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ATWA: O sagrado na teoria e na prática (1)

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ATWA: O sagrado na teoria e na prática

Parte 1: Aceitação ou negação do que chamamos de “Deus”

ATWA é o meio de comunicação entre o que chamamos de “Deus” e o homem; é a fonte de entendimento entre essa inteligência que rege as leis da Vida neste planeta e a humanidade. Preservar ATWA significa estabelecer uma comunicação sadia e efetiva com Deus, enquanto destruir ATWA constitui um ruído de comunicação com relação ao que é sagrado. Dessa forma, ATWA deve ser reconhecido e honrado como sagrado. O contrário representa uma negação do que nos referimos como “Deus”.

O sábio mártir Charles Manson diz: “A lei é a vontade de Deus, e deve ser respeitada e compreendida como a vontade de Deus”.

E o sábio mártir diz: “O Sol se levanta – uma testemunha de Deus para ele mesmo”.

ATWA é um acrônimo que eleva o Ar, as Árvores, a Água, e os Animais ao divino. Esses elementos, que denominam o sistema interconectado que possibilita a existência da Vida neste planeta, devem ser reverenciados em uma mesma proporção, todos como um só – uma única vida, que representa todas as existências na Terra.

O sábio mártir Charles Manson diz: “Todas as gotas de chuva, rios, lagos, toda a água da Terra, são apenas uma única água. Todas as vidas na Terra são apenas uma única vida”.

O homem, como ator que interage com o quarteto de elementos que denominam ATWA, possui uma função dupla nesta equação: enquanto ele faz parte do que constitui ATWA, e tem ATWA como intermediário entre ele mesmo e Deus, ao mesmo tempo possui o livre arbítrio que o permite preservar ou destruir este sistema sagrado. Entende-se que o Ar, as Árvores, a Água e os Animais selvagens vivem em harmonia com as leis que regem a Vida, mas o homem não necessariamente.

O sábio mártir Charles Manson diz: “A vinda de Deus não é para a glória das pessoas, mas sim para o Reino da Vida – insetos, pássaros, abelhas, vida selvagem, árvores, peixes…”.

E o sábio mártir diz: “ATWA não são pessoas. ATWA é o Ar, as Árvores, a Água, e os Animais trancados em zoológicos pelo mundo”.

O livre arbítrio, nesse caso, determina duas alternativas: uma vida como parte de ATWA, ou uma separada de ATWA; uma existência em harmonia com ATWA, ou uma existência em desacordo com ATWA. Quanto a isso, não existe outra saída – ou a vida é uma vida de guerra por ATWA, ou se torna uma vida de guerra contra ATWA.

O sábio mártir Charles Manson diz: “Guerra contra a poluição. Guerra contra este problema, e não guerra contra a vida”.

Sendo assim, o livre arbítrio não existe sem consequências para ATWA e, mais importante, para o próprio homem. Trata-se de uma verdadeira Guerra Santa na qual o homem possui total autonomia de decisão sobre qual lado do conflito deseja estar. É uma questão de decisão. O livre arbítrio garante direitos e deveres ao homem. O principal dos deveres é a consciência de que homem não é passivo nesta decisão. É uma questão de participação ativa. Em outras palavras: estar em guerra por ATWA ou estar em guerra contra ATWA é resultado da decisão do homem com relação a como ele viverá a sua vida.

O sábio mártir Charles Manson diz: “Existem algumas pessoas nesta Terra que estão realmente de acordo com a Terra. Elas trabalham com flores e comida, plantam seus alimentos, não usam carros. Em outras palavras, elas estão onde a sua mente está chegando agora, porque você é uma forma de vida inteligente. Você percebe que você não precisa de todo esse lixo. Tudo o que você precisa é algo para comer, e um lugar para esconder…”.

Considerando isso, não ter a consciência sobre as decorrências do seu livre arbítrio não tornam o homem inocente com relação às consequências da sua decisão – sabendo ele que fez tal decisão ou não. Não saber não o torna inocente, e tomar partido de um lado ou outro em uma Guerra Santa não é brincadeira; não é um jogo, e não é uma decisão insignificante como todas as que dizem respeito às vaidades e confortos do homem moderno. O livre arbítrio determina uma existência marcada para a vida ou para a morte.

O sábio mártir Charles Manson diz: “Um crime é qualquer coisa que seja feita contra a sua sobrevivência. Qualquer pecado que seja contra a sua vida é um crime. O problema é: o ar está morrendo. Qualquer coisa que seja um pecado contra o ar é também um pecado contra a sua vida. Qualquer pessoa que cometa um pecado contra o ar deve ser considerando um criminoso, e qualquer ato que seja cometido contra o ar em qualquer maneira deve ser considerado um crime. Uma guerra contra qualquer coisa, qualquer um, em qualquer forma, que seja uma ameaça à sua sobrevivência. A Ordem Mundial nos tribunais do crime e das punições é: o ar é Deus. Sem o ar, não somos capazes de sobreviver. Tudo o que é feito nas leis deve ser contra os criminosos que estão destruindo o seu ar. O ar é tudo o que você tem”.

Para Deus, e com relação ao seu sistema sagrado denominado ATWA, o resultado do livre arbítrio do homem é a separação da humanidade em dois campos distintos. Não há espaço para diálogo entre esses dois campos – é tudo preto ou branco, não existem zonas cinzas. Chamamos um campo de Forças da Vida – o coletivo da humanidade que preserva o sagrado e que vive em harmonia com ATWA. Chamamos de Forças da Morte o campo daqueles que desprezam o sagrado em todas as suas manifestações, e que escolhem por viver em desacordo com ATWA. São os dois campos que definem a Guerra Santa que é ininterrupta e necessária para a continuação da vida neste planeta.

O sábio mártir Charles Manson diz: “O centro de todas as leis é a vida, e deve ser a sobrevivência. As leis e a ordem começam a partir da vida. Uma vida para se viver, ou todas as vidas terão o seu fim na Terra”.

 ATWA: O sagrado na teoria e na prática (1)

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Vida na Terra ameaçada: Cientistas confirmam visão de ATWA

atwa confirmacao Vida na Terra ameaçada: Cientistas confirmam visão de ATWA

A Terra tem apenas uma década para escapar de diversos “pontos críticos” antes que todo o dano causado pelo homem se torne para sempre irreversível. Se o planeta não se resgatar dessa condição crítica dentro dos próximos anos, testemunhará uma série de avarias nos sistemas que sustentam a vida humana, como oceanos e solo.

“As pesquisas mais recentes demonstram que a continuação do funcionamento do sistema da Terra que tem suportado o bem-estar da civilização humana pelos últimos séculos está em risco”, explicou o cientista Mark Stafford Smith durante a conferência Planet Under Pressure (Planeta Sob Pressão), que aconteceu entre 26 e 29 de março, em Londres. Determinar essa realidade foi o grande êxito da conferência.

Fato é que o homem tem sido muito melhor em documentar problemas e compreender os processos degenerativos causados pela humanidade do que em se envolver com possíveis soluções. Cientistas têm documentado as evidências de um novo evento de extinção em massa na Terra acelerado por ações humanas, mas têm oferecido poucas alternativas concretas a serem estabelecidas no dia-a-dia do homem moderno. O mesmo acontece com o povo comum, que convive diariamente com os sinais da catástrofe, e até se diz disposto a mudar, mas permanece enraizado em seus erros, incapaz de agir.

Segundo os cientistas presentes na conferência em Londres, essa inércia humana em transformar teorias em prática se deve a três fatores que se tornaram conhecidos apenas há pouco tempo: primeiro, a compreensão (e resistência à compreensão) de que vivemos em uma Era Antropocena, onde uma única espécie (o ser humano) domina os sistemas de vida do planeta; segundo, o reconhecimento de que os processos de vida do planeta são todos interconectados, e que portanto deve-se pensar sempre sob o ponto de vista do todo em vez de focar em partes específicas; e a ética de vida de “negócios a parte” do homem moderno ocidental, que trata de compreender as questões da natureza sob o ponto de vista político-econômico. Esses três fatores, e a resistência em compreendê-los, resultariam na ineficácia das decisões humanas para resgatar os sistemas de vida da Terra.

Ironicamente, são necessárias viagens, hospedagens, conferências, salários, cientistas, paletós e gravatas para comunicar essa realidade com alguma credibilidade para outros humanos. Charles Manson, trancado na escuridão das penitenciárias americanas, tem alertado sobre isso, e proposto mudanças práticas (e não simplesmente teóricas) desde ao menos 1967, sem ser ouvido. Passaram-se 45 anos de tempo perdido para resgatar os sistemas de vida do planeta, e agora os cientistas alertam sobre “as poucas décadas que nos restam para agir”. Seria cômico, se não fosse tão real.

