água.

Ao mesmo tempo, mesmo considerando o crescimento populacional fora do padrão do resto do mundo, o estilo de vida africano é visivelmente menos agressivo com relação ao meio ambiente. Apesar das florestas africanas terem sido desmatadas em níveis semelhantes à destruição comandada pelo Ocidente, ao menos em termos de emissões nocivas os africanos permanecem pouco hostis. Isso deve ser considerado em qualquer ação por respeito à ATWA: imagine substituir a população africana por uma população menor, porém com estilo de vida com padrão Ocidental?

Fato é que os números são armadilhas. Homens de paletó adoram números, e são com números que eles enganam a todos. Qualquer número é relativo, e deve ser questionado. Não importa o número de pessoas – o que importa é quantos desses números representam soldados de ATWA, e quantos são soldados inimigos, trabalhando com as forças da morte. Esses são os números de ATWA. Se tivéssemos nos aproximando de sete bilhões de soldados de ATWA, certamente não haveria desarmonia com a Vida. Mas não é o caso.

E você… está aliado com o Exército de ATWA, ou com os inimigos da Vida?

 Números e os soldados de ATWA

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Charles Manson responde sobre uma “Nova Ordem Mundial”

manson ordemverdadeira Charles Manson responde sobre uma Nova Ordem Mundial

Abaixo, uma carta recente enviada por Charles Manson a uma pessoa que lhe escreveu perguntando sobre uma “Nova Ordem Mundial”:

“Pense! Se uma pessoa mente, e foi educada e ensinada a mentir, e mente para si mesma e vive com outros que não são capazes de falar a verdade, como é que ela pode saber o que é e o que não é? Como é que ela pode sequer entender as palavras e/ou pensamentos criados com palavras? Ela está brincando com filmes e programas de televisão.

Você usa as palavras “Ordem Mundial”, e você tem pensamentos na sua cabeça que vêm de outras pessoas, que você nem sabe o que é e o que não é. Você não é nem sequer capaz de usar o seu próprio cérebro porque outros têm feito tal coisa por você, e você não nasceu de acordo com a Verdade. Você nasceu com 1000 milhões de anos de idade, mas está preso ao corpo que outros gostariam que você estivesse preso.

Existe apenas um. Um mundo – toda a água é uma única água. A ordem real é uma. Um é tudo, e todo o um é zero, nada, tudo. O mundo já está em ordem. O que você está falando e pensando é lavagem cerebral – usar a sua própria cabeça significaria renascer, e não resgatar os velhos pensamentos de novo.

A ordem é verdadeira em si mesma. Primeiro vem o ar. Ar – sem ele não há vida na Terra como eu a conheço e vivo. Destruir e distorcer o ar são fora de ordem. Governos, igrejas de dinheiro, nada disso significa nada. As pessoas do mundo da Terra estão tão distorcidas, loucas, e cheias de mentiras e medo, confusão, dúvidas, segredos, ganância, que elas são incapazes de perceber tal coisa mesmo que você as mostre.

Por mais de 100 anos, pessoas têm tentado mostrar o comando de que o ar é o número um. Mas pessoas dizem: “Quanto falta até que todo o ar da Terra seja perdido, e até todas as vidas terminarem?” “100 anos”. E o mesmo com relação à ordem de onde o ar vem: as árvores, as coisas verdades, água, e a sua ordem.

Dinheiro e medo, sexo, e outras coisas das ordens mundiais da morte falam mais alto. E a verdade real é acobertada, perdida do real pelos acobertamentos do que é irreal. E os falsos vencem novamente, e o tempo passa, e passa, carregando a ordem real para cima e para baixo, em círculos.

Muitas pessoas dizem que elas morreriam antes de ter que fazer isso ou aquilo, e elas têm idéias que elas dizem que acreditam, e que querem mudar as coisas. Mas quando ninguém está olhando, elas fazem o que mandam que elas façam, servindo a vontade dos outros – isso não é ordem, isso é desordem. Fora de ordem. E esse tipo de pensamento e comportamento acoberta a ordem real do “faça ou morra”.