 Vida na Terra ameaçada: Cientistas confirmam visão de ATWA

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Algumas contradições sobre quem é Charles Manson

manson hollywood Algumas contradições sobre quem é Charles Manson

Considerando os esforços recentes e as boas notícias quanto à possibilidade da libertação de Charles Manson após esses 42 anos de detenção ilegal (leia sobre isso aqui), é oportuno destacar as mentiras e fabricações elaboradas pelo promotor que condenou Manson em 1969, Vincent Bugliosi. Uma dessas falsas afirmações faz parte do perfil de Manson que Bugliosi criou para o júri popular que veio a condená-lo.

No tribunal, Bugliosi alegou que desde o primeiro minuto que Charles Manson foi libertado da prisão de Terminal Island, em 1967, ele estava “cheio de ódio pela humanidade”, e seu propósito era viajar até São Francisco para decidir qual seria o seu “alvo”. O fato de que Manson realmente pediu aos oficiais da prisão de Terminal Island para não ser libertado foi usado por Bugliosi para justificar esse “ódio” que Manson estaria sentindo. Na realidade, Manson pediu para continuar preso alegando o seguinte: “Não conheço ninguém lá fora, e não conheço aquele mundo. Todos os meus amigos estão aqui. Esse é o meu lar”. Simples assim.

De qualquer maneira, nada do que veio à tona sobre Manson desde então (por exemplo, documentos, palavras em áudio, entrevistas) apóia essa teoria de Bugliosi. Em primeiro lugar, a primeira menina que Manson conheceu ao sair de Terminal Island, Mary Brunner, decidiu viver com ele por sua espontânea vontade, assim como todos aqueles que se tornaram erroneamente conhecidos como “seguidores” de Manson. Se essa palavra deve ser usada, então eram eles que o seguiam, e não Manson que os forçava de qualquer maneira ou os “programava”, como Bugliosi também afirmou.

Todas as informações que existem sobre Charles Manson nesses primeiros anos fora da prisão (1967 e 1968) indicam que ele era um homem muito calmo e cheio de amor. Bugliosi criou a percepção de que Manson é racista (e para os ignorantes, a suástica em sua testa serve de comprovação dessa acusação), mas existem inúmeras ocasiões nessa época em que Manson é abertamente anti-racismo (por exemplo, a entrevista para a Universal Studios em 1967). Quanto a isso, aqui está mais uma contradição do promotor: os supostos “seguidores” de Manson usavam muitas citações anti-racismo. Se eles estavam “programados” por Manson, então não seria essa postura anti-racismo também uma emulação do que Manson pensava e dizia? Mas toda a teoria de Bugliosi que convenceu o júri e condenou Manson está baseada no fato de que ele é racista. De fato, não faz nenhum sentido.

Em uma entrevista realizada com Manson na Universal Studios em 1967, quando ele estava gravando as canções que mais tarde iriam aparecer nos álbuns “Lie: The Love and Terror Cult” e “All The Way Alive” (note, por curiosidade, as iniciais de A-T-W-A nesse título), ele afirma que é “contra todos os tipos de guerra”. A postura documentada de Manson e as informações de seus amigos da época confirmam essa afirmação. Mas se ele era anti-guerras, como é que ele poderia estar tramando o início de uma guerra racial, como o promotor Bugliosi propôs? A questão é bem simples: a suposta guerra racial que Bugliosi tentou – e conseguiu – jogar sobre Charles Manson era um conflito armado que Manson comentou que havia ouvido falar sobre na prisão de Terminal Island. Tratava-se de um ataque que estava sendo planejado de dentro das prisões para muçulmanos negros atacarem civis brancos americanos do lado de fora. Esse ataque de fato aconteceu, em São Francisco em 1973, e tornou-se conhecido como “Zebra Murders” (em português, “Assassinatos da Zebra”).

Naturalmente, imagina-se que um homem “cheio de ódio pela humanidade”, “racista” e envolvido em maquinar uma “guerra racial” – como é o perfil de Manson criado por Bugliosi – falaria desses temas, ou ao menos mencionaria algo sobre isso alguma vez, quem sabe até em suas próprias músicas? Mas não. Nada registrado de Manson em seus anos fora da prisão (1967 – 1969) condizem com esse perfil criado pelo promotor. As suas músicas gravadas nessa época falavam sobre amor, sobre o deserto, sempre com o tema anti-guerra. As suas palavras registradas nessa época são todas anti-racismo, anti-violência, anti-ódio. Elas fazem todo o sentido se comparadas ao que os amigos de Manson da época falavam sobre ele, mas de forma alguma apóiam a teoria vendida por Bugliosi para o júri popular.

Enfim, para tudo nesse caso existe uma explicação clara e lógica. É incrível como a história mirabolante criada pelo promotor Vincent Bugliosi em seu livro best-seller “Helter Skelter” convence tanta gente, enquanto a história verdadeira, que é simples, clara e coerente, é conhecida por tão poucos. Ao que tudo indica, Manson estava mesmo certo quando sentou naquela sala de julgamento: o povo realmente estava à procura de mais um filme de terror de Hollywood, e Manson recebeu o papel de vilão.

 Algumas contradições sobre quem é Charles Manson

© 2011 ATWA Brasil


Perguntas frequentes (FAQ) sobre Charles Manson

manson faq Perguntas frequentes (FAQ) sobre Charles Manson

Abaixo, uma série de perguntas e respostas (FAQ) sobre Charles Manson. Essas são as perguntas mais comuns que a ATWA Brasil recebe por e-mail.

Charles Manson é um serial killer?
Não, ele não é. Ele não é um assassino. Ele nunca foi condenado pela morte de ninguém. Ele foi condenado por conspiração para cometer assassinato, e a lei americana diz que se você for condenado por conspiração, você será julgado pelos crimes dos seus co-conspiradores. Nesse caso, o crime deles foi homicídio.

Quais foram as condenações de Manson?
Nove condenações por conspiração para assassinato, sete penas de morte, e duas prisões perpétuas.

Charles Manson é vegetariano?
Sim, ele é. No entanto, às vezes a prisão não lhe dá escolha senão comer carne.

Se Charles Manson foi condenado à pena de morte, por que é que ele ainda está vivo?
A pena de morte no estado da Califórnia foi abolida em 1972, então a condenação de Manson foi convertida em prisão perpétua.

A teoria de “Helter Skelter” é mesmo uma farsa, como muitos têm sugerido?
Há grande chance de ter sido. Muitas pessoas – inclusive os próprios assassinos – afirmaram que os assassinatos não foram feitos para incitar uma guerra racial, mas para libertar o recém-preso Bobby Beausoleil.

Charles Manson teve um julgamento justo?
Em muitos aspectos, não. Ele não estava autorizado a falar em seu próprio julgamento, e suas moções para defender a si mesmo como seu próprio advogado foram revogadas. A defesa de Manson, apontada pelo estado da Califórnia, também encerrou suas atividades sem convocar testemunhas em nome de Manson. Sendo assim, Manson não foi capaz de provar a teoria alternativa, contrariando a de “Helter Skelter” inventada pelo promotor do caso, Vincent Bugliosi.

Por que importaria se ele tivesse sido capaz de provar a teoria alternativa, de “amor entre irmãos”?
Nessa teoria, a maioria da “Família” testemunharia que os assassinatos foram cometidos para torná-los parecidos com o de Gary Hinman, dando a entender que o verdadeiro assassino ainda estaria livre. Por isso as palavras com sangue nas paredes, as múltiplas facadas, etc. A idéia era libertar Bobby Beausoleil (o autor do assassinato de Hinman). Essa teoria colocaria a “Família” inteira como conspiradores, e teria libertado Manson das acusações de conspiração.

E as pessoas que testemunharam contra Manson apoiando a teoria de “Helter Skelter”?
Algumas dessas testemunhas receberam do governo da Califórnia imunidade de crimes violentos (incluindo assassinato) em troca de testemunhar contra Manson. Isso dá aos criminosos um motivo para mentir, para escapar de seus crimes cometidos e não servir tempo na prisão. Alguns também receberam dinheiro para depor. Segundo algumas das próprias testemunhas, a principal testemunha contra Manson, Linda Kasabian, teria ajudado a planejar os assassinatos. Outra testemunha crucial para a condenação de Manson, Paul Watkins, não era da “Família” na época dos assassinatos, mas ainda assim teve permissão para testemunhar.

O promotor Vincent Bugliosi já foi processado por suas mentiras no livro “Helter Skelter”?
Sim, pelo menos duas vezes. Lynette Fromme estava contemplando processá-lo também, mas acabou na prisão pela suposta tentativa de assassinato do presidente Gerald Ford.

Posso escrever cartas para Charles Manson?
Sim, mas não envie nada questionável. Envie selos americanos (USPS) não utilizados para ele poder respondê-lo. Não envie dinheiro – ele não receberá.

Se eu escrever para Charles Manson, o que devo dizer?
Basta ser você mesmo e não inventar besteiras para ele. Se você se interessar por ecologia, escreva sobre isso. Não escreva cartas muito longas (mais de quatro páginas). Se você enviar cartelas de selos, escreva “MANSON: B-33920” na parte de trás da cartela, assim como em qualquer imagem que você enviar. Existe um limite de duas cartelas de selos por envelope enviado, e de 10 fotos (sem Polaroids). Não envie fotos maiores do que 10x15cm.