Você está sentado aí, carros estão correndo, e o petróleo está destruindo o seu ar. A ordem diz: “Desligue esse carro, ou desista do seu ar”. Isso não tem nada a ver com o que é bom ou ruim. Existem pessoas que iriam para a guerra e destruiriam o seu próprio mundo, suas crianças, e a si mesmas, antes mesmo de serem capazes de ser verdadeiras com o que está dentro delas.

Eu esqueci o resto disso. Não existem motivos reais, porque não existe mais ninguém entre aqueles esquecidos do último chefe da cruz.

Se cuida,

- Charles Manson”

 Charles Manson responde sobre uma Nova Ordem Mundial

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A redescoberta do sapo arco-íris

atwa sapo arcoiris A redescoberta do sapo arco íris

Os cientistas estão exaltados após a surpreendente redescoberta de uma rã selvagem colorida não observada há mais de 87 anos, e nunca antes fotografada – até agora.

Abaixo, as únicas fotos existentes do sapo arco-íris:

 A redescoberta do sapo arco íris

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31 de outubro: O dia em que chegaremos a 7 bilhões

atwa 7bilhoes 31 de outubro: O dia em que chegaremos a 7 bilhões

Demógrafos das Nações Unidas anunciaram que a população humana chegará a 7 bilhões no dia 31 de outubro de 2011 – em cerca de três meses. Ironicamente, esse dia sombrio cairá no Dia das Bruxas (ou “Halloween”). Seria um aviso da ONU de que devemos realmente ter medo do que está por vir?

Brincadeiras à parte, temos razão em temer o futuro. O século 21 ainda não completou nem uma dúzia de anos, e já temos 1 bilhão de pessoas a mais do que em outubro de 1999 – com as perspectivas para o futuro da energia e dos alimentos mais desoladoras do que nunca. A humanidade levou até o início do século 19 para alcançar seu primeiro bilhão de pessoas; em seguida, somou-se mais 1,5 bilhão de pessoas durante o próximo século e meio. Agora, apenas durante os últimos 60 anos, a população do mundo subiu em mais de 4,5 bilhões. Nunca antes tantos animais de uma mesma espécie e com tamanho de proporções grandes como o nosso habitaram esse planeta.

E essa espécie interage com o ambiente que a cerca muito mais intensamente do que qualquer outra espécie. O Planeta Terra se tornou o Planeta Humanidade, com as nossas ações alterando os ciclos naturais de carbono, água, e nitrogênio completamente. Pela primeira vez nos mais de 3 bilhões de anos de vida desse planeta, uma forma de vida – a nossa – condena à extinção proporções significativas das plantas e animais – que são nossos únicos companheiros conhecidos no universo.

E alguns dizem que esses impactos derivam do nosso consumo, e não da nossa população. Mas será que teríamos que enfrentar esses problemas se mantivéssemos nossa população mundial em cerca de 300 milhões de pessoas, como havíamos mantido durante todo o primeiro milênio da era atual?

O ano de 2011 ficará marcado como um grande passo da humanidade a caminho da sua própria extinção – e mais do que isso, uma enorme afronta a ATWA.

 31 de outubro: O dia em que chegaremos a 7 bilhões

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Sinais do martírio: Taxas de desmatamento em alta no Brasil

atwa amazoniaemrisco Sinais do martírio: Taxas de desmatamento em alta no Brasil

As taxas de desmatamento na Amazônia mais do que dobraram esse mês de maio, enquanto os agricultores brasileiros se tornaram mais confiantes sobre receberem anistia pela extração ilegal de madeira. Cerca de 270 quilômetros quadrados de florestas tropicais teoricamente protegidas foram destruídos em maio, muito mais do que os 110 quilômetros quadrados registrados em 2010. Com a expectativa sobre a alteração do Código Florestal, os inimigos de ATWA aceleraram o processo de desintegração da história, uma vez que, se aprovado, o novo código protegerá os criminosos.