Charles Manson responde as cartas que ele recebe?
Às vezes. Você tem que entender que ele recebe mais cartas do que qualquer outro condenado nos Estados Unidos. Em geral, ele responde poucas vezes. Também acontece de ele não receber algumas cartas – algumas são perdidas pelo caminho, e às vezes os guardas também destroem outras para puni-lo. Se você não receber uma resposta, tente novamente. Enviando uma carta do Brasil, pode levar de duas semanas a um mês para que ele receba.

Charles Manson é louco ou estúpido?
Não, em todos os testes conduzidos pelo estado da Califórnia ele foi considerado “são”. Esses testes também definiram o QI de Manson em 121 – “muito superior à média humana”.

Charles Manson realmente fez uma lavagem cerebral em todas aquelas pessoas?
Muito improvável. Muitas daquelas pessoas iam e voltavam a todo o momento, como queriam. Algumas delas eram recém-chegadas, e não estavam lá o tempo suficiente para serem influenciadas de uma forma ou de outra. Ao mesmo tempo, a “Família” tinha cerca de 40 pessoas. Não há nenhuma maneira que ele poderia ter feito uma lavagem cerebral em todas essas pessoas. A maioria delas abandonou a “Família” quando se mudaram para Barker Ranch, portanto é difícil acreditar que essas pessoas estavam sob um estado de lavagem cerebral.

Se elas não estavam sob lavagem cerebral, então por que elas fizeram o que fizeram?
Algumas daquelas pessoas fizeram isso para pagar uma dívida de seu irmão, Bobby Beausoleil. Tex Watson olhou para Manson, e quis imitá-lo da forma como ele o imaginava. Algumas garotas eram apaixonadas por Tex Watson, e outras o temiam. Sendo assim, há muitas razões que vão desde a idolatrá-lo até mesmo a temê-lo.

O que significa ATWA?
É um acrônimo em inglês para “Air, Trees, Water, Animals” (em português, “Ar, Árvores, Água, Animais”). É a filosofia antipoluição de Charles Manson e seus amigos e admiradores.

Ouvi dizer que Charles Manson sairá da prisão em 2012.
Não, ele tem uma audiência de liberdade condicional em 2012.

Charles Manson tem acesso à Internet?
Não, ele nunca usou um computador.

Charles Manson vende seus autógrafos?
Não, a prisão proíbe que qualquer dinheiro seja enviado para ele.

Charles Manson está trabalhando em um álbum com Phil Specter?
Não.

Se Charles Manson não fez lavagem cerebral nos assassinos, porque eles insistem em dizer que ele fez?
Simples – para que eles possam um dia sair da prisão. Se a culpa pelos assassinatos cair sobre os ombros de outra pessoa, ou pelo menos for dividida com outras pessoas, torna-se mais fácil apelar para uma liberdade condicional. Bobby Beausoleil é um dos poucos que nunca culpou Manson por nada. No início do julgamento, Bruce Davis disse que conhecia Manson a pouco mais de três meses, e que ele não sofreu nenhum tipo de influência. No entanto, depois ele mudou sua versão da história.

Charles Manson nasceu sem um primeiro nome?
Não, ele nasceu com o nome Charles Milles Maddox. A sua certidão de nascimento pode ser facilmente encontrada para provar isso. Essa é uma das mentiras no livro “Helter Skelter”, de Vincent Bugliosi.

Charles Manson tem mesmo 1m58cm de altura?
Não, aquelas imagens que mostravam a altura dele como 1m58cm foram fabricadas. Todas as suas fotos tiradas em todas as prisões por onde ele passou afirmam 1m72cm de altura. Essa é mais uma das mentiras publicadas por Bugliosi em seu livro best-seller.

Charles Manson tem filhos?
Cinco.

Quais são os livros mais verdadeiros sobre o caso de Charles Manson?
“Squeaky: The Life and Times of Lynette Alice Fromme” tem uma boa parte sobre Manson e parece ser o mais honesto. A maioria dos livros tem verdades, mas eles se baseiam na teoria furada do livro “Helter Skelter”, estabelecida pelo promotor do caso. Um livro chamado “Manson”, por Robert Hendrickson, também parece ser promissor – deve ser lançado em breve nos Estados Unidos. “My Life With Charles Manson”, por Paul Watkins, também tem um monte de boas informações, mas também um monte de besteiras.

Quais são os documentários mais verdadeiros?
Novamente, a maioria dos documentários não questiona a teoria de “Helter Skelter”, mas os melhores são “Six Degrees of Helter Skelter”, “Charles Manson Superstar” e “Inside The Manson Gang”.

Charles Manson gravou todos os seus álbuns na prisão?
Não, alguns foram gravados antes disso, em 1967 e 1968, mas a maioria dos álbuns foi realmente gravada na prisão.

Como a música de Charles Manson sai da prisão?
As gravações têm que ser contrabandeadas para fora da prisão. Ele não tem permissão para gravar músicas.

Charles Manson recebe algum dinheiro com a venda dos seus álbuns?
Não, ele não tem permissão para receber comissões.

 Perguntas frequentes (FAQ) sobre Charles Manson

© 2011 ATWA Brasil


A humanidade de costas para ATWA

atwa decostas A humanidade de costas para ATWA

O homem está em guerra contra ATWA. De fato, o coletivo da humanidade assumiu o risco real da alteração climática há alguns anos. Discute-se muito sobre os elementos que contribuem para essa mudança, mas poucos discordam de que as mudanças estão a caminho. Alguns reconhecem em seu instinto de sobrevivência – aqueles poucos que não se renderam aos confortos humanos – que medidas drásticas devem ser tomadas por todos. Outros não, e simplesmente colocam suas vidas nas mãos de desconhecidos que elaboram o sistema que a humanidade adotará.

Fato é que aqueles que até então têm determinado o caminho da humanidade se provaram incapazes. O Protocolo de Kyoto serve para ilustrar a liderança humana: se todos os países chegassem a cumprir com as suas metas de limitar as emissões de gases na atmosfera, ainda assim os Estados Unidos, sozinho, responsável por 25% do total desse impacto humano, elevaria em 6% o total mundial de emissões. Eles se recusaram a assinar o acordo, provavelmente sabendo que não se passa de mais uma brincadeira humana com relação a algo muito sério. De qualquer maneira, o Protocolo de Kyoto foi ratificado por 47 países, e quase nenhum deles cumpriu com as suas exigências.

Nos últimos 10 anos, só o setor energético aumentou em 30,5% suas emissões de dióxido de carbono. A produção de cimento, e as indústrias metalúrgicas e químicas aumentaram suas emissões em 33%. As atividades agropecuárias elevaram suas cotas para 65%. Trata-se de um quadro de abandono do instinto humano de sobrevivência. Todos nós apertamos a fundo o acelerador do sistema de produção, distribuição e consumo. Queremos carros novos, quanto mais rápidos e potentes melhor; desejamos maior consumo elétrico para ter ar condicionado e adquirir as últimas novidades em matéria de eletrodomésticos; não estamos dispostos a viajar menos, nem a frear o crescimento econômico, nem a renunciar o esbanjamento e os produtos descartáveis.

Isso sumariza o nosso argumento inicial: o homem está em guerra contra ATWA. São as ações do coletivo da humanidade que ditam as leis da nossa existência. Não existe um com mais culpa do que outro. Essa é a sociedade na qual vivemos. É a forma de pensar, observar e viver da esmagadora maioria dos seres humanos; essa mesma que alguns estimulam com sentenças tão falsas como “o povo sempre tem a razão”. Estamos vivendo imersos em uma sociedade predadora, ávida de maior riqueza e de poder ao preço que seja, onde os mais desfavorecidos só desejam ter acesso a maiores níveis de consumo. Todos os seres querem maior desenvolvimento econômico, e o medem com as pautas do modelo vigente que nos conduziu ao desastre da nossa natureza. O mundo e as leis naturais que o regem não podem suportar semelhante espólio irresponsável.

Aqueles que se auto-intitulam “ecologistas” são também transgressores quando dizem demagogicamente que é possível reduzir o impacto ambiental a níveis sustentáveis sem renunciar o nosso conforto atual, medido em bens e serviços. Argumento totalmente indefensível. Não há forma de defender isso sem uma profunda mudança em nossa cultura.

Mas ao mesmo tempo, a história é testemunha de que as pessoas pensam muito pouco com as suas próprias cabeças. É possível alterar completamente as suas idéias em uma certa direção, afinal, é exatamente isso que tem sido feito com relação ao cuidado com a ordem natural. Um exemplo: nos anos 80 se proibiram os sprays de CFCs pelo cloro que afetava a camada de ozônio na alta atmosfera. Os meios de comunicação falavam sobre o assunto, e as crianças aprendiam sobre isso nas escolas. Todos foram programados com essa história. Mas os CFCs só representavam uma mínima parte da contaminação, e as outras fontes não foram abordadas, como uma infinidade de usos industriais, os vôos supersônicos de dezenas de milhares de aeronaves militares, ou os agrotóxicos empregados na agricultura intensiva. Esse exemplo é válido para balancear a questão da culpabilidade humana nessa guerra contra ATWA. Mas seria essa fraqueza mental um fator de inocência?

Diferentemente de nossa sociedade que vive de costas para ATWA, nossos ancestrais e os homens do campo percebiam os sinais que anunciavam uma catástrofe. Quando os rebanhos selvagens fugiam em debandada depois de sentir o ar, sabia-se de que direção provia a ameaça seguindo o exemplo dos próprios animais, sempre atentos para detectar as ameaças do tempo. No entanto, como disse Nietszche: “A vida, segura sob o império do instinto, periga sob o império da razão”.

Houve uma época em que o homem fazia parte da ordem natural, em que o seu instinto de sobrevivência lhe colocava como irmão das outras espécies do planeta. Antes bastava um sinal sutil para soar um alerta. Mas hoje, o homem ignora esses sinais com orgulho, como se tratasse de coisas triviais. A humanidade se sente mais forte do que a própria natureza. O homem de hoje se vê como vencedor pela ilusão de dominá-la, controlá-la e tê-la a seu serviço. Um ignorante otimismo tecnológico convenceu a humanidade de que sempre poderá neutralizar os fenômenos naturais.

A solução é uma: reger-nos pelas leis eternas da natureza, a ordem de ATWA.

Quem sabe, ainda há tempo. É preciso deixar de viver de costas à única verdade. É necessário apelar não apenas à cabeça do homem, mas ao seu coração, obtendo assim a força da psique coletiva. Mas em seus moldes da atualidade, a humanidade não merece sobreviver. Nós nos retiramos da ordem mundial, e assim a natureza está encarregada de nos expelir dos seus cuidados. Mas ainda existe ATWA: o ar, as árvores, a água e os animais. Façamos algo então, por eles.

 A humanidade de costas para ATWA

© 2010 ATWA Brasil


Charles Manson: “Pecar contra ATWA…”

manson linhadeatwa Charles Manson: Pecar contra ATWA…

“Você tem X tempo para salvar ATWA. As pessoas passam por cima de você e param você, empilham pedras no seu caminho e roubam o seu esforço, e em breve a sua vida passa e os atores e as bandas de rock and roll e as pessoas da TV dizem: ‘Hahaha, olha lá aquele homem louco.’ E aí lentamente eles começam a se tornar conscientes sobre o que você disse, porque eles repetem isso por dinheiro e não sabem sobre, mas eles estão usando os seus pensamentos e o seu jeito, e eles começam a compreender a pouca chance de vida de ATWA como uma realidade.

Você já viu alguém que sabia que iria morrer? Eles fogem da morte. Você sabe o que as pessoas farão pelo medo de morrer? O medo dos Vikings construiu castelos. Se alguém interrompe a sua vida para que ele possa ser uma estrela do cinema, e outros vêem ele sair impune disso, e fazem a mesma coisa, e outros também fazem a mesma coisa, as pessoas de ATWA percebem que a única vida na Terra se foi com aquele pensamento, e que não pode mais ser salvo. E as mortes começam, e eles percebem que a única forma de retornar ao trilho é usar essa câmara como puderem, e os atores vêem isso e correm para seus agentes e as pessoas que lhes pagam, e lhes colocam a serviço disso, e a ordem das coisas é alterada.

Para mim é apenas um pensamento. As formigas vermelhas e as formigas pretas já comeram todas as formigas brancas, e elas têm se comido. O meu maior e melhor eram piores do que um zoológico perfeito, mais profundo do que o nada, gritando de volta paras os ciclos da história e para os desejos de morte dos atores da época.

O ponto de partida é: qualquer um que pecar contra ATWA deve recompensá-la, ou embarcar nos trens para os campos da morte ou para a frente de batalha russa.”

- Charles Manson

 Charles Manson: Pecar contra ATWA…

© 2010 ATWA Brasil


Brasil e a catástrofe malthusiana

atwa malthus Brasil e a catástrofe malthusiana

Pesquisas divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que entre os censos brasileiros de 1940 e 2000, a população do Brasil cresceu quatro vezes. Ou seja, em números, passou de 41,2 milhões para 169,8 milhões de habitantes. Em 2009, o último censo estima 192,2 milhões de brasileiros – como se pode ver, o crescimento continua acelerado.

Considerando essa realidade, e os perigos dessa situação para o presente e futuro, é vital considerar o pensamento inovador de Thomas Malthus. Algumas passagens de seu trabalho, publicado ainda em 1798, causam um frio na espinha daqueles que vivem e enxergam ao considerar a situação do planeta hoje com a ameaça da superpopulação.

Thomas Robert Malthus nasceu na Inglaterra em 1766. Malthus estudou na Universidade de Cambridge, e ingressou depois na carreira eclesiástica como pastor anglicano. Na história do pensamento econômico, poucos economistas chegaram a suscitar tantas controvérsias como ele. O livro do socialista inglês William Godwin, “Um Inquérito Concernente aos Princípios da Justiça Política e Sua Influência sobre a felicidade e a Virtude em Geral”, provocou um grande impacto na vida de Malthus em 1793. Ele não conseguia concordar com alguns pensamentos de Godwin, como por exemplo: que no futuro não haverá mais um punhado de ricos, mas uma multidão de pobres; que não haverá mais guerras, nem doenças; que o homem não se angustiará nem mais viverá melancolicamente; que não haverá necessidade nem da administração da justiça, nem de governo, entre outras coisas. Diante a isso, Malthus decidiu escrever sua própria visão sobre o futuro da humanidade e o crescimento populacional.

Em 1798, Malthus escreveu e publicou sob anonimato o seu célebre livro, “Um Ensaio sobre o Princípio da População que Afetam o Melhoramento Futuro da Sociedade: com Observações sobre as Especulações do Senhor Godwin, Monsieur Condorcet e Outros Escritores”, uma obra essencialmente polêmica, dirigida os autores e as idéias utópicas oriundas da Revolução Francesa. Malthus foi o primeiro a desenvolver uma teoria populacional relacionando crescimento populacional com a fome.

A teoria de Malthus pode ser compreendida com base em dois fatores: 1) que o alimento é necessário à existência do homem; 2) que a paixão entre os sexos é necessária e permanecerá aproximadamente em seu presente estado. Portanto, a capacidade de crescimento da população humana é indefinidamente maior que a capacidade da terra de produzir meios de subsistência para o homem. De acordo com Malthus, existem dois tipos de obstáculos: 1) obstáculos positivos (a fome, a desnutrição, as epidemias, doenças, as pragas, as guerras), no sentido de aumentar a taxa de mortalidade; 2) obstáculos preventivos (as práticas anticoncepcionais voluntárias), no sentido de reduzir as taxas de natalidade.

Citando Malthus diretamente: “Pode-se seguramente declarar que, se não for a população contida por freio algum, irá ela dobrando de 25 em 25 anos, ou crescerá em progressão geométrica (1,2,4,8,16,32,64,128,256,512,…). Pode-se afirmar, dadas as atuais condições médias da terra, que os meios de subsistência, nas mais favoráveis circunstâncias, só poderiam aumentar, no máximo, em progressão aritmética (1,2,3,4,5,6,7,8,9,10). [...] O poder da população é tão superior ao poder do planeta de fornecer subsistência ao homem que, de uma maneira ou de outra, a morte prematura acaba visitando a raça humana.”

Em outras palavras, não importando os esforços humanos, no fim a fome nivelará a população humana e os alimentos disponíveis no planeta. Alguns comerão e viverão; outros muitos morrerão de fome.

Escrevendo em 1798, Malthus não levou em consideração o avanço tecnológico do homem no setor agrícola – mecanização, irrigação, “melhoramento genético”, etc – o que aumenta a produção de alimentos. De fato aumenta, mas não distribui. Em outras palavras, a população com menos poder aquisitivo continua sem capital (dinheiro) para comprar comida para si, e continua a se proliferar (pois quanto mais filhos, mais mão-de-obra, portanto, mais dinheiro em casa). Malthus também não pôde levar em conta os avanços no campo da medicina, que prolonga a vida humana a limites até então inimagináveis.

Portanto a produção agrícola mundial cresce, e a população humana também cresce – e morre cada vez menos.

Nesse contexto, vale voltar às definições humanas de causas e conseqüências em referência ao que se entende por “praga”. A definição biológica de praga é quando uma população fica com alta taxa de natalidade e baixa taxa de mortalidade, e o número de indivíduos cresce em progressão geométrica de forma anormal no meio ambiente natural. A superpopulação fica então sem controle, até que surjam predadores que façam esse controle externo, ou se os predadores e parasitas (doenças) não aparecerem, o descontrole continua até que acabe o alimento disponível no ambiente. Como explicado por Malthus acima: na ordem natural, a fome nivelará a população humana e os alimentos disponíveis no planeta.