Os legisladores brasileiros estão considerando um projeto de lei que alteraria o código florestal e perdoaria agricultores que participaram no desmatamento ilegal de árvores – ironicamente, existe uma forma de assassinato legalizado no Brasil. A possibilidade de o governo atenuar essas restrições está incentivando mais madeireiras a desmatar áreas protegidas. Antes mesmo de a lei ser colocada em prática, os criminosos já estão expandindo suas ações.

Se a nova lei for aprovada, os agricultores não terão que replantar árvores que foram cortadas ilegalmente antes de julho de 2008, um número estimado em 30 milhões de hectares. Isso representa uma área equivalente ao território das Filipinas. Sob o código florestal do Brasil atual – que os criminosos estão empenhados em alterar – penalidades para extração ilegal de madeira incluem multas e uma exigência para replantar árvores.

De uma forma ou outra, a resposta não está nos paletós ou nas canetas dos negociadores da vida e da morte. A resposta está com você, soldado de ATWA!

O sábio mártir Charles Manson diz: “A maioria das pessoas, quando pensam em uma árvore, pensam apenas em papel e móveis. Apenas madeira. Elas não pensam nessa árvore como um ser vivo, como uma alma – o mesmo que você e eu”.

Sem as árvores, não há ar. Sem o ar, não há vida. Sem o ar, nós não podemos existir. Esse é o ciclo da vida. Respeitar ATWA é respeitar a si mesmo, e defender ATWA é defender a sua sobrevivência. Os soldados de ATWA estão enérgicos no combate contra as forças da morte e corrupção. Aguardamos a queda final com ansiedade, e deixaremos esse mundo como mártires da única causa em harmonia com a vontade de Deus.

 Sinais do martírio: Taxas de desmatamento em alta no Brasil

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ATWA: Gerifalte como expressão de adaptação

atwa gerifalte ATWA: Gerifalte como expressão de adaptação

Enquanto o coletivo da humanidade trava a sua guerra sem limites contra ATWA, os nossos irmãos e irmãs em harmonia com a vontade de Deus, em defesa e preparação para o futuro contra-ataque, se organizam com as armas providas pela inteligência que dita as leis da sobrevivência. O falcão gerifalte é mais um exemplo da resistência de ATWA.

O gerifalte é uma espécie de falcão que vive no litoral ártico e nas ilhas da América do Norte, Europa e Ásia. É a maior de todas as espécies de falcão. Sendo bem adaptado ao clima frio, o gerifalte tem plumagem grossa e penas brancas, características que garantem a sua proteção no ambiente ártico. Um estudo recente descobriu uma característica muito original que essa espécie possui. Ela é a única ave de rapina (predatória) terrestre que faz seu lar nos icebergs flutuantes sobre os oceanos.

O estudo rastreou o movimento sazonal de 48 gerifaltes usando transmissores via rádio. Os pesquisadores descobriram que algumas das aves passaram a maioria dos meses de inverno sobre o oceano, usando gelo marítimo e icebergs como bases para planejamento de ataques. Trata-se de um fato inédito com relação a pássaros predadores, que não são adaptados à vida na água. O falcão não possui adaptações de aves marítimas como gaivotas, alcatrazes, andorinhas e patos. Também não têm pés adaptados para o nado, nem revestimento oleoso em suas penas para manter o corpo seco.

O que o gerifalte tem é garras fortes, alta velocidade, e uma impressionante capacidade de capturar presas voadoras. Porque ele caça outras aves, não é necessário mergulhar na água. O falcão voa acima das ondas e, usando sua velocidade, captura aves marinhas e as leva ao seu iceberg para alimentação.

Há muito tempo que os gerifaltes têm impressionado os seres humanos com seu domínio dos céus. A ave é ainda hoje representada no brasão de armas da Islândia. Durante a época medieval, foi considerado um pássaro real em toda a Europa, Ásia e até mesmo no Egito, tão distante das terras árticas. Trata-se de um verdadeiro fenômeno da adaptação de vida.

 ATWA: Gerifalte como expressão de adaptação

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