Quando isso acontece, fenômenos biológicos significantes aparecem para conter a explosão dessas populações descontroladas, e esses fenômenos podem ser de várias formas. No caso da população humana, esse controle vem sendo feito com guerras, doenças e miséria. No fim, será a fome – a guerra pelo alimento. ATWA há de agir, essa é a ordem natural.

 Brasil e a catástrofe malthusiana

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ATWA: Naturalidade acima de ecologia

atwa naturalidade ATWA: Naturalidade acima de ecologia

O mundo moderno é especialista em adulterações. Poderíamos dizer que a base da mentalidade atual é o produto de uma adulteração global. O sexo se apresenta como amor, a cidade como o ideal, e a democracia como liberdade. Tudo está adulterado. Para contestar a brutal degradação do amor e da espiritualidade, inventou-se a divinização do sexo, a destruição da família, o divórcio como normalidade. Promoveu-se e financiou-se a arte-lixo para manter as estatísticas da “cultura” atual. Uma Terra vazia que preenche o espaço da arte e da espiritualidade à base de lixo envolto em frases de críticos bem pagos – todos adoradores do Deus-Dinheiro.

Pois o mesmo aconteceu com a destruição massiva do meio ambiente – e sequestraram a ecologia. Em primeiro momento, isso pode fazer tremer algum apaixonado pelo meio ambiente e pelos princípios ecológicos. Pode parecer também contraditório para o que ATWA propõe. Mas lamentavelmente, é verdade.

A ecologia é uma palavra adulterada. Eliminou-se seu conteúdo original, dos ideais de pessoas como Konrad Lorenz, e criou-se um Frankenstein moderno “ecologista”, uma mistura de todas as imperfeições possíveis, aglutinadas mediante a mentalidade moderna e cidadã do “consumista consciente”. Outros adotaram uma “ecologia política conscientizada”, uma espécie marxista que protesta pelos erros do capitalismo, e sonha com uma nova versão de sociedade materialista, semelhante à qual realizou a destruição ecológica maior da história: a URSS, onde o desprezo pelo meio ambiente foi ainda maior do que registrado no capitalismo.

A ecologia atual é um “mercado do verde”, e não um sentimento de integração com a natureza. A idéia original foi convertida de uma ciência para uma adulteração política, para poder assim tornar coerente a venda da “solução” para a ameaça do meio ambiente pelos princípios homocêntricos e economistas do modo de vida atual. Os movimentos considerados “verdes” são parte do problema, uma vez que se passou o tempo de pregar “consciência” e falar em “eficiência”. Os seguidores do Deus-Dinheiro – criado pelo próprio homem – adoram seus ídolos nos bancos, enquanto a natureza é vendida muitas vezes como obstáculo aos ganhos financeiros.

Nossa posição é, por outro lado, perfeitamente coerente com nossos princípios diferencialistas e naturais. A raiz do pensamento de ATWA se baseia precisamente nos valores da natureza, e, portanto, era de prever que o conceito de relação com a natureza fosse absolutamente coerente com sua ideologia, uma vez que parece claro que os princípios de igualdade se chocam radicalmente contra uma relação lógica homem-natureza.

O nosso interesse é acabar com a base de todo o problema. Para nós, as relações homem-natureza estão dadas por uma concepção ética do homem e por uma definição da natureza como objeto de direito, e não como mero “elemento de uso”. Rejeitamos absolutamente o antropocentrismo, a base mítica sobre a qual se fundamenta a exploração materialista e as relações economistas homem-natureza.

Deve existir uma profunda relação de amor e respeito a todo o natural, de forma que cada pessoa “viva a natureza”, e seja parte dela. A educação e a convivência na natureza e com os animais não é um aspecto secundário da existência, mas sim a sua base. É nesse contexto que a natureza se torna um objeto de direito do homem. Mas sem esse respeito mútuo, o homem está no crime contra a ordem natural, agindo de forma semelhante a um câncer lutando contra a vida do corpo humano.

E com isso entramos no conceito básico de naturalidade. Para uma pessoa sensível normal, dessas que vivem em povoados menores, longe da deformação imposta nas grandes cidades, passear pelo campo não é uma “libertação temporária em um fim de semana”, mas um ato normal de sua vida. É o dia-a-dia. É gente que vive perto dos montes e dos campos, em contato natural com os cachorros e com os animais, que ama o meio ambiente do seu povoado, conhece suas colinas e suas formas, sabe onde estão os vales e fontes de sua região, sabe onde encontrar coelhos, plantas e pássaros, reconhece seus cantos e nomes. Esse tipo de pessoa não é o mesmo tipo de humano que os macro-cidadãos, que não sabem nada de seu entorno, que para eles passear é um luxo e tratar animais é algo exclusivo dos zoológicos, que não conhecem sua região nem viram em meses seus rios e montes. Para a cidade, caminhar é uma obrigação, e observar o vôo dos pássaros uma inutilidade que ninguém vê.

Por fim, esses macro-cidadãos são ecologistas. A ecologia existe porque predomina essa loucura de cimento e asfalto, parques industriais e cidades. A ecologia existe para os quais perderam a noção da terra úmida, e para os quais se cansam se sobem em uma colina próxima. A ecologia substitui a naturalidade nos cidadãos que ainda resistem à sua condição de semi-homens.

Mas para a gente sã, para os quais amam seu entorno porque vivem nele, para os quais o rio de carros é antinatural, para os que “ouvem” o ruído infernal das ruas e vêem as paredes de cimento como algo artificial, para os quais os bosques são sua normalidade e conhecem os detalhes de seus caminhos, para esses não é preciso a ecologia, mas sim evitar que os homens zumbis lhes tirem a sua naturalidade.

Temos de entender os inimigos de ATWA da seguinte forma: perderam a parte natural do homem, se converteram em seres desenraizados, aliados ao materialismo, ao mecanicismo. São seguidores do Deus-Dinheiro, adoradores de seus ídolos na Terra. Os bancos mandam, apesar da maioria deles não perceber, no andamento das suas vidas. Por isso aspiram à ecologia, porque perderam a naturalidade, e não estão em harmonia com eles mesmos e com a ordem natural.

Nossa luta é para recuperar o sentido natural do mundo. Esse é o objetivo, e não a ecologia. Não as medidas de eficiência, nem as reivindicações eco-marxistas. Todos somos o problema, porque todos nós perdemos a naturalidade. E na guerra contra ATWA, não existe vitória para o homem.

 ATWA: Naturalidade acima de ecologia

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ATWA Brasil responde: “A questão humana e o anarquismo”

atwa anarquiaveganismo ATWA Brasil responde: A questão humana e o anarquismo

Desconheço a origem do seguinte artigo, uma vez que o mesmo foi republicado em diversos websites de mesma orientação, e em todos os casos sem um nome que se responsabilizasse pela autoria. Isso não é um problema, mas é importante enfatizar que essa resposta da ATWA Brasil, portanto, não é endereçada a uma pessoa específica, mas sim ao coletivo das pessoas que têm interesse pelo respeito ao todo da vida.

O artigo é intitulado “A questão humana e o anarquismo”, e procura dar uma luz à questão da ideologia vegana com relação ao papel do homem nessa equação. São eles os animais, somos nós, os somos todos animais? E se somos todos animais, como lidar com isso? São questões importantes, uma vez que se pode dizer que a ética antropocêntrica é o provavelmente o maior inimigo das coisas vivas desse planeta.

O problema que a ATWA Brasil avista no diálogo do citado artigo é a questão do anarquismo, que nesse caso aparece associado à questão de respeitar o reino animal – do qual nós fazemos parte. Em uma crítica à autonomia do Estado, que segue em paralelo à questão da objetificação do homem nesse debate moral sobre a ética do veganismo, o artigo propõe uma “abordagem anárquica, ou seja, anti-coercitiva e libertária”. E nisso nasce outro problema.

O citado artigo afirma:

“O Estado exerce, por definição, forças coercitivas sobre determinada sociedade. Sua legitimidade, contudo, não é incontestável (apesar de pragmaticamente o ser). Qual é a legitimidade das leis que lhes são impostas sem sua participação em sua elaboração? Ao meu ver, teriam caso houve um deslocamento livre e de sua vontade para o campo de influência normativa desse Estado. Mas, e no caso de você simplesmente nascer lá?”

Em outras palavras, o artigo aponta uma falha da teoria democrática contemporânea (a ausência do indivíduo na elaboração de leis) para justificar uma não-relação pessoal com as leis que são impostas. Ele também enxerga um nível de legitimidade dessa ocorrência caso o indivíduo tenha escolhido migrar para tal Estado, mas não necessariamente se “simplesmente nasceu lá”. E a resposta para essa questão (uma delas), está no pensamento anárquico, nesse caso associado ao veganismo como explicado anteriormente.

Mas o caminho deve ser precisamente o contrário. A ordem natural deve ser a primeira lei. ATWA – ar, árvores, água, animais – o sistema de suporte de vida do nosso planeta, é fundamentado na ordem, na interdependência de todos os elementos com seus papéis igualmente importantes. Você perde uma dessas peças, você acaba por perder todas. Nada é mais característico da ordem do que a vida na Terra, e a anarquia é inimiga da ordem.

Uma vez que o indivíduo faz parte de uma área de influência política, ele tem seus direitos e deveres desse ambiente. Ele faz parte desse ambiente, e ele é responsável pelo caminho que esse ambiente trilha. Em uma democracia, o seu não-voto ou o seu voto para um ou outro candidato não altera em nada a sua responsabilidade pelo resultado das eleições e pelas leis que são elaboradas ou impostas a partir desse momento. Vivendo nesse ambiente, você tem um contrato de concordância com seja lá qual for o resultado de eleições ou passagem de leis, porque isso faz parte dos seus direitos e deveres. Sendo assim, o indivíduo é sim responsável por “leis que lhes são impostas sem sua participação em sua elaboração”, não importando o seu posicionamento ideológico.

A democracia exalta o poder do coletivo. Todos dividem os erros e acertos, igualmente, e são responsáveis por todas as decisões, também igualmente. Independentemente das suas orientações pessoais, você faz parte da solução e do problema. Nesse caso, a anarquia nada mais é do que uma extensão da democracia, uma vez que abre mais uma camada de “liberdade”, que pode ser também interpretada como “irresponsabilidade” pelas decisões que são tomadas. Em outras palavras, o indivíduo é posicionado ainda mais distante de onde as leis são impostas, e por estar mais distante, ele sente que pode caminhar sem dividir a responsabilidade com aqueles que elaboram as leis e ditam o caminho da nação.

A solução não está nesse caminho. É necessário olhar para o outro lado da cerca. Se o objetivo final é a natureza, então é imperativo reconhecer e se submeter à ordem natural. Tudo na sua forma original está em ordem, e a busca deve ser para resgatar essa ordem que a humanidade desequilibrou com as suas decisões coletivas.

O sábio mártir Charles Manson diz: “Os anarquistas não ajudam a ordem. A maioria dos anarquistas são pessoas que não se encaixam. Eu sou um deles que não se encaixa, e gostaria de ter a liberdade para poder ser um anarquista. Mas com certeza não ajudaria ATWA. [...] Nós precisamos ter ordem se queremos que a Terra sobreviva.”

E Manson diz: “Vocês têm duas escolhas: anarquia e destruição, ou ordem e vida. E vocês podem ter ordem e vida como uma linda sinfonia, porque nós temos a capacidade de colocar a mente em ordem.”

O homem que procura trazer ordem para a Terra deve encontrar o seu centro no Sol. O homem deve render-se à ordem do universo e às leis da natureza, as leis da vida e da morte – os movimentos de uma roda. As estações e ciclos, fogo e gelo, luz e trevas, criação, destruição e a determinação de existir em harmonia com a lei.

Essa é a ordem de ATWA, a ordem natural, a ordem da vida. Se existe uma revolução a ser feita pelo homem, ela deve pelo resgate da lei. E o anarquismo é inimigo da ordem.

Para ler o artigo “A questão humana e o anarquismo”, clique aqui.

 ATWA Brasil responde: A questão humana e o anarquismo

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Sobre Charles Manson e ATWA para o Brasil

atwa guerramentiras Sobre Charles Manson e ATWA para o Brasil

A ATWA Brasil é uma concepção relativamente recente. As idéias que culminaram no desembarque desse pensamento no território brasileiro existiam há algum tempo antes de serem comunicadas abertamente a todos, mas ainda assim se trata de um fenômeno novo. Sendo assim, é compreensível que as pessoas que se interessam (ou não) por esse modo de pensar e agir tenham dificuldade em assimilar o que ATWA propõe.

Inicialmente, as pessoas que ouvem falar de ATWA questionam a figura de Charles Manson como mentor intelectual desse pensamento. Muitas pessoas concordam inteiramente com o que ATWA parece sugerir, mas quando pensam em Charles Manson ficam com um “pé atrás”. Trata-se de um comportamento lógico e compreensível, afinal, muita desinformação foi fabricada sobre Manson desde que ele foi preso em 1969. São mais de 40 anos de pessoas falando “por” e “sobre” Charles Manson, e muito pouco disponibilizado de Charles Manson falando por si mesmo. As palavras, os conceitos, as idéias são colocadas sobre ele. Nesse contexto, é natural mesmo que as pessoas tenham dificuldade em compreendê-lo.

Um dos propósitos da ATWA Brasil é precisamente oferecer um pouco mais de Charles Manson falando sobre ele mesmo para o povo do Brasil. Infelizmente, em língua portuguesa temos apenas um ou dois livros e um filme, todos baseados – ou escritos – pelo promotor do caso de condenou Charles Manson e fez disso a sua fortuna: Vincent Bugliosi. Até a ATWA Brasil desembarcar no sul do continente americano, o povo brasileiro era refém dessa única versão da história de Charles Manson, escrita por aquele que inventou tal história, vendeu ao público, e condenou Manson (com suas fabricações) no tribunal do estado da Califórnia. Mas agora, e a cada dia mais, Charles Manson tem sua voz comunicada em língua portuguesa. Das milhares de pessoas que a ouvem, algumas acordam e compreendem, enquanto outras permanecem cegas. Mas até então, nem isso era possível.

Levará tempo e empenho para que os julgamentos das pessoas mudem sobre Charles Manson. Foi assim para construir o mito do “monstro Manson” – o “homem mais perigoso que já viveu”, como estamparam na capa da revista americana Rolling Stone. Para resgatar a imagem de Manson também levará tempo, mas a realidade nunca é derrotada. Com o tempo, ela será estabelecida, por bem ou por mal. A luta de Charles Manson nunca foi outra senão ATWA. As confusões, as mentiras, e as incertezas que ofuscaram isso são fruto daqueles que fizeram seus milhões de dólares vendendo ao público uma história mirabolante – em outras palavras, vendendo ao público o que o público queria. Fizeram da simples realidade um filme de ficção de Hollywood, e o publicou compareceu em massa.

O que não lhes foi dito é que ao atropelar os direitos de Charles Manson no tribunal, a fim de promover uma história fictícia que resultou na fama e riqueza de uns poucos advogados, juízes, jornalistas e políticos, todos os direitos de todas as pessoas foram atropelados também. Quando um direito foi tirado, todos os direitos de todos foram tirados. Não há leis enquanto a lei permanecer enterrada. Para ATWA, ATWA é a única lei. Todos os livros, páginas escritas, assinaturas desse ou daquele outro, não passam de piadas até que a lei e a ordem sejam resgatadas.

ATWA desembarcou no Brasil porque nós temos o coração e os pulmões dessa luta. O Brasil está no foco da guerra do homem contra a natureza. Charles Manson está pendurado na cruz há mais de 40 anos, mas a sua luta não tem fim porque aqueles que o penduraram na cruz penduraram a eles mesmos. A luta de Charles Manson é uma: ATWA. É resgatar ATWA, é uma guerra santa contra a poluição, contra a destruição da vida.

A luta de Manson pela sua sobrevivência nesses mais de 40 anos de encarceramento ilegal serve como uma analogia para a luta de ATWA pela sua sobrevivência contra os horrores causados diariamente pelas ações humanas. O centro dessa realidade é que somente o próprio homem pode colocar um fim a essa guerra que ele mesmo iniciou. Existe uma chance de se salvar, e essa chance se resume em reconhecer e aceitar a ordem de ATWA.

 Sobre Charles Manson e ATWA para o Brasil

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Eugenia e fatores que determinam a opinião pública

eugenia opiniaopublica Eugenia e fatores que determinam a opinião pública

Por que é que o mundo ocidental permanece preso às garras de uma ilusão tão grande? Por milhares de anos, todos tinham como certo que algumas pessoas nascem mais espertas do que outras, simplesmente porque isso é tão obviamente uma verdade. Mesmo nas primeiras décadas do século 20, o igualitarismo teria sido uma piada, e a eugenia era amplamente aceita por pessoas de destaque cujas opiniões definiram todo o espectro político. Para listar apenas alguns poucos proponentes: George Bernard Shaw, Charles Darwin, Margaret Sanger, HG Wells, Francis Galton (que inventou o termo “eugenia”), Theodore Roosevelt, Oliver Wendell Holmes, Alexander Graham Bell, Charles Lindbergh, e Winston Churchill. Julian Huxley descreveu a eugenia como “de todos os estabelecimentos para o altruísmo, o que é mais abrangente e de maior alcance”. Mas apesar disso, hoje a eugenia é considerada a maior forma de crueldade! Porque as idéias entram e saem de moda é algo que não é compreendido inteiramente. Entretanto, abaixo estão três fatores que provavelmente explicam essa face da opinião pública:

(1) Após a Segunda Guerra Mundial, as crenças proeminentes dos países derrotados foram universalmente rejeitadas. Hitler defendia fortemente a eugenia, embora não da mesma forma que os eugenistas de hoje (Hitler era contra os testes de QI). Genética, comportamento, e raça passaram a ser considerados como temas desagradáveis. O movimento eugênico teve origem na Grã-Bretanha e nos Estados Unidos, e 27 outros países além da Alemanha promulgaram leis de eugenia no mesmo período. Nem genocídio nem qualquer outra coisa terrível aconteceu nesses países, de forma que nenhum caso remotamente razoável pode ser feito entre a eugenia e genocídios. Os comunistas tomaram o ponto de vista oposto – de que o ambiente é muito importante e que a genética não conta para nada – ainda que eles tenham assassinado muito mais gente do que os nazistas. No entanto, não importa o quão injusto, a eugenia passou a ser estigmatizada porque é associada nas mentes de muitos com Adolf Hitler.

(2) A opinião pública no mundo ocidental é amplamente moldada por jornalistas. Inúmeros estudos têm descoberto que os jornalistas tendem a ser muito mais liberais politicamente do que a população em geral. Entre os estudantes universitários, aqueles dos campos de administração de negócios e ciências tendem a ser mais conservadores politicamente, enquanto os estudantes de literatura e de jornalismo são mais liberais, o que sugere uma auto-seleção dos estudantes que entram no campo do jornalismo. Em outras palavras, as pessoas que são atraídas para o jornalismo, por qualquer razão, tendem a ser liberais. Junto com os jornalistas liberais, acadêmicos marxistas com certas agendas políticas têm contribuído substancialmente para a promoção da propaganda igualitária.

Snyderman e Rothman (1988) compararam o que foi relatado sobre a questão do QI na TV, nos jornais e nas revistas com o que os cientistas fazendo pesquisas sobre QI realmente dizem sobre essa questão. Eles descobriram que a mídia sempre ofereceu contextos extremamente tendenciosos, sugerindo que o QI não mede nada de realmente importante, que é “culturalmente tendencioso”, e que a maioria dos especialistas em estudos de QI concordavam com tais afirmações, quando, na verdade, a maioria dos especialistas discorda de tais afirmações.

Quanto à questão da raça, os meios de comunicação têm falhado completamente em sua responsabilidade de relatar as descobertas científicas ao público. Na realidade, é muito pior do que falhar em sua responsabilidade de comunicar os fatos, porque isso implicaria que eles simplesmente não teriam feito tudo o que deveria ter sido feito. Na realidade, a mídia tem mentido descaradamente ao público, e isso vem acontecendo há décadas. Para alguns, “mentido descaradamente” pode soar como retórica inflamada, mas não há provas ou evidências de que seja esse o caso. Afinal, que tipo de desonestidade flagrante está se reservando ao termo “mentido descaradamente”? Snyderman e Rothman (1988) constataram que a maioria dos cientistas que fazem pesquisas no campo de QI acredita que parte da diferença entre raças quanto ao QI é genética. Através da análise de centenas de reportagens, eles também descobriram que a mídia retrata essa visão predominantemente como se fosse um tema reservado a uns poucos malucos. Em outras palavras, a verdadeira opinião científica sobre o assunto tem sido escondida pela mídia.

Essa contínua campanha de desinformação sobre o QI, a genética e a raça tem sido travada por jornalistas liberais e acadêmicos marxistas contra o mundo ocidental desde a década de 1950. Como um polvo com tentáculos de longo alcance, causa caos em uma infinidade de formas, como por exemplo, impossibilitando a existência um debate público sério sobre a eugenia, um pré-requisito óbvio para implementar qualquer programa eugênico. Essa desonestidade descarada poderia ser esperada sob um regime comunista, mas o fato de isso ocorrer em sociedades democráticas clama por uma explicação.

(3) Para compreender por que razão o igualitarismo reina supremo e a eugenia se transformou em um assunto tabu, o assunto deve ser visto como parte do modo de pensar ocidental nos dias de hoje, que também inclui obediência à “diversidade” e “multiculturalismo”, à discriminação reversa, aos ataques contra o cristianismo, ao apoio à políticas de imigração, à promoção da promiscuidade e da homossexualidade, à defesa da miscigenação e do relativismo moral, muito dos quais podem ser agrupados sob a rubrica do “politicamente correto”. Será que essa crença generalizada do sistema simplesmente “aconteceu”, ou será que são as pessoas que fazem as coisas acontecerem? E nesse último caso, quem seria e por quê?

Quando um crime é cometido, a primeira pergunta de um detetive é questionar a possível motivação, ou seja, quem se beneficiaria com o ocorrido. Da mesma forma, pode-se razoavelmente perguntar: “Quem se beneficia com esse modo de pensar desonesto e destrutivo?” É um assunto extremamente interessante e importante, mas, infelizmente, desvendar essa questão está além do escopo desse artigo. Em vez disso, vou me referir ao brilhante livro de Kevin MacDonald, “A Cultura da Crítica” (1998), uma fonte de respostas sobre a agenda escondida por trás do que estamos falando. MacDonald faz um caso chocante, mas que está bem documentado.

Enfim, os três fatores acima descritos ilustram as causas da mentalidade errônea do Ocidente com relação à prática da eugenia. Pode-se dizer que são fatores emocionais, que mexem com os corações, mas que ao mesmo tempo anulam as mentes. Em nome do que é politicamente correto, muita destruição está sendo causada à espécie humana, e um caminho melhor está logo ali, tão perto de nós, mas escondido sob as páginas de jornais e revistas com as suas agendas liberais. A opinião pública é a chave para tanto para o sucesso quanto para a aniquilação.

 Eugenia e fatores que determinam a opinião pública

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Igualitarismo: Politicamente correto, cientificamente errado

atwa igualitarismo Igualitarismo: Politicamente correto, cientificamente errado

Claramente, a fertilidade disgênica é uma enorme ameaça para a espécie humana. Sendo assim, por que absolutamente nada é feito sobre isso? Resumindo em uma palavra: igualitarismo. Igualitarismo é simplesmente a crença de que todas as pessoas nascem iguais em inteligência, caráter, talentos, e todas as outras coisas, exceto por algumas diferenças triviais na cor do cabelo, cor dos olhos, e assim por diante. Se toda a gente nasce exatamente igual, que diferença faria a fertilidade disgênica?

Igualitarismo é a ideologia que o mundo ocidental tem adotado desde o final da Segunda Guerra Mundial. Imediatamente surge a pergunta: “Se nós todos nascemos iguais em tudo, como é que acabamos de modos diferentes?” É dito que as diferenças são causadas por vários fatores ambientais, e que qualquer tipo de problema social ou patologia é resultado de “privação cultural”, “experiências traumáticas”, “habitação subnormal”, ou aquele vilão onipresente, “a sociedade”.

O igualitarismo é tão implausível que fundamentalmente é difícil acreditar que milhões de pessoas realmente acreditem nisso. Quem já teve mais de uma criança compreende que elas têm personalidades diferentes a partir do dia em que nascem. No entanto, uma recente pesquisa revelou que menos de 1 em cada 5 pessoas acredita que os genes desempenham um papel importante no comportamento humano. Ironicamente, como mostra a pesquisa, a maioria das pessoas pensa que dependência química, doenças mentais, e a homossexualidade são influenciadas pela hereditariedade em um pequeno grau, mas cerca de 40% acredita que os genes não desempenham papel algum nisso. (U.S. News and World Report, 21 de abril de 1997, p. 72-80)

Não há um pingo de evidência científica para suportar o igualitarismo, e há uma montanha de evidências que refutam tal conceito, mas isso não impede igualitários na mídia e nas universidades, que dão a aparência de legitimidade científica para a idéia apontando para estudos que fazem associações entre uma patologia social e outra. Por exemplo: “Crianças que crescem nos bairros pobres tendem a se tornar criminosos”. Considerando isso, esforços são feitos para construir projetos de habitações mais agradáveis para substituir as favelas, com nenhum impacto sobre a criminalidade no local (que grande surpresa). É óbvio para qualquer observador casual que correlações existentes entre os ambientes pobres e vários tipos de patologia. Mas a correlação não prova a causalidade! Galos cantam ao nascer do sol. Será que isso significa são os galos que fazem o sol nascer? Se realmente a pobreza gera o crime, não deveria a taxa de criminalidade aumentar astronomicamente durante a Grande Depressão? Bom, isso não aconteceu.

Programas destinados a resolver problemas sociais com base nessas propagandas igualitárias disfarçadas de ciência são universalmente falsos de início. Apesar das grandes esperanças, da retórica sublime, e dos gastos realmente enormes, os benefícios foram comprovados como minúsculos, transitórios, ou mesmo inexistentes. Nos Estados Unidos, o programa nacional de ajuda às famílias com crianças dependentes, o principal projeto de bem-estar no país, foi destinado a eliminar a pobreza e melhorar o acolhimento dos problemas sociais associados a isso. Um grande estudo de seus efeitos informou que o programa, na realidade, fez os problemas que se pretendia resolver se tornarem ainda piores, enquanto custando bilhões aos contribuintes. (Murray, 1986) Outro programa do governo, chamado Head Start, foi iniciado a fim de elevar o QI das crianças desfavorecidas dos guetos, proporcionando-lhes um “ambiente enriquecido” logo cedo, mas desde 1965 ainda não houve nenhum ganho duradouro de QI. De alguma maneira, o seu objetivo original foi esquecido, e o projeto permanece louvado como um “grande sucesso”, e se tornando mais e mais caro a cada ano.

Obviamente, a fertilidade disgênica explica muito mais sobre essas questões sociais do que qualquer projeto enorme desenvolvido pelos governos, e certamente mais do que a moralidade do igualitarismo, que de ciência não tem nada. Enfim, o igualitarismo: politicamente correto, cientificamente errado.

 Igualitarismo: Politicamente correto, cientificamente errado

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O precioso jardim de ATWA

atwa jardim O precioso jardim de ATWA

Com a ampliação sem precedentes do conhecimento humano que temos visto nos últimos cem anos, obteve-se um crescimento proporcional da consciência sobre o mundo que nos rodeia. Uma consciência sobre o dever humano de voltar a fazer parte de ATWA, afinal nós fomos criados como parte de um todo, e não à parte desse todo, como costuma dizer o sábio mártir Charles Manson.

Nós controlamos e ditamos as regras sobre coisas complexas como o vapor, a eletricidade e a energia atômica. Tornamos-nos conscientes do nosso ambiente natural de doze quilômetros de profundidade nos oceanos a trilhões de quilômetros de distância em direção ao universo. Nossa compreensão de processos biológicos tem florescido em novas curas, novas prevenções, a substituição de órgãos vitais, e agora estamos começando a penetrar os mistérios da mecânica genética. Esses são marcos que ilustram uma competência.

E com esse aumento de consciência, temos desenvolvido uma maior compreensão de nosso papel na vida natural do nosso planeta e da nossa responsabilidade com relação às nossas decisões. Isso é essencial não apenas para preservar a nossa própria existência frágil nesse imenso tesouro de seres vivos, mas também para preservar o nosso sistema de suporte de vida, em que dependemos para as necessidades da vida: ATWA – ar, árvores, água e animais.

A Bíblia nos diz que Noé foi ordenado a levar com ele em sua arca dois animais de cada espécie, um macho e uma fêmea, para que eles também pudessem ser salvos do dilúvio. O espírito que ajudou Noé a sobreviver sabia que ele e sua família não seriam capazes de sustentar as suas vidas depois que as águas recuassem se estivessem sozinhos. Toda criatura e todas as gerações de seus descendentes seriam necessários para manter a vida na Terra e para o cumprimento de qualquer futuro planejado para as sucessivas gerações de Noé. Se a menor das criaturas fosse perdida, a própria humanidade estaria ameaçada.

O sábio mártir Charles Manson diz: “Todas as interpretações tem vindo e voltado por milhares de anos e falam a mesma coisa a cada vez: a atmosfera está morrendo! Não tem nada a ver com o que aconteceu há milhares de anos atrás, mas algo que simplesmente acontece, e acontecerá para sempre, está acontecendo agora, nesse momento. Esse momento é onde nós estamos vivendo!”

E agora, no século XXI, podemos ver a sabedoria desse comando. Mesmo com a nossa compreensão ainda imatura, a necessidade absoluta de um sistema de apoio à diversidade biológica da vida pode ser medida e comprovada para os céticos mais devotos. A cadeia da vida não pode ser quebrada ou resistida.

No entanto, sabemos também que muitas espécies estão à beira da extinção. Muitas estão morrendo agora e muitas outras se foram para sempre. Não apenas para nosso próprio bem-estar, mas para que a imensa rede da vida possa continuar, que a humanidade possa se beneficiar não só fisicamente, mas espiritualmente de segurar a continuidade da vida no planeta, devemos ver que é necessário resgatar a vida toda em todos os lugares. Temos um único mundo, apesar das fronteiras que os homens construíram.

Nós criamos desastres trágicos e, literalmente, causamos milhões de mortes em situações que já não podemos nos dar o luxo de fazê-lo. Eliminamos dos grandes oceanos os peixes em regiões que eram marcadas por comunidades quase inesgotáveis desses animais. O bacalhau selvagem, por exemplo, está quase desaparecido. O salmão está ameaçado. Os oceanos, uma vez cheios de vida, agora são comparados a um deserto – não no sentido de ser menos vivo, mas da transformação causada pelo homem. Muitas outras espécies estão penduradas nas bordas do poço sem fundo da extinção.

Os seres humanos, com suas armas e seus castelos, são muito eficientes como caçadores e pescadores para o nosso próprio bem-estar. Mas nós perturbamos o equilíbrio da natureza entre presas e predadores. Nós matamos os últimos animais de muitas espécies. Nossa pesca tem massacrado os oceanos, e a nossa caça fez a terra estéril.

Não apenas poluímos nossas águas além de potabilidade, mas também temos envenenado a água com substâncias provenientes de fazendas industriais, fábricas de produtos farmacêuticos e produtos químicos, pesticidas, petróleo e plástico. Nossas indústrias liberam centenas de toneladas de metais pesados em nosso ar a cada ano. Milhões de pessoas morrem pela natureza estar fora de equilíbrio, pelo ar estar poluído, as árvores ameaçadas, a água envenenada e os animais caindo no abismo da extinção. Os seres humanos têm dominado o nosso sistema de suporte de vida de uma maneira destrutiva, ao ponto que nós mesmos estamos agora ameaçados. E não é apenas a nossa vida física que está ameaçada.

Nossa vida espiritual deve ser tida em conta. Se queremos ser os protetores e não os destruidores da vida, o mundo natural de abundância quase infinita não deve sofrer sob a nossa supervisão. Para sobreviver é preciso ser previdente, e não parasitário. Se estamos a nos vestir para o jardim de acordo com Gênesis, temos de superar as atividades que nos permitiram chegar onde estamos e somente agora ver que precisamos da natureza mais do que ela precisa de nós. Ataques indiscriminados e sem inteligência contra os nossos oceanos lhes trouxe para um mundo abandonado por tudo o que uma vez vivia. A criação de animais para serem mortos, a fim de alimentar um luxo humano, não somente desequilibra a vida animal como também os subprodutos dessa prática têm feito a nossa terra e água inabitáveis.

A dispersão habitual de milhões de toneladas de chumbo por ano, que poluem os animais que nós matamos e comemos, bem como aqueles que são alimento dos que matamos, ameaça o desenvolvimento saudável das nossas crianças, além de envenenar o nosso sistema de suporte de vida.

Mas, em última análise, o fim dessa guerra declarada pelo homem contra ATWA é a única cura para a morte da nossa ecologia. Pode-se dizer que nos tornamos bons demais em matar para que a natureza nos permita chegar a uma vida adulta. Nós agora temos dentes, que estão mordendo os mamilos da natureza.

Nós vivemos pelo espírito eterno dentro de nós, e não há outra opção, não há vida duradoura sem esse espírito. Ou a nossa espécie vai voltar para a lama e poeira de onde veio, porque perdemos o nosso sustento e o nosso destino, ou nós vamos subir para as estrelas como verdadeiros sábios conscientes, criados para ser parte desse planeta e salvar esse precioso jardim para sempre.

 O precioso jardim de ATWA

© 2010 ATWA Brasil


ATWA Brasil: “Uma América”

Abaixo, mais uma produção oficial da ATWA Brasil: “Uma América”.

Uma conversa por telefone com Charles Manson, gravada no dia 28 de maio de 2010. Ele fala muito sobre o Brasil e a essência do povo brasileiro e dos nossos ancestrais. Por fim, Manson passa o comando sobre o que deve ser feito para resgatar ATWA na América do Sul.

O vídeo conta com imagens ilustrativas, o áudio original da conversa, e legendas em português.

 ATWA Brasil: Uma América

© 2010 ATWA Brasil


Charles Manson: “Você é Deus…”

atwa santamae Charles Manson: Você é Deus...

“Eles trancaram todo mundo para fora do motivo pelo qual eles estão aqui, você entende? A natureza deles. Eles nos trancaram em um ambiente artificial. E eles estão destruindo o ambiente natural. E você sabe quem é o ambiente natural?

É a nossa Mãe Terra. É aquela garota, aquela mulher.

É aquela ave Maria, cheia de graça, o Senhor é contigo.

Não tenha dúvidas disso. Bendito é o fruto do teu ventre.

Nós amamos isso. Inteiramente. Bendito seja teu filho, Jesus.

Esse é o seu garoto, ele é Jesus. Ele é Cristo. Ele é o filho de Deus. Você é Deus.

Você é a santa mãe de tudo o que vive. Você consegue imaginar isso?

-Charles Manson”

Agradecimentos ao irmão The Zou pela transcrição dessa carta. O texto original pode ser encontrado aqui, na página pessoal dele.

 Charles Manson: Você é Deus...

© 2010 ATWA Brasil